Categoria: Fisioterapia

  • Laserterapia fisioterapia: o que é e para que serve

    Laserterapia fisioterapia: o que é e para que serve

    Se você já se perguntou sobre a eficácia da laserterapia na fisioterapia, também conhecida como laser fisioterapia, este artigo é o guia definitivo para entender como essa abordagem inovadora da terapia com laser pode revolucionar o processo de recuperação. A laserterapia fisioterapêutica é uma técnica que tem ganhado destaque no cenário médico, oferecendo uma abordagem não invasiva e eficaz para tratar uma variedade de condições.

    Neste post, você vai entender a fundo o que é laserterapia fisioterapia, como funciona a laserterapia e de que maneira os tipos de laser fisioterapia pode ser aplicada para melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Descubra como a laserterapia fisioterapêutica está transformando os padrões de tratamento, oferecendo resultados promissores e inovadores.

    Laserterapia o que é?

    A laserterapia fisioterapêutica é uma modalidade de tratamento que utiliza a luz do laser para promover a recuperação de tecidos lesionados, aliviar a dor e acelerar o processo de cicatrização. Essa abordagem inovadora é uma parte integrante da fisioterapia moderna, oferecendo uma alternativa não invasiva e eficaz para o manejo de uma variedade de condições musculoesqueléticas e dermatológicas.

    O princípio por trás da laserterapia fisioterapêutica reside na capacidade da luz laser de penetrar nos tecidos do corpo, estimulando processos biológicos que favorecem a regeneração celular e a redução da inflamação. A laserterapia pode ser aplicada em diferentes intensidades e comprimentos de onda, adaptando-se às necessidades específicas de cada paciente e condição clínica.

    Para que serve a laserterapia fisioterapia?

    A laserterapia na fisioterapia serve para uma variedade de propósitos e é utilizada como parte integrante de planos de tratamento para diversas condições. Aqui estão alguns dos principais objetivos e benefícios da laserterapia na fisioterapia:

    1. Alívio da Dor: A laser fisioterapia é frequentemente empregada para reduzir a dor associada a várias condições, como lesões musculares, articulares ou neuropáticas. A estimulação da liberação de endorfinas e a modulação da condução nervosa contribuem para o alívio da dor.
    2. Redução da Inflamação: O laser pode ajudar a diminuir a inflamação ao modular a resposta inflamatória e reduzir a produção de substâncias pró-inflamatórias. Isso é particularmente útil em condições inflamatórias crônicas ou agudas.
    3. Aceleração da Cicatrização: A laserterapia estimula a produção de ATP (adenosina trifosfato), o que contribui para a regeneração celular e acelera o processo de cicatrização de feridas, lesões musculares e outros tecidos.
    4. Melhora da Circulação Sanguínea: Ao aumentar a microcirculação sanguínea na área tratada, a laserterapia melhora o suprimento de oxigênio e nutrientes para os tecidos, promovendo a recuperação e a saúde celular.
    5. Redução de Edema: O laser pode ajudar na redução do inchaço (edema) ao facilitar a drenagem linfática e melhorar o fluxo sanguíneo, reduzindo a acumulação de fluidos.
    6. Reabilitação Musculoesquelética: A laserterapia desempenha um papel importante na reabilitação de lesões musculoesqueléticas, como entorses, distensões, tendinites e lesões ligamentares, contribuindo para a restauração da função e da amplitude de movimento.
    7. Tratamento de Condições Dermatológicas: Condições dermatológicas, como úlceras de pressão, feridas crônicas e queimaduras, podem se beneficiar da laserterapia para promover a cicatrização da pele.
    8. Melhoria da Mobilidade Articular: Em casos de condições como osteoartrite, a laserterapia pode ajudar a reduzir a rigidez articular e melhorar a mobilidade.
    9. Gestão de Lesões Esportivas: Atletas frequentemente utilizam a laserterapia para acelerar a recuperação de lesões esportivas, como distensões musculares e contusões.
    10. Modulação de Processos Inflamatórios Crônicos: Em condições crônicas, como artrite reumatoide, a laserterapia pode ajudar a modular processos inflamatórios, contribuindo para o controle dos sintomas.

    A terapia com laser na fisioterapia é uma abordagem versátil e segura, quando administrada por profissionais qualificados. Ela pode ser utilizada isoladamente ou integrada a outras modalidades de tratamento, dependendo das necessidades específicas do paciente e da condição clínica em questão.

    Para que serve o laser na fisioterapia?

    O laser na fisioterapia é utilizado principalmente para acelerar a recuperação de lesões musculares, articulares e tendinosas, além de ajudar no alívio da dor. Esse tipo de tratamento, conhecido como terapia a laser de baixa intensidade (LLLT), utiliza a luz laser para estimular a regeneração celular, melhorar a circulação sanguínea e reduzir a inflamação.

    A aplicação do laser na fisioterapia pode ser útil em uma variedade de condições, como tendinites, bursites, artrite, lesões esportivas, dores musculares e articulares, entre outras. O laser na fisioterapia é uma opção terapêutica não invasiva e geralmente indolor, que pode ser uma alternativa ou complemento aos tratamentos convencionais, ajudando os pacientes a se recuperarem mais rapidamente e retornarem às suas atividades diárias de forma mais eficiente.

    Tipos de laser fisioterapia

    tipos de laser
    A laserterapia ou terapia com laser é um procedimento que utiliza a radiação eletromagnética em forma de luz para promover a regeneração celular e aliviar a dor. Existem dois tipos principais de laserterapia: a terapia a laser de baixa intensidade (LLLT) e a terapia a laser de alta intensidade (HILT).

    Os tipos de laser usados na fisioterapia podem ser classificados de acordo com a sua potência e a forma de emissão.

    Terapia a laser de baixa intensidade (LLLT)

    • Laser de baixa potência: Tem potência de até 500 mW e é usado para tratar uma variedade de condições musculoesqueléticas, incluindo dor, inflamação, cicatrização de feridas e reabilitação pós-cirúrgica.

    É um procedimento não invasivo que utiliza um laser de baixa potência, que emite uma luz vermelha ou infravermelha. Durante o procedimento, o laser é aplicado diretamente na área afetada do corpo e a luz emitida pelo laser penetra profundamente nos tecidos e ajuda na regeneração celular, reduzindo a inflamação, aliviando a dor e acelerando a cicatrização. A LLLT é comumente utilizada para tratar lesões musculares, inflamações e dores crônicas.

    Terapia a laser de alta intensidade (HILT)

    • Laser de alta potência: O laser de alta intensidade fisioterapia tem potência superior a 500 mW e é usado para procedimentos cirúrgicos, como ablação de tecido e coagulação.

    É um procedimento mais invasivo do que a LLLT, que envolve o uso de um laser de alta potência para tratar condições médicas mais graves. O laser de alta potência é utilizado para remover ou reduzir tecidos anormais, como tumores, verrugas, cicatrizes e outras lesões. A HILT é mais agressiva do que a LLLT e pode causar efeitos colaterais, como dor e reações inflamatórias.

    Forma de emissão laser terapia fisioterapia

    Na laser terapia fisioterapia os lasers podem ser classificados de acordo com a forma como o feixe de luz é emitido.

    • Laser contínuo: Emite um feixe de luz contínuo.
    • Laser pulsado: Emite um feixe de luz em pulsos curtos.
    • Laser modulado: Emite um feixe de luz que é alternado ou modulado em frequência

    Tipo de laser terapeutico

    Potência do laser terapeutico

    Forma de emissão

    Efeitos terapêuticos

    Laser terapeutico de baixa potência Até 500 mW Contínuo, pulsado, modulado Analgésico, anti-inflamatório, cicatrização de feridas, reparo de tecidos, crescimento celular
    Laser tarapeutico de alta potência Acima de 500 mW Contínuo, pulsado Ablação de tecido, coagulação

    Em resumo, a laserterapia pode ajudar a tratar uma variedade de condições médicas, desde lesões esportivas e inflamações até tumores e outras lesões graves, além de prevenção segundo o estudo da Revista Cientifica, “Uma vez que o ponto luminoso não só atinge a área específica da lesão como também o tecido adjacente, o laser terapeutico promove a prevenção de possíveis lesões3,2′.

    Laserterapia: O que é dosimetria?

    A dosimetria é uma ferramenta essencial para medir a dose de radiação e energia absorvida em diferentes aplicações terapêuticas. Com a compreensão dos princípios e o uso adequado dos parâmetros, é possível obter resultados terapêuticos eficazes. É fundamental contar com profissionais. Em suma, ‘’É a medida da dose absorvida ou da dose de radiação fornecida a um sistema’’.

    Tempo e Potência de Emissão:

    O tempo de aplicação de uma certa quantidade de energia em uma determinada área é diretamente proporcional à potência de emissão. Isso significa que quanto maior a potência de emissão, menor será o tempo necessário para aplicar uma determinada quantidade de energia. Essa relação entre tempo e potência é crucial para o controle adequado da exposição à radiação durante os procedimentos.

    Aparelhos e Programação:

    Atualmente, muitos aparelhos utilizados na dosimetria já vêm de fábrica com programas pré-configurados, o que simplifica a manipulação e o ajuste dos parâmetros. Isso oferece aos fisioterapeutas a flexibilidade de realizar aplicações por zona ou varredura, permitindo a modificação da área de incidência conforme necessário.

    Como o laser atua na dor?

    A ação do laser na fisioterapia na redução da dor é complexa e envolve vários mecanismos biológicos. De forma teórica, podemos entender o processo da seguinte maneira:

    1. Efeito Fotobiomodulação: O laser utilizado na terapia emite luz em um comprimento de onda específico. Esse feixe de luz é absorvido pelos cromóforos nas células, como a hemoglobina e a citocromo c oxidase. Esse processo é conhecido como fotobiomodulação, e a absorção da luz pelos cromóforos desencadeia uma série de eventos celulares.
    2. Estímulo à Produção de ATP: A luz do laser, ao interagir com a citocromo c oxidase, promove um aumento na produção de adenosina trifosfato (ATP), que é a principal fonte de energia celular. Esse aumento de energia favorece a atividade celular e metabólica, contribuindo para a regeneração e reparo dos tecidos.
    3. Modulação da Inflamação: O laser também influencia os processos inflamatórios. Ele pode reduzir a produção de substâncias pró-inflamatórias, como citocinas, e modular a resposta inflamatória, ajudando a controlar a dor associada à inflamação.
    4. Liberação de Endorfinas: A exposição ao laser pode estimular a liberação de endorfinas, que são os analgésicos naturais do corpo. As endorfinas atuam nos receptores opióides, diminuindo a percepção da dor.
    5. Inibição da Condução Nervosa: O laser pode influenciar a condução nervosa ao nível das fibras nervosas, reduzindo a transmissão de sinais de dor ao longo dos nervos.
    6. Melhora na Microcirculação: A laserterapia pode aumentar a microcirculação sanguínea, melhorando o suprimento de oxigênio e nutrientes para os tecidos, o que contribui para a redução da dor e aceleração do processo de cicatrização.
    7. Redução da Sensibilidade Nervosa: O laser pode diminuir a sensibilidade dos receptores nervosos, alterando a percepção da dor.

    Esses efeitos combinados do laser na fisioterapia resultam em uma redução significativa da dor, tornando a laserterapia uma abordagem valiosa no tratamento de condições dolorosas e inflamatórias. É importante ressaltar que a aplicação clínica da laserterapia na prática fisioterapêutica requer uma compreensão detalhada da condição do paciente, ajustes apropriados nos parâmetros do laser e a integração adequada com outras modalidades de tratamento fisioterapêutico.

    Parâmetros e Seus Efeitos:

    Existem diferentes parâmetros a serem considerados na dosimetria, cada um com efeitos específicos. A seguir, estão alguns exemplos de parâmetros com suas respectivas faixas de valores para diferentes efeitos terapêuticos:

    laserterapia fisioterapia

    • Efeito Analgésico: Geralmente é alcançado com uma faixa de dose entre 2 a 4 J/cm². A terapia com radiação nessa faixa pode proporcionar alívio da dor e diminuição do desconforto.
    • Efeito Anti-inflamatório: Para obter um efeito anti-inflamatório, a dose recomendada varia de 1 a 3 J/cm². Essa faixa pode ajudar na redução da inflamação e na promoção da recuperação de lesões.
    • Efeito Cicatrizante: A faixa de dose de 3 a 6 J/cm² é comumente utilizada para estimular a cicatrização de feridas. A radiação nessa faixa pode acelerar o processo de cicatrização e melhorar a regeneração dos tecidos.
    • Efeito Circulatório: Para estimular a circulação sanguínea, a dose recomendada varia de 1 a 3 J/cm². Essa faixa pode ajudar a melhorar o fluxo sanguíneo local, promovendo a oxigenação dos tecidos e a remoção de resíduos metabólicos.

    Abordando mais a fundo os parâmetros do laser para cicatrização:

    • Comprimento de onda: O comprimento de onda da luz laser é importante para a eficácia do tratamento. Comprimentos de onda de 600 a 900 nanômetros (nm) são considerados mais eficazes para a cicatrização de feridas.
    • Potência: A potência do laser é medida em miliwatts (mW). A potência ideal para a cicatrização de feridas é de 2 a 5 mW.
    • Tempo de aplicação: O tempo de aplicação do laser é medido em segundos. O tempo de aplicação ideal para a cicatrização de feridas é de 5 a 10 minutos.
    • Modo de emissão: O modo de emissão do laser é a forma como a luz é emitida. Os modos de emissão mais comumente usados para a cicatrização de feridas são o contínuo e o pulsado.
    • Tamanho do ponto: O tamanho do ponto é a área da pele que é irradiada pelo laser. O tamanho do ponto ideal para a cicatrização de feridas é de 1 a 2 centímetros quadrados.
    A escolha dos parâmetros do laser para cicatrização depende da condição específica do paciente e do objetivo do tratamento. Em geral, a terapia com laser de baixa potência é segura e eficaz para a cicatrização de feridas. No entanto, é importante seguir as instruções do fabricante e consultar um profissional de saúde qualificado antes de usar.

    É importante ressaltar que esses valores são apenas exemplos e podem variar dependendo do tipo de tratamento, do objetivo terapêutico e das características individuais de cada paciente. Sempre é recomendado o acompanhamento de um profissional qualificado para determinar a dosagem adequada em cada caso. Conheça mais a fundo sobre esse assunto no Portal Sanar Saude.

    Como é feita a fisioterapia a laser?

    A fisioterapia a laser, também conhecida como laserterapia fisioterapêutica, envolve a aplicação cuidadosa de luz laser em áreas específicas do corpo para promover a recuperação, aliviar a dor e melhorar a função. O processo geralmente segue as seguintes etapas:

    1. Avaliação do Paciente: Antes de iniciar a fisioterapia a laser, o fisioterapeuta realiza uma avaliação abrangente do paciente. Isso inclui a análise da condição médica, histórico clínico, sintomas, e a determinação da área específica que requer tratamento.
    2. Seleção dos Parâmetros do Laser: Com base na avaliação, o fisioterapeuta determina os parâmetros adequados para a sessão de laserterapia. Isso inclui a escolha do comprimento de onda do laser, a potência, a frequência e a duração da exposição, que podem variar de acordo com a condição clínica e as necessidades do paciente.
    3. Preparação da Área de Tratamento: A área a ser tratada é preparada, geralmente limpando a pele para garantir a eficácia máxima da aplicação do laser.
    4. Aplicação do Laser: O fisioterapeuta posiciona cuidadosamente o aplicador de laser sobre a área-alvo. O laser é direcionado para a pele e, dependendo da condição, pode ser movido em movimentos circulares ou lineares para abranger a região desejada. O tempo de exposição pode variar, mas as sessões geralmente são curtas, geralmente durando de alguns minutos a cerca de 20 minutos.
    5. Sensação durante o Tratamento: A maioria dos pacientes relata sentir uma sensação de calor suave durante a aplicação do laser. No entanto, a laserterapia é geralmente indolor e não invasiva.
    6. Monitoramento e Ajustes: Durante a sessão, o fisioterapeuta monitora a resposta do paciente ao tratamento e pode ajustar os parâmetros do laser conforme necessário para otimizar os resultados.
    7. Plano de Tratamento: Com base na resposta do paciente, é desenvolvido um plano de tratamento individualizado. A frequência e a duração das sessões podem variar, dependendo da condição clínica específica.
    8. Educação e Recomendações: Ao longo do processo, o fisioterapeuta pode fornecer orientações sobre autocuidado, exercícios específicos e modificações no estilo de vida para complementar os benefícios da laserterapia.

    É essencial destacar que a fisioterapia a laser deve ser realizada por profissionais treinados e qualificados, garantindo a segurança e a eficácia do tratamento.

    Tempo de aplicação do laser na fisioterapia

    O tempo de aplicação do laser na fisioterapia varia de acordo com diversos fatores, como:

    • A área a ser tratada: Áreas maiores geralmente requerem mais tempo de aplicação.
    • A potência do laser: Lasers de maior potência podem ter um efeito terapêutico mais rápido.
    • A condição a ser tratada: Condições agudas podem necessitar de sessões mais frequentes e longas.
    • A resposta individual do paciente: Cada paciente responde à laserterapia de maneira diferente.

    Em geral, as sessões de laserterapia duram de 5 a 30 minutos.

    O fisioterapeuta responsável pelo seu tratamento irá determinar o tempo ideal de aplicação do laser para o seu caso específico.

    Alguns fatores que podem influenciar na duração da aplicação do laser:

    • Número de pontos de aplicação: Quanto mais pontos de aplicação, maior o tempo de sessão.
    • Dose de energia utilizada: Doses maiores de energia podem requerer mais tempo de aplicação.
    • Modalidade de aplicação: A aplicação contínua geralmente leva mais tempo do que a aplicação pulsada.

    É importante seguir as instruções do fisioterapeuta quanto ao tempo de aplicação do laser.

    Lembre-se de que as informações acima não substituem a consulta médica. O diagnóstico e o tratamento corretos dependem da avaliação individual de cada caso.

    Quando a Laserterapia não podem ser feitas?

    Embora a laserterapia e a fisioterapia sejam úteis na maioria dos casos, existem determinadas situações em que elas não são adequadas ou recomendadas. Abaixo, listamos alguns dos casos em que esses métodos de tratamento não são aconselháveis:

    • Crianças menores de 16 anos: Embora os benefícios da laserterapia e da fisioterapia sejam bem conhecidos, eles não são recomendados para crianças menores de 16 anos. Isso se deve ao fato de que as crianças têm um sistema imunológico ainda desenvolvido e podem ser mais sensíveis às exposições à luz laser e às atividades físicas.
    • Pacientes com problemas cardíacos: As pessoas com condições cardíacas graves, como insuficiência cardíaca, pressão alta ou doenças cardíacas estruturais, devem evitar a laserterapia e a fisioterapia. Uma vez que o corpo dos pacientes precisa de tempo para se recuperar de qualquer esforço, esses métodos podem ser muito estressantes e podem desencadear problemas graves.
    • Pessoas imunodeprimidas: As pessoas com imunidade reduzida, como as que sofrem de HIV, AIDS ou outras condições auto-imunes, não devem fazer laserterapia ou fisioterapia. Esses métodos exigem do organismo um certo esforço e, como tal, podem ser muito estressantes para pessoas com sistema imunológico fraco.
    • Pacientes com problemas de pele: Pessoas com problemas de pele, como acne, eczema ou psoríase, devem evitar a laserterapia até a condição melhorar. A exposição à luz laser pode piorar a condição da pele e agravar os sintomas.

    Conclusão

    A laserterapia e fisioterapia são métodos úteis e eficazes de tratamento. No entanto, existem determinadas situações em que eles não são recomendados, como problemas cardíacos, imunodeficiência, problemas de pele ou condições em crianças menores de 16 anos. 

    Nesses casos, outros métodos menos intensos, como mudança no estilo de vida, alongamento, massagem terapêutica ou exercícios de baixa intensidade deveriam ser considerados. 

    Se você ainda tiver dúvidas sobre o que fazer, a Clínica Vicci em BH possui profissionais especializados que podem manejar o tratamento adequado para a sua necessidade.

    Entre em contato e agende sua consulta!

  • O que é recovery fisioterapia esportiva?

    O que é recovery fisioterapia esportiva?

    Recovery o que é? Recovery é uma palavra cada vez mais comum entre praticantes de atividades físicas, sobretudo atletas profissionais, amadores e até mesmo aqueles praticantes de final de semana de alguma modalidade. 

    Com o avanço da tecnologia, novas metodologias, aparelhos e até mesmo práticas estão sendo criadas e empregadas para auxiliar esses atletas. Quando o assunto é recuperação, as práticas de recovery estão em alta.

    Neste conteúdo, você vai entender exatamente o que é recovery, bem como saber a importância deste processo para a recuperação muscular e ainda compreender como começar a contar com essa prática em seu dia a dia.

    O que você vai ver neste conteúdo sobre recovery:

    • O que é recovery esportivo. 
    • Importância da recuperação muscular. 
    • Como o recovery funciona. 
    • Práticas de recovery adotadas de forma frequente. 
    • Por que o recovery não substitui a fisioterapia?
    • Técnicas de recovery disponíveis na Clínica Vicci.
    • Melhor momento e melhor forma para começar as ações de recovery.  

    O que é recovery fisioterapia?

    Recovery é o nome dado aos processos utilizados para reduzir e tratar dores musculares que surgem durante ou imediatamente após treinamentos, competições e práticas esportivas. Assim como o próprio nome sugere, visto que a tradução de recovery é recuperação, estamos falando de tecnologia que auxiliam atletas nesse objetivo. 

    Por que é preciso recuperar a musculatura?

    Durante uma prática esportiva, toda estrutura muscular é exigida. As lesões musculares podem ocorrer por vários motivos, inclusive vale a pena conferir o conteúdo que preparamos explicando como se livrar de lesões musculares recorrentes, no entanto, as microlesões acontecem de forma mais frequente, sendo as causadoras das famosas dores do dia seguinte.

    Essas microlesões normalmente estão relacionadas com a liberação de substâncias, como as prostaglandinas, que são responsáveis pela dor e podem evoluir para quadros de estresse muscular. 

    Esses casos são comuns principalmente em atletas, que realizam movimentos muitas vezes e demandam esforços demasiados, sobretudo de áreas como coxas e braços. 

    A partir dessas microlesões surgem edemas e inchaços, que podem ser pequenos ou mesmo maiores, indicando quadros mais graves de inflamação e lesões mais sérias.

    Já sabemos que questões como uma boa alimentação e uma boa rotina de repouso são elementos fundamentais para a recuperação muscular. No entanto, com o recovery é possível executar ações ativas para auxiliar este tratamento e essa recuperação. 

    Como o recovery funciona na prática

    As várias técnicas de recovery atuam para acelerar o processo de recuperação do tecido muscular e melhorar a eliminação das toxinas metabólicas.

    Essas técnicas e metodologias ajudam a fazer com que os músculos retornem ao estágio pré-exercício, diminuindo de forma considerável as dores locais, aumentando a prevenção de lesões mais graves, e, principalmente, preparando o atleta para prática de exercício novamente com maior rapidez.

    Recovery muscular e recovery esportivo: Algumas práticas adotadas nesse processo:

    Existem muitas técnicas que podem ser utilizadas para o processo de recovery, entre elas podemos citar:

    • Crioterapia local.
    • Recuperação ativa. 
    • Massoterapia. 
    • Contraste. 
    • Alongamentos. 
    • Compressão. 
    • Tratamentos com laser.
    • Liberação miofascial

    Abaixo, vamos explicar como funcionam as 4 técnicas mais comuns. 

    • Crioimersão: imersão em banheira com gelo ou água gelada, que pode variar entre 8-10 graus por 10 minutos. Essa ação é importante para controle inflamatório e alívio da dor. 
    • Compressão: muito utilizada em meias de compressão, o processo de compressão do tecido muscular resfriado ou não é importante pois atua sobre o retorno venoso, aumentando o fluxo sanguíneo e removendo de forma mais ágil os resíduos metabólicos resultantes da atividade muscular
    • Liberação miofascial: é um procedimento que visa amenizar as dores musculares causadas por tensão, isso acontece a partir do trabalho no tecido conjuntivo que recobre o músculo
    • Repouso: apesar de já conhecido, o sono é um dos principais agentes do processo de recuperação muscular. Durante o sono, sobretudo de qualidade, são secretados hormônios que auxiliam muito na reparação tecidual.

    Não substitui a fisioterapia

    Antes de você conhecer as técnicas de recovery que estão disponíveis aqui na Clínica Vicci é importante deixar claro que todas essas técnicas não excluem a necessidade de um acompanhamento e eventualmente de sessões de fisioterapia para o tratamento de lesões e prevenção das mesmas. 

    O ideal é que esses procedimentos atuem em conjunto. Afinal, ter um acompanhamento profissional para entender o avançar de uma lesão ou mesmo para entender o nível de estresse muscular é algo primordial para todo o processo de prevenção de lesões e também de recuperação em momentos posteriores a um procedimento cirúrgico. 

    Quais são os benefícios do Recovery?

    A fisioterapia de recuperação, ou fisioterapia de recuperação pós-exercício, é uma abordagem que visa otimizar o processo de recuperação após a prática de atividade física intensa. Ela envolve estratégias específicas para reduzir a fadiga, prevenir lesões e promover a recuperação muscular e articular. Aqui estão alguns dos benefícios associados à fisioterapia de recuperação:

    1. Redução da Dor Muscular: A fisioterapia de recuperação pode incluir técnicas para aliviar a dor muscular pós-exercício, como massagem, terapia manual e modalidades de calor e frio.
    2. Diminuição do Inchaço e Inflamação: Estratégias de recuperação, como compressão e crioterapia (uso de gelo), podem ajudar a reduzir o inchaço e a inflamação associados ao exercício intenso.
    3. Melhora da Flexibilidade e Amplitude de Movimento: Exercícios de alongamento e mobilização articular podem ser incorporados para melhorar a flexibilidade e a amplitude de movimento, reduzindo a rigidez muscular.
    4. Prevenção de Lesões: A fisioterapia de recuperação pode contribuir para a prevenção de lesões ao identificar áreas de tensão ou fraqueza muscular e implementar exercícios corretivos.
    5. Reabilitação de Lesões Existentes: Para aqueles que têm lesões prévias, a fisioterapia de recuperação pode ajudar na reabilitação, adaptando exercícios para garantir uma recuperação segura.
    6. Melhora do Fluxo Sanguíneo e Cicatrização: Técnicas como a terapia de compressão e a elevação das pernas podem promover o aumento do fluxo sanguíneo, favorecendo a entrega de nutrientes e a remoção de resíduos metabólicos.
    7. Aceleração da Recuperação Muscular: O uso de técnicas específicas, como massagem e liberação miofascial, pode ajudar na recuperação muscular, diminuindo a tensão e a dor.
    8. Melhora da Consciência Corporal: A fisioterapia de recuperação muitas vezes inclui exercícios que promovem a consciência corporal, ajudando os indivíduos a entenderem melhor como seu corpo responde ao exercício.
    9. Abordagem Holística para o Bem-Estar: A fisioterapia de recuperação não se limita apenas ao aspecto físico, mas pode incluir orientações sobre descanso, sono adequado, nutrição e hidratação para promover uma abordagem holística ao bem-estar.
    10. Melhora do Desempenho Geral: Ao promover uma recuperação eficaz, a fisioterapia de recuperação pode contribuir para o melhor desempenho em atividades físicas subsequentes, reduzindo a fadiga acumulada.

    É importante destacar que as estratégias específicas de fisioterapia de recuperação podem variar com base nas necessidades individuais, no tipo de exercício praticado e nas metas pessoais. Antes de iniciar qualquer programa de fisioterapia de recuperação, é aconselhável consultar um fisioterapeuta ou profissional de saúde para avaliação e orientação personalizada.

    Recovery muscular: Quem deve recomendar essas técnicas?

    A recomendação de técnicas de recuperação muscular pode variar com base nas necessidades individuais, no tipo de atividade física praticada e nos objetivos específicos. Aqui estão alguns profissionais de saúde e especialistas que podem fornecer orientações e recomendações sobre estratégias de recuperação muscular:

    • Fisioterapeutas: Fisioterapeutas são profissionais de saúde treinados que podem avaliar a condição física de um indivíduo, identificar áreas de tensão muscular e fornecer orientações específicas sobre exercícios de recuperação, terapia manual e outras técnicas.
    • Treinadores Pessoais: Treinadores pessoais que têm conhecimento em fisiologia do exercício podem orientar seus clientes sobre estratégias de recuperação, incluindo alongamentos, exercícios de liberação miofascial e práticas de relaxamento.
    • Médicos do Esporte: Médicos do esporte têm conhecimento em lesões relacionadas ao exercício e podem oferecer orientações sobre estratégias de recuperação, especialmente em casos de lesões musculares ou articulares.
    • Nutricionistas Esportivos: Nutricionistas especializados em esportes podem fornecer orientações sobre a nutrição adequada para a recuperação muscular, incluindo a ingestão de proteínas, carboidratos e outros nutrientes essenciais.
    • Quiropráticos: Quiropráticos podem utilizar técnicas de ajuste e manipulação para melhorar a mobilidade articular e reduzir a tensão muscular, contribuindo para a recuperação.
    • Especialistas em Recuperação Física: Alguns centros especializados oferecem serviços de recuperação física, onde os profissionais podem usar técnicas como crioterapia, terapia de compressão, massagem terapêutica e outras para promover a recuperação muscular.
    • Fisiculturistas e Atletas Profissionais: Atletas profissionais e fisiculturistas muitas vezes têm experiência prática extensa em estratégias de recuperação. Compartilhar experiências e melhores práticas com colegas atletas pode ser uma fonte valiosa de informações.
    • Psicólogos do Esporte: Psicólogos do esporte podem ajudar na gestão do estresse e ansiedade relacionados ao desempenho esportivo, o que pode ter um impacto na recuperação muscular.
    • Massoterapeutas e Especialistas em Massagem Desportiva: Profissionais especializados em massagem desportiva podem fornecer técnicas de massagem específicas para melhorar a circulação sanguínea, reduzir a tensão muscular e promover a recuperação.

    Ao buscar orientações sobre estratégias de recuperação muscular, é importante considerar as necessidades individuais, o nível de atividade física, as condições de saúde específicas e outros fatores pessoais. A abordagem mais eficaz muitas vezes envolve uma combinação de diferentes técnicas, adaptadas às circunstâncias e objetivos de cada pessoa.

    Recovery na Vicci

    Aqui na Vicci, tratamos a recuperação após uma lesão de forma completa. Assim, temos uma equipe de profissionais comprometidos com essa tarefa, isso inclui ortopedistas, fisioretapeutas, nutricionistas, entre outros. Além disso, também contamos com tecnologia de ponta em todos os momentos. 

    Alternativas de recovery na Vicci: Game Ready

    Quando o assunto é recovery, buscamos excelência neste processo e contamos com toda a tecnologia do Game Ready. Na prática, funciona a partir da combinação entre compressão e crioterapia. 

    Essa compressão proporciona um efeito de bombeamento natural, evitando o acúmulo de fluidos e reduzindo a inflamação. Já a crioterapia consiste na aplicação de baixas temperaturas que proporciona a redução da dor e do processo inflamatório, evitando portanto o acúmulo excessivo de fluidos ou edemas.

    Essa combinação resulta em um recovery fisioterapia totalmente eficiente e completamente indolor para o paciente. 

    Recovery fisioterapia na Vicci: Bota Compressiva

    Uma outra solução disponível é a bota compressiva, mais precisamente a Recovery Pump.  Trata-se de uma bota que contém um dispositivo de compressão que age de modo sequencial, agilizando a habilidade natural do corpo para liberar resíduos metabólicos do músculo, sendo utilizada tanto em lesões musculoesqueléticas, como em recuperação após cirurgias.

    Este processo acontece por meio de níveis de compressão direcionados. Como resultado, encontramos uma agilidade na recuperação muscular, além da ajuda para aliviar e reduzir a sensação de dores locais, diminuição do nível do edema da lesão e ainda a redução significativa da fadiga muscular.

    Sobre essa bota, é preciso destacar que é necessário conhecimento específico, afinal é preciso parametrizar de maneira correta a pressão, o tempo de tratamento e a velocidade de uso para que se obtenha um resultado satisfatório. Dessa forma, o acompanhamento de um profissional é fundamental. 

    Agora que você sabe o que é recovery e sabe que aqui na Vicci temos tecnologia e profissionais para te ajudar nessa recuperação, o próximo passo é com você. 

    Agende agora mesmo seu contato e entenda como começar a utilizar essa combinação em sua rotina de recuperação e prevenção de lesões. 

  • Quando devo procurar um fisioterapeuta?

    Quando devo procurar um fisioterapeuta?

    A fisioterapia é uma das modalidades mais importantes quando o assunto é desenvolvimento do corpo humano, bem-estar, qualidade de vida e mesmo a manutenção de uma rotina sem dores. Mas, afinal, quando procurar um fisioterapeuta?

    Essa é uma dúvida muito comum. Ao sentir uma dor no braço e na perna, muitas pessoas ficam na dúvida sobre o que fazer. Procurar um ortopedista ou procurar diretamente um fisioterapeuta?

    O que faz um fisioterapeuta?

    De uma forma bem simples podemos dizer que um fisioterapeuta é um profissional que possui o papel de cuidar, estudar, diagnosticar, prevenir e tratar as disfunções cinéticas funcionais de órgãos e sistemas do corpo humano. 

    Olhando para a área como um todo, a fisioterapia é a área responsável por resolver problemas relacionados com os movimentos do corpo. 

    Para isso, terapias manuais e técnicas que utilizam exercícios, aparelhos, equipamentos e dispositivos a base de ondas de choque, ultrassom ou mesmo lazer para realizar tratamentos preventivos e reparatórios com a finalidade de reabilitação, fortalecimento ou condicionamento de alguma parte do corpo. 

    Levando em conta esses pontos, vale deixar claro que todo o contexto por trás da fisioterapia deve ser realizado por um fisioterapeuta. Embora a indicação parta de um médico e, muitas vezes, há um trabalho em conjunto, o único profissional capaz de avaliar, determinar o número de sessões e os tipos de procedimentos é o próprio fisioterapeuta.

    Dessa forma, cabe a esse profissional o acompanhamento e monitoramento acerca da evolução de cada paciente e o processo de dar alta ao paciente. Portanto, assim como falamos sobre a importância de um médico para tratamentos médicos, é preciso destacar a importância do fisioterapeuta para tratamentos fisioterápicos.

    O Portal da Saúde confirma que: “O profissional da fisioterapia tem como objeto de estudo o movimento humano. É ele quem avalia, previne e trata os distúrbios da cinesia humana, sejam decorrentes de alterações de órgãos e sistemas ou como repercussões psíquicas e orgânicas. A profissão foi regulamentada pelo Decreto-Lei nº 938/1969;”

    Especialidades:

    • Acupuntura;
    • Fisioterapia Dermatofuncional;
    • Fisioterapia Esportiva;
    • Fisioterapia do Trabalho;
    • Fisioterapia Neurofuncional;
    • Fisioterapia Oncofuncional;
    • Fisioterapia Respiratória;
    • Fisioterapia Traumato-Ortopédica;
    • Osteopatia e Quiropraxia;
    • Fisioterapia em Saúde Coletiva;
    • Fisioterapia em Saúde da Mulher.

    Portanto, qualquer outro tipo de diagnóstico, avaliação e recomendação de procedimento que não passe por um fisioterapeuta, deve ser entendido como perigoso para a saúde e bem-estar da pessoa. Inclusive, há o risco iminente de agravamento de lesões e quadros quando o processo não é realizado corretamente. 

    O que um fisioterapeuta trata? 

    Ao contrário do que muita gente pensa, o profissional de fisioterapia é responsável por tratar algumas condições que vão além das lesões ortopédicas. Conheça a seguir, 12 especialidades de atuação de profissionais de fisioterapia:

    Dito isso, vamos conhecer 12 especialidades que cabem a intervenção de um profissional desta área:

    1. Acupuntura: É uma técnica da medicina tradicional chinesa que envolve a inserção de agulhas finas em pontos específicos do corpo. A acupuntura visa promover o equilíbrio energético, aliviar a dor e tratar uma variedade de condições físicas e emocionais.
    2. Fisioterapia do trabalho: É uma área da fisioterapia que visa prevenir e tratar problemas de saúde relacionados ao trabalho. Os fisioterapeutas do trabalho realizam avaliações ergonômicas, fornecem orientações sobre postura adequada, adaptam o ambiente de trabalho e prescrevem exercícios para prevenir lesões ocupacionais.
    3. Fisioterapia respiratória: Concentra-se no tratamento de condições respiratórias, como asma, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e fibrose cística. Os fisioterapeutas respiratórios utilizam técnicas de mobilização das vias respiratórias, exercícios respiratórios, drenagem postural e outras modalidades para melhorar a função pulmonar e ajudar na remoção de secreções.
    4. Fisioterapia em saúde coletiva: Envolve a atuação do fisioterapeuta em políticas de saúde e programas de promoção da saúde em nível comunitário. Eles podem trabalhar em prevenção de doenças, promoção de hábitos saudáveis e educação em saúde.
    5. Fisioterapia dermatofuncional: É uma área que abrange tratamentos estéticos e funcionais da pele, como drenagem linfática, massagem modeladora, eletroterapia e técnicas para cicatrização e recuperação pós-cirúrgica.
    6. Fisioterapia neurofuncional: Concentra-se na reabilitação de pacientes com condições neurológicas, como acidente vascular cerebral (AVC), lesão medular, paralisia cerebral e doenças neurodegenerativas. Os fisioterapeutas neurofuncionais realizam exercícios, treinamento de marcha, estimulação elétrica, entre outras intervenções, para melhorar a função e a qualidade de vida dos pacientes.
    7. Fisioterapia traumato-ortopédica: É voltada para o tratamento de lesões musculoesqueléticas, como fraturas, entorses, lesões ligamentares, lesões esportivas e pós-cirúrgicas. Os fisioterapeutas traumato-ortopédicos utilizam exercícios, técnicas manuais, eletroterapia e outras abordagens para reabilitar e fortalecer os tecidos afetados.
    8. Fisioterapia em saúde da mulher: Envolve o cuidado fisioterapêutico específico para a saúde da mulher, incluindo gestantes, pós-parto, incontinência urinária, disfunções sexuais e acompanhamento pré e pós-cirúrgico ginecológico.
    9. Fisioterapia esportiva: Concentra-se na prevenção, tratamento e reabilitação de lesões relacionadas à prática de esportes. Os fisioterapeutas esportivos trabalham com atletas e praticantes de atividades físicas, utilizando técnicas para promover a recuperação e o desempenho atlético.
    10. Fisioterapia oncofuncional: Envolve o suporte fisioterapêutico para pacientes com câncer. Os fisioterapeutas oncofuncionais ajudam a minimizar os efeitos colaterais do tratamento, como fadiga, dor, linfedema e limitações de movimento, além de auxiliar na reabilitação pós-tratamento.
    11. Osteopatia: É uma abordagem terapêutica que se concentra na avaliação e tratamento das disfunções musculoesqueléticas por meio de técnicas manuais. Os osteopatas utilizam manipulações articulares, mobilizações e outros métodos para promover o equilíbrio e a saúde do corpo.
    12. Quiropraxia: É uma disciplina da área da saúde que se concentra na avaliação e tratamento de problemas neuro musculoesqueléticos. Os quiropraxistas usam ajustes articulares e técnicas manuais para melhorar a função do sistema nervoso e aliviar a dor.

    É importante ressaltar que a prática de algumas dessas técnicas pode variar de acordo com as leis e regulamentos de cada país, e nem todos os fisioterapeutas são especializados em todas as áreas mencionadas. Além disso, o tratamento adequado dependerá das necessidades individuais de cada paciente e da avaliação realizada pelo fisioterapeuta.

    Quando devo fazer fisioterapia?

    A seguir, destacamos 3 ações que provavelmente você não sabia que pode contar com um fisioterapeuta, confira e conheça algumas situações em que você pode procurar um fisioterapeuta.

    Para o tratamento de doenças respiratórias

    Atualmente, a atuação de fisioterapeutas em situações que envolvem questões respiratórias está mais conhecida por conta dos acontecimentos envolvendo a Covid-19, porém, durante muito tempo isso não esteve no conhecimento popular. 

    Esse profissional é responsável por cuidar e contribuir com a saúde do sistema respiratório das pessoas. Isso pode ser aplicado para a prevenção ou mesmo recuperação após quadros como doenças respiratórias. Normalmente, esse profissional atua em ambulatórios e centros de terapias intensivas, afinal, lida com certa complexidade de quadros. 

    Para a melhoria da postura

    A fisioterapia possui papel fundamental quando o assunto é realização de movimentos de forma mais orgânica e dinâmica possível. A coluna é uma das grandes beneficiadas dos exercícios de uma sessão de fisioterapia.

    Inclusive, existem algumas práticas focadas nesse objetivo, práticas como RPG e pilates podem oferecer melhores hábitos posturais, inclusive auxiliando em tratamentos e prevenção de doenças como a hérnia de disco.

    Ainda nesse sentido, a fisioterapia possui uma atribuição na ajuda de gestantes, visto que acompanha a criação de uma postura para evitar dores e evitar impactos na coluna durante a gestação. 

    Para lidar com questões neurofuncionais 

    Essa é a área da fisioterapia responsável por lidar com quadros que envolvem síndromes neurológicas que impactam o dia a dia das pessoas. 

    Vale destaque para a atuação preventiva, curativa, paliativa e adaptativa do fisioterapeuta, sobretudo em casos de recuperação de danos no sistema nervoso que podem ser causados por diversos fatores, inclusive Acidente Vascular Cerebral (AVC).

    Um dos casos tradicionais é a necessidade de lidar com paralisias, perda de equilíbrio inesperada, tonteiras e inclusive efeitos de doenças como o Mal de Parkinson. 

    Quando devo procurar um fisioterapeuta?

    De forma bem direta, podemos dizer que não existe uma resposta correta, um sintoma ou um alerta que deve ser percebido que serve como sinal que você precisa procurar um fisioterapeuta. 

    É sempre necessário entender o que você está sentindo e, principalmente, saber compreender os sinais do seu corpo. 

    Em casos de lesões ortopédicas, por exemplo, seja uma torção de tornozelo, lesão no braço ou na mão, certamente você deverá passar por algumas sessões de fisioterapia. No entanto, o primeiro procedimento é procurar um ortopedista.

    Após a realização de exames e do diagnóstico, esse médico fará o encaminhamento para o fisioterapeuta. Com base neste diagnóstico, nos exames de imagem e também em exames próprios, o profissional de fisioterapia definirá o melhor tratamento e os melhores exercícios. 

    Como escolher um bom fisioterapeuta?

    Escolher um bom profissional de fisioterapia é um procedimento que pode ser complicado, afinal, como vimos, existem muitas especialidades e atualmente muitas metodologias diferentes. No entanto, não precisa ser algo impossível, abaixo listamos 3 dicas para te ajudar a acertar na escolha. 

    1. Entenda qual especialidade você procura

    Antes de tudo é importante que você entenda qual é a sua necessidade. Como você viu, existem diferentes tipos de atuação, por isso, é preciso encontrar um fisioterapeuta que seja especializado naquela demanda que você possui.

    Afinal, o melhor fisioterapeuta esportivo do mundo pode não ser o ideal para o tratamento focado em doenças respiratórias, por exemplo. 

    2. Evite aqueles que prometem tratamentos mágicos

    Assim como em todas as áreas, existem clínicas e profissionais de fisioterapia bons e existem aqueles que não são profissionais. Sabemos que alguns tratamentos são mais demorados, afinal, podemos lidar com lesões mais graves.

    Dessa forma, evite aqueles que prometem tratar sua lesão em uma única sessão ou em um número de sessões muito abaixo. É preciso que você tenha confiança no profissional e também no método utilizado, por isso, busque entender sobre o que você precisa e sobre qual tratamento pode ser recomendado.  

    3. Pesquise sobre a clínica que este profissional atua

    Tão importante quanto pesquisar sobre o profissional é pesquisar sobre o local onde ele atua. Saber o feedback de pacientes, buscar avaliações, conferir as especialidades e conhecer a estrutura são passos essenciais para acertar na escolha.

    Ortopedista ou fisioterapeuta qual a diferença?

    A fisioterapia e a ortopedia são duas áreas distintas, mas que muitas vezes trabalham em conjunto para o tratamento de lesões musculoesqueléticas e condições ortopédicas. Vou explicar a diferença entre elas:

    Ortopedia: A ortopedia é uma especialidade médica que se concentra no diagnóstico, tratamento cirúrgico e não cirúrgico e prevenção de doenças e lesões relacionadas ao sistema musculoesquelético. Os ortopedistas são médicos formados que se especializam em ortopedia e realizam intervenções cirúrgicas, prescrevem medicamentos e tratamentos conservadores, como imobilizações e injeções.

    Os ortopedistas geralmente tratam uma ampla variedade de condições, como fraturas ósseas, luxações articulares, lesões ligamentares, tendinites, osteoartrite, deformidades congênitas e doenças degenerativas da coluna vertebral. Eles podem solicitar exames de imagem, como radiografias, tomografias e ressonâncias magnéticas, para auxiliar no diagnóstico.

    Fisioterapia: A fisioterapia é uma disciplina da área da saúde que visa prevenir, tratar e reabilitar pacientes com condições médicas e lesões que afetam o sistema musculoesquelético, neurológico e respiratório. Os fisioterapeutas são profissionais de saúde que possuem graduação em fisioterapia e são especializados no uso de técnicas terapêuticas, exercícios e modalidades físicas para melhorar a função e aliviar a dor dos pacientes.

    Na Clínica Vicci em BH você encontra os melhores fisioterapeutas. Além da estrutura exemplar que é referência, prezamos por um atendimento diferenciado, focado em levar qualidade de vida e saúde para nossos pacientes. Agende seu horário agora mesmo e escolha pela excelência. Entre em contato.

  • Postura correta: como alcançar por meio da fisioterapia

    Postura correta: como alcançar por meio da fisioterapia

    Os problemas na coluna fazem parte da realidade de boa parte da população mundial. Nesse sentido, a fisioterapia se coloca como uma das principais aliadas para quem busca uma postura correta, seja em atividades cotidianas como andar ou trabalhar, ou mesmo para atividades físicas. 

    A realidade por trás das dores na coluna pode ser percebida por meio de números da Organização Mundial da Saúde, a OMS. De acordo com dados levantados em um estudo e publicados no Jornal da USP, 80% da população já teve ou terá algum tipo de dor na coluna. 

    Por isso, não há outro caminho: é preciso procurar formas de amenizar essas dores. Ao longo desse conteúdo você entende os motivos que colocam a fisioterapia como uma das principais formas de alcançar a postura correta. Confira:

    Qual a importância de manter a postura correta?

    Para começarmos, é necessário esclarecer o que é postura. Postura é a posição que uma pessoa mantém o corpo, seja enquanto está em pé, sentada ou mesmo enquanto está deitada. 

    Quando falamos em postura correta, estamos falando sobre qualidade de vida. O motivo é bem simples: essa posição influencia movimentos diversos e pode ser a fonte causadora de dores e complicações que vão desde a coluna, até os membros superiores, inferiores e ainda é uma das causas mais constantes de torcicolo. 

    Um outro ponto relevante sobre a importância de manter a postura correta está relacionado com a saúde de músculos e articulações. Esse fato é essencial para evitar a ocorrência de lesões ortopédicas. 

    Existe uma postura correta?

    Diferentemente do que muita gente pensa, não existe uma postura considerada correta para todo mundo. Cada pessoa conta com características diferentes, isso envolve peso, tamanho dos membros, por exemplo, assim, o indicado pode mudar. 

    A postura é resultado de uma busca pelo equilíbrio de várias partes do corpo, isso envolve uma boa mecânica e a capacidade de realizar movimentos de forma eficiente e sem comprometer o bem-estar.

    No entanto, existem algumas orientações gerais para ter uma postura correta. Abaixo, vamos ver algumas dicas para manter a boa postura em diferentes atividades. 

    No entanto, a dica geral é sempre procurar aquela que te deixa confortável, se não causa nenhuma dor no momento ou após, é um bom sinal de que é uma boa postura. 

    Melhor postura para andar

    Andar é um movimento simples e, em tese, não há complicação para realização dessa ação. No entanto, existem algumas considerações necessárias quando olhamos para a postura. 

    Andar com os ombros curvados, por exemplo, é um dos principais pontos de atenção durante esse movimento. 

    Por isso, a dica para andar passa pela postura ereta, alinhamento dos pés e braços e também a manutenção da cabeça reta. Essas ações contribuem para dar fluidez ao movimento e impedir que seja demandado um esforço elevado. 

    Além disso, é preciso considerar que estamos falando em boas práticas para o movimento contínuo. Sair desse padrão em momentos específicos e de forma esporádica não causa problema.

    Melhor postura para dormir

    O sono é um dos principais responsáveis pela regulação dos níveis de hormônios, além de ajudar a diminuir os níveis de cortisol no sangue. Dessa forma, adotar uma postura adequada para dormir é algo essencial para ajudar nesse momento e também para evitar dores no outro dia, visto que normalmente dormimos 8 horas por noite. 

    De uma forma bem direta, e novamente lembrando que existem algumas exceções, a melhor posição para dormir é de lado. Dessa forma, é possível deixar a coluna apoiada e em uma linha contínua, fator que contribui para evitar dores nas costas e também lesões na coluna.  

    Sobre a postura ao dormir, vale destacar que uma má posição afeta outras regiões do corpo e pode causar problemas como fadiga, apneia do sono, cãibras, má circulação e até azia.

    Postura correta para trabalhar ao computador

    O debate acerca da melhor postura para trabalhar no computador é tema central de conversas de escritório. Cadeira ortopédica, equipamentos de apoio de pés, encostos e mesas de diferentes são soluções eficientes, porém, só funcionam quando contam com a ajuda de uma boa postura. 

    Trabalhar sentado de frente para o computador é uma realidade de muitas pessoas atualmente, por isso, é tão importante entender quais são as boas práticas sobre a melhor postura. 

    A seguir, você confere 3 dicas para essa atividade:

    1. Com relação a isso, o principal ponto de atenção é a manutenção da coluna ereta. Esse passo é fundamental para a distribuição correta do peso sobre discos intervertebrais e para evitar a formação de coluna torta, popularmente conhecida como corcunda.
    2.   Não cruzar as pernas e deixar os pés apoiados no chão. Esse processo é importante para evitar um desequilíbrio e fazer com que apenas um lado do seu corpo receba o peso. 
    3. Controlar a altura da tela. A sua postura depende diretamente da distância e da altura da tela. Uma boa prática é deixar sempre a uma distância de 50 a 60 cm e sempre alinhado com o seu olhar, evitando a necessidade de esforço do pescoço para olhar sempre para cima ou para baixo.

    3 dicas para alcançar a postura correta

    A seguir, separamos 3 dicas gerais para começar um hábito mais saudável para sua coluna e melhorar a postura. Confira:

    1. Ter cuidado com os pesos: carregar pesos de forma equivocada é um dos grandes vilões para a postura e para a coluna. Isso pode ser percebido no fato de carregar bolsas ou mesmo no levantamento de peso na academia, a dica é sempre ter atenção ao movimento e evitar usar apenas um lado do corpo. 
    2. Praticar atividades físicas: como sempre falamos, levar uma vida saudável é um dos principais aliados para a saúde do seu corpo e com a postura não é diferente. A prática de atividades físicas é fundamental para o fortalecimento dos músculos das costas e do abdômen, impactando na manutenção de uma boa postura. 
    3. Evitar muito tempo em uma única posição: ter pausas entre o trabalho, mudar a posição com frequência e andar no meio do expediente são ações que impedem vícios na postura. 

    Como a fisioterapia ajuda a ter a postura correta

    Por fim, é preciso destacar a importância da fisioterapia para quem busca uma postura correta. 

    A fisioterapia é um dos caminhos naturais para quem busca melhorar a postura. Por meio de exercícios específicos é possível dedicar atenção aos movimentos, fortalecendo músculos e treinando o corpo como um todo. 

    Isso acontece devido a fisioterapia estimular o sistema neuromuscular por meio da associação de movimentos das articulações e músculos. Com isso, tensões, lesões e vícios musculares são estrategicamente afetados com os movimentos. 

    Portanto, além de contribuir para que você alcance uma postura correta, a fisioterapia também é importante para evitar lesões, tratar dores na coluna e outras alterações ortopédicas que podem comprometer todo o esqueleto humano.  

    O resultado é a melhoria da capacidade motora e uma adaptação natural dos movimentos para a rotina de cada pessoa, contribuindo para a qualidade de vida. 

    Aqui na Vicci, você conta com a melhor equipe de fisioterapia, além de outros médicos. Assim, você consegue apoio para ter uma postura correta, evitar dores na coluna e ter uma vida mais saudável.

    Entre em contato e agende seu horário agora mesmo. 

  • Torcicolo: como a fisioterapia pode solucionar esse problema

    Torcicolo: como a fisioterapia pode solucionar esse problema

    Acordar com dor na região do pescoço é uma situação muito comum entre as pessoas, principalmente quem possui entre 20 e 30 anos. Nestes momentos, existem várias teorias sobre a causa e apenas uma certeza: trata-se de torcicolo. 

    Porém, diferentemente do que muita gente acredita, existem vários elementos que podem influenciar a aparição dessas dores no pescoço e de um quadro de torcicolo. Inclusive, pode ser um sintoma de algo mais sério e gerar outros problemas. 

    Por isso, ao longo desse conteúdo vamos apresentar os detalhes sobre torcicolo e mostrar como a fisioterapia pode solucionar esse problema de uma vez por todas. Acompanhe.

    O que é torcicolo?

    Torcicolo pode ser definido como a tensão e contração intensa dos músculos da região do pescoço. Como resultado, há uma inclinação direcionada para um lado do corpo, gerando dores na região e dificuldade de movimentação da cabeça e outras regiões como ombros e costas. 

    O termo torcicolo pode ser entendido por meio de sua origem etimológica. Afinal, pescoço (colo) e torto é uma tradução e adaptação livre dessa palavra. Ademais, mesmo que essas dores estejam no pescoço, existem alguns tipos de torcicolo. A seguir você conhece os principais. 

    Tipo de torcicolo

    • Torcicolo congênito: esse tipo de torcicolo é muito comum em recém-nascidos. Afeta o  músculo lateral do pescoço, fazendo com que os bebês permaneçam com a cabeça inclinada. 
    • Torcicolo dermatológico: como o nome sugere, esse tipo de torcicolo está relacionado com alguma lesão na pele. Assim, a limitação do movimento e as dores podem ser causadas pela cicatrização dessas lesões. 
    • Torcicolo espasmódico: esse é o tipo mais comum de torcicolo em adultos e jovens, gerando contração involuntária dos músculos cervicais. É resultado de ações como tensão emocional, esforço demasiado em atividades físicas, trauma por deslocamento repentino ou mesmo permanência na mesma posição por períodos prolongados sem qualidade necessária. 
    • Torcicolo vestibular: esse tipo de torcicolo acontece devido à disfunção do labirinto, estrutura responsável pelo equilíbrio do ser humano. Na prática, quando há falta de harmonia nesse equilíbrio, a tendência é a compensação com a posição da cabeça, o que gera torcicolo. 

    Além desses tipos, ainda existem torcicolos neurogênicos, oculares e reumatológicos, casos mais raros e que são decorrentes de problemas em outras regiões do corpo ou consequências de quadros específicos, como um AVC. 

    Quais são os sintomas de torcicolo?

    Como falamos, torcicolo é a tensão dos músculos do pescoço e acaba causando dor e desconforto nessa região. Porém, além disso, esse quadro ainda pode ser acompanhado de outros sintomas. Confira quais são:

    • Dificuldade de movimentação: em decorrência da tensão, o principal sintoma depois da dor é a dificuldade de realizar movimentos básicos, como virar a cabeça para o lado e movimentar em diferentes direções. 
    • Dor em outras partes do corpo: além das dores no pescoço, em alguns casos, o paciente também pode sentir dores em outras regiões como a cabeça, nos braços e forte dor nas costas.  
    • Ombro mais alto de um lado do corpo: esse quadro pode interferir na posição do ombro, fazendo com que um lado fique mais alto em decorrência da tensão dos músculos na região do pescoço. 

    Quais são as principais causas de torcicolo?

    As principais causas de torcicolo estão relacionadas à postura, permanência em uma determinada posição (como na direção de um carro), noite mal dormida, prática excessiva de atividades que envolvem levantamento de peso. Porém, existem algumas outras que merecem destaque. 

    1. Traumatismos: em caso de pancadas ou impacto forte na região que engloba a cabeça e o pescoço, o resultado comum é a queixa de torcicolo. 
    2. Espasmos musculares: pessoas que sofrem com doenças propensas ao acontecimento de espasmos musculares tendem a reclamar de torcicolo. Um bom exemplo é a Doença de Parkinson que pode gerar esse tipo de sintoma. 
    3. Doenças nas costas: doenças nas costas também podem causar torcicolo. Quem tem problemas como hérnia de disco e escoliose, por exemplo, está mais propenso a esse sintoma. 
    4. Estresse: o estresse é um outro importante elemento capaz de causar torcicolo. Afinal, o estresse pode impactar a tensão muscular e fazer com que a região do pescoço sofra com rigidez. 
    5. Problemas congênitos: exclusivo ao tipo de torcicolo congênito, a causa é o fato do bebê nascer com uma alteração muscular na região do pescoço, resultando em uma postura de sobrecarga. 

    Quais são os tratamentos comuns para torcicolo?

    É importante destacar que, em boa parte dos casos, o quadro de torcicolo dura apenas alguns dias, sendo que 48 horas é média global de duração de dores intensas e o quadro tende a melhorar completamente em um período que varia entre 3 e 5 dias.

    Isso acontece principalmente nos casos relacionados à má postura, noites sem qualidade e ainda problemas na prática de atividades físicas. 

    É sempre importante destacar que, caso essas dores não passem ou sejam contínuas, é preciso procurar um médico para que exames e um diagnóstico completo sejam definidos. No entanto, para casos mais simples e dores que aparecem momentaneamente, existem alguns tratamentos para aliviar a dor e prevenir que aconteçam. 

    Tratamentos para aliviar torcicolo

    Analgésicos e anti-inflamatórios são utilizados para aliviar a dor e relaxantes musculares para evitar espasmos. Atualmente, é possível encontrar relaxantes que atuam diretamente no local, que podem ser colocados como adesivos sobre a região. 

    Além disso, água quente e massagem na região são outras soluções caseiras normalmente recomendadas em casos mais leves. E claro, todas essas dicas, acompanhadas de repouso e atenção quanto à evolução das dores.  

    Para evitar que esse problema seja uma constante, a indicação é atenção à postura, posição de trabalho, travesseiro e prática de exercícios físicos. E, casos específicos, é necessário procurar um fisioterapeuta para tratamento de fortalecimento dos músculos da coluna cervical. 

    Sobre isso, vamos falar com detalhes a seguir para que você entenda a importância de contar com um fisioterapeuta para solucionar de uma vez por todas os problemas com torcicolo. 

    Como a fisioterapia atua em casos de torcicolo?

    Buscar tratamento fisioterápico é fundamental, sobretudo, para aquelas pessoas que sofrem constantemente com dores no pescoço e torcicolo. Durante as sessões de fisioterapia, serão desenvolvidos exercícios que atuam diretamente nos músculos responsáveis pela sustentação da coluna cervical. 

    Esses exercícios são baseados em alongamentos do pescoço e dos músculos das costas que afetam essa região. Além disso, o tratamento também passa pelo conhecimento sobre boas práticas de posicionamento durante o dia e mesmo durante as noites. 

    Dessa forma, eles serão fortalecidos e alongados. O resultado é a melhora da postura e a  descompressão de raízes nervosas dessa região, liberando a tensão existente e permitindo que movimentos sejam realizados sem dificuldade. 

    Além disso, o fisioterapeuta planeja um plano de exercícios pensando na evolução do paciente de forma que ao decorrer do tempo obtenha resultados como o ganho da amplitude do movimento do pescoço e o alinhamento do corpo.  

    Portanto, a dica final é, ao sentir que as dores estão graves, procurar um médico especializado para diagnóstico e receber a recomendação do tratamento adequado para o seu quadro. 

    Está sofrendo com torcicolo? Com essas informações você sabe o que fazer e como observar esse quadro. Para mais informações.

    Entre em contato com nosso time de especialistas e fique mais perto de ajuda fisioterápica para lidar com dores do pescoço. 

  • Quantas sessões de fisioterapia são necessárias no tratamento?

    Quantas sessões de fisioterapia são necessárias no tratamento?

    Além de tratamentos caseiros como massagens, bolsa de água quente e relaxantes musculares, o tratamento fisioterápico é um dos mais indicados para quem sofre constantemente com torcicolo. No entanto, ficam dúvidas sobre quantas sessões de fisioterapia são necessárias para lidar com essas situações. 

    Como a pergunta sobre a quantidade de sessões de fisioterapia é uma constância por aqui. Ao longo desse conteúdo vamos apresentar algumas informações para que você entenda qual o volume é preciso para lidar com lesões e dores do pescoço e também em outras partes do corpo. Acompanhe.

     Quem define a quantidade de sessões de fisioterapia?

    Vamos começar explicando os detalhes sobre como a decisão sobre a quantidade de sessões é tomada. 

    Antes de qualquer coisa é preciso ressaltar que apenas o fisioterapeuta pode indicar e determinar a quantidade necessária de sessões para tratamento. Esse detalhe é importante visto que durante muito tempo, esse processo era realizado por médico. 

    No entanto, de forma correta, o processo vem sendo atualizado e já há algum tempo o fisioterapeuta tem autonomia e capacidade para avaliar e determinar qual a quantidade de sessões necessárias para o tratamento de cada paciente. 

    Ainda sobre isso, o processo hoje pode acontecer sem a atuação médica. Caso você esteja sentindo dores no pescoço, por exemplo, pode marcar uma consulta com um fisioterapeuta para avaliação e verificação da real necessidade do tratamento.

    Porém, outro destaque importante é sobre a importância de procurar clínicas e espaços que ofereçam os dois atendimentos. Dessa forma, o trabalho é realizado em conjunto e o paciente conta com um olhar mais detalhado sobre suas lesões e traumas, aumentando as chances de uma recuperação adequada e mais rápida. 

    Como é a definição sobre a quantidade de sessões de fisioterapia?

    Agora que sabemos que essa definição cabe ao fisioterapeuta, vamos esclarecer sobre como é realizada a definição. 

    Durante a consulta deste profissional, serão analisados todos os detalhes sobre as queixas apresentadas pelo paciente. Nesse momento, pode-se começar pelo diagnóstico médico, porém, mesmo com essa análise serão considerados fatores como:

    • Funcionalidade da fisioterapia, isso quer dizer que é considerado o objetivo do tratamento buscado pelo paciente. Podemos encontrar casos de fortalecimento muscular, recuperação de lesões, solução para dores localizadas, alongamento, entre outros. 
    • Presença ou ausência de processo inflamatório na região em que o paciente relata desconforto, dor ou limitação de movimento. 
    • Natureza da lesão, analisando se a dor possui característica crônica ou momentânea, se é em apenas uma região ou se está em outras partes do corpo.  
    • Condições da lesão, o que passa pela origem, sintomas visíveis e outras características que servem para classificar cada quadro.  
    • Resultado de exames de imagens como ressonâncias e outros exames que identificam lesões e traumas diversos. 

    Depois de considerar todos esses elementos, o fisioterapeuta irá dizer quantas sessões serão necessárias, além de definir o planejamento de execução dessas atividades, bem como a definição dos exercícios que serão realizados ao longo do tempo. 

    Pode fazer fisioterapia todos os dias?

    A frequência ideal de fisioterapia depende de diversos fatores, como:

    • Tipo de lesão ou condição: Algumas lesões ou condições exigem sessões de fisioterapia mais frequentes, enquanto outras podem ser tratadas com menos frequência.
    • Gravidade da lesão ou condição: Lesões ou condições mais graves podem exigir sessões de fisioterapia mais frequentes do que lesões ou condições menos graves.
    • Progresso do paciente: A frequência das sessões de fisioterapia pode ser ajustada de acordo com o progresso do paciente.
    • Disponibilidade do paciente: A frequência das sessões de fisioterapia também deve levar em consideração a disponibilidade do paciente.

    Em geral, a fisioterapia pode ser feita de 1 a 3 vezes por semana. Em alguns casos, pode ser necessário fazer fisioterapia todos os dias, especialmente em situações agudas ou em estágios iniciais de reabilitação. No entanto, é importante ressaltar que nem sempre fazer fisioterapia todos os dias é a abordagem mais adequada.

    É importante consultar um fisioterapeuta para determinar a frequência ideal de fisioterapia para o seu caso. O fisioterapeuta irá avaliar a sua lesão ou condição e determinar a frequência de sessões que melhor atenderá às suas necessidades.

    É correto fazer fisioterapia todos os dias?

    Em alguns casos, pode ser apropriado fazer sessões de fisioterapia diariamente, especialmente em situações agudas ou em estágios iniciais de reabilitação.

    No entanto, é importante ressaltar que nem sempre fazer fisioterapia todos os dias é a abordagem mais adequada. O corpo precisa de tempo para se recuperar e se adaptar aos estímulos recebidos durante as sessões de fisioterapia. O fisioterapeuta levará em consideração a condição do paciente, o tipo de tratamento, a resposta individual e outros fatores relevantes ao estabelecer a frequência das sessões.

    É fundamental seguir as recomendações do fisioterapeuta em relação à frequência e duração das sessões. Isso garantirá uma abordagem adequada e segura para a reabilitação ou tratamento em questão. Sempre consulte o profissional de fisioterapia responsável pelo seu caso para obter orientações personalizadas e precisas em relação à frequência das sessões de fisioterapia.

    Quantas sessões de fisioterapia você precisa fazer

    Agora, chegou o momento de conferir alguns dados sobre a média de volume de sessões de fisioterapia necessárias para tratar lesões de diferentes tipos, inclusive mais comuns como torcicolo e dor nas costas. 

    Fisioterapia para torcicolo

    Para pacientes que sofrem com torcicolo, a fisioterapia é um dos melhores caminhos para lidar com dores, limitação de movimentos e outros sintomas desse quadro. Como vimos no conteúdo específico sobre torcicolo, existem vários tipos, o que consequentemente demanda um número de sessões diferentes. 

    No entanto, boa parte dos quadros mais tradicionais e leves de torcicolo são resolvidos após cerca de 10 sessões de fisioterapia. Durante esses momentos, exercícios de fortalecimento, alongamento e redução da tensão são passados para que o paciente tenha melhor desempenho muscular nessa região. 

    Fisioterapia na coluna

    Novamente, essa definição depende do quadro de cada pessoa, mas, tradicionalmente, pacientes que procuram tratamento fisioterápico para problemas na coluna precisam fazer pelo menos 10 sessões. Elas podem ser realizadas diariamente ou mesmo com intervalos, como por exemplo dia sim e dia não.

    Vale destacar que as dores nas costas também podem acontecer devido a diversos fatores. Portanto, dependendo do tipo e do causador, pode ser necessário um volume maior de sessões e um tratamento mais complexo também. 

    Fisioterapia para entorse

    Entorse do tornozelo, braço, ombro e joelho são comuns, afinal, esses membros são utilizados com frequência para práticas esportivas ou mesmo atividades diárias. Nesse caso, o grau da lesão é fundamental para definir quantas sessões de fisioterapia são necessárias, em média esse número gira em torno de 15 a 20 sessões necessárias. 

    Fisioterapia para fraturas

    Esse é um dos casos mais comuns entre jovens e pessoas que praticam esportes, seja profissionalmente ou mesmo amador. O processo comum de pós-operatório de uma lesão que envolve fratura costuma demandar um volume entre 20 e 30 sessões de fisioterapia para que a recuperação aconteça em um tempo correto e de forma natural, sem forçar a região que foi operada.  

    Quanto tempo dura uma sessão de fisioterapia

    A duração de uma sessão de fisioterapia pode variar dependendo do tipo de tratamento, das necessidades individuais do paciente e das recomendações do fisioterapeuta. Em geral, uma sessão de fisioterapia costuma ter duração média de 30 a 60 minutos.

    Durante esse tempo, o fisioterapeuta realizará uma avaliação inicial, desenvolverá um plano de tratamento personalizado e aplicará técnicas terapêuticas adequadas, como exercícios, alongamentos, massagens, mobilizações articulares ou outras intervenções específicas para promover a recuperação e a reabilitação do paciente.

    É importante ressaltar que o tempo exato da sessão pode variar e será determinado com base nas necessidades e progresso individuais de cada paciente.

    20 sessões de fisioterapia são quantos dias?

    A frequência das sessões de fisioterapia pode variar dependendo do plano de tratamento estabelecido pelo fisioterapeuta e das necessidades individuais do paciente. Em geral, as sessões de fisioterapia podem ocorrer de uma a várias vezes por semana.

    Se considerarmos uma frequência de três sessões por semana, por exemplo, 20 sessões de fisioterapia seriam concluídas em aproximadamente sete semanas. No entanto, é importante destacar que a duração total do tratamento pode ser maior ou menor, dependendo do caso específico e do progresso do paciente ao longo do tempo. O fisioterapeuta será capaz de fornecer uma estimativa mais precisa da duração do tratamento com base na avaliação inicial e na resposta individual do paciente.

    Importância de realizar todas sessões de fisioterapia

    Antes de finalizarmos esse conteúdo é essencial deixar um alerta sobre a importância de realizar todo o tratamento. Muitas vezes, após as primeiras sessões, o paciente vê melhora e deixa de fazer o restante necessário. 

    Esse é um erro que pode, entre outras coisas, agravar a lesão e fazer com que o problema volte a aparecer. 

    É preciso entender que um tratamento fisioterápico é dividido, pelo menos, em 3 partes:

    Combate às dores

    Nas primeiras sessões o foco dos exercícios é atuar diretamente nos sintomas apresentados, principalmente no que diz respeito ao alívio de dores. Porém, também é nesse momento que acontece a redução de inflamação local e ainda prevenção de contraturas musculares e problemas vasculares. 

    Trabalho para o movimento do corpo

    A segunda etapa de um tratamento fisioterápico é pautada no objetivo de melhorar e ampliar toda a estrutura do movimento do corpo humano, olhando para a região em que há um problema. Assim, o desempenho tecidual e muscular são impactados para que seja criada condição para evolução e fortalecimento. 

    Fortalecimento

    Por fim, a última etapa é composta por exercícios para fortalecimento muscular, ganho de força desses músculos e melhoria da rigidez articular. Esse acompanhamento é fundamental para que o aumento de dificuldade aconteça de forma controlada e, principalmente, de forma não agressiva ao corpo humano.  

    Portanto, o objetivo da fisioterapia é fazer com que você tenha plenas condições para realização de atividades sem que isso comprometa a saúde do seu corpo e sem fazer com que você sinta dores em movimentos, dos mais complexos aos mais simples. 

    No caso de tratamentos para lesões e mesmo quadros de dores como torcicolo. O objetivo das sessões de fisioterapia é compreender o que seu corpo precisa para lidar com esse problema e criar condições, e isso passa por fortalecimento, melhoria da postura, alongamento e exercícios, para que essas dores não sejam comuns e atrapalhem o seu dia a dia.  

    Quanto custa uma sessão de fisioterapia?

    O valor de uma sessão de fisioterapia pode variar muito, dependendo de diversos fatores, como:

    • Localização: Os preços podem ser mais altos em grandes cidades e regiões metropolitanas.
    • Especialidade do fisioterapeuta: Fisioterapeutas com especialidades mais raras, como fisioterapia esportiva ou fisioterapia neurológica, podem cobrar mais caro.
    • Tipo de tratamento: O preço da fisioterapia pode variar de acordo com o tipo de tratamento utilizado, como fisioterapia manual, eletroterapia ou cinesioterapia.
    • Plano de saúde: Se você tiver plano de saúde, o valor da fisioterapia pode ser coberto pelo plano.

    Para saber o valor exato de uma sessão de fisioterapia, você deve consultar um fisioterapeuta. O profissional irá avaliar sua situação e determinar o preço do tratamento.

    Agora que você tem acesso às informações sobre a quantidade de sessões de fisioterapia necessária para tratamento de lesões diversas, inclusive torcicolo, sabe o que é preciso para acabar com seu problema.

    Entre em contato com a gente, veja como marcar uma consulta com a equipe especializada em cada área e conheça melhor a Clinica Vicci em BH. 

  • Importância do fisioterapeuta: entenda na prática

    Importância do fisioterapeuta: entenda na prática

    A fisioterapia é uma das principais áreas da saúde. Ao longo dos anos, a importância do fisioterapeuta foi ganhando mais destaque na sociedade, deixando de ser visto apenas como o profissional responsável por tratar lesões ortopédicas e avançando para o lugar de destaque no tratamento de diversos quadros que comprometem a estrutura e as funções do corpo humano. 

    No entanto, ainda existem pessoas que não entendem essa importância e ainda não sabem qual o papel que um fisioterapeuta pode desempenhar para contribuir com a saúde, qualidade de vida e bem-estar das pessoas. 

    Ao longo desse conteúdo, vamos explicar com detalhes qual a importância do fisioterapeuta para a sociedade. Veja o que você encontra nesse artigo:

    – O que faz o profissional de fisioterapia.
    – Tipos de fisioterapeutas.
    – Vantagens da fisioterapia para pacientes
    – Importância para a saúde e bem-estar

    O que faz um fisioterapeuta? 

    Fisioterapeuta é o profissional responsável por cuidar, estudar, diagnosticar, prevenir e tratar as disfunções cinéticas funcionais de órgãos e sistemas do corpo humano. Na prática, podemos dizer que a fisioterapia é a área responsável por resolver problemas relacionados com os movimentos do corpo. 

    Para isso, terapias manuais e técnicas que utilizam exercícios, aparelhos, equipamentos e dispositivos a base de ondas de choque, ultrassom ou mesmo lazer para realizar tratamentos preventivos e reparatórios com a finalidade de reabilitação, fortalecimento ou condicionamento de alguma parte do corpo. 

    É importante destacar que todo o contexto por trás da fisioterapia deve ser realizado por um fisioterapeuta. Embora a indicação parta de um médico e, muitas vezes, há um trabalho em conjunto, o único profissional capaz de avaliar, determinar o número de sessões e os tipos de procedimentos é o próprio fisioterapeuta. 

    Dessa forma, cabe a esse profissional o acompanhamento e monitoramento acerca da evolução de cada paciente e o processo de dar alta ao paciente. Portanto, assim como falamos sobre a importância de um médico para tratamentos médicos, é preciso destacar a importância do fisioterapeuta para tratamentos fisioterápicos. 

    Na prática, isso quer dizer que qualquer outro tipo de diagnóstico, avaliação e recomendação de procedimento que não passe por um fisioterapeuta, deve ser entendido como perigoso para a saúde e bem-estar da pessoa. Inclusive, há o risco iminente de agravamento de lesões e quadros quando o processo não é realizado corretamente. 

    Tipos de fisioterapeuta

    Como falamos, boa parte das pessoas conhece o fisioterapeuta como o profissional responsável por tratamento de lesões, sobretudo aquelas ortopédicas. No entanto, a atuação desse profissional vai além e abaixo vamos apresentar algumas. Confira:

    Fisioterapeuta especialista em traumato-ortopédia

    Como falamos acima, é uma das principais atribuições da fisioterapia. Trata-se de lidar com disfunções musculoesqueléticas, contribuindo com a recuperação, prevenção ou mesmo melhoria de movimentos para execução de atividades básicas do dia a dia ou mesmo mais específicas. 

    Fisioterapeuta respiratório

    O fisioterapeuta respiratório ganhou ainda mais destaque nos últimos tempos. Afinal, esse profissional é responsável por cuidar e contribuir com a saúde do sistema respiratório das pessoas. Isso pode ser aplicado para a prevenção ou mesmo recuperação após quadros como doenças respiratórias. Normalmente, esse profissional atua em ambulatórios e centros de terapias intensivas, afinal, lida com certa complexidade de quadros. 

    Fisioterapeuta especialista em Acupuntura

    A acupuntura é um procedimento milenar presente na cultura de muitas regiões. Quando realizado corretamente, esse tratamento pode colaborar na atenuação de vários tipos de dores osteoarticulares. Vale destacar que pode ser realizado também por um médico ortopedista com essa especialização. 

    Fisioterapeuta especialista em Quiropraxia

    A quiropraxia é fundamental para o tratamento e prevenção de situações que afetam o sistema neuromusculoesquelético do corpo humano. Isso quer dizer que é fundamental para evitar o agravamento de patologias e para recuperar pessoas para que consigam executar atividades diárias. 

    Normalmente, as práticas envolvidas passam por massagens e exercícios e são procuradas por quem sente dores nas costas ou possui problemas na coluna vertebral. 

    Fisioterapeuta Dermatofuncional

    A  fisioterapia dermatofuncional é a área responsável por lidar com situações que envolvem condições dermatológicas. Geralmente, o fisioterapeuta atua em conjunto com um dermatologista, contribuindo para tratamentos para doenças como úlceras, cicatrizes, feridas, envelhecimento cutâneo, estrias, acne, gordura localizada ou mesmo em momentos após procedimentos cirúrgicos. 

    Fisioterapeuta do trabalho

    Esse profissional está cada vez mais presente em empresas. Sua função é contribuir para o dia a dia dos trabalhadores, sendo o responsável por ações que envolvem a criação, promoção e execução de boas práticas para a saúde desse corpo de funcionários mediante suas atividades executadas. Inclusive é de suma importância para evitar acidentes de trabalho e afastamentos demasiados.  

    Fisioterapeuta esportivo

    Esse é o profissional de fisioterapia que auxilia atletas amadores e profissionais na prevenção de lesões, redução de riscos nas atividades, fortalecimento e recuperação de lesões. 

    Além de entender todo o funcionamento do corpo humano, esse profissional também entende sobre os movimentos e ações corporais envolvidos em cada atividade e exercício físico. Assim, em conjunto com médicos e outros profissionais, consegue criar uma rotina de práticas necessárias para alcançar o objetivo de cada paciente. 

    Fisioterapeuta neurofuncional

    Por fim, mas não menos importante, vamos falar sobre a área da fisioterapia responsável por lidar com quadros que envolvem síndromes neurológicas que impactam o dia a dia das pessoas. 

    Vale destaque para a atuação preventiva, curativa, paliativa e adaptativa do fisioterapeuta, sobretudo em casos de recuperação de danos no sistema nervoso que podem ser causados por diversos fatores, inclusive Acidente Vascular Cerebral (AVC).

    Um dos casos tradicionais é a necessidade de lidar com paralisias, perda de equilíbrio inesperada, tonteiras e inclusive efeitos de doenças como o Mal de Parkinson.  

    Vale a pena lembrar que essas são apenas algumas especializações possíveis para o profissional de fisioterapia. Algumas outras atuações possíveis como o pilates, que tem crescido dia após dia, e mesmo a fisioterapia gerontológica também são tão importantes quanto as outras citadas neste conteúdo e merecem todo reconhecimento possível. 

    Vantagens da fisioterapia 

    Para os pacientes a importância da fisioterapia está diretamente relacionada com a recuperação de quadros, sobretudo aqueles que tradicionalmente poderiam envolver procedimentos cirúrgicos e mais invasivos como a fisioterapia. 

    Sessões de fisioterapia, através de um método não invasivo, podem recuperar quadros tidos como graves e irreversíveis e oferecer mais qualidade de vida para as pessoas. Não à toa, é um dos profissionais mais procurados em todo o contexto da área da saúde. 

    Importância do fisioterapeuta para a saúde e bem-estar

    Além disso, quando o assunto é saúde, bem-estar e qualidade de vida, a importância do fisioterapeuta é ainda mais relevante. Atividades podem contribuir significativamente para melhora de postura, prevenção de doenças crônicas, fortalecimento para práticas de exercícios físicos para iniciantes e mesmo a melhoria de doenças respiratórias. 

    Para finalizarmos, vale o lembrete sobre a importância de uma equipe de profissionais diversos para lidar com quadros variados. Quando há médicos, fisioterapeutas, nutricionistas e demais profissionais da saúde envolvidos, a tendência é que o tratamento seja mais completo e mais eficiente, gerando ainda mais qualidade de vida e saúde para os pacientes. 

    Agora que você entende realmente qual a importância do fisioterapeuta, sabe que ao necessitar desse profissional, deverá contar com um especialista. Por isso, aqui na Vicci temos a melhor equipe de fisioterapia no Lourdes esperando para proporcionar qualidade de vida e saúde, independentemente do objetivo.

    Entre em contato e agende um horário agora mesmo. 

  • Fisioterapeuta no Lourdes: clínica de fisioterapia bh

    Fisioterapeuta no Lourdes: clínica de fisioterapia bh

    Quem precisar de um fisioterapeuta no Lourdes e na região centro sul de BH, certamente desejará encontrar um profissional que possa lhe oferecer um bom tratamento.

    A experiência da saúde, no que tange a reabilitação e a fisioterapia, se atrela, primeiramente, ao espaço físico – proporcionando conforto e aconchego. E, igualmente, ao corpo clínico de referência – proporcionando um excelente resultado.

    A Clínica Vicci preza pela melhor experiência do usuário, sendo, portanto, hoje a melhor opção para o seu bem-estar, no coração do Lourdes, em Belo Horizonte – MG.

    O que faz um fisioterapeuta?

    O fisioterapeuta é um profissional de saúde especializado em avaliar, tratar e prevenir distúrbios do movimento e funcionalidade do corpo. Seu principal objetivo é ajudar os pacientes a recuperar ou melhorar a mobilidade e a função, aliviar a dor e prevenir lesões. Aqui estão algumas das principais funções e atividades realizadas por fisioterapeutas:

    1. Avaliação Clínica: Realizam avaliações detalhadas para entender as condições de saúde e os desafios específicos enfrentados pelos pacientes. Isso pode incluir avaliação da postura, amplitude de movimento, força muscular, equilíbrio e função motora.
    2. Desenvolvimento de Planos de Tratamento: Com base na avaliação, desenvolvem planos de tratamento personalizados para abordar as necessidades individuais de cada paciente. Isso pode envolver exercícios terapêuticos, técnicas de mobilização, manipulação, e outras modalidades terapêuticas.
    3. Reabilitação Pós-Lesão ou Cirurgia: Trabalham na recuperação de pacientes após lesões traumáticas, cirurgias ortopédicas ou outros eventos que afetam a função física. Ajudam a restaurar a mobilidade, força e função normal.
    4. Fisioterapia Ortopédica: Especializam-se em tratamentos para distúrbios musculoesqueléticos, como lesões articulares, músculos, ligamentos e ossos. Isso inclui o tratamento de condições como artrite, tendinites, fraturas e dores nas costas.
    5. Fisioterapia Neurológica: Tratam pacientes com distúrbios neurológicos, como acidente vascular cerebral (AVC), lesão medular, esclerose múltipla e paralisia cerebral. O foco é melhorar a mobilidade e a independência funcional.
    6. Fisioterapia Respiratória: Atendem pacientes com distúrbios respiratórios, como asma, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e fibrose pulmonar, utilizando técnicas para melhorar a função pulmonar e a capacidade respiratória.
    7. Fisioterapia Cardiovascular: Trabalham com pacientes com condições cardíacas para melhorar a capacidade cardiovascular, controle da pressão arterial e função geral do sistema circulatório.
    8. Tratamento da Dor Crônica: Utilizam abordagens terapêuticas para ajudar a gerenciar e aliviar a dor crônica, muitas vezes por meio de exercícios, técnicas de relaxamento, e modalidades de terapia física.
    9. Educação do Paciente: Fornecem informações e orientações aos pacientes sobre autocuidado, prevenção de lesões, técnicas de exercício e estratégias para melhorar a qualidade de vida.
    10. Acompanhamento e Prevenção: Monitoram o progresso dos pacientes ao longo do tratamento e oferecem orientações para prevenir recorrências ou novas lesões.

    O trabalho do fisioterapeuta é variado e adaptado às necessidades específicas de cada paciente. Eles desempenham um papel fundamental na promoção da recuperação e no aprimoramento da qualidade de vida dos indivíduos por meio de abordagens terapêuticas personalizadas.

    Quem é o melhor fisioterapeuta?

    Determinar quem é o melhor fisioterapeuta é subjetivo e depende das necessidades individuais de cada paciente. No entanto, alguns atributos comuns podem ajudar a identificar um fisioterapeuta qualificado e eficaz. Aqui estão algumas características importantes que um bom fisioterapeuta deve oferecer:

    1. Qualificações e Licenciamento:
      • Certifique-se de que o fisioterapeuta seja devidamente qualificado, licenciado e registrado junto aos órgãos reguladores competentes. Isso garante que ele tenha recebido a formação necessária e atenda a padrões profissionais.
    2. Experiência e Especialização:
      • A experiência prática é valiosa. Procure um fisioterapeuta que tenha experiência relevante na área de tratamento desejada, seja ortopedia, neurologia, esportes, respiratória, entre outras.
    3. Abordagem Personalizada:
      • O melhor fisioterapeuta reconhece a importância de uma abordagem personalizada. Cada paciente é único, e o tratamento deve ser adaptado às necessidades individuais, histórico médico e metas específicas.
    4. Habilidade de Comunicação:
      • Um bom fisioterapeuta deve ter habilidades excelentes de comunicação. Ele deve ser capaz de explicar claramente o plano de tratamento, fornecer orientações sobre exercícios e responder às perguntas do paciente de maneira compreensível.
    5. Avaliação Abrangente:
      • Antes de iniciar o tratamento, um fisioterapeuta eficaz realizará uma avaliação abrangente para entender a condição do paciente. Isso inclui histórico médico, exame físico e, se necessário, exames de imagem.
    6. Empatia e Respeito:
      • Um fisioterapeuta eficaz demonstra empatia e respeito pelo paciente. A capacidade de criar uma relação de confiança é fundamental para o sucesso do tratamento.
    7. Atendimento Atualizado:
      • A área da saúde está em constante evolução. O melhor fisioterapeuta busca atualização constante, participa de cursos e workshops para incorporar novas técnicas e evidências científicas em sua prática.
    8. Foco na Educação do Paciente:
      • O fisioterapeuta deve fornecer informações e orientações ao paciente sobre sua condição, tratamento e medidas preventivas. A educação do paciente é uma parte crucial do processo de reabilitação.
    9. Monitoramento e Avaliação Contínuos:
      • Durante o tratamento, o fisioterapeuta deve monitorar o progresso do paciente, ajustando o plano de tratamento conforme necessário. A avaliação contínua é essencial para garantir resultados positivos.
    10. Trabalho em Equipe:
      • Se necessário, o fisioterapeuta deve ser capaz de colaborar com outros profissionais de saúde, como médicos, cirurgiões, enfermeiros, e outros fisioterapeutas, para proporcionar uma abordagem integrada e abrangente.

    Ao escolher um fisioterapeuta, é recomendável realizar uma pesquisa, ler avaliações, e, se possível, agendar uma consulta inicial para avaliar a compatibilidade e a qualidade do atendimento. O melhor fisioterapeuta será aquele que se alinha às suas necessidades específicas e oferece um cuidado centrado no paciente.

    Como escolher um bom fisioterapeuta?

    Escolher um bom fisioterapeuta é uma decisão importante para garantir que você receba o melhor tratamento possível para suas necessidades específicas. Aqui estão algumas orientações para ajudar na escolha de um bom fisioterapeuta:

    • Verifique as Qualificações: Certifique-se de que o fisioterapeuta seja devidamente qualificado, licenciado e registrado junto aos órgãos reguladores competentes. Verifique se ele possui as credenciais e a formação necessárias.
    • Experiência na Área de Interesse: Avalie a experiência do fisioterapeuta na área de tratamento que você precisa. Alguns fisioterapeutas têm especializações em ortopedia, neurologia, esportes, pediatria, entre outras. Escolha um profissional com experiência relevante para sua condição.
    • Peça Recomendações: Peça recomendações a amigos, familiares, médicos ou outros profissionais de saúde. As experiências positivas de pessoas confiáveis podem ser indicativos de um bom fisioterapeuta.
    • Pesquise Avaliações Online: Consulte avaliações online em sites confiáveis. Isso pode fornecer insights sobre a qualidade do atendimento prestado pelo fisioterapeuta.
    • Consulta Inicial: Marque uma consulta inicial para conhecer o fisioterapeuta, discutir suas necessidades e avaliar a abordagem do profissional para o tratamento. Isso ajudará a determinar se há uma boa conexão e se você se sente confortável com o fisioterapeuta.
    • Comunique suas Expectativas: Durante a consulta inicial, comunique claramente suas expectativas, metas e preocupações. Um bom fisioterapeuta deve ouvir atentamente e desenvolver um plano de tratamento personalizado.
    • Verifique a Comunicação: Observe a comunicação do fisioterapeuta. Ele deve ser claro ao explicar seu plano de tratamento, fornecer orientações sobre exercícios e responder às suas perguntas de maneira compreensível.
    • Empatia e Respeito:  Avalie a empatia e o respeito do fisioterapeuta. O tratamento eficaz muitas vezes envolve uma relação de confiança, e um fisioterapeuta que se preocupa com o bem-estar do paciente é fundamental.
    • Avaliação Abrangente: Um bom fisioterapeuta realizará uma avaliação abrangente antes de desenvolver um plano de tratamento. Isso inclui entender sua história médica, realizar exames físicos e, se necessário, solicitar exames de imagem.
    • Foco na Educação do Paciente: Avalie a importância dada à educação do paciente. Um bom fisioterapeuta deve fornecer informações sobre sua condição, explicar o tratamento proposto e oferecer orientações para a prevenção de futuras lesões.
    • Avaliação Contínua: Verifique se o fisioterapeuta realiza avaliações contínuas do seu progresso e ajusta o plano de tratamento conforme necessário.

    Lembre-se de que escolher um fisioterapeuta envolve uma decisão pessoal, e é fundamental sentir-se confortável e confiante na escolha feita. Se possível, busque referências e confie em sua intuição ao tomar essa decisão importante para sua saúde.

    Como saber se a pessoa é mesmo fisioterapeuta?

    Para saber se a pessoa é mesmo fisioterapeuta, você pode verificar o seu registro profissional no Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (CREFITO). O registro é obrigatório para todos os fisioterapeutas que atuam no Brasil.

    Você pode verificar o registro do fisioterapeuta no site do CREFITO da sua região. Para isso, basta informar o nome completo do fisioterapeuta ou o seu número de inscrição no CREFITO.

    Além do registro profissional, você também pode verificar a formação acadêmica do fisioterapeuta. Os fisioterapeutas são formados em cursos de graduação em Fisioterapia, com duração de 5 anos.

    Se você estiver em dúvida sobre a qualificação do fisioterapeuta, você pode pedir indicações de amigos ou familiares que já tenham recebido atendimento de fisioterapia. Você também pode consultar listas de profissionais recomendados por associações de fisioterapeutas ou sites de avaliação de serviços.

    Aqui estão algumas dicas para escolher um fisioterapeuta qualificado:

    • Verifique o registro profissional do fisioterapeuta no CREFITO.
    • Verifique a formação acadêmica do fisioterapeuta.
    • Peça indicações de amigos ou familiares.
    • Consulte listas de profissionais recomendados por associações de fisioterapeutas ou sites de avaliação de serviços.

    É importante escolher um fisioterapeuta qualificado para garantir que você receberá o tratamento adequado para a sua condição.

    Clínicas de fisioterapia em bh: como fazer a melhor escolha?

    Escolher a melhor clínica de fisioterapia em Belo Horizonte (BH) envolve considerar diversos fatores para garantir que suas necessidades específicas sejam atendidas da melhor maneira possível. Aqui estão algumas diretrizes que podem ajudar na escolha da melhor clínica de fisioterapia em BH:

    1. Profissionais Qualificados: Certifique-se de que a clínica conta com fisioterapeutas devidamente qualificados, licenciados e experientes. Verifique se eles possuem especializações relevantes para o seu quadro clínico.
    2. Estrutura e Equipamentos: Avalie as instalações da clínica, incluindo a qualidade dos equipamentos utilizados. Uma clínica bem equipada pode oferecer uma variedade de tratamentos e abordagens terapêuticas.
    3. Especialidades Oferecidas: Considere as especialidades oferecidas pela clínica. Algumas clínicas podem ter fisioterapeutas especializados em ortopedia, neurologia, respiratória, entre outras áreas. Escolha uma clínica que atenda às suas necessidades específicas.
    4. Avaliações e Recomendações: Pesquise avaliações online, depoimentos de pacientes e peça recomendações a amigos, familiares ou profissionais de saúde. Isso pode fornecer insights valiosos sobre a qualidade do atendimento da clínica.
    5. Localização e Acesso: Considere a localização da clínica em relação à sua residência ou local de trabalho. Escolher uma clínica de fácil acesso pode facilitar o cumprimento do plano de tratamento. Procurar por “fisioterapeuta perto de mim” pode ser uma boa alternativa para encontrar uma clínica de fisioterapia em bh próxima da sua localização.
    6. Atendimento Personalizado: Opte por uma clínica que valorize o atendimento personalizado. O profissional de fisioterapia deve realizar uma avaliação abrangente e desenvolver um plano de tratamento adaptado às suas necessidades individuais.
    7. Infraestrutura para Diversas Condições: Se você está buscando tratamento para uma condição específica, como lesões esportivas, dor crônica, ou reabilitação neurológica, verifique se a clínica possui experiência e infraestrutura para lidar com sua condição.
    8. Atendimento Multidisciplinar: Clínicas que oferecem atendimento multidisciplinar, com a colaboração de diferentes profissionais de saúde, podem proporcionar uma abordagem mais abrangente e eficaz.
    9. Custo e Formas de Pagamento: Considere o custo dos serviços e as opções de pagamento oferecidas. Algumas clínicas podem aceitar convênios de saúde, enquanto outras podem ter planos de pagamento flexíveis.
    10. Consulta Inicial: Agende uma consulta inicial para conhecer a equipe, as instalações e discutir suas necessidades e expectativas. Isso pode ajudar a determinar se a clínica é a escolha certa para você.

    Ao levar em consideração esses fatores, você estará em melhor posição para escolher uma clínica de fisioterapia em BH que atenda às suas necessidades específicas e proporcione um tratamento de qualidade.

    Está a procura de uma clínica de fisioterapia bh centro? A clínica Vicci pode ser a melhor opção para você. Conheça os detalhes apresentados a seguir e aproveite e melhor experiência da clinica fisioterapia bh pertinho de você!

    Corpo Clínico

    A Clínica Vicci apresenta uma equipe de fisioterapeutas com vasta experiência tanto em reabilitação quanto em recuperação e tratamentos intensivos. Sejam eles conservadores ou não. Todos eles possuem, em suma, um currículo sólido, com respaldo nacional e até mesmo internacional. Do mesmo modo, possuem muita experiência pratica.

    A educação continuada faz parte do nosso DNA. Com ela, desenvolvemos habilidades adquiridas através de um conceito que, com a prática, evidenciam diversos caminhos terapêuticos com o intuito de entregar a melhor solução para o nosso paciente. Quanto mais resultados satisfatórios nós proporcionamos, maior autoridade nós teremos, portanto, para discorrer sobre o assunto.

    Juntamente a fisioterapia, contamos também com um time de medicina, nutrição e ortopedia que consegue massificar ainda mais os ganhos dos nossos pacientes, ao passo que a multiespecialidade traz consigo uma maior gama de estudos e de protocolos que contribuem tanto para a satisfação quanto para o bem-estar do nosso paciente.

    Multiespecialidade em busca de resultados

    A Clínica Vicci conta com uma equipe de Ortopedia de excelência, que contempla especialistas em pé e tornozelo, quadril, ombro e cotovelo, joelho, coluna, mão e até mesmo tumores esqueléticos. Ainda na medicina, contamos, igualmente, com a reumatologia, a cardiologia e a medicina esportiva e a Nutrologia. Além destes, a Fisioterapia compõe o escopo de trabalho – este aqui o seu diferencial – que se integra com a medicina, o que contribui, de forma inovadora, para a entrega de resultados, no que tange a jornada de reabilitação do paciente, uma vez que ambos atuam simultaneamente em um mesmo espaço.

    A Clínica Vicci não é apenas um espaço com ortopedista e fisioterapeuta no Lourdes, mas sim uma empresa que tem o compromisso de entregar ao seu usuário, uma experiência verdadeiramente prazerosa e surpreendente de reabilitação e tratamento, que anseia por qualidade, exclusividade, privacidade e conforto no atendimento.

    Opções de Tratamento

    Toda e qualquer atividade de tratamento que se realiza na Clínica Vicci é feita de maneira individual entre o especialista e o paciente. Toda atenção se direciona para o resultado único e exclusivo de somente um paciente.

    Por que realizar esse trabalho individual?

    Porque, através de inúmeros tratamentos ortopédicos, constatou-se que o desenvolvimento do paciente quando este é assistido individualmente é muito melhor do que de pacientes que um único profissional assiste simultaneamente. A atenção do profissional, portanto, não se divide.

    Tradicionalmente, as clínicas de Fisioterapia e Ortopedia utilizam técnicas de movimento e massagem, para a maioria dos tratamentos. De certa forma, utilizamos também destas estratégias tradicionais, contudo ofertamos outros artifícios que entregam resultados ainda melhores para o nosso usuário e, consequentemente, apresentam menor tempo para recuperar um paciente. Contamos, por exemplo, com dry needling, terapias por onda de choque, terapias combinadas, ultrassom, sessões para liberações miofasciais, entre outras.

    A nossa experiência da saúde para o usuário

    Com um serviço de concierge a seu dispor, conseguimos entregar facilidade, eficiência e conforto em marcação de exames, agendamento de consultas, agendamento de traslado e estadia quando necessário assim como revisão de exames de Ressonância Magnética e Raio X em nosso sistema, através de uma plataforma toda configurada para melhor atender os nossos usuários – em parceria com a ECOAR (empresa da rede Hermes Pardini).

    Localização e Ambiente

    Outro aspecto importante para muitas pessoas é uma boa localização. Portanto, encontrar um ortopedista, um especialista do esporte, um fisioterapeuta no Lourdes e na região centro sul de BH, se tornou uma tarefa fácil e de ótimo acesso – um dos nossos diferenciais, inclusive. O bairro de Lourdes é conhecido por sua localização central, nobre e de fácil acesso a restaurantes, bares, hospitais, clínicas, bancos e clubes super tradicionais.

    A jornada do nosso usuário deve contemplar uma experiência única que evidencia um espaço limpo, aconchegante, confortável, com boa iluminação e repleta de energia.

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    Seja você o nosso convidado. Será um prazer recebê-lo em nosso espaço.

    Conclusão

    A Clínica Vicci tem o compromisso com a saúde de seus usuários. Oferecer um serviço com diferencial, junto a uma experiência prazerosa e surpreendente de tratamento e reabilitação é, portanto, o nosso objetivo principal.

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  • Síndrome do túnel do carpo: causas e tratamentos

    Síndrome do túnel do carpo: causas e tratamentos

    A Síndrome do Túnel do Carpo é a síndrome compressiva nervosa mais frequente. Pesquisas registram a ocorrência de cerca de cento e cinquenta mil casos, a cada ano, no Brasil.

    O que é a Síndrome do Túnel do Carpo?

    Entre o punho e a mão existe um túnel formado pelos ossos carpais, pelo qual passam os nove tendões flexores para os dedos e o nervo mediano. Tal nervo é responsável pela sensibilidade dos dedos polegar, indicador, assim como da metade externa do dedo anelar.

    A Síndrome do Túnel do Carpo é, enfim, uma síndrome compressiva que ocorre na região do punho pelo espessamento do Ligamento Transverso do Carpo – que é um ligamento da região superficial da mão, na região da palma. Ele é circundado por estruturas ósseas tanto lateralmente quanto no assoalho. O nervo mediano possui sua localização logo abaixo do Ligamento Transverso do Carpo.

    O que é espessamento do nervo mediano?

    O espessamento do nervo mediano refere-se ao aumento da largura ou diâmetro desse nervo em uma determinada área. O nervo mediano é um dos principais nervos do braço e da mão e é responsável por fornecer sensação e controle muscular para várias partes da mão.

    O espessamento do nervo mediano pode ocorrer em várias condições médicas, sendo a mais conhecida a Síndrome do Túnel do Carpo. O Túnel do Carpo é uma estrutura estreita localizada no punho, através da qual o nervo mediano e tendões passam. Quando há um aumento na pressão ou irritação dentro desse túnel, o nervo mediano pode ficar comprimido, resultando em sintomas como:

    1. Dor, geralmente na mão, punho e dedos.
    2. Formigamento ou dormência na mão, especialmente nos dedos polegar, indicador, médio e anelar.
    3. Fraqueza muscular na mão, dificultando a realização de tarefas que requerem destreza.

    O espessamento do nervo mediano, também conhecido como hipertrofia do nervo mediano, pode ter diversas causas, desde as mais simples e benignas até as mais complexas e que exigem atenção médica.

    O que causa espessamento do nervo mediano?

    Algumas das causas mais comuns:

    1. Causas benignas:

    • Doença de De Quervain: Uma inflamação dos tendões extensores do polegar e do retináculo flexor do carpo, que pode comprimir o nervo mediano e causar espessamento.
    • Cisto ganglionar: Um tipo de cisto benigno que se forma no pulso e pode comprimir o nervo mediano.
      tunel do carpo Cisto ganglionar no pulso
    • Lipoma: Um tumor benigno de tecido adiposo que pode se formar no pulso e comprimir o nervo mediano.
      Lipoma no pulso
    • Trauma: Um golpe, queda ou outra lesão no pulso pode causar inchaço e inflamação, comprimindo o nervo mediano e levando ao espessamento.

    2. Causas patológicas:

    • Síndrome do túnel do carpo: A compressão do nervo mediano no túnel do carpo, geralmente causada por movimentos repetitivos das mãos e pulsos, é a causa mais comum de espessamento do nervo mediano.
    • Diabetes mellitus: O diabetes pode causar danos aos nervos, incluindo o nervo mediano, levando ao espessamento.
    • Artrite reumatoide: Uma doença autoimune que causa inflamação nas articulações, incluindo o pulso, pode comprimir o nervo mediano e levar ao espessamento.
    • Acromegalia: Uma doença hormonal causada pelo excesso de hormônio do crescimento, que pode levar ao aumento do tamanho dos ossos, incluindo os ossos do pulso, comprimindo o nervo mediano.
    • Tumores: Tumores benignos ou malignos no pulso podem comprimir o nervo mediano e causar espessamento.

    Fatores de risco para o espessamento do nervo mediano:

    • Idade: O risco de espessamento do nervo mediano aumenta com a idade.
    • Sexo: As mulheres são mais propensas ao espessamento do nervo mediano do que os homens.
    • Certos tipos de trabalho: Trabalhos que exigem movimentos repetitivos das mãos e pulsos, como digitação, uso de ferramentas manuais ou trabalho em linhas de montagem, aumentam o risco de espessamento do nervo mediano.
    • Gravidez: A retenção de líquidos durante a gravidez pode comprimir o nervo mediano no túnel do carpo, causando espessamento.
    • Obesidade: A obesidade aumenta o risco de desenvolver diabetes e artrite reumatoide, que podem levar ao espessamento do nervo mediano.
    • Histórico familiar: Pessoas com histórico familiar de espessamento do nervo mediano, síndrome do túnel do carpo ou outras doenças que afetam os nervos têm maior risco de desenvolver a condição.

    Sintomas do espessamento do nervo mediano:

    • Dor, formigamento e dormência na mão, principalmente no polegar, indicador, médio e anelar.
    • Fraqueza muscular na mão, dificultando a realização de tarefas que requerem destreza.
    • Dificuldade para segurar objetos pequenos.
    • Sensação de choque na mão.
    • Inchaço no pulso.

    Quem pode ter?

    A princípio, qualquer pessoa pode sofrer com a Síndrome do Túnel do Carpo. Contudo, alguns casos são mais propensos ao aparecimento dela, como, por exemplo, em obesos, diabéticos, portadores de hipotireoidismo, indivíduos com artrite reumatoide.

    Além disso, pode ocorrer temporariamente essa síndrome ou compressão do nervo mediano devido a pratica de esportes, tais como: motocross, bicicleta, crossfit e até mesmo a musculação.

    Entretanto, a Síndrome do Túnel do Carpo ocorre principalmente em mulheres, sobretudo aquelas acima dos cinquenta anos e, em especial, as que estão entrando na menopausa. Igualmente, gestantes também podem apresentar essa síndrome. A alteração hormonal, portanto, é o fator preponderante, graças à queda hormonal durante a menopausa e, por outro lado, o aumento da taxa hormonal no caso da gravidez, que causam o aumento da quantidade de líquido no corpo. Consequentemente, o espessamento do Ligamento Transverso do Carpo pode acontecer.

    Embora não seja muito frequente, algumas pessoas podem desenvolver a Síndrome do Túnel do Carpo graças a causas pós-traumáticas, como, por exemplo, consequência de quedas.

    Quando a síndrome do túnel do carpo é considerada grave?

    Como já vimos até aqui, a síndrome do túnel do carpo é uma condição médica que afeta milhões de pessoas em todo o mundo, causando dor, dormência e fraqueza nas mãos e punhos. Quando a síndrome atinge um estágio grave, os sintomas podem ser debilitantes e interferir significativamente na qualidade de vida. Neste ponto vamos explorar o que é a Síndrome do túnel do carpo grau grave.

    Causas da Síndrome do Túnel do Carpo: A Síndrome do Túnel do Carpo é causada pela compressão do nervo mediano, que passa pelo canal estreito no punho conhecido como túnel do carpo. As causas comuns incluem:

    • Trauma ou lesões no punho.
    • Fatores genéticos que levam a um túnel do carpo mais estreito.
    • Atividades repetitivas que envolvem o uso excessivo das mãos e punhos.
    • Condições médicas subjacentes, como artrite reumatoide.

    Qual exame detecta a síndrome do túnel do carpo?

    Quando o paciente chega ao especialista com suspeita de Síndrome do Túnel do Carpo, o diagnóstico pode ser feito através de exame físico e do histórico do paciente, ou senão, por meio de um exame específico: a eletroneuromiografia.

    A eletroneuromiografia é, portanto, um exame para avaliar a compressão dos nervos periféricos do membro superior (nervos radial, mediano e ulnar). Com a estimulação dos mesmos, podemos observar se há a presença de uma síndrome compressiva – como a síndrome do túnel do carpo – e o grau de compressão do nervo: leve, moderado ou grave.

    Sintomas de síndrome do túnel do carpo

    Os sintomas de síndrome do túnel do carpo mais comuns são: a sensação de formigamento nos dedos e a sensação de dormência e inchaço nas mãos. Em alguns casos, contudo, pode ocorrer de o portador da patologia vir a sentir dor no punho, no cotovelo e até mesmo na mão.

    Usualmente, os sintomas costumam piorar tanto à noite – graças ao repouso que se associa à hiperflexão do punho – quanto em ocasiões em que o indivíduo realiza atividades que exijam esforço das mãos, como, por exemplo: dirigir, falar ao telefone e digitar.

    Alguns pacientes também relatam dificuldade em segurar objetos, ocorrendo em casos especiais de até mesmo derrubá-los, em decorrência da perda de força nas mãos.

    À medida que a Síndrome do Túnel do Carpo avança, o formigamento das mãos costuma piorar, passando a acontecer também durante o dia.

    Nos casos de síndrome do túnel do carpo grau grave, os músculos da mão chegam a atrofiar. Do mesmo modo, pode ocorrer a perda dos movimentos do polegar, assim como da sensibilidade da mão.

    Tratamentos para síndrome do túnel do carpo

    O tratamento convencional, sobretudo nos casos iniciais, consiste em associar o uso de anti-inflamatórios com o uso de uma tala para imobilizar o punho e, consequentemente, melhorar seu posicionamento. Geralmente a imobilização é feita durante a noite, por um período de quatro semanas.

    Especialistas recomendam descansar as mãos e os punhos, e alongá-los, durante o tratamento.

    Caso necessário, a fisioterapia deve acompanhar a complementação do tratamento.

    Outra opção de tratamento conservador é uso de vitamina B, juntamente com uma imobilização da área.

    Em casos mais específicos, os especialistas aconselham fazer terapias por ondas de choque ou até mesmo de infiltrações.

    Em casos de síndrome do túnel do carpo grau grave, quando as demais opções não são capazes de levar à cura, a melhor opção seria o tratamento cirúrgico através da descompressão do túnel do carpo. Tratamento que pode ser tanto aberto quanto endoscópico.

    Esse procedimento é rápido, simples e seguro, com grau de resolubilidade de mais de noventa por cento dos casos da Síndrome do Túnel do Carpo.

    O que fazer para aliviar a dor da síndrome do túnel do carpo?

    Aliviar a dor da síndrome do túnel do carpo envolve uma combinação de medidas que podem ajudar a reduzir os sintomas. No entanto, é importante lembrar que essas medidas podem proporcionar alívio temporário, e o tratamento mais eficaz deve ser determinado por um médico especializado em mãos. Aqui estão algumas estratégias que podem ajudar:

    1. Repouso e Redução da Atividade: Reduza ou evite atividades que agravem os sintomas. Dê um descanso adequado às mãos e pulsos.
    2. Gelo: A aplicação de gelo na área afetada pode ajudar a reduzir a inflamação e aliviar a dor. Use um pano ou uma bolsa de gelo e aplique por cerca de 15 minutos a cada hora.
    3. Palmilhas e tala noturna: O uso de uma tala noturna ou palmilhas ergonômicas pode manter o punho em uma posição neutra enquanto você dorme, reduzindo a pressão sobre o nervo mediano.
    4. Exercícios de alongamento e fortalecimento: Um fisioterapeuta pode recomendar exercícios específicos para alongar e fortalecer os músculos do punho e da mão, o que pode aliviar a pressão sobre o nervo mediano.
    5. Anti-inflamatórios: Medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), como ibuprofeno, podem ajudar a reduzir a inflamação e a dor. Consulte um médico antes de usar qualquer medicamento.
    6. Injeções de Corticosteroides: Em alguns casos, o médico pode recomendar injeções de corticosteroides diretamente na área afetada para reduzir a inflamação e aliviar a dor.
    7. Adaptações Ergonômicas: Faça ajustes ergonômicos no local de trabalho, como usar teclados ergonômicos, mouse pad com apoio para o punho e manter uma boa postura.
    8. Terapia Física: A terapia física pode ajudar a melhorar a força e a mobilidade do punho e ensinar técnicas para reduzir o estresse sobre o nervo mediano.
    9. Acupuntura e Terapias Complementares: Alguns pacientes relatam alívio da dor da síndrome do túnel do carpo com terapias alternativas, como acupuntura ou fisioterapia manual.
    10. Considerar Cirurgia: Em casos graves ou que não respondem a tratamentos conservadores, o médico pode recomendar cirurgia para aliviar a compressão do nervo mediano.

    Quem tem síndrome do túnel do carpo pode fazer academia?

    “Quem tem síndrome do túnel do carpo pode fazer academia?” Essa dúvida é mais comum do que você imagina. Pessoas que têm síndrome do túnel do carpo podem, em muitos casos, continuar a fazer exercícios físicos, incluindo frequentar uma academia. No entanto, é importante tomar algumas precauções e adaptar a rotina de exercícios para evitar agravar os sintomas da síndrome. Aqui estão algumas considerações:

    1. Avaliação Médica: Antes de iniciar ou retomar qualquer programa de exercícios, é fundamental consultar um médico, preferencialmente um ortopedista ou especialista em mãos. O médico irá avaliar a gravidade da síndrome do túnel do carpo e fornecer orientações específicas para o seu caso.
    2. Exercícios Adequados: O tipo de exercício que você pode realizar depende da gravidade dos sintomas e das limitações impostas pela síndrome. Geralmente, exercícios de baixo impacto e que não envolvam movimentos repetitivos do punho são mais seguros. Isso pode incluir atividades como caminhada, natação, alongamento e fortalecimento muscular.
    3. Atenção à Postura: Manter uma postura adequada durante os exercícios é essencial para evitar a compressão adicional do nervo mediano. Certifique-se de que sua postura esteja correta durante os exercícios, especialmente ao levantar pesos ou usar máquinas de academia.
    4. Evitar Exercícios de Alto Impacto: Exercícios de alto impacto, como levantamento de peso muito pesado ou movimentos bruscos que envolvem os punhos, podem agravar os sintomas da síndrome. É aconselhável evitar.
    • Sindrome do tunel do carpo pode fazer musculação?

    Pessoas com síndrome do túnel do carpo podem considerar fazer musculação, mas é fundamental consultar um médico ou fisioterapeuta especializado antes de iniciar qualquer programa de exercícios. Eles podem avaliar a gravidade da sua condição e fornecer orientações específicas para o exercício, adaptando o programa de musculação de acordo com suas necessidades individuais e limitações. O acompanhamento médico é crucial para garantir que o exercício seja seguro e benéfico para você.

    O que não pode fazer quem tem síndrome do túnel do carpo?

    Quando se tem síndrome do túnel do carpo, é importante evitar atividades e comportamentos que possam agravar os sintomas ou causar mais danos ao nervo mediano e ao punho afetado. Aqui estão algumas coisas que geralmente devem ser evitadas:
    1. Movimentos Repetitivos do Punho: Evite realizar movimentos repetitivos do punho, especialmente aqueles que envolvem flexão ou extensão excessiva. Isso inclui digitar por longos períodos, operar ferramentas vibratórias ou realizar tarefas que exijam movimentos constantes do punho.
    2. Levantamento de Peso Excessivo: Evite levantar objetos pesados ou realizar atividades que coloquem uma carga excessiva no punho afetado. Isso pode piorar a compressão do nervo mediano.
    3. Má Postura do Punho: Mantenha o punho em uma posição neutra sempre que possível. Evite flexionar ou estender o punho por longos períodos, pois isso pode aumentar a pressão no túnel do carpo.
    4. Atividades de Alto Impacto: Evite atividades de alto impacto que possam causar choque ou pressão significativa no punho, como esportes de contato ou exercícios que exijam movimentos bruscos dos pulsos.
    5. Ficar na Mesma Posição por Muito Tempo: Evite permanecer em uma posição por muito tempo, seja sentado ou em pé. É importante fazer pausas regulares para alongar e movimentar os pulsos.
    6. Temperaturas Extremas: Exposição a temperaturas extremamente frias ou quentes pode aumentar a sensibilidade no punho. Use proteção adequada em condições climáticas adversas.
    7. Gestos Repetitivos: Gestos repetitivos, como usar um mouse de computador ou realizar movimentos repetitivos no trabalho, podem agravar os sintomas. É importante adotar medidas ergonômicas para minimizar o estresse nos pulsos.
    8. Peso Corporal Excessivo: Manter um peso saudável é importante, pois o excesso de peso pode aumentar a pressão nos nervos e articulações, incluindo o túnel do carpo.
    9. Ignorar Sintomas: Não ignore os sintomas de formigamento, dormência, fraqueza ou dor no punho e na mão. Procure atendimento médico assim que notar esses sintomas para um diagnóstico e tratamento adequados.
    10. Automedicação: Evite usar medicamentos sem a orientação de um profissional de saúde para aliviar a dor, a menos que tenha sido prescrito por um médico.

    É importante lembrar que as recomendações específicas podem variar dependendo da gravidade da síndrome do túnel do carpo e das orientações médicas individuais.

    Quais são as sequelas do túnel do carpo?

    A Síndrome do Túnel do Carpo é uma condição médica que, quando não tratada adequadamente, pode resultar em diversas sequelas e complicações. As sequelas podem variar em gravidade, dependendo do estágio da síndrome, da causa subjacente e da eficácia do tratamento. Algumas das sequelas e complicações mais comuns incluem:
    1. Fraqueza Muscular: A compressão crônica do nervo mediano no túnel do carpo pode levar à fraqueza muscular nas mãos, especialmente nos músculos da base do polegar. Isso pode afetar a capacidade de segurar objetos e realizar tarefas cotidianas.
    2. Atrofia Muscular: Em casos graves e de longa duração da síndrome, pode ocorrer a atrofia dos músculos da mão e do polegar devido à falta de estimulação nervosa.
    3. Perda de Destreza: A perda de destreza nas mãos é comum, o que torna atividades que exigem precisão, como digitar no teclado ou tocar um instrumento musical, mais difíceis.
    4. Dor Crônica: Em alguns casos, mesmo após o tratamento adequado, a dor pode persistir cronicamente. Isso pode afetar significativamente a qualidade de vida.
    5. Diminuição da Sensibilidade: A sensibilidade tátil nos dedos pode ser prejudicada, levando a formigamento e dormência persistentes.
    6. Dificuldade em Realizar Tarefas Cotidianas: As sequelas da síndrome do túnel do carpo podem tornar difícil ou impossível realizar tarefas cotidianas simples, como amarrar sapatos, abrir potes ou segurar objetos leves.
    7. Complicações Cirúrgicas: Em casos em que a cirurgia é necessária para aliviar a compressão do nervo mediano, podem ocorrer complicações cirúrgicas, como infecções, cicatrizes extensas ou recidiva da síndrome.
    8. Impacto na Qualidade de Vida: As sequelas da síndrome do túnel do carpo podem ter um impacto significativo na qualidade de vida, causando desconforto, limitações funcionais e impactando a capacidade de trabalhar e realizar atividades diárias.

    É importante ressaltar que, com diagnóstico precoce e tratamento adequado, muitas das sequelas da síndrome do túnel do carpo podem ser prevenidas ou minimizadas. Portanto, se você apresentar sintomas da síndrome, como dor, formigamento ou fraqueza nas mãos e punhos, é fundamental buscar orientação médica o mais rápido possível para iniciar o tratamento adequado e evitar a progressão da condição.

    especialistas em síndrome do túnel do carpo
    ChatGPT

    Existem vários tipos de profissionais de saúde que são especializados no diagnóstico e tratamento da síndrome do túnel do carpo. Alguns deles incluem:

    1. Ortopedistas: Os ortopedistas são médicos especializados em problemas musculoesqueléticos, incluindo condições como a síndrome do túnel do carpo. Eles podem diagnosticar a condição, prescrever tratamentos e, se necessário, realizar cirurgias.
    2. Neurologistas: Os neurologistas são médicos especializados no sistema nervoso e podem diagnosticar e tratar distúrbios neuromusculares, incluindo a síndrome do túnel do carpo.
    3. Fisioterapeutas: Fisioterapeutas são profissionais de saúde que podem ajudar no tratamento da síndrome do túnel do carpo por meio de exercícios terapêuticos, alongamentos e técnicas de reabilitação.
    4. Terapeutas ocupacionais: Terapeutas ocupacionais podem ajudar a desenvolver estratégias para gerenciar a síndrome do túnel do carpo no ambiente de trabalho e na vida cotidiana, além de fornecer orientação sobre o uso de dispositivos ergonômicos.
    5. Quiropráticos: Quiropráticos podem oferecer tratamentos alternativos, como ajustes na coluna vertebral e técnicas de manipulação, para ajudar no alívio dos sintomas da síndrome do túnel do carpo.
    6. Cirurgiões de mão: Cirurgiões especializados em cirurgias da mão são frequentemente consultados quando o tratamento conservador não é eficaz e a cirurgia é necessária para aliviar a pressão sobre o nervo mediano.

    É importante consultar um profissional de saúde adequado para avaliação e tratamento da síndrome do túnel do carpo, pois a abordagem terapêutica pode variar dependendo da gravidade e da causa da condição.

    Conclusão

    Quanto mais cedo identificarmos a Síndrome do Túnel do Carpo, maiores serão as chances de eficácia do tratamento, sem a necessidade cirúrgica.

    Se você procura ajuda de especialistas em síndrome do túnel do carpo, a Clínica Vicci oferece serviços de diagnóstico e tratamento para essa patologia, por meio da assistência de ortopedistas e fisioterapeutas, podendo utilizar até mesmo a terapia por ondas de choque, caso necessário.

    O nosso compromisso é com o seu bem-estar e o que nos move é a entrega de resultados. O todo é a soma de todas as partes. Conte conosco.

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  • Terapia por Ondas de choque: O que é e quais os benefícios

    Introdução

    A terapia por Ondas de Choque é uma forma de tratamento que especialistas têm utilizado frequentemente para tratar doenças osteoarticulares que não melhoram após o tratamento inicial com medidas menos invasivas.

    Ela se baseia em um princípio chamado efeito cavitação, que atua profundamente nos tecidos por ondas sonoras para poder, dessa forma, regenerá-los. O aparelho consegue, em suma, determinar a intensidade, a frequência e o número de aplicações, que normalmente consistem, na maioria das patologias entre três a cinco sessões.

    Em outras palavras, esta estimulação biológica cria um excelente meio para a cicatrização, alívio da dor e, consequentemente, a restauração da mobilidade do paciente.

    Além disso, outro benefício dessa terapia é a redução, no local lesionado, da quantidade de substância P, um neuromodulador que facilita processos inflamatórios.

    A substância P está presente em grandes concentrações em casos de dor crônica.

    A utilização das ondas de choque

    A terapia por Ondas de Choque ocorre, geralmente, quando outros tratamentos conservadores, como, por exemplo, o uso de anti-inflamatórios, não é suficiente para alcançar os resultados desejados.

    Para a realização do procedimento são necessárias tanto a indicação quanto a prescrição de um profissional da área, que realiza uma avaliação prévia composta de exames clínicos e de imagem do local em que a patologia se apresenta.

    O ortopedista pode realizar esta terapia no próprio consultório e, geralmente não requer qualquer tipo de anestesia. A maioria dos pacientes relata uma dor leve tolerável durante o procedimento; contudo, nos casos em que a dor é profunda, pode haver a necessidade de aplicação de uma anestesia local.

    Patologias

    De acordo com a Sociedade Brasileira de Ondas de Choque, esse tratamento pode ser utilizado tanto em patologias de tendão quanto em patologias ósseas, patologias musculares e patologias da pele.

    Podemos citar, por exemplo, pseudoartrose (fraturas não consolidadas), fraturas por estresse, lesões musculares crônicas sem descontinuidade, síndrome dolorosa miofascial, feridas não cicatrizadas e úlceras de pele. Estas são, conforme informações da Sociedade Brasileira de Ondas de Choque, algumas patologias para as quais o tratamento com ondas de choque pode trazer benefícios.

    Segundo o Dr. Tiago Baumfeld, as patologias com melhor benefício científico para o tratamento com ondas de choque são a epicondilite lateral (dor no cotovelo), tendinopatia insercional do tendão de Aquiles, tendinopatia patelar, fasceíte plantar e capsulite adesiva (dor no ombro).

    Após o tratamento

    Os pacientes podem retornar às atividades diárias e ao trabalho logo após o procedimento. Entretanto, os médicos que optam por utilizar o tratamento de ondas de choque costumam aconselhar os pacientes a evitarem quaisquer atividades extenuantes que possam causar dor, bem como exercícios de alto impacto em, pelo menos, até quarenta e oito horas após o procedimento.

    Os sintomas costumam melhorar já no intervalo entre as aplicações das ondas de choque. Existem também relatos de que os sintomas chegam a desaparecer em cerca de trinta dias após o fim do tratamento.

    Pesquisas também apontam que a eficiência desse método é de oitenta por cento em pacientes que ainda não tinham obtido melhora com o tratamento convencional.

    Conclusão

    O Tratamento de Ondas de Choque é muito utilizado em Ortopedia e Medicina Esportiva. A seleção brasileira de futebol, inclusive utilizou desta terapia nas Olimpíadas de Tóquio.

    A Clínica Vicci oferece este tratamento em suas instalações e estamos à disposição para tirar quaisquer dúvidas sobre o procedimento.

    O nosso compromisso é com o seu bem-estar, e o que nos move é o seu resultado.

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