Categoria: Saúde

  • Pressão alta: importância da atividade física no combate

    Pressão alta: importância da atividade física no combate

    Encontrar uma pessoa que diz ter pressão alta não é algo tão incomum assim, de acordo com dados divulgados pelo Ministério da Saúde em seu site oficial, 60,9% dos adultos que possuem a partir de 65 anos possuem essa condição e cerca de 24,3% da população brasileira possui algum quadro de hipertensão arterial, de acordo com dados de 2017. 

    Na prática, a pressão alta, ou hipertensão arterial, é o nome dado à condição em que a força com que o sangue circula nas artérias, também chamada de pressão arterial, está elevada de forma constante. Essa condição é prejudicial à saúde, podendo causar danos em toda estrutura sanguínea, principalmente nos vasos sanguíneos, elevando assim o risco de doenças sérias, como complicações cardiovasculares. 

    A boa notícia é que atualmente existem tratamentos eficientes e de diferentes modos para a pressão alta. Ao longo deste conteúdo você encontra alguns detalhes importantes, sobretudo sobre a importância da atividade física nesse objetivo. Leia até o final e entenda: 

    Tipos de hipertensão arterial

    Para entendermos os principais fatores responsáveis por provocar a pressão alta, é preciso antes entendermos que existem dois tipos de hipertensão arterial: a primária e a secundária. 

    A pressão alta primária é aquela resultante de uma ação natural do corpo, ou seja, que vai surgindo ao longo do tempo, inclusive, sendo difícil de ser identificada. Como você viu, há um número considerável de pessoas com mais de 65 anos que possuem essa condição, logo, podemos dizer que esse é o tipo mais comum. 

     Por outro lado, a hipertensão arterial secundária está quase sempre relacionada com outras condições ou doenças. Dessa forma, podemos dizer que se apresenta aqui como um sintoma de algum outro quadro ou mesmo como consequência de um estilo de vida pouco saudável. 

    O que provoca pressão alta? 

    Com essa classificação esclarecida vamos aos principais causadores da pressão alta:

    Idade: como você viu, a pressão arterial tende a aumentar com a idade, isso acontece devido ao processo de redução da elasticidade dos vasos sanguíneos. 

    Genética: o histórico familiar de pressão alta é um importante causador desse quadro. Pessoas que contam com familiares que possuem esse quadro, tendem a desenvolver hipertensão arterial. 

    Alimentação pouco saudável: mais um caso em que a alimentação é fundamental. Pessoas que possuem hábitos alimentares com consumo elevado de sal, açúcar e frituras, normalmente, possuem a pressão arterial mais alta. 

    Falta de atividade física: o sedentarismo é também uma causa da pressão alta. A seguir vamos nos aprofundar no assunto, por hora, basta saber que a atividade física é responsável por contribuir para o bom funcionamento do sistema cardiovascular e regular a hipertensão. 

    Consumo de álcool e tabaco: está comprovado que o consumo excessivo de álcool e de tabacos causa o aumento na pressão arterial. tabagismo podem aumentar a pressão arterial.

    Doenças: além desses causadores, algumas outras condições médicas também podem elevar o nível da pressão arterial no corpo humano. Entre elas podemos destacar doenças renais, diabetes, obesidade e hipertireoidismo. 

    Por fim, ainda vale destacar que condições como estresse elevado em nível crônico, falta de uma rotina que contemple um sono de qualidade e até a menopausa podem fazer com que a pressão arterial se eleve. 

    Como saber se você tem pressão alta?

    A forma mais eficiente de saber se você tem pressão alta é por meio da realização constante da aferição da pressão arterial. É preciso ter atenção quando a pressão arterial chega acima de 140/90 mmHg (os níveis ótimos são de 120/80 mmHg e os normais de 130/85 mmHg). 

    Sobre esses números, é comum estabelecermos o padrão de 120/80 mmHg, ou tradicionalmente chamado de 12 por 8, como o padrão. No entanto, é necessário falar que, algumas pessoas, devido à estrutura do organismo podem ter uma pressão arterial mais baixa, chegando até a 100/60 mmHg, ou simplesmente 10 por 6> 

    No entanto, sempre que a marcação constante indica que a pressão arterial está acima de 140/90 mmHg, ou 14 por 9, encontramos um quadro de hipertensão. 

    Antes de passarmos aos sintomas, vale destacar que em algumas situações a elevação da pressão arterial é comum. Em um momento de intensa atividade física, por exemplo, ou diante de uma situação estressante, podemos perceber a elevação da hipertensão arterial. No entanto, é esperado que a pressão diminua pouco tempo depois dessas situações

    Além disso, existem alguns sintomas que ajudam a identificar os quadros de hipertensão arterial. Veja abaixo quais são os mais comuns:

    Sintomas da hipertensão arterial

    Em boa parte dos quadros, a hipertensão arterial é caracterizada pelo silêncio, isso quer dizer que é comum que muitas pessoas que sofrem com essa condição, não encontrem nenhum sinal de sintoma. 

    Os momentos de maior elevação dessa pressão, podem ser acompanhados de alguns sintomas como:

    • baixo nível e energia, 
    • diminuição da força, 
    • fraqueza, 
    • tontura, 
    • desmaio, 
    • suor frio, 
    • sede excessiva, 
    • taquicardia, 
    • visão embaçada, 
    • pele fria,
    • respiração ofegante, 
    • confusão mental.

    Importância da atividade física para tratar pressão alta

    Entre os diversos tratamentos para pressão alta, podemos destacar o uso de medicamentos e até remédios naturais. No entanto, o principal caminho passa pela adoção de um estilo de vida mais saudável, sobretudo quando olhamos para a definição de um plano alimentar balanceado e a prática constante de atividades físicas. 

    Sobre as atividades físicas, a realização frequente de exercícios contribui para o desenvolvimento e aumento do colesterol bom, o chamado HDL, no corpo humano. Além disso, também está provado que essa prática é responsável por melhorar os níveis de glicose e consequentemente ajudando a diminuir a obesidade. 

    Ademais, a prática de atividade física também faz bem para o cérebro, durante a realização de exercícios, o corpo libera substâncias que aumentam o nível de prazer, como as endorfinas, auxiliando na melhora sensação de bem-estar, impactando diretamente na qualidade de vida. 

    Melhores exercícios para quem tem hipertensão arterial

    Atividades como caminhadas (mesmo que de baixa intensidade), corridas, natação, ciclismo, hidroginástica são as mais recomendadas para pessoas que não possuem essa rotina e desejam começar a cuidar melhor da pressão arterial. 

     É importante evitar se exercitar sob o sol muito forte ou em locais muito abafados e quentes, afinal, essa condição pode fazer com que a sensação do corpo não seja boa. Além disso, a dica é sempre procurar uma atividade que seja do seu gosto, assim, as chances de permanência e construção de uma rotina são maiores.  

    Por fim, é sempre importante lembrar sobre a necessidade de acompanhamento médico e profissional para começar uma rotina mais saudável, sobretudo no caso de pessoas hipertensas.

    Esse processo, que deve começar com o diagnóstico médico, passa pelas mãos de profissionais de nutrição e conta com a ajuda de um educador físico, afinal, é preciso acompanhar a execução de exercícios para evitar sobrecargas e complicações. 

    Aqui na Vicci, você encontra ajuda e um time completo preparado para te ajudar em seu objetivo. Contamos com médicos, nutricionistas, fisioterapeutas e educadores físicos que, juntos, estabelecem um plano, sempre focado na sua saúde e na elevação da sua qualidade de vida. Portanto, se você quer começar a ter uma rotina mais saudável para lidar com a pressão alta.

    Entre em contato com a gente e agende agora mesmo seu horário. 

  • O que é recovery fisioterapia esportiva?

    O que é recovery fisioterapia esportiva?

    Recovery o que é? Recovery é uma palavra cada vez mais comum entre praticantes de atividades físicas, sobretudo atletas profissionais, amadores e até mesmo aqueles praticantes de final de semana de alguma modalidade. 

    Com o avanço da tecnologia, novas metodologias, aparelhos e até mesmo práticas estão sendo criadas e empregadas para auxiliar esses atletas. Quando o assunto é recuperação, as práticas de recovery estão em alta.

    Neste conteúdo, você vai entender exatamente o que é recovery, bem como saber a importância deste processo para a recuperação muscular e ainda compreender como começar a contar com essa prática em seu dia a dia.

    O que você vai ver neste conteúdo sobre recovery:

    • O que é recovery esportivo. 
    • Importância da recuperação muscular. 
    • Como o recovery funciona. 
    • Práticas de recovery adotadas de forma frequente. 
    • Por que o recovery não substitui a fisioterapia?
    • Técnicas de recovery disponíveis na Clínica Vicci.
    • Melhor momento e melhor forma para começar as ações de recovery.  

    O que é recovery fisioterapia?

    Recovery é o nome dado aos processos utilizados para reduzir e tratar dores musculares que surgem durante ou imediatamente após treinamentos, competições e práticas esportivas. Assim como o próprio nome sugere, visto que a tradução de recovery é recuperação, estamos falando de tecnologia que auxiliam atletas nesse objetivo. 

    Por que é preciso recuperar a musculatura?

    Durante uma prática esportiva, toda estrutura muscular é exigida. As lesões musculares podem ocorrer por vários motivos, inclusive vale a pena conferir o conteúdo que preparamos explicando como se livrar de lesões musculares recorrentes, no entanto, as microlesões acontecem de forma mais frequente, sendo as causadoras das famosas dores do dia seguinte.

    Essas microlesões normalmente estão relacionadas com a liberação de substâncias, como as prostaglandinas, que são responsáveis pela dor e podem evoluir para quadros de estresse muscular. 

    Esses casos são comuns principalmente em atletas, que realizam movimentos muitas vezes e demandam esforços demasiados, sobretudo de áreas como coxas e braços. 

    A partir dessas microlesões surgem edemas e inchaços, que podem ser pequenos ou mesmo maiores, indicando quadros mais graves de inflamação e lesões mais sérias.

    Já sabemos que questões como uma boa alimentação e uma boa rotina de repouso são elementos fundamentais para a recuperação muscular. No entanto, com o recovery é possível executar ações ativas para auxiliar este tratamento e essa recuperação. 

    Como o recovery funciona na prática

    As várias técnicas de recovery atuam para acelerar o processo de recuperação do tecido muscular e melhorar a eliminação das toxinas metabólicas.

    Essas técnicas e metodologias ajudam a fazer com que os músculos retornem ao estágio pré-exercício, diminuindo de forma considerável as dores locais, aumentando a prevenção de lesões mais graves, e, principalmente, preparando o atleta para prática de exercício novamente com maior rapidez.

    Recovery muscular e recovery esportivo: Algumas práticas adotadas nesse processo:

    Existem muitas técnicas que podem ser utilizadas para o processo de recovery, entre elas podemos citar:

    • Crioterapia local.
    • Recuperação ativa. 
    • Massoterapia. 
    • Contraste. 
    • Alongamentos. 
    • Compressão. 
    • Tratamentos com laser.
    • Liberação miofascial

    Abaixo, vamos explicar como funcionam as 4 técnicas mais comuns. 

    • Crioimersão: imersão em banheira com gelo ou água gelada, que pode variar entre 8-10 graus por 10 minutos. Essa ação é importante para controle inflamatório e alívio da dor. 
    • Compressão: muito utilizada em meias de compressão, o processo de compressão do tecido muscular resfriado ou não é importante pois atua sobre o retorno venoso, aumentando o fluxo sanguíneo e removendo de forma mais ágil os resíduos metabólicos resultantes da atividade muscular
    • Liberação miofascial: é um procedimento que visa amenizar as dores musculares causadas por tensão, isso acontece a partir do trabalho no tecido conjuntivo que recobre o músculo
    • Repouso: apesar de já conhecido, o sono é um dos principais agentes do processo de recuperação muscular. Durante o sono, sobretudo de qualidade, são secretados hormônios que auxiliam muito na reparação tecidual.

    Não substitui a fisioterapia

    Antes de você conhecer as técnicas de recovery que estão disponíveis aqui na Clínica Vicci é importante deixar claro que todas essas técnicas não excluem a necessidade de um acompanhamento e eventualmente de sessões de fisioterapia para o tratamento de lesões e prevenção das mesmas. 

    O ideal é que esses procedimentos atuem em conjunto. Afinal, ter um acompanhamento profissional para entender o avançar de uma lesão ou mesmo para entender o nível de estresse muscular é algo primordial para todo o processo de prevenção de lesões e também de recuperação em momentos posteriores a um procedimento cirúrgico. 

    Quais são os benefícios do Recovery?

    A fisioterapia de recuperação, ou fisioterapia de recuperação pós-exercício, é uma abordagem que visa otimizar o processo de recuperação após a prática de atividade física intensa. Ela envolve estratégias específicas para reduzir a fadiga, prevenir lesões e promover a recuperação muscular e articular. Aqui estão alguns dos benefícios associados à fisioterapia de recuperação:

    1. Redução da Dor Muscular: A fisioterapia de recuperação pode incluir técnicas para aliviar a dor muscular pós-exercício, como massagem, terapia manual e modalidades de calor e frio.
    2. Diminuição do Inchaço e Inflamação: Estratégias de recuperação, como compressão e crioterapia (uso de gelo), podem ajudar a reduzir o inchaço e a inflamação associados ao exercício intenso.
    3. Melhora da Flexibilidade e Amplitude de Movimento: Exercícios de alongamento e mobilização articular podem ser incorporados para melhorar a flexibilidade e a amplitude de movimento, reduzindo a rigidez muscular.
    4. Prevenção de Lesões: A fisioterapia de recuperação pode contribuir para a prevenção de lesões ao identificar áreas de tensão ou fraqueza muscular e implementar exercícios corretivos.
    5. Reabilitação de Lesões Existentes: Para aqueles que têm lesões prévias, a fisioterapia de recuperação pode ajudar na reabilitação, adaptando exercícios para garantir uma recuperação segura.
    6. Melhora do Fluxo Sanguíneo e Cicatrização: Técnicas como a terapia de compressão e a elevação das pernas podem promover o aumento do fluxo sanguíneo, favorecendo a entrega de nutrientes e a remoção de resíduos metabólicos.
    7. Aceleração da Recuperação Muscular: O uso de técnicas específicas, como massagem e liberação miofascial, pode ajudar na recuperação muscular, diminuindo a tensão e a dor.
    8. Melhora da Consciência Corporal: A fisioterapia de recuperação muitas vezes inclui exercícios que promovem a consciência corporal, ajudando os indivíduos a entenderem melhor como seu corpo responde ao exercício.
    9. Abordagem Holística para o Bem-Estar: A fisioterapia de recuperação não se limita apenas ao aspecto físico, mas pode incluir orientações sobre descanso, sono adequado, nutrição e hidratação para promover uma abordagem holística ao bem-estar.
    10. Melhora do Desempenho Geral: Ao promover uma recuperação eficaz, a fisioterapia de recuperação pode contribuir para o melhor desempenho em atividades físicas subsequentes, reduzindo a fadiga acumulada.

    É importante destacar que as estratégias específicas de fisioterapia de recuperação podem variar com base nas necessidades individuais, no tipo de exercício praticado e nas metas pessoais. Antes de iniciar qualquer programa de fisioterapia de recuperação, é aconselhável consultar um fisioterapeuta ou profissional de saúde para avaliação e orientação personalizada.

    Recovery muscular: Quem deve recomendar essas técnicas?

    A recomendação de técnicas de recuperação muscular pode variar com base nas necessidades individuais, no tipo de atividade física praticada e nos objetivos específicos. Aqui estão alguns profissionais de saúde e especialistas que podem fornecer orientações e recomendações sobre estratégias de recuperação muscular:

    • Fisioterapeutas: Fisioterapeutas são profissionais de saúde treinados que podem avaliar a condição física de um indivíduo, identificar áreas de tensão muscular e fornecer orientações específicas sobre exercícios de recuperação, terapia manual e outras técnicas.
    • Treinadores Pessoais: Treinadores pessoais que têm conhecimento em fisiologia do exercício podem orientar seus clientes sobre estratégias de recuperação, incluindo alongamentos, exercícios de liberação miofascial e práticas de relaxamento.
    • Médicos do Esporte: Médicos do esporte têm conhecimento em lesões relacionadas ao exercício e podem oferecer orientações sobre estratégias de recuperação, especialmente em casos de lesões musculares ou articulares.
    • Nutricionistas Esportivos: Nutricionistas especializados em esportes podem fornecer orientações sobre a nutrição adequada para a recuperação muscular, incluindo a ingestão de proteínas, carboidratos e outros nutrientes essenciais.
    • Quiropráticos: Quiropráticos podem utilizar técnicas de ajuste e manipulação para melhorar a mobilidade articular e reduzir a tensão muscular, contribuindo para a recuperação.
    • Especialistas em Recuperação Física: Alguns centros especializados oferecem serviços de recuperação física, onde os profissionais podem usar técnicas como crioterapia, terapia de compressão, massagem terapêutica e outras para promover a recuperação muscular.
    • Fisiculturistas e Atletas Profissionais: Atletas profissionais e fisiculturistas muitas vezes têm experiência prática extensa em estratégias de recuperação. Compartilhar experiências e melhores práticas com colegas atletas pode ser uma fonte valiosa de informações.
    • Psicólogos do Esporte: Psicólogos do esporte podem ajudar na gestão do estresse e ansiedade relacionados ao desempenho esportivo, o que pode ter um impacto na recuperação muscular.
    • Massoterapeutas e Especialistas em Massagem Desportiva: Profissionais especializados em massagem desportiva podem fornecer técnicas de massagem específicas para melhorar a circulação sanguínea, reduzir a tensão muscular e promover a recuperação.

    Ao buscar orientações sobre estratégias de recuperação muscular, é importante considerar as necessidades individuais, o nível de atividade física, as condições de saúde específicas e outros fatores pessoais. A abordagem mais eficaz muitas vezes envolve uma combinação de diferentes técnicas, adaptadas às circunstâncias e objetivos de cada pessoa.

    Recovery na Vicci

    Aqui na Vicci, tratamos a recuperação após uma lesão de forma completa. Assim, temos uma equipe de profissionais comprometidos com essa tarefa, isso inclui ortopedistas, fisioretapeutas, nutricionistas, entre outros. Além disso, também contamos com tecnologia de ponta em todos os momentos. 

    Alternativas de recovery na Vicci: Game Ready

    Quando o assunto é recovery, buscamos excelência neste processo e contamos com toda a tecnologia do Game Ready. Na prática, funciona a partir da combinação entre compressão e crioterapia. 

    Essa compressão proporciona um efeito de bombeamento natural, evitando o acúmulo de fluidos e reduzindo a inflamação. Já a crioterapia consiste na aplicação de baixas temperaturas que proporciona a redução da dor e do processo inflamatório, evitando portanto o acúmulo excessivo de fluidos ou edemas.

    Essa combinação resulta em um recovery fisioterapia totalmente eficiente e completamente indolor para o paciente. 

    Recovery fisioterapia na Vicci: Bota Compressiva

    Uma outra solução disponível é a bota compressiva, mais precisamente a Recovery Pump.  Trata-se de uma bota que contém um dispositivo de compressão que age de modo sequencial, agilizando a habilidade natural do corpo para liberar resíduos metabólicos do músculo, sendo utilizada tanto em lesões musculoesqueléticas, como em recuperação após cirurgias.

    Este processo acontece por meio de níveis de compressão direcionados. Como resultado, encontramos uma agilidade na recuperação muscular, além da ajuda para aliviar e reduzir a sensação de dores locais, diminuição do nível do edema da lesão e ainda a redução significativa da fadiga muscular.

    Sobre essa bota, é preciso destacar que é necessário conhecimento específico, afinal é preciso parametrizar de maneira correta a pressão, o tempo de tratamento e a velocidade de uso para que se obtenha um resultado satisfatório. Dessa forma, o acompanhamento de um profissional é fundamental. 

    Agora que você sabe o que é recovery e sabe que aqui na Vicci temos tecnologia e profissionais para te ajudar nessa recuperação, o próximo passo é com você. 

    Agende agora mesmo seu contato e entenda como começar a utilizar essa combinação em sua rotina de recuperação e prevenção de lesões. 

  • Cuidados com a saúde no verão: Sintomas de insolação como tratar

    Cuidados com a saúde no verão: Sintomas de insolação como tratar

    Calor, férias, festas de fim de ano, carnaval. Todos esses elementos estão presentes em uma estação aqui no Brasil: o verão. Marcada pelo período que compreende os meses de dezembro e março, a estação marca viagens e comemorações. No entanto, também existem alguns cuidados com a saúde no verão que não podem ser esquecidos.

    A estação mais quente do ano exige uma série de rotinas diferentes, afinal, questões como hidratação, proteção aos raios solares, controle da alimentação e até problemas respiratórios são levantadas nessa época do ano.

    Ao longo deste conteúdo você encontra 5 dicas simples e práticas para cuidar da sua saúde no verão e não abrir mão da qualidade de vida durante a estação mais quente do ano. 

    Quais as características do verão?

    Antes de passarmos por essas dicas, vamos apresentar algumas características. Esses detalhes serão fundamentais para que você entenda os motivos pelos quais cada cuidado é necessário.

    A principal característica do verão é o fato de, tradicionalmente, ser marcado pelo período do ano em que são registradas as temperaturas mais altas. Além disso, os dias são mais longos e há maior incidência de chuvas, sobretudo tempestades.

    Esses detalhes são importantes sobretudo para aquelas pessoas que desejam colocar o nível de vitamina D em dia, afinal, a exposição aos raios solares é a principal forma de estimular a produção deste hormônio. Temos um conteúdo explicando as vantagens dessa vitamina para o organismo e principalmente para os músculos, vale a pena conferir. 

    5 dicas de cuidados com a saúde no verão 

    A seguir, vamos apresentar 5 dicas bem simples para você redobrar a atenção com sua saúde no verão, garantindo qualidade de vida e aproveitando esses dias mais longos e as temperaturas mais elevadas sem comprometer seu bem-estar. 

    1. Saúde no verão está relacionada com uma boa hidratação

    A primeira dica é beber muita água e redobrar o cuidado com a hidratação. Manter o corpo hidratado é algo essencial para vários fatores. Entre eles podemos destacar o cuidado com a pele, evitar situações como desmaios por desidratação, controlar a sensação de fome, entre outros.

    Durante o verão, com a elevação das temperaturas, há uma tendência de maior transpiração, fato que pode levar a um quadro de desidratação. 

    Portar uma garrafa de água ou mesmo incluir o consumo de sucos naturais e água de coco com mais frequência são ações que contribuem para esse objetivo. 

    Especialistas afirmam que é necessário consumir, pelo menos, 2 litros e meio de água por dia. No entanto, já falamos aqui sobre o quanto esse cálculo depende de algumas variáveis, como rotina, peso e composição corporal de cada pessoa.

    Durante o verão, colocar uma meta diária de consumo de água pode ser uma ótima fórmula para estimular seu corpo. Para isso, o caminho mais seguro é consultar um nutricionista e entender o quanto de líquido seu corpo precisa.

    No entanto, para começar, o ideal é reforçar a ingestão de água, sobretudo em dias muito quentes e em momentos de muita transpiração, como durante práticas esportivas. 

    2. Saúde no verão e atenção ao cansaço durante a prática esportiva

    A segunda dica é bem simples: entenda os sinais de cansaço do seu corpo. O aumento da temperatura é um fator que precisa ser considerado durante as práticas esportivas realizadas durante o verão.

    Como falamos, há o aumento da transpiração, o que aumenta a necessidade de hidratação. Porém, outros fatores também precisam estar no radar de atletas e esportistas, sobretudo quando olhamos para quadros de lesões e cansaço.

    Atividades realizadas ao ar livre, por exemplo, precisam levar em conta que o sol forte e o calor podem causar quadros de mal-estar. A elevação da temperatura do corpo, alinhada à temperatura externa pode elevar os riscos dessas situações, por isso, cuidado com a intensidade e com o horário dessas práticas.

    Entender sobre a temperatura, levar sempre água e cuidar da alimentação são passos simples para evitar essas situações. Por fim, sempre fique de olho nos sinais do seu corpo, afinal,é possível entender quando é um teste de limites e quando é preciso uma pausa. 

    3. Cuide bem da sua alimentação durante o verão 

    O calor exerce um papel essencial no processo de gasto de energia no corpo humano. Temperaturas mais quentes normalmente reduzem o gasto de energia do corpo humano, afinal, diferentemente do inverno, não há a necessidade de manter a temperatura do corpo. 

    Por outro lado, podemos entender que as temperaturas mais altas aumentam a dificuldade do corpo processar alimentos. Essas duas características são importantes para destacarmos a necessidade de manter um plano alimentar focado em alimentos mais leves durante o verão.

    Controlar o consumo de alimentos gordurosos e refeições pesadas é uma boa prática. Além disso, priorizar frutas, verduras, vegetais e alimentos ricos em vitaminas é sempre um bom caminho. 

    Por fim, ainda sobre o verão e alimentação é preciso dizer que durante essa época é preciso também ter cuidado quando a quadros de intoxicação alimentar. As temperaturas altas comprometem a conservação de alimentos e aumentam a proliferação de microorganismos. 

    4. Use filtro solar 

    Em um texto muito compartilhado na Internet, o autor afirma que a única dica que deixa para as gerações futuras é o uso do filtro solar. Quando olhamos para o verão, essa dica faz ainda mais sentido, afinal, estamos mais expostos aos raios solares.

    Durante o verão, há uma tendência natural de procurarmos mais eventos ao ar livre. Praias, cachoeiras, clubes e piscinas ficam concorridas e aumentam a exposição aos raios solares.

    Nessas ocasiões, a dica é sempre abusar do protetor solar. Retocar a cada duas horas é uma dica compartilhada por dermatologistas, sobretudo quando há o contato com a água

    Porém, o cuidado também deve ser lembrado no dia a dia. Seja indo para o trabalho ou durante uma volta, passar o filtro solar é algo essencial para evitar doenças de pele e mesmo quadros de insolação. 

    5. Mantenha-se ativo para cuidar da sua saúde no verão

    Por fim, a 5° dica é: não deixar de praticar exercícios. As temperaturas altas e o calor excessivo podem gerar uma sensação de desânimo e cansaço natural. No entanto, essas sensações não podem fazer com que você fique inativo.

    Exercitar o corpo é fundamental para manter uma rotina equilibrada, controlar o sobrepeso, gerar sensação de bem-estar, contribuir para o funcionamento de todo seu organismo e dar disposição para outras atividades.

    Por isso, deixando esse desânimo de lado, a dica é escolher bem os horários para as práticas esportivas. Além disso, lembrar de utilizar roupas mais leves e claras e procurar atividades de intensidade moderada que podem te ajudar no primeiro momento.

    Quanto aos horários, o começo da manhã e o fim da tarde são os períodos do dia mais indicados, afinal, são os momentos em que o sol está mais agradável e as temperaturas mais controladas.

    Leia também sobre como manter a rotina de treino em épocas festivas, Aqui!

    Como falamos, a hidratação e o entendimento sobre os sinais do seu corpo são outros pontos importantes. Conhecer os perigos do verão também é algo crucial, e a seguir vamos focar no maior deles, a insolação! 

    O que é insolação?

    A insolação é uma condição de saúde que ocorre devido à exposição excessiva e prolongada ao calor e ao sol, levando a um aumento perigoso da temperatura corporal. É uma forma grave de lesão causada pelo calor e pode ser potencialmente fatal se não for tratada rapidamente. A insolação ocorre quando o corpo não consegue dissipar o calor de maneira eficaz e a temperatura interna sobe para níveis perigosamente altos. A insolação é uma condição grave que requer atenção médica imediata, para evitá-la você precisa entender os sintomas e se precaver.

    caso grave de insolação
    Segundo matéria da CNN “De acordo com o médico, as altas temperaturas trazem consequências mais graves para grupos mais suscetíveis, como idosos, crianças e trabalhadores braçais. O cardiologista chamou a atenção para quadros de insolação, que, em situações graves, “têm alta mortalidade.”

    Sintomas de insolação

    A insolação é uma condição séria causada pela exposição prolongada ao calor e ao sol, e seus sintomas podem variar de leves a graves. Os principais sintomas de insolação incluem:

    1. Calor intenso: A exposição prolongada ao sol e ao calor excessivo é um fator desencadeante da insolação. O dia deve estar especialmente quente para que ocorra.
    2. Temperatura corporal elevada: Aumento significativo da temperatura corporal, geralmente acima de 40°C (104°F).
    3. Pele quente e seca: A pele fica quente, vermelha e seca ao toque, sem suor ou com uma sudorese muito reduzida.
    4. Dor de cabeça: Uma forte dor de cabeça é comum em casos de insolação.
    5. Tontura e confusão: A pessoa pode sentir tontura, desorientação, confusão mental ou até mesmo delírio.
    6. Náuseas e vômitos: A insolação pode causar náuseas, vômitos e desconforto gastrointestinal.
    7. Pulso rápido e forte: O pulso pode acelerar (taquicardia) e tornar-se forte e irregular.
    8. Respiração rápida: A respiração pode tornar-se rápida e superficial.
    9. Fraqueza muscular: A pessoa pode sentir fraqueza muscular e câimbras.
    10. Perda de consciência: Em casos graves, a insolação pode levar à perda de consciência, convulsões e coma.

    É importante notar que a insolação é uma emergência médica e deve ser tratada imediatamente. A insolação grave pode ser potencialmente fatal se não tratada adequadamente. Portanto, não subestime os sintomas e tome medidas rápidas para proteger a saúde da pessoa afetada. Se alguém apresentar sintomas de insolação, é fundamental saber como lidar com essa situação e procurar ajuda médica imediatamente.

    Como cuidar de insolação

    A insolação é uma condição séria que ocorre quando o corpo superaquece devido à exposição prolongada ao sol e à falta de hidratação adequada. Aqui estão algumas medidas de cuidados que podem ser tomadas em caso de suspeita de insolação:

    • Mude para um local mais fresco: Se você ou alguém estiver com insolação, a primeira medida é sair do sol imediatamente. Procure uma sombra ou um ambiente com ar-condicionado.
    • Hidrate-se: Beba água ou líquidos isotônicos para repor os fluidos perdidos. Evite álcool e cafeína, pois eles podem desidratar ainda mais o corpo.
    • Resfrie-se: Use compressas úmidas e frias ou tome um banho frio para reduzir a temperatura corporal. Ventiladores ou ar-condicionado também podem ajudar.
    • Descanse: Deite-se em um local fresco e confortável, com a cabeça ligeiramente elevada.
    • Remova roupas em excesso: Se possível, retire roupas em excesso para ajudar o corpo a resfriar-se.
    • Use protetor solar: Evite futuras insolações usando protetor solar, chapéus e roupas de manga longa quando estiver ao sol.
    • Evite atividades físicas: Descanse e evite exercícios físicos extenuantes até se recuperar completamente.
    • Procure ajuda médica: Se os sintomas da insolação forem graves, como confusão, náuseas persistentes, vômitos ou desmaio, é importante buscar atendimento médico imediatamente. A insolação grave pode ser perigosa e requer tratamento médico.

    Lembre-se de que a insolação é uma condição séria que requer cuidados imediatos. A prevenção é a melhor abordagem, evitando a exposição excessiva ao sol e mantendo-se hidratado em climas quentes. Se você ou alguém ao seu redor estiver sofrendo de insolação, é fundamental agir rapidamente para garantir uma recuperação segura.

    Aqui em nosso Blog você encontra dicas e informações importantes para sua qualidade de vida e cuidados com a saúde no verão. Conteúdos como este sobre como manter a saúde no verão estão disponíveis para que você tenha uma rotina mais saudável, por isso, conte com nossos materiais. E se precisar da ajuda de um profissional, conte com nosso corpo clínico para te auxiliar a ter cuidados com a saúde no verão de forma eficiente.

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  • Vitamina D: a melhor vitamina para os músculos

    Vitamina D: a melhor vitamina para os músculos

    Você provavelmente já deve ter ouvido falar sobre a vitamina D. Normalmente, esse assunto surge acompanhado da afirmação sobre a necessidade da exposição aos raios de sol para que o corpo assimile essa vitamina.

    No entanto, a vitamina desse grupo vai muito além disso, inclusive, com outras fontes ricas deste nutriente. Fato é que a demanda do corpo por essa vitamina é cada vez mais comprovada, sendo inclusive muito citada quando falamos em recuperação muscular e saúde dos músculos e do organismo como um todo. 

    Neste conteúdo vamos apresentar alguns detalhes essenciais para que você compreenda a importância da vitamina D quando olhamos para nossos músculos. Além disso, vamos deixar dicas sobre rotinas e um plano alimentar que contemple alimentos ricos neste nutriente. Acompanhe:  

    O que é a vitamina D?

    Muito mais que uma vitamina, a vitamina do tipo D atualmente já é considerada um hormônio, afinal é produzida pelo próprio corpo humano. É importante para a saúde óssea, crescimento, imunidade, funcionamento do sistema cardiovascular e nervoso central, além dos músculos e de todo o metabolismo. 

    Olhando para a questão técnica, podemos dizer que a vitamina D é o nome dado à molécula que apresenta quatro anéis de colesterol quando há exposição da pele aos raios solares. Por esse motivo, esse tipo de vitamina entra no grupo das vitaminas lipossolúveis, isso quer dizer que é constituída de isopreno e solúveis em gordura.  

    A metabolização desta vitamina acontece no fígado e nos rins, que são os órgãos responsáveis por transformá-la em sua forma ativa. Ao alcançar este patamar, esse tipo de vitamina pode ser absorvida e utilizada pelo corpo em diversas funções essenciais

    No próximo capítulo, você vai entender exatamente a função dessa vitamina no organismo humano, porém, antes, é preciso destacar que existem dois tipos de vitamina D. Veja quais são:

    • Vitamina tipo D3: também chamada de colecalciferol, é a forma mais comum dessa vitamina, aquela que é produzida pelo corpo humano. Além disso, também pode ser adquirida a partir de alguns alimentos. 
    • Vitamina tipo D2: ou simplesmente ergocalciferol, é encontrada predominantemente em cogumelos e plantas, principalmente algumas espécies que são expostas de forma demasiada aos raios solares.  

    Agora que você realmente sabe o que é a vitamina D, vamos avançar e explicar quais são as funções dessa vitamina. Confira: 

    Qual é a função dessa vitamina no organismo?

    Já comentamos sobre a importância da vitamina D para o corpo humano, agora vamos explorar alguns detalhes. Para começarmos, é necessário destacar que esse hormônio é fundamental para a absorção de cálcio, sendo essencial para todo o processo de formação óssea, bem como o desenvolvimento, recuperação e crescimento dos nossos ossos. 

    Além disso, vale destacar a importância para a imunidade do corpo humano. Diversos estudos apontam que a deficiência de vitamina do tipo D é um dos fatores mais relevantes para o desenvolvimento de quadros e condições como: diabetes melito tipo 1, alergias alimentares de diversas formas e neoplasias. 

    Assim, podemos dizer que a vitamina D é um importante modulador de todo o sistema imune do corpo humano. Dessa forma, essa vitamina é um dos pilares para a prevenção de doenças autoimunes como diabetes melito tipo 1 (que citamos acima), esclerose múltipla, doença inflamatória intestinal, lúpus eritematoso sistêmico e artrite reumatoide. 

    Outra função em destaque está relacionada ao sistema cardiovascular. É provado que a vitamina D é um dos hormônios essenciais para evitar doenças relacionadas e quadro relacionados ao coração, visto que atua no controle da hipertensão arterial sistêmica e também no combate à obesidade.

    Outros processos que servem para entendermos a função da vitamina D no corpo humano são:

    • Atuação direta no processo de metabolismo do colágeno. 
    • Auxílio direto no controle do magnésio em nosso organismo.
    • Importante na dispensa de insulina pelo pâncreas e da prolactina pela hipófise. 

    Importância da vitamina D para os músculos

    Além de todos os detalhes que falamos sobre a importância da vitamina D para o organismo e questões como controle de doenças, precisamos destacar que é um nutriente essencial para a recuperação e construção muscular, principalmente após a prática de exercícios físicos. 

    Essa importância ficou comprovada em um estudo feito por um grupo de especialistas da Espanha e comentado aqui no Brasil por alguns portais focados em saúde e bem-estar. 

    De acordo com os estudos, a vitamina D é essencial para o processo de redução do dano muscular após treinos, visto que desempenha função primordial na modulação de funções imunológicas e na recuperação da inflamação causada pela atividade física.

    A pesquisa concluiu que atletas, sejam amadores ou profissionais, que contam com níveis acima de cerca de 30 ml de vitamina D no organismo tendem a ter uma recuperação mais ágil após treinos e práticas físicas.

    Além disso, a pesquisa ainda identificou que esses atletas também se destacam quando o assunto é ganho de massa muscular, a tradicional hipertrofia. Por fim, ainda ficou provado que dores musculares são menos frequentes em quem está com o estoque de vitamina D alto no corpo.

    De fato, a vitamina D já é considerada uma das maiores aliadas de atletas ou mesmo de praticantes esporádicos de esportes e atividade físicas. Diversos indícios apontam que é um dos elementos mais importantes para o processo natural do corpo para evitar lesões, fraturas e mesmo para aliviar dores musculares.

    Isso acontece por conta da importância da vitamina D na absorção de cálcio e fósforo. Como já falamos sobre a relação com a saúde óssea, vale destacar que o fósforo é elemento primordial na saúde dos músculos.  

    Benefícios desta vitamina para os músculos

    Para sintetizarmos toda a relação entre a vitamina D e o sistema muscular, preparamos uma lista com as 7 principais vantagens, confira:

    1. Aumento de força muscular: atua na formação de fibras musculares, dessa forma, é essencial para o aumento de força. 
    2. Reduz os efeitos da Sarcopenia: sarcopenia pode ser entendida como a alteração da musculatura esquelética, sobretudo relacionada à redução da força e redução da massa muscular secundária, diante do processo de envelhecimento. A falta dessa vitamina potencializa essa condição, causando atrofia e a fraqueza dos músculos. 
    3. Essencial para recuperação muscular após lesões: quem passa por um processo de recuperação de lesões, precisa estar em dia com os níveis de vitamina D. Essa vitamina é fundamental para fazer com que o corpo assimile a lesão e volte a entender movimentos musculares. 

    Vitamina para músculos: Quais vitaminas tomar para fortalecer os músculos?

    Além da vitamina D, que desempenha um papel importante na saúde óssea e muscular, existem outras vitaminas e minerais que são essenciais para a função muscular e o fortalecimento do sistema musculoesquelético. Aqui estão algumas vitaminas e minerais relevantes para a saúde muscular:

    • Vitamina K: A vitamina K está envolvida na regulação do cálcio nos tecidos, incluindo os ossos. Pode ajudar na mineralização adequada dos ossos, favorecendo a saúde muscular.
    • Vitamina C: A vitamina C é importante na formação de colágeno, uma proteína que contribui para a estrutura dos tecidos conjuntivos, incluindo tendões e ligamentos.
    • Vitamina E: A vitamina E tem propriedades antioxidantes e pode ajudar a proteger as células musculares contra o estresse oxidativo induzido pelo exercício.
    • Vitamina B6 (Piridoxina): A vitamina B6 desempenha um papel na síntese de proteínas e pode influenciar a função muscular. É importante para o metabolismo de aminoácidos.
    • Vitamina B12 (Cobalamina): A vitamina B12 é essencial para a formação de glóbulos vermelhos e a saúde do sistema nervoso, o que é relevante para a função muscular.
    • Cálcio: O cálcio é fundamental para a contração muscular e a transmissão de impulsos nervosos. Além de vitamina D, a vitamina K também pode influenciar o metabolismo do cálcio.
    • Magnésio: O magnésio desempenha um papel crucial na contração muscular e é necessário para a síntese de ATP, a principal fonte de energia para as células.
    • Zinco: O zinco é necessário para o crescimento e reparo dos tecidos, incluindo os músculos. Também desempenha um papel na função imunológica.
    • Ferro: O ferro é essencial para o transporte de oxigênio no sangue. A deficiência de ferro pode levar à fadiga muscular.

    É importante obter vitaminas e minerais por meio de uma dieta equilibrada e variada. Se você tiver dúvidas sobre a necessidade de suplementos, é recomendável consultar um profissional de saúde, como um nutricionista ou médico, para avaliação e orientação personalizada. A suplementação deve ser feita com cuidado, levando em consideração as necessidades individuais e evitando doses excessivas.

    O que fazer para aumentar o nível de vitamina D no organismo?

    Começamos este conteúdo falando sobre a relação da vitamina D com a exposição aos raios solares. Embora essa não seja a única forma de obter essa vitamina, é um dos caminhos mais precisos. Logo, a exposição ao sol, sobretudo nos braços e pernas por 20 minutos ao dia, pode ser uma boa prática. 

    Além disso, ainda é possível incluir vitamina D em seu plano alimentar, a partir de alimentos ricos nessa vitamina. Essa vitamina está presente em alimentos de origem animal e também em alguns cogumelos. Entre eles, vale destacar o salmão.

    Qual a melhor vitamina para recuperação muscular?

    Não há uma única vitamina que seja considerada a melhor para recuperação muscular, pois a recuperação muscular envolve uma interação complexa de vários nutrientes. Em vez de focar apenas em uma vitamina, é importante garantir uma ingestão equilibrada de nutrientes essenciais para promover a recuperação eficaz. Aqui estão alguns nutrientes importantes para a recuperação muscular:

    1. Proteína: Não é uma vitamina, mas a proteína é crucial para a recuperação muscular, pois fornece os aminoácidos necessários para a reparação e crescimento muscular. Fontes incluem carnes magras, ovos, laticínios, legumes e suplementos proteicos.
    2. Vitamina D: Ajuda na absorção de cálcio, essencial para a contração muscular. Uma deficiência de vitamina D pode afetar a saúde muscular.
    3. Vitaminas do Complexo B (B1, B6, B12): Contribuem para a produção de energia e são importantes para o metabolismo muscular. A vitamina B12 desempenha um papel crucial na formação de glóbulos vermelhos.
    4. Vitamina C: Importante para a síntese de colágeno e antioxidante, auxiliando na recuperação de danos oxidativos associados ao exercício.
    5. Vitamina E: Tem propriedades antioxidantes, ajudando a proteger as células contra o estresse oxidativo durante a recuperação.
    6. Cálcio: Essencial para a contração muscular. O cálcio desempenha um papel vital na regulação do ciclo de contração e relaxamento muscular.
    7. Magnésio: Importante para a função muscular, incluindo a relaxamento muscular, e desempenha um papel na síntese de energia.
    8. Zinco: Contribui para a síntese de proteínas e reparo tecidual, sendo importante para a recuperação muscular.
    9. Ômega-3 (Ácidos Graxos Essenciais): Possuem propriedades anti-inflamatórias e podem ajudar na redução da inflamação após o exercício.
    10. Creatina: Não é uma vitamina, mas é um composto natural encontrado em alimentos de origem animal. A creatina auxilia na recuperação muscular e no desempenho durante exercícios de alta intensidade.

    É fundamental obter esses nutrientes por meio de uma dieta equilibrada, composta por uma variedade de alimentos naturais. Em alguns casos, suplementos podem ser considerados, mas a orientação de um profissional de saúde, como um nutricionista, é recomendada para garantir uma abordagem adequada e personalizada. Além disso, uma hidratação adequada e a atenção ao descanso são elementos cruciais para a recuperação muscular eficaz.

    Aqui na Vicci, você encontra ajuda personalizada, seja para recuperar de uma lesão ou mesmo conseguir melhores resultados. Agora que você entende a importância da vitamina D para os músculos, sabe que é preciso estar em dia com os níveis de vitaminas em seu corpo, por isso, essa ajuda é essencial.

    Entre em contato e agende seu horário agora mesmo. 

  • Como aliviar dor no ombro?

    Como aliviar dor no ombro?

    O ombro é uma das principais e mais complexas articulações do corpo humano. Contando com uma série de músculos, tendões e ossos, os ombros são os responsáveis por movimentos simples, como levantar os braços. Levando em consideração a complexidade dessa articulação, é quase certo que em algum momento da sua vida você vai sofrer com algum tipo de dor no ombro.

    Dessa forma, este conteúdo se torna uma leitura indispensável, visto que vamos passar pelos detalhes mais relevantes e fazer com que você entenda o que pode causar essas dores.  

    O que você encontra neste conteúdo:

    • Como funciona o ombro. 
    • Principais causas de dores nos ombros. 
    • 6 dicas simples para aliviar dores nos ombros agora mesmo. 
    • Quando é necessário procurar um médico para dores nos ombros. 

    Como funciona o ombro: entendendo a anatomia dessa articulação

    Antes de falarmos sobre as causas de dores, vamos passar rapidamente pela anatomia do ombro, pois será importante para entendermos as causas de lesões. 

    Chamado de cintura escapular, o ombro é composto por 3 ossos: a escápula (ou omoplata), a clavícula e o úmero (osso do braço). A parte de cima  do ombro é formada por uma parte da escápula em formato de “dragona” chamado acrômio.

    Além disso, existem quatro articulações verdadeiras, além da presença de uma cápsula articular, um grupo de ligamentos que ligam o úmero à glenóide. Isso é fundamental para fornecer estabilidade e garantir os movimentos do ombro. 

    Principais causas de dor no ombro

    São diversas as causas de dores no ombro. Podemos citar desde as mais aparentes, como pancadas diretas, ou mesmo aquelas que são provenientes de doenças e condições subjacentes. 

    A seguir, vamos explicar algumas com detalhes, confira:

    Bursite 

    Quando falamos em dores no ombro, a bursite é sempre uma das causas mais comuns. Acontece devido por causa da inflamação da bursa, que são pequenos sacos cheios de líquido localizados nas articulações, servindo como proteção para tendões e os músculos durante a realização de movimentos. 

    A bursite pode ser causada pelo uso excessivo do ombro, sendo mais comum em pessoas que fazem atividades repetitivas com o braço, como atividades manuais ou esportivas, como por exemplo esportes como vôlei e tênis. 

    A bursite é caracterizada por dores agudas na parte superior ou frontal do ombro, que pioram à medida que é exigido movimento do ombro, mesmo que de forma leve. 

    Tendinite

    Essas dores são causadas por inflamações dos tendões do ombro. Os tendões que mais causam inflamações são os tendões do manguito rotador (supraespinal, infraespinal, subescapular e redondo menor) e o tendão da cabeça longa do bíceps.

    Assim como acontece com a bursite, e tendinite acontece por conta do uso demasiado da articulação ou mesmo após um movimento brusco, principalmente quando realizado de forma inadequada. 

    Sobre a bursite e tendinite, vale a pena falar que essas condições podem aparecer em conjunto, visto que a bursa e os tendões estão bem próximos. 

    Osteoartrose

    Esse é o tipo de artrose mais comum no ombro, que pode ser entendida como uma doença degenerativa crônica da cartilagem ou da estrutura óssea, causada pelo desgaste, muitas vezes natural, mas que também pode ser em decorrência de lesões esportivas. 

    Além das dores, sintomas como inchaço no local, sensação de “areia” na articulação e estalos durante os movimentos, mesmo os mais simples, são identificados por pacientes que passam por essa condição. 

    Capsulite adesiva

    Essa condição é uma inflamação crônica do ombro, muito comum em pessoas com diabetes e em mulheres com mais de 40 anos, que já tiveram o braço imobilizado por um longo período. 

    Fraturas e traumas

    Essas dores normalmente são fáceis de serem analisadas e tratadas, afinal, acontecem após uma pancada ou batida que afeta o ombro. Em decorrência podem surgir luxações, Torções, estiramentos e fraturas de ossos, eventos que podem causar dores no ombro. 

    O que fazer para aliviar a dor no ombro? 6 dicas simples

    Agora que você entendeu as principais causas e motivos para sentir dor no ombro, vamos passar algumas dicas básicas que podem te ajudar a aliviar essas dores. Lembrando sempre que este conteúdo é apenas educacional, isso quer dizer que apenas um médico é capaz de fornecer um diagnóstico preciso. 

    1. Aplicar compressa de água morna

    A temperatura alta de uma compressa de água morna faz com que os músculos da região relaxem, reduzindo a tensão e aumentando a circulação dos ombros, aliviando as dores. 

    2. Alongamentos para melhorar a dor no ombro

    Alongamentos musculares dos ombros e pescoço são muito eficazes no relaxamento de toda a região e consequentemente para o alívio de dores locais. Vale destacar que essas ações não devem forçar a articulação, ou seja, ao menor sinal de desconforto devem ser interrompidas. 

    3. Repouso

    Como sempre falamos, o repouso é essencial, sobretudo quando olhamos para a recuperação muscular. Se essas dores aparecem de forma repentina, após levantar peso, um impacto ou se foi após executar um mesmo movimento repetitivo, o ideal é descansar a articulação. 

    4. Cuide da sua postura para tratar dor no ombro

    É muito importante estar atento à postura correta para prevenir ou aliviar a dor no ombro, visto que a posição em que você trabalha, sobretudo sentado, pode impactar todo seu corpo, causando dores no ombro, costas e pernas. 

    Se você trabalha em frente ao computador, a atenção deve ser ainda maior por conta da posição dos braços. A dica é deixar o teclado próximo ao nível dos cotovelos, fazendo com que você não estresse na região dos ombros. 

    5. Tenha atenção ao seu sono

    A posição que você escolhe para dormir e o seu travesseiro são elementos relevantes para aliviar dores nos ombros. A dica de especialistas é trocar os travesseiros sempre que achar que estão sem qualidade, privilegiando um objetivo que mantenha a cabeça alinhada com o tronco. 

    Com relação à posição durante o sono. A posição ideal é de lado, de modo que a coluna fique alinhada e não seja pressionada. Por isso, evite dormir de bruços, essa posição aumenta a pressão no pescoço e na coluna e, consequentemente, pode fazer com que você sinta dores ao longo do dia. 

    6. Foco na hidratação e alimentação

    A hidratação é importante para combater uma situação de inflamação, visto que a falta de líquidos no corpo tende a prolongar o estado inflamatório. Além disso, o que você come também impacta na condição do seu organismo e na forma de lidar com situações de estresse e dores, por isso um bom plano alimentar é sempre sugerido. 

    Quando procurar um ortopedista para dor no ombro?

    Em muitos casos, sobretudo aqueles que derivam de movimentos e de esforços diários, uma boa recuperação bastará para aliviar as dores. No entanto, se você está sentindo uma dor severa ou crônica no ombro, é necessário consultar um ortopedista para entender melhor a causa desse desconforto, bem como saber quais os tratamentos indicados para aliviar e tratar a causa. 

    Aqui na Clínica Vicci, você encontra ajuda tanto para o diagnóstico, quanto para o tratamento e acompanhamento deste processo. Temos uma equipe completa e preparada para te atender com eficiência, possibilitando que você tenha acesso ao melhor tratamento para lidar com a dor no ombro sem abrir mão da qualidade de vida e saúde. 

    Entre em contato

  • Dor crônica nas articulações: é normal?

    Dor crônica nas articulações: é normal?

    A dor crônica nas articulações, que também é chamada de dor articular em muitos casos, é um quadro que afeta muitas pessoas atualmente. Seja na realização de tarefas cotidianas, como subir escadas, trabalhar ou brincar com os filhos, ou mesmo durante a prática de atividades físicas, é possível presenciarmos queixas sobre essas dores. 

    Por causa dessa grande quantidade de pessoas que sentem, há um sentimento de que essas dores são normais. Porém, não é bem assim. Ao longo desse conteúdo você vai entender que sentir dor nas articulações não é um processo normal e que existem tratamentos para evitar, amenizar e acabar com esse problema. 

    O que você encontra nesse conteúdo sobre dores crônicas nas articulações:

    • O que é uma dor crônica?
    • O que é uma dor crônica nas articulações?
    • Como identificar uma dor crônica
    • É normal sentir essas dores?
    • Tipos de dores crônicas articulares
    • Tratamentos
    • Quando procurar um médico

    O que é uma dor crônica?

    Dor crônica é o nome dado às dores que permanecem por um período além do tempo de cura do tecido, articulação ou músculo, que, em geral, é de 3 meses. Além disso, podemos definir como a evolução da dor aguda, afinal, é um sintoma que acompanha o paciente por um prazo maior, ao invés de um momento único. 

    As dores crônicas, normalmente, são sinais de disfunções no sistema nervoso ou nas fibras nervosas do membro afetado. Outro fato interessante é que estão muito associadas a doenças progressivas como artrite reumatoide, artrose da coluna ou dos joelhos, fibromialgia ou câncer. 

    Por fim, para fecharmos este capítulo sobre o conceito de dores crônicas vale destacar que normalmente surgem após alguma lesão, evento ou infecção e podem ser agravadas por fatores externos. 

    A seguir, vamos entender mais sobre dor crônica nas articulações. Acompanhe:

    Dor crônica nas articulações

    Ainda na parte de conceitos, de acordo com o site da Secretaria de Saúde, a dor crônica nas articulações é um tipo de doença crônica e grave das articulações, que se apresenta sob várias formas. Em todas elas, provoca inflamação, dor e rigidez nas articulações afetadas.

    Ainda analisando o que diz essa fonte, com essas dores, as articulações enfraquecem e acabam por se deformar, a tal ponto que o seu funcionamento fica substancial ou mesmo totalmente prejudicado.

    Como identificar uma dor articular?

    É preciso destacar as diferenças entre dores articulares crônicas e dores musculares. Quando a dor é nos músculos, normalmente, é intensificada ao realizar movimentos que demandam alto esforço desses órgãos. 

    Por outro lado, uma dor articular é responsável por não permitir que o movimento seja realizado de forma completa. Além disso, ainda é possível sentir febre local e identificar vermelhidão local. 

    É normal sentir dor crônica nas articulações?

    Agora que o conceito está claro, vamos à resposta do questionamento inicial deste texto. Sentir dor nas articulações, apesar de ser algo comum, não é um quadro normal. 

    Na maioria das vezes, essas dores indicam que há algo de errado, normalmente uma lesão que não foi tratada corretamente. Quando olhamos para as dores crônicas, o cenário é o mesmo e esse problema precisa ser tratado para que não tenha uma evolução.

    Por isso, se você sente uma dor crônica em alguma articulação, é necessário procurar um ortopedista para entender do que se trata e começar um tratamento. 

    Tipos comuns de dores crônicas nas articulações

    O corpo humano possui três tipos de articulações e todas elas podem ser atacadas por essas dores. Abaixo, vamos explicar os principais quadros que são caracterizados por esses sintomas. 

    Artrite

    A artrite é uma inflamação nas articulações que provoca dores intensas e ainda afeta a capacidade de realização de movimentos. Existem várias causas para essa condição, no entanto, é mais comum em mulheres e está relacionada ao sobrepeso. 

    A artrite é um quadro crônico, mas pode ser tratada com anti-inflamatórios e sessões de fisioterapia, que ajudam principalmente na recuperação dos movimentos, na redução de dores e para evitar a piora do quadro.

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    Artrose

    Já que falamos da artrite, é preciso falarmos da artrose, visto que esses quadros são facilmente confundidos. A artrose ou osteoartrite como também é conhecida é uma patologia que pessoas com idade avançada e é causada pelo desgaste cartilaginoso, fazendo com que os ossos tenham um impacto entre eles durante o movimento

    O resultado direto são dores que evoluem com o passar dos anos e pode afetar várias articulações do corpo como joelho, cotovelo, coluna,  juntas dos dedos das mãos e demais que são revestidas com cartilagem. 

    Tendinite

    Tendinite é uma dor crônica associada à inflamação dos tendões, sobretudo pelo uso excessivo da articulação durante atividades como esportes, trabalhos, lazer ou mesmo de rotinas. 

    Pessoas que ficam sentadas por um longo período de tempo ao trabalho, por exemplo, podem desenvolver tendinite além de outros problemas relacionados à falta de uma postura correta. 

    Fibromialgia

    Por fim, vale a pena citar a  fibromialgia. Embora seja classificada como uma doença idiopática, é uma patologia crônica que resulta em algumas dores intensas por todo o corpo. 

    Sobre esse quadro, muitas vezes não há uma causa específica. Porém, as dores estão relacionadas com alterações emocionais e estresse elevado e podem gerar sintomas como cansaço excessivo, cefaleia e dificuldades para dormir e repousar de forma eficiente. 

    Quando procurar um médico para dores articulares?

    Já que as dores podem ser comuns, é preciso saber que existem alguns alertas sobre a necessidade de procurar um médico para começar um tratamento. 

    Nesse caso, os principais sintomas de que a dor articular pode evoluir para outra condição são:

    • Inchaço, sensação de queimação e vermelhidão da articulação
    • Novas erupções, manchas ou manchas roxas
    • Lesões na boca, nariz ou genitais
    • Dor no tórax, dificuldade para respirar ou uma tosse nova ou grave
    • Dor abdominal
    • Febre, sudorese, perda de peso ou calafrios
    • Vermelhidão ou dor ocular

    Quando constatada a frequência da dor e a presença de algum desses sinais, é necessário procurar um ortopedista, para que ele consiga identificar a natureza e, inclusive, definir se trata-se de uma doença com tratamento via reumatologia. 

    Por fim, vale destacar que as dores crônicas são comuns em pessoas de idade avançada, afinal, muitas são causadas pelo desgaste natural das articulações e cartilagens. Assim. a recomendação é que, mediante ao avanço da idade, a avaliação médica se torne uma rotina, prevenindo o avanço desses quadros e criando condições para amenizar essas dores. 

    Como tratar a dor crônica nas articulações?

    Como as dores crônicas normalmente afetam a funcionalidade do corpo humano, limitando movimentos e gerando inflamação, o fortalecimento por meio de atividades fisioterápicas é o principal tratamento. 

    Além disso, o uso de medicamentos também pode ser indicado, sobretudo para pacientes que possuem um histórico de doenças do tipo. Outro detalhe muito importante nesse tratamento é o repouso, afinal, é necessário oferecer descanso de qualidade para o corpo. 

    Agora que você já entende todos os detalhes sobre a dor crônica nas articulações, consegue definir se o que está sentido possui essa característica ou não. Além disso, já sabe também sobre a importância de um médico para diagnóstico e de fisioterapia para o tratamento. 

    Aqui na Vicci, você encontra tudo que é preciso para diagnosticar e tratar uma dor crônica nas articulações.

    Entre em contato e tenha acesso ao melhor time de profissionais preparado para te ajudar a ter saúde e qualidade de vida, sempre. 

  • Importância da nutrição para o tratamento de diabetes

    Importância da nutrição para o tratamento de diabetes

    A nutrição é uma das áreas médicas que mais ganhou destaque nos últimos anos. Muito relacionada à busca por uma rotina mais saudável e qualidade de vida, o acompanhamento nutricional também tem sido responsável por bons resultados quando olhamos para o tratamento de diabetes. 

    De acordo com informações do Ministério da Saúde, o Brasil é o 5º país em incidência de diabetes no mundo, com 16,8 milhões de doentes adultos. Ainda segundo esses dados, até 2030, o número de pessoas com a doença deve chegar a 21,5 milhões em todo território nacional. 

    Dessa forma, é preciso entender alguns detalhes sobre essa doença e a importância da nutrição para o tratamento de diabetes. Assunto que é o tema desse conteúdo. 

    O que é diabetes?

    Para entendermos a importância da nutrição para o tratamento de diabetes, é necessário antes explicarmos algumas características dessa doença. 

    Diabetes é o nome dado à doença causada por complicações na produção ou na absorção de insulina pelo corpo humano, gerando o aumento do nível de glicose no sangue, processo chamado de hiperglicemia. A insulina é um tipo de hormônio que é produzido pelo pâncreas e possui um papel fundamental para a quebra de açúcar no sangue (glicose). 

    Portanto, a diabetes é uma doença que está relacionada diretamente com a alimentação, visto que o consumo de açúcar precisa ser compatível com a capacidade do corpo de processar essa substância. 

    Abaixo, vamos entender como funciona o tratamento de diabetes e estabelecer a importância de um acompanhamento nutricional. Acompanhe:

    Como é o tratamento da diabetes?

    O tratamento de diabetes passa pelo controle e redução dos níveis de glicose no sangue e também pela adoção de uma rotina mais saudável e controlada, sobretudo olhando para alimentação e práticas diárias como atividades físicas. A seguir, vamos entender os detalhes de cada uma dessas etapas. 

    Tratamento para diabetes com remédios

    Hoje em dia é possível contar com uma ampla lista de medicamentos que auxiliam pacientes em tratamento de diabetes. Esses remédios dependem do tipo da doença e também das características de cada pessoa. 

    Os medicamentos antidiabéticos mais comuns são: Glibenclamida, Gliclazida, Metformina ou Vildagliptina. Vale a pena destacar que o diagnóstico e a receita de medicação são ações que só podem ser realizadas por médicos. A automedicação não é uma prática segura. 

    Tratamento via doses de insulina

    Um dos caminhos mais tradicionais para o tratamento de diabetes passa pela aplicação de doses de insulina. 

    Atualmente, existem várias formas de aplicação dessa insulina sintética, possibilitando que o corpo tenha um volume maior do hormônio e consiga realizar a transmissão da glicose para todas as áreas do corpo. 

    Esse método é utilizado, sobretudo, em casos de pacientes que contam com baixa produção de glicose. Além disso, ainda é preciso saber que existem diferentes tipos de insulina, cabe ao médico entender qual o tipo mais indicado para cada paciente. 

    Tratamento de diabetes por meio de exercícios físicos

    Entre os tratamentos naturais, a prática de atividades físicas de forma regular é uma ação que ganha cada vez mais destaque e importância para a rotina de um paciente diagnosticado com diabetes. 

    O motivo é bem simples: estudos comprovam que uma rotina de atividade física ajuda a regular os níveis de açúcar no sangue, diminui a resistência à insulina e ainda contribui para o bom funcionamento do sistema cardiovascular e do sistema respiratório. 

    De uma forma geral, essa rotina é fortemente recomendada quando o nível de glicemia no sangue está abaixo de 250 mg/dL. 

    Normalmente, a indicação é que esses exercícios estejam presentes em, pelo menos, 3 momentos durante a semana. 

    Sobre a relação entre diabetes e atividades físicas é preciso destacar que as demandas particulares devem ser entendidas para a definição de uma rotina de treinos saudável. Pessoas que contam com alguma complicação em decorrência da doença, como retinopatia ou ferida nos pés, por exemplo, devem evitar algumas atividades que causem impactos. 

    No contexto geral, atividades de intensidade moderada e alta são recomendadas.  Caminhada, corrida, dança, ciclismo, natação ou remo e mesmo musculação podem ser caminhos eficientes para aumento da massa muscular, contribuindo para a melhoria da sensibilidade da insulina. 

    Por fim, o último ponto é sobre a necessidade de contar com o apoio de um educador físico. Esse profissional precisa saber sobre essa condição e levar em conta essa doença na hora de criar a rotina de treinos. 

    Dieta para tratamento de diabetes

    A alimentação exerce um papel muito importante para o tratamento de diabetes. Ter uma alimentação saudável é um dos pilares para ter qualidade de vida e, nesse caso, é importante para ajudar o corpo no controle dos hormônios necessários para o sangue. 

    Procurar um nutricionista é um dos primeiros passos do tratamento, afinal, esse profissional sabe quais alimentos devem estar presentes nessa dieta e consegue estabelecer um plano alimentar, com quantidades e porções indicadas.  

    Alimentos que normalmente são priorizados durante a construção de um plano alimentar para pacientes com diabetes:

    • Grãos integrais: sobretudo a farinha de trigo integral, o arroz e o macarrão integrais, flocos de aveia e quinoa;
    • Leguminosas: como feijão, soja, grão-de-bico, lentilha e ervilha;
    • Legumes em geral: preferindo os frescos, como alface, tomate, rúcula, acelga, abóbora, vagem, cebola.
    • Carnes magras: peixes brancos, frango, carne bovina magra, como músculo e patinho.
    • Frutas em geral: priorizando as frescas e inteiras ou em pedaços, como laranja, mamão, pêra, abacaxi, pêssego e tangerina.
    • Gorduras boas: de frutas como abacate e coco, e óleos vegetais como azeite extra virgem, óleo de abacate e manteiga. 
    • Oleaginosas: castanhas, amendoim, avelãs, nozes e amêndoas.
    • Leite e derivados: nesse tópico, vale a pena destacar que é sempre mais recomendado o consumo de alimentos que não possuem adição de açúcar e que sejam mais leves como iogurte natural desnatado, queijos brancos como ricota

    Alimentos que normalmente devem ser evitados:

    • Açúcar e doces em geral, como chocolates, balas e bolos. 
    • Mel e geleia de frutas. 
    • Bebidas açucaradas, como refrigerantes, sucos industrializados, achocolatados;
    • Tubérculos em geral, como batata, batata doce, mandioca e inhame. O carboidrato precisa ser controlado, focando em alimentos integrais. 
    • Carnes processadas, como presunto, peito de peru, salsicha, linguiça, bacon, mortadela e salame;
    • Bebidas alcoólicas, como cervejas, vinhos e destilados.

    Como contar com um acompanhamento nutricional?

    Atualmente, encontrar um bom apoio nutricional é um caminho essencial, sobretudo para quem foi diagnosticado com diabetes. Como vimos, alguns alimentos devem estar em um plano alimentar, destacando ainda mais a necessidade de um nutricionista. 

    É possível encontrar várias receitas, dietas e programas alimentares na internet. Essas dicas, quase sempre, servem como base para a alimentação diária, porém, não substituem o trabalho de um profissional de nutrição. 

    Um plano alimentar eficiente deve levar como base alguns dados individuais, sejam referentes à rotina de cada pessoa, aos gostos alimentares de cada um ou mesmo das restrições. 

    Aqui na Vicci, você tem acesso a um acompanhamento nutricional que leva em consideração as suas demandas. Além disso, ainda é possível contar com outros profissionais, para ter uma rotina ainda mais saudável.

    Portanto, agora que você entendeu a importância da nutrição para o tratamento de diabetes, o próximo passo é entrar em contato com a clínica Vicci e marcar sua consulta e ficar mais perto de contar com um plano alimentar que proporciona maior qualidade de vida. 

    Entre em contato

  • 5 cuidados com a pele para ter agora mesmo

    5 cuidados com a pele para ter agora mesmo

    Para muitas pessoas, uma das dicas mais básicas é: use protetor solar. A máxima ganhou destaque após um icônico discurso e ressalta o quanto é importante adotar uma rotina que envolve alguns cuidados com a pele.  

    No entanto, essa dica não é colocada em prática por todo mundo. Ainda existem pessoas que não adotam boas práticas ou mesmo que acreditam em formas não eficientes para esse processo. 

    Portanto, ao longo desse conteúdo vamos passar algumas informações essenciais para que você consiga adotar esses cuidados com a sua pele em sua rotina e garantir maior saúde para o maior órgão do corpo humano.  

    Qual a importância de cuidar da pele?

    Como falamos, a pele é o maior órgão do corpo humano. Além do seu tamanho, é uma das áreas mais expostas a fatores externos, afinal, está diariamente em contato com bactérias e vírus presentes no ar, além de radiação solar, agentes químicos, poluição, entre outros eventos como cortes que podem acontecer. 

    Outro fator determinante é o tempo. A pele é um dos principais componentes sensíveis ao tempo, visto que, com o passar dos anos fica mais sensível, perde a elasticidade e começa a demandar alguns cuidados específicos.  

    Dessa forma, os cuidados da pele são fundamentais para 2 motivos claros:

    1. Evitar e retardar o envelhecimento: as marcas do tempo são evidentes, porém, os cuidados servem para ajudar a retardar esse processo, ou mesmo para evitar a aparência mais velha. Inclusive, os cuidados da pele são importantes para o sucesso de boa parte dos procedimentos estéticos. 
    2. Evitar doenças de pele: como falamos, vírus, bactérias estão presentes no ar e podem resultar em doenças. Além disso, existem outras condições que são decorrentes da falta de cuidado e podem causar complicações. 

    Doenças de pele

    Falamos sobre as doenças de pele e, agora, é importante um capítulo exclusivo para detalharmos essas enfermidades. 

    Como falamos, a pele é um dos principais pontos de contato entre o corpo humano e agentes externos, por isso, além dos cuidados serem essenciais para a manutenção da beleza, são importantes também para impedir que algumas doenças apareçam. 

    Entre essas doenças é preciso destacar o câncer de pele. De acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), entre janeiro de 2020 e outubro de 2021 foram registrados mais de 99 mil casos de diagnósticos desse tipo de câncer em todo território brasileiro. 

    Entre as principais causas desse câncer, é preciso lembrar de algumas condições genéticas. Porém, vale o alerta para a falta de cuidados com a pele para evitar e amenizar os efeitos, principalmente da radiação solar. 

    Na mesma fonte onde os dados foram coletados, um importante médico e Coordenador do Núcleo de Dermatologia do Hospital Sírio-Libanês afirmou que o uso de protetor solar não é uma prática diária de boa parte da população brasileira e ainda reforçou que a evolução de pintas e sinais de pele não é um processo acompanhado por todo mundo. 

    5 cuidados com a pele necessários

    Pensando nisso, a seguir, separamos os 5 principais cuidados com a pele que você pode começar a adotar agora mesmo. Você vai ver que, na prática, são ações simples, que podem fazer um grande efeito e fazer com que sua pele seja mais saudável. Confira:

    1. Usar protetor solar diariamente

    O erro de muitas pessoas é acreditar que o uso do protetor solar só é necessário quando há um contato excessivo e direto com o sol.  

    Estamos em contato direto com a radiação solar em vários momentos do dia, seja enquanto caminhamos, dirigimos ou mesmo ao trabalho, por isso, o protetor solar deve ser um componente presente diariamente. 

    O filtro solar é importante para proteção contra os raios UVA (raios solares que alcançam a camada interna da pele – a derme) e UVB (raios solares que atingem a camada externa – a epiderme).

    A recomendação é a utilização diária, com atenção redobrada em momentos de contato direto como em praias e piscinas. Dessa forma, você conta com um importante aliado para prevenir o envelhecimento precoce e o câncer de pele, além de evitar aparecimento de manchas, flacidez e rugas. 

    2. Mantenha-se hidratado

    A hidratação é uma das principais aliadas para a manutenção da pele saudável. A água é um dos principais componentes do nosso corpo e responsável direto por fornecer nutrientes e substâncias necessárias para a regeneração celular da pele. 

    A hidratação certamente começa pelo consumo de água. Especialistas afirmam que cada pessoa deve consumir, no mínimo, 2 litros de água por dia para manter o corpo hidratado. Além disso, ainda é preciso alguns cuidados para hidratar a pele na parte externa. 

    Assim, hidratantes são fundamentais para auxiliar o processo de regeneração e para manutenção da aparência da pele, reagindo contra efeitos do tempo e atuando a favor da saúde. 

    3. Tenha uma rotina de limpeza de sua pele

    A higienização é um cuidado com a pele básico e muito importante. Um processo correto de limpeza é fundamental para livrar a pele de impurezas que se acumulam, seja durante o dia ou mesmo durante o sono. 

    Especialistas indicam que esse processo deve acontecer pela manhã e à noite, antes do repouso. Assim, é possível retirar a oleosidade excessiva da pele e ainda remover produtos como protetor solar, maquiagem e outros cremes. 

    Sobre a limpeza, é preciso lembrar que o processo é fundamental após a prática de atividades físicas, visto que o suor pode carregar algumas impurezas para a pele. Portanto, atenção redobrada após os treinos. 

    Na prática, a limpeza com água e um sabonete facial já é eficiente, desde que seja realizada de forma correta e com a devida atenção. Por isso, não é preciso um trabalho intenso para manter sua pele limpa e saudável durante o dia a dia. 

    4. Tenha uma alimentação saudável

    Ter um plano alimentar adequado é uma dica para boa parte dos temas que abordamos aqui em nosso blog. O motivo é bem simples: a alimentação é a principal responsável pela produção de nutrientes e energias do nosso corpo, incluindo aqueles que são direcionados para a pele. 

    Por isso, um plano alimentar com legumes, hortaliças e frutas ajuda a combater o envelhecimento da pele e ainda deixa mais saudável, visto que esses alimentos são fontes de vitaminas e minerais. 

    Ainda existem alguns alimentos que ajudam na prevenção de danos causados pela radiação solar. Nesse caso, estamos falando de cenoura, abóbora, mamão, maçã e beterraba, alternativas que contém carotenóides, uma substância que se deposita na pele e possui ação antioxidante. 

    5. Consulte um dermatologista

    A dermatologia é a área médica responsável por cuidar da pele. Por isso, da mesma forma que é necessário uma consulta periódica para cuidar do coração, é preciso acompanhar a saúde de sua pele. 

    Esse acompanhamento é ainda mais importante para aquelas pessoas que possuem alguma condição genética que demanda maior cuidado, ou ainda para pessoas que possuem pintas e marcas de pele que precisam ser examinadas. 

    Os cuidados com a pele são essenciais para sua rotina diária. Seguindo essas dicas, você consegue adotar algumas ações para proteger e deixar sua pele ainda mais saudável. Em nosso blog você confere outras informações e dicas que geram mais qualidade de vida e bem estar para você.  

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  • Condicionamento físico: dicas para melhorar eficientemente

    Condicionamento físico: dicas para melhorar eficientemente

    Condicionamento físico é um dos termos mais comuns no meio esportivo. Seja em uma conversa de amigos após uma partida de futebol, uma avaliação técnica na academia ou mesmo uma propaganda fitness, cedo ou tarde você vai se deparar com essa expressão. 

    O motivo para tanto uso é o fato do condicionamento físico ser um dos pilares fundamentais da prática esportiva. Afinal, condicionar o corpo e prepará-lo para uma rotina é fundamental para quem busca objetivos diversos, inclusive, perda de peso, competições ou mesmo a prática de um esporte por lazer. 

    No entanto, da mesma forma como esse termo é famoso, existem alguns mitos e lugares comuns sobre o assunto, normalmente, relacionados a ideias que já não são mais aplicadas. Por isso, nesse conteúdo vamos esclarecer o conceito de condicionamento físico e ainda deixar dicas práticas para você melhorar o seu. Acompanhe:

    Afinal, o que é condicionamento físico?

    Condicionamento físico é o nome dado à modalidade de prática de atividade física em que o indivíduo alcança melhora no funcionamento músculo-esquelético e metabólico por meio do aperfeiçoamento na força muscular, potência, resistência cardiovascular, resistência muscular e na flexibilidade. 

    Essa definição foi gerada por especialistas da Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), de acordo com esse conceito, atividades que têm como objetivo o treinamento aeróbico, de força e de flexibilidade são as principais envolvidas para alcançar esse objetivo. 

    Para muitos o condicionamento físico também pode ser entendido como desenvolvimento constante de todas as capacidades relacionadas às condições físicas, principalmente aquelas necessárias para a prática de atividades esportivas e exercícios de forma geral.  

    Por que melhorar o condicionamento físico?

    Melhorar o condicionamento físico é algo contínuo e permanente, visto que sempre é possível melhorar algo em e alcançar um novo patamar em seu condicionamento. Ademais, esse objetivo ainda oferecer outros benefícios para o corpo humano, entre eles, vale destacar 4:

    1. Saúde cardiovascular

    O condicionamento físico está diretamente relacionado com a saúde cardiovascular de uma pessoa. Um programa de condicionamento físico é essencial em uma estratégia para melhorar a saúde do coração, afinal, exercícios são fundamentais para prevenir doenças como diabetes e controlar o colesterol e a pressão arterial. 

    2. Fortalecimento muscular

    A saúde dos músculos também é beneficiada com o condicionamento físico. Estar condicionado é um dos objetivos para intensificar treinos e aumentar a rotina de práticas esportivas, impactando em ações para prevenção de lesões e ganho de massa magra e muscular em todo o corpo. 

    3. Controle do peso corporal 

    Como resultado de ações para manter um bom condicionamento físico é possível também controlar o peso corporal. Isso acontece devido ao fato do condicionamento físico ser um estado proporcionalmente inverso ao sedentarismo e se beneficiar de processos como uma alimentação saudável e uma rotina de exercícios. 

    4. Qualidade de sono

    Sabemos que a prática esportiva exerce influência na qualidade do sono. Por isso, estar bem condicionado está relacionado com o fato de dormir melhor. A prática de exercícios é essencial para relaxar o corpo e proporcionar melhores noites de sono, contando com os benefícios que listamos acima para isso. 

    É difícil melhorar o condicionamento físico?

    Melhorar o condicionamento é uma tarefa totalmente acessível, independentemente do tipo de corpo, atividade ou tempo disponível para alcançar esse objetivo. Muitas pessoas acreditam que esse desafio é impossível, pois não entendem que, normalmente, leva um certo tempo e acontece de forma gradual. 

    Nesses casos, o erro é o pensamento de que irá melhorar instantaneamente de um dia para o outro. A seguir, vamos apresentar 5 dicas simples para começar agora mesmo a melhorar seu condicionamento físico. Confira:

    1. Crie uma rotina de exercícios regulares

    Não há como fugir desse caminho, para ter um corpo condicionado é necessário criar uma rotina de exercícios constantes. Essa rotina deve focar na progressão da preparação física, aumentando a intensidade de acordo com a adaptação do corpo à rotina. 

    Nesse momento, é preciso contar com a ajuda de um profissional de educação física. Ele será responsável por montar um treino que considere esse objetivo e tenha as progressões de peso, carga e intensidade necessárias para que seu corpo fique bem condicionado. 

    2. Tenha foco na alimentação saudável

    Novamente, precisamos falar sobre a importância da alimentação saudável. Além de ser fundamental para manter um padrão de qualidade de vida, comer bem também é essencial para quem busca um corpo bem condicionado. 

    Seguir uma dieta balanceada, que contenha todos os nutrientes necessários, incluindo fibras, carboidratos e proteínas, e pouca quantidade de gorduras, é primordial para manter o peso corporal adequado. 

    Quando falamos em alimentação, sempre devemos lembrar da hidratação. Esse fator é fundamental para qualquer objetivo que envolva a melhoria da condição física de uma pessoa. 

    Outro ponto importante da alimentação saudável é o fato de possibilitar níveis de energia adequados para a prática de alguma atividade física que permita o condicionamento físico. 

    3. Faça exercícios cardiorrespiratórios

    Poucas pessoas gostam de esteiras e bicicletas na academia, porém, esses exercícios são fundamentais para manter o corpo condicionado. Atividades como caminhadas, corridas ao ar livre e natação também exercem essa função e fazem com que seu corpo ganhe intensidade para outras práticas, 

    Além disso, também é importante incluir atividades de fortalecimento muscular em sua rotina. Essas práticas são importantes para dar força aos músculos e articulações e prevenir doenças e lesões que podem te afastar da rotina de treinos. 

    4. Invista em repouso e sono de qualidade

    Falamos acima que um dos efeitos do bom condicionamento físico é o sono de qualidade, porém, os efeitos acontecem na direção oposta também. Afinal, ao contrário do que muita gente pensa, o repouso também ajuda no condicionamento físico. 

    É provado que o corpo realmente entra em um estado máximo de recuperação durante o sono. Isso envolve a recuperação muscular e também de outros tecidos e sistemas fisiológicos. 

    Durante uma noite de sono, hormônios importantes, como o GH, são produzidos e jogados em nossa corrente sanguínea, possibilitando a recuperação do que foi utilizado em esforços durante o dia.  

    Portanto, dormir bem também é fundamental para o condicionamento físico, visto que além disso que falamos, ainda faz com que você tenha energia para uma nova bateria de exercícios no outro dia. 

    Importância de acompanhamento profissional para o condicionamento físico

    Por fim, uma dica fundamental é contar com acompanhamento profissional. Além de pensar em exercícios para esse objetivo, ainda é possível utilizar tecnologia e conhecimento para fazer com que seu corpo esteja no melhor estado para buscar o condicionamento. 

    Isso é possível quando há um trabalho em conjunto de vários profissionais. Falamos aqui sobre o educador físico e também sobre o nutricionistas, mas, poderíamos destacar outros, como, fisioterapeuta, ortopedistas e analistas de desempenho. 

    Esse grupo profissional possui competência para acompanhar o desenvolvimento em busca de um condicionamento físico, permitindo que aconteça de forma natural e saudável, sem que prejudique a saúde. 

    Aqui na Clínica Vicci, temos um grupo de profissionais capacitado e preparado para te ajudar a alcançar o melhor condicionamento físico. Seja para a recuperação de lesão de forma correta ou mesmo para atividades de prevenção de lesões, aprimoramento, e construção de uma dieta saudável. Por isso, entre em contato agora mesmo e agende seu horário. 

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  • Fazer alongamento antes ou depois do treino?

    Fazer alongamento antes ou depois do treino?

    Alongar-se é uma das principais ações que acompanham exercícios físicos, treinos e competições. No entanto, da mesma forma como é comum a execução desses movimentos, é comum a dúvida sobre qual o momento certo, por isso, hoje vamos esclarecer se o correto é realizar alongamentos antes ou depois do treino. 

    Considerando todas as vantagens dos alongamentos para a prática de atividades físicas, já podemos dizer que são fundamentais para uma rotina de treinos e também para uma qualidade de vida, visto que melhora a flexibilidade, qualidade de vida e ainda previne lesões. 

    Por isso, nesse conteúdo vamos, de uma vez por todas, esclarecer sobre qual o momento de fazer alongamento: antes ou depois do treino? 

    Importância dos alongamentos para a prática de atividades físicas

    Antes de explicarmos, vamos voltar um pouco e apresentar os motivos que tornam o alongamento uma das práticas mais importantes para atletas profissionais e amadores e praticantes de atividades físicas de todos os níveis. 

    Sabemos que uma das primeiras ações para ter uma vida saudável é a decisão sobre o começo de uma atividade física. Nesse momento, a indicação é que todo o processo seja realizado com o apoio de profissionais como nutricionistas, médicos, fisioterapeutas e educadores físicos, afinal, é preciso educar seu corpo para uma nova rotina. 

    Dado esse passo, ao começar uma nova atividade de treinos, muitas pessoas se deparam com lesões ou mesmo com dificuldades demasiadas para exercícios. O motivo é bem simples: falta de alongamentos. 

    De uma forma direta, os alongamentos são essenciais para o aumento da flexibilidade dos músculos e para a preparação para exercícios mais intensos. Isso acontece devido ao fato de serem responsáveis por promover a distensão das fibras musculares e possibilitar amplitude dos movimentos executados.

    Portanto, fazer alongamentos é uma das principais formas de reduzir as chances de lesões, principalmente relacionadas à distensão e à ruptura muscular. Além disso, essa prática também é fundamental para melhorar o desempenho durante os treinos, visto que ajuda no fortalecimento muscular. 

    Outras vantagens dos alongamentos: 

    – Alívio de tensões musculares. 

    – Gera a sensação de relaxamento e bem-estar. 

    – Ajuda a ativar a circulação sanguínea. 

    – Pode ajudar a reduzir estresse, ansiedade e depressão. 

    – Ajuda a controlar e evitar dores musculares que podem surgir após os treinos intensos. 

    É correto alongar antes ou depois do treino?

    Agora que a importância dos alongamentos para a prática esportiva está clara, vamos à resposta principal desse artigo: afinal, o correto é realizar alongamentos antes ou depois do treino?

    De antemão, é preciso destacar a importância de seguir uma rotina de treinos preparada por um educador físico, que, certamente, irá definir o melhor momento para os alongamentos. Para isso, esse profissional irá considerar seus objetivos, limitações, necessidades e o tipo de treino ou atividade física. 

    No entanto, existem algumas indicações sobre o melhor momento e vamos explicar a seguir. 

    Por que fazer alongamentos depois do treino?

    Os alongamentos estáticos são os mais conhecidos por praticantes e atletas. Trata-se de um conjunto de exercícios que servem para relaxar os músculos. Diferentemente do que muita gente acredita, o melhor momento para realizar esses alongamentos é justamente após o treino. 

    O principal motivo é o relaxamento muscular que esses alongamentos provocam. O alongamento após os treinos exerce um papel importante, gerando estímulos de relaxamento para músculos e organismo, ajudando inclusive no controle de dores musculares. 

    No entanto, é preciso destacar que esses alongamentos precisam ser bem executados. Normalmente, depois de um treino intenso, exercícios podem causar desconforto, por isso, é preciso não exagerar. 

    Outra boa recomendação é aguardar um pouco após a prática esportiva. Treinos intensos, como para atletas que correm maratonas, por exemplo, realizar uma massagem após essas práticas são mais indicadas, afinal, há um esforço demasiado de músculos e estruturas corporais como um todo.

    Cuidados ao realizar alongamentos

    Quando a gente fala em alongamento, existe um mito sobre a necessidade de sentir dores durante esses exercícios. Trata-se de um conceito equivocado, se você sente dores durante o alongamento, alguma coisa está errada.  

    É necessário sim alongar o músculo e sentir que ele está sendo alongado, porém, isso não deve se transformar em dores. Para isso, é importante entender exatamente qual a musculatura exigida durante uma rotina de alongamentos. 

    Outro ponto importante é entender os limites do corpo. Alongamentos são importantes para a flexibilidade, porém, não acontece de uma hora para outra. Assim, entender que trata-se de um processo contínuo e que o corpo irá reagir melhor a cada sessão de alongamentos é importante para não forçar além do limite. 

    Por fim, alongar-se durante o dia é uma prática recomendada por muitos profissionais e pode provocar o sentimento de bem-estar. Porém, é preciso que esses alongamentos sejam leves e não forcem o corpo, servindo apenas para alívio de tensões e relaxamento muscular. 

    Alongamento antes do treino: dicas do pré-treino

    O alongamento pré-treino é uma parte importante da rotina de exercícios, pois ajuda a:

    • Preparar o corpo para o movimento: Aumenta a amplitude de movimento das articulações e a flexibilidade muscular, reduzindo o risco de lesões.
    • Melhorar o desempenho: Aumenta o fluxo sanguíneo para os músculos, fornecendo oxigênio e nutrientes necessários para a contração muscular.
    • Diminuir a dor muscular: Reduz a rigidez muscular e previne a dor muscular pós-treino (DMAT).

    Tipos de alongamentos:

    • Alongamento estático: Manter a posição por 20-30 segundos, sem movimentos bruscos.
    • Alongamento dinâmico: Movimentos lentos e controlados que alongam os músculos.

    Como se alongar antes do treino?

    Exemplos de alongamentos pré-treino:

    Membros superiores:

    • Braços para frente: Levantar os braços à altura dos ombros, com as palmas das mãos se tocando. Empurrar as palmas das mãos uma contra a outra por 20 segundos.
    • Braços para trás: Levar os braços para trás, com as palmas das mãos se tocando. Puxar os braços para trás por 20 segundos.
    • Rotações de ombro: Girar os ombros para frente e para trás em círculos amplos por 10 repetições em cada direção.

    Membros inferiores:

    • Agachamento com os pés juntos: Agachar-se com os pés juntos, mantendo as costas eretas e os calcanhares no chão. Segurar por 20 segundos.
    • Afundo: Dar um passo à frente com uma perna e flexionar os joelhos até que o joelho da frente fique a 90 graus. Manter a postura ereta e o joelho de trás próximo ao chão. Segurar por 20 segundos e repetir com a outra perna.
    • Círculos com os tornozelos: Girar os tornozelos em círculos no sentido horário e anti-horário por 10 repetições em cada direção.

    Core:

    • Prancha: Posicionar-se com os antebraços e os pés no chão, corpo em linha reta da cabeça aos calcanhares. Manter a posição por 30 segundos.
    • Ponte: Deitar-se de costas com os joelhos flexionados e os pés no chão. Elevar o quadril do chão até formar uma linha reta dos joelhos aos ombros. Manter a posição por 20 segundos.
    • Rotações de quadril: Deitar-se de costas com os joelhos flexionados e os pés no chão. Girar os quadris para os lados, alternando entre os lados por 20 segundos.

    Dicas importantes:

    • Realize os alongamentos de forma suave e controlada, sem sentir dor.
    • Respire profundamente durante os alongamentos.
    • Não force os limites do seu corpo.
    • Preste atenção aos sinais do seu corpo.
    • Se sentir dor, pare o alongamento imediatamente.

    Lembre-se de que o alongamento pré-treino deve ser leve e rápido, com duração de 5 a 10 minutos.

    Após o treino, é importante realizar alongamentos estáticos para promover a recuperação muscular.

    Alongamento depois do treino: dicas do pós-treino

    O alongamento pós-treino é uma parte crucial da sua rotina de exercícios, pois ajuda a:

    • Melhorar a flexibilidade: Aumenta a amplitude de movimento das articulações e a flexibilidade muscular, reduzindo o risco de lesões em futuros treinos.
    • Reduzir a dor muscular: Diminui a rigidez muscular e previne a dor muscular pós-treino (DMAT).
    • Acelerar a recuperação: Promove a circulação sanguínea e ajuda na remoção de ácido láctico, auxiliando na recuperação muscular.
    • Melhorar a postura: Ajuda a manter o corpo alinhado e previne problemas posturais.

    Tipos de alongamentos:

    • Alongamento estático: Manter a posição por 30-60 segundos, sem movimentos bruscos.
    • Alongamento dinâmico: Movimentos lentos e controlados que alongam os músculos.

    Como se alongar depois do treino?

    Exemplos de alongamentos pós-treino:

    Membros superiores:

    • Tríceps: Levar o braço direito para trás e flexionar o cotovelo, segurando o antebraço com a mão esquerda. Puxar o cotovelo para a cabeça e segurar por 30 segundos. Repetir com o outro braço.
    • Bíceps: Com os braços ao lado do corpo, flexionar os cotovelos e levar as palmas das mãos para os ombros. Pressionar os antebraços contra o corpo e segurar por 30 segundos.
    • Peito: Juntar as palmas das mãos na frente do corpo e empurrar uma contra a outra por 30 segundos.

    Membros inferiores:

    • Isquiotibiais: Sentar-se no chão com as pernas estendidas. Inclinar-se para frente, tentando tocar os dedos dos pés com as mãos. Manter a posição por 30 segundos.
    • Quadríceps: Em pé, segurar o pé direito com a mão direita e puxar o calcanhar para o glúteo. Manter a posição por 30 segundos. Repetir com a outra perna.
    • Panturrilha: Ficar de frente para uma parede com as mãos apoiadas na altura dos ombros. Dar um passo à frente com uma perna e flexionar o joelho da frente, mantendo o calcanhar da perna de trás no chão. Inclinar o corpo para frente até sentir o alongamento na panturrilha da perna de trás. Manter a posição por 30 segundos. Repetir com a outra perna.

    Core:

    • Gato-vaca: Começar de quatro, com as mãos sob os ombros e os joelhos sob os quadris. Inspirar e arquear a coluna para baixo, como um gato. Expirar e arredondar as costas para cima, como uma vaca. Repetir por 10 vezes.
    • Rotações de quadril: Deitar-se de costas com os joelhos flexionados e os pés no chão. Girar os quadris para os lados, alternando entre os lados por 30 segundos.
    • Ponte com elevação de perna: Deitar-se de costas com os joelhos flexionados e os pés no chão. Elevar o quadril do chão até formar uma linha reta dos joelhos aos ombros. Elevar uma perna estendida em direção ao teto, mantendo a posição por 30 segundos. Repetir com a outra perna.

    Lembre-se de que o alongamento pós-treino deve ser leve e focado nos músculos que foram trabalhados durante o treino.

    Consulte um profissional de educação física para obter orientação personalizada sobre alongamentos.

    Importância de um acompanhamento profissional

    Como falamos, os alongamentos podem ser ótimos aliados para atletas ou mesmo pessoas que estão começando em algum exercício físico para iniciantes. Porém, é preciso sempre lembrar que é necessário um acompanhamento profissional. 

    Estabelecer uma rotina de treinos saudável é fator determinante para a continuidade na prática e também para alcançar os objetivos esperados. Nessa rotina, além dos alongamentos, quando necessário, também são estabelecidos os exercícios, a intensidade e, até mesmo, a recuperação necessária para seu corpo. 

    Quando esse acompanhamento é realizado de forma integrada com outros profissionais é ainda mais benéfico. Afinal, a qualidade de vida e melhor performance esportiva é resultado de processos como uma alimentação saudável, uma rotina adequada de atividades físicas e um acompanhamento médico para evitar lesões e cuidar do corpo. 

    Aqui na Vicci, você encontra tudo que precisa para ter uma rotina mais saudável e capacitar seu corpo para superar desafios e buscar seu objetivo. Contamos com profissionais que vão desde especialistas em medicina esportiva, até analistas para ajudar em treinamentos focados, como corrida. 

    Por isso, acompanhe nosso blog para ver mais dicas, como essas sobre o fato de realizar alongamentos antes ou depois do treino e, entre em contato com a gente para fazer seu agendamento e conhecer nossa clínica. 

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