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  • Postura correta: como alcançar por meio da fisioterapia

    Postura correta: como alcançar por meio da fisioterapia

    Os problemas na coluna fazem parte da realidade de boa parte da população mundial. Nesse sentido, a fisioterapia se coloca como uma das principais aliadas para quem busca uma postura correta, seja em atividades cotidianas como andar ou trabalhar, ou mesmo para atividades físicas. 

    A realidade por trás das dores na coluna pode ser percebida por meio de números da Organização Mundial da Saúde, a OMS. De acordo com dados levantados em um estudo e publicados no Jornal da USP, 80% da população já teve ou terá algum tipo de dor na coluna. 

    Por isso, não há outro caminho: é preciso procurar formas de amenizar essas dores. Ao longo desse conteúdo você entende os motivos que colocam a fisioterapia como uma das principais formas de alcançar a postura correta. Confira:

    Qual a importância de manter a postura correta?

    Para começarmos, é necessário esclarecer o que é postura. Postura é a posição que uma pessoa mantém o corpo, seja enquanto está em pé, sentada ou mesmo enquanto está deitada. 

    Quando falamos em postura correta, estamos falando sobre qualidade de vida. O motivo é bem simples: essa posição influencia movimentos diversos e pode ser a fonte causadora de dores e complicações que vão desde a coluna, até os membros superiores, inferiores e ainda é uma das causas mais constantes de torcicolo. 

    Um outro ponto relevante sobre a importância de manter a postura correta está relacionado com a saúde de músculos e articulações. Esse fato é essencial para evitar a ocorrência de lesões ortopédicas. 

    Existe uma postura correta?

    Diferentemente do que muita gente pensa, não existe uma postura considerada correta para todo mundo. Cada pessoa conta com características diferentes, isso envolve peso, tamanho dos membros, por exemplo, assim, o indicado pode mudar. 

    A postura é resultado de uma busca pelo equilíbrio de várias partes do corpo, isso envolve uma boa mecânica e a capacidade de realizar movimentos de forma eficiente e sem comprometer o bem-estar.

    No entanto, existem algumas orientações gerais para ter uma postura correta. Abaixo, vamos ver algumas dicas para manter a boa postura em diferentes atividades. 

    No entanto, a dica geral é sempre procurar aquela que te deixa confortável, se não causa nenhuma dor no momento ou após, é um bom sinal de que é uma boa postura. 

    Melhor postura para andar

    Andar é um movimento simples e, em tese, não há complicação para realização dessa ação. No entanto, existem algumas considerações necessárias quando olhamos para a postura. 

    Andar com os ombros curvados, por exemplo, é um dos principais pontos de atenção durante esse movimento. 

    Por isso, a dica para andar passa pela postura ereta, alinhamento dos pés e braços e também a manutenção da cabeça reta. Essas ações contribuem para dar fluidez ao movimento e impedir que seja demandado um esforço elevado. 

    Além disso, é preciso considerar que estamos falando em boas práticas para o movimento contínuo. Sair desse padrão em momentos específicos e de forma esporádica não causa problema.

    Melhor postura para dormir

    O sono é um dos principais responsáveis pela regulação dos níveis de hormônios, além de ajudar a diminuir os níveis de cortisol no sangue. Dessa forma, adotar uma postura adequada para dormir é algo essencial para ajudar nesse momento e também para evitar dores no outro dia, visto que normalmente dormimos 8 horas por noite. 

    De uma forma bem direta, e novamente lembrando que existem algumas exceções, a melhor posição para dormir é de lado. Dessa forma, é possível deixar a coluna apoiada e em uma linha contínua, fator que contribui para evitar dores nas costas e também lesões na coluna.  

    Sobre a postura ao dormir, vale destacar que uma má posição afeta outras regiões do corpo e pode causar problemas como fadiga, apneia do sono, cãibras, má circulação e até azia.

    Postura correta para trabalhar ao computador

    O debate acerca da melhor postura para trabalhar no computador é tema central de conversas de escritório. Cadeira ortopédica, equipamentos de apoio de pés, encostos e mesas de diferentes são soluções eficientes, porém, só funcionam quando contam com a ajuda de uma boa postura. 

    Trabalhar sentado de frente para o computador é uma realidade de muitas pessoas atualmente, por isso, é tão importante entender quais são as boas práticas sobre a melhor postura. 

    A seguir, você confere 3 dicas para essa atividade:

    1. Com relação a isso, o principal ponto de atenção é a manutenção da coluna ereta. Esse passo é fundamental para a distribuição correta do peso sobre discos intervertebrais e para evitar a formação de coluna torta, popularmente conhecida como corcunda.
    2.   Não cruzar as pernas e deixar os pés apoiados no chão. Esse processo é importante para evitar um desequilíbrio e fazer com que apenas um lado do seu corpo receba o peso. 
    3. Controlar a altura da tela. A sua postura depende diretamente da distância e da altura da tela. Uma boa prática é deixar sempre a uma distância de 50 a 60 cm e sempre alinhado com o seu olhar, evitando a necessidade de esforço do pescoço para olhar sempre para cima ou para baixo.

    3 dicas para alcançar a postura correta

    A seguir, separamos 3 dicas gerais para começar um hábito mais saudável para sua coluna e melhorar a postura. Confira:

    1. Ter cuidado com os pesos: carregar pesos de forma equivocada é um dos grandes vilões para a postura e para a coluna. Isso pode ser percebido no fato de carregar bolsas ou mesmo no levantamento de peso na academia, a dica é sempre ter atenção ao movimento e evitar usar apenas um lado do corpo. 
    2. Praticar atividades físicas: como sempre falamos, levar uma vida saudável é um dos principais aliados para a saúde do seu corpo e com a postura não é diferente. A prática de atividades físicas é fundamental para o fortalecimento dos músculos das costas e do abdômen, impactando na manutenção de uma boa postura. 
    3. Evitar muito tempo em uma única posição: ter pausas entre o trabalho, mudar a posição com frequência e andar no meio do expediente são ações que impedem vícios na postura. 

    Como a fisioterapia ajuda a ter a postura correta

    Por fim, é preciso destacar a importância da fisioterapia para quem busca uma postura correta. 

    A fisioterapia é um dos caminhos naturais para quem busca melhorar a postura. Por meio de exercícios específicos é possível dedicar atenção aos movimentos, fortalecendo músculos e treinando o corpo como um todo. 

    Isso acontece devido a fisioterapia estimular o sistema neuromuscular por meio da associação de movimentos das articulações e músculos. Com isso, tensões, lesões e vícios musculares são estrategicamente afetados com os movimentos. 

    Portanto, além de contribuir para que você alcance uma postura correta, a fisioterapia também é importante para evitar lesões, tratar dores na coluna e outras alterações ortopédicas que podem comprometer todo o esqueleto humano.  

    O resultado é a melhoria da capacidade motora e uma adaptação natural dos movimentos para a rotina de cada pessoa, contribuindo para a qualidade de vida. 

    Aqui na Vicci, você conta com a melhor equipe de fisioterapia, além de outros médicos. Assim, você consegue apoio para ter uma postura correta, evitar dores na coluna e ter uma vida mais saudável.

    Entre em contato e agende seu horário agora mesmo. 

  • Importância da nutrição para o tratamento de diabetes

    Importância da nutrição para o tratamento de diabetes

    A nutrição é uma das áreas médicas que mais ganhou destaque nos últimos anos. Muito relacionada à busca por uma rotina mais saudável e qualidade de vida, o acompanhamento nutricional também tem sido responsável por bons resultados quando olhamos para o tratamento de diabetes. 

    De acordo com informações do Ministério da Saúde, o Brasil é o 5º país em incidência de diabetes no mundo, com 16,8 milhões de doentes adultos. Ainda segundo esses dados, até 2030, o número de pessoas com a doença deve chegar a 21,5 milhões em todo território nacional. 

    Dessa forma, é preciso entender alguns detalhes sobre essa doença e a importância da nutrição para o tratamento de diabetes. Assunto que é o tema desse conteúdo. 

    O que é diabetes?

    Para entendermos a importância da nutrição para o tratamento de diabetes, é necessário antes explicarmos algumas características dessa doença. 

    Diabetes é o nome dado à doença causada por complicações na produção ou na absorção de insulina pelo corpo humano, gerando o aumento do nível de glicose no sangue, processo chamado de hiperglicemia. A insulina é um tipo de hormônio que é produzido pelo pâncreas e possui um papel fundamental para a quebra de açúcar no sangue (glicose). 

    Portanto, a diabetes é uma doença que está relacionada diretamente com a alimentação, visto que o consumo de açúcar precisa ser compatível com a capacidade do corpo de processar essa substância. 

    Abaixo, vamos entender como funciona o tratamento de diabetes e estabelecer a importância de um acompanhamento nutricional. Acompanhe:

    Como é o tratamento da diabetes?

    O tratamento de diabetes passa pelo controle e redução dos níveis de glicose no sangue e também pela adoção de uma rotina mais saudável e controlada, sobretudo olhando para alimentação e práticas diárias como atividades físicas. A seguir, vamos entender os detalhes de cada uma dessas etapas. 

    Tratamento para diabetes com remédios

    Hoje em dia é possível contar com uma ampla lista de medicamentos que auxiliam pacientes em tratamento de diabetes. Esses remédios dependem do tipo da doença e também das características de cada pessoa. 

    Os medicamentos antidiabéticos mais comuns são: Glibenclamida, Gliclazida, Metformina ou Vildagliptina. Vale a pena destacar que o diagnóstico e a receita de medicação são ações que só podem ser realizadas por médicos. A automedicação não é uma prática segura. 

    Tratamento via doses de insulina

    Um dos caminhos mais tradicionais para o tratamento de diabetes passa pela aplicação de doses de insulina. 

    Atualmente, existem várias formas de aplicação dessa insulina sintética, possibilitando que o corpo tenha um volume maior do hormônio e consiga realizar a transmissão da glicose para todas as áreas do corpo. 

    Esse método é utilizado, sobretudo, em casos de pacientes que contam com baixa produção de glicose. Além disso, ainda é preciso saber que existem diferentes tipos de insulina, cabe ao médico entender qual o tipo mais indicado para cada paciente. 

    Tratamento de diabetes por meio de exercícios físicos

    Entre os tratamentos naturais, a prática de atividades físicas de forma regular é uma ação que ganha cada vez mais destaque e importância para a rotina de um paciente diagnosticado com diabetes. 

    O motivo é bem simples: estudos comprovam que uma rotina de atividade física ajuda a regular os níveis de açúcar no sangue, diminui a resistência à insulina e ainda contribui para o bom funcionamento do sistema cardiovascular e do sistema respiratório. 

    De uma forma geral, essa rotina é fortemente recomendada quando o nível de glicemia no sangue está abaixo de 250 mg/dL. 

    Normalmente, a indicação é que esses exercícios estejam presentes em, pelo menos, 3 momentos durante a semana. 

    Sobre a relação entre diabetes e atividades físicas é preciso destacar que as demandas particulares devem ser entendidas para a definição de uma rotina de treinos saudável. Pessoas que contam com alguma complicação em decorrência da doença, como retinopatia ou ferida nos pés, por exemplo, devem evitar algumas atividades que causem impactos. 

    No contexto geral, atividades de intensidade moderada e alta são recomendadas.  Caminhada, corrida, dança, ciclismo, natação ou remo e mesmo musculação podem ser caminhos eficientes para aumento da massa muscular, contribuindo para a melhoria da sensibilidade da insulina. 

    Por fim, o último ponto é sobre a necessidade de contar com o apoio de um educador físico. Esse profissional precisa saber sobre essa condição e levar em conta essa doença na hora de criar a rotina de treinos. 

    Dieta para tratamento de diabetes

    A alimentação exerce um papel muito importante para o tratamento de diabetes. Ter uma alimentação saudável é um dos pilares para ter qualidade de vida e, nesse caso, é importante para ajudar o corpo no controle dos hormônios necessários para o sangue. 

    Procurar um nutricionista é um dos primeiros passos do tratamento, afinal, esse profissional sabe quais alimentos devem estar presentes nessa dieta e consegue estabelecer um plano alimentar, com quantidades e porções indicadas.  

    Alimentos que normalmente são priorizados durante a construção de um plano alimentar para pacientes com diabetes:

    • Grãos integrais: sobretudo a farinha de trigo integral, o arroz e o macarrão integrais, flocos de aveia e quinoa;
    • Leguminosas: como feijão, soja, grão-de-bico, lentilha e ervilha;
    • Legumes em geral: preferindo os frescos, como alface, tomate, rúcula, acelga, abóbora, vagem, cebola.
    • Carnes magras: peixes brancos, frango, carne bovina magra, como músculo e patinho.
    • Frutas em geral: priorizando as frescas e inteiras ou em pedaços, como laranja, mamão, pêra, abacaxi, pêssego e tangerina.
    • Gorduras boas: de frutas como abacate e coco, e óleos vegetais como azeite extra virgem, óleo de abacate e manteiga. 
    • Oleaginosas: castanhas, amendoim, avelãs, nozes e amêndoas.
    • Leite e derivados: nesse tópico, vale a pena destacar que é sempre mais recomendado o consumo de alimentos que não possuem adição de açúcar e que sejam mais leves como iogurte natural desnatado, queijos brancos como ricota

    Alimentos que normalmente devem ser evitados:

    • Açúcar e doces em geral, como chocolates, balas e bolos. 
    • Mel e geleia de frutas. 
    • Bebidas açucaradas, como refrigerantes, sucos industrializados, achocolatados;
    • Tubérculos em geral, como batata, batata doce, mandioca e inhame. O carboidrato precisa ser controlado, focando em alimentos integrais. 
    • Carnes processadas, como presunto, peito de peru, salsicha, linguiça, bacon, mortadela e salame;
    • Bebidas alcoólicas, como cervejas, vinhos e destilados.

    Como contar com um acompanhamento nutricional?

    Atualmente, encontrar um bom apoio nutricional é um caminho essencial, sobretudo para quem foi diagnosticado com diabetes. Como vimos, alguns alimentos devem estar em um plano alimentar, destacando ainda mais a necessidade de um nutricionista. 

    É possível encontrar várias receitas, dietas e programas alimentares na internet. Essas dicas, quase sempre, servem como base para a alimentação diária, porém, não substituem o trabalho de um profissional de nutrição. 

    Um plano alimentar eficiente deve levar como base alguns dados individuais, sejam referentes à rotina de cada pessoa, aos gostos alimentares de cada um ou mesmo das restrições. 

    Aqui na Vicci, você tem acesso a um acompanhamento nutricional que leva em consideração as suas demandas. Além disso, ainda é possível contar com outros profissionais, para ter uma rotina ainda mais saudável.

    Portanto, agora que você entendeu a importância da nutrição para o tratamento de diabetes, o próximo passo é entrar em contato com a clínica Vicci e marcar sua consulta e ficar mais perto de contar com um plano alimentar que proporciona maior qualidade de vida. 

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  • 5 cuidados com a pele para ter agora mesmo

    5 cuidados com a pele para ter agora mesmo

    Para muitas pessoas, uma das dicas mais básicas é: use protetor solar. A máxima ganhou destaque após um icônico discurso e ressalta o quanto é importante adotar uma rotina que envolve alguns cuidados com a pele.  

    No entanto, essa dica não é colocada em prática por todo mundo. Ainda existem pessoas que não adotam boas práticas ou mesmo que acreditam em formas não eficientes para esse processo. 

    Portanto, ao longo desse conteúdo vamos passar algumas informações essenciais para que você consiga adotar esses cuidados com a sua pele em sua rotina e garantir maior saúde para o maior órgão do corpo humano.  

    Qual a importância de cuidar da pele?

    Como falamos, a pele é o maior órgão do corpo humano. Além do seu tamanho, é uma das áreas mais expostas a fatores externos, afinal, está diariamente em contato com bactérias e vírus presentes no ar, além de radiação solar, agentes químicos, poluição, entre outros eventos como cortes que podem acontecer. 

    Outro fator determinante é o tempo. A pele é um dos principais componentes sensíveis ao tempo, visto que, com o passar dos anos fica mais sensível, perde a elasticidade e começa a demandar alguns cuidados específicos.  

    Dessa forma, os cuidados da pele são fundamentais para 2 motivos claros:

    1. Evitar e retardar o envelhecimento: as marcas do tempo são evidentes, porém, os cuidados servem para ajudar a retardar esse processo, ou mesmo para evitar a aparência mais velha. Inclusive, os cuidados da pele são importantes para o sucesso de boa parte dos procedimentos estéticos. 
    2. Evitar doenças de pele: como falamos, vírus, bactérias estão presentes no ar e podem resultar em doenças. Além disso, existem outras condições que são decorrentes da falta de cuidado e podem causar complicações. 

    Doenças de pele

    Falamos sobre as doenças de pele e, agora, é importante um capítulo exclusivo para detalharmos essas enfermidades. 

    Como falamos, a pele é um dos principais pontos de contato entre o corpo humano e agentes externos, por isso, além dos cuidados serem essenciais para a manutenção da beleza, são importantes também para impedir que algumas doenças apareçam. 

    Entre essas doenças é preciso destacar o câncer de pele. De acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), entre janeiro de 2020 e outubro de 2021 foram registrados mais de 99 mil casos de diagnósticos desse tipo de câncer em todo território brasileiro. 

    Entre as principais causas desse câncer, é preciso lembrar de algumas condições genéticas. Porém, vale o alerta para a falta de cuidados com a pele para evitar e amenizar os efeitos, principalmente da radiação solar. 

    Na mesma fonte onde os dados foram coletados, um importante médico e Coordenador do Núcleo de Dermatologia do Hospital Sírio-Libanês afirmou que o uso de protetor solar não é uma prática diária de boa parte da população brasileira e ainda reforçou que a evolução de pintas e sinais de pele não é um processo acompanhado por todo mundo. 

    5 cuidados com a pele necessários

    Pensando nisso, a seguir, separamos os 5 principais cuidados com a pele que você pode começar a adotar agora mesmo. Você vai ver que, na prática, são ações simples, que podem fazer um grande efeito e fazer com que sua pele seja mais saudável. Confira:

    1. Usar protetor solar diariamente

    O erro de muitas pessoas é acreditar que o uso do protetor solar só é necessário quando há um contato excessivo e direto com o sol.  

    Estamos em contato direto com a radiação solar em vários momentos do dia, seja enquanto caminhamos, dirigimos ou mesmo ao trabalho, por isso, o protetor solar deve ser um componente presente diariamente. 

    O filtro solar é importante para proteção contra os raios UVA (raios solares que alcançam a camada interna da pele – a derme) e UVB (raios solares que atingem a camada externa – a epiderme).

    A recomendação é a utilização diária, com atenção redobrada em momentos de contato direto como em praias e piscinas. Dessa forma, você conta com um importante aliado para prevenir o envelhecimento precoce e o câncer de pele, além de evitar aparecimento de manchas, flacidez e rugas. 

    2. Mantenha-se hidratado

    A hidratação é uma das principais aliadas para a manutenção da pele saudável. A água é um dos principais componentes do nosso corpo e responsável direto por fornecer nutrientes e substâncias necessárias para a regeneração celular da pele. 

    A hidratação certamente começa pelo consumo de água. Especialistas afirmam que cada pessoa deve consumir, no mínimo, 2 litros de água por dia para manter o corpo hidratado. Além disso, ainda é preciso alguns cuidados para hidratar a pele na parte externa. 

    Assim, hidratantes são fundamentais para auxiliar o processo de regeneração e para manutenção da aparência da pele, reagindo contra efeitos do tempo e atuando a favor da saúde. 

    3. Tenha uma rotina de limpeza de sua pele

    A higienização é um cuidado com a pele básico e muito importante. Um processo correto de limpeza é fundamental para livrar a pele de impurezas que se acumulam, seja durante o dia ou mesmo durante o sono. 

    Especialistas indicam que esse processo deve acontecer pela manhã e à noite, antes do repouso. Assim, é possível retirar a oleosidade excessiva da pele e ainda remover produtos como protetor solar, maquiagem e outros cremes. 

    Sobre a limpeza, é preciso lembrar que o processo é fundamental após a prática de atividades físicas, visto que o suor pode carregar algumas impurezas para a pele. Portanto, atenção redobrada após os treinos. 

    Na prática, a limpeza com água e um sabonete facial já é eficiente, desde que seja realizada de forma correta e com a devida atenção. Por isso, não é preciso um trabalho intenso para manter sua pele limpa e saudável durante o dia a dia. 

    4. Tenha uma alimentação saudável

    Ter um plano alimentar adequado é uma dica para boa parte dos temas que abordamos aqui em nosso blog. O motivo é bem simples: a alimentação é a principal responsável pela produção de nutrientes e energias do nosso corpo, incluindo aqueles que são direcionados para a pele. 

    Por isso, um plano alimentar com legumes, hortaliças e frutas ajuda a combater o envelhecimento da pele e ainda deixa mais saudável, visto que esses alimentos são fontes de vitaminas e minerais. 

    Ainda existem alguns alimentos que ajudam na prevenção de danos causados pela radiação solar. Nesse caso, estamos falando de cenoura, abóbora, mamão, maçã e beterraba, alternativas que contém carotenóides, uma substância que se deposita na pele e possui ação antioxidante. 

    5. Consulte um dermatologista

    A dermatologia é a área médica responsável por cuidar da pele. Por isso, da mesma forma que é necessário uma consulta periódica para cuidar do coração, é preciso acompanhar a saúde de sua pele. 

    Esse acompanhamento é ainda mais importante para aquelas pessoas que possuem alguma condição genética que demanda maior cuidado, ou ainda para pessoas que possuem pintas e marcas de pele que precisam ser examinadas. 

    Os cuidados com a pele são essenciais para sua rotina diária. Seguindo essas dicas, você consegue adotar algumas ações para proteger e deixar sua pele ainda mais saudável. Em nosso blog você confere outras informações e dicas que geram mais qualidade de vida e bem estar para você.  

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  • Reumatologia cuida de que? O que é essa especialidade?

    Reumatologia cuida de que? O que é essa especialidade?

    A Reumatologia está longe de ser uma das áreas médicas mais conhecidas. Diferentemente de especialidades como ortopedia, pediatria e cardiologia, muitas pessoas ainda precisam pesquisar para entender sobre quais doenças são tratadas por esse médico. 

    No entanto, quando olhamos para o dia a dia, percebemos o quão importante são os cuidados dos médicos que possuem como especialidade a reumatologia. Assim, para acabar com essas dúvidas, nesse conteúdo vamos explicar todos os detalhes sobre o assunto. 

    O que você vê nesse conteúdo sobre reumatologia:

    • Significado de reumatologia. 
    • Importância da reumatologia. 
    • Diferença Diferença entre reumatologista e ortopedista
    • 7 principais doenças reumáticas
    • Quando procurar um reumatologista?

    O que é reumatologia?

    A reumatologia é a área médica estuda, diagnostica e trata diversas doenças que afetam o sistema musculoesquelético e o tecido conjuntivo, mais precisamente no que diz respeito às condições que não são traumáticas e tumorais, ou seja, aquelas que um ortopedista não trata. 

    Vale destacar que o tecido conjuntivo é encontrado em órgãos e estruturas do nosso corpo como articulações, tendões, ossos, coluna, músculos, pele, coração e rins. Assim, podemos dizer que a reumatologia atua em todo o corpo humano. 

    Importância da reumatologia

    As doenças reumáticas, quando não diagnosticadas e tratadas corretamente, podem causar graves danos físicos e psicológicos ao indivíduo. Sobretudo, vale a pena destacar a incapacidade de realizar movimentos básicos e dores fortes em regiões diversas do corpo. 

    Não é exagero falar que boa parte das dores crônicas no corpo podem estar relacionadas a alguma doença reumática. Portanto, a reumatologia atua de forma ativa para reduzir dores diárias e crônicas, proporcionando melhor qualidade de vida para as pessoas. 

    Reumatologista cuida do que?

    O reumatologista é um médico especializado no diagnóstico e tratamento de doenças que afetam o sistema musculoesquelético e os tecidos conjuntivos. Essas condições, conhecidas como doenças reumáticas, incluem uma ampla variedade de distúrbios que afetam as articulações, ossos, músculos, tendões e ligamentos.

    Aqui estão algumas das principais áreas de atuação de um reumatologista:

    1. Artrite Reumatoide: Uma doença autoimune que afeta as articulações, causando inflamação, dor, inchaço e eventualmente danos articulares.
    2. Osteoartrite: Uma condição degenerativa das articulações causada pelo desgaste da cartilagem, resultando em dor e rigidez nas articulações.
    3. Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES): Uma doença autoimune que pode afetar várias partes do corpo, incluindo articulações, pele, rins, pulmões e outros órgãos.
    4. Gota: Uma forma de artrite causada pelo acúmulo de cristais de ácido úrico nas articulações, resultando em ataques de dor intensa.
    5. Espondiloartrites: Um grupo de doenças inflamatórias que afetam principalmente a coluna vertebral e as articulações sacroilíacas.
    6. Artrite Idiopática Juvenil (AIJ): Uma forma de artrite que afeta crianças e adolescentes.
    7. Fibromialgia: Uma condição caracterizada por dor generalizada, fadiga e sensibilidade nos músculos, tendões e ligamentos.
    8. Doenças Autoimunes do Tecido Conjuntivo: Incluindo condições como a síndrome de Sjögren, esclerodermia e miosite.
    9. Vasculites: Inflamação dos vasos sanguíneos, que pode afetar diversas partes do corpo.
    10. Doenças do Tecido Conjuntivo: Condições como a síndrome antifosfolípide, doença mista do tecido conjuntivo e outras.
    11. Síndrome de Behçet: Uma condição rara que envolve inflamação dos vasos sanguíneos.

    O reumatologista desempenha um papel crucial no diagnóstico precoce, tratamento e gerenciamento dessas condições, muitas das quais podem ser crônicas e requerem uma abordagem multidisciplinar. Além do tratamento medicamentoso, os reumatologistas frequentemente trabalham em conjunto com outros profissionais de saúde, como fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais, para proporcionar cuidados abrangentes aos pacientes.

    Entenda a diferença entre reumatologia e ortopedia. neste artigo!

    Quais são os tipos de doenças reumáticas?

    Existem mais de 150 doenças caracterizadas como doenças reumáticas, que também são conhecidas como reumatismos. Essas doenças atingem pessoas de diferentes idades e homens e mulheres e podem ser inflamatórias, degenerativas, autoimunes, metabólicas e genéticas. 

    Abaixo, vamos apresentar as 7 principais doenças reumáticas, confira:

    1. Osteoporose

    A osteoporose é uma das principais doenças relacionadas ao envelhecimento. Para você ter ideia, de acordo com números levantados pela Federação Internacional da Osteoporose e divulgados pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia de São Paulo, a doença afeta 200 milhões de mulheres em todo o mundo. 

    Isso quer dizer que 1 em cada 3 mulheres com mais de 50 anos sofrerão com algum sintoma da doença. Nos homens, esse número é de 1 em cada 5. 

    Na prática, essa doença está relacionada ao processo de enfraquecimento dos ossos dos seres humanos. Pode acontecer devido à má formação ou devido ao desgaste natural do tempo, fator que é predominante. 

    Esse enfraquecimento é responsável por agravar o efeito de lesões e fraturas em regiões como quadril, coluna, pernas e braços e ainda por fazer com que outras lesões relacionadas à estrutura do corpo humano aconteçam, como doenças em articulações e músculos.  

    2. Lúpus

    O Lupus Eritematoso Sistêmico (LES), é uma doença inflamatória crônica, de origem autoimune, que provoca lesões em diversas partes do corpo. É a doença autoimune mais comum entre as mulheres, por isso, merece atenção. 

    Entre as causas de Lupus, vale destacar questões hormonais, genéticas e ambientais. Sobretudo, a produção de determinados hormônios como o estrogênio, podem fazer com que mulheres tenham essa doença. 

    Em boa parte dos casos, as lesões na pele são os sintomas mais comuns. Caracterizadas por manchas vermelhas em diferentes partes do corpo, normalmente são sensíveis à exposição solar. 

    3. Artrite reumatoide

    Artrite reumatoide é o nome dado a uma doença crônica que acomete as articulações, que tradicionalmente são conhecidas como juntas. Essa condição geralmente é provocada por alterações no sistema de defesa do organismo, o chamado sistema imune.

    As articulações mais afetadas normalmente são cotovelos, joelhos e tornozelos. Dores fortes nas juntas, inchaço e vermelhidão são os sintomas mais comuns, além de uma fadiga na região. 

    4. Osteoartrite

    Também conhecida como osteoartrose, é uma doença degenerativa caracterizada, sobretudo, pelo desgaste da cartilagem articular e por alterações ósseas. Entre essas alterações cabe destacar os osteófitos, também chamados popularmente de “bicos de papagaio”. 

    Alterações no metabolismo, desgaste natural ou mesmo problemas na formação podem ser as causas dessa doença. Além disso, ainda vale destacar que há uma tendência para a passagem hereditária dessa condição. 

    5. Tendinite

    Tendinite é o nome dado às doenças inflamatórias dos tendões do corpo humano. Essa inflamação pode acontecer em pessoas de qualquer idade e geralmente afeta regiões como joelhos, ombros, cotovelos, pés e tornozelos. 

    Os tendões são os responsáveis por possibilitar os movimentos de mãos, ombros e pernas, por isso, além de dores intensas e inchaço, um sintoma importante da tendinite é a redução da capacidade de movimentação.  

    6. Gota

    Gota, ou artrite gotosa, é uma doença causada pela inflamação nas articulações e ocorre quando a taxa de ácido úrico no sangue está em níveis acima do normal. 

    Fatores como a falta de uma alimentação saudável, uso de medicações e consumo excessivo de bebidas alcoólicas podem gerar esse aumento da produção de ácido úrico. Além disso, é importante destacar que quase metade das pessoas diagnosticadas dom Gota conta com um histórico familiar da doença. 

    7. Esclerodermia

    Por fim, a última doença reumatológica que vamos apresentar é a esclerodermia. Essa condição causa um processo de inflamação em determinados tecidos do corpo, gerando enrijecimento na pele e em alguns órgãos, impactando ativamente os objetivos desses órgãos e a qualidade de vida do paciente. 

    Também é considerada uma doença autoimune e está associada a um processo do próprio corpo. Além disso, há estudos que provam que uso de medicamentos e ações de vírus e bactérias e bactérias também podem causar essa doença. 

    Especialista reumatologia: Quando a pessoa deve procurar um reumatologista?

    Diferentemente do que muita gente pensa, as doenças reumáticas não afetam apenas as pessoas mais velhas. Por isso, é necessário acompanhar os sintomas e entender quais são os sinais dessas condições. 

    Os sintomas mais comuns das doenças reumáticas são:

    • Dificuldade para se movimentar ao acordar. 
    • Dores no corpo de forma frequente e sem a explicação de uma fratura.
    • Inchaço nas articulações. 
    • Redução da flexibilidade das pernas, braços ou mesmo do quadril.

    Esses são apenas os sintomas mais frequentes das doenças reumáticas. Agora que você já sabe qual é a atuação de um médico especializado em reumatologia, fica mais fácil entender se é necessário marcar uma consulta com esse profissional, não é mesmo?

    Lembrando que aqui na clínica Vicci em BH você encontra os melhores profissionais. Tem acesso a um corpo formado por médicos especializados em ortopedia, cardiologia, reumatologia entre outros, assim, garante tratamento integrado e dedicação a você. Por isso, marque sua consulta agora mesmo e siga nossa reumatologista no Instagram. 

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  • Avaliação médica: importância antes de começar a treinar

    Avaliação médica: importância antes de começar a treinar

    Começar uma atividade física é um projeto de muitas pessoas. Porém, antes de começar uma ficha na academia ou mesmo de começar em algum exercício por conta própria, é necessário certificar que seu corpo está preparado, nesse momento entra em cena a avaliação médica. 

    Em muitas academias, a avaliação médica é um requisito necessário para concluir o cadastro. No entanto, é comum encontrarmos casos de realização inadequada ou mesmo de desconsideração dessa etapa fundamental. 

    Por isso, ao longo desse conteúdo vamos explicar todos os detalhes sobre a avaliação médica, assim, você entenderá o quão importante é para seus objetivos e para manter uma rotina de treinos sem abrir mão da saúde. 

    O que você encontra nesse conteúdo sobre avaliação médica:

    • O que é uma avaliação médica. 
    •  Como funciona essa avaliação. 
    • Exames que podem ser solicitados. 
    • Qual a periodicidade da avaliação médica.
    • Importância da avaliação médica.
    • Qual médico procurar. 

    O que é uma avaliação médica?

    A avaliação médica é o nome dado a uma bateria de exames que deve ser realizada para assegurar que uma pessoa está apta para praticar algumas atividades, sobretudo quando falamos de atividades físicas. 

    A avaliação médica também é chamada de avaliação pré-participação esportiva, ou APP e consiste em um exame para detectar a existência de doenças cardiovasculares e outras complicações que impossibilitam a prática esportiva. 

    De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) e a Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBMEE), a realização dessa avaliação é indicada tanto para atletas que estão iniciando no esporte por lazer, quanto para atletas amadores ou profissionais. 

    Essa avaliação tem o objetivo principal de evitar a morte súbita e problemas como ataques cardíacos durante a prática esportiva. A seguir, vamos entender como funciona essa avaliação, no entanto, podemos adiantar que por meio desses exames é possível identificar alterações estruturais, elétricas e funcionais do coração. 

    Como funciona uma avaliação médica?

    A avaliação médica é realizada de formas diferentes. No entanto, existem alguns padrões e passos necessários para que o resultado seja realmente eficiente. 

    O primeiro passo dessa avaliação é a consulta médica, nesse momento, todo o histórico do paciente é levantado e apresentado ao médico responsável, assim, ele é capaz de entender o histórico familiar de doenças cardíacas e outras doenças hereditárias que podem impedir a prática de exercícios físicos, sobretudo aqueles mais intensos. 

    O histórico também deve considerar sintomas que o paciente já teve ao longo da sua vida. Dores frequentes, problemas nas articulações, cirurgias, diagnósticos, todas essas informações são fundamentais nesse primeiro passo. 

    O segundo passo é composto pelo exame físico do paciente. Nesse momento, a pressão é aferida e o processo de ausculta do coração e do pulmão é realizado. Esse exame é importante para que o médico consiga entender como está o funcionamento desses órgãos.

    Por fim, ainda podem ser indicados outros exames complementares, a seguir, vamos apresentar os 4 que normalmente são solicitados: 

    Exames solicitados durante uma avaliação médica

    1. Glicemia: esse exame serve para analisar a quantidade de glicose presente no sangue de uma pessoa. Níveis altos podem representar um quadro de hiperglicemia, por outro lado, uma quantidade baixa pode representar hipoglicemia. Esse entendimento é fundamental para ajudar a entender se o objetivo buscado no treino é adequado ao paciente. 
    2. Colesterol e triglicérides: ainda olhando para o sangue, o exame de colesterol serve para que o médico consiga saber qual o índice de gordura no sangue. Níveis demasiadamente elevados podem indicar maior probabilidade de ocorrência de hipertensão ou mesmo insuficiência cardíaca. 
    3. Eletrocardiograma (ECG) ou ecocardiograma: esses exames servem para complementar e fornecer mais dados do que o exame de ausculta realizado no consultório. O eletrocardiograma é responsável por medir o ritmo dos batimentos cardíacos para identificar sopro, arritmia, entre outros quadros cardíacos. Já o ecocardiograma oferece uma visão sobre a presença de anormalidades como tumores e cistos e ainda fornece uma visão sobre a musculatura do coração.
    4. Exame ergométrico: esse exame utiliza eletrodos para identificar o comportamento do coração durante uma atividade física. Assim, um possível desequilíbrio na oxigenação é identificado, servindo como alerta para a prática de atividades de alta intensidade. 

    Quando realizar essa avaliação?

    Como falamos ao longo desse conteúdo, antes de começar a treinar ou mesmo praticar alguma atividade física, essa avaliação é essencial. Esse processo é fundamental para evitar a exposição a riscos durante a realização de alguma atividade, mesmo que seja um exercício para iniciantes.

    No entanto, não é somente no começo de uma prática que a avaliação médica deve ser realizada. A recomendação é que o exame seja repetido de forma anual, afinal, novos quadros podem se desenvolver e gerar complicações. 

    Ademais, essa avaliação deve ser realizada sempre que algum sintoma aparecer durante a prática esportiva. Para você ter uma ideia, tonturas, dores no peito e dificuldade de respirar são os mais preocupantes e relacionados com doenças cardíacas, logo, fazer essa avaliação é uma forma de cuidar do coração.

    Por que a avaliação médica é importante antes de começar a treinar?

    Como falamos, a avaliação médica é o exame que fornece condições para a prática esportiva. No dia a dia, essa avaliação é importante para 3 fatores para quem está pensando em começar a treinar:

    1. Segurança sobre a saúde: por meio da avaliação médica você garante que sua estrutura cardiovascular não sofrerá complicações durante os treinos. Além disso, é fundamental entender os limites de cada pessoa. 
    2. Montagem dos treinos: a avaliação médica deve ser um dos documentos avaliados por educadores físicos na hora de montar os treinos. Os limites devem ser respeitados, assim como características presentes na rotina e no corpo de cada pessoa. Dessa forma, evita-se que um treino muito intenso seja aplicado a um indivíduo que não possui condições, inclusive, é essencial para a escolha do tipo de atividade e do tipo de esporte. 
    3. Impedir a prática de alguma atividade: embora não seja esse o objetivo, é preciso dizer que, em alguns casos, a avaliação médica serve para impedir a prática de algum exercício específico. Caso seja diagnosticada alguma doença cardíaca, por exemplo, é necessário um tratamento antes de iniciar uma sequência de treinos. 

    Qual médico procurar para essa avaliação?

    Essa é uma das principais questões sobre a avaliação médica. O erro de muitas pessoas é a realização desse exame sem a devida importância que merece. Inclusive, há relatos de falsas avaliações, sem a profundidade necessária para realmente averiguar todos os critérios para liberar a prática de uma atividade física. 

    Por isso, você precisa entender que a avaliação médica é importante para sua saúde. Mesmo com todos os seus objetivos, sua saúde deve estar em primeiro plano e deve ser sempre lembrada. 

    Buscar médicos especializados em medicina esportiva é sempre uma boa escolha. Dessa forma, entendendo seus objetivos, treinos e rotinas, será possível realizar os exames necessários para entender exatamente seu quadro antes que você comece os treinos. 

    Aqui na Vicci, você encontra toda estrutura necessária para realizar a avaliação médica e contar com todo apoio médico para não ter problemas durante seus treinos. Além disso, ainda pode realizar esses exames em conjunto com outros profissionais como educadores físicos e fisioterapeutas. 

    Por isso, entre em contato agora mesmo e entenda como agendar sua avaliação médica ou como marcar sua consulta com um médico especializado. 

  • Estalos no joelho o que pode ser?

    Estalos no joelho o que pode ser?

    Os joelhos são a principal articulação do corpo humano e responsáveis pela sustentação e movimentação do corpo, é comum a aparição de estalos no joelho, sobretudo de forma suave e sem dor. Na maioria das vezes não é um sinal de algum problema grave nessa articulação, porém, é preciso entender sobre esse movimento e, principalmente, saber quando é necessário procurar um ortopedista para tratar. Ao longo desse conteúdo, vamos passar informações sobre causas, tratamentos e outros detalhes sobre essa situação. 

    O que você vai encontrar nesse conteúdo sobre estalos no joelho:

    1. Qual o significado dos estalos no joelho
    2. Principais causas desses estalos
    3. Quando se preocupar com os estalos no joelho
    4. Como cuidar do joelho

    O que significam os estalos no joelho?

    Os estalos no joelho são chamados cientificamente de crepitação articular e normalmente acontecem devido ao atritos entre os ossos causados pela redução significativa do líquido sinovial nesta região. 

    Para entender melhor, é importante falarmos que líquido sinovial é um dos principais elementos do sistema locomotor de um ser humano. Esse líquido é responsável por lubrificar as articulações, possibilitando movimentos. Além disso, ainda é importante para o fornecimento de nutrientes para cartilagens. 

    Estalos no joelho o que pode ser?

    Uma da perguntas mais frequentes no consultório é sobre ‘estalo no joelho o que pode ser?’ Normalmente, quando você sente o joelho estalando pode ser devido ao estouro de pequenas bolhas do líquido sinovial. Esse movimento pode ser considerado normal e fundamental para a criação de novas ações de lubrificação na articulação. 

    Entretanto, o problema está na frequência e em sintomas que podem acompanhar esses estalos no joelho. Isso quer dizer que o estalo por si só, não é um problema, mas a constância de dor e estalos no joelho podem indicar que a causa desse quadro não é somente o movimento natural do corpo. A seguir, vamos apresentar as principais causas de sentir o joelho estalando que fogem desse movimento natural:

    1. Excesso de peso 

    O sobrepeso é uma das principais causas de estalo no joelho. Como falamos, o joelho é o grande responsável pela sustentação do corpo, assim, quando há um excesso de peso, as articulações ficam sobrecarregadas. 

    Nesses casos, os estalos no joelho podem ser sinal de que a estrutura de ligamentos, ossos e cartilagens está comprometida. Nesse caso os sintomas são acompanhados de dor e estalos no joelho, sobretudo ao realizar exercícios físicos ou mesmo atividades comuns como subir escadas ou mesmo fazer pequenas caminhadas. 

    2. Fratura no joelho

    Quando o estalo no joelho surge após pancadas na região do joelho, podem ser causados por uma possível fratura em algum dos ossos que fazem parte dessa estrutura.  Normalmente, além dos estalos no joelho, dores intensas na região, inchaço e redução da capacidade de locomoção são outros sintomas observados. 

    3. Falta de alongamento e fortalecimento muscular 

    Já falamos sobre a importância dos alongamentos, sobretudo sobre o momento certo de realizar essas atividades, para os joelhos, esse processo é ainda mais importante. O joelho é a articulação responsável por ligar fêmur a tíbia e a fíbula, e ainda há a patela, um osso menor, mas essencial para os movimentos dos membros inferiores e por proteger toda a articulação. 

    Quando não há fortalecimento e alongamentos necessários, principalmente antes de atividades físicas mais intensas, há um aumento de pressão na região, evento que pode causar maior atrito entre os ossos que citamos acima. Esses atritos podem causar estalos no joelho. Nesse caso, eles podem ser considerados sinais para uma necessidade de cuidados para essa região do corpo. 

    4. Desalinhamento corporal 

    O desalinhamento corporal é algo comum. Não é difícil encontrarmos diferenças entre um pé e outro ou mesmo no tamanho de uma perna pra outra. Porém, em alguns casos, esse desalinhamento pode causar um desequilíbrio nas articulações e provocar estalos no joelho. 

    Esses quadros não costumam ser problemáticos. Uma análise é necessária para entender quais os efeitos desse desalinhamento, além disso, realinhamento do corpo e algumas atividades físicas como natação e pilates são importantes para amenizar os impactos desses estalos e desse desalinhamento. 

    5. Crepitação patelar

    Falamos sobre a patela e agora, precisamos citar uma das causas diretamente relacionada com esse osso. A crepitação patelar é uma alteração natural da articulação, causada, sobretudo, pelo desgaste natural do envelhecimento do ser humano. Em alguns casos, essa condição é natural e o acompanhamento e exercícios são as melhores formas de evitar que esses estalos se transformem em algo mais grave. 

    6. Doenças graves no joelho

    Por fim, ainda é preciso destacar que os estalos no joelho podem representar outras doenças e quadros mais graves no joelho. Entre essas condições que possuem os estalos como sintomas, vale a pena comentar sobre a Artrose, as lesões no menisco e as lesões nos ligamentos do joelho. 

    A artrose é um quadro caracterizado pelo desgaste da articulação. Esse processo pode acontecer por condição natural, de envelhecimento e uso, ou mesmo por pancadas. É um quadro, relativamente comum e que pode ser tratado com anti-inflamatórios ou cirurgias em casos mais graves. 

    As lesões no menisco também podem apresentar o joelho estalando como sintoma. Essas lesões podem ser causadas por excesso de peso, movimentos bruscos que causam torções e ainda erros na execução de exercícios físicos.  Por fim, as lesões no ligamento também são frequentes, principalmente, em atletas profissionais e quem pratica exercícios físicos para iniciantes. Além do inchaço, a dor no joelho e estalos também podem ser sinais de que há algum problema em algum ligamento. 

    Quando é preciso preocupar com estalos no joelho?

    Como falamos, os estalos podem ser interpretados como ações naturais do joelho de uma pessoa. Por isso, esse sintoma sozinho, não representa nenhuma doença ou lesão no joelho mais séria. 

    Porém, a atenção deve estar no acompanhamento e na constância desses estalos. Dores, inchaço e dificuldade em realizar movimentos não são normais e devem ser entendidos como sinais de que algo está errado. 

    Assim, quando os estalos no joelho são acompanhados desses sintomas, ou mesmo quando acontecem de forma constante, é preciso procurar um ortopedista para que as causas sejam identificadas e tratadas. 

    Como cuidar da saúde do joelho?

    Depois de tudo que falamos, alguns cuidados com os joelhos aparecem como a principal solução para evitar problemas maiores. Para começar, é preciso lembrar a importância de sempre procurar um médico, caso sinta algum sintoma. Somente esse profissional pode diagnosticar e indicar o tratamento correto. 

    Além disso, uma rotina de atividades físicas é essencial para seu corpo humano. Além de impedir o aumento de peso e a sobrecarga no joelho, esse processo ainda é importante para fortalecimento muscular e para fazer com que toda estrutura corporal esteja mais preparada para as atividades do dia a dia. 

    Vale a pena lembrar sobre o cuidado ao realizar atividades de maior intensidade. Boa parte das lesões no joelho acontecem com sobrecarga em aparelhos e por pancadas, assim, esses cuidados servem para que o joelho não seja exposto a um risco demasiado e para que os exercícios não comprometam outras articulações, ossos e ligamentos.  

    Aqui na Vicci, você encontra uma equipe de profissionais preparada para te atender e fazer com que você fique livre de dores e desconforto no joelho. Seja para tratamento, diagnóstico ou acompanhamento, você terá tudo que é necessário. 

    Então, se você sente estalos no joelho e sabe que estão acompanhados de outros sintomas, a recomendação é agendar agora mesmo sua consulta e dar um passo importante para evitar que a situação seja agravada.

    Entre em contato!

  • Como me livrar de lesões musculares recorrentes

    Como me livrar de lesões musculares recorrentes

    Todos os praticantes de atividade física, seja ela amadora ou profissional, estão sujeitos a lesões musculares. Estas ocorrem principalmente nos membros inferiores por duas causas principais: sobrecarga / excesso de tensão na musculatura ou incapacidade da própria musculatura de suportar o movimento a qual foi submetida.

    As lesões musculares mais comuns acontecem na região posterior da coxa e também na musculatura da panturrilha para aqueles atletas que realizam esportes como futebol, onde o chute é muito frequente as lesões na região da musculatura da parte da frente da coxa também podem ocorrer!

    Quando as lesões musculares se tornam recorrentes ou impedem a continuidade da atividade esportiva devemos avaliar os fatores que podem predispor a ocorrência repetida dessas lesões. 

    Dividimos essa avaliação em dois fatores :  nutricionais/sobrecarga e fatores modificáveis que se relacionam a execução do movimento e a capacidade das outras áreas do corpo de absorver energia e trabalhar com harmonia.

    As avaliações nutricionais vão desde Dosagens de vitaminas e sais minerais até mesmo a quantidade de carboidratos e proteínas que são geridos para realizar atividade física ao mesmo tempo identificamos se há um excesso na realização da atividade e seu corpo tem capacidade para fazer atividade que nós estamos programando. Quanto à avaliação do movimento, esta é uma forma em que nós conseguimos identificar se há alguma alteração na harmonia e no balanço corporal onde forças da musculatura do quadril ou ausência de mobilidade articular podem sobrecarregar a musculatura e levar a lesões musculares repetidas.

    Para aqueles que convivem com episódios recorrentes de lesões musculares,  uma avaliação completa com um fisioterapeuta especializado em treinamento físico e com um médico do esporte para avaliar todas as questões baseadas em harmonia hormonal, nutricional e capacidade de carga pode levar à solução dos problemas.

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  • Começo a correr e meu joelho dói, me ajudar Doutor!

    Começo a correr e meu joelho dói, me ajudar Doutor!

    Te ajudo! Fique tranquilo. O joelho é realmente um local de dor muito comum nos corredores. O mais importante é saber o motivo da dor e começar a tratar e prevenir o mais breve possível.

    As dores mais comuns nos joelhos durante a corrida se situam na parte da frente (anterior) e na parte de fora (lateral). A causa de dor anterior mais comum se chama síndrome da dor femoropatelar e a causa mais comum de dor lateral por sua vez é a síndrome da banda iliotibial.

    A síndrome da dor femoropatelar caracteriza-se por dor no joelho que se agrava ao levantar-se, subir e principalmente descer escadas e com o aumento da pressão da patela sobre o fêmur. Ela pode estar associada a alterações na cartilagem da patela, conhecida como condromalacia patelar. A grande causa dessa dor o desequilíbrio de forças no contato femoropatelar, exercido principalmente pelo músculo quadríceps femoral (anterior da coxa). Obviamente que, nesse sentido, o fortalecimento dessa musculatura é um pilar no tratamento e prevenção dessa síndrome.

    A síndrome da banda iliotibial, por sua vez, se relaciona a dor na inserção dessa banda no joelho, que acontece no tubérculo de Gerdy, na face externa do joelho. Ela é típica dos corredores e pode até passar a impedir a prática da atividade. Ela se associa a fraqueza e rigidez da musculatura abdutora e rotadora externa do quadril. Novamente, o fortalecimento muscular, nesse caso com ênfase em glúteo médio, é também um dos pilares no tratamento dessa síndrome.

    Veja que, portanto, o fortalecimento muscular está associado não só ao tratamento mas a prevenção de dois tipos de dores muito comuns em corredores. O mesmo deve fazer parte da rotina daqueles que querem ser longevos no esporte e evitar lesões.

    Cuidem-se corredores!!

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  • Como voltar a treinar depois de uma lesão no joelho?

    Como voltar a treinar depois de uma lesão no joelho?

    Para quem possui uma rotina de treinos, ficar sem treinar por conta de uma lesão é sempre complicado. Além do prazer em realizar essas atividades, existem questões envolvendo a perda de todo o desenvolvimento, perda do condicionamento físico ou mesmo a ausência de competições. No entanto, quando falamos sobre lesões, não há outro caminho: é preciso seguir o tratamento para garantir um retorno saudável e sem complicações. No caso de uma lesão no joelho, isso é ainda mais evidente, visto que interfere em toda a mobilidade da perna. 

    Ao longo desse conteúdo, vamos passar algumas informações sobre como deve ser o retorno aos treinos após uma lesão no joelho. Confira o que você encontra nesse artigo:

    – Por que as lesões de joelho são constantes. 

    – Como são realizados os tratamentos para lesões no joelho. 

    – Paciência é primordial para voltar a treinar após essas lesões. 

    – Qual o momento certo de voltar aos treinos. 

    – Como deve ser realizada essa volta aos treinamentos. 

    – Dicas básicas e essenciais para evitar dores e lesões nos joelhos. 

    Lesões de joelho são constantes

    As lesões de joelho fazem parte do grupo daqueles problemas mais comuns enfrentados por atletas, sejam amadores ou profissionais. Principalmente quando olhamos para atividade de impacto, como futebol, tênis e vôlei, infelizmente esse é um cenário comum entre os praticantes.  

    O joelho é a maior articulação do corpo humano. Músculos, tendões e ossos importantes se encontram nessa articulação, possibilitando que a mobilidade das pernas, fato fundamental em praticamente todos os esportes. 

    Dessa forma, é comum presenciarmos casos de lesões no joelho. Atleta de todos os níveis sofrem com isso, gerando o mesmo questionamento: quando e como voltar a treinar após uma lesão no joelho. 

    Tratamentos para lesões no joelho

    As lesões no joelho podem acontecer por vários motivos. Traumas diretos (que geram contusões) e entorses (causadas por movimentações bruscas e impactos) e ainda quadros crônicos causados por sobrecarga ou mesmo desgaste natural 

    Para cada lesão existe um tipo de tratamento específico, que varia de acordo com a gravidade e a necessidade de cada diagnóstico. Dessa forma, o tempo para volta aos treinos e os cuidados necessários também são diferentes. 

    Tradicionalmente, lesões no joelho podem ser tratadas a partir de duas formas: 

    Método conservador: nesse caso, estamos falando de tratamentos não-invasivos, aqueles em que não é necessário intervenção cirúrgica. O tratamento pode acontecer via repouso, aplicação de gelo no local da dor, medicações analgésicas e antiinflamatórias, e ainda por meio de sessões de fisioterapia. 

    Além disso, atualmente ainda existem outros tipos de tratamentos não-invasivos eficientes. Um bom exemplo para citarmos são as ondas de choque, muito utilizadas para tratamento de dores musculoesqueléticas crônicas. 

    Método cirúrgico: essa é a solução para casos mais graves ou mesmo aqueles em que não houve uma outra solução. Trata-se da intervenção cirúrgica, podendo ser no ligamento, tíbia, patela ou em qualquer parte do joelho. 

    Normalmente, o tempo de recuperação para tratamentos cirúrgicos é maior, afinal, há um processo pós-operatório necessário para a liberação completa do paciente. 

    Sabendo desses detalhes sobre os tratamentos de lesões no joelho, a seguir, vamos apresentar alguns detalhes que ajudam a entender qual o melhor momento de voltar após essa lesão. 

    Antes de tudo, é preciso paciência para voltar a treinar

    Como falamos, lesões no joelho são constantes e demandam um cuidado intenso para que a volta aos treinos aconteça de forma saudável. 

    Na prática, estamos falando que queimar etapas e antecipar a volta aos treinamentos é muito arriscada, podendo levar inclusive ao agravamento da lesão e um tempo maior de tratamento. 

    Se o objetivo é voltar a treinar de forma mais rápida, a única forma de acelerar o processo é ajudar o tratamento. Quanto mais rápido for o diagnóstico, mais rápido será a indicação do tratamento e mais cedo começarão os exercícios para recuperação. Assim, melhor será o resultado obtido no tratamento e mais precoce será o retorno aos treinos, sem que você abra mão das melhores condições para isso. 

    Quando voltar a treinar após uma lesão no joelho?

    Essa é uma resposta que apenas o ortopedista pode responder. Isso depende de cada caso e, inclusive, pode apresentar períodos diferentes para pacientes com a mesma lesão, afinal, depende também da recuperação de cada pessoa.  

    Há uma máxima que circula entre atletas que diz que é possível voltar quando não existe mais dor. Porém, é preciso ter cuidado, afinal, a lesão ainda não pode estar totalmente tratada, correndo o risco de agravar a situação. 

    Boa parte das lesões do joelho, sobretudo as complexas, demandam um tempo maior de recuperação. Normalmente, esse período gira em torno de 6 meses, principalmente casos relacionados ao rompimento de ligamentos. 

    Quando esse prazo ultrapassar esse período, é um sinal de uma lesão mais grave. 

    Como voltar a treinar após uma lesão no joelho?

     Outro ponto interessante é a forma de voltar aos treinos. Fortalecimento muscular é algo essencial, além disso, deve-se evitar atividades de grandes impactos, ou mesmo possibilitar que a volta a essas atividades aconteça após um tempo de adaptação. 

    Se você reparar, atletas de alto nível que ficam no departamento médico para tratar uma lesão de joelho voltam primeiro para atividades de preparação. Depois dessa fase de recuperação, começa uma volta gradual aos exercícios padrões. 

    Isso acontece muito com jogadores de futebol. O esporte é um dos mais propensos ao acontecimento de situações que causam lesões no joelho e a volta de atletas é sempre acompanhada e realizada com calma. 

    Dicas para evitar lesão no joelho

    Além de tudo que falamos aqui, vale a pena deixarmos algumas dicas para evitar dores e lesões no joelho. 

    1. Fortalecimento muscular: fortalecer os músculos da perna é algo essencial para praticantes de atividades físicas que possuem algum tipo de dor no joelho. Dessa forma, garante-se mais condições para evitar lesões, principalmente as mais graves. 
    2. Aquecimentos e alongamentos: realizar um trabalho adequado de aquecimento antes de cada treino também é importante. Essa prática ajuda a preparar o corpo para a carga de exercícios que virá a seguir. 
    3. Treinar de forma correta: muitas pessoas se machucam por falta de entendimentos sobre a prática correta do exercício. Isso pode estar vinculado ao exagero em peso e intensidade do treino e também a erros envolvendo vícios e postura durante essa prática. 
    4. Use equipamentos adequados: nesse caso específico estamos falando sobre a utilização de um tênis adequado para cada pisada e compatível com a atividade que você realiza. Esse material proporciona maior conforto para seus passos, evitando impactos que causam lesões. 
    5. Conte com profissionais capacitados: para quem vem de lesão, a ajuda profissional é fundamental, afinal, é preciso acompanhar a recuperação do joelho. No entanto, esse auxílio também é importante para evitar lesões. 

    Médicos, fisioterapeutas e educadores físicos devem ser lembrados e consultados para que todas as condições necessárias para um bom treinamento sejam preenchidas. Assim, seu corpo estará mais propício a executar ações sem colocar em risco seu joelho. 

    Aqui na Clínica Vicci, você encontra a ajuda que precisa. Temos tratamentos, como ondas de choque, e todo auxílio necessário para você se recuperar e criar uma rotina mais saudável, ajudando seu corpo a evitar lesões no joelho.

    Entre em contato agora mesmo e marque seu horário. 

  • 10 formas de como melhorar a performance dos treinos

    10 formas de como melhorar a performance dos treinos

    Você está sentindo que a sua performance nos treinos não é mais a mesma? Está com a sensação de que é preciso algo para buscar melhores resultados e seus treinos? Se a resposta for sim, leia esse conteúdo até o final e veja como melhorar sua performance no treino. 

    O que é performance no treino?

    A performance no treino refere-se à capacidade de um indivíduo em realizar exercícios físicos com eficiência e alcançar seus objetivos. Isso inclui a melhoria da força, resistência, velocidade, flexibilidade e habilidades específicas relacionadas ao treino em questão. A performance é medida pelo progresso alcançado em termos de desempenho físico, seja em termos de tempo, carga, repetições, velocidade ou outras métricas específicas.

    Treino de performance: O que é treinamento de alta performance?

    O treino de alta performance não é apenas direcionado para atletas, refere-se a um programa de treinamento físico, mental ou técnico que busca maximizar o desempenho em uma área específica. Apesar desse tipo de treinamento ser comumente associado a atletas de elite, ele também pode ser aplicado a profissionais em diversas áreas que buscam alcançar o mais alto nível de excelência em suas atividades.

    Treino alta performance: conheça a seguir alguns aspectos-chave do treinamento de alta performance

    1. Foco na Excelência: O objetivo principal do treinamento de alta performance é atingir níveis excepcionais de desempenho em uma determinada área. Isso pode incluir esportes, negócios, arte, música, entre outros.
    2. Planejamento Estratégico: O treinamento de alta performance envolve um planejamento estratégico detalhado. Isso inclui a definição de metas claras, a criação de planos de treino específicos e a implementação de estratégias para superar desafios.
    3. Treino Integrado: Os programas de treinamento de alta performance frequentemente incorporam uma abordagem integrada, cobrindo aspectos físicos, mentais, técnicos e táticos. A otimização de cada um desses componentes é crucial para alcançar o máximo desempenho.
    4. Monitoramento Constante: A avaliação e monitoramento contínuos são essenciais no treinamento de alta performance. Isso pode envolver análise de dados, feedback regular e ajustes no programa de treino conforme necessário.
    5. Nutrição e Recuperação: A atenção à nutrição e à recuperação é fundamental para garantir que o corpo esteja bem alimentado e adequadamente descansado para suportar as demandas do treinamento intenso.
    6. Mentalidade de Crescimento: Desenvolver uma mentalidade de crescimento é crucial no treinamento de alta performance. Isso envolve a crença de que habilidades e capacidades podem ser desenvolvidas por meio de esforço, aprendizado e persistência.
    7. Acesso a Recursos Especializados: Atletas e profissionais que buscam alta performance muitas vezes têm acesso a especialistas, como treinadores, nutricionistas, fisioterapeutas e psicólogos do esporte, para otimizar todos os aspectos de seu desempenho.
    8. Adaptação Contínua: A capacidade de adaptar o programa de treinamento com base no feedback, nas condições e nas circunstâncias em evolução é uma característica fundamental do treinamento de alta performance.

    É importante notar que o treinamento de alta performance pode ser aplicado em várias áreas da vida, não apenas em esportes. Empresários, artistas, músicos e profissionais em diversas disciplinas podem buscar esse tipo de treinamento para alcançar o máximo de seu potencial em suas respectivas áreas de atuação.

    O que são exercícios de alta performance?

    Os exercícios de alta performance são atividades físicas que exigem um alto nível de intensidade, esforço e habilidade para serem executados corretamente. Eles são projetados para desafiar e melhorar os limites físicos e mentais do indivíduo, visando aprimorar a força, a resistência, a velocidade e outras habilidades específicas. Exemplos de exercícios de alta performance incluem levantamento de peso olímpico, saltos pliométricos, treinos intervalados de alta intensidade (HIIT), entre outros.

    Quais são os exercícios de alta performance?

    Exercícios de alta performance geralmente são aqueles que demandam intensidade, envolvem vários grupos musculares e têm o potencial de proporcionar benefícios significativos em termos de força, resistência e condicionamento físico. A seleção de exercícios pode variar dependendo dos objetivos individuais, mas aqui estão alguns exemplos de exercícios de alta performance e instruções básicas sobre como realizá-los corretamente:

    1. Levantamento Terra (Deadlift):
      • Posicionamento inicial: Fique em pé com os pés na largura dos ombros, barra na frente dos pés.
      • Agachamento para segurar a barra, mantendo a coluna reta.
      • Levante a barra estendendo os quadris e os joelhos simultaneamente.
      • Mantenha a barra próxima ao corpo durante todo o movimento.
    2. Agachamento (Squat):
      • Posicionamento inicial: Pés na largura dos ombros, barra nos ombros.
      • Agache mantendo os joelhos alinhados com os pés, mantendo as costas retas.
      • Desça até que os quadris fiquem abaixo dos joelhos e retorne à posição inicial.
    3. Supino (Bench Press):
      • Posicionamento inicial: Deite-se em um banco, segurando a barra acima do peito.
      • Descida controlada da barra até o peito.
      • Impulsione a barra de volta à posição inicial.
    4. Tração (Pull-up ou Barra Fixa):
      • Agarre uma barra com as mãos na largura dos ombros.
      • Levante-se até que o queixo fique acima da barra, mantendo o corpo estável.
      • Desça controladamente até estender os braços.
    5. Arranque (Snatch):
      • Posicionamento inicial: Agache com as mãos na barra, pegada larga.
      • Levante a barra rapidamente até acima da cabeça em um movimento fluido.
      • Flexione os quadris e os joelhos para receber a barra.
    6. Clean and Jerk (Arranco e Arremesso):
      • Posicionamento inicial: Agache com as mãos na barra, pegada larga.
      • Levante a barra rapidamente até os ombros (clean) e, em seguida, impulsione-a acima da cabeça (jerk).
    7. Burpees:
      • Comece em pé, faça uma flexão, pule os pés em direção às mãos.
      • Levante os braços e salte no ar.
      • Toque o chão e repita o processo.
    8. Corrida em Sprints: Corra em alta intensidade por uma distância curta ou um tempo determinado, alternando com períodos de descanso ou corrida mais leve.
    9. Treino em Circuito: Combine vários exercícios em um circuito, realizando cada um por um curto período de tempo, sem pausa entre eles.

    Lembre-se de que, ao realizar exercícios de alta performance, é essencial priorizar a técnica correta e, se necessário, buscar a orientação de um profissional de educação física ou treinador pessoal para garantir que os movimentos sejam executados de maneira segura e eficaz. Além disso, adapte a intensidade do treino de acordo com seu nível de condicionamento físico e objetivos pessoais.

    É realmente possível melhorar a performance no treino?

    Muitas pessoas têm a ideia equivocada de que há um limite para a performance no treino. Na prática, o que acontece é justamente o contrário, é possível realizar exercícios distintos para estimular músculos diversos. Isso resulta na eterna possibilidade de melhorar a performance.  

    Quais são os treinos de alta intensidade?

    Os treinos de alta intensidade são caracterizados por períodos de esforço máximo, alternados com períodos de recuperação ativa ou descanso. Esses treinos são projetados para elevar rapidamente a frequência cardíaca, aumentar a queima de calorias e promover o condicionamento físico geral.

    Exemplos de treinos de alta intensidade incluem o treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT), treinamento em circuito, treinamento Tabata, CrossFit, entre outros.

    Como saber se o treino está sendo eficiente?

    Para determinar se o treino está sendo eficiente, é importante considerar diferentes indicadores de progresso. Alguns pontos de avaliação podem incluir:

    • Progresso nas cargas: Se você está levantando pesos, observe se está progredindo em termos de carga, número de repetições ou séries. Isso indica que seus músculos estão se adaptando e ficando mais fortes.
    • Melhoria na resistência: Observe se você consegue realizar mais repetições ou manter um esforço por um período de tempo mais longo sem se cansar rapidamente. Isso indica um aumento na resistência física.
    • Melhoria na forma e técnica: Preste atenção à sua postura, alinhamento e execução correta dos exercícios. Uma técnica adequada é essencial para evitar lesões e maximizar os resultados.
    • Mudanças na composição corporal: Observe se há mudanças na proporção de massa muscular e gordura corporal ao longo do tempo. Isso pode ser avaliado através de medidas como circunferências corporais, dobras cutâneas ou por meio de análises mais precisas, como a bioimpedância.

    Melhoria nas medidas de condicionamento cardiovascular: Observe se sua capacidade aeróbica está melhorando. Isso pode ser avaliado através do aumento na capacidade de realizar exercícios cardiovasculares com maior intensidade ou por um período de tempo prolongado, além de uma recuperação mais rápida após o exercício.

    Por que o corpo treme depois do treino?

    O tremor muscular após o treino, conhecido como tremor pós-exercício, é uma resposta neuromuscular comum, especialmente em exercícios de alta intensidade ou quando os músculos são desafiados além do que estão acostumados. O tremor ocorre devido à fadiga muscular, esgotamento de energia e ao acúmulo de ácido lático nos músculos. Essa resposta é temporária e geralmente desaparece após um período de descanso e recuperação adequados.

    Quantas horas de treino por dia?

    A quantidade ideal de horas de treino por dia varia de acordo com os objetivos individuais, nível de condicionamento físico, disponibilidade de tempo e capacidade de recuperação. Para a maioria das pessoas, sessões de treino de 45 a 60 minutos, de três a cinco vezes por semana, são suficientes para obter benefícios significativos.

    No entanto, é importante lembrar que a qualidade do treino é mais importante do que a quantidade de tempo dedicado a ele. É essencial garantir uma abordagem equilibrada, que inclua também períodos de descanso e recuperação.

    Quantos dias na semana é ideal para malhar?

    O número ideal de dias na semana para malhar também depende de vários fatores individuais, como condicionamento físico atual, objetivos, disponibilidade de tempo e capacidade de recuperação. A recomendação geral é realizar exercícios de intensidade moderada a alta pelo menos três a cinco dias por semana.

    No entanto, é importante ouvir o seu corpo e respeitar os sinais de fadiga e sobrecarga. Incluir dias de descanso e recuperação adequados também é fundamental para evitar lesões e otimizar os resultados do treino.

    Consultar um profissional de educação física ou um personal trainer pode ajudar a criar um programa de treinamento individualizado que atenda às suas necessidades e objetivos específicos.

    Como intensificar o treino?

    Intensificar o treino de maneira segura é crucial para evitar lesões e garantir um progresso sustentável ao longo do tempo. Aqui estão algumas dicas para intensificar seu treino com segurança:

    1. Progressão Gradual: Aumente a intensidade do treino de forma gradual. Não tente aumentar drasticamente o peso ou a duração do treino de uma vez. A progressão gradual permite que seu corpo se adapte às demandas crescentes.
    2. Variação nos Exercícios: Introduza variações nos exercícios para desafiar diferentes grupos musculares e evitar a adaptação excessiva a uma rotina específica.
    3. Ajuste do Volume e Frequência: Ajuste o volume (quantidade total de exercícios e séries) e a frequência (número de vezes por semana) do treino conforme necessário. Aumentar a frequência ou o volume de treino deve ser feito de forma controlada.
    4. Técnica Adequada: Mantenha uma boa técnica durante os exercícios. Focar na forma correta reduz o risco de lesões e maximiza a eficácia do treino.
    5. Aquecimento Adequado: Realize um aquecimento adequado antes do treino para preparar os músculos e as articulações. Isso ajuda a reduzir o risco de lesões.
    6. Treino Funcional: Integre exercícios funcionais que imitam movimentos do dia a dia. Isso não apenas melhora a funcionalidade, mas também pode ajudar a evitar desequilíbrios musculares.
    7. Descanso e Recuperação: Dê tempo adequado para recuperação entre os treinos. O descanso é essencial para evitar o overtraining e permitir a reparação dos tecidos musculares.
    8. Nutrição Adequada: Mantenha uma dieta equilibrada e nutricionalmente adequada para apoiar o aumento da intensidade do treino. Consumir nutrientes adequados é essencial para o desempenho e recuperação.
    9. Incorpore Treinos Intervalados de Alta Intensidade (HIIT): O HIIT é uma maneira eficaz de intensificar o treino em um curto período. Ele envolve períodos curtos de exercícios intensos intercalados com períodos de recuperação.
    10. Monitoramento da Fadiga: Esteja atento aos sinais de fadiga excessiva, dor persistente ou qualquer desconforto incomum. Se necessário, ajuste seu treino ou inclua períodos de deload (redução da carga) para permitir uma recuperação adequada.
    11. Treinamento de Força Progressivo: Ao incorporar treinamento de força, aumente gradualmente a carga para continuar desafiando os músculos. O aumento constante na resistência promove ganhos consistentes.
    12. Consulte um Profissional: Considere a orientação de um profissional de saúde, como um treinador pessoal, fisioterapeuta ou nutricionista, para garantir que seu programa de treino seja personalizado e seguro.

    Lembre-se de que a segurança é fundamental, e a individualidade deve ser considerada ao ajustar a intensidade do treino. Se você tiver condições de saúde específicas ou estiver começando um novo programa de treino, é aconselhável consultar um profissional de saúde para orientação personalizada.

    Qual é a recomendação para ter uma boa performance nos treinos?

    Para ter uma boa performance nos treinos, é importante seguir algumas recomendações básicas:

    • Planejamento: é importante ter um plano de treino que seja adequado aos seus objetivos e condições físicas. O plano deve incluir exercícios que trabalhem todos os grupos musculares, bem como exercícios cardiovasculares.
    • Frequência: é importante treinar com frequência, mas sem exagerar. A frequência ideal varia de acordo com o objetivo do treino, mas, em geral, é recomendado treinar pelo menos três vezes por semana.
    • Intensidade: é importante treinar com intensidade, mas sem ultrapassar seus limites. A intensidade ideal varia de acordo com o objetivo do treino, mas, em geral, é recomendado treinar com uma intensidade moderada.
    • Descanso: é importante descansar o corpo entre os treinos. O descanso é essencial para a recuperação muscular e para evitar lesões.

    Além dessas recomendações básicas, existem outras coisas que você pode fazer para melhorar sua performance nos treinos:

    • Alimentação: uma alimentação saudável fornece os nutrientes necessários para o bom funcionamento do corpo e para a recuperação muscular. É importante consumir alimentos ricos em proteínas, carboidratos complexos e gorduras saudáveis.
    • Hidratação: a hidratação é essencial para o bom funcionamento do corpo e para a performance nos treinos. É importante beber bastante água antes, durante e depois dos treinos.
    • Sono: o sono é essencial para a recuperação muscular e para o bom funcionamento do corpo. É importante dormir pelo menos 7 horas por noite.

    Aqui estão algumas dicas específicas para melhorar a performance em exercícios específicos:

    • Para exercícios de força: use uma carga que você possa levantar com a forma correta. Se você não conseguir levantar a carga com a forma correta, reduza a carga.
    • Para exercícios cardiovasculares: aumente gradualmente a intensidade e a duração dos treinos.
    • Para exercícios de flexibilidade: alongue-se antes e depois dos treinos.

    É importante consultar um profissional da medicina esportiva antes de iniciar qualquer programa de exercícios

    10 dicas de como melhorar a performance no treino

    Antes de apresentarmos as 10 dicas para melhorar a performance dos treinos, você precisa saber que esse é um desafio possível. A evolução é algo que acontece de forma natural, porém, algumas ações, mesmo que simples, contribuem com esse objetivo. 

    Vale a pena destacar que o desempenho em treinos depende de uma série de fatores. Entre eles, as características pessoais devem ser consideradas, visto que, cada pessoa possui capacidade individual, o que envolve resistência, força e até mesmo limitações. 

    Portanto, as dicas a seguir devem ser utilizadas em um contexto geral. Toda e qualquer mudança só deve ser realizada após a aprovação de um treinador físico, afinal, esse profissional é responsável por delimitar o que é realmente saudável e o que é exagero. 

    Veja abaixo quais são as 10 dicas que separamos para você melhorar a performance no treino:

    1. Faça um bom planejamento. 
    2. Faça treinos compatíveis com você.
    3. Mude sua ficha de treinos.
    4. Entenda a importância do descanso.  
    5. Tenha atenção à execução de cada exercício.
    6. Tenha cuidado com o aumento de carga. 
    7. Foco na alimentação saudável.
    8. Mantenha o foco na hidratação.
    9. Evite lesões
    10. Procure um acompanhamento profissional. 

    Abaixo, vamos explicar o que cada uma representa, confira:

    1.  Melhore a performance dos treinos pelo planejamento

    Uma das melhores formas de melhorar a performance dos treinos é realizar um planejamento adequado. Com esse cronograma, fica mais fácil criar uma rotina que determine um horário específico para essa atividade. 

    Respeitando esse planejamento, certamente você conseguirá ter uma rotina de treinos e, consequentemente, encontrará resultados mediante ao aumento da carga de treinamentos. 

    2. Faça treinos compatíveis com você

    Hoje em dia é muito fácil conseguir um treino. Você pode pesquisar na internet que rapidamente encontrará uma grande diversidade. Esses treinos, geralmente, são elaborados pensando em objetivos gerais e também em condições gerais de corpos e rotinas. 

    Não estamos falando que não são eficientes ou que funcionam, a questão aqui é fazer com que você entenda a necessidade de ter um treino focado em suas características. Isso envolve objetivos, rotina, dispositivos disponíveis, histórico de lesões, entre outras. 

    Para quem busca uma performance ainda melhor, esse ponto é ainda mais importante. Afinal, é preciso criar condições para que seu corpo compreenda o que é esperado e isso só é possível quando o treino combina com suas características. 

    3. Mude sua ficha de treinos

    Mudar a ficha de exercícios é um fator importante para tirar seu corpo do lugar comum, trabalhar músculos diferentes e permitir que outros componentes te ajudem na melhoria do desempenho. 

    Pessoas que fazem musculação há um certo tempo já entendem essa prática. A mudança é ideal para trabalhar outras musculaturas e mesmo para ajudar no aumento de intensidade em um determinado tipo de exercício. 

    4. Entenda a importância do descanso

    Além de aumentar a intensidade do treino, é preciso também entender o papel do repouso nesse processo. Entre um treino e outro é preciso garantir que músculos e toda a estrutura corporal esteja recuperada para uma nova bateria. 

    Portanto, lembre-se de dormir bem. A recomendação da Organização Mundial da Saúde é um sono que dura entre 6 e 8 horas, porém, lembre-se sempre de entender as particularidades do seu corpo e também da sua rotina. 

    5. Tenha atenção à execução de cada exercício

    Algumas pessoas pensam que a melhoria do desempenho só vem com o aumento de peso ou intensidade dos exercícios. Esse fato não é verdade, um dos caminhos mais simples para buscar essa melhoria é focando na execução. 

    A qualidade na execução do movimento é fundamental para o resultado, logo, quanto melhor for essa ação, melhores serão os resultados. 

    Essa dica vale para atletas de vários esportes. Quem treina focado em ganho muscular, pode se beneficiar com a execução mais detalhada, envolvendo mais músculos, por outro lado, um atleta de tênis, por exemplo, pode melhorar seu desempenho desenvolvendo golpes mais limpos e corretos. 

    6. Cuidado com o aumento de carga

    Como falamos, quando olhamos para o desempenho de treinos de musculação, há  uma ideia atrelada às questões de aumento de carga. Novamente, acreditar que apenas isso é responsável pela melhoria da performance é um erro. 

    Em boa parte das vezes, antes de aumentar a carga é necessário maior eficiência em questões musculares e bioenergéticas. 

    É claro que, mediante necessidade, o aumento de carga é uma prática que pode ser utilizada. No entanto, é preciso ter muito cuidado para que esse aumento não aconteça de forma desregrada e que, ao invés de ajudar, atrapalhe seu corpo a alcançar os resultados. 

    Por isso, em especial essa dica, deve ser colocada em ação apenas com o auxílio de um profissional de educação física, que pode definir qual a carga e intensidade ideais para seu treino. 

    7. Alimentação é fundamental

    A alimentação é um dos principais pilares para o desempenho nos treinos. Garantir que seu corpo tenha todos os nutrientes para desenvolvimento de músculos, para a sustentação do corpo e para energia durante as atividades físicas é essencial. 

    Normalmente, quando há o desejo de melhorar a performance, é preciso também analisar novamente a dieta estabelecida. Por isso, procurar um nutricionista e alinhar os objetivos em torno de um novo plano alimentar é algo importante para alcançar esse resultado.  

    8. Mantenha o foco na hidratação

    A hidratação é uma das principais aliadas para a manutenção do corpo saudável e disposto para exercícios. 

    Fazer atividades físicas, independentemente do tipo, é algo que consome água do seu corpo. Por isso, é necessário uma rotina de reposição para que esse nutriente não falte em seu organismo. 

    A água é responsável, entre outras coisas, por controlar a sensação de fome, gerar energia e manter a temperatura do seu corpo, todas essas ações são fundamentais para a melhoria da performance. 

    9. Evite lesões

    Continuidade é um dos fatores mais importantes para melhorar a performance dos treinos. Como não é possível continuar treinando diante de uma lesão, é preciso criar ações diárias para evitar que esses problemas aconteçam e, principalmente, sejam frequentes em sua rotina. 

    Usar equipamentos adequados, respeitar os limites do corpo, realizar consultas periódicas, evitar estresse e cuidar da mente são algumas ações simples que ajudam diretamente nesse objetivo.  

    10. Procure um acompanhamento profissional para melhorar a performance dos treinos

    Um acompanhamento especializado também é importante para melhorar a sua performance nos treinos. Quando você conta com profissionais diversos (fisioterapeutas, médicos, nutricionistas e educadores físicos) é mais fácil encontrar uma rotina adequada para esse objetivo, sem que você ultrapasse os limites do seu corpo e cause lesões.

    Aqui na Vicci você encontra essa ajuda. Temos uma equipe profissional diversa, preparada para te atender e ajudar a alcançar os objetivos.

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