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  • Avaliação isocinética e biomecânica: importância para corredores

    Avaliação isocinética e biomecânica: importância para corredores

    A medicina ortopédica diagnóstica está cada vez mais evoluída. Hoje em dia é possível contar com alguns equipamentos e processos que ajudam em todas as etapas dessa área médica. Hoje, vamos apresentar os detalhes sobre a avaliação isocinética e a avaliação biomecânica, destacando a importância para atletas e corredores. 

    Esses cuidados, são fundamentais, afinal, evitar lesões é um dos principais desafios e objetivos de ortopedistas, fisioterapeutas e educadores físicos em conjunto com os próprios atletas.

    Não é de hoje que reportagens e matérias tentam descobrir os segredos para evitar lesões. Nesse conteúdo, vamos entender todos os detalhes sobre a avaliação isocinética e a avaliação biomecânica, instrumentos que estão se transformando em aliados essenciais para quem possui esse objetivo.  

    O que você encontra nesse conteúdo:

    • O que é avaliação isocinética. 
    • Importância da avaliação isocinética.
    • Como a avaliação isocinética é realizada.  
    • O que é avaliação biomecânica. 
    • Como acontece a avaliação .  
    • Importância da avaliação biomecânica. 
    • Quem deve fazer esses exame isocinetica. 

    O que é avaliação isocinética?

    Quando falamos em avaliação isocinética, estamos falando de um exame computadorizado que oferece uma análise muscular detalhada. 

    Esses detalhes envolvem informações sobre possíveis desequilíbrios, desgaste e lesões musculares e são percebidos por meio da quantificação da força, potência e resistência dos músculos. 

    Como essa avaliação é realizada?

    A avaliação isocinética é realizada por meio de um aparelho chamado Dinamômetro Isocinético Computadorizado. 

    Esse equipamento é responsável por registrar a ação e o esforço realizado em um determinado movimento, entendendo o trabalho dos músculos e o movimento articular. A partir desse registro, são gerados dados números e gráficos sobre déficits e desequilíbrios.  

    Na prática, as articulações de joelho, quadril, tornozelos, punho, cotovelo e ombro são as que mais se beneficiam desse exame. Essas articulações os músculos dessas áreas são expostos a sobrecarga de forma dinâmica até a capacidade máxima, gerando dados sobre a resistência do corpo durante a ação. 

    Qual a importância para corredores e atletas?

    A avaliação isocinética é importante para corredores e atletas por ser a forma mais eficiente de examinar detalhadamente a função e o desempenho dos músculos de uma maneira segura e confiável. 

    Além de ser utilizado como uma fonte muito confiável para quem vai realizar um procedimento cirúrgico ou mesmo em um momento de recuperação, teste isocinético também é importante para evitar lesões e para o fortalecimento muscular. 

    Para corredores e atletas, esse exame isocinetica entra na lista dos procedimentos necessários para ter uma rotina de combate de lesões. Sabemos que esses problemas acometem boa parte de atletas, profissionais, amadores e iniciantes, por isso, exames como esses são fundamentais. 

    Ortopedistas, fisioterapeutas e educadores físicos se beneficiam desses resultados. A partir desses dados é possível prescrever exercícios mais específicos para a demanda muscular de cada pessoa, fortalecendo e evitando lesões. 

    Indicações

    Abaixo, listamos as principais indicações para realização da avaliação isocinética. Confira:

    • Avaliação antes e depois de um procedimento cirúrgico. 
    • Avaliação para planejamento e preparação de uma série de exercícios físicos, sobretudo quando há um foco em trabalho muscular específico.  
    • Avaliação do equilíbrio muscular entre os membros;
    • Avaliação do equilíbrio muscular entre agonistas e antagonistas;
    • Quando é necessário melhorar o desempenho mcular. 
    • Para prevenção de lesões, sobretudo em pessoas que possuem um histórico de lesões musculares.

    O que é avaliação biomecânica?

    Da mesma forma da avaliação isocinética, a avaliação biomecânica é realizada a partir de uma tecnologia que permite a análise das respostas corporais a alguns movimentos, sobretudo aqueles frequentes em uma rotina de treinos ou prática esportiva. 

    Ao realizar uma avaliação biomecânica, algumas metodologias podem ser utilizadas para análise. Abaixo, vamos explicar as 4 principais:

    1. Eletromiografia: trata-se da análise a partir de um estímulo externo ao corpo. Normalmente são utilizados alguns tipos de contatos elétricos para entender a resposta da contração muscular nesse momento. 
    2. Cinematria: como o próprio nome indica, essa análise leva como base imagens e filmagens realizadas durante a execução de um determinado movimento. Velocidade de reação do músculo, posicionamento de membros, postura correta e força são alguns elementos que podem ser analisados a partir desse exame. 
    3. Antropometria: essa metodologia de análise é focada em entender a anatomia do movimento. Dessa forma, questões como a distribuição do peso durante a ação, as formas musculares e das articulações e mesmo as dimensões são focos de análise.
    4. Dinamometria: por fim, a última metodologia de análise está focada em questões envolvendo o dinamismo do movimento. Isso quer dizer que olhando para parâmetros de força e alcance é possível obter alguns resultados. 

    Indicações da avaliação biomecânica

    De uma forma geral, podemos apontar 3 principais indicações para a realização da avaliação biomecânica:

    1. Quando há o desejo de entender se há algum déficit musculoesquelético relevante, fator que pode ser importante para evitar lesões futuras. 
    2. Quando é necessário entender sobre a natureza de uma determinada dor que normalmente aparece durante um movimento ou prática de atividade física. 
    3. Para processos de recuperação, reabilitação e volta aos treinos. Nesse caso, o resultado da avaliação é fundamental para identificar o melhor momento para voltar à prática de atividade física de forma realmente segura.

    Qual a importância da avaliação isocinética e biomecânica para corredores e atletas?

    Em atletas, e os corredores estão nesse grupo, as lesões esportivas normalmente são classificadas em dois tipos.

    As lesões crônicas são aquelas que ocorrem devido aos movimentos intensos e repetitivos. Na maioria das vezes, as dores são sentidas em momentos específicos e não acompanham o atleta o tempo todo. No entanto, podem desenvolver e impedir a prática. 

    Por outro lado, existem lesões agudas. Essas são causadas por episódios isolados, que podem ser quedas, impactos, torções, entre outros. 

    Ao realizar a avaliação isocinética e a avaliação biomecânica o esportista passa a contar com dados precisos sobre os movimentos executados durante essa atividade. Dessa forma, os dados ajudam tanto na rotina necessária para evitar lesões agudas, quanto na recuperação e no fortalecimento para evitar lesões crônicas durante essa prática. 

    Portanto, essas avaliações são formas pouco invasivas e eficientes para que corredores e atletas, sejam amadores, profissionais ou iniciantes tenham uma rotina sem a presença de lesões ou mesmo mais saudável e próspera.

    Quem pode realizar a avaliação isocinética e avaliação biomecânica?

    Ao contrário do que muita gente pensa, tanto a avaliação isocinética quanto a avaliação biomecânica podem realizar esses exames, inclusive são processos indicados para esportistas de todos os níveis. 

    Como falamos, por meio dessas avaliações é possível estabelecer ações para evitar lesões e ainda ter mais qualidade de vida na prática de atividade físicas, mesmo em exercícios para iniciantes. 

    Portanto, mesmo para atletas amadores, esses exames são sempre indicados. Entender com detalhes como o músculo responde aos movimentos, é algo essencial para definir os níveis de esforços e também para evitar lesões. 

    Avaliação isocinética onde fazer?

    avaliação isocinética onde fazer

    Sabemos que as lesões são as principais responsáveis por fazer com que atletas se afastem de treinos. Por meio da avaliação isocinética e avaliação biomecânica é possível ter uma visão completa sobre a capacidade de execução desses movimentos. 

    Aqui na Vicci, você encontra tudo que precisa para ter um tratamento adequado ou mesmo para evitar lesões. Além da avaliação isocinética e avaliação biomecânica você vai ver que existem outras formas de alcançar esse objetivo.

    Entre em contato agora mesmo e agende seu horário.

  • Postura correta: como alcançar por meio da fisioterapia

    Postura correta: como alcançar por meio da fisioterapia

    Os problemas na coluna fazem parte da realidade de boa parte da população mundial. Nesse sentido, a fisioterapia se coloca como uma das principais aliadas para quem busca uma postura correta, seja em atividades cotidianas como andar ou trabalhar, ou mesmo para atividades físicas. 

    A realidade por trás das dores na coluna pode ser percebida por meio de números da Organização Mundial da Saúde, a OMS. De acordo com dados levantados em um estudo e publicados no Jornal da USP, 80% da população já teve ou terá algum tipo de dor na coluna. 

    Por isso, não há outro caminho: é preciso procurar formas de amenizar essas dores. Ao longo desse conteúdo você entende os motivos que colocam a fisioterapia como uma das principais formas de alcançar a postura correta. Confira:

    Qual a importância de manter a postura correta?

    Para começarmos, é necessário esclarecer o que é postura. Postura é a posição que uma pessoa mantém o corpo, seja enquanto está em pé, sentada ou mesmo enquanto está deitada. 

    Quando falamos em postura correta, estamos falando sobre qualidade de vida. O motivo é bem simples: essa posição influencia movimentos diversos e pode ser a fonte causadora de dores e complicações que vão desde a coluna, até os membros superiores, inferiores e ainda é uma das causas mais constantes de torcicolo. 

    Um outro ponto relevante sobre a importância de manter a postura correta está relacionado com a saúde de músculos e articulações. Esse fato é essencial para evitar a ocorrência de lesões ortopédicas. 

    Existe uma postura correta?

    Diferentemente do que muita gente pensa, não existe uma postura considerada correta para todo mundo. Cada pessoa conta com características diferentes, isso envolve peso, tamanho dos membros, por exemplo, assim, o indicado pode mudar. 

    A postura é resultado de uma busca pelo equilíbrio de várias partes do corpo, isso envolve uma boa mecânica e a capacidade de realizar movimentos de forma eficiente e sem comprometer o bem-estar.

    No entanto, existem algumas orientações gerais para ter uma postura correta. Abaixo, vamos ver algumas dicas para manter a boa postura em diferentes atividades. 

    No entanto, a dica geral é sempre procurar aquela que te deixa confortável, se não causa nenhuma dor no momento ou após, é um bom sinal de que é uma boa postura. 

    Melhor postura para andar

    Andar é um movimento simples e, em tese, não há complicação para realização dessa ação. No entanto, existem algumas considerações necessárias quando olhamos para a postura. 

    Andar com os ombros curvados, por exemplo, é um dos principais pontos de atenção durante esse movimento. 

    Por isso, a dica para andar passa pela postura ereta, alinhamento dos pés e braços e também a manutenção da cabeça reta. Essas ações contribuem para dar fluidez ao movimento e impedir que seja demandado um esforço elevado. 

    Além disso, é preciso considerar que estamos falando em boas práticas para o movimento contínuo. Sair desse padrão em momentos específicos e de forma esporádica não causa problema.

    Melhor postura para dormir

    O sono é um dos principais responsáveis pela regulação dos níveis de hormônios, além de ajudar a diminuir os níveis de cortisol no sangue. Dessa forma, adotar uma postura adequada para dormir é algo essencial para ajudar nesse momento e também para evitar dores no outro dia, visto que normalmente dormimos 8 horas por noite. 

    De uma forma bem direta, e novamente lembrando que existem algumas exceções, a melhor posição para dormir é de lado. Dessa forma, é possível deixar a coluna apoiada e em uma linha contínua, fator que contribui para evitar dores nas costas e também lesões na coluna.  

    Sobre a postura ao dormir, vale destacar que uma má posição afeta outras regiões do corpo e pode causar problemas como fadiga, apneia do sono, cãibras, má circulação e até azia.

    Postura correta para trabalhar ao computador

    O debate acerca da melhor postura para trabalhar no computador é tema central de conversas de escritório. Cadeira ortopédica, equipamentos de apoio de pés, encostos e mesas de diferentes são soluções eficientes, porém, só funcionam quando contam com a ajuda de uma boa postura. 

    Trabalhar sentado de frente para o computador é uma realidade de muitas pessoas atualmente, por isso, é tão importante entender quais são as boas práticas sobre a melhor postura. 

    A seguir, você confere 3 dicas para essa atividade:

    1. Com relação a isso, o principal ponto de atenção é a manutenção da coluna ereta. Esse passo é fundamental para a distribuição correta do peso sobre discos intervertebrais e para evitar a formação de coluna torta, popularmente conhecida como corcunda.
    2.   Não cruzar as pernas e deixar os pés apoiados no chão. Esse processo é importante para evitar um desequilíbrio e fazer com que apenas um lado do seu corpo receba o peso. 
    3. Controlar a altura da tela. A sua postura depende diretamente da distância e da altura da tela. Uma boa prática é deixar sempre a uma distância de 50 a 60 cm e sempre alinhado com o seu olhar, evitando a necessidade de esforço do pescoço para olhar sempre para cima ou para baixo.

    3 dicas para alcançar a postura correta

    A seguir, separamos 3 dicas gerais para começar um hábito mais saudável para sua coluna e melhorar a postura. Confira:

    1. Ter cuidado com os pesos: carregar pesos de forma equivocada é um dos grandes vilões para a postura e para a coluna. Isso pode ser percebido no fato de carregar bolsas ou mesmo no levantamento de peso na academia, a dica é sempre ter atenção ao movimento e evitar usar apenas um lado do corpo. 
    2. Praticar atividades físicas: como sempre falamos, levar uma vida saudável é um dos principais aliados para a saúde do seu corpo e com a postura não é diferente. A prática de atividades físicas é fundamental para o fortalecimento dos músculos das costas e do abdômen, impactando na manutenção de uma boa postura. 
    3. Evitar muito tempo em uma única posição: ter pausas entre o trabalho, mudar a posição com frequência e andar no meio do expediente são ações que impedem vícios na postura. 

    Como a fisioterapia ajuda a ter a postura correta

    Por fim, é preciso destacar a importância da fisioterapia para quem busca uma postura correta. 

    A fisioterapia é um dos caminhos naturais para quem busca melhorar a postura. Por meio de exercícios específicos é possível dedicar atenção aos movimentos, fortalecendo músculos e treinando o corpo como um todo. 

    Isso acontece devido a fisioterapia estimular o sistema neuromuscular por meio da associação de movimentos das articulações e músculos. Com isso, tensões, lesões e vícios musculares são estrategicamente afetados com os movimentos. 

    Portanto, além de contribuir para que você alcance uma postura correta, a fisioterapia também é importante para evitar lesões, tratar dores na coluna e outras alterações ortopédicas que podem comprometer todo o esqueleto humano.  

    O resultado é a melhoria da capacidade motora e uma adaptação natural dos movimentos para a rotina de cada pessoa, contribuindo para a qualidade de vida. 

    Aqui na Vicci, você conta com a melhor equipe de fisioterapia, além de outros médicos. Assim, você consegue apoio para ter uma postura correta, evitar dores na coluna e ter uma vida mais saudável.

    Entre em contato e agende seu horário agora mesmo. 

  • Miocardiopatia o que é e quais os sintomas?

    Miocardiopatia o que é e quais os sintomas?

    As doenças no coração são consideradas complicadas para qualquer pessoa, mesmo com todos os tratamentos avançados, é necessário sempre ter atenção. Por isso, ao longo desse conteúdo vamos mostrar todos os detalhes sobre a miocardiopatia, inclusive como prevenir e fortalecer esse órgão.  

    Esse tema é essencial para a saúde e qualidade de vida de qualquer pessoa. Para você ter ideia, em 2021, mais de 230 mil brasileiros morreram por doenças cardiovasculares. De acordo com levantamento feito pela CNN no portal de transparência da Arpen-Brasil (Associação dos Registradores de Pessoas Naturais) em parceria com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), o número é  6,8% maior ao ano anterior. 

    Por isso, não há outro caminho: é preciso entender sobre essas doenças e começar a adotar métodos para preveni-las. Então, vamos começar com a miocardiopatia.

    O que é miocardiopatia? 

    De uma maneira bem simples, podemos dizer que miocardiopatia é uma doença que afeta o sistema cardiovascular, impossibilitando o bombeamento de sangue necessário para o funcionamento do resto do corpo humano. 

    Para sermos mais precisos, a miocardiopatia causa alterações no músculo cardíaco, gerando esse interrompimento na capacidade de bombear o sangue. 

    Um ponto importante sobre essa doença é o fato de ser conhecida também como cardiomiopatia, portanto, você pode encontrar diagnósticos com os dois nomes. 

    Como essa alteração pode ser parcial, total e ainda em níveis diferentes, existem diferentes tipos dessa doença, a seguir vamos explicar os detalhes de cada um:

    Tipos de miocardiopatia: 

    Abaixo, vamos apresentar as diferenças entre miocardiopatia dilatada, hipertrófica e restritiva. 

    1. cardiomiopatia dilatada sintomas

    O tipo mais comum de miocardiopatia é a dilatada. Essa doença afeta, sobretudo,  o ventrículo esquerdo do coração, dilatando as fibras musculares, causando intensa dificuldade para realizar o bombeamento do sangue. 

    Esse tipo de miocardiopatia nem sempre está acompanhando de sintomas aparentes. Em boa parte dos casos, só é possível saber que o quadro é referente à miocardiopatia dilatada quando há uma manifestação de insuficiência cardíaca ou arritmia.

    No entanto, alguns sintomas mais leves podem estar associados ao processo de dilatação desse músculo do coração, os principais são:

    • Fraqueza e fadiga sem um motivo claro e de forma repentina.
    • Falta de ar, seja em momentos de atividade ou de repouso. 
    • Vertigens, tonturas ou desmaios
    • Abdômen inchado e ganho de peso repentino devido, principalmente, ao processo de retenção de líquidos. 
    • Palpitação e sensação de batimentos cardíacos acelerados de forma demasiada. 

    2. Miocardiopatia hipertrófica

    Como o nome sugere, a miocardiopatia hipertrófica é responsável por causar a hipertrofia do músculo do coração, deixando-o mais rígido e aumentando a dificuldade do processo de bombeamento do sangue. 

    Um dos principais fatores que podem levar à doença está relacionado com questões genéticas. Uma alteração na formação do músculo e das células pode provocar o desenvolvimento excessivo do músculo cardíaco, fazendo com que seja mais espesso que o necessário. 

    Assim como a miocardiopatia dilatada, boa parte dos casos não conta com um sintoma prévio, sendo diagnosticada apenas durante exames cardíacos ou mesmo em uma eventual complicação. 

    No entanto, existem alguns alertas que podem estar associados a uma alteração nas condições normais do músculo do coração, podendo indicar uma condição de hipertrofia. Entre esses sintomas, vale a pena destacar:

    • Dores no peito de forma constante. 
    • Palpitação e sensação de batimentos cardíacos acelerados de forma demasiada.
    • Sensação de falta de ar, sobretudo após a realização de exercícios físicos, ou mesmo de atividades corriqueiras como subir escadas. 

    3. Miocardiopatia restritiva

    O último tipo de miocardiopatia é a restritiva. Esse tipo é considerado a forma mais rara desta doença cardíaca. 

    Trata-se dos casos em que os ventrículos, que são as câmaras internas do coração, são rígidos e não possuem a flexibilidade necessária para realizar o movimento de expansão necessário para o bombeamento do sangue. 

    Pacientes que são diagnosticados com miocardiopatia restritiva normalmente possuem átrios maiores e ventrículos menores que o ideal. Essa desproporcionalidade é a causa chave para causar essa doença. 

    Por ser mais rara, as causas também são desconhecidas, entretanto, boa parte dos casos surgem a partir de outras condições cardíacas. 

    Como a cardiomiopatia é diagnosticada?

    Ao sentir algum desses sintomas, ou mesmo durante um exame cardíaco, a miocardiopatia pode ser detectada. Para a confirmação dessa doença, o médico conta com alguns exames:

    • Ecocardiograma: esse é o principal exame para diagnosticar doenças relacionadas ao coração. A partir de ondas de ultrassom é possível produzir uma imagem do coração e entender como está o processo de bombeamento de sangue. 
    • Ressonância magnética – a ressonância magnética é um exame muito comum para identificar lesões ortopédicas e também é importante no caso de cardiomiopatia. Por meio desse exame é possível analisar as estruturas e músculos do coração. 
    • Cateterismo cardíaco: esse procedimento é considerado mais invasivo do que os citados acima, porém, em alguns casos, pode ser necessário. Trata-se de um processo em que um cateter é inserido no coração, seja pelo braço, pescoço ou virilha. Por meio desse cateter o médico consegue avaliar a pressão do sangue.  

    Como é o tratamento para cardiomiopatia?

    Agora que todos os tipos de miocardiopatia, vamos esclarecer algumas questões sobre o tratamento dessa doença. 

    É preciso sempre lembrar que qualquer tratamento só pode ser definido por profissionais competentes, nesse caso um cardiologista. Para isso, esse médico leva em consideração exames, características do paciente e até mesmo o estado em que se encontra. 

    Por isso, as informações a seguir servem para que você tenha uma noção e não devem substituir o que o médico define. 

    Com isso claro, a miocardiopatia é uma doença que não possui uma cura definitiva, no entanto, existem tratamentos para prevenir complicações, controlar os sintomas, impedir o avanço da doença e fornecer saúde e qualidade de vida. 

    Os principais tratamentos passam por:

    • Alimentação saudável e controle de consumo de alimentos gordurosos. 
    • Atividades físicas moderadas, levando em consideração o limite de cada pessoa. 
    • Controle doenças que podem provocar complicações como hipertensão, diabetes e colesterol alto. 
    • Repouso regular, é fundamental contar com sono de qualidade. 

    Esses tratamentos, a adoção de um estilo de vida saudável é fundamental. Por isso, a seguir, vamos falar mais sobre esse tema:

    Hipertrofia no coração tem cura?

    A hipertrofia cardíaca não tem uma “cura” definitiva no sentido de reverter completamente o aumento do tamanho e espessura do músculo cardíaco. No entanto, é possível tratar a causa subjacente da hipertrofia, controlar os sintomas e prevenir complicações futuras.

    O objetivo principal do tratamento da hipertrofia cardíaca é gerenciar as condições subjacentes que estão causando o aumento do músculo cardíaco, como hipertensão arterial, doença valvar, doença arterial coronariana, entre outras. Isso envolve controlar a pressão arterial, reduzir a sobrecarga cardíaca, melhorar o fluxo sanguíneo para o coração e tratar qualquer condição subjacente que possa estar contribuindo para a hipertrofia.

    É importante ressaltar que a hipertrofia cardíaca requer acompanhamento médico regular e um plano de tratamento individualizado, baseado na causa subjacente e nas necessidades específicas de cada paciente. O tratamento pode ajudar a controlar os sintomas, melhorar a qualidade de vida e reduzir o risco de complicações cardiovasculares. Portanto, ao ser diagnosticado com hipertrofia cardíaca, é essencial buscar orientação de um cardiologista para o devido acompanhamento e cuidado.

    Além disso, o estilo de vida desempenha um papel fundamental no tratamento da hipertrofia cardíaca. Adotar hábitos saudáveis pode ajudar a controlar os fatores de risco e melhorar a saúde do coração e falaremos mais sobre isso a seguir!

    Qual a relação entre doenças cardíacas e vida saudável

    Como você viu, manter uma rotina saudável é fundamental para cuidar do coração e evitar doenças como a miocardiopatia. 

    A alimentação saudável é o principal pilar dessa questão. Manter um plano alimentar que contemple alimentos como carnes magras, peixes, frutas, vegetais, legumes e alimentos ricos em fibras é algo essencial para fornecer mais saúde para o coração. 

    Dessa forma, a dica é contar com um profissional de nutrição de forma constante, sobretudo para aquelas pessoas que já possuem histórico de doenças cardíacas ou mesmo que possuem alguma condição favorável ao desenvolvimento dessas doenças. 

    Por fim, uma rotina de exercícios físicos também precisa ser destacada. É claro que precisamos destacar que existem limites para quem possui miocardiopatia, no entanto, uma rotina ativa ajuda a manter nosso corpo mais forte e saudável, evitando fatores que podem ser complicadores como o excesso de peso. 

    O que você achou deste conteúdo sobre miocardiopatia? Aqui no nosso blog você encontra mais conteúdos sobre saúde e qualidade de vida, veja nossos materiais e encontre dicas e conhecimento para colocar em prática em seu dia a dia. 

    Entre em contato e receba mais orientações com o nosso cardiologista do esporte.

  • Importância da nutrição para o tratamento de diabetes

    Importância da nutrição para o tratamento de diabetes

    A nutrição é uma das áreas médicas que mais ganhou destaque nos últimos anos. Muito relacionada à busca por uma rotina mais saudável e qualidade de vida, o acompanhamento nutricional também tem sido responsável por bons resultados quando olhamos para o tratamento de diabetes. 

    De acordo com informações do Ministério da Saúde, o Brasil é o 5º país em incidência de diabetes no mundo, com 16,8 milhões de doentes adultos. Ainda segundo esses dados, até 2030, o número de pessoas com a doença deve chegar a 21,5 milhões em todo território nacional. 

    Dessa forma, é preciso entender alguns detalhes sobre essa doença e a importância da nutrição para o tratamento de diabetes. Assunto que é o tema desse conteúdo. 

    O que é diabetes?

    Para entendermos a importância da nutrição para o tratamento de diabetes, é necessário antes explicarmos algumas características dessa doença. 

    Diabetes é o nome dado à doença causada por complicações na produção ou na absorção de insulina pelo corpo humano, gerando o aumento do nível de glicose no sangue, processo chamado de hiperglicemia. A insulina é um tipo de hormônio que é produzido pelo pâncreas e possui um papel fundamental para a quebra de açúcar no sangue (glicose). 

    Portanto, a diabetes é uma doença que está relacionada diretamente com a alimentação, visto que o consumo de açúcar precisa ser compatível com a capacidade do corpo de processar essa substância. 

    Abaixo, vamos entender como funciona o tratamento de diabetes e estabelecer a importância de um acompanhamento nutricional. Acompanhe:

    Como é o tratamento da diabetes?

    O tratamento de diabetes passa pelo controle e redução dos níveis de glicose no sangue e também pela adoção de uma rotina mais saudável e controlada, sobretudo olhando para alimentação e práticas diárias como atividades físicas. A seguir, vamos entender os detalhes de cada uma dessas etapas. 

    Tratamento para diabetes com remédios

    Hoje em dia é possível contar com uma ampla lista de medicamentos que auxiliam pacientes em tratamento de diabetes. Esses remédios dependem do tipo da doença e também das características de cada pessoa. 

    Os medicamentos antidiabéticos mais comuns são: Glibenclamida, Gliclazida, Metformina ou Vildagliptina. Vale a pena destacar que o diagnóstico e a receita de medicação são ações que só podem ser realizadas por médicos. A automedicação não é uma prática segura. 

    Tratamento via doses de insulina

    Um dos caminhos mais tradicionais para o tratamento de diabetes passa pela aplicação de doses de insulina. 

    Atualmente, existem várias formas de aplicação dessa insulina sintética, possibilitando que o corpo tenha um volume maior do hormônio e consiga realizar a transmissão da glicose para todas as áreas do corpo. 

    Esse método é utilizado, sobretudo, em casos de pacientes que contam com baixa produção de glicose. Além disso, ainda é preciso saber que existem diferentes tipos de insulina, cabe ao médico entender qual o tipo mais indicado para cada paciente. 

    Tratamento de diabetes por meio de exercícios físicos

    Entre os tratamentos naturais, a prática de atividades físicas de forma regular é uma ação que ganha cada vez mais destaque e importância para a rotina de um paciente diagnosticado com diabetes. 

    O motivo é bem simples: estudos comprovam que uma rotina de atividade física ajuda a regular os níveis de açúcar no sangue, diminui a resistência à insulina e ainda contribui para o bom funcionamento do sistema cardiovascular e do sistema respiratório. 

    De uma forma geral, essa rotina é fortemente recomendada quando o nível de glicemia no sangue está abaixo de 250 mg/dL. 

    Normalmente, a indicação é que esses exercícios estejam presentes em, pelo menos, 3 momentos durante a semana. 

    Sobre a relação entre diabetes e atividades físicas é preciso destacar que as demandas particulares devem ser entendidas para a definição de uma rotina de treinos saudável. Pessoas que contam com alguma complicação em decorrência da doença, como retinopatia ou ferida nos pés, por exemplo, devem evitar algumas atividades que causem impactos. 

    No contexto geral, atividades de intensidade moderada e alta são recomendadas.  Caminhada, corrida, dança, ciclismo, natação ou remo e mesmo musculação podem ser caminhos eficientes para aumento da massa muscular, contribuindo para a melhoria da sensibilidade da insulina. 

    Por fim, o último ponto é sobre a necessidade de contar com o apoio de um educador físico. Esse profissional precisa saber sobre essa condição e levar em conta essa doença na hora de criar a rotina de treinos. 

    Dieta para tratamento de diabetes

    A alimentação exerce um papel muito importante para o tratamento de diabetes. Ter uma alimentação saudável é um dos pilares para ter qualidade de vida e, nesse caso, é importante para ajudar o corpo no controle dos hormônios necessários para o sangue. 

    Procurar um nutricionista é um dos primeiros passos do tratamento, afinal, esse profissional sabe quais alimentos devem estar presentes nessa dieta e consegue estabelecer um plano alimentar, com quantidades e porções indicadas.  

    Alimentos que normalmente são priorizados durante a construção de um plano alimentar para pacientes com diabetes:

    • Grãos integrais: sobretudo a farinha de trigo integral, o arroz e o macarrão integrais, flocos de aveia e quinoa;
    • Leguminosas: como feijão, soja, grão-de-bico, lentilha e ervilha;
    • Legumes em geral: preferindo os frescos, como alface, tomate, rúcula, acelga, abóbora, vagem, cebola.
    • Carnes magras: peixes brancos, frango, carne bovina magra, como músculo e patinho.
    • Frutas em geral: priorizando as frescas e inteiras ou em pedaços, como laranja, mamão, pêra, abacaxi, pêssego e tangerina.
    • Gorduras boas: de frutas como abacate e coco, e óleos vegetais como azeite extra virgem, óleo de abacate e manteiga. 
    • Oleaginosas: castanhas, amendoim, avelãs, nozes e amêndoas.
    • Leite e derivados: nesse tópico, vale a pena destacar que é sempre mais recomendado o consumo de alimentos que não possuem adição de açúcar e que sejam mais leves como iogurte natural desnatado, queijos brancos como ricota

    Alimentos que normalmente devem ser evitados:

    • Açúcar e doces em geral, como chocolates, balas e bolos. 
    • Mel e geleia de frutas. 
    • Bebidas açucaradas, como refrigerantes, sucos industrializados, achocolatados;
    • Tubérculos em geral, como batata, batata doce, mandioca e inhame. O carboidrato precisa ser controlado, focando em alimentos integrais. 
    • Carnes processadas, como presunto, peito de peru, salsicha, linguiça, bacon, mortadela e salame;
    • Bebidas alcoólicas, como cervejas, vinhos e destilados.

    Como contar com um acompanhamento nutricional?

    Atualmente, encontrar um bom apoio nutricional é um caminho essencial, sobretudo para quem foi diagnosticado com diabetes. Como vimos, alguns alimentos devem estar em um plano alimentar, destacando ainda mais a necessidade de um nutricionista. 

    É possível encontrar várias receitas, dietas e programas alimentares na internet. Essas dicas, quase sempre, servem como base para a alimentação diária, porém, não substituem o trabalho de um profissional de nutrição. 

    Um plano alimentar eficiente deve levar como base alguns dados individuais, sejam referentes à rotina de cada pessoa, aos gostos alimentares de cada um ou mesmo das restrições. 

    Aqui na Vicci, você tem acesso a um acompanhamento nutricional que leva em consideração as suas demandas. Além disso, ainda é possível contar com outros profissionais, para ter uma rotina ainda mais saudável.

    Portanto, agora que você entendeu a importância da nutrição para o tratamento de diabetes, o próximo passo é entrar em contato com a clínica Vicci e marcar sua consulta e ficar mais perto de contar com um plano alimentar que proporciona maior qualidade de vida. 

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  • 5 cuidados com a pele para ter agora mesmo

    5 cuidados com a pele para ter agora mesmo

    Para muitas pessoas, uma das dicas mais básicas é: use protetor solar. A máxima ganhou destaque após um icônico discurso e ressalta o quanto é importante adotar uma rotina que envolve alguns cuidados com a pele.  

    No entanto, essa dica não é colocada em prática por todo mundo. Ainda existem pessoas que não adotam boas práticas ou mesmo que acreditam em formas não eficientes para esse processo. 

    Portanto, ao longo desse conteúdo vamos passar algumas informações essenciais para que você consiga adotar esses cuidados com a sua pele em sua rotina e garantir maior saúde para o maior órgão do corpo humano.  

    Qual a importância de cuidar da pele?

    Como falamos, a pele é o maior órgão do corpo humano. Além do seu tamanho, é uma das áreas mais expostas a fatores externos, afinal, está diariamente em contato com bactérias e vírus presentes no ar, além de radiação solar, agentes químicos, poluição, entre outros eventos como cortes que podem acontecer. 

    Outro fator determinante é o tempo. A pele é um dos principais componentes sensíveis ao tempo, visto que, com o passar dos anos fica mais sensível, perde a elasticidade e começa a demandar alguns cuidados específicos.  

    Dessa forma, os cuidados da pele são fundamentais para 2 motivos claros:

    1. Evitar e retardar o envelhecimento: as marcas do tempo são evidentes, porém, os cuidados servem para ajudar a retardar esse processo, ou mesmo para evitar a aparência mais velha. Inclusive, os cuidados da pele são importantes para o sucesso de boa parte dos procedimentos estéticos. 
    2. Evitar doenças de pele: como falamos, vírus, bactérias estão presentes no ar e podem resultar em doenças. Além disso, existem outras condições que são decorrentes da falta de cuidado e podem causar complicações. 

    Doenças de pele

    Falamos sobre as doenças de pele e, agora, é importante um capítulo exclusivo para detalharmos essas enfermidades. 

    Como falamos, a pele é um dos principais pontos de contato entre o corpo humano e agentes externos, por isso, além dos cuidados serem essenciais para a manutenção da beleza, são importantes também para impedir que algumas doenças apareçam. 

    Entre essas doenças é preciso destacar o câncer de pele. De acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), entre janeiro de 2020 e outubro de 2021 foram registrados mais de 99 mil casos de diagnósticos desse tipo de câncer em todo território brasileiro. 

    Entre as principais causas desse câncer, é preciso lembrar de algumas condições genéticas. Porém, vale o alerta para a falta de cuidados com a pele para evitar e amenizar os efeitos, principalmente da radiação solar. 

    Na mesma fonte onde os dados foram coletados, um importante médico e Coordenador do Núcleo de Dermatologia do Hospital Sírio-Libanês afirmou que o uso de protetor solar não é uma prática diária de boa parte da população brasileira e ainda reforçou que a evolução de pintas e sinais de pele não é um processo acompanhado por todo mundo. 

    5 cuidados com a pele necessários

    Pensando nisso, a seguir, separamos os 5 principais cuidados com a pele que você pode começar a adotar agora mesmo. Você vai ver que, na prática, são ações simples, que podem fazer um grande efeito e fazer com que sua pele seja mais saudável. Confira:

    1. Usar protetor solar diariamente

    O erro de muitas pessoas é acreditar que o uso do protetor solar só é necessário quando há um contato excessivo e direto com o sol.  

    Estamos em contato direto com a radiação solar em vários momentos do dia, seja enquanto caminhamos, dirigimos ou mesmo ao trabalho, por isso, o protetor solar deve ser um componente presente diariamente. 

    O filtro solar é importante para proteção contra os raios UVA (raios solares que alcançam a camada interna da pele – a derme) e UVB (raios solares que atingem a camada externa – a epiderme).

    A recomendação é a utilização diária, com atenção redobrada em momentos de contato direto como em praias e piscinas. Dessa forma, você conta com um importante aliado para prevenir o envelhecimento precoce e o câncer de pele, além de evitar aparecimento de manchas, flacidez e rugas. 

    2. Mantenha-se hidratado

    A hidratação é uma das principais aliadas para a manutenção da pele saudável. A água é um dos principais componentes do nosso corpo e responsável direto por fornecer nutrientes e substâncias necessárias para a regeneração celular da pele. 

    A hidratação certamente começa pelo consumo de água. Especialistas afirmam que cada pessoa deve consumir, no mínimo, 2 litros de água por dia para manter o corpo hidratado. Além disso, ainda é preciso alguns cuidados para hidratar a pele na parte externa. 

    Assim, hidratantes são fundamentais para auxiliar o processo de regeneração e para manutenção da aparência da pele, reagindo contra efeitos do tempo e atuando a favor da saúde. 

    3. Tenha uma rotina de limpeza de sua pele

    A higienização é um cuidado com a pele básico e muito importante. Um processo correto de limpeza é fundamental para livrar a pele de impurezas que se acumulam, seja durante o dia ou mesmo durante o sono. 

    Especialistas indicam que esse processo deve acontecer pela manhã e à noite, antes do repouso. Assim, é possível retirar a oleosidade excessiva da pele e ainda remover produtos como protetor solar, maquiagem e outros cremes. 

    Sobre a limpeza, é preciso lembrar que o processo é fundamental após a prática de atividades físicas, visto que o suor pode carregar algumas impurezas para a pele. Portanto, atenção redobrada após os treinos. 

    Na prática, a limpeza com água e um sabonete facial já é eficiente, desde que seja realizada de forma correta e com a devida atenção. Por isso, não é preciso um trabalho intenso para manter sua pele limpa e saudável durante o dia a dia. 

    4. Tenha uma alimentação saudável

    Ter um plano alimentar adequado é uma dica para boa parte dos temas que abordamos aqui em nosso blog. O motivo é bem simples: a alimentação é a principal responsável pela produção de nutrientes e energias do nosso corpo, incluindo aqueles que são direcionados para a pele. 

    Por isso, um plano alimentar com legumes, hortaliças e frutas ajuda a combater o envelhecimento da pele e ainda deixa mais saudável, visto que esses alimentos são fontes de vitaminas e minerais. 

    Ainda existem alguns alimentos que ajudam na prevenção de danos causados pela radiação solar. Nesse caso, estamos falando de cenoura, abóbora, mamão, maçã e beterraba, alternativas que contém carotenóides, uma substância que se deposita na pele e possui ação antioxidante. 

    5. Consulte um dermatologista

    A dermatologia é a área médica responsável por cuidar da pele. Por isso, da mesma forma que é necessário uma consulta periódica para cuidar do coração, é preciso acompanhar a saúde de sua pele. 

    Esse acompanhamento é ainda mais importante para aquelas pessoas que possuem alguma condição genética que demanda maior cuidado, ou ainda para pessoas que possuem pintas e marcas de pele que precisam ser examinadas. 

    Os cuidados com a pele são essenciais para sua rotina diária. Seguindo essas dicas, você consegue adotar algumas ações para proteger e deixar sua pele ainda mais saudável. Em nosso blog você confere outras informações e dicas que geram mais qualidade de vida e bem estar para você.  

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  • Reumatologia cuida de que? O que é essa especialidade?

    Reumatologia cuida de que? O que é essa especialidade?

    A Reumatologia está longe de ser uma das áreas médicas mais conhecidas. Diferentemente de especialidades como ortopedia, pediatria e cardiologia, muitas pessoas ainda precisam pesquisar para entender sobre quais doenças são tratadas por esse médico. 

    No entanto, quando olhamos para o dia a dia, percebemos o quão importante são os cuidados dos médicos que possuem como especialidade a reumatologia. Assim, para acabar com essas dúvidas, nesse conteúdo vamos explicar todos os detalhes sobre o assunto. 

    O que você vê nesse conteúdo sobre reumatologia:

    • Significado de reumatologia. 
    • Importância da reumatologia. 
    • Diferença Diferença entre reumatologista e ortopedista
    • 7 principais doenças reumáticas
    • Quando procurar um reumatologista?

    O que é reumatologia?

    A reumatologia é a área médica estuda, diagnostica e trata diversas doenças que afetam o sistema musculoesquelético e o tecido conjuntivo, mais precisamente no que diz respeito às condições que não são traumáticas e tumorais, ou seja, aquelas que um ortopedista não trata. 

    Vale destacar que o tecido conjuntivo é encontrado em órgãos e estruturas do nosso corpo como articulações, tendões, ossos, coluna, músculos, pele, coração e rins. Assim, podemos dizer que a reumatologia atua em todo o corpo humano. 

    Importância da reumatologia

    As doenças reumáticas, quando não diagnosticadas e tratadas corretamente, podem causar graves danos físicos e psicológicos ao indivíduo. Sobretudo, vale a pena destacar a incapacidade de realizar movimentos básicos e dores fortes em regiões diversas do corpo. 

    Não é exagero falar que boa parte das dores crônicas no corpo podem estar relacionadas a alguma doença reumática. Portanto, a reumatologia atua de forma ativa para reduzir dores diárias e crônicas, proporcionando melhor qualidade de vida para as pessoas. 

    Reumatologista cuida do que?

    O reumatologista é um médico especializado no diagnóstico e tratamento de doenças que afetam o sistema musculoesquelético e os tecidos conjuntivos. Essas condições, conhecidas como doenças reumáticas, incluem uma ampla variedade de distúrbios que afetam as articulações, ossos, músculos, tendões e ligamentos.

    Aqui estão algumas das principais áreas de atuação de um reumatologista:

    1. Artrite Reumatoide: Uma doença autoimune que afeta as articulações, causando inflamação, dor, inchaço e eventualmente danos articulares.
    2. Osteoartrite: Uma condição degenerativa das articulações causada pelo desgaste da cartilagem, resultando em dor e rigidez nas articulações.
    3. Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES): Uma doença autoimune que pode afetar várias partes do corpo, incluindo articulações, pele, rins, pulmões e outros órgãos.
    4. Gota: Uma forma de artrite causada pelo acúmulo de cristais de ácido úrico nas articulações, resultando em ataques de dor intensa.
    5. Espondiloartrites: Um grupo de doenças inflamatórias que afetam principalmente a coluna vertebral e as articulações sacroilíacas.
    6. Artrite Idiopática Juvenil (AIJ): Uma forma de artrite que afeta crianças e adolescentes.
    7. Fibromialgia: Uma condição caracterizada por dor generalizada, fadiga e sensibilidade nos músculos, tendões e ligamentos.
    8. Doenças Autoimunes do Tecido Conjuntivo: Incluindo condições como a síndrome de Sjögren, esclerodermia e miosite.
    9. Vasculites: Inflamação dos vasos sanguíneos, que pode afetar diversas partes do corpo.
    10. Doenças do Tecido Conjuntivo: Condições como a síndrome antifosfolípide, doença mista do tecido conjuntivo e outras.
    11. Síndrome de Behçet: Uma condição rara que envolve inflamação dos vasos sanguíneos.

    O reumatologista desempenha um papel crucial no diagnóstico precoce, tratamento e gerenciamento dessas condições, muitas das quais podem ser crônicas e requerem uma abordagem multidisciplinar. Além do tratamento medicamentoso, os reumatologistas frequentemente trabalham em conjunto com outros profissionais de saúde, como fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais, para proporcionar cuidados abrangentes aos pacientes.

    Entenda a diferença entre reumatologia e ortopedia. neste artigo!

    Quais são os tipos de doenças reumáticas?

    Existem mais de 150 doenças caracterizadas como doenças reumáticas, que também são conhecidas como reumatismos. Essas doenças atingem pessoas de diferentes idades e homens e mulheres e podem ser inflamatórias, degenerativas, autoimunes, metabólicas e genéticas. 

    Abaixo, vamos apresentar as 7 principais doenças reumáticas, confira:

    1. Osteoporose

    A osteoporose é uma das principais doenças relacionadas ao envelhecimento. Para você ter ideia, de acordo com números levantados pela Federação Internacional da Osteoporose e divulgados pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia de São Paulo, a doença afeta 200 milhões de mulheres em todo o mundo. 

    Isso quer dizer que 1 em cada 3 mulheres com mais de 50 anos sofrerão com algum sintoma da doença. Nos homens, esse número é de 1 em cada 5. 

    Na prática, essa doença está relacionada ao processo de enfraquecimento dos ossos dos seres humanos. Pode acontecer devido à má formação ou devido ao desgaste natural do tempo, fator que é predominante. 

    Esse enfraquecimento é responsável por agravar o efeito de lesões e fraturas em regiões como quadril, coluna, pernas e braços e ainda por fazer com que outras lesões relacionadas à estrutura do corpo humano aconteçam, como doenças em articulações e músculos.  

    2. Lúpus

    O Lupus Eritematoso Sistêmico (LES), é uma doença inflamatória crônica, de origem autoimune, que provoca lesões em diversas partes do corpo. É a doença autoimune mais comum entre as mulheres, por isso, merece atenção. 

    Entre as causas de Lupus, vale destacar questões hormonais, genéticas e ambientais. Sobretudo, a produção de determinados hormônios como o estrogênio, podem fazer com que mulheres tenham essa doença. 

    Em boa parte dos casos, as lesões na pele são os sintomas mais comuns. Caracterizadas por manchas vermelhas em diferentes partes do corpo, normalmente são sensíveis à exposição solar. 

    3. Artrite reumatoide

    Artrite reumatoide é o nome dado a uma doença crônica que acomete as articulações, que tradicionalmente são conhecidas como juntas. Essa condição geralmente é provocada por alterações no sistema de defesa do organismo, o chamado sistema imune.

    As articulações mais afetadas normalmente são cotovelos, joelhos e tornozelos. Dores fortes nas juntas, inchaço e vermelhidão são os sintomas mais comuns, além de uma fadiga na região. 

    4. Osteoartrite

    Também conhecida como osteoartrose, é uma doença degenerativa caracterizada, sobretudo, pelo desgaste da cartilagem articular e por alterações ósseas. Entre essas alterações cabe destacar os osteófitos, também chamados popularmente de “bicos de papagaio”. 

    Alterações no metabolismo, desgaste natural ou mesmo problemas na formação podem ser as causas dessa doença. Além disso, ainda vale destacar que há uma tendência para a passagem hereditária dessa condição. 

    5. Tendinite

    Tendinite é o nome dado às doenças inflamatórias dos tendões do corpo humano. Essa inflamação pode acontecer em pessoas de qualquer idade e geralmente afeta regiões como joelhos, ombros, cotovelos, pés e tornozelos. 

    Os tendões são os responsáveis por possibilitar os movimentos de mãos, ombros e pernas, por isso, além de dores intensas e inchaço, um sintoma importante da tendinite é a redução da capacidade de movimentação.  

    6. Gota

    Gota, ou artrite gotosa, é uma doença causada pela inflamação nas articulações e ocorre quando a taxa de ácido úrico no sangue está em níveis acima do normal. 

    Fatores como a falta de uma alimentação saudável, uso de medicações e consumo excessivo de bebidas alcoólicas podem gerar esse aumento da produção de ácido úrico. Além disso, é importante destacar que quase metade das pessoas diagnosticadas dom Gota conta com um histórico familiar da doença. 

    7. Esclerodermia

    Por fim, a última doença reumatológica que vamos apresentar é a esclerodermia. Essa condição causa um processo de inflamação em determinados tecidos do corpo, gerando enrijecimento na pele e em alguns órgãos, impactando ativamente os objetivos desses órgãos e a qualidade de vida do paciente. 

    Também é considerada uma doença autoimune e está associada a um processo do próprio corpo. Além disso, há estudos que provam que uso de medicamentos e ações de vírus e bactérias e bactérias também podem causar essa doença. 

    Especialista reumatologia: Quando a pessoa deve procurar um reumatologista?

    Diferentemente do que muita gente pensa, as doenças reumáticas não afetam apenas as pessoas mais velhas. Por isso, é necessário acompanhar os sintomas e entender quais são os sinais dessas condições. 

    Os sintomas mais comuns das doenças reumáticas são:

    • Dificuldade para se movimentar ao acordar. 
    • Dores no corpo de forma frequente e sem a explicação de uma fratura.
    • Inchaço nas articulações. 
    • Redução da flexibilidade das pernas, braços ou mesmo do quadril.

    Esses são apenas os sintomas mais frequentes das doenças reumáticas. Agora que você já sabe qual é a atuação de um médico especializado em reumatologia, fica mais fácil entender se é necessário marcar uma consulta com esse profissional, não é mesmo?

    Lembrando que aqui na clínica Vicci em BH você encontra os melhores profissionais. Tem acesso a um corpo formado por médicos especializados em ortopedia, cardiologia, reumatologia entre outros, assim, garante tratamento integrado e dedicação a você. Por isso, marque sua consulta agora mesmo e siga nossa reumatologista no Instagram. 

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  • Avaliação médica: importância antes de começar a treinar

    Avaliação médica: importância antes de começar a treinar

    Começar uma atividade física é um projeto de muitas pessoas. Porém, antes de começar uma ficha na academia ou mesmo de começar em algum exercício por conta própria, é necessário certificar que seu corpo está preparado, nesse momento entra em cena a avaliação médica. 

    Em muitas academias, a avaliação médica é um requisito necessário para concluir o cadastro. No entanto, é comum encontrarmos casos de realização inadequada ou mesmo de desconsideração dessa etapa fundamental. 

    Por isso, ao longo desse conteúdo vamos explicar todos os detalhes sobre a avaliação médica, assim, você entenderá o quão importante é para seus objetivos e para manter uma rotina de treinos sem abrir mão da saúde. 

    O que você encontra nesse conteúdo sobre avaliação médica:

    • O que é uma avaliação médica. 
    •  Como funciona essa avaliação. 
    • Exames que podem ser solicitados. 
    • Qual a periodicidade da avaliação médica.
    • Importância da avaliação médica.
    • Qual médico procurar. 

    O que é uma avaliação médica?

    A avaliação médica é o nome dado a uma bateria de exames que deve ser realizada para assegurar que uma pessoa está apta para praticar algumas atividades, sobretudo quando falamos de atividades físicas. 

    A avaliação médica também é chamada de avaliação pré-participação esportiva, ou APP e consiste em um exame para detectar a existência de doenças cardiovasculares e outras complicações que impossibilitam a prática esportiva. 

    De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) e a Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBMEE), a realização dessa avaliação é indicada tanto para atletas que estão iniciando no esporte por lazer, quanto para atletas amadores ou profissionais. 

    Essa avaliação tem o objetivo principal de evitar a morte súbita e problemas como ataques cardíacos durante a prática esportiva. A seguir, vamos entender como funciona essa avaliação, no entanto, podemos adiantar que por meio desses exames é possível identificar alterações estruturais, elétricas e funcionais do coração. 

    Como funciona uma avaliação médica?

    A avaliação médica é realizada de formas diferentes. No entanto, existem alguns padrões e passos necessários para que o resultado seja realmente eficiente. 

    O primeiro passo dessa avaliação é a consulta médica, nesse momento, todo o histórico do paciente é levantado e apresentado ao médico responsável, assim, ele é capaz de entender o histórico familiar de doenças cardíacas e outras doenças hereditárias que podem impedir a prática de exercícios físicos, sobretudo aqueles mais intensos. 

    O histórico também deve considerar sintomas que o paciente já teve ao longo da sua vida. Dores frequentes, problemas nas articulações, cirurgias, diagnósticos, todas essas informações são fundamentais nesse primeiro passo. 

    O segundo passo é composto pelo exame físico do paciente. Nesse momento, a pressão é aferida e o processo de ausculta do coração e do pulmão é realizado. Esse exame é importante para que o médico consiga entender como está o funcionamento desses órgãos.

    Por fim, ainda podem ser indicados outros exames complementares, a seguir, vamos apresentar os 4 que normalmente são solicitados: 

    Exames solicitados durante uma avaliação médica

    1. Glicemia: esse exame serve para analisar a quantidade de glicose presente no sangue de uma pessoa. Níveis altos podem representar um quadro de hiperglicemia, por outro lado, uma quantidade baixa pode representar hipoglicemia. Esse entendimento é fundamental para ajudar a entender se o objetivo buscado no treino é adequado ao paciente. 
    2. Colesterol e triglicérides: ainda olhando para o sangue, o exame de colesterol serve para que o médico consiga saber qual o índice de gordura no sangue. Níveis demasiadamente elevados podem indicar maior probabilidade de ocorrência de hipertensão ou mesmo insuficiência cardíaca. 
    3. Eletrocardiograma (ECG) ou ecocardiograma: esses exames servem para complementar e fornecer mais dados do que o exame de ausculta realizado no consultório. O eletrocardiograma é responsável por medir o ritmo dos batimentos cardíacos para identificar sopro, arritmia, entre outros quadros cardíacos. Já o ecocardiograma oferece uma visão sobre a presença de anormalidades como tumores e cistos e ainda fornece uma visão sobre a musculatura do coração.
    4. Exame ergométrico: esse exame utiliza eletrodos para identificar o comportamento do coração durante uma atividade física. Assim, um possível desequilíbrio na oxigenação é identificado, servindo como alerta para a prática de atividades de alta intensidade. 

    Quando realizar essa avaliação?

    Como falamos ao longo desse conteúdo, antes de começar a treinar ou mesmo praticar alguma atividade física, essa avaliação é essencial. Esse processo é fundamental para evitar a exposição a riscos durante a realização de alguma atividade, mesmo que seja um exercício para iniciantes.

    No entanto, não é somente no começo de uma prática que a avaliação médica deve ser realizada. A recomendação é que o exame seja repetido de forma anual, afinal, novos quadros podem se desenvolver e gerar complicações. 

    Ademais, essa avaliação deve ser realizada sempre que algum sintoma aparecer durante a prática esportiva. Para você ter uma ideia, tonturas, dores no peito e dificuldade de respirar são os mais preocupantes e relacionados com doenças cardíacas, logo, fazer essa avaliação é uma forma de cuidar do coração.

    Por que a avaliação médica é importante antes de começar a treinar?

    Como falamos, a avaliação médica é o exame que fornece condições para a prática esportiva. No dia a dia, essa avaliação é importante para 3 fatores para quem está pensando em começar a treinar:

    1. Segurança sobre a saúde: por meio da avaliação médica você garante que sua estrutura cardiovascular não sofrerá complicações durante os treinos. Além disso, é fundamental entender os limites de cada pessoa. 
    2. Montagem dos treinos: a avaliação médica deve ser um dos documentos avaliados por educadores físicos na hora de montar os treinos. Os limites devem ser respeitados, assim como características presentes na rotina e no corpo de cada pessoa. Dessa forma, evita-se que um treino muito intenso seja aplicado a um indivíduo que não possui condições, inclusive, é essencial para a escolha do tipo de atividade e do tipo de esporte. 
    3. Impedir a prática de alguma atividade: embora não seja esse o objetivo, é preciso dizer que, em alguns casos, a avaliação médica serve para impedir a prática de algum exercício específico. Caso seja diagnosticada alguma doença cardíaca, por exemplo, é necessário um tratamento antes de iniciar uma sequência de treinos. 

    Qual médico procurar para essa avaliação?

    Essa é uma das principais questões sobre a avaliação médica. O erro de muitas pessoas é a realização desse exame sem a devida importância que merece. Inclusive, há relatos de falsas avaliações, sem a profundidade necessária para realmente averiguar todos os critérios para liberar a prática de uma atividade física. 

    Por isso, você precisa entender que a avaliação médica é importante para sua saúde. Mesmo com todos os seus objetivos, sua saúde deve estar em primeiro plano e deve ser sempre lembrada. 

    Buscar médicos especializados em medicina esportiva é sempre uma boa escolha. Dessa forma, entendendo seus objetivos, treinos e rotinas, será possível realizar os exames necessários para entender exatamente seu quadro antes que você comece os treinos. 

    Aqui na Vicci, você encontra toda estrutura necessária para realizar a avaliação médica e contar com todo apoio médico para não ter problemas durante seus treinos. Além disso, ainda pode realizar esses exames em conjunto com outros profissionais como educadores físicos e fisioterapeutas. 

    Por isso, entre em contato agora mesmo e entenda como agendar sua avaliação médica ou como marcar sua consulta com um médico especializado. 

  • Estalos no joelho o que pode ser?

    Estalos no joelho o que pode ser?

    Os joelhos são a principal articulação do corpo humano e responsáveis pela sustentação e movimentação do corpo, é comum a aparição de estalos no joelho, sobretudo de forma suave e sem dor. Na maioria das vezes não é um sinal de algum problema grave nessa articulação, porém, é preciso entender sobre esse movimento e, principalmente, saber quando é necessário procurar um ortopedista para tratar. Ao longo desse conteúdo, vamos passar informações sobre causas, tratamentos e outros detalhes sobre essa situação. 

    O que você vai encontrar nesse conteúdo sobre estalos no joelho:

    1. Qual o significado dos estalos no joelho
    2. Principais causas desses estalos
    3. Quando se preocupar com os estalos no joelho
    4. Como cuidar do joelho

    O que significam os estalos no joelho?

    Os estalos no joelho são chamados cientificamente de crepitação articular e normalmente acontecem devido ao atritos entre os ossos causados pela redução significativa do líquido sinovial nesta região. 

    Para entender melhor, é importante falarmos que líquido sinovial é um dos principais elementos do sistema locomotor de um ser humano. Esse líquido é responsável por lubrificar as articulações, possibilitando movimentos. Além disso, ainda é importante para o fornecimento de nutrientes para cartilagens. 

    Estalos no joelho o que pode ser?

    Uma da perguntas mais frequentes no consultório é sobre ‘estalo no joelho o que pode ser?’ Normalmente, quando você sente o joelho estalando pode ser devido ao estouro de pequenas bolhas do líquido sinovial. Esse movimento pode ser considerado normal e fundamental para a criação de novas ações de lubrificação na articulação. 

    Entretanto, o problema está na frequência e em sintomas que podem acompanhar esses estalos no joelho. Isso quer dizer que o estalo por si só, não é um problema, mas a constância de dor e estalos no joelho podem indicar que a causa desse quadro não é somente o movimento natural do corpo. A seguir, vamos apresentar as principais causas de sentir o joelho estalando que fogem desse movimento natural:

    1. Excesso de peso 

    O sobrepeso é uma das principais causas de estalo no joelho. Como falamos, o joelho é o grande responsável pela sustentação do corpo, assim, quando há um excesso de peso, as articulações ficam sobrecarregadas. 

    Nesses casos, os estalos no joelho podem ser sinal de que a estrutura de ligamentos, ossos e cartilagens está comprometida. Nesse caso os sintomas são acompanhados de dor e estalos no joelho, sobretudo ao realizar exercícios físicos ou mesmo atividades comuns como subir escadas ou mesmo fazer pequenas caminhadas. 

    2. Fratura no joelho

    Quando o estalo no joelho surge após pancadas na região do joelho, podem ser causados por uma possível fratura em algum dos ossos que fazem parte dessa estrutura.  Normalmente, além dos estalos no joelho, dores intensas na região, inchaço e redução da capacidade de locomoção são outros sintomas observados. 

    3. Falta de alongamento e fortalecimento muscular 

    Já falamos sobre a importância dos alongamentos, sobretudo sobre o momento certo de realizar essas atividades, para os joelhos, esse processo é ainda mais importante. O joelho é a articulação responsável por ligar fêmur a tíbia e a fíbula, e ainda há a patela, um osso menor, mas essencial para os movimentos dos membros inferiores e por proteger toda a articulação. 

    Quando não há fortalecimento e alongamentos necessários, principalmente antes de atividades físicas mais intensas, há um aumento de pressão na região, evento que pode causar maior atrito entre os ossos que citamos acima. Esses atritos podem causar estalos no joelho. Nesse caso, eles podem ser considerados sinais para uma necessidade de cuidados para essa região do corpo. 

    4. Desalinhamento corporal 

    O desalinhamento corporal é algo comum. Não é difícil encontrarmos diferenças entre um pé e outro ou mesmo no tamanho de uma perna pra outra. Porém, em alguns casos, esse desalinhamento pode causar um desequilíbrio nas articulações e provocar estalos no joelho. 

    Esses quadros não costumam ser problemáticos. Uma análise é necessária para entender quais os efeitos desse desalinhamento, além disso, realinhamento do corpo e algumas atividades físicas como natação e pilates são importantes para amenizar os impactos desses estalos e desse desalinhamento. 

    5. Crepitação patelar

    Falamos sobre a patela e agora, precisamos citar uma das causas diretamente relacionada com esse osso. A crepitação patelar é uma alteração natural da articulação, causada, sobretudo, pelo desgaste natural do envelhecimento do ser humano. Em alguns casos, essa condição é natural e o acompanhamento e exercícios são as melhores formas de evitar que esses estalos se transformem em algo mais grave. 

    6. Doenças graves no joelho

    Por fim, ainda é preciso destacar que os estalos no joelho podem representar outras doenças e quadros mais graves no joelho. Entre essas condições que possuem os estalos como sintomas, vale a pena comentar sobre a Artrose, as lesões no menisco e as lesões nos ligamentos do joelho. 

    A artrose é um quadro caracterizado pelo desgaste da articulação. Esse processo pode acontecer por condição natural, de envelhecimento e uso, ou mesmo por pancadas. É um quadro, relativamente comum e que pode ser tratado com anti-inflamatórios ou cirurgias em casos mais graves. 

    As lesões no menisco também podem apresentar o joelho estalando como sintoma. Essas lesões podem ser causadas por excesso de peso, movimentos bruscos que causam torções e ainda erros na execução de exercícios físicos.  Por fim, as lesões no ligamento também são frequentes, principalmente, em atletas profissionais e quem pratica exercícios físicos para iniciantes. Além do inchaço, a dor no joelho e estalos também podem ser sinais de que há algum problema em algum ligamento. 

    Quando é preciso preocupar com estalos no joelho?

    Como falamos, os estalos podem ser interpretados como ações naturais do joelho de uma pessoa. Por isso, esse sintoma sozinho, não representa nenhuma doença ou lesão no joelho mais séria. 

    Porém, a atenção deve estar no acompanhamento e na constância desses estalos. Dores, inchaço e dificuldade em realizar movimentos não são normais e devem ser entendidos como sinais de que algo está errado. 

    Assim, quando os estalos no joelho são acompanhados desses sintomas, ou mesmo quando acontecem de forma constante, é preciso procurar um ortopedista para que as causas sejam identificadas e tratadas. 

    Como cuidar da saúde do joelho?

    Depois de tudo que falamos, alguns cuidados com os joelhos aparecem como a principal solução para evitar problemas maiores. Para começar, é preciso lembrar a importância de sempre procurar um médico, caso sinta algum sintoma. Somente esse profissional pode diagnosticar e indicar o tratamento correto. 

    Além disso, uma rotina de atividades físicas é essencial para seu corpo humano. Além de impedir o aumento de peso e a sobrecarga no joelho, esse processo ainda é importante para fortalecimento muscular e para fazer com que toda estrutura corporal esteja mais preparada para as atividades do dia a dia. 

    Vale a pena lembrar sobre o cuidado ao realizar atividades de maior intensidade. Boa parte das lesões no joelho acontecem com sobrecarga em aparelhos e por pancadas, assim, esses cuidados servem para que o joelho não seja exposto a um risco demasiado e para que os exercícios não comprometam outras articulações, ossos e ligamentos.  

    Aqui na Vicci, você encontra uma equipe de profissionais preparada para te atender e fazer com que você fique livre de dores e desconforto no joelho. Seja para tratamento, diagnóstico ou acompanhamento, você terá tudo que é necessário. 

    Então, se você sente estalos no joelho e sabe que estão acompanhados de outros sintomas, a recomendação é agendar agora mesmo sua consulta e dar um passo importante para evitar que a situação seja agravada.

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  • Efeitos da bebida alcoólica no seu metabolismo

    Efeitos da bebida alcoólica no seu metabolismo

    Beber uma cerveja no final de semana ou mesmo apreciar um bom vinho ou um drink é algo presente na rotina de boa parte dos brasileiros e mais, de toda população mundial. Porém, é preciso entender quais são os efeitos da bebida alcoólica no metabolismo, visto que, alguns problemas podem ser causados. 

    É preciso lembrar que esse conteúdo não deve ser interpretado como um alarme. Sabemos que o consumo de álcool normalmente está relacionado aos rituais de comemorações e, em alguns casos, deve ser analisado como doença. Por isso, nosso objetivo é apenas informar sobre os efeitos que podem ser observados no metabolismo e no organismo de uma pessoa. 

    Consumir bebida alcoólica faz mal?

    Antes de apresentarmos os efeitos da bebida alcoólica no metabolismo, vamos responder ao principal questionamento sobre o tema: consumir bebidas alcoólicas é algo prejudicial à saúde?

    Durante muito tempo, houve um consenso de que havia um limite aceitável para o consumo dessas bebidas. Aquelas tradicionais frases “beber moderadamente” ou “uma taça de vinho por dia” eram aceitas como máximas por muitas pessoas. 

    No entanto, o cenário não é esse. Olhando para alguns estudos recentes, inclusive um recente feito pela  Universidade de Washington, nos Estados Unidos, e compartilhado pela Revista Veja, os benefícios desse consumo não superam ou igualam todos os riscos, problemas e malefícios causados pela ingestão de álcool. 

    Para sermos mais precisos, ficou constatado que existe maior possibilidade de ocorrência de quadros como câncer, infarto, AVC, em pessoas que consomem bebidas alcoólicas. Além disso, essa  tendência aumenta de acordo com o volume ingerido. 

    Efeitos da bebida alcoólica no seu metabolismo

    O metabolismo é o nome dado ao conjunto de reações químicas que existem no organismo com o objetivo de garantir as necessidades estruturais e energéticas do ser humano e de todos os seres vivos. 

    Entre essas necessidades, vale a pena destacar a produção de energia para ações básicas e complexas e transformação de nutrientes em moléculas diversas. 

    Um dos principais efeitos do álcool no metabolismo parte da sua transformação em açúcar. Dentro do organismo, o corpo humano transforma as partículas de álcool em açúcar, modificando todo o funcionamento do metabolismo. 

    A seguir, vamos entender quais os impactos das bebidas alcoólicas no organismo, no entanto, podemos destacar que, para pessoas que possuem objetivos relacionados ao controle de peso, isso pode ser um grande problema. 

    Além disso, há um efeito tóxico na mucosa intestinal, o que contribui para a redução da absorção de vitaminas fundamentais para o funcionamento do metabolismo como tiamina, ácido fólico e B12. 

    5 efeitos da bebida alcoólica para a saúde

    Agora que ficou claro que o consumo de bebidas alcoólicas é prejudicial ao metabolismo, vamos aprofundar um pouco mais e apresentar os 5  impactos para a saúde de uma pessoa. 

    1. Problemas no fígado

    Um dos maiores afetados pelo consumo de álcool é o fígado. Esse órgão é o responsável por  metabolizar e processar todos os nutrientes que ingerimos, sejam líquidos ou sólidos. 

    O excesso de bebida alcoólica sobrecarrega o fígado, causando o processo de acúmulo de gordura, podendo resultar em doenças, entre elas o câncer no fígado e a esteatose hepática alcoólica. 

    Além disso, é preciso destacar a cirrose, inflamação crônica irreversível do fígado, doença que afeta boa parte de quem consome uma grande quantidade de álcool e altera a funcionalidade desse órgão.

    É ainda importante dizer que esses quadros causam sintomas, entre eles, os mais tradicionais são dores na região do abdômen, inchaço da barriga, pele e olhos amarelados, náusea, vômito e perda de apetite. 

    2.  Obesidade

    Há vários estudos que comprovam que o consumo de álcool, sobretudo de forma exagerada, estimula o acúmulo de gordura corporal, sobretudo a gordura localizada na região do abdômen e da cintura. 

    A grande maioria das bebidas alcoólicas não possuem valores nutricionais interessantes para o corpo humano. Normalmente, contém uma alta de quantidade de calorias, para fins de comparação, o consumo de uma lata de cerveja é responsável por fornecer cerca de 150 calorias ao corpo humano. 

    Esse valor é equivalente à quantidade de calorias encontrada em um pão francês. Isso quer dizer se, em uma festa, você consumir 6 latinhas de cerveja, é o mesmo de comer 6 pães. 

    Outro ponto agravante é a relação entre beber e comer. O consumo de bebidas alcoólicas eleva o nível de cortisol, que é o hormônio associado ao estresse. Dessa forma, há uma tendência maior de surgir o desejo de comer alimentos gordurosos e com muita açúcar.

    3. Problemas cardíacos 

    O consumo excessivo de bebidas alcoólicas pode prejudicar o funcionamento do coração e todos os envolvidos no sistema cardiovascular. Entre esses problemas, é preciso destacar a possibilidade de hipertensão arterial, ou pressão alta como é conhecida. 

    A ingestão demasiada de álcool eleva o ritmo dos batimentos cardíacos, assim, pode aumentar o estresse desse órgão. Outros efeitos estão associados à fraqueza do coração e a maior dificuldade em bombear o sangue, podendo levar a um quadro de arritmia cardíaca.  

    4. Problemas no sistema digestivo

    O álcool irrita a mucosa gástrica e aumenta a produção dos ácidos digestivos, no dia seguinte ao consumo, isso provoca sensação de azia e queimação, além da possibilidade de diarreia. 

    No longo prazo e, em casos de consumo constante, essa irritação frequente pode causar doenças como úlceras e câncer de esôfago, laringe e estômago.

    5. Perda de memória

    De acordo com dados da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas (Abead), o consumo de bebidas alcoólicas pode causar efeitos na arquitetura cerebral, provocando danos em componentes essenciais para a memória. 

    Além disso, ainda é possível encontrarmos outros efeitos no cérebro humano. O álcool é considerado um depressor do sistema nervoso central, isso quer dizer que é responsável por reduzir a atividade do cérebro, impactando a ação de neurotransmissores, como o ácido gama-aminobutírico, o glutamato e a serotonina.

    Por fim, o consumo em excesso ainda pode ser um fator de risco para quadros de depressão, podendo causar quadros de euforia e relaxamento, impactar a capacidade de raciocínio, causar estresse e inibir o crescimento de novos neurônios. 

    Importância de uma alimentação saudável

    Aqui em nosso Blog, constantemente falamos sobre a importância de uma alimentação saudável. Esse processo é fundamental para regular toda a rotina, afinal, o que comemos é responsável pela energia e por as ações diárias. 

    Dessa forma, o consumo de bebidas alcoólicas também precisa ser algo considerado na hora de montar um plano alimentar. É preciso considerar alguns fatores como: objetivos, gosto da pessoa, momento e também o desejo em não consumir mais determinadas bebidas. 

    Se o seu objetivo é manter uma dieta balanceada, sobretudo para perda de peso, redução de massa corporal, a sugestão é evitar ao máximo a ingestão de bebidas alcoólicas, sobretudo em excesso. 

    Além disso, é sempre preciso ter atenção aos acompanhamentos. Como falamos, normalmente, o consumo de álcool é acompanhado de alimentos gordurosos, por isso, é importante contar com um acompanhamento nutricional para evitar esses efeitos. 

    Esses são os principais efeitos da bebida alcoólica no seu metabolismo e na sua saúde. Lembrando que aqui na Vicci você encontra uma equipe de profissionais preparados para te ajudar, inclusive a montar um plano alimentar considerando sua rotina e seus gostos. 

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  • Como me livrar de lesões musculares recorrentes

    Como me livrar de lesões musculares recorrentes

    Todos os praticantes de atividade física, seja ela amadora ou profissional, estão sujeitos a lesões musculares. Estas ocorrem principalmente nos membros inferiores por duas causas principais: sobrecarga / excesso de tensão na musculatura ou incapacidade da própria musculatura de suportar o movimento a qual foi submetida.

    As lesões musculares mais comuns acontecem na região posterior da coxa e também na musculatura da panturrilha para aqueles atletas que realizam esportes como futebol, onde o chute é muito frequente as lesões na região da musculatura da parte da frente da coxa também podem ocorrer!

    Quando as lesões musculares se tornam recorrentes ou impedem a continuidade da atividade esportiva devemos avaliar os fatores que podem predispor a ocorrência repetida dessas lesões. 

    Dividimos essa avaliação em dois fatores :  nutricionais/sobrecarga e fatores modificáveis que se relacionam a execução do movimento e a capacidade das outras áreas do corpo de absorver energia e trabalhar com harmonia.

    As avaliações nutricionais vão desde Dosagens de vitaminas e sais minerais até mesmo a quantidade de carboidratos e proteínas que são geridos para realizar atividade física ao mesmo tempo identificamos se há um excesso na realização da atividade e seu corpo tem capacidade para fazer atividade que nós estamos programando. Quanto à avaliação do movimento, esta é uma forma em que nós conseguimos identificar se há alguma alteração na harmonia e no balanço corporal onde forças da musculatura do quadril ou ausência de mobilidade articular podem sobrecarregar a musculatura e levar a lesões musculares repetidas.

    Para aqueles que convivem com episódios recorrentes de lesões musculares,  uma avaliação completa com um fisioterapeuta especializado em treinamento físico e com um médico do esporte para avaliar todas as questões baseadas em harmonia hormonal, nutricional e capacidade de carga pode levar à solução dos problemas.

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