Categoria: Atividades Físicas

  • Treinamento funcional: o que é e quais as vantagens?

    Treinamento funcional: o que é e quais as vantagens?

    Fazer atividade física é uma prática buscada por pessoas por vários motivos. Algumas escolhem fazer algum esporte por gostar da prática, outras escolhem para objetivos como ter mais qualidade de vida ou mesmo controlar o sobrepeso. Nesse sentido, o treinamento funcional é sempre lembrado quando o objetivo é trabalhar uma região ou grupo muscular específico.

    Atualmente, o treinamento funcional é uma realidade em boa parte das cidades brasileiras. Academias, estúdios e até clubes já oferecem essa modalidade, afinal, suas vantagens são conhecidas e já vistas. Porém, muitas pessoas ainda não sabem o que é treinamento funcional.

    Neste conteúdo, vamos explorar todos os detalhes acerca do treinamento funcional. Você vai entender exatamente o que é, quais as vantagens, como começar e inclusive os cuidados que precisa ter. Leia até o final e entenda tudo isso:

    O que é treinamento funcional?

    Treinamento funcional é o nome dado à atividade física que utiliza exercícios aplicados e específicos para melhorar a execução de ações cotidianas. Acredita-se que esse conceito explica o nome funcional.

    Na prática, estamos falando de um treinamento que contempla ações recorrentes no dia a dia, como correr, pular, agachar, puxar, para um objetivo que pode ser melhorar o condicionamento físico, aumentar a força muscular, entre outros. 

    Acredita-se que o treinamento funcional tenha sido criado por um grupo de fisioterapeutas com o objetivo de potencializar a recuperação de pacientes após uma lesão. 

    Diferença para outros tipos de treinamentos

    Quando olhamos para as diferenças entre o treinamento funcional e outras atividades, como a própria musculação, podemos destacar a intensidade dessa modalidade, algo que vamos comentar nos próximos capítulos, e sobretudo, o foco em movimentos livres e naturais do corpo. 

    Quem prefere atividades mais dinâmicas, tende a ter uma adaptação mais natural ao treinamento funcional do que aos exercícios tradicionais da musculação. 

    Como funciona o treinamento funcional?

    O treinamento funcional tem como principal característica a utilização de exercícios que exigem o trabalho de diversos músculos e regiões do corpo ao mesmo tempo. Aliás, esse é um ponto de grande diferença para os exercícios localizados que são tradicionalmente realizados em uma sala de musculação.  

    O treinamento funcional acontece a partir de uma trilha de exercícios focados em trabalhar força, equilíbrio, flexibilidade, condicionamento, resistência e agilidade, utilizando movimentos naturais do corpo humano. 

    Uma das principais características sobre o funcionamento deste treinamento é o seu dinamismo. Os exercícios podem utilizar apenas o peso do corpo ou contar com aparelhos e equipamentos para ampliar a ação dos movimentos naturais. 

    Exercícios funcionais 

    Para que você entenda como funciona um treinamento funcional, separamos alguns exercícios que normalmente constam neste treinamento, confira quais são:

    1. Agachamento: importante para trabalhar toda a parte inferior do corpo. 
    2. Swing unilateral com Kettlebell: exercício complementar ao agachamento. 
    3. Prancha: um dos mais tradicionais, consiste em manter o corpo parado em uma determinada posição, é fundamental para trabalhar equilíbrio e os músculos da região abdominal, lombar e pélvica. 
    4. Burpees: outro exercício muito comum, é conhecido por ser muito simples e um dos mais completos, afinal, trabalha a capacidade cardiorrespiratória da pessoa e diferentes músculos.
    5. Abdominal: também muito comum, é fundamental para trabalhar nesta região. 
    6. Corrida: encontrada em diferentes tipos e modalidades, inclusive parada, é fundamental para o desenvolvimento da capacidade cardiorrespiratória.   

    Quais as vantagens do treinamento funcional

    A seguir, listamos as 4 principais vantagens do treinamento funcional para que você entenda, veja:

    1. Foco na memória muscular

    Um dos princípios do treinamento funcional é fazer com que seu corpo entenda a forma correta de executar uma ação simples do dia a dia, como correr, pular, agachar ou carregar algo. 

    A repetição é fundamental para que o movimento fique responsivo e correto, portanto, a memória muscular é um dos focos do treinamento funcional. Esse fato é importante para estimular que a força muscular seja incentivada a partir da boa realização de cada movimento. 

    2. Importante para a perda de peso 

    Uma das principais vantagens do treinamento funcional é sua eficiência quando o objetivo é perder peso. Exercícios de intensidade elevada e de repetição assentada são eficientes neste processo e estão muito presentes durante uma sessão deste treinamento.  

    3. Ajuda na recuperação de lesões 

    Como falamos, o treinamento funcional é um aliado de das sessões de fisioterapia em um processo de recuperação de lesões, sobretudo antes da volta à prática esportiva de maior intensidade. 

    Muitos exercícios realizados durante uma sessão de funcional possuem baixo impacto, por isso, podem ser utilizados tanto por praticantes iniciantes, quanto por quem possui algum tipo de limitação ou mesmo está em processo de recuperação. 

    4. Fundamental para o condicionamento físico 

    Muitas pessoas procuram o treinamento por conta da capacidade de melhorar o condicionamento físico sem que seja necessário causar um demasiado estresse no corpo. Essa vantagem possui muita relação com a capacidade de ajuda na recuperação de lesões. 

    Muitos exercícios do treinamento funcional exigem velocidade nas execuções e um tempo grande de permanência em cada posição dos exercícios, assim, além de ser um ótimo treinamento para o sistema cardiorrespiratório também contribui para o preparo físico.

    Esse tipo de treinamento é indicado para quais pessoas?

    O treinamento funcional não possui um público certo, isso quer dizer que é recomendado para qualquer pessoa que deseja se beneficiar com algumas das vantagens que citamos acima, ou mesmo para quem deseja incluir mais uma boa atividade em sua rotina.

    Existem diferentes tipos de treinamentos, variando de acordo com a intensidade e também de acordo com a dificuldade de realização de cada movimento.

    Atividades de intensidade elevada são indicadas para pessoas que desejam aperfeiçoar a condição física ou mesmo que estão em um objetivo de perda de peso. Além disso, ainda é muito aplicado para atletas, afinal, inclui movimentos naturais presentes em rotinas de treinos e competições.

    Por outro lado, um treinamento funcional de baixa intensidade pode ser indicado para quem deseja cuidar da saúde e ter qualidade de vida, inclusive idosos e pessoas com alguma limitação, afinal, a partir desses exercícios é possível estimular e melhorar força, equilíbrio, respiração e agilidade.   

    Cuidados antes de começar em um treinamento funcional 

    É sempre necessário lembrar que antes de começar qualquer prática esportiva é preciso procurar um médico. Realizar exames para entender se você está apto para realizar um treinamento é essencial para evitar complicações durante a prática. 

    Além do aval médico antes de começar a praticar uma atividade física, inclusive o treinamento funcional, o acompanhamento é fundamental neste processo. Realizar consultas periódicas é um processo essencial para entender a resposta do corpo ao tipo de treinamento, bem como entender como está o desenvolvimento de lesões.

    Aqui na Vicci, você encontra uma equipe focada em fazer com que você tenha mais qualidade de vida no seu dia a dia. Com a ajuda de profissionais diversos, como fisioterapeutas, ortopedistas, educadores físicos, é possível entender os impactos de atividades em seu corpo.

    Se o seu objetivo é começar uma atividade física para se recuperar de uma lesão, esse acompanhamento é ainda mais importante. Você viu que o treinamento funcional é uma ótima alternativa, porém, precisa ser assistido e acompanhado para que não ocorra uma complicação.

    Agende seu horário aqui na Vicci agora mesmo e tenha toda a ajuda necessária para ter mais qualidade de vida e saúde em seu dia a dia.

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  • Músculos da perna: 7 dicas para evitar lesões

    Músculos da perna: 7 dicas para evitar lesões

    Os membros inferiores são fundamentais para as diversas atividades que fazemos em nosso dia a dia. Ações simples, como andar até o trabalho ou brincar com os filhos, ou mesmo atividades mais profissionais como a prática esportiva, normalmente, utilizam esses membros. Por isso, neste conteúdo vamos falar sobre alguns cuidados com os músculos da perna que você precisa começar a ter hoje mesmo. 

    Sobretudo quando olhamos para lesões nos músculos da coxa e panturrilha, percebemos que são comuns. Dessa forma, alguns pontos simples podem evitar esses problemas e fazer com que você sinta dores ao realizar essas ações.

    Quais são os músculos da perna?

    Antes de falarmos sobre as dicas para evitar lesões, vamos explicar quais são os músculos da perna e apresentar alguns detalhes que você precisa saber. Assim, é importante compreender que existe uma divisão, que classifica em três grupos esses músculos:

    1. Parte anterior da perna, também conhecida como a parte da frente. 
    2. Parte lateral da perna. 
    3. Parte posterior da perna, que é a parte de trás da perna. 

    Músculos da região anterior da perna

    • Tibial anterior.
    • Extensor longo dos dedos.
    • Extensor longo do hálux. 
    • Fibular terceiro. 

    Músculos da região anterior da perna

    • Fibular curto. 
    • Fibular longo. 

    Músculos da região posterior da perna

    • Gastrocnêmio medial. 
    • Gastrocnêmio lateral. 
    • Músculo Sóleo. 
    • Músculo plantar delgado. 
    • Poplíteo
    • Flexor longo dos dedos. 
    • Flexor longo do hálux. 
    • Tibial posterior. 

    Entender essa nomenclatura é fundamental. Muitas vezes, os pacientes chegam com dores e lesões na coxa, panturrilha ou pé e ficam confusos com o diagnóstico, afinal, essas áreas são compostas por vários músculos. 

    Músculos da coxa

    Além dos músculos que apresentamos acima, vale a pena destacar os músculos da coxa. Mesmo que essa região faça parte da perna, é preciso entender os detalhes e características, afinal é uma das principais regiões afetadas por lesões, visto que é essencial para todo movimento do corpo. 

    • Músculo quadríceps: é conhecido como o principal músculo da perna, afinal, é o maior músculo do corpo e responsável por ações como chutar uma bola e pela manutenção da postura. 
    • Músculo sartório: esse é o músculo mais longo do corpo humano e possui função de conectar a perna com outros membros. 
    • Compartimento medial ou adutor: possui alguns músculos como pectíneo, adutor longo, adutor curto e adutor magno, grácil e obturador externo. 
    • Músculos posteriores da coxa músculos isquiotibiais: fazem parte dessa estrutura os bíceps femoral, semitendíneo e semimembranáceo.

    Como prevenir lesões musculares: 7 dicas para evitar lesão muscular na perna

    Agora que você conhece os principais músculos da perna, vamos à parte prática e apresentar 7 dicas simples para evitar lesões musculares, seja em atividades simples ou mesmo durante a prática esportiva. 

    Para você saber como prevenir lesões musculares, as 7 dicas são:

    1. Fazer exercícios de fortalecimento muscular. 
    2. Usar calçados confortáveis. 
    3. Prezar pelo descanso. 
    4. Entender os sinais do seu corpo. 
    5. Hidratar e se alimentar de forma correta. 
    6. Ter um treinamento correto. 
    7. Fazer uma avaliação médica.

    Abaixo falaremos sobre cada uma dela detalhadamente: 

    1. Fazer exercícios de fortalecimento muscular

    Uma das principais formas de evitar lesões nos músculos é adotando uma rotina que passe pela execução de exercícios para o fortalecimento dessas estruturas. Para quem pratica atividades físicas, essa necessidade é ainda mais evidente visto que é fundamental para a boa execução de movimentos. 

    Esse fortalecimento é o melhor caminho para gerar resistência aos músculos. No entanto, vale lembrar que esse processo deve acontecer de forma progressiva e sempre que possível com acompanhamento de profissionais, como um educador físico e fisioterapeutas. 

    2. Usar calçados confortáveis 

    Uma das dicas mais básicas para evitar lesões nos músculos da perna passa pela utilização de calçados apropriados e confortáveis. Essa dica vale mesmo para atividades do dia a dia, como trabalhar, ir ao supermercado ou mesmo ficar em casa. 

    Os músculos da perna, ao lado de toda a estrutura do pé, são os primeiros afetados pelo uso de sapatos inapropriados e desconfortáveis. Entender a estrutura da sua pisada e também a necessidade da atividade é fundamental. 

    3. Lembre da importância do descanso

    A regeneração muscular é um processo que faz parte do corpo humano, para isso, o momento do repouso é fundamental. Olhando para a rotina de quem pratica exercícios, a alternância é fundamental para evitar uma sobrecarga nos músculos e causar lesões musculares. 

    Além disso, uma boa noite de sono é essencial. Treinar seu corpo e mente para descansar faz com que todo seu organismo funcione melhor, incluindo seus músculos e o processo de regeneração muscular. 

    4. Entenda os sinais do seu corpo

    Uma das dicas mais simples para evitar lesões é evitar forçar seus músculos. Para isso, entender os sinais do seu corpo é essencial. Isso vale para dores, contrações e mesmo fadigas.

    Essas situações devem ser analisadas e, caso aconteçam com frequência, podem indicar que há algo de errado com sua estrutura muscular. Dessa forma, o melhor a se fazer é procurar um ortopedista ao primeiro sinal de uma possível lesão nos músculos da perna. 

    5. Atente-se à hidratação e alimentação

    O que você consome é fundamental para fornecer nutrientes e vitaminas necessários para a saúde do seu corpo como um todo, inclusive de seus músculos. A hidratação, por exemplo, é fundamental para manter todos os seus nutrientes. 

    6. Ter um treinamento apropriado

    Essa dica é focada em quem pratica algum tipo de atividade física, afinal, boa parte das lesões nos músculos da perna acontecem devido a essas ações. Por isso, ter um treinamento qualificado é fundamental para evitar esses problemas. 

    Esse treino deve levar em conta todas as características do seu corpo, começando pela necessidade de um bom aquecimento. Outro ponto muito importante é respeitar o limite de carga e tempo de descanso, o estresse de uma carga elevada e uma rotina intensa de treinos pode gerar lesões e fazer com que você fique mais tempo afastado dos treinos. 

    Portanto, é muito importante que o treino seja acompanhado de um profissional especializado no assunto. Um educador físico entende todos os detalhes e pode contar com ajuda de exames e ações e acompanhamento para compreender o grau de desgaste dos músculos e assim evitar lesões. 

    7. Fazer uma avaliação média com frequência

    Por fim, vale a pena falarmos sobre a importância de um acompanhamento médico para entender como anda a saúde dos seus músculos. Esse exame é feito por um ortopedista e pode contar com a ajuda de fisioterapeutas para o desenvolvimento de um trabalho de recuperação, fortalecimento e prevenção mais efetiva. 

    Fazer essa avaliação é algo que deve estar na agenda, sobretudo de pessoas que já contam com um histórico de lesões musculares. Dessa forma, é possível acompanhar o desenvolvimento e a recuperação dessas lesões, indicando o melhor momento para voltar aos treinamentos ou mesmo a necessidade de sessões de fisioterapia. 

    Como evitar lesão na panturrilha

    Para evitar lesões na panturrilha, é importante seguir algumas práticas preventivas. Aqui estão algumas dicas que podem ajudar a reduzir o risco de lesões nessa região:

    • Aquecimento adequado: Antes de qualquer atividade física, faça um aquecimento adequado para preparar os músculos da panturrilha. Isso pode incluir alongamentos suaves, exercícios de mobilidade articular e alguns minutos de atividade cardiovascular leve, como caminhada.
    • Fortalecimento muscular: Realize exercícios de fortalecimento da panturrilha regularmente para tornar os músculos mais fortes e resistentes. Exercícios como elevações de panturrilha, saltos e agachamentos podem ser incorporados ao seu programa de treinamento.
    • Progressão gradual: Ao iniciar uma nova atividade física ou aumentar a intensidade do exercício, faça isso de forma gradual. Aumentar a carga de treino ou a intensidade muito rapidamente pode sobrecarregar os músculos da panturrilha e aumentar o risco de lesões.
    • Alongamento: Realize alongamentos adequados da panturrilha após o exercício, quando os músculos estão aquecidos. Isso ajuda a manter a flexibilidade muscular e reduzir a tensão excessiva.
    • Calçados apropriados: Use calçados adequados e bem ajustados para a atividade que você está realizando. Sapatos inadequados ou desgastados podem aumentar o estresse nos músculos da panturrilha.
    • Superfície de treinamento: Se você está praticando corrida ou atividades que envolvem impacto, tente escolher superfícies de treinamento adequadas. Evite superfícies duras ou irregulares, pois podem aumentar o risco de lesões na panturrilha.
    • Descanso e recuperação: Dê ao seu corpo tempo adequado para descansar e se recuperar após o exercício. O descanso adequado permite que os músculos se recuperem e se fortaleçam.
    • Hidratação: Mantenha-se hidratado durante a atividade física para evitar cãibras musculares e reduzir o risco de lesões.

    Se você sentir algum desconforto persistente na panturrilha durante ou após o exercício, é importante procurar atendimento médico ou de um fisioterapeuta. Esses profissionais podem avaliar a situação, fornecer um diagnóstico preciso e recomendar o tratamento adequado.

    Aqui na Clínica Vicci em BH você encontra toda ajuda necessária para ter uma rotina focada na prevenção de lesões nos músculos da perna. Temos um time composto por profissionais de fisioterapia, ortopedia, nutrição e até educadores físicos para acompanhar você em seus objetivos. 

    Assim, você garante maior qualidade de vida para o seu dia a dia, assegurando que atividades, sejam elas focadas na prática esportiva, ou mesmo aquelas cotidianas, sejam realizadas sem dores ou complicações. 

    Portanto, se você está sentindo algum desconforto nos músculos da perna ou mesmo deseja iniciar um processo de prevenção de lesões.

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  • Ligamentos do joelho: o que fazer ao romper?

    Ligamentos do joelho: o que fazer ao romper?

    Lesões nos ligamentos do joelho são constantes, sobretudo, entre atletas e pessoas que praticam esportes. Tamanho é a intensidade dessas lesões que o rompimento desses ligamentos é considerada uma das principais contusões dessa importante articulação do corpo humano. 

    Nesse conteúdo, vamos apresentar tudo que você precisa saber sobre essas lesões e, principalmente, vamos passar algumas orientações sobre o que fazer quando você achar que rompeu os ligamentos do joelho. 

    Confira o que você encontra nesse conteúdo sobre ligamentos do joelho:

    • O que são os ligamentos do joelho. 
    • Quais os ligamentos dessa articulação. 
    • O que causa a ruptura ligamentar no joelho. 
    • Como saber se houve rompimento. 
    • Tratamento para essa lesão. 
    • O que fazer ao romper os ligamentos do joelho. 

    O que são os ligamentos do joelho?

    De uma forma bem simples, podemos dizer que os ligamentos do joelho são as estruturas celulares fibrosas responsáveis por ligar dois importantes ossos: o fêmur que é o osso da coxa, a tíbia que é o osso presente na perna.

    Esses ligamentos são fundamentais para a estabilidade do joelho, afinal, garantem que os movimentos sejam executados de uma forma saudável e sem excessos, limitando assim os deslizamentos entre esses ossos. 

    Quais os ligamentos do joelho?

    Existem 4 principais ligamentos no joelho, cada um é responsável por uma função e, consequentemente, pode sofrer uma lesão de rompimento. A seguir, vamos explicar cada um desses ligamentos. 

    1. Ligamento cruzado anterior (LCA)

    O Ligamento cruzado anterior, ou simplesmente LCA, é o ligamento que se encontra na parte central do joelho, sendo responsável pela estabilização anterior e rotacional da articulação. 

    2. Ligamento cruzado posterior (LCP)

    O Ligamento cruzado posterior, que atende pela sigla de LCP, é o ligamento localizado na parte central do joelho, sendo responsável por fazer a estabilização posterior dessa articulação. 

    3. Ligamento colateral medial (LCM)

    Ligamento colateral medial , ou LCM, também pode ser chamado de ligamento colateral tibial, visto que é responsável pelo ligamento da parte medial (interna) do joelho. Dessa forma, esse ligamento assume a responsabilidade de estabilizar o movimento do joelho realizado para dentro.

    4. Ligamento colateral lateral (LCL)

    O Ligamento colateral lateral, ou LCL, também pode ser chamado de ligamento colateral fibular, ocupando a posição de principal ligamento da parte lateral (externa) dessa articulação. Na prática, possui a função de garantir a estabilidade do movimento de varo, que pode ser entendido como o movimento realizado para fora. 

    O que causa o rompimento dos ligamentos do joelho?

    Os ligamentos são estruturas complexas e preparadas para aguentar grandes impactos e variações de movimento. No entanto, também são caracterizados pela baixa elasticidade, tornando possível a ruptura, o que chamamos de rompimento de ligamentos. 

    Na maioria das vezes, a lesão no ligamento do joelho, mais precisamente a ruptura dessa estrutura acontece devido a algum cenário de torção em algum dos ligamentos, que pode ocorrer devido a esforços repentinos ou pancadas que impactam diretamente essa articulação. 

    Esses eventos acontecem principalmente durante a prática de esportes como futebol, tênis, vôlei, basquete e ginástica olímpica. No entanto, o rompimento dos ligamentos do joelho também pode acontecer por causa de quedas, execução de movimentos errados ou mesmo acidentes. 

    Abaixo, listamos algumas causas que mais são identificadas como responsáveis pela ruptura de ligamentos no joelho. Veja quais são: 

    • Mudança de direção bruscamente, sobretudo quando um pé está bem fixo no chão. 
    • Movimento de parada repentina, principalmente ao executar atividades de corrida. 
    • Aterrissar de forma incorreta após um salto. 
    • Colisão com outra pessoa durante prática esportiva ou mesmo com um objetivo fixo. 

    Ligamentos do joelho: o que fazer ao romper? - rompimento no futebol é normal

    Como saber se houve rompimento do ligamento?

    Com certeza, a dor após algum dos eventos citados acima é a principal forma de saber, ou pelo menos ter um indício sobre essa lesão no joelho. Além disso, as principais lesões de rupturas nos ligamentos do joelho, normalmente, são acompanhadas de inchaço no local.  

    Depois desses dois principais sintomas, também podemos observar que muitos pacientes reclamam de uma sensação de insegurança ao tentar realizar alguma atividade mais intensa, especialmente quando é necessária alguma ação de mudança de direção. 

    Vale destacar que essa dor e o inchaço, em casos simples, podem desaparecer algumas semanas após o evento que causou a lesão. Porém, a  instabilidade e a incapacidade de confiar no joelho permanecem e dão sinais sobre a necessidade de um tratamento. 

    Para resumimos, os principais sintomas de uma ruptura do ligamento do joelho são:

    • Dor intensa no joelho. 
    • Inchaço no joelho, que normalmente aparece nas primeiras 24 horas após a lesão; 
    • Sensação de fraqueza ou frouxidão no joelho;
    • Redução da capacidade para realizar movimentos. 
    • Dificuldade para executar atividades básicas como caminhar, dobrar ou esticar totalmente o joelho;
    • Aumento da sensibilidade ao longo da linha da articulação do joelho.

    Como tratar uma lesão de ligamentos no joelho?

    Antes de qualquer orientação, é necessário lembrar que o tratamento para qualquer lesão ortopédica só pode ser aplicado por um médico. No caso da ruptura ligamentar, essa orientação profissional é ainda mais importante, afinal, varia de acordo com o ligamento afetado, gravidade dos sintomas e também do grau da lesão.

    Para casos mais leves, repouso e uso de medicamentos para lidar com a dor são os caminhos mais utilizados. Isso vale para aquelas lesões simples, que são chamadas de rupturas parciais. 

    Para os casos mais graves, além do que passamos acima, fisioterapia e intervenção cirúrgica são os caminhos mais aplicados. 

    As sessões de fisioterapia são importantes pois contam com exercícios que ajudam no fortalecimento e alongamento da articulação, com o objetivo de aumentar a flexibilidade, e também melhorando a estabilidade, aliviando assim a inflamação e a dor no joelho.

    Por fim, a intervenção cirúrgica pode ser recomendada pelo ortopedista, especialmente nos casos de rompimento dos ligamentos cruzado anterior ou posterior, visto que essas são as situações que contam com ligamentos completamente rompidos ou torcidos. 

    Essa cirurgia é feita com um enxerto de tecido o que permite ao médico reconstruir o ligamento afetado. Normalmente é necessário fazer sessões de fisioterapia  após a cirurgia para acelerar a recuperação.

    O que fazer ao romper o ligamento do joelho?

    Por fim, vamos à principal lição que você precisa tirar desse conteúdo. Ao identificar os sintomas que apresentamos e sabendo da ocorrência de um evento que pode ter ocasionado tal lesão, o único caminho é procurar um atendimento médico. 

    Para realizar o diagnóstico, o ortopedista irá analisar os sintomas, o histórico da atividade realizada, além da realização de exame físico do joelho. Por fim, para comprovar, o caminho mais adequado é a comprovação via exames de imagem, como raio X, ressonância magnética, ultrassom do joelho ou mesmo artroscopia em alguns casos. 

    Então, além de cuidados locais, como aplicação de gelo, repouso e interrompimento da atividade física realizada, o mais certo é fazer é procurar imediatamente um ortopedista. Esse profissional possui competência para diagnosticar, aplicar medicação necessária para aliviar dores e indicar o tratamento adequado. 

    Aqui na Vicci, você encontra tudo que precisa para tratar e diagnosticar lesões ortopédicas de todos os tipos. Contamos com uma equipe de profissionais composta por ortopedistas, fisioterapeutas e até educadores físicos para ajudar em sua recuperação. 

    Por isso, se você está com algum dos sintomas que passamos aqui e acha que pode ter rompido os ligamentos do joelho, entre em contato, agende seu horário e veja como acabar com esse problema. 

  • Avaliação isocinética e biomecânica: importância para corredores

    Avaliação isocinética e biomecânica: importância para corredores

    A medicina ortopédica diagnóstica está cada vez mais evoluída. Hoje em dia é possível contar com alguns equipamentos e processos que ajudam em todas as etapas dessa área médica. Hoje, vamos apresentar os detalhes sobre a avaliação isocinética e a avaliação biomecânica, destacando a importância para atletas e corredores. 

    Esses cuidados, são fundamentais, afinal, evitar lesões é um dos principais desafios e objetivos de ortopedistas, fisioterapeutas e educadores físicos em conjunto com os próprios atletas.

    Não é de hoje que reportagens e matérias tentam descobrir os segredos para evitar lesões. Nesse conteúdo, vamos entender todos os detalhes sobre a avaliação isocinética e a avaliação biomecânica, instrumentos que estão se transformando em aliados essenciais para quem possui esse objetivo.  

    O que você encontra nesse conteúdo:

    • O que é avaliação isocinética. 
    • Importância da avaliação isocinética.
    • Como a avaliação isocinética é realizada.  
    • O que é avaliação biomecânica. 
    • Como acontece a avaliação .  
    • Importância da avaliação biomecânica. 
    • Quem deve fazer esses exame isocinetica. 

    O que é avaliação isocinética?

    Quando falamos em avaliação isocinética, estamos falando de um exame computadorizado que oferece uma análise muscular detalhada. 

    Esses detalhes envolvem informações sobre possíveis desequilíbrios, desgaste e lesões musculares e são percebidos por meio da quantificação da força, potência e resistência dos músculos. 

    Como essa avaliação é realizada?

    A avaliação isocinética é realizada por meio de um aparelho chamado Dinamômetro Isocinético Computadorizado. 

    Esse equipamento é responsável por registrar a ação e o esforço realizado em um determinado movimento, entendendo o trabalho dos músculos e o movimento articular. A partir desse registro, são gerados dados números e gráficos sobre déficits e desequilíbrios.  

    Na prática, as articulações de joelho, quadril, tornozelos, punho, cotovelo e ombro são as que mais se beneficiam desse exame. Essas articulações os músculos dessas áreas são expostos a sobrecarga de forma dinâmica até a capacidade máxima, gerando dados sobre a resistência do corpo durante a ação. 

    Qual a importância para corredores e atletas?

    A avaliação isocinética é importante para corredores e atletas por ser a forma mais eficiente de examinar detalhadamente a função e o desempenho dos músculos de uma maneira segura e confiável. 

    Além de ser utilizado como uma fonte muito confiável para quem vai realizar um procedimento cirúrgico ou mesmo em um momento de recuperação, teste isocinético também é importante para evitar lesões e para o fortalecimento muscular. 

    Para corredores e atletas, esse exame isocinetica entra na lista dos procedimentos necessários para ter uma rotina de combate de lesões. Sabemos que esses problemas acometem boa parte de atletas, profissionais, amadores e iniciantes, por isso, exames como esses são fundamentais. 

    Ortopedistas, fisioterapeutas e educadores físicos se beneficiam desses resultados. A partir desses dados é possível prescrever exercícios mais específicos para a demanda muscular de cada pessoa, fortalecendo e evitando lesões. 

    Indicações

    Abaixo, listamos as principais indicações para realização da avaliação isocinética. Confira:

    • Avaliação antes e depois de um procedimento cirúrgico. 
    • Avaliação para planejamento e preparação de uma série de exercícios físicos, sobretudo quando há um foco em trabalho muscular específico.  
    • Avaliação do equilíbrio muscular entre os membros;
    • Avaliação do equilíbrio muscular entre agonistas e antagonistas;
    • Quando é necessário melhorar o desempenho mcular. 
    • Para prevenção de lesões, sobretudo em pessoas que possuem um histórico de lesões musculares.

    O que é avaliação biomecânica?

    Da mesma forma da avaliação isocinética, a avaliação biomecânica é realizada a partir de uma tecnologia que permite a análise das respostas corporais a alguns movimentos, sobretudo aqueles frequentes em uma rotina de treinos ou prática esportiva. 

    Ao realizar uma avaliação biomecânica, algumas metodologias podem ser utilizadas para análise. Abaixo, vamos explicar as 4 principais:

    1. Eletromiografia: trata-se da análise a partir de um estímulo externo ao corpo. Normalmente são utilizados alguns tipos de contatos elétricos para entender a resposta da contração muscular nesse momento. 
    2. Cinematria: como o próprio nome indica, essa análise leva como base imagens e filmagens realizadas durante a execução de um determinado movimento. Velocidade de reação do músculo, posicionamento de membros, postura correta e força são alguns elementos que podem ser analisados a partir desse exame. 
    3. Antropometria: essa metodologia de análise é focada em entender a anatomia do movimento. Dessa forma, questões como a distribuição do peso durante a ação, as formas musculares e das articulações e mesmo as dimensões são focos de análise.
    4. Dinamometria: por fim, a última metodologia de análise está focada em questões envolvendo o dinamismo do movimento. Isso quer dizer que olhando para parâmetros de força e alcance é possível obter alguns resultados. 

    Indicações da avaliação biomecânica

    De uma forma geral, podemos apontar 3 principais indicações para a realização da avaliação biomecânica:

    1. Quando há o desejo de entender se há algum déficit musculoesquelético relevante, fator que pode ser importante para evitar lesões futuras. 
    2. Quando é necessário entender sobre a natureza de uma determinada dor que normalmente aparece durante um movimento ou prática de atividade física. 
    3. Para processos de recuperação, reabilitação e volta aos treinos. Nesse caso, o resultado da avaliação é fundamental para identificar o melhor momento para voltar à prática de atividade física de forma realmente segura.

    Qual a importância da avaliação isocinética e biomecânica para corredores e atletas?

    Em atletas, e os corredores estão nesse grupo, as lesões esportivas normalmente são classificadas em dois tipos.

    As lesões crônicas são aquelas que ocorrem devido aos movimentos intensos e repetitivos. Na maioria das vezes, as dores são sentidas em momentos específicos e não acompanham o atleta o tempo todo. No entanto, podem desenvolver e impedir a prática. 

    Por outro lado, existem lesões agudas. Essas são causadas por episódios isolados, que podem ser quedas, impactos, torções, entre outros. 

    Ao realizar a avaliação isocinética e a avaliação biomecânica o esportista passa a contar com dados precisos sobre os movimentos executados durante essa atividade. Dessa forma, os dados ajudam tanto na rotina necessária para evitar lesões agudas, quanto na recuperação e no fortalecimento para evitar lesões crônicas durante essa prática. 

    Portanto, essas avaliações são formas pouco invasivas e eficientes para que corredores e atletas, sejam amadores, profissionais ou iniciantes tenham uma rotina sem a presença de lesões ou mesmo mais saudável e próspera.

    Quem pode realizar a avaliação isocinética e avaliação biomecânica?

    Ao contrário do que muita gente pensa, tanto a avaliação isocinética quanto a avaliação biomecânica podem realizar esses exames, inclusive são processos indicados para esportistas de todos os níveis. 

    Como falamos, por meio dessas avaliações é possível estabelecer ações para evitar lesões e ainda ter mais qualidade de vida na prática de atividade físicas, mesmo em exercícios para iniciantes. 

    Portanto, mesmo para atletas amadores, esses exames são sempre indicados. Entender com detalhes como o músculo responde aos movimentos, é algo essencial para definir os níveis de esforços e também para evitar lesões. 

    Avaliação isocinética onde fazer?

    avaliação isocinética onde fazer

    Sabemos que as lesões são as principais responsáveis por fazer com que atletas se afastem de treinos. Por meio da avaliação isocinética e avaliação biomecânica é possível ter uma visão completa sobre a capacidade de execução desses movimentos. 

    Aqui na Vicci, você encontra tudo que precisa para ter um tratamento adequado ou mesmo para evitar lesões. Além da avaliação isocinética e avaliação biomecânica você vai ver que existem outras formas de alcançar esse objetivo.

    Entre em contato agora mesmo e agende seu horário.

  • Avaliação médica: importância antes de começar a treinar

    Avaliação médica: importância antes de começar a treinar

    Começar uma atividade física é um projeto de muitas pessoas. Porém, antes de começar uma ficha na academia ou mesmo de começar em algum exercício por conta própria, é necessário certificar que seu corpo está preparado, nesse momento entra em cena a avaliação médica. 

    Em muitas academias, a avaliação médica é um requisito necessário para concluir o cadastro. No entanto, é comum encontrarmos casos de realização inadequada ou mesmo de desconsideração dessa etapa fundamental. 

    Por isso, ao longo desse conteúdo vamos explicar todos os detalhes sobre a avaliação médica, assim, você entenderá o quão importante é para seus objetivos e para manter uma rotina de treinos sem abrir mão da saúde. 

    O que você encontra nesse conteúdo sobre avaliação médica:

    • O que é uma avaliação médica. 
    •  Como funciona essa avaliação. 
    • Exames que podem ser solicitados. 
    • Qual a periodicidade da avaliação médica.
    • Importância da avaliação médica.
    • Qual médico procurar. 

    O que é uma avaliação médica?

    A avaliação médica é o nome dado a uma bateria de exames que deve ser realizada para assegurar que uma pessoa está apta para praticar algumas atividades, sobretudo quando falamos de atividades físicas. 

    A avaliação médica também é chamada de avaliação pré-participação esportiva, ou APP e consiste em um exame para detectar a existência de doenças cardiovasculares e outras complicações que impossibilitam a prática esportiva. 

    De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) e a Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBMEE), a realização dessa avaliação é indicada tanto para atletas que estão iniciando no esporte por lazer, quanto para atletas amadores ou profissionais. 

    Essa avaliação tem o objetivo principal de evitar a morte súbita e problemas como ataques cardíacos durante a prática esportiva. A seguir, vamos entender como funciona essa avaliação, no entanto, podemos adiantar que por meio desses exames é possível identificar alterações estruturais, elétricas e funcionais do coração. 

    Como funciona uma avaliação médica?

    A avaliação médica é realizada de formas diferentes. No entanto, existem alguns padrões e passos necessários para que o resultado seja realmente eficiente. 

    O primeiro passo dessa avaliação é a consulta médica, nesse momento, todo o histórico do paciente é levantado e apresentado ao médico responsável, assim, ele é capaz de entender o histórico familiar de doenças cardíacas e outras doenças hereditárias que podem impedir a prática de exercícios físicos, sobretudo aqueles mais intensos. 

    O histórico também deve considerar sintomas que o paciente já teve ao longo da sua vida. Dores frequentes, problemas nas articulações, cirurgias, diagnósticos, todas essas informações são fundamentais nesse primeiro passo. 

    O segundo passo é composto pelo exame físico do paciente. Nesse momento, a pressão é aferida e o processo de ausculta do coração e do pulmão é realizado. Esse exame é importante para que o médico consiga entender como está o funcionamento desses órgãos.

    Por fim, ainda podem ser indicados outros exames complementares, a seguir, vamos apresentar os 4 que normalmente são solicitados: 

    Exames solicitados durante uma avaliação médica

    1. Glicemia: esse exame serve para analisar a quantidade de glicose presente no sangue de uma pessoa. Níveis altos podem representar um quadro de hiperglicemia, por outro lado, uma quantidade baixa pode representar hipoglicemia. Esse entendimento é fundamental para ajudar a entender se o objetivo buscado no treino é adequado ao paciente. 
    2. Colesterol e triglicérides: ainda olhando para o sangue, o exame de colesterol serve para que o médico consiga saber qual o índice de gordura no sangue. Níveis demasiadamente elevados podem indicar maior probabilidade de ocorrência de hipertensão ou mesmo insuficiência cardíaca. 
    3. Eletrocardiograma (ECG) ou ecocardiograma: esses exames servem para complementar e fornecer mais dados do que o exame de ausculta realizado no consultório. O eletrocardiograma é responsável por medir o ritmo dos batimentos cardíacos para identificar sopro, arritmia, entre outros quadros cardíacos. Já o ecocardiograma oferece uma visão sobre a presença de anormalidades como tumores e cistos e ainda fornece uma visão sobre a musculatura do coração.
    4. Exame ergométrico: esse exame utiliza eletrodos para identificar o comportamento do coração durante uma atividade física. Assim, um possível desequilíbrio na oxigenação é identificado, servindo como alerta para a prática de atividades de alta intensidade. 

    Quando realizar essa avaliação?

    Como falamos ao longo desse conteúdo, antes de começar a treinar ou mesmo praticar alguma atividade física, essa avaliação é essencial. Esse processo é fundamental para evitar a exposição a riscos durante a realização de alguma atividade, mesmo que seja um exercício para iniciantes.

    No entanto, não é somente no começo de uma prática que a avaliação médica deve ser realizada. A recomendação é que o exame seja repetido de forma anual, afinal, novos quadros podem se desenvolver e gerar complicações. 

    Ademais, essa avaliação deve ser realizada sempre que algum sintoma aparecer durante a prática esportiva. Para você ter uma ideia, tonturas, dores no peito e dificuldade de respirar são os mais preocupantes e relacionados com doenças cardíacas, logo, fazer essa avaliação é uma forma de cuidar do coração.

    Por que a avaliação médica é importante antes de começar a treinar?

    Como falamos, a avaliação médica é o exame que fornece condições para a prática esportiva. No dia a dia, essa avaliação é importante para 3 fatores para quem está pensando em começar a treinar:

    1. Segurança sobre a saúde: por meio da avaliação médica você garante que sua estrutura cardiovascular não sofrerá complicações durante os treinos. Além disso, é fundamental entender os limites de cada pessoa. 
    2. Montagem dos treinos: a avaliação médica deve ser um dos documentos avaliados por educadores físicos na hora de montar os treinos. Os limites devem ser respeitados, assim como características presentes na rotina e no corpo de cada pessoa. Dessa forma, evita-se que um treino muito intenso seja aplicado a um indivíduo que não possui condições, inclusive, é essencial para a escolha do tipo de atividade e do tipo de esporte. 
    3. Impedir a prática de alguma atividade: embora não seja esse o objetivo, é preciso dizer que, em alguns casos, a avaliação médica serve para impedir a prática de algum exercício específico. Caso seja diagnosticada alguma doença cardíaca, por exemplo, é necessário um tratamento antes de iniciar uma sequência de treinos. 

    Qual médico procurar para essa avaliação?

    Essa é uma das principais questões sobre a avaliação médica. O erro de muitas pessoas é a realização desse exame sem a devida importância que merece. Inclusive, há relatos de falsas avaliações, sem a profundidade necessária para realmente averiguar todos os critérios para liberar a prática de uma atividade física. 

    Por isso, você precisa entender que a avaliação médica é importante para sua saúde. Mesmo com todos os seus objetivos, sua saúde deve estar em primeiro plano e deve ser sempre lembrada. 

    Buscar médicos especializados em medicina esportiva é sempre uma boa escolha. Dessa forma, entendendo seus objetivos, treinos e rotinas, será possível realizar os exames necessários para entender exatamente seu quadro antes que você comece os treinos. 

    Aqui na Vicci, você encontra toda estrutura necessária para realizar a avaliação médica e contar com todo apoio médico para não ter problemas durante seus treinos. Além disso, ainda pode realizar esses exames em conjunto com outros profissionais como educadores físicos e fisioterapeutas. 

    Por isso, entre em contato agora mesmo e entenda como agendar sua avaliação médica ou como marcar sua consulta com um médico especializado. 

  • Começo a correr e meu joelho dói, me ajudar Doutor!

    Começo a correr e meu joelho dói, me ajudar Doutor!

    Te ajudo! Fique tranquilo. O joelho é realmente um local de dor muito comum nos corredores. O mais importante é saber o motivo da dor e começar a tratar e prevenir o mais breve possível.

    As dores mais comuns nos joelhos durante a corrida se situam na parte da frente (anterior) e na parte de fora (lateral). A causa de dor anterior mais comum se chama síndrome da dor femoropatelar e a causa mais comum de dor lateral por sua vez é a síndrome da banda iliotibial.

    A síndrome da dor femoropatelar caracteriza-se por dor no joelho que se agrava ao levantar-se, subir e principalmente descer escadas e com o aumento da pressão da patela sobre o fêmur. Ela pode estar associada a alterações na cartilagem da patela, conhecida como condromalacia patelar. A grande causa dessa dor o desequilíbrio de forças no contato femoropatelar, exercido principalmente pelo músculo quadríceps femoral (anterior da coxa). Obviamente que, nesse sentido, o fortalecimento dessa musculatura é um pilar no tratamento e prevenção dessa síndrome.

    A síndrome da banda iliotibial, por sua vez, se relaciona a dor na inserção dessa banda no joelho, que acontece no tubérculo de Gerdy, na face externa do joelho. Ela é típica dos corredores e pode até passar a impedir a prática da atividade. Ela se associa a fraqueza e rigidez da musculatura abdutora e rotadora externa do quadril. Novamente, o fortalecimento muscular, nesse caso com ênfase em glúteo médio, é também um dos pilares no tratamento dessa síndrome.

    Veja que, portanto, o fortalecimento muscular está associado não só ao tratamento mas a prevenção de dois tipos de dores muito comuns em corredores. O mesmo deve fazer parte da rotina daqueles que querem ser longevos no esporte e evitar lesões.

    Cuidem-se corredores!!

    Entre em contato

  • Como voltar a treinar depois de uma lesão no joelho?

    Como voltar a treinar depois de uma lesão no joelho?

    Para quem possui uma rotina de treinos, ficar sem treinar por conta de uma lesão é sempre complicado. Além do prazer em realizar essas atividades, existem questões envolvendo a perda de todo o desenvolvimento, perda do condicionamento físico ou mesmo a ausência de competições. No entanto, quando falamos sobre lesões, não há outro caminho: é preciso seguir o tratamento para garantir um retorno saudável e sem complicações. No caso de uma lesão no joelho, isso é ainda mais evidente, visto que interfere em toda a mobilidade da perna. 

    Ao longo desse conteúdo, vamos passar algumas informações sobre como deve ser o retorno aos treinos após uma lesão no joelho. Confira o que você encontra nesse artigo:

    – Por que as lesões de joelho são constantes. 

    – Como são realizados os tratamentos para lesões no joelho. 

    – Paciência é primordial para voltar a treinar após essas lesões. 

    – Qual o momento certo de voltar aos treinos. 

    – Como deve ser realizada essa volta aos treinamentos. 

    – Dicas básicas e essenciais para evitar dores e lesões nos joelhos. 

    Lesões de joelho são constantes

    As lesões de joelho fazem parte do grupo daqueles problemas mais comuns enfrentados por atletas, sejam amadores ou profissionais. Principalmente quando olhamos para atividade de impacto, como futebol, tênis e vôlei, infelizmente esse é um cenário comum entre os praticantes.  

    O joelho é a maior articulação do corpo humano. Músculos, tendões e ossos importantes se encontram nessa articulação, possibilitando que a mobilidade das pernas, fato fundamental em praticamente todos os esportes. 

    Dessa forma, é comum presenciarmos casos de lesões no joelho. Atleta de todos os níveis sofrem com isso, gerando o mesmo questionamento: quando e como voltar a treinar após uma lesão no joelho. 

    Tratamentos para lesões no joelho

    As lesões no joelho podem acontecer por vários motivos. Traumas diretos (que geram contusões) e entorses (causadas por movimentações bruscas e impactos) e ainda quadros crônicos causados por sobrecarga ou mesmo desgaste natural 

    Para cada lesão existe um tipo de tratamento específico, que varia de acordo com a gravidade e a necessidade de cada diagnóstico. Dessa forma, o tempo para volta aos treinos e os cuidados necessários também são diferentes. 

    Tradicionalmente, lesões no joelho podem ser tratadas a partir de duas formas: 

    Método conservador: nesse caso, estamos falando de tratamentos não-invasivos, aqueles em que não é necessário intervenção cirúrgica. O tratamento pode acontecer via repouso, aplicação de gelo no local da dor, medicações analgésicas e antiinflamatórias, e ainda por meio de sessões de fisioterapia. 

    Além disso, atualmente ainda existem outros tipos de tratamentos não-invasivos eficientes. Um bom exemplo para citarmos são as ondas de choque, muito utilizadas para tratamento de dores musculoesqueléticas crônicas. 

    Método cirúrgico: essa é a solução para casos mais graves ou mesmo aqueles em que não houve uma outra solução. Trata-se da intervenção cirúrgica, podendo ser no ligamento, tíbia, patela ou em qualquer parte do joelho. 

    Normalmente, o tempo de recuperação para tratamentos cirúrgicos é maior, afinal, há um processo pós-operatório necessário para a liberação completa do paciente. 

    Sabendo desses detalhes sobre os tratamentos de lesões no joelho, a seguir, vamos apresentar alguns detalhes que ajudam a entender qual o melhor momento de voltar após essa lesão. 

    Antes de tudo, é preciso paciência para voltar a treinar

    Como falamos, lesões no joelho são constantes e demandam um cuidado intenso para que a volta aos treinos aconteça de forma saudável. 

    Na prática, estamos falando que queimar etapas e antecipar a volta aos treinamentos é muito arriscada, podendo levar inclusive ao agravamento da lesão e um tempo maior de tratamento. 

    Se o objetivo é voltar a treinar de forma mais rápida, a única forma de acelerar o processo é ajudar o tratamento. Quanto mais rápido for o diagnóstico, mais rápido será a indicação do tratamento e mais cedo começarão os exercícios para recuperação. Assim, melhor será o resultado obtido no tratamento e mais precoce será o retorno aos treinos, sem que você abra mão das melhores condições para isso. 

    Quando voltar a treinar após uma lesão no joelho?

    Essa é uma resposta que apenas o ortopedista pode responder. Isso depende de cada caso e, inclusive, pode apresentar períodos diferentes para pacientes com a mesma lesão, afinal, depende também da recuperação de cada pessoa.  

    Há uma máxima que circula entre atletas que diz que é possível voltar quando não existe mais dor. Porém, é preciso ter cuidado, afinal, a lesão ainda não pode estar totalmente tratada, correndo o risco de agravar a situação. 

    Boa parte das lesões do joelho, sobretudo as complexas, demandam um tempo maior de recuperação. Normalmente, esse período gira em torno de 6 meses, principalmente casos relacionados ao rompimento de ligamentos. 

    Quando esse prazo ultrapassar esse período, é um sinal de uma lesão mais grave. 

    Como voltar a treinar após uma lesão no joelho?

     Outro ponto interessante é a forma de voltar aos treinos. Fortalecimento muscular é algo essencial, além disso, deve-se evitar atividades de grandes impactos, ou mesmo possibilitar que a volta a essas atividades aconteça após um tempo de adaptação. 

    Se você reparar, atletas de alto nível que ficam no departamento médico para tratar uma lesão de joelho voltam primeiro para atividades de preparação. Depois dessa fase de recuperação, começa uma volta gradual aos exercícios padrões. 

    Isso acontece muito com jogadores de futebol. O esporte é um dos mais propensos ao acontecimento de situações que causam lesões no joelho e a volta de atletas é sempre acompanhada e realizada com calma. 

    Dicas para evitar lesão no joelho

    Além de tudo que falamos aqui, vale a pena deixarmos algumas dicas para evitar dores e lesões no joelho. 

    1. Fortalecimento muscular: fortalecer os músculos da perna é algo essencial para praticantes de atividades físicas que possuem algum tipo de dor no joelho. Dessa forma, garante-se mais condições para evitar lesões, principalmente as mais graves. 
    2. Aquecimentos e alongamentos: realizar um trabalho adequado de aquecimento antes de cada treino também é importante. Essa prática ajuda a preparar o corpo para a carga de exercícios que virá a seguir. 
    3. Treinar de forma correta: muitas pessoas se machucam por falta de entendimentos sobre a prática correta do exercício. Isso pode estar vinculado ao exagero em peso e intensidade do treino e também a erros envolvendo vícios e postura durante essa prática. 
    4. Use equipamentos adequados: nesse caso específico estamos falando sobre a utilização de um tênis adequado para cada pisada e compatível com a atividade que você realiza. Esse material proporciona maior conforto para seus passos, evitando impactos que causam lesões. 
    5. Conte com profissionais capacitados: para quem vem de lesão, a ajuda profissional é fundamental, afinal, é preciso acompanhar a recuperação do joelho. No entanto, esse auxílio também é importante para evitar lesões. 

    Médicos, fisioterapeutas e educadores físicos devem ser lembrados e consultados para que todas as condições necessárias para um bom treinamento sejam preenchidas. Assim, seu corpo estará mais propício a executar ações sem colocar em risco seu joelho. 

    Aqui na Clínica Vicci, você encontra a ajuda que precisa. Temos tratamentos, como ondas de choque, e todo auxílio necessário para você se recuperar e criar uma rotina mais saudável, ajudando seu corpo a evitar lesões no joelho.

    Entre em contato agora mesmo e marque seu horário. 

  • 10 formas de como melhorar a performance dos treinos

    10 formas de como melhorar a performance dos treinos

    Você está sentindo que a sua performance nos treinos não é mais a mesma? Está com a sensação de que é preciso algo para buscar melhores resultados e seus treinos? Se a resposta for sim, leia esse conteúdo até o final e veja como melhorar sua performance no treino. 

    O que é performance no treino?

    A performance no treino refere-se à capacidade de um indivíduo em realizar exercícios físicos com eficiência e alcançar seus objetivos. Isso inclui a melhoria da força, resistência, velocidade, flexibilidade e habilidades específicas relacionadas ao treino em questão. A performance é medida pelo progresso alcançado em termos de desempenho físico, seja em termos de tempo, carga, repetições, velocidade ou outras métricas específicas.

    Treino de performance: O que é treinamento de alta performance?

    O treino de alta performance não é apenas direcionado para atletas, refere-se a um programa de treinamento físico, mental ou técnico que busca maximizar o desempenho em uma área específica. Apesar desse tipo de treinamento ser comumente associado a atletas de elite, ele também pode ser aplicado a profissionais em diversas áreas que buscam alcançar o mais alto nível de excelência em suas atividades.

    Treino alta performance: conheça a seguir alguns aspectos-chave do treinamento de alta performance

    1. Foco na Excelência: O objetivo principal do treinamento de alta performance é atingir níveis excepcionais de desempenho em uma determinada área. Isso pode incluir esportes, negócios, arte, música, entre outros.
    2. Planejamento Estratégico: O treinamento de alta performance envolve um planejamento estratégico detalhado. Isso inclui a definição de metas claras, a criação de planos de treino específicos e a implementação de estratégias para superar desafios.
    3. Treino Integrado: Os programas de treinamento de alta performance frequentemente incorporam uma abordagem integrada, cobrindo aspectos físicos, mentais, técnicos e táticos. A otimização de cada um desses componentes é crucial para alcançar o máximo desempenho.
    4. Monitoramento Constante: A avaliação e monitoramento contínuos são essenciais no treinamento de alta performance. Isso pode envolver análise de dados, feedback regular e ajustes no programa de treino conforme necessário.
    5. Nutrição e Recuperação: A atenção à nutrição e à recuperação é fundamental para garantir que o corpo esteja bem alimentado e adequadamente descansado para suportar as demandas do treinamento intenso.
    6. Mentalidade de Crescimento: Desenvolver uma mentalidade de crescimento é crucial no treinamento de alta performance. Isso envolve a crença de que habilidades e capacidades podem ser desenvolvidas por meio de esforço, aprendizado e persistência.
    7. Acesso a Recursos Especializados: Atletas e profissionais que buscam alta performance muitas vezes têm acesso a especialistas, como treinadores, nutricionistas, fisioterapeutas e psicólogos do esporte, para otimizar todos os aspectos de seu desempenho.
    8. Adaptação Contínua: A capacidade de adaptar o programa de treinamento com base no feedback, nas condições e nas circunstâncias em evolução é uma característica fundamental do treinamento de alta performance.

    É importante notar que o treinamento de alta performance pode ser aplicado em várias áreas da vida, não apenas em esportes. Empresários, artistas, músicos e profissionais em diversas disciplinas podem buscar esse tipo de treinamento para alcançar o máximo de seu potencial em suas respectivas áreas de atuação.

    O que são exercícios de alta performance?

    Os exercícios de alta performance são atividades físicas que exigem um alto nível de intensidade, esforço e habilidade para serem executados corretamente. Eles são projetados para desafiar e melhorar os limites físicos e mentais do indivíduo, visando aprimorar a força, a resistência, a velocidade e outras habilidades específicas. Exemplos de exercícios de alta performance incluem levantamento de peso olímpico, saltos pliométricos, treinos intervalados de alta intensidade (HIIT), entre outros.

    Quais são os exercícios de alta performance?

    Exercícios de alta performance geralmente são aqueles que demandam intensidade, envolvem vários grupos musculares e têm o potencial de proporcionar benefícios significativos em termos de força, resistência e condicionamento físico. A seleção de exercícios pode variar dependendo dos objetivos individuais, mas aqui estão alguns exemplos de exercícios de alta performance e instruções básicas sobre como realizá-los corretamente:

    1. Levantamento Terra (Deadlift):
      • Posicionamento inicial: Fique em pé com os pés na largura dos ombros, barra na frente dos pés.
      • Agachamento para segurar a barra, mantendo a coluna reta.
      • Levante a barra estendendo os quadris e os joelhos simultaneamente.
      • Mantenha a barra próxima ao corpo durante todo o movimento.
    2. Agachamento (Squat):
      • Posicionamento inicial: Pés na largura dos ombros, barra nos ombros.
      • Agache mantendo os joelhos alinhados com os pés, mantendo as costas retas.
      • Desça até que os quadris fiquem abaixo dos joelhos e retorne à posição inicial.
    3. Supino (Bench Press):
      • Posicionamento inicial: Deite-se em um banco, segurando a barra acima do peito.
      • Descida controlada da barra até o peito.
      • Impulsione a barra de volta à posição inicial.
    4. Tração (Pull-up ou Barra Fixa):
      • Agarre uma barra com as mãos na largura dos ombros.
      • Levante-se até que o queixo fique acima da barra, mantendo o corpo estável.
      • Desça controladamente até estender os braços.
    5. Arranque (Snatch):
      • Posicionamento inicial: Agache com as mãos na barra, pegada larga.
      • Levante a barra rapidamente até acima da cabeça em um movimento fluido.
      • Flexione os quadris e os joelhos para receber a barra.
    6. Clean and Jerk (Arranco e Arremesso):
      • Posicionamento inicial: Agache com as mãos na barra, pegada larga.
      • Levante a barra rapidamente até os ombros (clean) e, em seguida, impulsione-a acima da cabeça (jerk).
    7. Burpees:
      • Comece em pé, faça uma flexão, pule os pés em direção às mãos.
      • Levante os braços e salte no ar.
      • Toque o chão e repita o processo.
    8. Corrida em Sprints: Corra em alta intensidade por uma distância curta ou um tempo determinado, alternando com períodos de descanso ou corrida mais leve.
    9. Treino em Circuito: Combine vários exercícios em um circuito, realizando cada um por um curto período de tempo, sem pausa entre eles.

    Lembre-se de que, ao realizar exercícios de alta performance, é essencial priorizar a técnica correta e, se necessário, buscar a orientação de um profissional de educação física ou treinador pessoal para garantir que os movimentos sejam executados de maneira segura e eficaz. Além disso, adapte a intensidade do treino de acordo com seu nível de condicionamento físico e objetivos pessoais.

    É realmente possível melhorar a performance no treino?

    Muitas pessoas têm a ideia equivocada de que há um limite para a performance no treino. Na prática, o que acontece é justamente o contrário, é possível realizar exercícios distintos para estimular músculos diversos. Isso resulta na eterna possibilidade de melhorar a performance.  

    Quais são os treinos de alta intensidade?

    Os treinos de alta intensidade são caracterizados por períodos de esforço máximo, alternados com períodos de recuperação ativa ou descanso. Esses treinos são projetados para elevar rapidamente a frequência cardíaca, aumentar a queima de calorias e promover o condicionamento físico geral.

    Exemplos de treinos de alta intensidade incluem o treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT), treinamento em circuito, treinamento Tabata, CrossFit, entre outros.

    Como saber se o treino está sendo eficiente?

    Para determinar se o treino está sendo eficiente, é importante considerar diferentes indicadores de progresso. Alguns pontos de avaliação podem incluir:

    • Progresso nas cargas: Se você está levantando pesos, observe se está progredindo em termos de carga, número de repetições ou séries. Isso indica que seus músculos estão se adaptando e ficando mais fortes.
    • Melhoria na resistência: Observe se você consegue realizar mais repetições ou manter um esforço por um período de tempo mais longo sem se cansar rapidamente. Isso indica um aumento na resistência física.
    • Melhoria na forma e técnica: Preste atenção à sua postura, alinhamento e execução correta dos exercícios. Uma técnica adequada é essencial para evitar lesões e maximizar os resultados.
    • Mudanças na composição corporal: Observe se há mudanças na proporção de massa muscular e gordura corporal ao longo do tempo. Isso pode ser avaliado através de medidas como circunferências corporais, dobras cutâneas ou por meio de análises mais precisas, como a bioimpedância.

    Melhoria nas medidas de condicionamento cardiovascular: Observe se sua capacidade aeróbica está melhorando. Isso pode ser avaliado através do aumento na capacidade de realizar exercícios cardiovasculares com maior intensidade ou por um período de tempo prolongado, além de uma recuperação mais rápida após o exercício.

    Por que o corpo treme depois do treino?

    O tremor muscular após o treino, conhecido como tremor pós-exercício, é uma resposta neuromuscular comum, especialmente em exercícios de alta intensidade ou quando os músculos são desafiados além do que estão acostumados. O tremor ocorre devido à fadiga muscular, esgotamento de energia e ao acúmulo de ácido lático nos músculos. Essa resposta é temporária e geralmente desaparece após um período de descanso e recuperação adequados.

    Quantas horas de treino por dia?

    A quantidade ideal de horas de treino por dia varia de acordo com os objetivos individuais, nível de condicionamento físico, disponibilidade de tempo e capacidade de recuperação. Para a maioria das pessoas, sessões de treino de 45 a 60 minutos, de três a cinco vezes por semana, são suficientes para obter benefícios significativos.

    No entanto, é importante lembrar que a qualidade do treino é mais importante do que a quantidade de tempo dedicado a ele. É essencial garantir uma abordagem equilibrada, que inclua também períodos de descanso e recuperação.

    Quantos dias na semana é ideal para malhar?

    O número ideal de dias na semana para malhar também depende de vários fatores individuais, como condicionamento físico atual, objetivos, disponibilidade de tempo e capacidade de recuperação. A recomendação geral é realizar exercícios de intensidade moderada a alta pelo menos três a cinco dias por semana.

    No entanto, é importante ouvir o seu corpo e respeitar os sinais de fadiga e sobrecarga. Incluir dias de descanso e recuperação adequados também é fundamental para evitar lesões e otimizar os resultados do treino.

    Consultar um profissional de educação física ou um personal trainer pode ajudar a criar um programa de treinamento individualizado que atenda às suas necessidades e objetivos específicos.

    Como intensificar o treino?

    Intensificar o treino de maneira segura é crucial para evitar lesões e garantir um progresso sustentável ao longo do tempo. Aqui estão algumas dicas para intensificar seu treino com segurança:

    1. Progressão Gradual: Aumente a intensidade do treino de forma gradual. Não tente aumentar drasticamente o peso ou a duração do treino de uma vez. A progressão gradual permite que seu corpo se adapte às demandas crescentes.
    2. Variação nos Exercícios: Introduza variações nos exercícios para desafiar diferentes grupos musculares e evitar a adaptação excessiva a uma rotina específica.
    3. Ajuste do Volume e Frequência: Ajuste o volume (quantidade total de exercícios e séries) e a frequência (número de vezes por semana) do treino conforme necessário. Aumentar a frequência ou o volume de treino deve ser feito de forma controlada.
    4. Técnica Adequada: Mantenha uma boa técnica durante os exercícios. Focar na forma correta reduz o risco de lesões e maximiza a eficácia do treino.
    5. Aquecimento Adequado: Realize um aquecimento adequado antes do treino para preparar os músculos e as articulações. Isso ajuda a reduzir o risco de lesões.
    6. Treino Funcional: Integre exercícios funcionais que imitam movimentos do dia a dia. Isso não apenas melhora a funcionalidade, mas também pode ajudar a evitar desequilíbrios musculares.
    7. Descanso e Recuperação: Dê tempo adequado para recuperação entre os treinos. O descanso é essencial para evitar o overtraining e permitir a reparação dos tecidos musculares.
    8. Nutrição Adequada: Mantenha uma dieta equilibrada e nutricionalmente adequada para apoiar o aumento da intensidade do treino. Consumir nutrientes adequados é essencial para o desempenho e recuperação.
    9. Incorpore Treinos Intervalados de Alta Intensidade (HIIT): O HIIT é uma maneira eficaz de intensificar o treino em um curto período. Ele envolve períodos curtos de exercícios intensos intercalados com períodos de recuperação.
    10. Monitoramento da Fadiga: Esteja atento aos sinais de fadiga excessiva, dor persistente ou qualquer desconforto incomum. Se necessário, ajuste seu treino ou inclua períodos de deload (redução da carga) para permitir uma recuperação adequada.
    11. Treinamento de Força Progressivo: Ao incorporar treinamento de força, aumente gradualmente a carga para continuar desafiando os músculos. O aumento constante na resistência promove ganhos consistentes.
    12. Consulte um Profissional: Considere a orientação de um profissional de saúde, como um treinador pessoal, fisioterapeuta ou nutricionista, para garantir que seu programa de treino seja personalizado e seguro.

    Lembre-se de que a segurança é fundamental, e a individualidade deve ser considerada ao ajustar a intensidade do treino. Se você tiver condições de saúde específicas ou estiver começando um novo programa de treino, é aconselhável consultar um profissional de saúde para orientação personalizada.

    Qual é a recomendação para ter uma boa performance nos treinos?

    Para ter uma boa performance nos treinos, é importante seguir algumas recomendações básicas:

    • Planejamento: é importante ter um plano de treino que seja adequado aos seus objetivos e condições físicas. O plano deve incluir exercícios que trabalhem todos os grupos musculares, bem como exercícios cardiovasculares.
    • Frequência: é importante treinar com frequência, mas sem exagerar. A frequência ideal varia de acordo com o objetivo do treino, mas, em geral, é recomendado treinar pelo menos três vezes por semana.
    • Intensidade: é importante treinar com intensidade, mas sem ultrapassar seus limites. A intensidade ideal varia de acordo com o objetivo do treino, mas, em geral, é recomendado treinar com uma intensidade moderada.
    • Descanso: é importante descansar o corpo entre os treinos. O descanso é essencial para a recuperação muscular e para evitar lesões.

    Além dessas recomendações básicas, existem outras coisas que você pode fazer para melhorar sua performance nos treinos:

    • Alimentação: uma alimentação saudável fornece os nutrientes necessários para o bom funcionamento do corpo e para a recuperação muscular. É importante consumir alimentos ricos em proteínas, carboidratos complexos e gorduras saudáveis.
    • Hidratação: a hidratação é essencial para o bom funcionamento do corpo e para a performance nos treinos. É importante beber bastante água antes, durante e depois dos treinos.
    • Sono: o sono é essencial para a recuperação muscular e para o bom funcionamento do corpo. É importante dormir pelo menos 7 horas por noite.

    Aqui estão algumas dicas específicas para melhorar a performance em exercícios específicos:

    • Para exercícios de força: use uma carga que você possa levantar com a forma correta. Se você não conseguir levantar a carga com a forma correta, reduza a carga.
    • Para exercícios cardiovasculares: aumente gradualmente a intensidade e a duração dos treinos.
    • Para exercícios de flexibilidade: alongue-se antes e depois dos treinos.

    É importante consultar um profissional da medicina esportiva antes de iniciar qualquer programa de exercícios

    10 dicas de como melhorar a performance no treino

    Antes de apresentarmos as 10 dicas para melhorar a performance dos treinos, você precisa saber que esse é um desafio possível. A evolução é algo que acontece de forma natural, porém, algumas ações, mesmo que simples, contribuem com esse objetivo. 

    Vale a pena destacar que o desempenho em treinos depende de uma série de fatores. Entre eles, as características pessoais devem ser consideradas, visto que, cada pessoa possui capacidade individual, o que envolve resistência, força e até mesmo limitações. 

    Portanto, as dicas a seguir devem ser utilizadas em um contexto geral. Toda e qualquer mudança só deve ser realizada após a aprovação de um treinador físico, afinal, esse profissional é responsável por delimitar o que é realmente saudável e o que é exagero. 

    Veja abaixo quais são as 10 dicas que separamos para você melhorar a performance no treino:

    1. Faça um bom planejamento. 
    2. Faça treinos compatíveis com você.
    3. Mude sua ficha de treinos.
    4. Entenda a importância do descanso.  
    5. Tenha atenção à execução de cada exercício.
    6. Tenha cuidado com o aumento de carga. 
    7. Foco na alimentação saudável.
    8. Mantenha o foco na hidratação.
    9. Evite lesões
    10. Procure um acompanhamento profissional. 

    Abaixo, vamos explicar o que cada uma representa, confira:

    1.  Melhore a performance dos treinos pelo planejamento

    Uma das melhores formas de melhorar a performance dos treinos é realizar um planejamento adequado. Com esse cronograma, fica mais fácil criar uma rotina que determine um horário específico para essa atividade. 

    Respeitando esse planejamento, certamente você conseguirá ter uma rotina de treinos e, consequentemente, encontrará resultados mediante ao aumento da carga de treinamentos. 

    2. Faça treinos compatíveis com você

    Hoje em dia é muito fácil conseguir um treino. Você pode pesquisar na internet que rapidamente encontrará uma grande diversidade. Esses treinos, geralmente, são elaborados pensando em objetivos gerais e também em condições gerais de corpos e rotinas. 

    Não estamos falando que não são eficientes ou que funcionam, a questão aqui é fazer com que você entenda a necessidade de ter um treino focado em suas características. Isso envolve objetivos, rotina, dispositivos disponíveis, histórico de lesões, entre outras. 

    Para quem busca uma performance ainda melhor, esse ponto é ainda mais importante. Afinal, é preciso criar condições para que seu corpo compreenda o que é esperado e isso só é possível quando o treino combina com suas características. 

    3. Mude sua ficha de treinos

    Mudar a ficha de exercícios é um fator importante para tirar seu corpo do lugar comum, trabalhar músculos diferentes e permitir que outros componentes te ajudem na melhoria do desempenho. 

    Pessoas que fazem musculação há um certo tempo já entendem essa prática. A mudança é ideal para trabalhar outras musculaturas e mesmo para ajudar no aumento de intensidade em um determinado tipo de exercício. 

    4. Entenda a importância do descanso

    Além de aumentar a intensidade do treino, é preciso também entender o papel do repouso nesse processo. Entre um treino e outro é preciso garantir que músculos e toda a estrutura corporal esteja recuperada para uma nova bateria. 

    Portanto, lembre-se de dormir bem. A recomendação da Organização Mundial da Saúde é um sono que dura entre 6 e 8 horas, porém, lembre-se sempre de entender as particularidades do seu corpo e também da sua rotina. 

    5. Tenha atenção à execução de cada exercício

    Algumas pessoas pensam que a melhoria do desempenho só vem com o aumento de peso ou intensidade dos exercícios. Esse fato não é verdade, um dos caminhos mais simples para buscar essa melhoria é focando na execução. 

    A qualidade na execução do movimento é fundamental para o resultado, logo, quanto melhor for essa ação, melhores serão os resultados. 

    Essa dica vale para atletas de vários esportes. Quem treina focado em ganho muscular, pode se beneficiar com a execução mais detalhada, envolvendo mais músculos, por outro lado, um atleta de tênis, por exemplo, pode melhorar seu desempenho desenvolvendo golpes mais limpos e corretos. 

    6. Cuidado com o aumento de carga

    Como falamos, quando olhamos para o desempenho de treinos de musculação, há  uma ideia atrelada às questões de aumento de carga. Novamente, acreditar que apenas isso é responsável pela melhoria da performance é um erro. 

    Em boa parte das vezes, antes de aumentar a carga é necessário maior eficiência em questões musculares e bioenergéticas. 

    É claro que, mediante necessidade, o aumento de carga é uma prática que pode ser utilizada. No entanto, é preciso ter muito cuidado para que esse aumento não aconteça de forma desregrada e que, ao invés de ajudar, atrapalhe seu corpo a alcançar os resultados. 

    Por isso, em especial essa dica, deve ser colocada em ação apenas com o auxílio de um profissional de educação física, que pode definir qual a carga e intensidade ideais para seu treino. 

    7. Alimentação é fundamental

    A alimentação é um dos principais pilares para o desempenho nos treinos. Garantir que seu corpo tenha todos os nutrientes para desenvolvimento de músculos, para a sustentação do corpo e para energia durante as atividades físicas é essencial. 

    Normalmente, quando há o desejo de melhorar a performance, é preciso também analisar novamente a dieta estabelecida. Por isso, procurar um nutricionista e alinhar os objetivos em torno de um novo plano alimentar é algo importante para alcançar esse resultado.  

    8. Mantenha o foco na hidratação

    A hidratação é uma das principais aliadas para a manutenção do corpo saudável e disposto para exercícios. 

    Fazer atividades físicas, independentemente do tipo, é algo que consome água do seu corpo. Por isso, é necessário uma rotina de reposição para que esse nutriente não falte em seu organismo. 

    A água é responsável, entre outras coisas, por controlar a sensação de fome, gerar energia e manter a temperatura do seu corpo, todas essas ações são fundamentais para a melhoria da performance. 

    9. Evite lesões

    Continuidade é um dos fatores mais importantes para melhorar a performance dos treinos. Como não é possível continuar treinando diante de uma lesão, é preciso criar ações diárias para evitar que esses problemas aconteçam e, principalmente, sejam frequentes em sua rotina. 

    Usar equipamentos adequados, respeitar os limites do corpo, realizar consultas periódicas, evitar estresse e cuidar da mente são algumas ações simples que ajudam diretamente nesse objetivo.  

    10. Procure um acompanhamento profissional para melhorar a performance dos treinos

    Um acompanhamento especializado também é importante para melhorar a sua performance nos treinos. Quando você conta com profissionais diversos (fisioterapeutas, médicos, nutricionistas e educadores físicos) é mais fácil encontrar uma rotina adequada para esse objetivo, sem que você ultrapasse os limites do seu corpo e cause lesões.

    Aqui na Vicci você encontra essa ajuda. Temos uma equipe profissional diversa, preparada para te atender e ajudar a alcançar os objetivos.

    Entre em contato e agende seu horário agora mesmo. 

  • Volta ao treino pós-covid o que fazer?

    Volta ao treino pós-covid o que fazer?

    A pandemia causada pela Covid 19 afetou o mundo inteiro. Com isso, milhões de pessoas foram afetadas em todo o mundo, causando perdas e uma transformação importante no dia a dia de toda a sociedade. Quando olhamos para o contexto de quem possui uma rotina de treinos, a pandemia também causou impactos.  A volta ao treino após o período em isolamento é sempre o desafio, sobretudo se estamos falando de uma volta ao treino após a contaminação por Covid. 

    Ao longo desse conteúdo, você encontra algumas informações importantes para aplicar em sua rotina de treinos no momento em que for voltar a treinar após essa contaminação. Confira: 

    Quando voltar ao treino pós-covid?

    A pergunta mais realizada por atletas, sejam amadores, profissionais ou mesmo recreativos, é sobre o tempo certo para voltar após contaminação por essa doença. Para entendermos esse cenário, é preciso destacar que a Covid se manifesta de forma diferente e em gravidade diferente em cada pessoa, portanto, não existe uma única verdade sobre isso. 

    Além disso, é importante lembrar que há casos em que a contaminação deixou sequelas, logo, essas especificidades também devem ser consideradas. 

    A dica principal é sempre procurar um médico antes de começar a realizar qualquer atividade física, mesmo que seja depois de um certo tempo parado. Exames para averiguar se seu corpo está realmente preparado para essa atividade serão realizados, recebendo o aval do médico caso esteja tudo bem. 

    Essa avaliação médica deve ser ainda mais criteriosa em pessoas que foram hospitalizadas e tiverem algum tipo de complicação durante ou após a manifestação da doença. Nestes casos, enquadram-se as pessoas com sintomas relacionados à dificuldade de respirar, dor na região do peito e palpitações. 

    Para aquelas pessoas que não pegaram a doença, não apresentaram sintomas ou que tiveram apenas sinais leves (sintomas tradicionais de uma gripe tradicional), a recomendação é que após o período necessário de isolamento, a volta aos treinos aconteça no sétimo dia sem sintomas. 

    Por que cuidados são necessários para a volta ao treino pós-covid?

    Agora que falamos sobre o tempo indicado para voltar a treinar depois da doença, vamos esclarecer como esse processo deve ser feito. Porém, antes, vamos deixar bem claro os motivos pelos quais alguns cuidados são necessários nesse momento. 

    Normalmente, após um determinado período de inatividade, seu corpo perde força, preparo físico e também o condicionamento físico para realização de atividades. Para completar, essa doença é caracterizada como uma doença respiratória, afetando seu organismo e impactando diretamente nos treinamentos. 

    Assim, voltar aos treinos com a mesma intensidade de antes pode fazer mal para o seu corpo, causando inclusive situações como desmaios, tonturas ou mesmo lesões. Por isso, os cuidados pós-covid são importantes para que seu corpo se acostume novamente com a rotina de treinos. 

    Como voltar ao treino pós-covid?

    Voltar a treinar após o período de contágio da doença exige um planejamento, afinal, é preciso condicionar seu corpo e certificar-se que nenhuma sequela será vista. Como falamos, esse planejamento dependerá da gravidade da doença e também do aval de um médico sobre a volta. 

    Após esse aval, é importante definir novas metas para seus treinamentos. Objetivos devem ser revistos, afinal, é possível que você demore de 2 semanas a 1 mês para voltar ao que era antes de contrair a doença. 

    Um corredor por exemplo. Vamos imaginar que a rotina de treinos desse atleta contempla atividades de força, aquecimento e um treino que simula a distância percorrida. O ideal é que nas primeiras semanas pós-covid, esse treino seja focado na volta do condicionamento físico, percorrendo um terço da distância normal. 

    O objetivo por trás desse planejamento é aumentar a intensidade de forma natural, possibilitando que seu corpo entenda essa volta e evitando lesões e complicações que, infelizmente, podem surgir. 

    Um detalhe essencial é observar os sinais do seu corpo. Nessa volta, ultrapassar limites não é uma boa prática, assim, atividades como monitoramento da frequência cardíaca são importantes para saber como o seu corpo está reagindo aos treinamentos. 

    Por fim, a última dica é não tentar compensar os treinos perdidos. Sabemos que, após um tempo parado e após uma contaminação viral, seu corpo não será o mesmo. Nesse momento, tentar compensar o tempo perdido sem treinar é uma escolha que só coloca em risco sua rotina e não apresenta resultados práticos.   

    Planejamento para a volta ao treino

    Veja abaixo um exemplo de planejamento que pode ser utilizado nesse momento:

    Fase 1: Preparação do corpo – atividades suaves, que servem para preparar seu corpo. Caminhadas e alongamentos são os mais indicados. 

    Fase 2: Atividades de baixa intensidade – aumento moderado da carga, uma caminhada mais forte, por exemplo. 

    Fase 3: Atividades de intensidade moderada – corridas leves e alguns exercícios de força podem aparecer nessa fase, porém, é preciso controlar a intensidade. 

    Fase 4: Atividades de alta intensidade – antes de voltar aos treinos de antes da doença, a recomendação é aplicar uma escala reduzida, treinos menores, mas com exercícios parecidos. 

    Fase 5: Treinos normais – depois de passar por essas etapas, o normal é que seu corpo esteja preparado para voltar aos treinos que eram realizados antes. Lembrando que mesmo assim é preciso ter atenção aos sinais do corpo e, por um tempo, não ultrapassar limites. 

    Melhores exercícios após covid-19

    Como falamos, as pessoas que foram contaminadas pelo coronavírus podem ter uma incidência muito maior de problemas cardíacos. Entre as sequelas mais relevantes está a miocardite, uma inflamação da musculatura do coração que, embora afete menos que 5% de quem teve covid, deve ser entendida. 

    O cansaço excessivo é um dos principais resquícios da doença e deve ser considerado na hora da volta ao treino.

    Com base nisso, atividades de cardio são fundamentais nesse processo. No começo, o foco deve ser naquelas de menor intensidade, como caminhadas. A evolução deve acontecer de forma progressiva e sempre respeitando o corpo. 

    Importância da atividade física 

    A atividade física possui um papel fundamental para todos os estágios da luta contra essa doença. De acordo com dados do Ministério da Saúde, evidências científicas mostraram que a prática de atividade física de forma regular, além de parecer trazer alguma proteção contra casos graves, também potencializa os efeitos da vacinação. 

    Além disso, no período após a contaminação, a atividade física é fundamental. Pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo), realizaram diversas pesquisas e constataram que o exercício físico, principalmente aeróbicos, são ferramentas fundamentais para a reabilitação dos pacientes que apresentam condições pós-covid.

    Isso acontece devido ao vírus dessa doença danificar a estrutura da enzima ECA2 e as atividades físicas, principalmente aqueles exercícios aeróbicos, contribuírem para o resgate da funcionalidade dessa enzima. 

    Portanto, retomando o que falamos aqui, cada pessoa deve avaliar a sua recuperação após o tempo de contaminação da doença. Para isso, procurar o médico é essencial, afinal, esse profissional é responsável por realizar os exames necessários e fornecer o aval necessário para as voltas aos treinos. 

    Além disso, um acompanhamento especializado também é importante. Quando você conta com profissionais diversos (fisioterapeutas, médicos, nutricionistas e educadores físicos) é mais fácil encontrar uma rotina adequada para essa volta ao treino, sem que coloque em risco seu corpo. 

    Aqui na Vicci você encontra essa ajuda. Temos uma equipe profissional diversa, preparada para te atender e ajudar a alcançar os objetivos.

    Entre em contato e agende seu horário agora mesmo. 

  • Como evitar lesão muscular no esporte

    Como evitar lesão muscular no esporte

    Se você se preocupa em como evitar lesão múscular, está no lugar certo! Praticar atividades físicas e esportes em geral é uma das principais formas de manter a saúde e prezar pela sua qualidade de vida. No entanto, infelizmente, uma rotina de atividades físicas gera o risco de lesões, principalmente afetando músculos e articulações do nosso corpo, causando a temida lesão muscular.

    Nesse contexto, além de seguir uma rotina bem estabelecida de treinos, é preciso também adotar algumas estratégias para evitar lesão muscular durante a prática esportiva, bem como entender o que é necessário para tratar esses problemas. 

    Ao longo desse conteúdo, você encontra dicas simples para colocar em seu dia a dia e contar com mais proteção contra a incidência de uma lesão muscular. Confira:

    O que é lesão?

    Uma lesão é um termo geralmente usado para descrever qualquer dano ou alteração adversa em tecidos biológicos, como a pele, músculos, ligamentos, tendões, ossos ou órgãos internos, que pode ocorrer devido a vários motivos. Lesões podem ser causadas por acidentes, traumas, uso excessivo de uma parte do corpo, exposição a substâncias nocivas, infecções, doenças, entre outros fatores.

    A gravidade das lesões pode variar amplamente, desde pequenas escoriações, arranhões ou contusões até lesões graves, como fraturas ósseas, rupturas de ligamentos, queimaduras de terceiro grau ou lesões internas. O tratamento e a recuperação de uma lesão dependem de sua natureza e gravidade, e podem envolver cuidados médicos, intervenções cirúrgicas, fisioterapia, reabilitação e outros procedimentos.

    A prevenção de lesões é fundamental e pode incluir a adoção de medidas de segurança. Continue lendo e saiba como  evitar lesão de mandeira eficiente.

    Por que acontece uma lesão muscular?

    Uma lesão muscular pode ser causada por diversos fatores e entender cada um dele é o início para aprender como evitar lesão muscular. Os mais comuns são traumas diretos na região, laceração ou isquemia, porém, durante uma prática esportiva essas lesões podem ser causadas por rupturas ou microrrupturas na estrutura muscular. 

    Os principais sintomas de lesões musculares são dores, que podem ser brandas ou fortes, hematomas na região, edemas e dificuldade para movimentar o músculo lesionado. Para atletas e praticantes de atividades físicas, a ocorrência dessas lesões é uma realidade, visto que o esforço é maior. 

    No entanto, a gravidade é a grande questão. Uma lesão muscular grave pode deixar um atleta afastado por um tempo considerável, enquanto lesões leves e tratadas corretamente não costumam causar efeitos e podem ser tratadas com repouso e descanso rotineiro. 

    Dessa forma, separamos 7 dicas simples e práticas para adotar em sua rotina e começar agora mesmo a criar ações para evitar que uma lesão muscular afete o seu desempenho esportivo e afaste dos treinos por um bom tempo. Confira:

    7 dicas prática para evitar lesão muscular

    A seguir, separamos as 7 principais dicas para você adotar e em sua rotina de prática esportiva e começar a criar ações para evitar que uma lesão muscular afaste você da atividade. Confira:

    1. Ter uma rotina de fortalecimento muscular

    A melhor forma de criar uma rotina para reduzir as chances de uma lesão muscular é fortalecendo seus músculos. Esse processo será responsável por criar insumos para intensificar a saúde muscular, auxiliando em movimentos e evitando que lesões aconteçam. 

    Exercícios de fortalecimento muscular têm como principal objetivo o fortalecimento das fibras musculares. Com isso, há uma considerável redução nas chances de lesões e também aumenta-se o condicionamento físico. 

    Por fim, vale destacar que o fortalecimento muscular não depende do ganho de massa magra, visto que o foco pode ser em condicionar os músculos que uma pessoa já possui. 

    2. Contar com tempo certo para repouso 

    A segunda dica, talvez seja a mais simples. Trata-se de destinar o tempo certo para repouso do seu corpo. Na prática, é comum observarmos atletas que não respeitam o limite do corpo e o tempo necessário para descanso e repouso e acabam sobrecarregando a estrutura muscular. 

    Esse é um dos principais responsáveis por lesões musculares, afinal, o esforço em excesso faz com que a rigidez seja um problema. Portanto, procurar um especialista e montar uma ficha de treinos que leve em consideração o repouso é fundamental para evitar esses problemas e evitar o afastamento devido à ocorrência de uma lesão muscular. 

    3. Evitar o excesso de carga para reduzir lesão muscular

    Já que falamos sobre o repouso e os problemas em não contar com tempo necessário para descanso muscular, é preciso falarmos também sobre um outro fator responsável por boa parte dessas lesões: o excesso de carga. 

    Esse é um tipo de lesão que afeta, sobretudo, pessoas que estão começando em uma prática esportiva, principalmente, malhação. Há uma tendência ao pensamento de que quanto mais peso melhor, porém, isso não é verdade. 

    Excesso de peso é um dos responsáveis por fazer com que o exercício não seja realizado corretamente, sobrecarregando a estrutura muscular e gerando lesões. Por isso, a recomendação é sempre respeitar os limites do corpo e contar com uma estratégia de aumento progessivo do peso. 

    4. Ter uma alimentação saudável

    Aqui em nosso Blog, já falamos diversas vezes sobre a importância de uma alimentação saudável e de um acompanhamento nutricional, principalmente para atletas e pessoas que praticam atividades físicas de forma constante. 

    Um bom plano alimentar é aquele que conta com todos os nutrientes necessários para a boa saúde do corpo. Isso inclui vitaminas e outras substâncias que ajudam na recuperação celular e dão energia para a realização de atividades, sem que comprometa outras fontes do corpo. 

    Nesse aspecto, a hidratação também é fundamental. A falta de água necessária no corpo aumenta o risco de uma lesão muscular, por isso, é preciso beber água e ter atenção à dieta. 

    5. Fazer aquecimento e alongamentos adequados

    Há um debate sobre a necessidade ou não da realização de alongamentos antes e depois de uma série de treinos. No entanto, o que ninguém pode negar é que essa prática é importante para a flexibilidade do corpo e para o relaxamento muscular após um treino intenso. 

    Por isso, os alongamentos são considerados atividades leves e são recomendados para o momento após treinos, afinal, ajudam a interromper a contração e tensão das fibras musculares, gerando a sensação de relaxamento muscular e ainda atuando para amenizar dores. 

    Além dos alongamentos, o trabalho de aquecimento é fundamental para evitar uma lesão muscular durante a prática esportiva. A preparação do corpo para o treino é importante, pois sinaliza que movimentos intensos serão necessários. 

    Assim, esse aquecimento ajuda, tanto no aquecimento cardiovascular, quanto na lubrificação de articulações e músculos que serão muito exigidos adiantes, evitando que o corpo esteja “frio” para a prática esportiva.  

    6. Usar roupas e equipamentos certos

    Apesar de muita gente não acreditar, as roupas, sapatos e equipamentos também podem causar uma lesão muscular. Roupas que não proporcionam a flexibilidade e conforto necessário para a prática, podem fazer com que movimentos sejam limitados e o músculo seja forçado em excesso. 

    Os calçados merecem destaque nessa dica. Sabemos que os pés são os responsáveis pela sustentação do corpo e por isso são envolvidos em boa parte das práticas esportivas. Dessa forma, é preciso garantir a utilização de calçados adequados e confortáveis para cada tipo de atividade. 

    Calçados apertados ou sem a resistência necessária fazem com que o peso do corpo não seja distribuído corretamente. Esse é um fator que pode causar lesão muscular, sobretudo, em músculos na perna, focando na região da panturrilha e na coxa. 

    7. Ter um acompanhamento profissional

    Contar com um acompanhamento profissional é uma das melhores formas para evitar uma lesão muscular. Isso vale tanto para o auxílio de um educador físico, para ajudar na construção de treinos e para uma rotina saudável, quanto para nutricionistas e médicos focados em medicina esportiva. 

    Esse acompanhamento permite a realização de exames que analisam a saúde dos músculos e conseguem informar o quão perto estão de lesões musculares. A partir desses exames é possível adotar ações para reduzir o esforço e tratar essas lesões, mesmo antes de acontecerem. 

    Aqui na Vicci, você encontra um time de profissionais completo, pronto para te ajudar a evitar todo tipo de lesão muscular e fazer com que a prática da sua atividade física aconteça da forma como você espera.

    Entre em contato e faça seu agendamento agora mesmo.