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  • Entenda a relação entre qualidade de vida e saúde

    Entenda a relação entre qualidade de vida e saúde

    Qualidade de vida e saúde são dois termos que normalmente andam juntos. Sempre que perguntamos sobre objetivos, planos e desejos para o futuro, essas palavras aparecem e, geralmente, em sequência. 

    Mas, afinal, o que é qualidade de vida? O que é saúde? Como esses termos se relacionam e por que é difícil falarmos em um sem lembrarmos do outro? Ao longo desse conteúdo, você vai entender detalhes sobre essa relação e saber como focar nesses objetivos em sua vida. 

    Você vai ver nesse conteúdo:

    • O que é qualidade de vida?
    • Qual o conceito de saúde?
    • Qual a relação entre qualidade de vida e saúde?
    • O que é preciso para ter qualidade de vida?
    • Como contribuir para sua saúde?
    • Importância dos cuidados do corpo para qualidade de vida e para saúde

    Qual o conceito de qualidade de vida?

    Para esclarecermos o que é qualidade de vida é necessário deixar claro que existem vários conceitos e variações a respeito do significado desse termo. Vamos partir do que é apontado pela Organização Mundial da Saúde.

    De acordo com a OMS, o conceito de qualidade de vida diz respeito à percepção que o indivíduo possui de sua inserção em um contexto cultural e a percepção individual, passando por objetivos, desejos, expectativas, padrões sociais, rotinas e preocupações.

    Dessa forma, podemos dizer que a qualidade de vida está associada a fatores como autoestima, bem-estar e, principalmente, saúde de uma pessoa. Fatores que são percebidos diariamente na vida de qualquer pessoa.

    Qual o conceito de saúde?

    Segundo a OMS, a saúde é um estado de equilíbrio físico, mental e social, no qual uma pessoa é capaz de realizar suas atividades diárias de forma plena, enfrentar desafios e lidar com o estresse de maneira eficaz. Além disso, a saúde não é apenas uma condição individual, mas também está relacionada ao ambiente em que vivemos, incluindo aspectos sociais, econômicos e culturais.

    A saúde envolve não apenas a ausência de doença, mas também a promoção do bem-estar físico e mental, a prevenção de doenças e lesões, o acesso a serviços de saúde de qualidade, o apoio social e a capacidade de adotar estilos de vida saudáveis. É um estado dinâmico que pode ser influenciado por fatores genéticos, ambientais, comportamentais e sociais.

    Qual a relação entre saúde e qualidade de vida?

    Relação entre saúde e qualidade de vida

    Como vimos, é impossível falarmos sobre qualidade de vida sem falarmos sobre saúde. Um dos principais pilares para ter qualidade de vida é cuidar da saúde física e mental, assim, é impossível pensarmos que uma pessoa com a saúde completamente debilitada tenha qualidade de vida. É claro, que é preciso considerarmos que existem outros fatores que influenciam no conceito e na percepção sobre qualidade de vida. 

    Sobre essa relação, um tema cada vez mais frequente é a importância da saúde mental para a qualidade de vida de uma pessoa. Estresse, ansiedade, depressão e Burnout são doenças totalmente vinculadas às questões psicológicas e emocionais e afetam diretamente a percepção sobre qualidade de vida. 


    Segundo um estudo feito pelo Portal Saúde e Bem Viver, “Há 20 anos, o maior número de afastamentos era por conta de acidentes do trabalho, de trajeto ou por problemas ortopédicos. Hoje, a situação se inverteu. Em uma rápida análise, percebemos que na Unidade da Moema 70% são de pacientes com problemas psiquiátricos. Em seguida vêm os problemas ortopédicos”.

    Por outro lado, também podemos destacar os elementos dessa percepção presentes na relação entre qualidade de vida e saúde física. De uma forma direta, a condição física impacta diretamente em decisões, escolhas e visão de mundo de uma pessoa. 

    Portanto, cuidar da saúde, mental e física, é um dos principais caminhos para ter qualidade de vida.

    O que fazer para priorizar qualidade de vida e saúde em seu dia a dia?

    Cada dia que passa, encontramos mais comentários sobre a necessidade de priorização da qualidade de vida e, consequentemente, da saúde em nosso dia a dia. Porém, o que é preciso para realmente focar atenção e ações nesses campos?

    A seguir, você confere algumas dicas para ter qualidade e para contribuir diariamente para sua saúde. Confira:

    O que é preciso para ter qualidade de vida?

    Para esse tópico, é preciso destacar que não existe uma fórmula mágica. Cada pessoa possui uma visão de mundo e isso afeta o que é preciso para ter qualidade de vida. No entanto, a seguir, vamos apresentar algumas dicas que servem para a maioria das pessoas.  

    Dedicar tempo às pessoas e atividades que você gosta: essa medida é uma das mais importantes para a percepção de sociedade, afeto e felicidade. Estar com pessoas que você gosta, geralmente, é fundamental para a busca por qualidade de vida.

    Além disso, dedique tempo para fazer as coisas que você gosta. Hobbies são fundamentais para dar leveza à vida, além de contribuir para a integração com outras pessoas e sentimento de pertencimento a um grupo.  

    Tenha hábitos saudáveis: criar uma rotina de hábitos saudáveis é fundamental para ter qualidade de vida. Isso envolve evitar vícios prejudiciais à saúde e adotar práticas como leitura, meditação e relaxamento de forma frequente. 

    Estabeleça uma rotina agradável: aqui, o principal ponto de atenção é ter cuidado com trabalho em excesso. Muitas pessoas possuem uma rotina muito corrida, estressante e pouco agradável, o que gera a sensação de frustração, tempo perdido e esgotamento. Evitar isso, é fundamental para quem busca qualidade de vida. 

    Cuide da sua saúde: já que a relação entre qualidade de vida e saúde é próxima, cuidar da saúde é essencial para ter mais qualidade de vida no seu dia a dia. No próximo capítulo você confere algumas dicas práticas para alcançar esse objetivo.

    Como contribuir para sua saúde?

    Como vimos, um dos principais passos para ter qualidade de vida é cuidar da saúde física e mental. Por isso, a seguir, você encontra alguns passos básicos para cuidar da sua saúde no dia a dia. 

    Tenha uma alimentação balanceada: evite o excesso de alimentos gordurosos, industrializados e de muito açúcar em sua alimentação diária. Lembre-se: o que você reflete em sua disposição e energia durante o dia. 

    Sono de qualidade: o sono é fundamental para reparação celular e para recuperação muscular do seu corpo. A falta de sono de qualidade pode gerar problemas como insônia e sono durante o dia. Logo, crie hábitos saudáveis para dormir bem. 

    Cuide da sua saúde mental: buscar momentos de silêncio, trabalhar a inteligência emocional e cuidar das suas relações são ações que contribuem para a sua saúde psicológica. Além disso, vale a pena contar com momentos de silêncio, meditação e relaxamento, evitando estresses diários e a necessidade de lidar com os problemas que aparecem todos os dias. 

    Beba água: a água é fundamental para o corpo humano. Hidratar-se bem é fundamental para células, tecidos e para o organismo de forma geral. 

    Pratique exercícios e atividades físicas: a prática regular de atividades físicas é fundamental para a qualidade de vida e para sua saúde. Afinal, por meio de exercícios é possível obter condicionamento físico, disposição, energia, bom humor e resistência para o dia a dia, além de evitar doenças como obesidade, depressão, doenças respiratórias, cardiovasculares, entre outras. 

    Se você não pratica nenhuma atividade física, o importante é movimentar-se. Os principais exercícios físicos para iniciantes não envolvem muitos esforços e têm como base a progressão e aumento de esforço à medida do tempo.

    Importância dos cuidados do corpo em relação entre saúde e qualidade de vida

    Agora que falamos sobre a relação entre qualidade de vida e saúde, destacamos seus conceitos e ainda deixamos dicas, chegou a hora de comentar sobre a importância dos cuidados com o corpo. 

    Manter o corpo com saúde é fundamental para a busca de mais qualidade de vida. Por isso, boa parte dos cuidados que apresentamos acima, lidam diretamente com esse objetivo. 

    Nesse momento, é importante entender a necessidade de acompanhamento especializado e profissional para quem deseja começar uma rotina mais saudável. 

    Começar uma rotina de práticas de atividades físicas, por exemplo, se transforma em um desafio mais acessível quando você conta com suporte de uma equipe de médicos e fisioterapeutas focados em te ajudar nesse objetivo. 

    Depois de ler esse conteúdo, a relação entre qualidade de vida e saúde ficou clara? Acompanhe nosso blog e receba dicas e informações sobre saúde e bem-estar para adotar em seu dia a dia.

    Na Clínica Vicci em BH você encontra especialistas focados em levar qualidade de vida e saúde para nossos pacientes da melhor forma possível.

    Entre em contato conosco e agende uma consulta.

  • Fisioterapeuta no Lourdes: clínica de fisioterapia bh

    Fisioterapeuta no Lourdes: clínica de fisioterapia bh

    Quem precisar de um fisioterapeuta no Lourdes e na região centro sul de BH, certamente desejará encontrar um profissional que possa lhe oferecer um bom tratamento.

    A experiência da saúde, no que tange a reabilitação e a fisioterapia, se atrela, primeiramente, ao espaço físico – proporcionando conforto e aconchego. E, igualmente, ao corpo clínico de referência – proporcionando um excelente resultado.

    A Clínica Vicci preza pela melhor experiência do usuário, sendo, portanto, hoje a melhor opção para o seu bem-estar, no coração do Lourdes, em Belo Horizonte – MG.

    O que faz um fisioterapeuta?

    O fisioterapeuta é um profissional de saúde especializado em avaliar, tratar e prevenir distúrbios do movimento e funcionalidade do corpo. Seu principal objetivo é ajudar os pacientes a recuperar ou melhorar a mobilidade e a função, aliviar a dor e prevenir lesões. Aqui estão algumas das principais funções e atividades realizadas por fisioterapeutas:

    1. Avaliação Clínica: Realizam avaliações detalhadas para entender as condições de saúde e os desafios específicos enfrentados pelos pacientes. Isso pode incluir avaliação da postura, amplitude de movimento, força muscular, equilíbrio e função motora.
    2. Desenvolvimento de Planos de Tratamento: Com base na avaliação, desenvolvem planos de tratamento personalizados para abordar as necessidades individuais de cada paciente. Isso pode envolver exercícios terapêuticos, técnicas de mobilização, manipulação, e outras modalidades terapêuticas.
    3. Reabilitação Pós-Lesão ou Cirurgia: Trabalham na recuperação de pacientes após lesões traumáticas, cirurgias ortopédicas ou outros eventos que afetam a função física. Ajudam a restaurar a mobilidade, força e função normal.
    4. Fisioterapia Ortopédica: Especializam-se em tratamentos para distúrbios musculoesqueléticos, como lesões articulares, músculos, ligamentos e ossos. Isso inclui o tratamento de condições como artrite, tendinites, fraturas e dores nas costas.
    5. Fisioterapia Neurológica: Tratam pacientes com distúrbios neurológicos, como acidente vascular cerebral (AVC), lesão medular, esclerose múltipla e paralisia cerebral. O foco é melhorar a mobilidade e a independência funcional.
    6. Fisioterapia Respiratória: Atendem pacientes com distúrbios respiratórios, como asma, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e fibrose pulmonar, utilizando técnicas para melhorar a função pulmonar e a capacidade respiratória.
    7. Fisioterapia Cardiovascular: Trabalham com pacientes com condições cardíacas para melhorar a capacidade cardiovascular, controle da pressão arterial e função geral do sistema circulatório.
    8. Tratamento da Dor Crônica: Utilizam abordagens terapêuticas para ajudar a gerenciar e aliviar a dor crônica, muitas vezes por meio de exercícios, técnicas de relaxamento, e modalidades de terapia física.
    9. Educação do Paciente: Fornecem informações e orientações aos pacientes sobre autocuidado, prevenção de lesões, técnicas de exercício e estratégias para melhorar a qualidade de vida.
    10. Acompanhamento e Prevenção: Monitoram o progresso dos pacientes ao longo do tratamento e oferecem orientações para prevenir recorrências ou novas lesões.

    O trabalho do fisioterapeuta é variado e adaptado às necessidades específicas de cada paciente. Eles desempenham um papel fundamental na promoção da recuperação e no aprimoramento da qualidade de vida dos indivíduos por meio de abordagens terapêuticas personalizadas.

    Quem é o melhor fisioterapeuta?

    Determinar quem é o melhor fisioterapeuta é subjetivo e depende das necessidades individuais de cada paciente. No entanto, alguns atributos comuns podem ajudar a identificar um fisioterapeuta qualificado e eficaz. Aqui estão algumas características importantes que um bom fisioterapeuta deve oferecer:

    1. Qualificações e Licenciamento:
      • Certifique-se de que o fisioterapeuta seja devidamente qualificado, licenciado e registrado junto aos órgãos reguladores competentes. Isso garante que ele tenha recebido a formação necessária e atenda a padrões profissionais.
    2. Experiência e Especialização:
      • A experiência prática é valiosa. Procure um fisioterapeuta que tenha experiência relevante na área de tratamento desejada, seja ortopedia, neurologia, esportes, respiratória, entre outras.
    3. Abordagem Personalizada:
      • O melhor fisioterapeuta reconhece a importância de uma abordagem personalizada. Cada paciente é único, e o tratamento deve ser adaptado às necessidades individuais, histórico médico e metas específicas.
    4. Habilidade de Comunicação:
      • Um bom fisioterapeuta deve ter habilidades excelentes de comunicação. Ele deve ser capaz de explicar claramente o plano de tratamento, fornecer orientações sobre exercícios e responder às perguntas do paciente de maneira compreensível.
    5. Avaliação Abrangente:
      • Antes de iniciar o tratamento, um fisioterapeuta eficaz realizará uma avaliação abrangente para entender a condição do paciente. Isso inclui histórico médico, exame físico e, se necessário, exames de imagem.
    6. Empatia e Respeito:
      • Um fisioterapeuta eficaz demonstra empatia e respeito pelo paciente. A capacidade de criar uma relação de confiança é fundamental para o sucesso do tratamento.
    7. Atendimento Atualizado:
      • A área da saúde está em constante evolução. O melhor fisioterapeuta busca atualização constante, participa de cursos e workshops para incorporar novas técnicas e evidências científicas em sua prática.
    8. Foco na Educação do Paciente:
      • O fisioterapeuta deve fornecer informações e orientações ao paciente sobre sua condição, tratamento e medidas preventivas. A educação do paciente é uma parte crucial do processo de reabilitação.
    9. Monitoramento e Avaliação Contínuos:
      • Durante o tratamento, o fisioterapeuta deve monitorar o progresso do paciente, ajustando o plano de tratamento conforme necessário. A avaliação contínua é essencial para garantir resultados positivos.
    10. Trabalho em Equipe:
      • Se necessário, o fisioterapeuta deve ser capaz de colaborar com outros profissionais de saúde, como médicos, cirurgiões, enfermeiros, e outros fisioterapeutas, para proporcionar uma abordagem integrada e abrangente.

    Ao escolher um fisioterapeuta, é recomendável realizar uma pesquisa, ler avaliações, e, se possível, agendar uma consulta inicial para avaliar a compatibilidade e a qualidade do atendimento. O melhor fisioterapeuta será aquele que se alinha às suas necessidades específicas e oferece um cuidado centrado no paciente.

    Como escolher um bom fisioterapeuta?

    Escolher um bom fisioterapeuta é uma decisão importante para garantir que você receba o melhor tratamento possível para suas necessidades específicas. Aqui estão algumas orientações para ajudar na escolha de um bom fisioterapeuta:

    • Verifique as Qualificações: Certifique-se de que o fisioterapeuta seja devidamente qualificado, licenciado e registrado junto aos órgãos reguladores competentes. Verifique se ele possui as credenciais e a formação necessárias.
    • Experiência na Área de Interesse: Avalie a experiência do fisioterapeuta na área de tratamento que você precisa. Alguns fisioterapeutas têm especializações em ortopedia, neurologia, esportes, pediatria, entre outras. Escolha um profissional com experiência relevante para sua condição.
    • Peça Recomendações: Peça recomendações a amigos, familiares, médicos ou outros profissionais de saúde. As experiências positivas de pessoas confiáveis podem ser indicativos de um bom fisioterapeuta.
    • Pesquise Avaliações Online: Consulte avaliações online em sites confiáveis. Isso pode fornecer insights sobre a qualidade do atendimento prestado pelo fisioterapeuta.
    • Consulta Inicial: Marque uma consulta inicial para conhecer o fisioterapeuta, discutir suas necessidades e avaliar a abordagem do profissional para o tratamento. Isso ajudará a determinar se há uma boa conexão e se você se sente confortável com o fisioterapeuta.
    • Comunique suas Expectativas: Durante a consulta inicial, comunique claramente suas expectativas, metas e preocupações. Um bom fisioterapeuta deve ouvir atentamente e desenvolver um plano de tratamento personalizado.
    • Verifique a Comunicação: Observe a comunicação do fisioterapeuta. Ele deve ser claro ao explicar seu plano de tratamento, fornecer orientações sobre exercícios e responder às suas perguntas de maneira compreensível.
    • Empatia e Respeito:  Avalie a empatia e o respeito do fisioterapeuta. O tratamento eficaz muitas vezes envolve uma relação de confiança, e um fisioterapeuta que se preocupa com o bem-estar do paciente é fundamental.
    • Avaliação Abrangente: Um bom fisioterapeuta realizará uma avaliação abrangente antes de desenvolver um plano de tratamento. Isso inclui entender sua história médica, realizar exames físicos e, se necessário, solicitar exames de imagem.
    • Foco na Educação do Paciente: Avalie a importância dada à educação do paciente. Um bom fisioterapeuta deve fornecer informações sobre sua condição, explicar o tratamento proposto e oferecer orientações para a prevenção de futuras lesões.
    • Avaliação Contínua: Verifique se o fisioterapeuta realiza avaliações contínuas do seu progresso e ajusta o plano de tratamento conforme necessário.

    Lembre-se de que escolher um fisioterapeuta envolve uma decisão pessoal, e é fundamental sentir-se confortável e confiante na escolha feita. Se possível, busque referências e confie em sua intuição ao tomar essa decisão importante para sua saúde.

    Como saber se a pessoa é mesmo fisioterapeuta?

    Para saber se a pessoa é mesmo fisioterapeuta, você pode verificar o seu registro profissional no Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (CREFITO). O registro é obrigatório para todos os fisioterapeutas que atuam no Brasil.

    Você pode verificar o registro do fisioterapeuta no site do CREFITO da sua região. Para isso, basta informar o nome completo do fisioterapeuta ou o seu número de inscrição no CREFITO.

    Além do registro profissional, você também pode verificar a formação acadêmica do fisioterapeuta. Os fisioterapeutas são formados em cursos de graduação em Fisioterapia, com duração de 5 anos.

    Se você estiver em dúvida sobre a qualificação do fisioterapeuta, você pode pedir indicações de amigos ou familiares que já tenham recebido atendimento de fisioterapia. Você também pode consultar listas de profissionais recomendados por associações de fisioterapeutas ou sites de avaliação de serviços.

    Aqui estão algumas dicas para escolher um fisioterapeuta qualificado:

    • Verifique o registro profissional do fisioterapeuta no CREFITO.
    • Verifique a formação acadêmica do fisioterapeuta.
    • Peça indicações de amigos ou familiares.
    • Consulte listas de profissionais recomendados por associações de fisioterapeutas ou sites de avaliação de serviços.

    É importante escolher um fisioterapeuta qualificado para garantir que você receberá o tratamento adequado para a sua condição.

    Clínicas de fisioterapia em bh: como fazer a melhor escolha?

    Escolher a melhor clínica de fisioterapia em Belo Horizonte (BH) envolve considerar diversos fatores para garantir que suas necessidades específicas sejam atendidas da melhor maneira possível. Aqui estão algumas diretrizes que podem ajudar na escolha da melhor clínica de fisioterapia em BH:

    1. Profissionais Qualificados: Certifique-se de que a clínica conta com fisioterapeutas devidamente qualificados, licenciados e experientes. Verifique se eles possuem especializações relevantes para o seu quadro clínico.
    2. Estrutura e Equipamentos: Avalie as instalações da clínica, incluindo a qualidade dos equipamentos utilizados. Uma clínica bem equipada pode oferecer uma variedade de tratamentos e abordagens terapêuticas.
    3. Especialidades Oferecidas: Considere as especialidades oferecidas pela clínica. Algumas clínicas podem ter fisioterapeutas especializados em ortopedia, neurologia, respiratória, entre outras áreas. Escolha uma clínica que atenda às suas necessidades específicas.
    4. Avaliações e Recomendações: Pesquise avaliações online, depoimentos de pacientes e peça recomendações a amigos, familiares ou profissionais de saúde. Isso pode fornecer insights valiosos sobre a qualidade do atendimento da clínica.
    5. Localização e Acesso: Considere a localização da clínica em relação à sua residência ou local de trabalho. Escolher uma clínica de fácil acesso pode facilitar o cumprimento do plano de tratamento. Procurar por “fisioterapeuta perto de mim” pode ser uma boa alternativa para encontrar uma clínica de fisioterapia em bh próxima da sua localização.
    6. Atendimento Personalizado: Opte por uma clínica que valorize o atendimento personalizado. O profissional de fisioterapia deve realizar uma avaliação abrangente e desenvolver um plano de tratamento adaptado às suas necessidades individuais.
    7. Infraestrutura para Diversas Condições: Se você está buscando tratamento para uma condição específica, como lesões esportivas, dor crônica, ou reabilitação neurológica, verifique se a clínica possui experiência e infraestrutura para lidar com sua condição.
    8. Atendimento Multidisciplinar: Clínicas que oferecem atendimento multidisciplinar, com a colaboração de diferentes profissionais de saúde, podem proporcionar uma abordagem mais abrangente e eficaz.
    9. Custo e Formas de Pagamento: Considere o custo dos serviços e as opções de pagamento oferecidas. Algumas clínicas podem aceitar convênios de saúde, enquanto outras podem ter planos de pagamento flexíveis.
    10. Consulta Inicial: Agende uma consulta inicial para conhecer a equipe, as instalações e discutir suas necessidades e expectativas. Isso pode ajudar a determinar se a clínica é a escolha certa para você.

    Ao levar em consideração esses fatores, você estará em melhor posição para escolher uma clínica de fisioterapia em BH que atenda às suas necessidades específicas e proporcione um tratamento de qualidade.

    Está a procura de uma clínica de fisioterapia bh centro? A clínica Vicci pode ser a melhor opção para você. Conheça os detalhes apresentados a seguir e aproveite e melhor experiência da clinica fisioterapia bh pertinho de você!

    Corpo Clínico

    A Clínica Vicci apresenta uma equipe de fisioterapeutas com vasta experiência tanto em reabilitação quanto em recuperação e tratamentos intensivos. Sejam eles conservadores ou não. Todos eles possuem, em suma, um currículo sólido, com respaldo nacional e até mesmo internacional. Do mesmo modo, possuem muita experiência pratica.

    A educação continuada faz parte do nosso DNA. Com ela, desenvolvemos habilidades adquiridas através de um conceito que, com a prática, evidenciam diversos caminhos terapêuticos com o intuito de entregar a melhor solução para o nosso paciente. Quanto mais resultados satisfatórios nós proporcionamos, maior autoridade nós teremos, portanto, para discorrer sobre o assunto.

    Juntamente a fisioterapia, contamos também com um time de medicina, nutrição e ortopedia que consegue massificar ainda mais os ganhos dos nossos pacientes, ao passo que a multiespecialidade traz consigo uma maior gama de estudos e de protocolos que contribuem tanto para a satisfação quanto para o bem-estar do nosso paciente.

    Multiespecialidade em busca de resultados

    A Clínica Vicci conta com uma equipe de Ortopedia de excelência, que contempla especialistas em pé e tornozelo, quadril, ombro e cotovelo, joelho, coluna, mão e até mesmo tumores esqueléticos. Ainda na medicina, contamos, igualmente, com a reumatologia, a cardiologia e a medicina esportiva e a Nutrologia. Além destes, a Fisioterapia compõe o escopo de trabalho – este aqui o seu diferencial – que se integra com a medicina, o que contribui, de forma inovadora, para a entrega de resultados, no que tange a jornada de reabilitação do paciente, uma vez que ambos atuam simultaneamente em um mesmo espaço.

    A Clínica Vicci não é apenas um espaço com ortopedista e fisioterapeuta no Lourdes, mas sim uma empresa que tem o compromisso de entregar ao seu usuário, uma experiência verdadeiramente prazerosa e surpreendente de reabilitação e tratamento, que anseia por qualidade, exclusividade, privacidade e conforto no atendimento.

    Opções de Tratamento

    Toda e qualquer atividade de tratamento que se realiza na Clínica Vicci é feita de maneira individual entre o especialista e o paciente. Toda atenção se direciona para o resultado único e exclusivo de somente um paciente.

    Por que realizar esse trabalho individual?

    Porque, através de inúmeros tratamentos ortopédicos, constatou-se que o desenvolvimento do paciente quando este é assistido individualmente é muito melhor do que de pacientes que um único profissional assiste simultaneamente. A atenção do profissional, portanto, não se divide.

    Tradicionalmente, as clínicas de Fisioterapia e Ortopedia utilizam técnicas de movimento e massagem, para a maioria dos tratamentos. De certa forma, utilizamos também destas estratégias tradicionais, contudo ofertamos outros artifícios que entregam resultados ainda melhores para o nosso usuário e, consequentemente, apresentam menor tempo para recuperar um paciente. Contamos, por exemplo, com dry needling, terapias por onda de choque, terapias combinadas, ultrassom, sessões para liberações miofasciais, entre outras.

    A nossa experiência da saúde para o usuário

    Com um serviço de concierge a seu dispor, conseguimos entregar facilidade, eficiência e conforto em marcação de exames, agendamento de consultas, agendamento de traslado e estadia quando necessário assim como revisão de exames de Ressonância Magnética e Raio X em nosso sistema, através de uma plataforma toda configurada para melhor atender os nossos usuários – em parceria com a ECOAR (empresa da rede Hermes Pardini).

    Localização e Ambiente

    Outro aspecto importante para muitas pessoas é uma boa localização. Portanto, encontrar um ortopedista, um especialista do esporte, um fisioterapeuta no Lourdes e na região centro sul de BH, se tornou uma tarefa fácil e de ótimo acesso – um dos nossos diferenciais, inclusive. O bairro de Lourdes é conhecido por sua localização central, nobre e de fácil acesso a restaurantes, bares, hospitais, clínicas, bancos e clubes super tradicionais.

    A jornada do nosso usuário deve contemplar uma experiência única que evidencia um espaço limpo, aconchegante, confortável, com boa iluminação e repleta de energia.

    Quer descobrir se esta experiência vale a pena?

    Venha nos visitar. O nosso café é de grãos selecionados e pode ser moído na hora. Você não vai se arrepender. Para quem não é do café, temos também uma seleção de chás premiados.

    Seja você o nosso convidado. Será um prazer recebê-lo em nosso espaço.

    Conclusão

    A Clínica Vicci tem o compromisso com a saúde de seus usuários. Oferecer um serviço com diferencial, junto a uma experiência prazerosa e surpreendente de tratamento e reabilitação é, portanto, o nosso objetivo principal.

    Clinica Vicci, a experiência do seu bem estar começa aqui

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  • A importância de cuidar do coração: Confira dicas essenciais!

    A importância de cuidar do coração: Confira dicas essenciais!

    A importância de cuidar do coração deve estar presente desde a juventude e continuar por toda a vida. Contudo, nunca é tarde para fazer mudanças no estilo de vida que poderão melhorar a saúde do seu coração.

    O coração é o principal órgão do corpo humano, e as doenças cardiovasculares são uma das principais causas de morte atualmente.

    No mundo, aproximadamente dezoito milhões de pessoas morrem anualmente devido a doenças cardiovasculares. Do mesmo modo, no Brasil, ocorrem aproximadamente quatrocentos mil óbitos por ano. Isso representa mais de mil mortes por dia. E, enfim, o mais importante, 50% dessas mortes são evitáveis.

    Portanto, manter o coração saudável é fundamental para uma boa saúde em geral.

    Nosso coração possui a função essencial de manter o corpo em funcionamento. Ele faz isso através do bombeamento do sangue pelo sistema circulatório. O lado direito do coração manda o sangue para os pulmões, onde ocorre a troca gasosa. Consequentemente, esse sangue é preenchido com oxigênio e devolvido ao lado esquerdo que, simultaneamente, envia esse sangue rico em oxigênio para as artérias. Desse modo, o sangue nutre os órgãos e tecidos do corpo, enquanto remove o excesso de resíduos.

    Qual a importância do coração?

    O coração é um órgão vital e desempenha um papel fundamental no funcionamento do corpo humano. Sua principal função é bombear o sangue rico em oxigênio para todos os tecidos e órgãos do corpo, garantindo que recebam os nutrientes e o oxigênio necessários para funcionar adequadamente.

    A importância do coração pode ser destacada nos seguintes aspectos:

    • Circulação sanguínea: O coração é responsável por bombear o sangue, transportando oxigênio e nutrientes para todas as partes do corpo e removendo os resíduos metabólicos. Isso garante que todas as células do corpo recebam o suprimento necessário para realizar suas funções vitais.
    • Oxigenação: O coração ajuda a garantir que o oxigênio seja entregue aos pulmões para a oxigenação do sangue e, em seguida, bombeado para as células do corpo. O oxigênio é essencial para a produção de energia nas células e para a sobrevivência dos tecidos.
    • Remoção de resíduos: O coração também coleta o sangue rico em dióxido de carbono e outros resíduos metabólicos dos tecidos e órgãos e o transporta de volta aos pulmões e aos rins para eliminar esses resíduos do corpo.
    • Regulação da pressão arterial: O coração ajuda a regular a pressão arterial ao bombear o sangue através das artérias. A pressão arterial adequada é importante para o funcionamento saudável dos órgãos e para a prevenção de problemas cardiovasculares.
    • Manutenção do equilíbrio eletrolítico: O coração desempenha um papel na regulação do equilíbrio eletrolítico do corpo, ajudando a controlar a concentração de íons, como sódio, potássio e cálcio, no sangue. Esse equilíbrio é essencial para a função adequada dos sistemas nervoso e muscular.
    • Transporte hormonal: O coração também desempenha um papel no transporte de hormônios, substâncias químicas que regulam diversas funções do corpo. Ele distribui os hormônios produzidos por várias glândulas para os tecidos-alvo onde eles exercem seus efeitos.

    Devido à sua importância vital, problemas no funcionamento do coração podem levar a uma série de condições médicas, como doenças cardíacas, insuficiência cardíaca, hipertensão e arritmias. Portanto, cuidar da saúde do coração é essencial para manter o bem-estar e a qualidade de vida.

    Doenças Cardiovasculares

    Algumas das principais doenças cardiovasculares são, por exemplo, hipertensão arterial, dislipidemia (alterações do colesterol) e doença arterial coronariana. Da mesma forma, também são frequentes tanto alterações nas válvulas quanto arritmias.

    Cuidar do coração é, enfim, a melhor maneira de prevenir o desenvolvimento dessas doenças.

    Como fazer isso? É essencial ter hábitos saudáveis de vida para ter um coração saudável.

    Boa Alimentação

    Uma boa alimentação, composta de carnes magras, peixes, frutas, vegetais, legumes e alimentos ricos em fibras, reflete positivamente no bem-estar tanto do coração quanto do corpo em geral. E pode, também, trazer benefícios em longo prazo, aumentando a qualidade e a sobrevida.

    Não podemos esquecer que, à medida que os anos passam, ocorre uma redução da massa muscular e da massa óssea – e nosso metabolismo parece desacelerar. Portanto, manter uma dieta balanceada desde cedo ajuda na manutenção do peso e, consequentemente, reduz o risco de algumas doenças cardíacas.

    Atividade Física

    Praticar atividade física regularmente é outro hábito de grande importância para se cuidar do coração. Ao nos mantermos ativos enquanto envelhecemos, nós mantemos tanto nosso coração quanto nosso corpo mais fortes e saudáveis.

    Exercícios regulares trazem vários benefícios, como, por exemplo, fortalecer os músculos, melhorar a mobilidade, assim como evitar o excesso de peso, e tudo isso repercute no bem-estar do coração.

    Não Fumar

    Do mesmo modo, não fumar é outra atitude fundamental para evitar o risco de doenças cardíacas, pois esse hábito danifica o revestimento das artérias, além de trazer graves consequências para o pulmão. Existem, enfim, diversos estudos científicos que mostraram evidências de que fumar é um dos principais fatores de risco para doenças coronárias, que podem resultar em ataques cardíacos.

    Redução do Estresse

    Reduzir o estresse pode ajudar a diminuir o risco de ataque cardíaco e derrame, sendo, em suma, de grande importância para se cuidar do coração. O estresse, além de estar associado à hipertensão, expõe igualmente nosso corpo a níveis elevados de hormônios, o que pode trazer vários prejuízos ao organismo como um todo.

    Existem algumas maneiras para tentar reduzir o estresse e evitar que afete diretamente a nossa saúde, como, por exemplo, tentar dormir bem, ter momentos de lazer ou, como já mencionamos, criar o hábito de fazer exercícios físicos. Algumas pessoas também utilizam exercícios respiratórios e meditação para controlar o estresse.

    Consultas Regulares

    Contudo, é importante também diagnosticar e tratar os indivíduos doentes. Portanto, é sempre necessário consultar periodicamente o cardiologista e fazer exames. Mesmo indivíduos sem histórico familiar de doenças cardiovasculares (componente genético) devem adotar essas medidas para reduzirem o risco de desenvolver essas doenças.

    As doenças cardíacas, nos seus estágios iniciais, podem passar despercebidas pelas pessoas, dando, portanto, a impressão de que não existe nada errado. Assim, ao fazemos exames regulares, aumenta a chance de diagnóstico precoce, bem como de iniciar tratamento mais cedo.

    Mesmo os indivíduos que praticam atividade física, seja por lazer ou profissionalmente, devem ter um acompanhamento cardiológico. O exercício físico, como dissemos, traz inúmeros benefícios para a saúde, principalmente a saúde cardiovascular. Entretanto, isso não significa que o individuo não possa desenvolver algum tipo de doença – daí a importância do acompanhamento.

    Muitos pacientes não sofrem apenas de doença cardíaca. Os idosos, principalmente, podem desenvolver também outros problemas de saúde.

    Conclusão

    A Vicci compreende a importância de cuidar do coração, e por isso disponibiliza uma equipe médica com diversos especialistas de apoio, como, por exemplo, cardiologista, ortopedistas, reumatologistas e nutrólogos.

    A Vicci também conta com uma equipe multidisciplinar, como nutricionistas que poderão orientar você em relação a uma dieta saudável para seu coração, bem como fisioterapeutas e especialistas em medicina esportiva, que podem indicar os melhores exercícios físicos para cada caso individual.

    Em suma, todos atuam de maneira integrativa, para atender o paciente de forma ampla e completa.

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  • Síndrome do túnel do carpo: causas e tratamentos

    Síndrome do túnel do carpo: causas e tratamentos

    A Síndrome do Túnel do Carpo é a síndrome compressiva nervosa mais frequente. Pesquisas registram a ocorrência de cerca de cento e cinquenta mil casos, a cada ano, no Brasil.

    O que é a Síndrome do Túnel do Carpo?

    Entre o punho e a mão existe um túnel formado pelos ossos carpais, pelo qual passam os nove tendões flexores para os dedos e o nervo mediano. Tal nervo é responsável pela sensibilidade dos dedos polegar, indicador, assim como da metade externa do dedo anelar.

    A Síndrome do Túnel do Carpo é, enfim, uma síndrome compressiva que ocorre na região do punho pelo espessamento do Ligamento Transverso do Carpo – que é um ligamento da região superficial da mão, na região da palma. Ele é circundado por estruturas ósseas tanto lateralmente quanto no assoalho. O nervo mediano possui sua localização logo abaixo do Ligamento Transverso do Carpo.

    O que é espessamento do nervo mediano?

    O espessamento do nervo mediano refere-se ao aumento da largura ou diâmetro desse nervo em uma determinada área. O nervo mediano é um dos principais nervos do braço e da mão e é responsável por fornecer sensação e controle muscular para várias partes da mão.

    O espessamento do nervo mediano pode ocorrer em várias condições médicas, sendo a mais conhecida a Síndrome do Túnel do Carpo. O Túnel do Carpo é uma estrutura estreita localizada no punho, através da qual o nervo mediano e tendões passam. Quando há um aumento na pressão ou irritação dentro desse túnel, o nervo mediano pode ficar comprimido, resultando em sintomas como:

    1. Dor, geralmente na mão, punho e dedos.
    2. Formigamento ou dormência na mão, especialmente nos dedos polegar, indicador, médio e anelar.
    3. Fraqueza muscular na mão, dificultando a realização de tarefas que requerem destreza.

    O espessamento do nervo mediano, também conhecido como hipertrofia do nervo mediano, pode ter diversas causas, desde as mais simples e benignas até as mais complexas e que exigem atenção médica.

    O que causa espessamento do nervo mediano?

    Algumas das causas mais comuns:

    1. Causas benignas:

    • Doença de De Quervain: Uma inflamação dos tendões extensores do polegar e do retináculo flexor do carpo, que pode comprimir o nervo mediano e causar espessamento.
    • Cisto ganglionar: Um tipo de cisto benigno que se forma no pulso e pode comprimir o nervo mediano.
      tunel do carpo Cisto ganglionar no pulso
    • Lipoma: Um tumor benigno de tecido adiposo que pode se formar no pulso e comprimir o nervo mediano.
      Lipoma no pulso
    • Trauma: Um golpe, queda ou outra lesão no pulso pode causar inchaço e inflamação, comprimindo o nervo mediano e levando ao espessamento.

    2. Causas patológicas:

    • Síndrome do túnel do carpo: A compressão do nervo mediano no túnel do carpo, geralmente causada por movimentos repetitivos das mãos e pulsos, é a causa mais comum de espessamento do nervo mediano.
    • Diabetes mellitus: O diabetes pode causar danos aos nervos, incluindo o nervo mediano, levando ao espessamento.
    • Artrite reumatoide: Uma doença autoimune que causa inflamação nas articulações, incluindo o pulso, pode comprimir o nervo mediano e levar ao espessamento.
    • Acromegalia: Uma doença hormonal causada pelo excesso de hormônio do crescimento, que pode levar ao aumento do tamanho dos ossos, incluindo os ossos do pulso, comprimindo o nervo mediano.
    • Tumores: Tumores benignos ou malignos no pulso podem comprimir o nervo mediano e causar espessamento.

    Fatores de risco para o espessamento do nervo mediano:

    • Idade: O risco de espessamento do nervo mediano aumenta com a idade.
    • Sexo: As mulheres são mais propensas ao espessamento do nervo mediano do que os homens.
    • Certos tipos de trabalho: Trabalhos que exigem movimentos repetitivos das mãos e pulsos, como digitação, uso de ferramentas manuais ou trabalho em linhas de montagem, aumentam o risco de espessamento do nervo mediano.
    • Gravidez: A retenção de líquidos durante a gravidez pode comprimir o nervo mediano no túnel do carpo, causando espessamento.
    • Obesidade: A obesidade aumenta o risco de desenvolver diabetes e artrite reumatoide, que podem levar ao espessamento do nervo mediano.
    • Histórico familiar: Pessoas com histórico familiar de espessamento do nervo mediano, síndrome do túnel do carpo ou outras doenças que afetam os nervos têm maior risco de desenvolver a condição.

    Sintomas do espessamento do nervo mediano:

    • Dor, formigamento e dormência na mão, principalmente no polegar, indicador, médio e anelar.
    • Fraqueza muscular na mão, dificultando a realização de tarefas que requerem destreza.
    • Dificuldade para segurar objetos pequenos.
    • Sensação de choque na mão.
    • Inchaço no pulso.

    Quem pode ter?

    A princípio, qualquer pessoa pode sofrer com a Síndrome do Túnel do Carpo. Contudo, alguns casos são mais propensos ao aparecimento dela, como, por exemplo, em obesos, diabéticos, portadores de hipotireoidismo, indivíduos com artrite reumatoide.

    Além disso, pode ocorrer temporariamente essa síndrome ou compressão do nervo mediano devido a pratica de esportes, tais como: motocross, bicicleta, crossfit e até mesmo a musculação.

    Entretanto, a Síndrome do Túnel do Carpo ocorre principalmente em mulheres, sobretudo aquelas acima dos cinquenta anos e, em especial, as que estão entrando na menopausa. Igualmente, gestantes também podem apresentar essa síndrome. A alteração hormonal, portanto, é o fator preponderante, graças à queda hormonal durante a menopausa e, por outro lado, o aumento da taxa hormonal no caso da gravidez, que causam o aumento da quantidade de líquido no corpo. Consequentemente, o espessamento do Ligamento Transverso do Carpo pode acontecer.

    Embora não seja muito frequente, algumas pessoas podem desenvolver a Síndrome do Túnel do Carpo graças a causas pós-traumáticas, como, por exemplo, consequência de quedas.

    Quando a síndrome do túnel do carpo é considerada grave?

    Como já vimos até aqui, a síndrome do túnel do carpo é uma condição médica que afeta milhões de pessoas em todo o mundo, causando dor, dormência e fraqueza nas mãos e punhos. Quando a síndrome atinge um estágio grave, os sintomas podem ser debilitantes e interferir significativamente na qualidade de vida. Neste ponto vamos explorar o que é a Síndrome do túnel do carpo grau grave.

    Causas da Síndrome do Túnel do Carpo: A Síndrome do Túnel do Carpo é causada pela compressão do nervo mediano, que passa pelo canal estreito no punho conhecido como túnel do carpo. As causas comuns incluem:

    • Trauma ou lesões no punho.
    • Fatores genéticos que levam a um túnel do carpo mais estreito.
    • Atividades repetitivas que envolvem o uso excessivo das mãos e punhos.
    • Condições médicas subjacentes, como artrite reumatoide.

    Qual exame detecta a síndrome do túnel do carpo?

    Quando o paciente chega ao especialista com suspeita de Síndrome do Túnel do Carpo, o diagnóstico pode ser feito através de exame físico e do histórico do paciente, ou senão, por meio de um exame específico: a eletroneuromiografia.

    A eletroneuromiografia é, portanto, um exame para avaliar a compressão dos nervos periféricos do membro superior (nervos radial, mediano e ulnar). Com a estimulação dos mesmos, podemos observar se há a presença de uma síndrome compressiva – como a síndrome do túnel do carpo – e o grau de compressão do nervo: leve, moderado ou grave.

    Sintomas de síndrome do túnel do carpo

    Os sintomas de síndrome do túnel do carpo mais comuns são: a sensação de formigamento nos dedos e a sensação de dormência e inchaço nas mãos. Em alguns casos, contudo, pode ocorrer de o portador da patologia vir a sentir dor no punho, no cotovelo e até mesmo na mão.

    Usualmente, os sintomas costumam piorar tanto à noite – graças ao repouso que se associa à hiperflexão do punho – quanto em ocasiões em que o indivíduo realiza atividades que exijam esforço das mãos, como, por exemplo: dirigir, falar ao telefone e digitar.

    Alguns pacientes também relatam dificuldade em segurar objetos, ocorrendo em casos especiais de até mesmo derrubá-los, em decorrência da perda de força nas mãos.

    À medida que a Síndrome do Túnel do Carpo avança, o formigamento das mãos costuma piorar, passando a acontecer também durante o dia.

    Nos casos de síndrome do túnel do carpo grau grave, os músculos da mão chegam a atrofiar. Do mesmo modo, pode ocorrer a perda dos movimentos do polegar, assim como da sensibilidade da mão.

    Tratamentos para síndrome do túnel do carpo

    O tratamento convencional, sobretudo nos casos iniciais, consiste em associar o uso de anti-inflamatórios com o uso de uma tala para imobilizar o punho e, consequentemente, melhorar seu posicionamento. Geralmente a imobilização é feita durante a noite, por um período de quatro semanas.

    Especialistas recomendam descansar as mãos e os punhos, e alongá-los, durante o tratamento.

    Caso necessário, a fisioterapia deve acompanhar a complementação do tratamento.

    Outra opção de tratamento conservador é uso de vitamina B, juntamente com uma imobilização da área.

    Em casos mais específicos, os especialistas aconselham fazer terapias por ondas de choque ou até mesmo de infiltrações.

    Em casos de síndrome do túnel do carpo grau grave, quando as demais opções não são capazes de levar à cura, a melhor opção seria o tratamento cirúrgico através da descompressão do túnel do carpo. Tratamento que pode ser tanto aberto quanto endoscópico.

    Esse procedimento é rápido, simples e seguro, com grau de resolubilidade de mais de noventa por cento dos casos da Síndrome do Túnel do Carpo.

    O que fazer para aliviar a dor da síndrome do túnel do carpo?

    Aliviar a dor da síndrome do túnel do carpo envolve uma combinação de medidas que podem ajudar a reduzir os sintomas. No entanto, é importante lembrar que essas medidas podem proporcionar alívio temporário, e o tratamento mais eficaz deve ser determinado por um médico especializado em mãos. Aqui estão algumas estratégias que podem ajudar:

    1. Repouso e Redução da Atividade: Reduza ou evite atividades que agravem os sintomas. Dê um descanso adequado às mãos e pulsos.
    2. Gelo: A aplicação de gelo na área afetada pode ajudar a reduzir a inflamação e aliviar a dor. Use um pano ou uma bolsa de gelo e aplique por cerca de 15 minutos a cada hora.
    3. Palmilhas e tala noturna: O uso de uma tala noturna ou palmilhas ergonômicas pode manter o punho em uma posição neutra enquanto você dorme, reduzindo a pressão sobre o nervo mediano.
    4. Exercícios de alongamento e fortalecimento: Um fisioterapeuta pode recomendar exercícios específicos para alongar e fortalecer os músculos do punho e da mão, o que pode aliviar a pressão sobre o nervo mediano.
    5. Anti-inflamatórios: Medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), como ibuprofeno, podem ajudar a reduzir a inflamação e a dor. Consulte um médico antes de usar qualquer medicamento.
    6. Injeções de Corticosteroides: Em alguns casos, o médico pode recomendar injeções de corticosteroides diretamente na área afetada para reduzir a inflamação e aliviar a dor.
    7. Adaptações Ergonômicas: Faça ajustes ergonômicos no local de trabalho, como usar teclados ergonômicos, mouse pad com apoio para o punho e manter uma boa postura.
    8. Terapia Física: A terapia física pode ajudar a melhorar a força e a mobilidade do punho e ensinar técnicas para reduzir o estresse sobre o nervo mediano.
    9. Acupuntura e Terapias Complementares: Alguns pacientes relatam alívio da dor da síndrome do túnel do carpo com terapias alternativas, como acupuntura ou fisioterapia manual.
    10. Considerar Cirurgia: Em casos graves ou que não respondem a tratamentos conservadores, o médico pode recomendar cirurgia para aliviar a compressão do nervo mediano.

    Quem tem síndrome do túnel do carpo pode fazer academia?

    “Quem tem síndrome do túnel do carpo pode fazer academia?” Essa dúvida é mais comum do que você imagina. Pessoas que têm síndrome do túnel do carpo podem, em muitos casos, continuar a fazer exercícios físicos, incluindo frequentar uma academia. No entanto, é importante tomar algumas precauções e adaptar a rotina de exercícios para evitar agravar os sintomas da síndrome. Aqui estão algumas considerações:

    1. Avaliação Médica: Antes de iniciar ou retomar qualquer programa de exercícios, é fundamental consultar um médico, preferencialmente um ortopedista ou especialista em mãos. O médico irá avaliar a gravidade da síndrome do túnel do carpo e fornecer orientações específicas para o seu caso.
    2. Exercícios Adequados: O tipo de exercício que você pode realizar depende da gravidade dos sintomas e das limitações impostas pela síndrome. Geralmente, exercícios de baixo impacto e que não envolvam movimentos repetitivos do punho são mais seguros. Isso pode incluir atividades como caminhada, natação, alongamento e fortalecimento muscular.
    3. Atenção à Postura: Manter uma postura adequada durante os exercícios é essencial para evitar a compressão adicional do nervo mediano. Certifique-se de que sua postura esteja correta durante os exercícios, especialmente ao levantar pesos ou usar máquinas de academia.
    4. Evitar Exercícios de Alto Impacto: Exercícios de alto impacto, como levantamento de peso muito pesado ou movimentos bruscos que envolvem os punhos, podem agravar os sintomas da síndrome. É aconselhável evitar.
    • Sindrome do tunel do carpo pode fazer musculação?

    Pessoas com síndrome do túnel do carpo podem considerar fazer musculação, mas é fundamental consultar um médico ou fisioterapeuta especializado antes de iniciar qualquer programa de exercícios. Eles podem avaliar a gravidade da sua condição e fornecer orientações específicas para o exercício, adaptando o programa de musculação de acordo com suas necessidades individuais e limitações. O acompanhamento médico é crucial para garantir que o exercício seja seguro e benéfico para você.

    O que não pode fazer quem tem síndrome do túnel do carpo?

    Quando se tem síndrome do túnel do carpo, é importante evitar atividades e comportamentos que possam agravar os sintomas ou causar mais danos ao nervo mediano e ao punho afetado. Aqui estão algumas coisas que geralmente devem ser evitadas:
    1. Movimentos Repetitivos do Punho: Evite realizar movimentos repetitivos do punho, especialmente aqueles que envolvem flexão ou extensão excessiva. Isso inclui digitar por longos períodos, operar ferramentas vibratórias ou realizar tarefas que exijam movimentos constantes do punho.
    2. Levantamento de Peso Excessivo: Evite levantar objetos pesados ou realizar atividades que coloquem uma carga excessiva no punho afetado. Isso pode piorar a compressão do nervo mediano.
    3. Má Postura do Punho: Mantenha o punho em uma posição neutra sempre que possível. Evite flexionar ou estender o punho por longos períodos, pois isso pode aumentar a pressão no túnel do carpo.
    4. Atividades de Alto Impacto: Evite atividades de alto impacto que possam causar choque ou pressão significativa no punho, como esportes de contato ou exercícios que exijam movimentos bruscos dos pulsos.
    5. Ficar na Mesma Posição por Muito Tempo: Evite permanecer em uma posição por muito tempo, seja sentado ou em pé. É importante fazer pausas regulares para alongar e movimentar os pulsos.
    6. Temperaturas Extremas: Exposição a temperaturas extremamente frias ou quentes pode aumentar a sensibilidade no punho. Use proteção adequada em condições climáticas adversas.
    7. Gestos Repetitivos: Gestos repetitivos, como usar um mouse de computador ou realizar movimentos repetitivos no trabalho, podem agravar os sintomas. É importante adotar medidas ergonômicas para minimizar o estresse nos pulsos.
    8. Peso Corporal Excessivo: Manter um peso saudável é importante, pois o excesso de peso pode aumentar a pressão nos nervos e articulações, incluindo o túnel do carpo.
    9. Ignorar Sintomas: Não ignore os sintomas de formigamento, dormência, fraqueza ou dor no punho e na mão. Procure atendimento médico assim que notar esses sintomas para um diagnóstico e tratamento adequados.
    10. Automedicação: Evite usar medicamentos sem a orientação de um profissional de saúde para aliviar a dor, a menos que tenha sido prescrito por um médico.

    É importante lembrar que as recomendações específicas podem variar dependendo da gravidade da síndrome do túnel do carpo e das orientações médicas individuais.

    Quais são as sequelas do túnel do carpo?

    A Síndrome do Túnel do Carpo é uma condição médica que, quando não tratada adequadamente, pode resultar em diversas sequelas e complicações. As sequelas podem variar em gravidade, dependendo do estágio da síndrome, da causa subjacente e da eficácia do tratamento. Algumas das sequelas e complicações mais comuns incluem:
    1. Fraqueza Muscular: A compressão crônica do nervo mediano no túnel do carpo pode levar à fraqueza muscular nas mãos, especialmente nos músculos da base do polegar. Isso pode afetar a capacidade de segurar objetos e realizar tarefas cotidianas.
    2. Atrofia Muscular: Em casos graves e de longa duração da síndrome, pode ocorrer a atrofia dos músculos da mão e do polegar devido à falta de estimulação nervosa.
    3. Perda de Destreza: A perda de destreza nas mãos é comum, o que torna atividades que exigem precisão, como digitar no teclado ou tocar um instrumento musical, mais difíceis.
    4. Dor Crônica: Em alguns casos, mesmo após o tratamento adequado, a dor pode persistir cronicamente. Isso pode afetar significativamente a qualidade de vida.
    5. Diminuição da Sensibilidade: A sensibilidade tátil nos dedos pode ser prejudicada, levando a formigamento e dormência persistentes.
    6. Dificuldade em Realizar Tarefas Cotidianas: As sequelas da síndrome do túnel do carpo podem tornar difícil ou impossível realizar tarefas cotidianas simples, como amarrar sapatos, abrir potes ou segurar objetos leves.
    7. Complicações Cirúrgicas: Em casos em que a cirurgia é necessária para aliviar a compressão do nervo mediano, podem ocorrer complicações cirúrgicas, como infecções, cicatrizes extensas ou recidiva da síndrome.
    8. Impacto na Qualidade de Vida: As sequelas da síndrome do túnel do carpo podem ter um impacto significativo na qualidade de vida, causando desconforto, limitações funcionais e impactando a capacidade de trabalhar e realizar atividades diárias.

    É importante ressaltar que, com diagnóstico precoce e tratamento adequado, muitas das sequelas da síndrome do túnel do carpo podem ser prevenidas ou minimizadas. Portanto, se você apresentar sintomas da síndrome, como dor, formigamento ou fraqueza nas mãos e punhos, é fundamental buscar orientação médica o mais rápido possível para iniciar o tratamento adequado e evitar a progressão da condição.

    especialistas em síndrome do túnel do carpo
    ChatGPT

    Existem vários tipos de profissionais de saúde que são especializados no diagnóstico e tratamento da síndrome do túnel do carpo. Alguns deles incluem:

    1. Ortopedistas: Os ortopedistas são médicos especializados em problemas musculoesqueléticos, incluindo condições como a síndrome do túnel do carpo. Eles podem diagnosticar a condição, prescrever tratamentos e, se necessário, realizar cirurgias.
    2. Neurologistas: Os neurologistas são médicos especializados no sistema nervoso e podem diagnosticar e tratar distúrbios neuromusculares, incluindo a síndrome do túnel do carpo.
    3. Fisioterapeutas: Fisioterapeutas são profissionais de saúde que podem ajudar no tratamento da síndrome do túnel do carpo por meio de exercícios terapêuticos, alongamentos e técnicas de reabilitação.
    4. Terapeutas ocupacionais: Terapeutas ocupacionais podem ajudar a desenvolver estratégias para gerenciar a síndrome do túnel do carpo no ambiente de trabalho e na vida cotidiana, além de fornecer orientação sobre o uso de dispositivos ergonômicos.
    5. Quiropráticos: Quiropráticos podem oferecer tratamentos alternativos, como ajustes na coluna vertebral e técnicas de manipulação, para ajudar no alívio dos sintomas da síndrome do túnel do carpo.
    6. Cirurgiões de mão: Cirurgiões especializados em cirurgias da mão são frequentemente consultados quando o tratamento conservador não é eficaz e a cirurgia é necessária para aliviar a pressão sobre o nervo mediano.

    É importante consultar um profissional de saúde adequado para avaliação e tratamento da síndrome do túnel do carpo, pois a abordagem terapêutica pode variar dependendo da gravidade e da causa da condição.

    Conclusão

    Quanto mais cedo identificarmos a Síndrome do Túnel do Carpo, maiores serão as chances de eficácia do tratamento, sem a necessidade cirúrgica.

    Se você procura ajuda de especialistas em síndrome do túnel do carpo, a Clínica Vicci oferece serviços de diagnóstico e tratamento para essa patologia, por meio da assistência de ortopedistas e fisioterapeutas, podendo utilizar até mesmo a terapia por ondas de choque, caso necessário.

    O nosso compromisso é com o seu bem-estar e o que nos move é a entrega de resultados. O todo é a soma de todas as partes. Conte conosco.

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  • Terapia por Ondas de choque: O que é e quais os benefícios

    Introdução

    A terapia por Ondas de Choque é uma forma de tratamento que especialistas têm utilizado frequentemente para tratar doenças osteoarticulares que não melhoram após o tratamento inicial com medidas menos invasivas.

    Ela se baseia em um princípio chamado efeito cavitação, que atua profundamente nos tecidos por ondas sonoras para poder, dessa forma, regenerá-los. O aparelho consegue, em suma, determinar a intensidade, a frequência e o número de aplicações, que normalmente consistem, na maioria das patologias entre três a cinco sessões.

    Em outras palavras, esta estimulação biológica cria um excelente meio para a cicatrização, alívio da dor e, consequentemente, a restauração da mobilidade do paciente.

    Além disso, outro benefício dessa terapia é a redução, no local lesionado, da quantidade de substância P, um neuromodulador que facilita processos inflamatórios.

    A substância P está presente em grandes concentrações em casos de dor crônica.

    A utilização das ondas de choque

    A terapia por Ondas de Choque ocorre, geralmente, quando outros tratamentos conservadores, como, por exemplo, o uso de anti-inflamatórios, não é suficiente para alcançar os resultados desejados.

    Para a realização do procedimento são necessárias tanto a indicação quanto a prescrição de um profissional da área, que realiza uma avaliação prévia composta de exames clínicos e de imagem do local em que a patologia se apresenta.

    O ortopedista pode realizar esta terapia no próprio consultório e, geralmente não requer qualquer tipo de anestesia. A maioria dos pacientes relata uma dor leve tolerável durante o procedimento; contudo, nos casos em que a dor é profunda, pode haver a necessidade de aplicação de uma anestesia local.

    Patologias

    De acordo com a Sociedade Brasileira de Ondas de Choque, esse tratamento pode ser utilizado tanto em patologias de tendão quanto em patologias ósseas, patologias musculares e patologias da pele.

    Podemos citar, por exemplo, pseudoartrose (fraturas não consolidadas), fraturas por estresse, lesões musculares crônicas sem descontinuidade, síndrome dolorosa miofascial, feridas não cicatrizadas e úlceras de pele. Estas são, conforme informações da Sociedade Brasileira de Ondas de Choque, algumas patologias para as quais o tratamento com ondas de choque pode trazer benefícios.

    Segundo o Dr. Tiago Baumfeld, as patologias com melhor benefício científico para o tratamento com ondas de choque são a epicondilite lateral (dor no cotovelo), tendinopatia insercional do tendão de Aquiles, tendinopatia patelar, fasceíte plantar e capsulite adesiva (dor no ombro).

    Após o tratamento

    Os pacientes podem retornar às atividades diárias e ao trabalho logo após o procedimento. Entretanto, os médicos que optam por utilizar o tratamento de ondas de choque costumam aconselhar os pacientes a evitarem quaisquer atividades extenuantes que possam causar dor, bem como exercícios de alto impacto em, pelo menos, até quarenta e oito horas após o procedimento.

    Os sintomas costumam melhorar já no intervalo entre as aplicações das ondas de choque. Existem também relatos de que os sintomas chegam a desaparecer em cerca de trinta dias após o fim do tratamento.

    Pesquisas também apontam que a eficiência desse método é de oitenta por cento em pacientes que ainda não tinham obtido melhora com o tratamento convencional.

    Conclusão

    O Tratamento de Ondas de Choque é muito utilizado em Ortopedia e Medicina Esportiva. A seleção brasileira de futebol, inclusive utilizou desta terapia nas Olimpíadas de Tóquio.

    A Clínica Vicci oferece este tratamento em suas instalações e estamos à disposição para tirar quaisquer dúvidas sobre o procedimento.

    O nosso compromisso é com o seu bem-estar, e o que nos move é o seu resultado.

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  • O que é Escoliose? Conheça os sintomas e causas

    O que é Escoliose? Conheça os sintomas e causas

    Introdução

    O que é Escoliose e como corrigir esse problema que acomete crianças, adolescentes e até mesmo adultos é nosso foco neste texto.

    Escoliose é a deformidade mais comum da coluna vertebral, conforme aponta o Dr. André Castilho. É uma alteração multifatorial, com componentes genéticos, musculares, neurológicos e ambientais, como explicado pela fisioterapeuta Isabella Campolina.

    A deformidade é tridimensional (3D), caracterizada por rotação vertebral, inclinação lateral e diminuição das curvas fisiológicas da coluna vertebral.

    Sinais da Escoliose

    Na maioria das vezes, a Escoliose não é perceptível até que se inicie a puberdade, período em que acontece, enfim, o aparecimento e a progressão da deformidade que normalmente pais, professores ou pediatras observam.

    Alguns sinais que podem levar à suspeita da existência de uma Escoliose são, por exemplo, ombros desiguais, fazendo com que uma escápula (omoplata) pareça mais proeminente do que a outra, bem como a cintura irregular, com um lado do quadril mais alto que o outro.

    A maioria dos casos de Escoliose, é leve; contudo, algumas deformidades da coluna vertebral continuam a ficar mais graves à medida que as crianças crescem.

    Casos mais Graves

    Por exemplo, um aspecto perceptível dessa progressão acontece quando a curva da Escoliose piora. Consequentemente, a coluna também gira, além de se curvar para os lados. Em outras palavras, isso faz com que as costelas de um lado do corpo fiquem mais salientes do que do outro lado.

    Uma Escoliose grave pode, portanto, ser incapacitante. Em casos extremos, curvas acima de 100 graus podem diminuir o espaço dentro do tórax, resultando em funcionamento precário dos pulmões.

    Importância do Diagnóstico Precoce

    “Por isso é importante a conscientização dos responsáveis, dos pais, para ter um diagnóstico mais precoce”, ressalta a fisioterapeuta Isabella Campolina.

    Curvas leves, no entanto, podem se desenvolver sem que os pais, responsáveis ou a criança percebam. Usualmente, essas curvas aparecem de forma gradual e, em geral, não causam dor. Professores e amigos podem ser os primeiros a notar a Escoliose de uma criança.

    Embora tanto meninos quanto meninas desenvolvam Escoliose, as meninas possuem um risco consideravelmente maior de piora da curva e de necessitarem de tratamento. A taxa de acometimento em meninas pode chegar a ser oito vezes maior, como informa o Dr. André Castilho.

    Tratamento

    A identificação precoce da Escoliose permite o tratamento clínico com fisioterapia específica e uso de colete para ajudar no tratamento da deformidade, evitando a progressão da Escoliose e a necessidade de cirurgia.

    A fisioterapia é utilizada para restringir a progressão da curva e até mesmo melhorar essas rotações tridimensionais. O tratamento compreende a correção no plano axial e lateral combinada com exercícios específicos, trabalhando de maneira organizada para reduzir a curvatura e, principalmente, evitar a progressão da curva.

    Conclusão

    Caso perceba sinais ou sintomas de Escoliose em seu filho, procure ajuda o quanto antes. Nossa equipe, aqui na Clínica Vicci, conta com profissionais de alto nível, especializados na avaliação e no tratamento da Escoliose.

    O nosso compromisso é com o seu bem-estar, e o que nos move é o seu resultado. O todo, é a soma de todas as partes. Conte conosco para te ajudar!

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  • O que faço com meus outros problemas de saúde durante a pandemia?

    O que faço com meus outros problemas de saúde durante a pandemia?

    Atualmente, e ainda bom um bom tempo, o foco está todo no coronavírus, mas há muitas outras doenças que seguem ocorrendo e precisam de atenção

    Incrível como nos últimos meses parece que só existe uma doença a ser cuidada e tratada. Todo o foco central está no coronavírus. E não é por menos, temos que tomar os cuidados para evitar esta doença tão séria!
    Mas não temos só este problema de saúde acontecendo, não é verdade?
    As pessoas continuam com suas necessidades de controle das doenças crônicas como diabetes, pressão alta, doenças imunológicas e câncer! Ainda temos pessoas com dores crônicas, lombalgia, doenças vasculares e até mesmo as doenças traumáticas não pararam de acontecer! Quedas em domicílio, fraturas e lesõesligamentares por entorses!
    Estas pessoas precisam manter seus tratamento e precisam de atendimento e acompanhamento imediato.
    Fraturas devem ser avaliadas e devidamente tratadas para não levar a sequelas e tratamentos insuficientes.
    Os receios relacionados aos hospitais tem sua importância, mas em nossa capital a maioria deles se preparou bem e segmentou as áreas de atendimento, permitindo que cirurgias e atendimentos pudessem continuar sendo realizados com todos os cuidados e recomendações.

    As clínicas e consultórios também se prepararam. Não devemos deixar de cuidar das outras doenças neste período. Procure seu médico em consultórios, escolha hospitais bem equipados e preparados e não deixe sua saúde descuidada, os descontroles podem cobrar um preço muito alto a se pagar em curto prazo!

    Devemos manter atenção aos grupos de risco e utilizar os atendimentos remotos quando possível! Se o caso for de necessidade imediata, não deixe de procurar atendimento, quanto antes melhor e mais efetivo a abordagem!
    Temos que nos manter otimistas! Sair de casa somente quando preciso, usar máscaras e cuidar sempre da saúde!
    Se você tem dúvidas sobre este tema ou quer mandar sugestão de assunto para a coluna, mande email para danielbaumfeld@gmail.com
    Abraço a todos (da minha casa)!
  • Qual o melhor calçado para o dia a dia?

    Qual o melhor calçado para o dia a dia?

    Escolher o calçado adequado para o dia a dia é essencial para garantir conforto, praticidade e estilo em nossas atividades diárias. Com tantas opções disponíveis no mercado, pode ser difícil decidir qual é o melhor calçado para atender às nossas necessidades. Neste artigo, vamos explorar algumas características a serem consideradas ao escolher o calçado ideal para uso diário e sugerir algumas opções populares.

    1. Conforto

    Um dos aspectos mais importantes a se considerar ao escolher um calçado para o dia a dia é o conforto. Opte por modelos que ofereçam um bom suporte para os pés, amortecimento adequado e espaço suficiente para os dedos. Sapatos que causam desconforto podem resultar em dores nos pés, tornando as atividades diárias menos agradáveis.

    2. Durabilidade

    Outro fator a ser levado em conta é a durabilidade do calçado. Escolha materiais de qualidade e construção robusta que resistam ao desgaste do uso diário. Calçados feitos com couro genuíno, materiais sintéticos de alta qualidade e solados resistentes tendem a durar mais tempo e oferecer um melhor custo-benefício a longo prazo.

    3. Versatilidade

    Um bom calçado para o dia a dia deve ser versátil o suficiente para se adaptar a uma variedade de ocasiões e looks. Opte por modelos que possam ser facilmente combinados com diferentes peças de roupa, desde jeans e camisetas até saias e vestidos. Sapatos versáteis economizam tempo e dinheiro, pois podem ser usados em diversas situações.

    4. Estilo

    Embora o conforto e a funcionalidade sejam fundamentais, não há razão para abrir mão do estilo ao escolher um calçado para o dia a dia. Procure por modelos que reflitam seu estilo pessoal e que estejam alinhados com as tendências da moda. Sapatos elegantes e modernos podem elevar qualquer look e fazer você se sentir confiante em suas atividades diárias.

    Opções Populares de Calçados para o Dia a Dia

    • Tênis Casual: Confortáveis e versáteis, os tênis casuais são uma escolha popular para o dia a dia. Podem ser usados ​​com uma ampla variedade de roupas e são ideais para atividades que exigem conforto e mobilidade.
    • Sapatilhas: Femininas e elegantes, as sapatilhas são uma opção confortável e estilosa para o dia a dia. São perfeitas para quem deseja um visual mais feminino sem abrir mão do conforto.
    • Sapatos Oxford: Clássicos e atemporais, os sapatos oxford são uma escolha elegante para o dia a dia. Combinam bem com roupas casuais e formais, adicionando um toque de sofisticação a qualquer look.
    • Sandálias Confortáveis: Para os dias quentes, as sandálias confortáveis são uma opção refrescante e prática. Escolha modelos com tiras ajustáveis ​​e solados acolchoados para garantir conforto durante todo o dia.

    Problemas Causados pelo Uso de Calçados Inadequados no Dia a Dia

    O uso de calçados inadequados no dia a dia pode acarretar uma série de problemas para a saúde dos pés e do corpo como um todo. Neste artigo, vamos explorar alguns dos problemas mais comuns causados pelo uso de calçados errados e destacar a importância de escolher calçados adequados para garantir o conforto e a saúde dos seus pés.

    1. Dores nos Pés

    Um dos problemas mais comuns causados pelo uso de calçados inadequados são as dores nos pés. Sapatos apertados, com solados inadequados ou sem o suporte adequado podem resultar em dores nos pés, tornozelos e calcanhares, especialmente após longos períodos de uso.

    2. Calos e Calosidades

    O atrito constante entre os pés e os calçados inadequados pode levar ao desenvolvimento de calos e calosidades. Essas áreas endurecidas da pele podem ser dolorosas e desconfortáveis, causando dificuldade ao caminhar e ao usar sapatos.

    3. Fascite Plantar

    A fascite plantar é uma condição dolorosa que afeta a sola do pé, especialmente a área do calcanhar. O uso de calçados inadequados, sem o suporte adequado do arco do pé, pode aumentar o risco de desenvolvimento dessa condição, resultando em dor intensa ao caminhar ou ficar em pé.

    4. Joanetes

    Os joanetes nos pés são deformidades ósseas que se desenvolvem na base do dedão do pé. O uso de sapatos apertados, com bicos estreitos ou saltos altos pode agravar essa condição, causando dor, inflamação e dificuldade ao caminhar.

    5. Lesões Musculares e Articulares

    O uso prolongado de calçados inadequados pode resultar em lesões musculares e articulares nos pés, tornozelos e pernas. Sapatos sem o suporte adequado do arco do pé ou com solados desgastados podem alterar a biomecânica do corpo, aumentando o risco de entorses, tendinites e outras lesões.

    6. Problemas Posturais

    Além dos problemas nos pés, o uso de calçados inadequados também pode afetar a postura corporal. Sapatos com saltos muito altos ou sem suporte adequado podem alterar a distribuição do peso corporal, resultando em uma postura desalinhada e aumentando o risco de dores nas costas e no pescoço.

    Conclusão

    O uso de calçados inadequados no dia a dia pode causar uma série de problemas para a saúde dos pés e do corpo como um todo. Para evitar esses problemas, é importante escolher calçados que ofereçam o suporte adequado, sejam confortáveis e se ajustem corretamente aos seus pés. Ao investir em calçados de qualidade e cuidar da saúde dos seus pés, você pode evitar dores e desconfortos desnecessários e desfrutar de uma vida mais confortável e saudável.

    Espero que este artigo tenha destacado a importância de escolher os calçados certos para evitar problemas de saúde no dia a dia. Se precisar de mais informações ou conselhos sobre cuidados com os pés, não hesite em entrar em contato e receber auxilio do nosso médico especialista em pé e tornozelo!

  • Doenças e problemas mais comuns causados por má postura

    Doenças e problemas mais comuns causados por má postura

    Quando há uma descompensação, principalmente na coluna, pelve e tórax, diversas consequências podem ocorrer. E isso não quer dizer doenças

    Você sabia que nosso corpo trabalha de forma integrada? Isso não é nenhuma novidade, mas as ações musculares, o alinhamento dos membros, a distribuição de força e carga dependem umas das outras. Quando há uma descompensação, principalmente no esqueleto axial (coluna, pelve, tórax), diversas consequências podem ocorrer. E isso não quer dizer doenças.

    Quando praticamos atividades esportivas, todo nosso corpo funciona em conjunto. Se não tivermos o que chamamos de “gesto esportivo” ou “postura esportiva”, lesões por sobrecarga, fraturas por estresse, entorses de tornozelo, síndrome da banda iliotibial entre outras, se tornam muito mais comuns.

    A má postura esportiva é mais comum do que imaginamos, por esta razão é que algumas lesões também são mais frequentes naqueles que estão iniciando uma atividade sem orientação.

    Uma pessoa que começa a andar de bicicleta com muita frequência, precisa estudar sua postura para permanecer e se manter em cima da bicicleta, sem sobrecarregar a coluna e os membros. Por isso, uma avaliação da postura para este esporte, “Bike Fit”, muitas vezes é recomendada. O mesmo acontece com pilotos de kart, motociclismo e pilotos profissionais de automobilismo.
    Quando pensamos em esportes de contato como futebol, vôlei e handball, não devemos simplesmente “jogar”. O método mais fácil para evitar que a má postura ou mau gesto esportivo levem a lesões é manter treinos relacionados à boa postura e preparo muscular. Corredores devem sempre trabalhar a musculatura lombopélvica para evitar que a “queda pélvica” por má postura ou fraqueza muscular sejam causa de diversas lesões.
    A má postura no dia a dia também é prejudicial e, muitas vezes, mais comum que a esportiva. A postura inadequada mais frequente vem da coluna. Isto acontece tanto pelo nosso dia a dia, que predispõe a flexão do tronco (dirigir, trabalhar no computador, carregar mochilas) quanto de forma evolutiva, onde o envelhecimento, a força continua da gravidade e o desequilíbrio muscular tornam a flexão do troco mais proeminente.
    Mas como isso pode nos afetar?
    Principalmente causando dor! O desequilíbrio do esqueleto axial leva a necessidade de trabalho dobrado dos outros estabilizadores, incluindo o membro superior e inferior. Além da dor, também podem ocorrer tendinites, alteração visual do corpo (um lado mais baixo ou mais alto que o outro) desvios na coluna, protrusão da cabeça, pés planos e falta de elasticidade.
    Isso se resume em adotar ações preventivas para evitar essas consequências no dia a dia e nas atividades esportivas. Devemos fazer atividades físicas com orientação, estar atentos com a nossa rotina diária, evitar sedentarismo e manter alongamentos com atividades regulares para que possamos ter um melhor equilíbrio corporal. Não é fácil mudar rotina, mas é ainda mais difícil viver e tratar doenças que possam ser resolvidas com mudanças de hábito e orientações para cuidados no dia a dia.
    Você tem dúvidas ou sugestão de tema? Mande para danielbaumfeld@gmail.com
  • Meu pé é chato, preciso usar palmilha?

    Meu pé é chato, preciso usar palmilha?

    Na maioria das vezes, pés planos são flexíveis e não relacionados a doenças específicas, sendo, portanto, somente uma variação da normalidade

    Os pés planos, ou “chatos”, como conhecidos popularmente, são muito comuns. Eles têm como característica a perda ou diminuição do arco plantar, a curvatura interna do pé. Isso pode ser uma característica individual, na qual o indivíduo apresenta esse padrão de pé desde a infância ou pode ser uma característica adquirida, devido a doenças específicas.

    Na maioria das vezes, os pés planos são flexíveis e não relacionados a doenças específicas, sendo, portanto, somente uma variação da normalidade.

    Da mesma forma que algumas pessoas têm nariz um pouco mais ou menos curvo, o mesmo acontece com os pés, que tem mais ou menos curvatura interna. Entretanto, várias doenças podem estar associadas ao pé plano, como a coalizão tarsal (união anômala entre dois ossos), insuficiência do tendão tibial posterior (muito comum em mulheres), lesão do ligamento mola (importante estabilizador do arco do pé), entre outras.

    O que vemos comumente como dúvida no consultório e até mesmo no conhecimento popular é de que o pé plano sempre precisa de palmilhas especiais, para corrigir esse “problema”, mas na verdade esse conceito é um equívoco. Primeiramente porque, na grande maioria das vezes, esse formato de pé não é uma doença, como disse, mas somente uma variação da normalidade.

    Além disso, para um indivíduo sem sintomas, ou seja, sem dor nos pés ou em outras articulações, é muito difícil que uma palmilha possa trazer qualquer tipo de benefício. Isso ocorre pois os pés e nossas outras articulações já estão adaptadas àquele padrão de curvatura, a musculatura do pé já está adaptada e uma possível mudança nesse padrão, com uma palmilha que eleve o arco plantar por exemplo, pode desencadear um desbalanço antes inexistente.

    Aprofundando nesse tema, tem sido objeto de constante estudo e debate o papel da musculatura intrínseca do pé na formação e manutenção do arco plantar. Tem-se entendido cada vez mais que pacientes sintomáticos, com dores nos pés devido ao pé plano ou outras doenças, podem se beneficiar mais com o treinamento desse tipo de musculatura, também denominada “Foot Core”, do que com a prescrição de palmilhas, que em ultima análise poderiam enfraquecer esse grupo muscular no longo prazo.
    Não estou aqui, por fim, querendo dizer que as palmilhas são abomináveis e que não devem ser prescritas em nenhuma situação. Existem várias indicações nas quais as palmilhas são muito úteis e podem sim ser utilizadas para melhorar os sintomas de diversos pacientes. O que precisamos mudar de conceito é que as palmilhas não são uma solução universal para todos os problemas dos pés e que você que tem pé “chato” não tem obrigatoriedade de uso de palmilhas em todas as situações: existem outras alternativas.
    Na dúvida sobre qual alternativa seguir ou se sua palmilha é adequada ou realmente necessária, procure seu Ortopedista de confiança.
    Abraço a todos (da minha casa)

    E se você tem dúvidas ou sugestão de tema, conte com o Dr. Daniel Baumfeld, Especialista em Medicina e Cirurgia do Pé e do Tornozelo