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  • Dor crônica nas articulações: é normal?

    Dor crônica nas articulações: é normal?

    A dor crônica nas articulações, que também é chamada de dor articular em muitos casos, é um quadro que afeta muitas pessoas atualmente. Seja na realização de tarefas cotidianas, como subir escadas, trabalhar ou brincar com os filhos, ou mesmo durante a prática de atividades físicas, é possível presenciarmos queixas sobre essas dores. 

    Por causa dessa grande quantidade de pessoas que sentem, há um sentimento de que essas dores são normais. Porém, não é bem assim. Ao longo desse conteúdo você vai entender que sentir dor nas articulações não é um processo normal e que existem tratamentos para evitar, amenizar e acabar com esse problema. 

    O que você encontra nesse conteúdo sobre dores crônicas nas articulações:

    • O que é uma dor crônica?
    • O que é uma dor crônica nas articulações?
    • Como identificar uma dor crônica
    • É normal sentir essas dores?
    • Tipos de dores crônicas articulares
    • Tratamentos
    • Quando procurar um médico

    O que é uma dor crônica?

    Dor crônica é o nome dado às dores que permanecem por um período além do tempo de cura do tecido, articulação ou músculo, que, em geral, é de 3 meses. Além disso, podemos definir como a evolução da dor aguda, afinal, é um sintoma que acompanha o paciente por um prazo maior, ao invés de um momento único. 

    As dores crônicas, normalmente, são sinais de disfunções no sistema nervoso ou nas fibras nervosas do membro afetado. Outro fato interessante é que estão muito associadas a doenças progressivas como artrite reumatoide, artrose da coluna ou dos joelhos, fibromialgia ou câncer. 

    Por fim, para fecharmos este capítulo sobre o conceito de dores crônicas vale destacar que normalmente surgem após alguma lesão, evento ou infecção e podem ser agravadas por fatores externos. 

    A seguir, vamos entender mais sobre dor crônica nas articulações. Acompanhe:

    Dor crônica nas articulações

    Ainda na parte de conceitos, de acordo com o site da Secretaria de Saúde, a dor crônica nas articulações é um tipo de doença crônica e grave das articulações, que se apresenta sob várias formas. Em todas elas, provoca inflamação, dor e rigidez nas articulações afetadas.

    Ainda analisando o que diz essa fonte, com essas dores, as articulações enfraquecem e acabam por se deformar, a tal ponto que o seu funcionamento fica substancial ou mesmo totalmente prejudicado.

    Como identificar uma dor articular?

    É preciso destacar as diferenças entre dores articulares crônicas e dores musculares. Quando a dor é nos músculos, normalmente, é intensificada ao realizar movimentos que demandam alto esforço desses órgãos. 

    Por outro lado, uma dor articular é responsável por não permitir que o movimento seja realizado de forma completa. Além disso, ainda é possível sentir febre local e identificar vermelhidão local. 

    É normal sentir dor crônica nas articulações?

    Agora que o conceito está claro, vamos à resposta do questionamento inicial deste texto. Sentir dor nas articulações, apesar de ser algo comum, não é um quadro normal. 

    Na maioria das vezes, essas dores indicam que há algo de errado, normalmente uma lesão que não foi tratada corretamente. Quando olhamos para as dores crônicas, o cenário é o mesmo e esse problema precisa ser tratado para que não tenha uma evolução.

    Por isso, se você sente uma dor crônica em alguma articulação, é necessário procurar um ortopedista para entender do que se trata e começar um tratamento. 

    Tipos comuns de dores crônicas nas articulações

    O corpo humano possui três tipos de articulações e todas elas podem ser atacadas por essas dores. Abaixo, vamos explicar os principais quadros que são caracterizados por esses sintomas. 

    Artrite

    A artrite é uma inflamação nas articulações que provoca dores intensas e ainda afeta a capacidade de realização de movimentos. Existem várias causas para essa condição, no entanto, é mais comum em mulheres e está relacionada ao sobrepeso. 

    A artrite é um quadro crônico, mas pode ser tratada com anti-inflamatórios e sessões de fisioterapia, que ajudam principalmente na recuperação dos movimentos, na redução de dores e para evitar a piora do quadro.

    dor-cronica-fisioterapia

    Artrose

    Já que falamos da artrite, é preciso falarmos da artrose, visto que esses quadros são facilmente confundidos. A artrose ou osteoartrite como também é conhecida é uma patologia que pessoas com idade avançada e é causada pelo desgaste cartilaginoso, fazendo com que os ossos tenham um impacto entre eles durante o movimento

    O resultado direto são dores que evoluem com o passar dos anos e pode afetar várias articulações do corpo como joelho, cotovelo, coluna,  juntas dos dedos das mãos e demais que são revestidas com cartilagem. 

    Tendinite

    Tendinite é uma dor crônica associada à inflamação dos tendões, sobretudo pelo uso excessivo da articulação durante atividades como esportes, trabalhos, lazer ou mesmo de rotinas. 

    Pessoas que ficam sentadas por um longo período de tempo ao trabalho, por exemplo, podem desenvolver tendinite além de outros problemas relacionados à falta de uma postura correta. 

    Fibromialgia

    Por fim, vale a pena citar a  fibromialgia. Embora seja classificada como uma doença idiopática, é uma patologia crônica que resulta em algumas dores intensas por todo o corpo. 

    Sobre esse quadro, muitas vezes não há uma causa específica. Porém, as dores estão relacionadas com alterações emocionais e estresse elevado e podem gerar sintomas como cansaço excessivo, cefaleia e dificuldades para dormir e repousar de forma eficiente. 

    Quando procurar um médico para dores articulares?

    Já que as dores podem ser comuns, é preciso saber que existem alguns alertas sobre a necessidade de procurar um médico para começar um tratamento. 

    Nesse caso, os principais sintomas de que a dor articular pode evoluir para outra condição são:

    • Inchaço, sensação de queimação e vermelhidão da articulação
    • Novas erupções, manchas ou manchas roxas
    • Lesões na boca, nariz ou genitais
    • Dor no tórax, dificuldade para respirar ou uma tosse nova ou grave
    • Dor abdominal
    • Febre, sudorese, perda de peso ou calafrios
    • Vermelhidão ou dor ocular

    Quando constatada a frequência da dor e a presença de algum desses sinais, é necessário procurar um ortopedista, para que ele consiga identificar a natureza e, inclusive, definir se trata-se de uma doença com tratamento via reumatologia. 

    Por fim, vale destacar que as dores crônicas são comuns em pessoas de idade avançada, afinal, muitas são causadas pelo desgaste natural das articulações e cartilagens. Assim. a recomendação é que, mediante ao avanço da idade, a avaliação médica se torne uma rotina, prevenindo o avanço desses quadros e criando condições para amenizar essas dores. 

    Como tratar a dor crônica nas articulações?

    Como as dores crônicas normalmente afetam a funcionalidade do corpo humano, limitando movimentos e gerando inflamação, o fortalecimento por meio de atividades fisioterápicas é o principal tratamento. 

    Além disso, o uso de medicamentos também pode ser indicado, sobretudo para pacientes que possuem um histórico de doenças do tipo. Outro detalhe muito importante nesse tratamento é o repouso, afinal, é necessário oferecer descanso de qualidade para o corpo. 

    Agora que você já entende todos os detalhes sobre a dor crônica nas articulações, consegue definir se o que está sentido possui essa característica ou não. Além disso, já sabe também sobre a importância de um médico para diagnóstico e de fisioterapia para o tratamento. 

    Aqui na Vicci, você encontra tudo que é preciso para diagnosticar e tratar uma dor crônica nas articulações.

    Entre em contato e tenha acesso ao melhor time de profissionais preparado para te ajudar a ter saúde e qualidade de vida, sempre. 

  • Beber água: 10 mitos e verdades sobre hidratação

    Beber água: 10 mitos e verdades sobre hidratação

    Beber água é uma das principais ações que um ser humano pode realizar para cuidar da sua saúde. A hidratação correta é responsável por contribuir para o funcionamento de todo o organismo, no entanto, existem algumas afirmações que não são verdadeiras sobre o assunto. 

    Por isso, nesse conteúdo, vamos apresentar 10 mitos e verdades sobre o ato de beber água, dessa forma, você entende definitivamente a importância da hidratação e sabe em quais pontos ela te ajuda. 

    1. Beber água ajuda no processo de emagrecimento 

    Verdade. Vamos começar esse conteúdo com uma das principais afirmações que encontramos em conteúdos sobre emagrecimento ou mesmo em dietas: a importância da hidratação nesse processo. 

    Esse primeiro ponto é verdade pelo fato da hidratação correta ajudar o corpo a executar reações metabólicas que promovem a perda de peso. Vale destacar que isso só acontece quando há um plano alimentar bem estabelecido e o consumo de água seja alinhado com o consumo de outros alimentos e nutrientes. 

    Além disso, podemos dizer que beber água é importante para quem deseja emagrecer por alguns outros motivos:

    1. Controle do apetite: um estudo feito pela revista Obesity e citado no site do Hospital Proncor de Mato Grosso do Sul, beber água, uma quantidade próxima de 250ml, antes das refeições é um importante processo para estimular a sensação de saciedade, servindo para controlar o apetite. 
    2. Auxilia na digestão de alimentos: a água é responsável por fazer o transporte adequado de nutrientes, dessa forma, todo o processo de digestão é realizado de forma completa, permitindo que o corpo tenha acesso às vitaminas e componentes. 
    3. Controla a gula: muitas pessoas confundem a sede com vontade de comer. Por isso, uma boa hidratação é essencial para controlar a vontade de comer a todo momento. Alguns especialistas indicam beber água e esperar 10 minutos para entender se é fome ou sede.

    2. É recomendado beber 2 litros de água por dia

    Mito. Essa é uma das principais afirmações que encontramos por aí.  No entanto, essa conta não fecha e a recomendação não é a mesma para todas as pessoas. 

    É preciso levar em conta que cada indivíduo possui características importantes para determinar a quantidade ideal de consumo de água por dia, além disso, outras variáveis também precisam ser consideradas.

    Portanto, o tamanho e o peso de uma pessoa, a temperatura externa do ambiente e o ritmo de perda de líquidos que essa pessoa possui são elementos fundamentais para definir o quanto é necessário beber de água por dia.  

    Alguns especialistas afirmam que a conta mais precisa deve ser feita a partir da multiplicação do peso corporal por 35 ml. Porém, o melhor caminho é entender junto ao profissional de nutrição a quantidade correta para seu dia a dia. 

    3. Beber água gelada ajuda no emagrecimento

    Mito. Mais uma afirmação relacionada ao ato de perder peso. Dessa vez, é preciso destacar que a temperatura da água não afeta o processo de perda de peso. 

    É fato que, o organismo realiza uma ação para transformar a água gelada para uma temperatura considerada normal, processo chamado de termogênese. No entanto, o esforço é quase nulo e não há perda de calorias comprovada. 

    4. Beber água com gás e tão prejudicial quanto refrigerante

    Mito. A água com gás é uma bebida cada vez mais consumida pelas pessoas. Além de refrescar e matar a sede, a bebida ainda é importante para controlar a vontade de tomar refrigerantes. 

    Um dos mitos que acompanha a água com gás é o fato de ser prejudicial à saúde da mesma forma que refrigerantes, sobretudo quando olhamos para o acúmulo de peso. 

    Como falamos, isso é um mito. A água com gás tem a mesma quantidade de calorias da água mineral natural: zero. No refrigerante, a grande responsável pelos problemas da bebida é a quantidade de açúcar, o que não há na água com gás. 

    Beber água - agua com gas

    5.  É preciso consumir água mesmo sem a sensação de sede

    Verdade. Sentir sede é um sinal do corpo sobre a falta de água no organismo. No entanto, não é somente nesses momentos que você precisa ingerir água. 

    Como falamos, há uma quantidade determinada para cada pessoa. A sede é apenas o momento extremo dessa necessidade, ao longo do dia, é preciso beber água mesmo quando o corpo não indica essa necessidade. 

    6. É possível trocar água por sucos, chás ou outros líquidos. 

    Mito. A melhor forma de ingerir água é em sua forma direta ou ainda do líquido presente em alimentos, sobretudo aqueles naturais e sem adição de elementos como açúcares e sódio. 

    Por conta disso, as bebidas industrializadas como sucos, chás e refrigerantes, em sua maioria, contém um volume considerável de açúcar e sódio, que, em excesso, são fatores principais para o aumento do peso. 

    Além disso, essas bebidas não impactam na hidratação, já que não saciam como a água em seu estado puro.

    Para quem procura alternativas saborizadas, uma boa solução são águas aromatizadas, com folhas de hortelã, rodelas de limão ou laranja, ou ainda pedaços de frutas ricas em água, como morango. 

    7. Consumir muito sal ou açúcar aumenta a sede

    Verdade. Como falamos, a alimentação é fundamental para o processo de hidratação do corpo. Assim, é fato que o sal e o açúcar são nutrientes facilmente absorvidos pelo sangue, iniciando o processo de osmose e aumentando a necessidade de água. 

    Isso quer dizer que ao ingerir alimentos carregados de sal ou de açúcar, seu organismo precisa de mais água para suprir a falta das estruturas orgânicas do corpo. 

    8. É possível passar mal por consumir muita água

     Verdade. Os rins conseguem filtrar em média 800 a 1000 ml de água em uma hora em um adulto saudável e em condições normais. Isso quer dizer que, dentro desse limite, não há chance do consumo de água fazer mal para a saúde. 

    No entanto, especialistas afirmam que quantidades superiores a 3 ou 4 litros de água por hora podem aumentar o risco de hiponatremia. Nesse estado, percebemos a queda considerável do nível de sódio no organismo e no sangue, podendo gerar, entre outros sintomas, o sentimento de mal-estar. 

    Porém, é preciso considerar que atletas e em alguns casos especiais, há a necessidade de hidratação que extrapola o limite apresentado. Dessa forma, a melhor solução é sempre procurar uma orientação médica e nutricional para entender a demanda por água do seu corpo.

    Importância de um nutricionista

    Como falamos em várias partes desse texto, contar com um plano alimentar e um acompanhamento nutricional é fundamental também para o processo correto de hidratação. Esse profissional será responsável por indicar alimentos complementares ao consumo de água e também indicar a necessidade diária. 

    Além disso, essa orientação vai ocorrer de acordo com as suas demandas diárias, bem como características e objetivos. Assim, é um processo essencial para ter uma rotina com mais qualidade de vida e saúde. 

    Aqui na Vicci, você encontra uma equipe focada em te ajudar a ter mais qualidade de vida e saúde. Temos nutricionistas que atuam junto com outros profissionais para fazer com que você alcance seus objetivos, nesse plano, você sabe inclusive quanto é preciso beber água por dia.

    Entre em contato e agende sua consulta agora mesmo. 

  • Avaliação isocinética e biomecânica: importância para corredores

    Avaliação isocinética e biomecânica: importância para corredores

    A medicina ortopédica diagnóstica está cada vez mais evoluída. Hoje em dia é possível contar com alguns equipamentos e processos que ajudam em todas as etapas dessa área médica. Hoje, vamos apresentar os detalhes sobre a avaliação isocinética e a avaliação biomecânica, destacando a importância para atletas e corredores. 

    Esses cuidados, são fundamentais, afinal, evitar lesões é um dos principais desafios e objetivos de ortopedistas, fisioterapeutas e educadores físicos em conjunto com os próprios atletas.

    Não é de hoje que reportagens e matérias tentam descobrir os segredos para evitar lesões. Nesse conteúdo, vamos entender todos os detalhes sobre a avaliação isocinética e a avaliação biomecânica, instrumentos que estão se transformando em aliados essenciais para quem possui esse objetivo.  

    O que você encontra nesse conteúdo:

    • O que é avaliação isocinética. 
    • Importância da avaliação isocinética.
    • Como a avaliação isocinética é realizada.  
    • O que é avaliação biomecânica. 
    • Como acontece a avaliação .  
    • Importância da avaliação biomecânica. 
    • Quem deve fazer esses exame isocinetica. 

    O que é avaliação isocinética?

    Quando falamos em avaliação isocinética, estamos falando de um exame computadorizado que oferece uma análise muscular detalhada. 

    Esses detalhes envolvem informações sobre possíveis desequilíbrios, desgaste e lesões musculares e são percebidos por meio da quantificação da força, potência e resistência dos músculos. 

    Como essa avaliação é realizada?

    A avaliação isocinética é realizada por meio de um aparelho chamado Dinamômetro Isocinético Computadorizado. 

    Esse equipamento é responsável por registrar a ação e o esforço realizado em um determinado movimento, entendendo o trabalho dos músculos e o movimento articular. A partir desse registro, são gerados dados números e gráficos sobre déficits e desequilíbrios.  

    Na prática, as articulações de joelho, quadril, tornozelos, punho, cotovelo e ombro são as que mais se beneficiam desse exame. Essas articulações os músculos dessas áreas são expostos a sobrecarga de forma dinâmica até a capacidade máxima, gerando dados sobre a resistência do corpo durante a ação. 

    Qual a importância para corredores e atletas?

    A avaliação isocinética é importante para corredores e atletas por ser a forma mais eficiente de examinar detalhadamente a função e o desempenho dos músculos de uma maneira segura e confiável. 

    Além de ser utilizado como uma fonte muito confiável para quem vai realizar um procedimento cirúrgico ou mesmo em um momento de recuperação, teste isocinético também é importante para evitar lesões e para o fortalecimento muscular. 

    Para corredores e atletas, esse exame isocinetica entra na lista dos procedimentos necessários para ter uma rotina de combate de lesões. Sabemos que esses problemas acometem boa parte de atletas, profissionais, amadores e iniciantes, por isso, exames como esses são fundamentais. 

    Ortopedistas, fisioterapeutas e educadores físicos se beneficiam desses resultados. A partir desses dados é possível prescrever exercícios mais específicos para a demanda muscular de cada pessoa, fortalecendo e evitando lesões. 

    Indicações

    Abaixo, listamos as principais indicações para realização da avaliação isocinética. Confira:

    • Avaliação antes e depois de um procedimento cirúrgico. 
    • Avaliação para planejamento e preparação de uma série de exercícios físicos, sobretudo quando há um foco em trabalho muscular específico.  
    • Avaliação do equilíbrio muscular entre os membros;
    • Avaliação do equilíbrio muscular entre agonistas e antagonistas;
    • Quando é necessário melhorar o desempenho mcular. 
    • Para prevenção de lesões, sobretudo em pessoas que possuem um histórico de lesões musculares.

    O que é avaliação biomecânica?

    Da mesma forma da avaliação isocinética, a avaliação biomecânica é realizada a partir de uma tecnologia que permite a análise das respostas corporais a alguns movimentos, sobretudo aqueles frequentes em uma rotina de treinos ou prática esportiva. 

    Ao realizar uma avaliação biomecânica, algumas metodologias podem ser utilizadas para análise. Abaixo, vamos explicar as 4 principais:

    1. Eletromiografia: trata-se da análise a partir de um estímulo externo ao corpo. Normalmente são utilizados alguns tipos de contatos elétricos para entender a resposta da contração muscular nesse momento. 
    2. Cinematria: como o próprio nome indica, essa análise leva como base imagens e filmagens realizadas durante a execução de um determinado movimento. Velocidade de reação do músculo, posicionamento de membros, postura correta e força são alguns elementos que podem ser analisados a partir desse exame. 
    3. Antropometria: essa metodologia de análise é focada em entender a anatomia do movimento. Dessa forma, questões como a distribuição do peso durante a ação, as formas musculares e das articulações e mesmo as dimensões são focos de análise.
    4. Dinamometria: por fim, a última metodologia de análise está focada em questões envolvendo o dinamismo do movimento. Isso quer dizer que olhando para parâmetros de força e alcance é possível obter alguns resultados. 

    Indicações da avaliação biomecânica

    De uma forma geral, podemos apontar 3 principais indicações para a realização da avaliação biomecânica:

    1. Quando há o desejo de entender se há algum déficit musculoesquelético relevante, fator que pode ser importante para evitar lesões futuras. 
    2. Quando é necessário entender sobre a natureza de uma determinada dor que normalmente aparece durante um movimento ou prática de atividade física. 
    3. Para processos de recuperação, reabilitação e volta aos treinos. Nesse caso, o resultado da avaliação é fundamental para identificar o melhor momento para voltar à prática de atividade física de forma realmente segura.

    Qual a importância da avaliação isocinética e biomecânica para corredores e atletas?

    Em atletas, e os corredores estão nesse grupo, as lesões esportivas normalmente são classificadas em dois tipos.

    As lesões crônicas são aquelas que ocorrem devido aos movimentos intensos e repetitivos. Na maioria das vezes, as dores são sentidas em momentos específicos e não acompanham o atleta o tempo todo. No entanto, podem desenvolver e impedir a prática. 

    Por outro lado, existem lesões agudas. Essas são causadas por episódios isolados, que podem ser quedas, impactos, torções, entre outros. 

    Ao realizar a avaliação isocinética e a avaliação biomecânica o esportista passa a contar com dados precisos sobre os movimentos executados durante essa atividade. Dessa forma, os dados ajudam tanto na rotina necessária para evitar lesões agudas, quanto na recuperação e no fortalecimento para evitar lesões crônicas durante essa prática. 

    Portanto, essas avaliações são formas pouco invasivas e eficientes para que corredores e atletas, sejam amadores, profissionais ou iniciantes tenham uma rotina sem a presença de lesões ou mesmo mais saudável e próspera.

    Quem pode realizar a avaliação isocinética e avaliação biomecânica?

    Ao contrário do que muita gente pensa, tanto a avaliação isocinética quanto a avaliação biomecânica podem realizar esses exames, inclusive são processos indicados para esportistas de todos os níveis. 

    Como falamos, por meio dessas avaliações é possível estabelecer ações para evitar lesões e ainda ter mais qualidade de vida na prática de atividade físicas, mesmo em exercícios para iniciantes. 

    Portanto, mesmo para atletas amadores, esses exames são sempre indicados. Entender com detalhes como o músculo responde aos movimentos, é algo essencial para definir os níveis de esforços e também para evitar lesões. 

    Avaliação isocinética onde fazer?

    avaliação isocinética onde fazer

    Sabemos que as lesões são as principais responsáveis por fazer com que atletas se afastem de treinos. Por meio da avaliação isocinética e avaliação biomecânica é possível ter uma visão completa sobre a capacidade de execução desses movimentos. 

    Aqui na Vicci, você encontra tudo que precisa para ter um tratamento adequado ou mesmo para evitar lesões. Além da avaliação isocinética e avaliação biomecânica você vai ver que existem outras formas de alcançar esse objetivo.

    Entre em contato agora mesmo e agende seu horário.

  • Miocardiopatia o que é e quais os sintomas?

    Miocardiopatia o que é e quais os sintomas?

    As doenças no coração são consideradas complicadas para qualquer pessoa, mesmo com todos os tratamentos avançados, é necessário sempre ter atenção. Por isso, ao longo desse conteúdo vamos mostrar todos os detalhes sobre a miocardiopatia, inclusive como prevenir e fortalecer esse órgão.  

    Esse tema é essencial para a saúde e qualidade de vida de qualquer pessoa. Para você ter ideia, em 2021, mais de 230 mil brasileiros morreram por doenças cardiovasculares. De acordo com levantamento feito pela CNN no portal de transparência da Arpen-Brasil (Associação dos Registradores de Pessoas Naturais) em parceria com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), o número é  6,8% maior ao ano anterior. 

    Por isso, não há outro caminho: é preciso entender sobre essas doenças e começar a adotar métodos para preveni-las. Então, vamos começar com a miocardiopatia.

    O que é miocardiopatia? 

    De uma maneira bem simples, podemos dizer que miocardiopatia é uma doença que afeta o sistema cardiovascular, impossibilitando o bombeamento de sangue necessário para o funcionamento do resto do corpo humano. 

    Para sermos mais precisos, a miocardiopatia causa alterações no músculo cardíaco, gerando esse interrompimento na capacidade de bombear o sangue. 

    Um ponto importante sobre essa doença é o fato de ser conhecida também como cardiomiopatia, portanto, você pode encontrar diagnósticos com os dois nomes. 

    Como essa alteração pode ser parcial, total e ainda em níveis diferentes, existem diferentes tipos dessa doença, a seguir vamos explicar os detalhes de cada um:

    Tipos de miocardiopatia: 

    Abaixo, vamos apresentar as diferenças entre miocardiopatia dilatada, hipertrófica e restritiva. 

    1. cardiomiopatia dilatada sintomas

    O tipo mais comum de miocardiopatia é a dilatada. Essa doença afeta, sobretudo,  o ventrículo esquerdo do coração, dilatando as fibras musculares, causando intensa dificuldade para realizar o bombeamento do sangue. 

    Esse tipo de miocardiopatia nem sempre está acompanhando de sintomas aparentes. Em boa parte dos casos, só é possível saber que o quadro é referente à miocardiopatia dilatada quando há uma manifestação de insuficiência cardíaca ou arritmia.

    No entanto, alguns sintomas mais leves podem estar associados ao processo de dilatação desse músculo do coração, os principais são:

    • Fraqueza e fadiga sem um motivo claro e de forma repentina.
    • Falta de ar, seja em momentos de atividade ou de repouso. 
    • Vertigens, tonturas ou desmaios
    • Abdômen inchado e ganho de peso repentino devido, principalmente, ao processo de retenção de líquidos. 
    • Palpitação e sensação de batimentos cardíacos acelerados de forma demasiada. 

    2. Miocardiopatia hipertrófica

    Como o nome sugere, a miocardiopatia hipertrófica é responsável por causar a hipertrofia do músculo do coração, deixando-o mais rígido e aumentando a dificuldade do processo de bombeamento do sangue. 

    Um dos principais fatores que podem levar à doença está relacionado com questões genéticas. Uma alteração na formação do músculo e das células pode provocar o desenvolvimento excessivo do músculo cardíaco, fazendo com que seja mais espesso que o necessário. 

    Assim como a miocardiopatia dilatada, boa parte dos casos não conta com um sintoma prévio, sendo diagnosticada apenas durante exames cardíacos ou mesmo em uma eventual complicação. 

    No entanto, existem alguns alertas que podem estar associados a uma alteração nas condições normais do músculo do coração, podendo indicar uma condição de hipertrofia. Entre esses sintomas, vale a pena destacar:

    • Dores no peito de forma constante. 
    • Palpitação e sensação de batimentos cardíacos acelerados de forma demasiada.
    • Sensação de falta de ar, sobretudo após a realização de exercícios físicos, ou mesmo de atividades corriqueiras como subir escadas. 

    3. Miocardiopatia restritiva

    O último tipo de miocardiopatia é a restritiva. Esse tipo é considerado a forma mais rara desta doença cardíaca. 

    Trata-se dos casos em que os ventrículos, que são as câmaras internas do coração, são rígidos e não possuem a flexibilidade necessária para realizar o movimento de expansão necessário para o bombeamento do sangue. 

    Pacientes que são diagnosticados com miocardiopatia restritiva normalmente possuem átrios maiores e ventrículos menores que o ideal. Essa desproporcionalidade é a causa chave para causar essa doença. 

    Por ser mais rara, as causas também são desconhecidas, entretanto, boa parte dos casos surgem a partir de outras condições cardíacas. 

    Como a cardiomiopatia é diagnosticada?

    Ao sentir algum desses sintomas, ou mesmo durante um exame cardíaco, a miocardiopatia pode ser detectada. Para a confirmação dessa doença, o médico conta com alguns exames:

    • Ecocardiograma: esse é o principal exame para diagnosticar doenças relacionadas ao coração. A partir de ondas de ultrassom é possível produzir uma imagem do coração e entender como está o processo de bombeamento de sangue. 
    • Ressonância magnética – a ressonância magnética é um exame muito comum para identificar lesões ortopédicas e também é importante no caso de cardiomiopatia. Por meio desse exame é possível analisar as estruturas e músculos do coração. 
    • Cateterismo cardíaco: esse procedimento é considerado mais invasivo do que os citados acima, porém, em alguns casos, pode ser necessário. Trata-se de um processo em que um cateter é inserido no coração, seja pelo braço, pescoço ou virilha. Por meio desse cateter o médico consegue avaliar a pressão do sangue.  

    Como é o tratamento para cardiomiopatia?

    Agora que todos os tipos de miocardiopatia, vamos esclarecer algumas questões sobre o tratamento dessa doença. 

    É preciso sempre lembrar que qualquer tratamento só pode ser definido por profissionais competentes, nesse caso um cardiologista. Para isso, esse médico leva em consideração exames, características do paciente e até mesmo o estado em que se encontra. 

    Por isso, as informações a seguir servem para que você tenha uma noção e não devem substituir o que o médico define. 

    Com isso claro, a miocardiopatia é uma doença que não possui uma cura definitiva, no entanto, existem tratamentos para prevenir complicações, controlar os sintomas, impedir o avanço da doença e fornecer saúde e qualidade de vida. 

    Os principais tratamentos passam por:

    • Alimentação saudável e controle de consumo de alimentos gordurosos. 
    • Atividades físicas moderadas, levando em consideração o limite de cada pessoa. 
    • Controle doenças que podem provocar complicações como hipertensão, diabetes e colesterol alto. 
    • Repouso regular, é fundamental contar com sono de qualidade. 

    Esses tratamentos, a adoção de um estilo de vida saudável é fundamental. Por isso, a seguir, vamos falar mais sobre esse tema:

    Hipertrofia no coração tem cura?

    A hipertrofia cardíaca não tem uma “cura” definitiva no sentido de reverter completamente o aumento do tamanho e espessura do músculo cardíaco. No entanto, é possível tratar a causa subjacente da hipertrofia, controlar os sintomas e prevenir complicações futuras.

    O objetivo principal do tratamento da hipertrofia cardíaca é gerenciar as condições subjacentes que estão causando o aumento do músculo cardíaco, como hipertensão arterial, doença valvar, doença arterial coronariana, entre outras. Isso envolve controlar a pressão arterial, reduzir a sobrecarga cardíaca, melhorar o fluxo sanguíneo para o coração e tratar qualquer condição subjacente que possa estar contribuindo para a hipertrofia.

    É importante ressaltar que a hipertrofia cardíaca requer acompanhamento médico regular e um plano de tratamento individualizado, baseado na causa subjacente e nas necessidades específicas de cada paciente. O tratamento pode ajudar a controlar os sintomas, melhorar a qualidade de vida e reduzir o risco de complicações cardiovasculares. Portanto, ao ser diagnosticado com hipertrofia cardíaca, é essencial buscar orientação de um cardiologista para o devido acompanhamento e cuidado.

    Além disso, o estilo de vida desempenha um papel fundamental no tratamento da hipertrofia cardíaca. Adotar hábitos saudáveis pode ajudar a controlar os fatores de risco e melhorar a saúde do coração e falaremos mais sobre isso a seguir!

    Qual a relação entre doenças cardíacas e vida saudável

    Como você viu, manter uma rotina saudável é fundamental para cuidar do coração e evitar doenças como a miocardiopatia. 

    A alimentação saudável é o principal pilar dessa questão. Manter um plano alimentar que contemple alimentos como carnes magras, peixes, frutas, vegetais, legumes e alimentos ricos em fibras é algo essencial para fornecer mais saúde para o coração. 

    Dessa forma, a dica é contar com um profissional de nutrição de forma constante, sobretudo para aquelas pessoas que já possuem histórico de doenças cardíacas ou mesmo que possuem alguma condição favorável ao desenvolvimento dessas doenças. 

    Por fim, uma rotina de exercícios físicos também precisa ser destacada. É claro que precisamos destacar que existem limites para quem possui miocardiopatia, no entanto, uma rotina ativa ajuda a manter nosso corpo mais forte e saudável, evitando fatores que podem ser complicadores como o excesso de peso. 

    O que você achou deste conteúdo sobre miocardiopatia? Aqui no nosso blog você encontra mais conteúdos sobre saúde e qualidade de vida, veja nossos materiais e encontre dicas e conhecimento para colocar em prática em seu dia a dia. 

    Entre em contato e receba mais orientações com o nosso cardiologista do esporte.

  • Alimentação saudável: por que se preocupar com isso?

    Alimentação saudável: por que se preocupar com isso?

    Uma das máximas da área da saúde é que o ser humano é o reflexo daquilo que come. Essa frase, apesar de tradicional e antiga, é totalmente aplicada hoje em dia, afinal, cada vez mais, a alimentação saudável contribui para o bem-estar diário das pessoas. 

    Quando olhamos para a rotina de pessoas envolvidas na prática de esportes, manter uma alimentação saudável é ainda mais importante, visto que impacta diretamente em resultados, performance, recuperação ou mesmo na forma como seu corpo reage a movimentos e treinos no dia a dia. 

    Por isso, nesse conteúdo vamos falar sobre os motivos que tornam fundamental a preocupação em manter uma alimentação saudável. Acompanhe e entenda:

    Afinal, o que é uma alimentação saudável?

    Para muitas pessoas, o conceito de alimentação saudável está relacionado ao consumo de saladas, frutas e, principalmente, à restrição do consumo de alimentos considerados saborosos como frituras e doces. 

    Porém, alimentação saudável não está associada à restrição alimentar e sim ao consumo balanceado e variado de alimentos que contenham nutrientes, proteínas e demais substâncias necessários para suprir as demandas diárias e fornecer energia para o seu dia a dia. 

    Portanto, quando olhamos para a dieta e para o prato de cada pessoa, o correto é falar que a alimentação saudável varia de indivíduo para indivíduo. Afinal, cada um possui necessidades diferentes. 

    No entanto, alguns componentes prevalecem. Vale destacar a necessidade da harmonia entre alimentos e diversidade e variedade de alimentos, tendo como objetivo o fornecimento de nutrientes, mas, sem deixar de lado o sabor de cada refeição. 

    Por que é preciso manter uma alimentação saudável?

    Além de suprir todas as necessidades do corpo, manter uma alimentação saudável é importante para outros diversos objetivos no dia a dia. 

    A seguir, vamos apresentar as 5 principais vantagens de uma alimentação saudável. Confira e entenda os motivos de se preocupar com isso e começar a mudar sua rotina agora mesmo. 

    Vantagens da alimentação saudável:

    1. Injeção de energia:

    Se você pratica exercícios físicos ou mesmo precisa lidar com a correria do dia a dia, pensar na sua alimentação é fundamental. Isso porque, o que você come é responsável por fornecer energia para o funcionamento do seu metabolismo e garantir disposição para lidar com essas ações. 

    2. Redução de lesões:

    Ainda pensando em pessoas que praticam esportes, a alimentação é fundamental para reduzir a probabilidade de lesões durante esses exercícios. Pensar nos nutrientes necessários é essencial para evitar câimbras, fadiga, cansaço ou até mesmo lesões mais sérias.  

    3. Foco e atividades mentais:

    Além do corpo, a mente também é afetada pela comida. Ter mais disposição, mais foco, concentração e memória são procedimentos relacionados às pessoas que possuem uma alimentação saudável e balanceada. 

    4. Fortalecimento do sistema imunológico:

    Além de ajudar na saúde dos músculos, ossos e articulações, a alimentação saudável também contribui para o fortalecimento do sistema imunológico, aumentando a imunidade contra doenças virais, resfriados e outros quadros. 

    5. Controle de peso:

    Existem alimentos que ajudam na queima de gordura e mesmo na sensação de saciedade. Para quem deseja emagrecer, ter uma alimentação saudável é considerada, muitas vezes, o primeiro passo e que deve ser constante na rotina. 

    É difícil manter uma alimentação balanceada?

    Mudar uma rotina é um dos processos mais desafiadores para qualquer ser humano. Quando pensamos em hábitos alimentares, não é diferente. Para quem tem o costume de não pensar no consumo de alimentos ricos em fibras, vitaminas e minerais esse processo pode ser difícil. 

    Porém, não é impossível. 

    Existem várias dicas pensadas para pessoas que desejam criar o hábito de comer alimentos mais saudáveis. Algumas passam por processos mais simples, como cozinhar mais, evitar o excesso no consumo de certos alimentos e ler as informações nutricionais ao realizar as compras no mercado. 

    No entanto, uma das dicas mais importantes é sobre a criação e o planejamento de uma rotina alimentar. Muitas vezes, a escolha por alimentos não tão saudáveis é feita devido à falta de planejamento, afinal, nem sempre é fácil encontrar alimentos saudáveis. 

    Como começar a ter uma alimentação equilibrada?

    Como falamos, para muitas pessoas, o desafio de manter uma alimentação saudável e balanceada é agravado pelo fato de não procurar ajuda especializada. Dessa forma, o resultado, muitas vezes, é a tentativa de seguir receitas genéricas que não levam em consideração as particularidades e gostos de cada um. 

    Por isso, a melhor forma de começar a ter e manter uma alimentação realmente saudável é contando com o suporte de um profissional capacitado para montar uma dieta e acompanhar o processo. 

    Aqui na Clínica Vicci, o cuidado com o bem-estar, qualidade de vida e saúde dos nossos pacientes acontece em várias frentes, inclusive, no campo nutricional. Entendemos que ter uma alimentação saudável é fundamental para quem busca recuperação de lesões, recondicionamento ou mesmo preparação física. 

    Dessa forma, disponibilizados dois tipos de cuidados:

    Nutrição esportiva: nesse caso, o foco é construir uma dieta que preze pela alimentação saudável e balanceada, pensando em necessidades específicas de quem possui maior volume de gasto de energia e, consequentemente, maior necessidade de reposição de nutrientes. 

    Nutrição para qualidade de vida e emagrecimento: nesse caso, o objetivo é ajudar na definição de uma dieta com base em alimentação saudável para quem deseja melhorar a qualidade de vida, sobretudo, com a intenção de redução de peso e recuperação de lesões. 

    Vale ressaltar que os dois serviços são realizados por profissionais capacitados. Além disso, geralmente, esse acompanhamento nutricional está alinhado com outros cuidados, criando uma unidade focada em ajudar você a alcançar os resultados que deseja. 

    Dicas práticas para começar uma alimentação saudável

    Nesse momento, você entende que uma dieta adequada para seu dia a dia, que respeite seus gostos, necessidades e particularidades, deve ser prescrita por um nutricionista. Podemos avançar e deixar algumas dicas para você começar hoje mesmo, enquanto realiza a marcação da sua consulta. Vamos lá:

    Beba água:

    A água é um dos alimentos mais importantes e necessários para a saúde do ser humano. Em geral, a regra é beber, pelo menos, 2 litros de água todos os dias, ajudando assim na hidratação e reposição de vitaminas e minerais. 

    Alimente-se devagar:

    A pressa em mastigar alimentos ou mesmo finalizar uma refeição pode comprometer a sensação de saciedade e gerar sensações como sono depois de comer. 

    Frutas:

    O consumo de frutas é fundamental para quem pensa em uma alimentação saudável. Além de ser um ótimo alimento para substituir doces, as frutas são alimentos ricos em fibras, vitaminas e minerais. 

    Aprenda a cozinhar:

    Participar da preparação da comida é um passo importante para quem deseja manter uma alimentação mais saudável. Entender sobre as combinações, substituições e temperos é o caminho para inserir alimentos saudáveis e evitar aqueles que não fornecem os nutrientes que seu corpo precisa. 

    Cuidado com as receitas prontas:

    Hoje em dia é fácil encontrar dietas prontas, sobretudo na internet. Como falamos, elas não levam em conta seu dia a dia e por isso podem ser perigosas e afastar você de uma alimentação realmente saudável. Por isso, sempre procure um nutricionista.

    Agora que você entende o que é uma alimentação saudável e a importância de se preocupar com isso, certamente deve estar pensando nos próximos passos para começar a adotar essas dicas em sua rotina.

    Entre em contato conosco e agende uma avaliação/consulta com profissionais focados em sua saúde. 

  • Exercícios físicos para iniciantes: como começar?

    Exercícios físicos para iniciantes: como começar?

    Praticar esportes e atividades físicas é um dos principais pilares para manter uma rotina saudável, para cuidar do corpo e da mente e ainda buscar qualidade de vida. No entanto, como começar? Quais são os exercícios físicos recomendados para iniciantes?

    Essas questões geralmente são presentes e frequentes, sobretudo em quem não possui uma rotina de exercícios físicos e deseja começar. Ao longo desse conteúdo, vamos apresentar algumas dicas para que esse objetivo seja alcançado, continue lendo. 

    Por que é importante começar a fazer exercícios físicos? 

    Se você chegou a esse conteúdo, provavelmente já entende a importância dos exercícios físicos para o seu dia a dia. Porém, vamos destacar a seguir. 

    Praticar atividades físicas com regularidade é uma das principais formas de combater o sedentarismo e combater doenças cardiovasculares, obesidade, depressão e inclusive alguns tipos de câncer. 

    Para além disso, a prática constante ainda atua ativamente para melhorar a qualidade de vida e a saúde mental do ser humano. Está comprovado que durante a prática de exercícios físicos, o nosso corpo produz e libera algumas substâncias como a dopamina e a serotonina. 

    Essas substâncias servem para controlar emoções, servindo para controlar estresse e tristeza. Por consequência, ainda são hormônios conhecidos por causar a sensação de prazer e bem-estar. 

    Exercícios físicos para iniciantes: o que é preciso para começar?

    A primeira coisa que precisamos falar sobre como criar uma rotina que envolva exercícios físicos é a dificuldade em dar o primeiro passo. Geralmente, essa é a parte mais difícil, afinal, é preciso mudar a rotina e os hábitos. 

    Primeiro passo para começar

    Logo, o primeiro passo para começar a praticar exercícios físicos é escolher uma modalidade que não represente tanto esforço para sua prática. Isso quer dizer que você precisa escolher algo que goste de fazer, tenha interesse ou mesmo que não vá exigir tanto esforço. 

    Além disso, é importante que esse começo aconteça de forma gradual. O erro de muitas pessoas ao iniciar é colocar um programa extenso de atividades físicas e inclusive com carga alta. Isso leva à desistência e também pode causar algumas lesões. 

    Evolução constante

    Assim como muitas coisas na vida, a prática de exercícios físicos tende a ser aprimorada à medida que se transforma em uma rotina. Por isso, colocar metas de evolução é importante para que o começo seja gradual e ao mesmo tempo para que os impactos sejam percebidos.  

    Adiante no conteúdo, vamos apresentar algumas alternativas de exercícios físicos recomendados para iniciantes. No entanto, começar com uma caminhada e buscar condicionamento físico antes de praticar uma corrida de rua é um ótimo exemplo de como começar de forma gradual e buscar a evolução. 

    Chame pessoas para começar com você

    Há diversos estudos que comprovam que pessoas que começam a praticar exercícios físicos acompanhadas de amigos, familiares ou colegas de trabalho conseguem permanecer durante mais tempo nessa rotina. 

    Além da motivação mútua entre as pessoas, praticar exercícios físicos em companhia pode se transformar em um importante momento de interação no seu dia. Dessa forma, as chances de você faltar ao treino são diretamente reduzidas. 

    Constância é tudo

    Se você está querendo realmente fazer exercícios físicos em seu dia a dia, você precisa de constância ao começar. É necessário que seu corpo entenda que essa prática faz parte da rotina e isso só é alcançado com a prática continua. 

    Dessa forma, evite fazer uma caminhada longa a cada 2 semanas. Se possível, foque em atividades regulares, como uma caminhada de 30 minutos por dia.   

    Cuidado com os limites do seu corpo

    Começar uma nova atividade física é algo estimulante e empolgante. No entanto, é necessário entender os limites do corpo e tomar cuidados para não ultrapassá-los. Evite forçar a musculatura e articulações além do necessário e tenha um momento de descanso. 

    Esses cuidados são fundamentais para evitar lesões, para recuperação muscular e para evitar que todo o avanço seja interrompido por uma contusão desnecessária.  

    Exercícios  físicos recomendados para iniciantes

    Agora que você já sabe alguns passos importantes para começar a praticar exercícios físicos, vamos apresentar algumas modalidades que são indicadas para iniciantes. Confira:

    Caminhada

    Como falamos ao longo do conteúdo, começar com uma caminhada leve diariamente é um ótimo caminho para quem deseja ter uma rotina mais saudável. Além da facilidade para começar, vale destacar que não é preciso investir em equipamentos, basta um bom tênis e muita vontade. 

    Começar com caminhadas diárias de 30 a 40 minutos é o indicado para quem está saindo do zero. Dessa forma, evita-se o esforço excessivo em regiões como joelho e tornozelo e proporciona condicionamento físico para avançar para corridas e tempo maior de caminhada. 

    Natação

    A natação é um dos esportes mais escolhidos por quem deseja criar uma rotina de exercícios físicos. Entre as inúmeras vantagens dessa prática, podemos destacar o fato de  trabalhar de forma eficiente todas as partes do corpo, incluindo músculos, sistema respiratório entre outros. 

    Para quem vai começar agora, a dica é não esquecer dos exercícios de aquecimento e alongamento antes de entrar na piscina. Esses movimentos são importantes para evitar lesões e fazer com que o corpo esteja preparado para a prática. 

    Bicicleta

    Andar de bicicleta é uma das ações mais tradicionais da nossa sociedade. Adotar essa prática como um exercício físico constante é uma ótima forma para começar a se exercitar com mais frequência. 

    Seja por meio do Spinning, nome dado ao ciclismo praticado em salas, ou por meio do ciclismo ao ar livre, essa atividade permite o trabalho de vários músculos e áreas do corpo e oferece vários benefícios. Além disso, podemos destacar o fato de ser um esporte de pouco impacto, quando comparado à corrida.  

    Musculação

    Para finalizarmos essa parte, vale a pena destacar que a musculação também pode ser um bom caminho para quem está começando. Equilibrar atividades de força com aeróbico é uma ótima forma de condicionar seu corpo e fortalecer para outros exercícios que demandam mais força. 

    No entanto, é sempre necessário destacar a importância de um acompanhamento profissional. No caso da musculação, contar com um personal é importante para evitar lesões e ter uma ficha bem distribuída. 

    Exercícios físicos para iniciantes: importância do acompanhamento médico

    Falando sobre acompanhamento profissional, é necessário falar sobre a importância de ter acompanhamento médico para começar a praticar atividades físicas com frequência. 

    Além da realização de um check-up para garantir que está tudo certo para o início, é necessário acompanhamento constante de médicos, sobretudo ortopedistas e especialistas em medicina esportiva, fisioterapeutas e nutricionistas para que haja um trabalho de prevenção de lesões.

    Esse trabalho em conjunto é fundamental para que você tenha condições para realmente começar com pé direito. Entendendo suas particularidades e características, é possível saber quais os melhores treinos, cuidados e hábitos para que você adote essa rotina sem que cause danos para o seu corpo. 

    Assim, começar a praticar exercícios físicos se transforma em um desafio menos complicado e mais acessível para iniciantes e para quem deseja mudar de vida. 

    Agora que você sabe como é possível começar e criar um hábito de exercícios físicos para iniciantes, chegou a hora de colocar a mão na massa. Entrar em contato conosco e agendar uma consulta pode ser o primeiro passo para você mudar de vida e adotar um estilo de vida mais saudável. 

  • Entenda a relação entre qualidade de vida e saúde

    Entenda a relação entre qualidade de vida e saúde

    Qualidade de vida e saúde são dois termos que normalmente andam juntos. Sempre que perguntamos sobre objetivos, planos e desejos para o futuro, essas palavras aparecem e, geralmente, em sequência. 

    Mas, afinal, o que é qualidade de vida? O que é saúde? Como esses termos se relacionam e por que é difícil falarmos em um sem lembrarmos do outro? Ao longo desse conteúdo, você vai entender detalhes sobre essa relação e saber como focar nesses objetivos em sua vida. 

    Você vai ver nesse conteúdo:

    • O que é qualidade de vida?
    • Qual o conceito de saúde?
    • Qual a relação entre qualidade de vida e saúde?
    • O que é preciso para ter qualidade de vida?
    • Como contribuir para sua saúde?
    • Importância dos cuidados do corpo para qualidade de vida e para saúde

    Qual o conceito de qualidade de vida?

    Para esclarecermos o que é qualidade de vida é necessário deixar claro que existem vários conceitos e variações a respeito do significado desse termo. Vamos partir do que é apontado pela Organização Mundial da Saúde.

    De acordo com a OMS, o conceito de qualidade de vida diz respeito à percepção que o indivíduo possui de sua inserção em um contexto cultural e a percepção individual, passando por objetivos, desejos, expectativas, padrões sociais, rotinas e preocupações.

    Dessa forma, podemos dizer que a qualidade de vida está associada a fatores como autoestima, bem-estar e, principalmente, saúde de uma pessoa. Fatores que são percebidos diariamente na vida de qualquer pessoa.

    Qual o conceito de saúde?

    Segundo a OMS, a saúde é um estado de equilíbrio físico, mental e social, no qual uma pessoa é capaz de realizar suas atividades diárias de forma plena, enfrentar desafios e lidar com o estresse de maneira eficaz. Além disso, a saúde não é apenas uma condição individual, mas também está relacionada ao ambiente em que vivemos, incluindo aspectos sociais, econômicos e culturais.

    A saúde envolve não apenas a ausência de doença, mas também a promoção do bem-estar físico e mental, a prevenção de doenças e lesões, o acesso a serviços de saúde de qualidade, o apoio social e a capacidade de adotar estilos de vida saudáveis. É um estado dinâmico que pode ser influenciado por fatores genéticos, ambientais, comportamentais e sociais.

    Qual a relação entre saúde e qualidade de vida?

    Relação entre saúde e qualidade de vida

    Como vimos, é impossível falarmos sobre qualidade de vida sem falarmos sobre saúde. Um dos principais pilares para ter qualidade de vida é cuidar da saúde física e mental, assim, é impossível pensarmos que uma pessoa com a saúde completamente debilitada tenha qualidade de vida. É claro, que é preciso considerarmos que existem outros fatores que influenciam no conceito e na percepção sobre qualidade de vida. 

    Sobre essa relação, um tema cada vez mais frequente é a importância da saúde mental para a qualidade de vida de uma pessoa. Estresse, ansiedade, depressão e Burnout são doenças totalmente vinculadas às questões psicológicas e emocionais e afetam diretamente a percepção sobre qualidade de vida. 


    Segundo um estudo feito pelo Portal Saúde e Bem Viver, “Há 20 anos, o maior número de afastamentos era por conta de acidentes do trabalho, de trajeto ou por problemas ortopédicos. Hoje, a situação se inverteu. Em uma rápida análise, percebemos que na Unidade da Moema 70% são de pacientes com problemas psiquiátricos. Em seguida vêm os problemas ortopédicos”.

    Por outro lado, também podemos destacar os elementos dessa percepção presentes na relação entre qualidade de vida e saúde física. De uma forma direta, a condição física impacta diretamente em decisões, escolhas e visão de mundo de uma pessoa. 

    Portanto, cuidar da saúde, mental e física, é um dos principais caminhos para ter qualidade de vida.

    O que fazer para priorizar qualidade de vida e saúde em seu dia a dia?

    Cada dia que passa, encontramos mais comentários sobre a necessidade de priorização da qualidade de vida e, consequentemente, da saúde em nosso dia a dia. Porém, o que é preciso para realmente focar atenção e ações nesses campos?

    A seguir, você confere algumas dicas para ter qualidade e para contribuir diariamente para sua saúde. Confira:

    O que é preciso para ter qualidade de vida?

    Para esse tópico, é preciso destacar que não existe uma fórmula mágica. Cada pessoa possui uma visão de mundo e isso afeta o que é preciso para ter qualidade de vida. No entanto, a seguir, vamos apresentar algumas dicas que servem para a maioria das pessoas.  

    Dedicar tempo às pessoas e atividades que você gosta: essa medida é uma das mais importantes para a percepção de sociedade, afeto e felicidade. Estar com pessoas que você gosta, geralmente, é fundamental para a busca por qualidade de vida.

    Além disso, dedique tempo para fazer as coisas que você gosta. Hobbies são fundamentais para dar leveza à vida, além de contribuir para a integração com outras pessoas e sentimento de pertencimento a um grupo.  

    Tenha hábitos saudáveis: criar uma rotina de hábitos saudáveis é fundamental para ter qualidade de vida. Isso envolve evitar vícios prejudiciais à saúde e adotar práticas como leitura, meditação e relaxamento de forma frequente. 

    Estabeleça uma rotina agradável: aqui, o principal ponto de atenção é ter cuidado com trabalho em excesso. Muitas pessoas possuem uma rotina muito corrida, estressante e pouco agradável, o que gera a sensação de frustração, tempo perdido e esgotamento. Evitar isso, é fundamental para quem busca qualidade de vida. 

    Cuide da sua saúde: já que a relação entre qualidade de vida e saúde é próxima, cuidar da saúde é essencial para ter mais qualidade de vida no seu dia a dia. No próximo capítulo você confere algumas dicas práticas para alcançar esse objetivo.

    Como contribuir para sua saúde?

    Como vimos, um dos principais passos para ter qualidade de vida é cuidar da saúde física e mental. Por isso, a seguir, você encontra alguns passos básicos para cuidar da sua saúde no dia a dia. 

    Tenha uma alimentação balanceada: evite o excesso de alimentos gordurosos, industrializados e de muito açúcar em sua alimentação diária. Lembre-se: o que você reflete em sua disposição e energia durante o dia. 

    Sono de qualidade: o sono é fundamental para reparação celular e para recuperação muscular do seu corpo. A falta de sono de qualidade pode gerar problemas como insônia e sono durante o dia. Logo, crie hábitos saudáveis para dormir bem. 

    Cuide da sua saúde mental: buscar momentos de silêncio, trabalhar a inteligência emocional e cuidar das suas relações são ações que contribuem para a sua saúde psicológica. Além disso, vale a pena contar com momentos de silêncio, meditação e relaxamento, evitando estresses diários e a necessidade de lidar com os problemas que aparecem todos os dias. 

    Beba água: a água é fundamental para o corpo humano. Hidratar-se bem é fundamental para células, tecidos e para o organismo de forma geral. 

    Pratique exercícios e atividades físicas: a prática regular de atividades físicas é fundamental para a qualidade de vida e para sua saúde. Afinal, por meio de exercícios é possível obter condicionamento físico, disposição, energia, bom humor e resistência para o dia a dia, além de evitar doenças como obesidade, depressão, doenças respiratórias, cardiovasculares, entre outras. 

    Se você não pratica nenhuma atividade física, o importante é movimentar-se. Os principais exercícios físicos para iniciantes não envolvem muitos esforços e têm como base a progressão e aumento de esforço à medida do tempo.

    Importância dos cuidados do corpo em relação entre saúde e qualidade de vida

    Agora que falamos sobre a relação entre qualidade de vida e saúde, destacamos seus conceitos e ainda deixamos dicas, chegou a hora de comentar sobre a importância dos cuidados com o corpo. 

    Manter o corpo com saúde é fundamental para a busca de mais qualidade de vida. Por isso, boa parte dos cuidados que apresentamos acima, lidam diretamente com esse objetivo. 

    Nesse momento, é importante entender a necessidade de acompanhamento especializado e profissional para quem deseja começar uma rotina mais saudável. 

    Começar uma rotina de práticas de atividades físicas, por exemplo, se transforma em um desafio mais acessível quando você conta com suporte de uma equipe de médicos e fisioterapeutas focados em te ajudar nesse objetivo. 

    Depois de ler esse conteúdo, a relação entre qualidade de vida e saúde ficou clara? Acompanhe nosso blog e receba dicas e informações sobre saúde e bem-estar para adotar em seu dia a dia.

    Na Clínica Vicci em BH você encontra especialistas focados em levar qualidade de vida e saúde para nossos pacientes da melhor forma possível.

    Entre em contato conosco e agende uma consulta.

  • A importância de cuidar do coração: Confira dicas essenciais!

    A importância de cuidar do coração: Confira dicas essenciais!

    A importância de cuidar do coração deve estar presente desde a juventude e continuar por toda a vida. Contudo, nunca é tarde para fazer mudanças no estilo de vida que poderão melhorar a saúde do seu coração.

    O coração é o principal órgão do corpo humano, e as doenças cardiovasculares são uma das principais causas de morte atualmente.

    No mundo, aproximadamente dezoito milhões de pessoas morrem anualmente devido a doenças cardiovasculares. Do mesmo modo, no Brasil, ocorrem aproximadamente quatrocentos mil óbitos por ano. Isso representa mais de mil mortes por dia. E, enfim, o mais importante, 50% dessas mortes são evitáveis.

    Portanto, manter o coração saudável é fundamental para uma boa saúde em geral.

    Nosso coração possui a função essencial de manter o corpo em funcionamento. Ele faz isso através do bombeamento do sangue pelo sistema circulatório. O lado direito do coração manda o sangue para os pulmões, onde ocorre a troca gasosa. Consequentemente, esse sangue é preenchido com oxigênio e devolvido ao lado esquerdo que, simultaneamente, envia esse sangue rico em oxigênio para as artérias. Desse modo, o sangue nutre os órgãos e tecidos do corpo, enquanto remove o excesso de resíduos.

    Qual a importância do coração?

    O coração é um órgão vital e desempenha um papel fundamental no funcionamento do corpo humano. Sua principal função é bombear o sangue rico em oxigênio para todos os tecidos e órgãos do corpo, garantindo que recebam os nutrientes e o oxigênio necessários para funcionar adequadamente.

    A importância do coração pode ser destacada nos seguintes aspectos:

    • Circulação sanguínea: O coração é responsável por bombear o sangue, transportando oxigênio e nutrientes para todas as partes do corpo e removendo os resíduos metabólicos. Isso garante que todas as células do corpo recebam o suprimento necessário para realizar suas funções vitais.
    • Oxigenação: O coração ajuda a garantir que o oxigênio seja entregue aos pulmões para a oxigenação do sangue e, em seguida, bombeado para as células do corpo. O oxigênio é essencial para a produção de energia nas células e para a sobrevivência dos tecidos.
    • Remoção de resíduos: O coração também coleta o sangue rico em dióxido de carbono e outros resíduos metabólicos dos tecidos e órgãos e o transporta de volta aos pulmões e aos rins para eliminar esses resíduos do corpo.
    • Regulação da pressão arterial: O coração ajuda a regular a pressão arterial ao bombear o sangue através das artérias. A pressão arterial adequada é importante para o funcionamento saudável dos órgãos e para a prevenção de problemas cardiovasculares.
    • Manutenção do equilíbrio eletrolítico: O coração desempenha um papel na regulação do equilíbrio eletrolítico do corpo, ajudando a controlar a concentração de íons, como sódio, potássio e cálcio, no sangue. Esse equilíbrio é essencial para a função adequada dos sistemas nervoso e muscular.
    • Transporte hormonal: O coração também desempenha um papel no transporte de hormônios, substâncias químicas que regulam diversas funções do corpo. Ele distribui os hormônios produzidos por várias glândulas para os tecidos-alvo onde eles exercem seus efeitos.

    Devido à sua importância vital, problemas no funcionamento do coração podem levar a uma série de condições médicas, como doenças cardíacas, insuficiência cardíaca, hipertensão e arritmias. Portanto, cuidar da saúde do coração é essencial para manter o bem-estar e a qualidade de vida.

    Doenças Cardiovasculares

    Algumas das principais doenças cardiovasculares são, por exemplo, hipertensão arterial, dislipidemia (alterações do colesterol) e doença arterial coronariana. Da mesma forma, também são frequentes tanto alterações nas válvulas quanto arritmias.

    Cuidar do coração é, enfim, a melhor maneira de prevenir o desenvolvimento dessas doenças.

    Como fazer isso? É essencial ter hábitos saudáveis de vida para ter um coração saudável.

    Boa Alimentação

    Uma boa alimentação, composta de carnes magras, peixes, frutas, vegetais, legumes e alimentos ricos em fibras, reflete positivamente no bem-estar tanto do coração quanto do corpo em geral. E pode, também, trazer benefícios em longo prazo, aumentando a qualidade e a sobrevida.

    Não podemos esquecer que, à medida que os anos passam, ocorre uma redução da massa muscular e da massa óssea – e nosso metabolismo parece desacelerar. Portanto, manter uma dieta balanceada desde cedo ajuda na manutenção do peso e, consequentemente, reduz o risco de algumas doenças cardíacas.

    Atividade Física

    Praticar atividade física regularmente é outro hábito de grande importância para se cuidar do coração. Ao nos mantermos ativos enquanto envelhecemos, nós mantemos tanto nosso coração quanto nosso corpo mais fortes e saudáveis.

    Exercícios regulares trazem vários benefícios, como, por exemplo, fortalecer os músculos, melhorar a mobilidade, assim como evitar o excesso de peso, e tudo isso repercute no bem-estar do coração.

    Não Fumar

    Do mesmo modo, não fumar é outra atitude fundamental para evitar o risco de doenças cardíacas, pois esse hábito danifica o revestimento das artérias, além de trazer graves consequências para o pulmão. Existem, enfim, diversos estudos científicos que mostraram evidências de que fumar é um dos principais fatores de risco para doenças coronárias, que podem resultar em ataques cardíacos.

    Redução do Estresse

    Reduzir o estresse pode ajudar a diminuir o risco de ataque cardíaco e derrame, sendo, em suma, de grande importância para se cuidar do coração. O estresse, além de estar associado à hipertensão, expõe igualmente nosso corpo a níveis elevados de hormônios, o que pode trazer vários prejuízos ao organismo como um todo.

    Existem algumas maneiras para tentar reduzir o estresse e evitar que afete diretamente a nossa saúde, como, por exemplo, tentar dormir bem, ter momentos de lazer ou, como já mencionamos, criar o hábito de fazer exercícios físicos. Algumas pessoas também utilizam exercícios respiratórios e meditação para controlar o estresse.

    Consultas Regulares

    Contudo, é importante também diagnosticar e tratar os indivíduos doentes. Portanto, é sempre necessário consultar periodicamente o cardiologista e fazer exames. Mesmo indivíduos sem histórico familiar de doenças cardiovasculares (componente genético) devem adotar essas medidas para reduzirem o risco de desenvolver essas doenças.

    As doenças cardíacas, nos seus estágios iniciais, podem passar despercebidas pelas pessoas, dando, portanto, a impressão de que não existe nada errado. Assim, ao fazemos exames regulares, aumenta a chance de diagnóstico precoce, bem como de iniciar tratamento mais cedo.

    Mesmo os indivíduos que praticam atividade física, seja por lazer ou profissionalmente, devem ter um acompanhamento cardiológico. O exercício físico, como dissemos, traz inúmeros benefícios para a saúde, principalmente a saúde cardiovascular. Entretanto, isso não significa que o individuo não possa desenvolver algum tipo de doença – daí a importância do acompanhamento.

    Muitos pacientes não sofrem apenas de doença cardíaca. Os idosos, principalmente, podem desenvolver também outros problemas de saúde.

    Conclusão

    A Vicci compreende a importância de cuidar do coração, e por isso disponibiliza uma equipe médica com diversos especialistas de apoio, como, por exemplo, cardiologista, ortopedistas, reumatologistas e nutrólogos.

    A Vicci também conta com uma equipe multidisciplinar, como nutricionistas que poderão orientar você em relação a uma dieta saudável para seu coração, bem como fisioterapeutas e especialistas em medicina esportiva, que podem indicar os melhores exercícios físicos para cada caso individual.

    Em suma, todos atuam de maneira integrativa, para atender o paciente de forma ampla e completa.

    Entre em contato