Autor: apogeuhost apogeuhost

  • Volta ao treino pós-covid o que fazer?

    Volta ao treino pós-covid o que fazer?

    A pandemia causada pela Covid 19 afetou o mundo inteiro. Com isso, milhões de pessoas foram afetadas em todo o mundo, causando perdas e uma transformação importante no dia a dia de toda a sociedade. Quando olhamos para o contexto de quem possui uma rotina de treinos, a pandemia também causou impactos.  A volta ao treino após o período em isolamento é sempre o desafio, sobretudo se estamos falando de uma volta ao treino após a contaminação por Covid. 

    Ao longo desse conteúdo, você encontra algumas informações importantes para aplicar em sua rotina de treinos no momento em que for voltar a treinar após essa contaminação. Confira: 

    Quando voltar ao treino pós-covid?

    A pergunta mais realizada por atletas, sejam amadores, profissionais ou mesmo recreativos, é sobre o tempo certo para voltar após contaminação por essa doença. Para entendermos esse cenário, é preciso destacar que a Covid se manifesta de forma diferente e em gravidade diferente em cada pessoa, portanto, não existe uma única verdade sobre isso. 

    Além disso, é importante lembrar que há casos em que a contaminação deixou sequelas, logo, essas especificidades também devem ser consideradas. 

    A dica principal é sempre procurar um médico antes de começar a realizar qualquer atividade física, mesmo que seja depois de um certo tempo parado. Exames para averiguar se seu corpo está realmente preparado para essa atividade serão realizados, recebendo o aval do médico caso esteja tudo bem. 

    Essa avaliação médica deve ser ainda mais criteriosa em pessoas que foram hospitalizadas e tiverem algum tipo de complicação durante ou após a manifestação da doença. Nestes casos, enquadram-se as pessoas com sintomas relacionados à dificuldade de respirar, dor na região do peito e palpitações. 

    Para aquelas pessoas que não pegaram a doença, não apresentaram sintomas ou que tiveram apenas sinais leves (sintomas tradicionais de uma gripe tradicional), a recomendação é que após o período necessário de isolamento, a volta aos treinos aconteça no sétimo dia sem sintomas. 

    Por que cuidados são necessários para a volta ao treino pós-covid?

    Agora que falamos sobre o tempo indicado para voltar a treinar depois da doença, vamos esclarecer como esse processo deve ser feito. Porém, antes, vamos deixar bem claro os motivos pelos quais alguns cuidados são necessários nesse momento. 

    Normalmente, após um determinado período de inatividade, seu corpo perde força, preparo físico e também o condicionamento físico para realização de atividades. Para completar, essa doença é caracterizada como uma doença respiratória, afetando seu organismo e impactando diretamente nos treinamentos. 

    Assim, voltar aos treinos com a mesma intensidade de antes pode fazer mal para o seu corpo, causando inclusive situações como desmaios, tonturas ou mesmo lesões. Por isso, os cuidados pós-covid são importantes para que seu corpo se acostume novamente com a rotina de treinos. 

    Como voltar ao treino pós-covid?

    Voltar a treinar após o período de contágio da doença exige um planejamento, afinal, é preciso condicionar seu corpo e certificar-se que nenhuma sequela será vista. Como falamos, esse planejamento dependerá da gravidade da doença e também do aval de um médico sobre a volta. 

    Após esse aval, é importante definir novas metas para seus treinamentos. Objetivos devem ser revistos, afinal, é possível que você demore de 2 semanas a 1 mês para voltar ao que era antes de contrair a doença. 

    Um corredor por exemplo. Vamos imaginar que a rotina de treinos desse atleta contempla atividades de força, aquecimento e um treino que simula a distância percorrida. O ideal é que nas primeiras semanas pós-covid, esse treino seja focado na volta do condicionamento físico, percorrendo um terço da distância normal. 

    O objetivo por trás desse planejamento é aumentar a intensidade de forma natural, possibilitando que seu corpo entenda essa volta e evitando lesões e complicações que, infelizmente, podem surgir. 

    Um detalhe essencial é observar os sinais do seu corpo. Nessa volta, ultrapassar limites não é uma boa prática, assim, atividades como monitoramento da frequência cardíaca são importantes para saber como o seu corpo está reagindo aos treinamentos. 

    Por fim, a última dica é não tentar compensar os treinos perdidos. Sabemos que, após um tempo parado e após uma contaminação viral, seu corpo não será o mesmo. Nesse momento, tentar compensar o tempo perdido sem treinar é uma escolha que só coloca em risco sua rotina e não apresenta resultados práticos.   

    Planejamento para a volta ao treino

    Veja abaixo um exemplo de planejamento que pode ser utilizado nesse momento:

    Fase 1: Preparação do corpo – atividades suaves, que servem para preparar seu corpo. Caminhadas e alongamentos são os mais indicados. 

    Fase 2: Atividades de baixa intensidade – aumento moderado da carga, uma caminhada mais forte, por exemplo. 

    Fase 3: Atividades de intensidade moderada – corridas leves e alguns exercícios de força podem aparecer nessa fase, porém, é preciso controlar a intensidade. 

    Fase 4: Atividades de alta intensidade – antes de voltar aos treinos de antes da doença, a recomendação é aplicar uma escala reduzida, treinos menores, mas com exercícios parecidos. 

    Fase 5: Treinos normais – depois de passar por essas etapas, o normal é que seu corpo esteja preparado para voltar aos treinos que eram realizados antes. Lembrando que mesmo assim é preciso ter atenção aos sinais do corpo e, por um tempo, não ultrapassar limites. 

    Melhores exercícios após covid-19

    Como falamos, as pessoas que foram contaminadas pelo coronavírus podem ter uma incidência muito maior de problemas cardíacos. Entre as sequelas mais relevantes está a miocardite, uma inflamação da musculatura do coração que, embora afete menos que 5% de quem teve covid, deve ser entendida. 

    O cansaço excessivo é um dos principais resquícios da doença e deve ser considerado na hora da volta ao treino.

    Com base nisso, atividades de cardio são fundamentais nesse processo. No começo, o foco deve ser naquelas de menor intensidade, como caminhadas. A evolução deve acontecer de forma progressiva e sempre respeitando o corpo. 

    Importância da atividade física 

    A atividade física possui um papel fundamental para todos os estágios da luta contra essa doença. De acordo com dados do Ministério da Saúde, evidências científicas mostraram que a prática de atividade física de forma regular, além de parecer trazer alguma proteção contra casos graves, também potencializa os efeitos da vacinação. 

    Além disso, no período após a contaminação, a atividade física é fundamental. Pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo), realizaram diversas pesquisas e constataram que o exercício físico, principalmente aeróbicos, são ferramentas fundamentais para a reabilitação dos pacientes que apresentam condições pós-covid.

    Isso acontece devido ao vírus dessa doença danificar a estrutura da enzima ECA2 e as atividades físicas, principalmente aqueles exercícios aeróbicos, contribuírem para o resgate da funcionalidade dessa enzima. 

    Portanto, retomando o que falamos aqui, cada pessoa deve avaliar a sua recuperação após o tempo de contaminação da doença. Para isso, procurar o médico é essencial, afinal, esse profissional é responsável por realizar os exames necessários e fornecer o aval necessário para as voltas aos treinos. 

    Além disso, um acompanhamento especializado também é importante. Quando você conta com profissionais diversos (fisioterapeutas, médicos, nutricionistas e educadores físicos) é mais fácil encontrar uma rotina adequada para essa volta ao treino, sem que coloque em risco seu corpo. 

    Aqui na Vicci você encontra essa ajuda. Temos uma equipe profissional diversa, preparada para te atender e ajudar a alcançar os objetivos.

    Entre em contato e agende seu horário agora mesmo. 

  • Cotovelo de tenista o que é e como tratar?

    Cotovelo de tenista o que é e como tratar?

    Você já ouviu falar em epicondilite lateral? Para muitas pessoas, esse termo é desconhecido, porém, o seu nome popular, cotovelo de tenista, é uma das inflamações mais recorrentes entre esportistas e também por quem realiza movimentos repetitivos nos braços ou ainda devido à sobrecarga. 

    Se você conhece alguém que já disse ter cotovelo de tenista ou mesmo recebeu o diagnóstico dessa inflação e está com dúvidas, leia esse conteúdo até o final e entenda todos os detalhes sobre a epicondilite lateral.

    Veja o que você encontra nesse artigo:

    • O que é cotovelo de tenista ou epicondilite lateral?
    • Quais os sintomas da epicondilite lateral?
    • O que causa o cotovelo de tenista?
    • Quais os tratamentos para cotovelo de tenista?
    • Como evitar o cotovelo de tenista?

    O que é cotovelo de tenista ou epicondilite lateral?

    Como falamos, cotovelo de tenista é o nome dado à epicondilite lateral. Essa lesão dos tendões que se fixam no epicôndilo lateral afeta a ligação entre os tendões e o côndilo externo do úmero, área tradicionalmente conhecida como antebraço, próximo ao cotovelo.

    Para entendermos melhor essa condição, é necessário apresentarmos, mesmo que de forma rápida, como é a anatomia do cotovelo. 

    A área do cotovelo é formada pela justamente pelo osso do braço, cientificamente denominado como úmero, e os ossos do antebraço, que são a ulna e o rádio. Além disso, na ponta inferior do úmero existem duas saliências ósseas, chamadas de epicôndilos medial e lateral, que é a afetada por essa lesão. 

    Sobre essa o cotovelo de tenista, é importante destacar que, de acordo com a Sociedade Brasileira de Reumatologia, embora seja chamada de epicondilite, não há qualquer evidência de processo inflamatório nesta lesão. 

    Portanto, o cotovelo de tenista ou epicondilite lateral é uma lesão que afeta o antebraço, sobretudo, causada por atividades repetitivas ou peso demasiado. Além disso, como vamos ver a seguir, não é restrita àquelas pessoas que praticam tênis. 

    “A epicondilite lateral, também conhecida como cotovelo do tenista, é uma condição comum que acomete de 1 a 3% da população. O termo epicondilite sugere inflamação, embora a análise histológica tecidual não demonstre um processo inflamatório. A estrutura acometida com mais frequência é a origem do tendão extensor radial curto do carpo e o mecanismo de lesão está associado à sua sobrecarga.” Ler mais

    O que causa o cotovelo de tenista?

    Embora o nome cotovelo de tenista seja a forma mais conhecida de chamar essa lesão, a epicondilite lateral é uma condição que afeta a população geral. 

    Números indicam que apenas 5% dos casos dessa lesão estão relacionados à prática de atividades que envolvem o uso de raquetes, como tênis, tênis de mesa, beach tênis e squash. 

    A lesão nessa região do braço é causada, principalmente, pelo uso em excesso dos músculos e tendões do antebraço e cotovelo, sobretudo, quando esse uso envolve contrações repetitivas ou tarefas manuais. 

    Esse movimento é responsável por colocar tensão grande nos tendões do cotovelo, causando uma necessidade de adaptação na estrutura do tendão e, consequentemente, gerando dor no local. 

    Voltando à prática esportiva envolvendo raquetes e tacos, estima-se que cerca de 50% dos atletas amadores e recreativos do esporte desenvolvem esse quadro. Principalmente em pessoas com idade entre 30 e 50 anos e aqueles que possuem backhand (golpe com a mão que não é a principal) de apenas uma mão. 

    Nos últimos anos, o número de pacientes com essa lesão aumentou de forma exponencial devido ao aumento da atividade de digitação. Essa ação, quando acontece de forma demasiada, pode causar essa complicação no tendão. 

    Por fim, ainda vale destacar que essa condição patológica também pode ser causada por eventos como:

    • Dormir com as mão apertadas de forma forte durante toda a noite. 
    • Trabalhos exclusivamente manuais como carpintaria e operação de máquinas. 
    • Sedentarismo e uso repentino de movimentos do braço. 

    Quais os sintomas da epicondilite lateral?

    Como falamos, o principal sintoma do cotovelo de tenista é a dor nessa região do braço. Abaixo, vamos explicar melhor como funciona esse e outros sintomas sentidos por quem está com epicondilite lateral. 

    Dor: a dor é justamente na região próximo ao cotovelo, ela irradia ao longo dos músculos extensores do antebraço e pode aparecer de forma constante ou repentina, dependendo da utilização do braço e do punho. Normalmente, a dor de quem está com essa lesão aumenta durante alguma prática que envolve o uso do braço.

    Perda de força: Geralmente, a primeira forma de identificar é justamente a dificuldade para realizar ações simples do dia a dia como escovar os dentes, escrever ou mesmo levantar um objeto comum. Essa impossibilidade é causada por uma sensação de falta de força, causada por essa lesão nos tendões. 

    Sensação de ardor e febre local: em alguns casos, além da dor, é possível também sofrer com a sensação de ardor no local, acompanhada de avermelhamento dessa região, aumento na temperatura e inchaço, mesmo que leve. 

    Como tratar cotovelo de tenista (Epicondilite lateral)?

    Antes de qualquer informação sobre a epicondilite lateral, é sempre importante lembrar que as informações desse conteúdo não podem ser utilizadas para fins de diagnóstico. Nosso objetivo é esclarecer alguns detalhes sobre essa lesão no cotovelo, porém, o diagnóstico e só pode ser realizado por um médico, devidamente capacitado para tal ação. 

    Da mesma forma acontece o tratamento. Antes de começar qualquer ação para tratar uma lesão no cotovelo, é essencial procurar um médico. Esse é o único jeito de garantir que você vai ter um tratamento adequado e que complicações não acontecerão devido ao método errado. 

    Dito isso, o primeiro passo para o tratamento do cotovelo de tenista é o repouso. Em boa parte dos casos, uma pausa nas atividades que agravam o quadro é o suficiente para que a dor passe. 

    Ainda de acordo com dados da Sociedade Brasileira de Reumatologia, esse repouso é responsável por fazer com que até 80% dos casos sejam tratados e solucionados sem a necessidade de outros métodos. 

    Depois disso, atividades como fisioterapia e fortalecimento muscular são importantes para fortalecer a região e permitir maior resistência à estrutura do braço. 

    Em raras situações, a intervenção cirúrgica é recomendada. Em casos mais graves, depois de tratamentos tradicionais, o médico pode sugerir a cirurgia no local para tratar essa lesão nos tendões. 

    Como prevenir e evitar o cotovelo de tenista?

    Por fim, vale a pena deixar claro que existem formas de evitar a ocorrência dessa lesão no cotovelo. Para pessoas que realizam atividades que envolvem ações repetitivas e alto esforço local, a principal solução é entender a melhor postura para execução. 

    No caso de atletas, entender os movimentos e executá-los de forma correta é a melhor saída. Para isso, a postura adequada de cada golpe, a terminação do movimento e a intensidade correta são elementos que devem ser compreendidos. 

    Além disso, ainda é preciso ter atenção quanto ao equipamento. Usar uma raquete que não é adequado ao seu nível de jogo ou mesmo com desgaste excessivo pode fazer com que seja necessário força demasiada.  

    Outra dica interessante para prevenir e evitar a epicondilite lateral é a realização de alongamentos antes e após os exercícios, bem como o aquecimento correto antes de começar uma sequência intensa de treinos ou partidas. 

    Nesses pontos, contar com profissionais competentes é algo fundamental. Tanto um médico especialista em medicina esportiva, quanto um fisioterapeuta e um educador físico são fundamentais. 

    Esses profissionais conseguem te auxiliar em todos os processos necessários para executar todos os movimentos corretamente e para evitar que uma força demasiada seja aplicada em seu antebraço. 

    Aqui na Vicci, você encontra apoio necessário para tratar, evitar e entender caso esteja com algum sintoma de cotovelo de tenista. Entre em contato agora mesmo e agende seu horário.

  • Como manter a rotina de treino em épocas festivas?

    Como manter a rotina de treino em épocas festivas?

    Manter a rotina de treino não é uma tarefa muito simples. No dia a dia, tarefas, imprevistos, obrigações são alguns fatores responsáveis por fazer com que a sequência de treinos seja quebrada e os resultados comprometidos. 

    Em épocas festivas, esse desafio é ainda maior e a rotina de treinos fica ainda mais comprometida. Afinal, além de uma série de compromissos, feriados e eventos, ainda há uma grande tendência para a alimentação inadequada, sobretudo em datas comemorativas como natal, ano novo, carnaval e festas juninas. 

    Pensando nisso, separamos algumas dicas para te ajudar nesses momentos. Depois de ler esse conteúdo, será possível passar por essas datas festivas sem quebrar a rotina de treino e sem abrir mão dos resultados.

    Por que é importante manter a rotina de treino?

    Antes de apresentarmos as dicas, é preciso lembrar dos motivos pelos quais esse processo é importante durante festas de final de ano e outras datas comemorativas. 

    Tradicionalmente, os momentos em que acontecem esses eventos e épocas festivas acumulam algumas situações que, quando combinadas, são prejudiciais para quem busca objetivos como emagrecimento, condicionamento físico ou mesmo apenas qualidade de vida. 

    Estamos falando de uma alimentação desregulada, consumo de bebidas alcoólicas e redução do gasto calórico. 

    Logo, manter o ritmo de treino é fundamental para que todo o resultado alcançado até então não seja perdido e também para que o corpo não se acostume com uma rotina que não leva em conta os treinos. 

    Dito isso, a seguir vamos apresentar as X dicas práticas para não deixar o ritmo cair e manter a rotina de treino mesmo em épocas festivas. Veja quais são: 

    Dicas para manter a rotina de treino 

    Antes de qualquer coisa, é sempre importante lembrar que estamos falando a partir de um contexto geral. Essa dificuldade para manter a rotina de treinos durante esses períodos é uma queixa recorrente em nossos canais de comunicação, porém, para outras pessoas é mais simples.

    1. Tudo começa com a organização 

    A primeira dica vale para qualquer pessoa que deseja ter uma rotina de treinos. Estamos falando de organização. Esse processo é fundamental para estabelecer horários, treinos, alimentação e ações necessárias para alcançar o objetivo estabelecido. 

    Sabemos que, muitas vezes, eventos, confraternizações e celebrações que acontecem durante essas datas comemorativas, são planejados com certa antecedência. Assim, é possível criar um planejamento para evitar que os treinos aconteçam nesses horários. 

    Quer ver um exemplo simples? Se a empresa que você trabalha, ou mesmo o seu grupo de amigos, vai fazer uma confraternização, seja ela uma festa junina, happy hour ou amigo oculto em uma noite da semana, o ideal é que você faça seu treino em outro horário. 

    Essa dica pode parecer bem simples, e, na verdade, é. Porém, muitas pessoas que se queixam da falta de continuidade de treinos, relatam que a organização é um dos principais fatores que afastam dessas atividades.

    2. Utilize as condições disponíveis

    Uma outra dica para manter a rotina de treino é utilizar as condições disponíveis. Nesse caso, estamos falando sobre pessoas que viajam ou mesmo que não possuem acesso às academias ou espaços em que normalmente os treinos são realizados. 

    Hoje em dia é possível contar com treinos de diversas formas, isso quer dizer que é possível criar uma rotina de treino que não dependa exclusivamente de academias, aparelhos ou mesmo instrumentos. 

    Corrida na praia, caminhada em espaços públicos como praças e parques, treinos rápidos na varanda ou quadra da casa são ótimas saídas e, sobretudo, não dependem de terceiros para serem realizados.

    3. Cuide da alimentação 

    Como falamos, épocas festivas são os principais vilões quando falamos em manter uma alimentação saudável. Comidas que possuem um alto valor calórico e bebidas alcoólicas são os principais elementos dessa questão. 

    A dica aqui é sempre manter o equilíbrio. De uma forma geral, não é preciso abrir mão completamente de quitutes e comidas típicas desses eventos comemorativos, porém, é preciso ter cuidado para que essa ingestão não aconteça de forma demasiada. 

    Para essa dica, a ingestão de água é fundamental, afinal, essa é a principal forma de repor a hidratação do corpo, principalmente em situações em que o consumo de álcool acontece de forma excessiva.

    4. Mantenha a mentalidade 

    Um outro ponto importante é manter a mentalidade sobre os treinos. Muitas vezes, há um ciclo vicioso que leva a uma série de fatos que prejudicam ainda mais os treinamentos e o condicionamento físico. 

    Questões como, “não treinei duas vezes na semana, não vou treinar mais essa semana”, ou “bebi hoje, tudo bem se beber mais amanhã” são comuns e comprometem ainda a rotina de treino. 

    A dica nesse caso é sempre manter o cronograma e, sempre que sair desse planejamento, voltar o quanto antes, mesmo que seja de forma gradual e com o ritmo em evolução do que é o normal.

    5. Pouco é melhor que nada

    Sabemos que condicionamento físico, preparo muscular e vontade de treinar são impactos em momentos de intensas comemorações e saída da rotina. 

    No entanto, é preciso sempre lembrar seu corpo sobre o processo dos treinos. Realizar atividades mais curtas, caminhadas e corridas de 20 minutos, por exemplo, é melhor do que não treinar por falta de vontade ou condições de executar um treino de uma hora. 

    Na prática, é definitivamente melhor e mais saudável fazer 30 minutos de um exercício, mesmo que seja leve, do que não fazer nada durante um longo período. 

    O que fazer para voltar à rotina de treino depois de épocas festivas?

    Caso não seja possível seguir essas dicas, alguns cuidados são extremamente necessários para a volta aos treinos, principalmente quando a pausa nos treinamentos for longa, como em épocas de férias ou festas de final de ano. 

    O principal cuidado é não voltar aos treinos da mesma forma que eram realizados antes desse momento. Uma readaptação é importante para que os treinos evoluam de forma natural, não comprometendo a saúde ou gerando lesões. 

    Para isso, a dica é sempre contar com uma equipe profissional capacitada. Exames periódicos são essenciais para garantir que o corpo tenha condições necessárias para realizar atividades físicas, principalmente, o acompanhamento médico e fisioterápico e de um educador físico ajudam nesse processo de volta. 

    Seguindo as dicas que deixamos aqui, fica mais simples o desafio de manter a rotina de treinos em épocas festivas e datas comemorativas. Além disso, vale a pena lembrar que tudo passa pelos objetivos de cada pessoa. 

    Se você possui objetivos bem claros, vale a pena também equilibrar esses eventos com a rotina para que não impacte totalmente os objetivos já alcançados. 

    Aqui na Vicci, você encontra tudo que precisa para manter a rotina de treinos. Temos uma equipe multidisciplinar, preparada para atender em todos aspectos, oferecendo auxílio em áreas como nutrição, recuperação de lesões e acompanhamento médico e físico para buscar os melhores resultados, independentemente da atividade física que você pratica.  

    Além disso, aqui na parte de Dicas & Saúde você encontra informações e dicas para manter a melhor rotina possível, sobretudo pensando em saúde e qualidade de vida. Dessa forma, é possível criar um dia a dia mais saudável e preparado para momentos em que esses momentos não sejam complicados e não impeçam você de alcançar seus objetivos. 

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  • Como evitar lesão muscular no esporte

    Como evitar lesão muscular no esporte

    Se você se preocupa em como evitar lesão múscular, está no lugar certo! Praticar atividades físicas e esportes em geral é uma das principais formas de manter a saúde e prezar pela sua qualidade de vida. No entanto, infelizmente, uma rotina de atividades físicas gera o risco de lesões, principalmente afetando músculos e articulações do nosso corpo, causando a temida lesão muscular.

    Nesse contexto, além de seguir uma rotina bem estabelecida de treinos, é preciso também adotar algumas estratégias para evitar lesão muscular durante a prática esportiva, bem como entender o que é necessário para tratar esses problemas. 

    Ao longo desse conteúdo, você encontra dicas simples para colocar em seu dia a dia e contar com mais proteção contra a incidência de uma lesão muscular. Confira:

    O que é lesão?

    Uma lesão é um termo geralmente usado para descrever qualquer dano ou alteração adversa em tecidos biológicos, como a pele, músculos, ligamentos, tendões, ossos ou órgãos internos, que pode ocorrer devido a vários motivos. Lesões podem ser causadas por acidentes, traumas, uso excessivo de uma parte do corpo, exposição a substâncias nocivas, infecções, doenças, entre outros fatores.

    A gravidade das lesões pode variar amplamente, desde pequenas escoriações, arranhões ou contusões até lesões graves, como fraturas ósseas, rupturas de ligamentos, queimaduras de terceiro grau ou lesões internas. O tratamento e a recuperação de uma lesão dependem de sua natureza e gravidade, e podem envolver cuidados médicos, intervenções cirúrgicas, fisioterapia, reabilitação e outros procedimentos.

    A prevenção de lesões é fundamental e pode incluir a adoção de medidas de segurança. Continue lendo e saiba como  evitar lesão de mandeira eficiente.

    Por que acontece uma lesão muscular?

    Uma lesão muscular pode ser causada por diversos fatores e entender cada um dele é o início para aprender como evitar lesão muscular. Os mais comuns são traumas diretos na região, laceração ou isquemia, porém, durante uma prática esportiva essas lesões podem ser causadas por rupturas ou microrrupturas na estrutura muscular. 

    Os principais sintomas de lesões musculares são dores, que podem ser brandas ou fortes, hematomas na região, edemas e dificuldade para movimentar o músculo lesionado. Para atletas e praticantes de atividades físicas, a ocorrência dessas lesões é uma realidade, visto que o esforço é maior. 

    No entanto, a gravidade é a grande questão. Uma lesão muscular grave pode deixar um atleta afastado por um tempo considerável, enquanto lesões leves e tratadas corretamente não costumam causar efeitos e podem ser tratadas com repouso e descanso rotineiro. 

    Dessa forma, separamos 7 dicas simples e práticas para adotar em sua rotina e começar agora mesmo a criar ações para evitar que uma lesão muscular afete o seu desempenho esportivo e afaste dos treinos por um bom tempo. Confira:

    7 dicas prática para evitar lesão muscular

    A seguir, separamos as 7 principais dicas para você adotar e em sua rotina de prática esportiva e começar a criar ações para evitar que uma lesão muscular afaste você da atividade. Confira:

    1. Ter uma rotina de fortalecimento muscular

    A melhor forma de criar uma rotina para reduzir as chances de uma lesão muscular é fortalecendo seus músculos. Esse processo será responsável por criar insumos para intensificar a saúde muscular, auxiliando em movimentos e evitando que lesões aconteçam. 

    Exercícios de fortalecimento muscular têm como principal objetivo o fortalecimento das fibras musculares. Com isso, há uma considerável redução nas chances de lesões e também aumenta-se o condicionamento físico. 

    Por fim, vale destacar que o fortalecimento muscular não depende do ganho de massa magra, visto que o foco pode ser em condicionar os músculos que uma pessoa já possui. 

    2. Contar com tempo certo para repouso 

    A segunda dica, talvez seja a mais simples. Trata-se de destinar o tempo certo para repouso do seu corpo. Na prática, é comum observarmos atletas que não respeitam o limite do corpo e o tempo necessário para descanso e repouso e acabam sobrecarregando a estrutura muscular. 

    Esse é um dos principais responsáveis por lesões musculares, afinal, o esforço em excesso faz com que a rigidez seja um problema. Portanto, procurar um especialista e montar uma ficha de treinos que leve em consideração o repouso é fundamental para evitar esses problemas e evitar o afastamento devido à ocorrência de uma lesão muscular. 

    3. Evitar o excesso de carga para reduzir lesão muscular

    Já que falamos sobre o repouso e os problemas em não contar com tempo necessário para descanso muscular, é preciso falarmos também sobre um outro fator responsável por boa parte dessas lesões: o excesso de carga. 

    Esse é um tipo de lesão que afeta, sobretudo, pessoas que estão começando em uma prática esportiva, principalmente, malhação. Há uma tendência ao pensamento de que quanto mais peso melhor, porém, isso não é verdade. 

    Excesso de peso é um dos responsáveis por fazer com que o exercício não seja realizado corretamente, sobrecarregando a estrutura muscular e gerando lesões. Por isso, a recomendação é sempre respeitar os limites do corpo e contar com uma estratégia de aumento progessivo do peso. 

    4. Ter uma alimentação saudável

    Aqui em nosso Blog, já falamos diversas vezes sobre a importância de uma alimentação saudável e de um acompanhamento nutricional, principalmente para atletas e pessoas que praticam atividades físicas de forma constante. 

    Um bom plano alimentar é aquele que conta com todos os nutrientes necessários para a boa saúde do corpo. Isso inclui vitaminas e outras substâncias que ajudam na recuperação celular e dão energia para a realização de atividades, sem que comprometa outras fontes do corpo. 

    Nesse aspecto, a hidratação também é fundamental. A falta de água necessária no corpo aumenta o risco de uma lesão muscular, por isso, é preciso beber água e ter atenção à dieta. 

    5. Fazer aquecimento e alongamentos adequados

    Há um debate sobre a necessidade ou não da realização de alongamentos antes e depois de uma série de treinos. No entanto, o que ninguém pode negar é que essa prática é importante para a flexibilidade do corpo e para o relaxamento muscular após um treino intenso. 

    Por isso, os alongamentos são considerados atividades leves e são recomendados para o momento após treinos, afinal, ajudam a interromper a contração e tensão das fibras musculares, gerando a sensação de relaxamento muscular e ainda atuando para amenizar dores. 

    Além dos alongamentos, o trabalho de aquecimento é fundamental para evitar uma lesão muscular durante a prática esportiva. A preparação do corpo para o treino é importante, pois sinaliza que movimentos intensos serão necessários. 

    Assim, esse aquecimento ajuda, tanto no aquecimento cardiovascular, quanto na lubrificação de articulações e músculos que serão muito exigidos adiantes, evitando que o corpo esteja “frio” para a prática esportiva.  

    6. Usar roupas e equipamentos certos

    Apesar de muita gente não acreditar, as roupas, sapatos e equipamentos também podem causar uma lesão muscular. Roupas que não proporcionam a flexibilidade e conforto necessário para a prática, podem fazer com que movimentos sejam limitados e o músculo seja forçado em excesso. 

    Os calçados merecem destaque nessa dica. Sabemos que os pés são os responsáveis pela sustentação do corpo e por isso são envolvidos em boa parte das práticas esportivas. Dessa forma, é preciso garantir a utilização de calçados adequados e confortáveis para cada tipo de atividade. 

    Calçados apertados ou sem a resistência necessária fazem com que o peso do corpo não seja distribuído corretamente. Esse é um fator que pode causar lesão muscular, sobretudo, em músculos na perna, focando na região da panturrilha e na coxa. 

    7. Ter um acompanhamento profissional

    Contar com um acompanhamento profissional é uma das melhores formas para evitar uma lesão muscular. Isso vale tanto para o auxílio de um educador físico, para ajudar na construção de treinos e para uma rotina saudável, quanto para nutricionistas e médicos focados em medicina esportiva. 

    Esse acompanhamento permite a realização de exames que analisam a saúde dos músculos e conseguem informar o quão perto estão de lesões musculares. A partir desses exames é possível adotar ações para reduzir o esforço e tratar essas lesões, mesmo antes de acontecerem. 

    Aqui na Vicci, você encontra um time de profissionais completo, pronto para te ajudar a evitar todo tipo de lesão muscular e fazer com que a prática da sua atividade física aconteça da forma como você espera.

    Entre em contato e faça seu agendamento agora mesmo. 

  • Condicionamento físico: dicas para melhorar eficientemente

    Condicionamento físico: dicas para melhorar eficientemente

    Condicionamento físico é um dos termos mais comuns no meio esportivo. Seja em uma conversa de amigos após uma partida de futebol, uma avaliação técnica na academia ou mesmo uma propaganda fitness, cedo ou tarde você vai se deparar com essa expressão. 

    O motivo para tanto uso é o fato do condicionamento físico ser um dos pilares fundamentais da prática esportiva. Afinal, condicionar o corpo e prepará-lo para uma rotina é fundamental para quem busca objetivos diversos, inclusive, perda de peso, competições ou mesmo a prática de um esporte por lazer. 

    No entanto, da mesma forma como esse termo é famoso, existem alguns mitos e lugares comuns sobre o assunto, normalmente, relacionados a ideias que já não são mais aplicadas. Por isso, nesse conteúdo vamos esclarecer o conceito de condicionamento físico e ainda deixar dicas práticas para você melhorar o seu. Acompanhe:

    Afinal, o que é condicionamento físico?

    Condicionamento físico é o nome dado à modalidade de prática de atividade física em que o indivíduo alcança melhora no funcionamento músculo-esquelético e metabólico por meio do aperfeiçoamento na força muscular, potência, resistência cardiovascular, resistência muscular e na flexibilidade. 

    Essa definição foi gerada por especialistas da Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), de acordo com esse conceito, atividades que têm como objetivo o treinamento aeróbico, de força e de flexibilidade são as principais envolvidas para alcançar esse objetivo. 

    Para muitos o condicionamento físico também pode ser entendido como desenvolvimento constante de todas as capacidades relacionadas às condições físicas, principalmente aquelas necessárias para a prática de atividades esportivas e exercícios de forma geral.  

    Por que melhorar o condicionamento físico?

    Melhorar o condicionamento físico é algo contínuo e permanente, visto que sempre é possível melhorar algo em e alcançar um novo patamar em seu condicionamento. Ademais, esse objetivo ainda oferecer outros benefícios para o corpo humano, entre eles, vale destacar 4:

    1. Saúde cardiovascular

    O condicionamento físico está diretamente relacionado com a saúde cardiovascular de uma pessoa. Um programa de condicionamento físico é essencial em uma estratégia para melhorar a saúde do coração, afinal, exercícios são fundamentais para prevenir doenças como diabetes e controlar o colesterol e a pressão arterial. 

    2. Fortalecimento muscular

    A saúde dos músculos também é beneficiada com o condicionamento físico. Estar condicionado é um dos objetivos para intensificar treinos e aumentar a rotina de práticas esportivas, impactando em ações para prevenção de lesões e ganho de massa magra e muscular em todo o corpo. 

    3. Controle do peso corporal 

    Como resultado de ações para manter um bom condicionamento físico é possível também controlar o peso corporal. Isso acontece devido ao fato do condicionamento físico ser um estado proporcionalmente inverso ao sedentarismo e se beneficiar de processos como uma alimentação saudável e uma rotina de exercícios. 

    4. Qualidade de sono

    Sabemos que a prática esportiva exerce influência na qualidade do sono. Por isso, estar bem condicionado está relacionado com o fato de dormir melhor. A prática de exercícios é essencial para relaxar o corpo e proporcionar melhores noites de sono, contando com os benefícios que listamos acima para isso. 

    É difícil melhorar o condicionamento físico?

    Melhorar o condicionamento é uma tarefa totalmente acessível, independentemente do tipo de corpo, atividade ou tempo disponível para alcançar esse objetivo. Muitas pessoas acreditam que esse desafio é impossível, pois não entendem que, normalmente, leva um certo tempo e acontece de forma gradual. 

    Nesses casos, o erro é o pensamento de que irá melhorar instantaneamente de um dia para o outro. A seguir, vamos apresentar 5 dicas simples para começar agora mesmo a melhorar seu condicionamento físico. Confira:

    1. Crie uma rotina de exercícios regulares

    Não há como fugir desse caminho, para ter um corpo condicionado é necessário criar uma rotina de exercícios constantes. Essa rotina deve focar na progressão da preparação física, aumentando a intensidade de acordo com a adaptação do corpo à rotina. 

    Nesse momento, é preciso contar com a ajuda de um profissional de educação física. Ele será responsável por montar um treino que considere esse objetivo e tenha as progressões de peso, carga e intensidade necessárias para que seu corpo fique bem condicionado. 

    2. Tenha foco na alimentação saudável

    Novamente, precisamos falar sobre a importância da alimentação saudável. Além de ser fundamental para manter um padrão de qualidade de vida, comer bem também é essencial para quem busca um corpo bem condicionado. 

    Seguir uma dieta balanceada, que contenha todos os nutrientes necessários, incluindo fibras, carboidratos e proteínas, e pouca quantidade de gorduras, é primordial para manter o peso corporal adequado. 

    Quando falamos em alimentação, sempre devemos lembrar da hidratação. Esse fator é fundamental para qualquer objetivo que envolva a melhoria da condição física de uma pessoa. 

    Outro ponto importante da alimentação saudável é o fato de possibilitar níveis de energia adequados para a prática de alguma atividade física que permita o condicionamento físico. 

    3. Faça exercícios cardiorrespiratórios

    Poucas pessoas gostam de esteiras e bicicletas na academia, porém, esses exercícios são fundamentais para manter o corpo condicionado. Atividades como caminhadas, corridas ao ar livre e natação também exercem essa função e fazem com que seu corpo ganhe intensidade para outras práticas, 

    Além disso, também é importante incluir atividades de fortalecimento muscular em sua rotina. Essas práticas são importantes para dar força aos músculos e articulações e prevenir doenças e lesões que podem te afastar da rotina de treinos. 

    4. Invista em repouso e sono de qualidade

    Falamos acima que um dos efeitos do bom condicionamento físico é o sono de qualidade, porém, os efeitos acontecem na direção oposta também. Afinal, ao contrário do que muita gente pensa, o repouso também ajuda no condicionamento físico. 

    É provado que o corpo realmente entra em um estado máximo de recuperação durante o sono. Isso envolve a recuperação muscular e também de outros tecidos e sistemas fisiológicos. 

    Durante uma noite de sono, hormônios importantes, como o GH, são produzidos e jogados em nossa corrente sanguínea, possibilitando a recuperação do que foi utilizado em esforços durante o dia.  

    Portanto, dormir bem também é fundamental para o condicionamento físico, visto que além disso que falamos, ainda faz com que você tenha energia para uma nova bateria de exercícios no outro dia. 

    Importância de acompanhamento profissional para o condicionamento físico

    Por fim, uma dica fundamental é contar com acompanhamento profissional. Além de pensar em exercícios para esse objetivo, ainda é possível utilizar tecnologia e conhecimento para fazer com que seu corpo esteja no melhor estado para buscar o condicionamento. 

    Isso é possível quando há um trabalho em conjunto de vários profissionais. Falamos aqui sobre o educador físico e também sobre o nutricionistas, mas, poderíamos destacar outros, como, fisioterapeuta, ortopedistas e analistas de desempenho. 

    Esse grupo profissional possui competência para acompanhar o desenvolvimento em busca de um condicionamento físico, permitindo que aconteça de forma natural e saudável, sem que prejudique a saúde. 

    Aqui na Clínica Vicci, temos um grupo de profissionais capacitado e preparado para te ajudar a alcançar o melhor condicionamento físico. Seja para a recuperação de lesão de forma correta ou mesmo para atividades de prevenção de lesões, aprimoramento, e construção de uma dieta saudável. Por isso, entre em contato agora mesmo e agende seu horário. 

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  • Fazer alongamento antes ou depois do treino?

    Fazer alongamento antes ou depois do treino?

    Alongar-se é uma das principais ações que acompanham exercícios físicos, treinos e competições. No entanto, da mesma forma como é comum a execução desses movimentos, é comum a dúvida sobre qual o momento certo, por isso, hoje vamos esclarecer se o correto é realizar alongamentos antes ou depois do treino. 

    Considerando todas as vantagens dos alongamentos para a prática de atividades físicas, já podemos dizer que são fundamentais para uma rotina de treinos e também para uma qualidade de vida, visto que melhora a flexibilidade, qualidade de vida e ainda previne lesões. 

    Por isso, nesse conteúdo vamos, de uma vez por todas, esclarecer sobre qual o momento de fazer alongamento: antes ou depois do treino? 

    Importância dos alongamentos para a prática de atividades físicas

    Antes de explicarmos, vamos voltar um pouco e apresentar os motivos que tornam o alongamento uma das práticas mais importantes para atletas profissionais e amadores e praticantes de atividades físicas de todos os níveis. 

    Sabemos que uma das primeiras ações para ter uma vida saudável é a decisão sobre o começo de uma atividade física. Nesse momento, a indicação é que todo o processo seja realizado com o apoio de profissionais como nutricionistas, médicos, fisioterapeutas e educadores físicos, afinal, é preciso educar seu corpo para uma nova rotina. 

    Dado esse passo, ao começar uma nova atividade de treinos, muitas pessoas se deparam com lesões ou mesmo com dificuldades demasiadas para exercícios. O motivo é bem simples: falta de alongamentos. 

    De uma forma direta, os alongamentos são essenciais para o aumento da flexibilidade dos músculos e para a preparação para exercícios mais intensos. Isso acontece devido ao fato de serem responsáveis por promover a distensão das fibras musculares e possibilitar amplitude dos movimentos executados.

    Portanto, fazer alongamentos é uma das principais formas de reduzir as chances de lesões, principalmente relacionadas à distensão e à ruptura muscular. Além disso, essa prática também é fundamental para melhorar o desempenho durante os treinos, visto que ajuda no fortalecimento muscular. 

    Outras vantagens dos alongamentos: 

    – Alívio de tensões musculares. 

    – Gera a sensação de relaxamento e bem-estar. 

    – Ajuda a ativar a circulação sanguínea. 

    – Pode ajudar a reduzir estresse, ansiedade e depressão. 

    – Ajuda a controlar e evitar dores musculares que podem surgir após os treinos intensos. 

    É correto alongar antes ou depois do treino?

    Agora que a importância dos alongamentos para a prática esportiva está clara, vamos à resposta principal desse artigo: afinal, o correto é realizar alongamentos antes ou depois do treino?

    De antemão, é preciso destacar a importância de seguir uma rotina de treinos preparada por um educador físico, que, certamente, irá definir o melhor momento para os alongamentos. Para isso, esse profissional irá considerar seus objetivos, limitações, necessidades e o tipo de treino ou atividade física. 

    No entanto, existem algumas indicações sobre o melhor momento e vamos explicar a seguir. 

    Por que fazer alongamentos depois do treino?

    Os alongamentos estáticos são os mais conhecidos por praticantes e atletas. Trata-se de um conjunto de exercícios que servem para relaxar os músculos. Diferentemente do que muita gente acredita, o melhor momento para realizar esses alongamentos é justamente após o treino. 

    O principal motivo é o relaxamento muscular que esses alongamentos provocam. O alongamento após os treinos exerce um papel importante, gerando estímulos de relaxamento para músculos e organismo, ajudando inclusive no controle de dores musculares. 

    No entanto, é preciso destacar que esses alongamentos precisam ser bem executados. Normalmente, depois de um treino intenso, exercícios podem causar desconforto, por isso, é preciso não exagerar. 

    Outra boa recomendação é aguardar um pouco após a prática esportiva. Treinos intensos, como para atletas que correm maratonas, por exemplo, realizar uma massagem após essas práticas são mais indicadas, afinal, há um esforço demasiado de músculos e estruturas corporais como um todo.

    Cuidados ao realizar alongamentos

    Quando a gente fala em alongamento, existe um mito sobre a necessidade de sentir dores durante esses exercícios. Trata-se de um conceito equivocado, se você sente dores durante o alongamento, alguma coisa está errada.  

    É necessário sim alongar o músculo e sentir que ele está sendo alongado, porém, isso não deve se transformar em dores. Para isso, é importante entender exatamente qual a musculatura exigida durante uma rotina de alongamentos. 

    Outro ponto importante é entender os limites do corpo. Alongamentos são importantes para a flexibilidade, porém, não acontece de uma hora para outra. Assim, entender que trata-se de um processo contínuo e que o corpo irá reagir melhor a cada sessão de alongamentos é importante para não forçar além do limite. 

    Por fim, alongar-se durante o dia é uma prática recomendada por muitos profissionais e pode provocar o sentimento de bem-estar. Porém, é preciso que esses alongamentos sejam leves e não forcem o corpo, servindo apenas para alívio de tensões e relaxamento muscular. 

    Alongamento antes do treino: dicas do pré-treino

    O alongamento pré-treino é uma parte importante da rotina de exercícios, pois ajuda a:

    • Preparar o corpo para o movimento: Aumenta a amplitude de movimento das articulações e a flexibilidade muscular, reduzindo o risco de lesões.
    • Melhorar o desempenho: Aumenta o fluxo sanguíneo para os músculos, fornecendo oxigênio e nutrientes necessários para a contração muscular.
    • Diminuir a dor muscular: Reduz a rigidez muscular e previne a dor muscular pós-treino (DMAT).

    Tipos de alongamentos:

    • Alongamento estático: Manter a posição por 20-30 segundos, sem movimentos bruscos.
    • Alongamento dinâmico: Movimentos lentos e controlados que alongam os músculos.

    Como se alongar antes do treino?

    Exemplos de alongamentos pré-treino:

    Membros superiores:

    • Braços para frente: Levantar os braços à altura dos ombros, com as palmas das mãos se tocando. Empurrar as palmas das mãos uma contra a outra por 20 segundos.
    • Braços para trás: Levar os braços para trás, com as palmas das mãos se tocando. Puxar os braços para trás por 20 segundos.
    • Rotações de ombro: Girar os ombros para frente e para trás em círculos amplos por 10 repetições em cada direção.

    Membros inferiores:

    • Agachamento com os pés juntos: Agachar-se com os pés juntos, mantendo as costas eretas e os calcanhares no chão. Segurar por 20 segundos.
    • Afundo: Dar um passo à frente com uma perna e flexionar os joelhos até que o joelho da frente fique a 90 graus. Manter a postura ereta e o joelho de trás próximo ao chão. Segurar por 20 segundos e repetir com a outra perna.
    • Círculos com os tornozelos: Girar os tornozelos em círculos no sentido horário e anti-horário por 10 repetições em cada direção.

    Core:

    • Prancha: Posicionar-se com os antebraços e os pés no chão, corpo em linha reta da cabeça aos calcanhares. Manter a posição por 30 segundos.
    • Ponte: Deitar-se de costas com os joelhos flexionados e os pés no chão. Elevar o quadril do chão até formar uma linha reta dos joelhos aos ombros. Manter a posição por 20 segundos.
    • Rotações de quadril: Deitar-se de costas com os joelhos flexionados e os pés no chão. Girar os quadris para os lados, alternando entre os lados por 20 segundos.

    Dicas importantes:

    • Realize os alongamentos de forma suave e controlada, sem sentir dor.
    • Respire profundamente durante os alongamentos.
    • Não force os limites do seu corpo.
    • Preste atenção aos sinais do seu corpo.
    • Se sentir dor, pare o alongamento imediatamente.

    Lembre-se de que o alongamento pré-treino deve ser leve e rápido, com duração de 5 a 10 minutos.

    Após o treino, é importante realizar alongamentos estáticos para promover a recuperação muscular.

    Alongamento depois do treino: dicas do pós-treino

    O alongamento pós-treino é uma parte crucial da sua rotina de exercícios, pois ajuda a:

    • Melhorar a flexibilidade: Aumenta a amplitude de movimento das articulações e a flexibilidade muscular, reduzindo o risco de lesões em futuros treinos.
    • Reduzir a dor muscular: Diminui a rigidez muscular e previne a dor muscular pós-treino (DMAT).
    • Acelerar a recuperação: Promove a circulação sanguínea e ajuda na remoção de ácido láctico, auxiliando na recuperação muscular.
    • Melhorar a postura: Ajuda a manter o corpo alinhado e previne problemas posturais.

    Tipos de alongamentos:

    • Alongamento estático: Manter a posição por 30-60 segundos, sem movimentos bruscos.
    • Alongamento dinâmico: Movimentos lentos e controlados que alongam os músculos.

    Como se alongar depois do treino?

    Exemplos de alongamentos pós-treino:

    Membros superiores:

    • Tríceps: Levar o braço direito para trás e flexionar o cotovelo, segurando o antebraço com a mão esquerda. Puxar o cotovelo para a cabeça e segurar por 30 segundos. Repetir com o outro braço.
    • Bíceps: Com os braços ao lado do corpo, flexionar os cotovelos e levar as palmas das mãos para os ombros. Pressionar os antebraços contra o corpo e segurar por 30 segundos.
    • Peito: Juntar as palmas das mãos na frente do corpo e empurrar uma contra a outra por 30 segundos.

    Membros inferiores:

    • Isquiotibiais: Sentar-se no chão com as pernas estendidas. Inclinar-se para frente, tentando tocar os dedos dos pés com as mãos. Manter a posição por 30 segundos.
    • Quadríceps: Em pé, segurar o pé direito com a mão direita e puxar o calcanhar para o glúteo. Manter a posição por 30 segundos. Repetir com a outra perna.
    • Panturrilha: Ficar de frente para uma parede com as mãos apoiadas na altura dos ombros. Dar um passo à frente com uma perna e flexionar o joelho da frente, mantendo o calcanhar da perna de trás no chão. Inclinar o corpo para frente até sentir o alongamento na panturrilha da perna de trás. Manter a posição por 30 segundos. Repetir com a outra perna.

    Core:

    • Gato-vaca: Começar de quatro, com as mãos sob os ombros e os joelhos sob os quadris. Inspirar e arquear a coluna para baixo, como um gato. Expirar e arredondar as costas para cima, como uma vaca. Repetir por 10 vezes.
    • Rotações de quadril: Deitar-se de costas com os joelhos flexionados e os pés no chão. Girar os quadris para os lados, alternando entre os lados por 30 segundos.
    • Ponte com elevação de perna: Deitar-se de costas com os joelhos flexionados e os pés no chão. Elevar o quadril do chão até formar uma linha reta dos joelhos aos ombros. Elevar uma perna estendida em direção ao teto, mantendo a posição por 30 segundos. Repetir com a outra perna.

    Lembre-se de que o alongamento pós-treino deve ser leve e focado nos músculos que foram trabalhados durante o treino.

    Consulte um profissional de educação física para obter orientação personalizada sobre alongamentos.

    Importância de um acompanhamento profissional

    Como falamos, os alongamentos podem ser ótimos aliados para atletas ou mesmo pessoas que estão começando em algum exercício físico para iniciantes. Porém, é preciso sempre lembrar que é necessário um acompanhamento profissional. 

    Estabelecer uma rotina de treinos saudável é fator determinante para a continuidade na prática e também para alcançar os objetivos esperados. Nessa rotina, além dos alongamentos, quando necessário, também são estabelecidos os exercícios, a intensidade e, até mesmo, a recuperação necessária para seu corpo. 

    Quando esse acompanhamento é realizado de forma integrada com outros profissionais é ainda mais benéfico. Afinal, a qualidade de vida e melhor performance esportiva é resultado de processos como uma alimentação saudável, uma rotina adequada de atividades físicas e um acompanhamento médico para evitar lesões e cuidar do corpo. 

    Aqui na Vicci, você encontra tudo que precisa para ter uma rotina mais saudável e capacitar seu corpo para superar desafios e buscar seu objetivo. Contamos com profissionais que vão desde especialistas em medicina esportiva, até analistas para ajudar em treinamentos focados, como corrida. 

    Por isso, acompanhe nosso blog para ver mais dicas, como essas sobre o fato de realizar alongamentos antes ou depois do treino e, entre em contato com a gente para fazer seu agendamento e conhecer nossa clínica. 

    Entre em contato

  • O que comer antes de treinar: Dicas de pre treino

    O que comer antes de treinar: Dicas de pre treino

    Está começando uma nova atividade física e deseja saber o que comer antes de treinar? Se a resposta for sim, você precisa ler esse conteúdo até o final para entender quais são os alimentos indicados para o pré-treino. 

    Além disso, ao longo desse conteúdo você vai descobrir também quais são os alimentos que não são recomendados, ou seja, aqueles que causam efeitos não apropriados em seu corpo durante treinos ou mesmo em competições. 

    Por que é importante saber o que comer antes do treino?

    A alimentação pré-treino é fundamental para que o corpo tenha energia para os exercícios que virão e também para que sejam produzidas as enzimas necessárias para reconstrução dos músculos, auxiliando em todo processo de recuperação muscular. 

    Além disso, a alimentação saudável e correta antes do treino é importante para um alinhamento entre objetivos e exercícios, principalmente quando falamos em quantidade de nutrientes ingeridos. Pessoas que estão interessadas em perder peso, por exemplo, precisam manter uma alimentação hipocalórica, ou seja, ter um consumo menor de calorias (déficit calórico)  quando comparado ao que é gasto no treino.  

    Ainda sobre os motivos de comer bem antes de treinar, é importante destacar o fato de não ocorrer nenhum problema durante a prática. O correto é comer pelo menos 30 minutos antes de qualquer prática, proporcionando tempo para que seu corpo processe os alimentos e consiga liberar energia sem causar desconfortos como náuseas ou a sensação de mal-estar. 

    Entendendo esses fatores, a seguir, vamos apresentar alguns alimentos que são considerados boas alternativas para comer antes de treinar. Confira: 

    5 alimentos para comer antes do treino: carboidratos de rápida absorção pré-treino

    Vale destacar que a melhor forma de saber realmente o melhor alimento para cada hora do seu dia, inclusive o pré-treino, é a partir de um plano alimentar elaborado por um nutricionista e que leva em consideração as suas características, bem como o funcionamento do seu metabolismo. 

    Porém, a seguir, vamos apresentar alguns alimentos e idéias de carboidratos de rápida absorção pré-treino que podem ser considerados em diferentes dietas:

    1. Batata-doce

    A batata-doce é considerada uma alternativa interessante para quem busca uma fonte de carboidrato complexo, porém, com um baixo índice glicêmico. Na prática, esse detalhe é fundamental para que seu corpo tenha energia para treinar e sinta a sensação de saciedade por um longo período de tempo, evitando a vontade de comer de forma demasiada logo após o exercício físico. 

    Vale destacar que a batata-doce pode ser substituída por variações como a batata baroa, (também conhecida como mandioquinha) e ainda pela tradicional batata inglesa. Porém, nesses casos é preciso ter atenção à quantidade. 

    2. Suco natural ou integral de uva ou laranja 

    Enquanto a batata-doce é uma fonte de carboidratos consumidas em sua forma sólida, os sucos naturais possuem o mesmo objetivo, porém, por serem líquidos, conseguem fazer efeito de forma mais rápida no organismo de uma pessoa. 

    Um copo de Suco natural ou integral de uva ou laranja antes do treino é o suficiente para gerar energia para todo o exercício. Vale lembrar que o ideal é que o consumo aconteça sem a adição de açúcares, aproveitando o doce que as próprias frutas possuem por meio da frutose. 

    3. Sanduíche feito com pão integral 

    Ainda olhando para a ingestão de carboidratos, fundamentais para ajudar o organismo no gasto de gordura e açúcar, os grãos integrais são extremamente nutritivos e importantes para o consumo antes de treinos. 

    Quando esses sanduíches são preparados com proteínas leves como frango ou atum, ainda é possível gerar aminoácido fundamental para reparo muscular. No entanto, para treinos leves é preciso ter mais atenção quanto ao consumo de proteínas, tornando importante o entendimento do plano alimentar. 

    4. Banana

    A banana é outra fruta interessante para comer antes de treinar. É comprovado que esse alimento é um dos mais importantes para combater cãibras e fadiga muscular durante a prática de atividades físicas, inclusive, o que faz com que seja um alimento consumido durante treinos pelo seu tipo de carboidrato ser de absorção rápida, então em uma emergência a Banana é uma excelente opção.

    Além disso, a banana ainda ajuda no ganho de massa magra, sendo fundamental para pessoas que possuem rotinas de treino com esse objetivo. 

    5. Água 

    Muitas pessoas acreditam que a hidratação é importante apenas para durante e pós-treino. Porém, beber água é fundamental também para a preparação para o início da atividade física, esse fato ficou comprovado em estudos realizados pela American College of Sports Medicine. 

    O correto é que a hidratação aconteça em um período equivalente a 2 horas antes do exercício da atividade física. O volume adequado gira em torno de 500m e 900ml, variando de acordo com a intensidade do treino. 

    O objetivo dessa hidratação antes do treino é fazer com que o comece a atividade com um nível adequado de hidratação, além de proporcionar tempo suficiente para eliminar a água através da transpiração. 

    É claro que essa hidratação prévia não substitui a necessidade de ingerir água durante o treino, muito menos após o treino, momento em que é fundamental.

    Por que esses alimentos são indicados para comer antes de treinar?

    Como vimos, boa parte dos alimentos indicados para comer antes de treinar são ricos em carboidratos. Esses nutrientes são essenciais para esse momento, visto que o corpo precisa de energia. 

    Alimentos ricos em carboidratos, sobretudo aqueles com ação mais lenta ou os chamados carboidratos complexos ajudam o corpo no processo de queima de gordura e ganho de massa magra. 

    O que não comer antes de treinar?

    Da mesma forma com que alguns alimentos são reconhecidos como importantes fontes de energia e nutrientes antes do treino, outros estão na lista do que deve ser evitado. A seguir, você confere quais são:

    Carne vermelha: a carne vermelha é uma importante fonte de proteína para o corpo humano, porém, possui a absorção mais lenta e pode conter maior índice de gordura. Assim, é preciso evitar o consumo antes do treino para que o efeito da digestão afete o desempenho da atividade física. 

    Castanhas: as castanhas são conhecidas pela facilidade do consumo. Porém, possuem baixo índice de carboidrato e maior valor em proteínas e gordura. Assim, também demandam um tempo maior para digestão.

    Por que esses alimentos não são indicados?

    Embora as proteínas sejam fundamentais para um plano alimentar, antes do treino é importante evitar o consumo de alimentos com excessiva composição desses nutrientes. 

    O motivo principal é o fato de um dos principais objetivos do treino é fazer com que o metabolismo utilize ou consuma a gordura que já está ali e não uma nova fonte desse nutriente. 

    É só seguir essas dicas?

    Essas dicas servem como base para sua alimentação, porém, é fundamental que você conte com a ajuda de um profissional. 

    O acompanhamento nutricional é fundamental para quem deseja ter uma boa alimentação e seguir com boas práticas alimentares em conjunto com uma boa rotina de treinos. Como falamos, esses alimentos de rapida absorção antes do treino são aplicados em um contexto geral, ou seja, uma dieta específica para você será responsável por contemplar as demandas do seu organismo. 

    Além disso, outro fator importante é considerar o objetivo dos seus treinos. Foco em ganho de massa? Perda de peso? Condicionamento físico? Cada pessoa possui uma demanda diferente, o que resulta em uma dieta diferente para cada momento do dia.  

    O que você achou dessas dicas sobre o que comer antes do treino? Aqui na Vicci, temos uma equipe de profissionais preparada para te atender e entender os seus objetivos e particularidades, inclusive no campo nutricional.

    Entre em contato e agende sua consulta agora mesmo. 

  • É realmente difícil seguir um plano alimentar saudável?

    É realmente difícil seguir um plano alimentar saudável?

    Seguir um plano alimentar é um dos principais caminhos para quem deseja contar com uma alimentação saudável e alcançar objetivos como perda de peso, manutenção de saúde, melhoria da qualidade de vida e para evitar doenças que decorrem da falta de uma dieta balanceada. 

    Na prática, sabemos que seguir um planejamento alimentar é um desafio para muitas pessoas. Para você ter uma ideia, dados divulgados pela Pesquisa Nacional de Saúde e Nutrição (National Health and Nutrition Examination Survey, NHANES) em 2019 mostraram que cerca de 42% dos mais de 50.000 entrevistados adotaram métodos que não conseguiram manter para perder peso. 

    Porém, atualmente, está mais do que comprovado que não é difícil seguir um plano alimentar, sobretudo quando é realizado de acordo com as características de cada pessoa. Ao longo desse conteúdo vamos explicar os motivos e fazer com que você entenda que é algo mais simples do que dizem por aí. 

    Veja o que você encontra nesse conteúdo:

    • O que é um plano alimentar?
    • Por que é importante seguir um plano alimentar?
    • É realmente difícil seguir um plano alimentar?
    • 4 dicas para seguir um plano alimentar
    • Como montar um plano alimentar?
    • O que você encontra em um planejamento nutricional
    • Importância de um acompanhamento nutricional

    O que é um plano alimentar?

    O plano alimentar trata-se de um planejamento nutricional onde se encontram todos os alimentos necessários para que uma pessoa tenha uma dieta balanceada e adequada às suas necessidades diárias. 

    Nesse planejamento estão descritas as refeições, os horários mais adequados para cada uma, as quantidades corretas, informações nutricionais de cada alimento e ainda uma lista de substituições possíveis. 

    De uma forma bem direta, o plano alimentar é o documento responsável por guiar uma pessoa em sua dieta, servindo como consulta e, muitas vezes, como local para análise de receitas para que ela entenda quais os melhores alimentos. 

    É importante destacar também que dietas prontas não podem ser confundidas com um plano alimentar. Esse planejamento deve ser montado por um nutricionista e é totalmente individual, portanto, essas dietas prontas não consideram fatores que o médico analisa ao montar um planejamento nutricional adequado. 

    Entre esses fatores podemos usar como exemplo as preferências de cada pessoa e ainda restrições alimentares que cada indivíduo pode desenvolver.  

    Por que é importante seguir um plano alimentar?

    Seguir um plano alimentar é a principal forma de garantir que as refeições irão seguir o que foi planejado em sua dieta. Além disso, é responsável por orientar as pessoas sobre a adoção de alimentação saudável, passando por todos os grupos alimentares e evitando excessos. 

    Um dos principais aliados para a manutenção de uma dieta realmente saudável é o planejamento. Assim, um plano alimentar possibilita maior previsibilidade sobre refeições, evitando que a falta de tempo seja motivo para uma alimentação inadequada. 

    Um planejamento alimentar também está associado a outros benefícios. Entre eles, podemos destacar o entendimento sobre a importância de cada grupo alimentar, a redução de desperdício de alimentos, bem como a economia no valor gasto com refeições, visto que é possível adotar processos mais otimizados para elaboração das refeições. 

    É difícil seguir um plano de alimentação saudável? 

    De uma forma bem simples, a resposta para a pergunta é não. Quando há um bom plano alimentar e um bom acompanhamento, seguir esse planejamento é um processo que pode ser bem simples, sobretudo quando há objetivos envolvidos, visto que os resultados são visíveis. 

    Como não existe uma fórmula mágica, a seguir, você encontra 4 passos básicos para acabar com a dificuldade de seguir um plano alimentar.

    1. Tenha um plano alimentar personalizado: seguir esse planejamento é difícil quando não é um processo individualizado. Quando seus gostos, rotinas e particularidades não são considerados, esse plano alimentar pode contemplar uma série de restrições e refeições que não geram prazer e tornam um sacrifício. Portanto, evite dietas prontas e procure uma dieta com a sua cara.

    2. Importância do hábito: alimentação é um processo. Um plano alimentar é importante para criar o hábito de comer bem, por isso, é importante que você entenda que é preciso dar tempo para que seu corpo se adapte aos horários, receitas e quantidades. Da mesma forma, é preciso que, em casos de mudanças drásticas, isso não ocorra de um dia para o outro.

    3. Trocas são fundamentais: muitas pessoas deixam de seguir o planejamento alimentar por acreditarem que existe apenas uma alternativa para uma refeição. Entender as substituições possíveis e as informações nutricionais de cada alimento são passos necessários para adotar uma alimentação saudável como estilo de vida de modo permanente. 

    4. Organização é tudo: procure organizar antecipadamente suas refeições. Uma boa prática é a definição do cardápio periódico, muitas pessoas escolhem a preparação semanal das refeições, esse movimento é interessante tanto para evitar desperdícios de alimentos, quanto para otimizar o tempo necessário para encontrar, lavar, cozinhar e preparar cada item presente em sua dieta. 

    Como montar um plano alimentar?

    Depois de tudo que falamos, fica fácil entender que um planejamento alimentar não deve ser montado sem um conhecimento detalhado e específico sobre alimentos e sobre rotinas. Assim, é um processo que deve ser realizado por um nutricionista. 

    Cada pessoa possui características diferentes e demandas diferentes, inclusive, o metabolismo de cada pessoa atua de forma particular, tendo uma carência nutricional própria. Esses fatores precisam ser considerados, entre outros motivos, para evitar que o plano alimentar deixe de ser seguido. 

    O nutricionista é o profissional responsável por corrigir deficiências e excessos nutricionais de uma rotina alimentar e ainda elaborar um planejamento que envolva o consumo certo de micro e macronutrientes. 

    Esse conhecimento, aliado ao entendimento das características de cada pessoa, são os diferenciais entre um planejamento alimentar feito por um nutricionista e as dietas prontas encontradas em diversas fontes. 

    O que você encontra em um planejamento alimentar saudável?

    De uma forma geral, em um planejamento alimentar busca-se explorar ao máximo os nutrientes presentes em cada alimento. Assim, há a preferência por alimentos naturais, redução de industrializados e a diversificação com base na pirâmide alimentar e nutrição funcional.

    Veja uma lista de alimentos que normalmente estão presentes em um plano alimentar saudável: 

    • água;
    • frutas;
    • cereais;
    • alimentos integrais;
    • hortaliças;
    • leguminosas;
    • sementes e oleaginosas

    Nutricionista plano alimentar: Importância de um acompanhamento 

    Como você viu, contar com um nutricionista capacitado é um dos pilares para contar com um bom plano de alimentação saudável e para ficar mais perto de não abandonar esse processo em pouco tempo. 

    Quanto a isso, vale destacar a importância do acompanhamento nutricional. Diferentemente do que algumas pessoas acreditam é preciso criar uma rotina de consultar-se com o nutricionista para rever o planejamento alimentar e analisar a aderência ao estilo de vida e também aos objetivos. 

    Como falamos, quanto mais o plano alimentar é condizente com a sua rotina, mais fácil é seguir esses planejamento e não criar empecilhos para adotar uma alimentação que não proporcione saúde e qualidade de vida para você. 

    Em nosso blog você encontra mais dicas de saúde para adotar em sua rotina e colher bons resultados em todas as áreas. Seja na parte nutricional, como esse conteúdo sobre o plano alimentar, ou mesmo na parte física, com conteúdos sobre saúde do corpo. Além disso, estamos disponíveis para você.

    Entre em contato e agende uma consulta agora mesmo. 

  • Como a nutrição esportiva ajuda atletas amadores e profissionais

    Como a nutrição esportiva ajuda atletas amadores e profissionais

    A alimentação é uma das principais responsáveis por manter a saúde das pessoas. Quando olhamos para o dia a dia de atletas amadores e profissionais, manter uma alimentação correta é ainda mais importante, afinal, a nutrição esportiva contribui para manter a forma, otimizar resultados e também para evitar lesões. 

    Para entendermos a relação próxima entre nutrição e esportes, podemos discorrer sobre o crescimento do entendimento sobre a suplementação esportiva, analisarmos a crescente procura por nutricionistas para acompanhamento ou olharmos para equipes e percebemos a presença de um profissional de nutrição. 

    No entanto, antes dessas análises, é preciso realmente entendermos o que é a nutrição esportiva, bem como ter claro o papel dessa alimentação para atletas amadores e profissionais. Neste conteúdo, você entende justamente isso. Acompanhe:

    Relação entre nutrição e esporte

    Entender estratégias de nutrição e suplementação no esporte é fundamental! Já que a relação entre nutrição e esporte desempenha um papel crucial no desempenho atlético, na recuperação pós-exercício e na manutenção da saúde geral. Aqui estão alguns pontos-chave que destacam a importância dessa relação:

    1. Fornecimento de Energia: Os nutrientes fornecem a energia necessária para a prática esportiva. Carboidratos são a principal fonte de energia durante o exercício, enquanto gorduras e proteínas desempenham papéis complementares.
    2. Recuperação Muscular: Após o exercício, a ingestão adequada de proteínas é crucial para reparar e reconstruir tecidos musculares danificados. Isso é essencial para o crescimento muscular e a recuperação após o treino.
    3. Hidratação: A hidratação adequada é fundamental para manter o equilíbrio de líquidos e eletrólitos no corpo, o que afeta o desempenho e previne a desidratação, que pode levar à fadiga e lesões.
    4. Gestão do Peso: A nutrição desempenha um papel importante na gestão do peso, o que é relevante para atletas que precisam manter um peso específico para competir em certos esportes. A alimentação adequada ajuda a otimizar a composição corporal.
    5. Melhora do Desempenho: Dietas equilibradas, ricas em nutrientes, podem melhorar o desempenho atlético. Nutrientes como vitaminas, minerais e antioxidantes ajudam na função muscular e na capacidade de resistência.
    6. Prevenção de Lesões: Nutrientes como cálcio, vitamina D e vitamina K são essenciais para a saúde óssea, ajudando a prevenir lesões relacionadas ao esporte, como fraturas e estresse nos ossos.
    7. Redução da Inflamação: Uma dieta rica em antioxidantes e ácidos graxos ômega-3 pode ajudar a reduzir a inflamação no corpo, o que é importante para atletas que enfrentam inflamação crônica devido ao treinamento intenso.
    8. Sistema Imunológico: A nutrição adequada também desempenha um papel importante na função do sistema imunológico. O treinamento rigoroso pode enfraquecer temporariamente o sistema imunológico, tornando a nutrição adequada ainda mais crucial.
    9. Concentração e Foco: Alimentos ricos em antioxidantes, vitaminas e minerais podem melhorar a função cognitiva e a concentração mental, o que é fundamental para um desempenho esportivo de alta qualidade.
    10. Longevidade e Saúde Geral: A nutrição adequada pode não apenas melhorar o desempenho atlético, mas também contribuir para a saúde a longo prazo, prevenindo doenças crônicas e promovendo uma vida ativa.

    É importante ressaltar que as necessidades nutricionais variam de acordo com o tipo de esporte, intensidade do treinamento, idade, sexo e metas individuais. Portanto, atletas muitas vezes trabalham com nutricionistas esportivos para criar planos alimentares personalizados que atendam às suas necessidades específicas.

    O que é nutrição esportiva?

    “Nutrição esportiva o que é?“ essa costuma ser uma dúvida muito comum entre os esportistas. A nutrição esportiva é o nome dado à área especializada da nutrição em que o objetivo é entender o que é preciso para que atletas amadores e profissionais e praticantes de esportes tenham acesso aos nutrientes, hidratação e alimentação adequada para práticas esportivas dos mais diferentes tipos. 

    Vale destacar que além dos estudos sobre tipos de alimentos, vitaminas e todo plano alimentar presente dentro da área de nutrição, o profissional que foca seus estudos em nutrição esportiva ainda recorre a conhecimentos sobre fisiologia, bioquímica e educação física. 

    Nutrição esportiva o que faz?

    Agora que o conceito está claro, vamos avançar e esclarecer qual a importância e as atribuições da nutrição esportiva no dia a dia. O papel da nutrição esportiva além de fortalecer ossos e articulações é estabelecer um plano alimentar pertinente à rotina de treinos e competições de uma pessoa envolvida na prática de um determinado esporte. 

    Como falamos, para isso, o nutricionista leva em consideração todo o conhecimento sobre alimentação e também o conhecimento sobre o comportamento do corpo durante a prática esportiva. Na prática, isso é necessário para levar em conta o gasto energético durante uma prática esportiva e também para possibilitar que o corpo esteja preparado para tal momento. 

    Para quem a nutrição esportiva é indicada?

    Antes de avançarmos é preciso acabar com um mito sobre a nutrição esportiva: esse acompanhamento não é restrito aos atletas profissionais e de alta performance. Qualquer pessoa que pratica exercícios físicos ou mesmo quem possui o desejo de adotar essa rotina pode contar com a ajuda de um nutricionista. 

    A diferença entre o que um atleta profissional demanda de um nutricionista esportivo e o que um atleta amador demanda está na dieta estabelecida e na rigidez em que o plano alimentar deve ser seguido, de acordo com a individualidade de cada modalidade esportiva exige.

    Por exigir alta performance, seguir um plano alimentar é algo que faz parte da rotina de um atleta profissional. Além disso, o comum é que equipes profissionais contem com um nutricionista integrado, olhando para cada refeição e alimentação dos atletas. 

    Por outro lado, o atleta amador ganha, principalmente, em qualidade de vida e saúde, além de qualidade de práticas esportivas. Quando há um acompanhamento profissional, os resultados dos exercícios são alcançados e a saúde é afetada positivamente, levando a evolução.

    A seguir, vamos apresentar alguns objetivos que podem ser trabalhados por um nutricionista focado em esporte junto a atletas ou mesmo praticantes de exercícios físicos. Confira:

    Como a nutrição esportiva ajuda atletas amadores e profissionais?

    Dar energia durante treinos e competições: para quem possui uma rotina de treinos e competições, um plano alimentar bem estruturado é fundamental. Essa definição permite que atletas tenham um plano alimentar que leve em conta Gorduras, proteínas, carboidratos e hidratação necessária para ter energia durante todo o período. 

    Melhorar a performance: sabemos que uma das melhores formas de melhorar a performance é contando com um acompanhamento integrado que passa por profissionais como nutricionistas, ortopedistas e fisioterapeutas. A nutrição esportiva oferece alimentação para que atletas amadores e profissionais conduzam seus corpos para superar limites e melhorar o rendimento e performance no esporte.  

    Controlar peso: a prática esportiva é um dos principais elementos para quem busca controlar o peso e evitar obesidade. Assim, contar com um acompanhamento nutricional permite que o plano alimentar seja pensado com base em gerar energia para essa rotina e evitar excessos.  

    Manter a hidratação: a hidratação é um dos processos mais importantes em uma prática esportiva, afinal, perde-se muita água durante exercícios físicos. Assim, o acompanhamento também serve para que atletas entendam como está o processo de perda de líquidos durante treinos e saibam como repor esses minerais. 

    Indicar suplementação: suplementos são aliados de atletas e praticantes de esportes. Seja para dar energia, ganhar músculos, a suplementação de acordo com cada modalidade esportiva, deve ser acompanhada por um profissional capaz de entender quais grupos alimentares realmente precisam de reforço e ainda indicar os suplementos que não causam danos ao corpo de cada indivíduo. 

    Estratégias de nutrição e suplementação no esporte

    Estratégias de nutrição e suplementação desempenham um papel vital no desempenho esportivo. Atletas e entusiastas do fitness utilizam essas estratégias para otimizar seu treinamento, recuperação e saúde geral. Antes de iniciar qualquer suplementação ou mudança significativa na sua dieta, é importante consultar um profissional. Separamos neste tópico algumas estratégias comuns de nutrição e suplementação no esporte:

    1. Hidratação: Manter-se hidratado é essencial para o desempenho atlético. A desidratação pode levar à fadiga, cãibras musculares e redução do desempenho. Beba água regularmente e ajuste a ingestão de acordo com a intensidade do exercício e o clima.

    2. Carboidratos: Os carboidratos são a principal fonte de energia durante o exercício. Atletas frequentemente fazem “carregamento de carboidratos” antes de eventos de resistência para maximizar os estoques de glicogênio. Durante o exercício prolongado, géis de carboidratos e bebidas esportivas podem fornecer energia rápida.

    3. Proteínas: A proteína é crucial para a reparação e construção muscular. Atletas de resistência e de força frequentemente consomem proteínas após o treinamento para apoiar a recuperação. A ingestão diária de proteína deve ser adequada para a massa muscular e a demanda de treinamento.

    4. Gorduras Saudáveis: Ácidos graxos ômega-3 e ômega-6 são essenciais para a saúde das articulações e a função cardiovascular. Peixes gordurosos, nozes e sementes são fontes importantes dessas gorduras.

    5. Vitaminas e Minerais: Micronutrientes desempenham papéis importantes no desempenho atlético. O ferro é essencial para o transporte de oxigênio, enquanto o cálcio e a vitamina D são cruciais para a saúde óssea. Suplementos podem ser usados quando há deficiências, mas é importante consultar um profissional de saúde.

    6. Suplementos de Treinamento: Alguns atletas usam suplementos específicos para melhorar o desempenho, como creatina (para ganho de força), beta-alanina (para resistência), cafeína (para foco) e nitrato (para melhorar a eficiência do oxigênio).

    7. Timing Nutricional: Quando você come também é importante. Pré-treino e pós-treino, as refeições e os lanches podem afetar o desempenho e a recuperação. Certifique-se de comer refeições equilibradas antes do treinamento e consuma proteína e carboidratos após o exercício para recuperação.

    8. Estratégias de Recuperação: Além da nutrição, técnicas de recuperação, como banhos de gelo, massagem e alongamento, podem melhorar a recuperação muscular.

    9. Individualização: As necessidades nutricionais variam de pessoa para pessoa. Portanto, é importante personalizar a nutrição e a suplementação com base nas necessidades individuais, metas e tipo de esporte praticado.

    10. Consulta Profissional: Trabalhar com um nutricionista esportivo ou profissional de saúde é fundamental para criar um plano de nutrição e suplementação personalizado e seguro.

    Lembre-se de que a nutrição esportiva não é “tamanho único serve para todos”. As estratégias devem ser adaptadas às suas necessidades específicas e objetivos.

    Nutrição no esporte: Alimentos bom para os ossos e articulações

    alimentos bom para os ossos e articulaçõesFortalecer ossos e articulações é fundamental para manter uma boa saúde ao longo da vida e para que você tenha uma nutrição no esporte adequada. A dieta desempenha um papel crucial nesse processo, fornecendo nutrientes essenciais para ossos fortes e articulações saudáveis. Abaixo estão alguns alimentos ricos em nutrientes importantes para ossos e articulações:

    1. Leite e Produtos Lácteos: São excelentes fontes de cálcio, um mineral essencial para a saúde óssea. Iogurte, queijo e leite fortificado são boas opções.
    2. Salmão e Outros Peixes Gordos: O salmão, a sardinha e o atum são ricos em vitamina D e ácidos graxos ômega-3, que ajudam na absorção de cálcio e têm propriedades anti-inflamatórias.
    3. Vegetais de Folhas Verdes: Espinafre, couve e brócolis são ricos em cálcio, vitamina K e outros nutrientes essenciais para a saúde dos ossos.
    4. Alimentos Ricos em Vitamina C: Frutas cítricas, morangos, pimentões e kiwis contêm vitamina C, que é fundamental para a síntese de colágeno, importante para fortalecer as articulações.
    5. Amêndoas e Sementes de Gergelim: São boas fontes de cálcio e magnésio, que ajudam na mineralização óssea.
    6. Alimentos Ricos em Proteína: Carnes magras, ovos e leguminosas como feijão e lentilhas são importantes para a construção e reparação dos tecidos, incluindo ossos e articulações.
    7. Alimentos Ricos em Vitamina A: Cenouras, batatas-doces e abóbora são ricos em vitamina A, que é fundamental para a saúde dos ossos.
    8. Peptídeos de Colágeno: Alimentos que contêm peptídeos de colágeno, como caldos de ossos, podem ajudar a fortalecer articulações, pois fornecem os blocos de construção do colágeno.
    9. Sementes de Chia e Linhaça: São ricas em ácidos graxos ômega-3, que têm propriedades anti-inflamatórias e podem beneficiar as articulações.
    10. Gengibre e Curcuma: Essas especiarias têm propriedades anti-inflamatórias naturais que podem ajudar a aliviar a dor nas articulações.
    11. Frutas e Vegetais Coloridos: Alimentos como tomates, pimentões e berries são ricos em antioxidantes, que ajudam a combater o estresse oxidativo nas articulações.
    12. Água: Manter-se hidratado é importante para a saúde das articulações, pois a água ajuda a lubrificá-las.

    Lembre-se de que uma dieta equilibrada que inclua uma variedade desses alimentos é a chave para fortalecer ossos e articulações. Além disso, a moderação no consumo de alimentos ricos em açúcar e sal é importante, pois o excesso desses componentes pode afetar negativamente a saúde dos ossos e articulações. C

    Por que procurar um nutricionista esportivo?

    Este capítulo tem como objetivo esclarecer uma dúvida muito comum principalmente em pessoas que vão começar a praticar algum tipo de exercício físico para iniciantes. Procurar um nutricionista não é algo solicitado ao matricular-se em uma academia ou começar uma aula de algum esporte, porém, é algo fundamental para se adaptar à rotina. 

    Nesse caso, estamos falando de um nutricionista com foco em entender os objetivos da sua prática esportiva e relacionar com o que seu corpo precisa ingerir para que aconteça de forma equilibrada. 

    O fato de não ter uma dieta balanceada e uma alimentação saudável compatível com a rotina de quem deseja praticar atividade física é um dos fatores que levam boa parte das pessoas a deixarem de realizar exercícios físicos. 

    Assim, ao começar uma nova rotina, o caminho normal é não entender quais os passos necessários para seguir com a rotina. Como resultado, muitas pessoas começam uma nova prática, mas não mudam hábitos, não alcançando os resultados esperados. 

    Desse jeito, realizar uma avaliação e ter uma dieta para manter uma alimentação saudável é essencial, independentemente do objetivo esperado ao começar uma nova atividade física. 

    Vitaminas para ossos e articulações

    Vitaminas desempenham um papel fundamental na saúde dos ossos e articulações, auxiliando na manutenção da densidade óssea, na síntese de colágeno (um componente essencial das articulações) e na redução da inflamação. Pensando nisso preparamos para você uma lista de vitaminas para ossos e articulações:

    1. Vitamina D: A vitamina D é essencial para a absorção de cálcio, o que é crucial para a saúde óssea. A exposição ao sol é uma fonte natural de vitamina D, mas a suplementação pode ser necessária em regiões com menos luz solar. A vitamina D também tem propriedades anti-inflamatórias que podem beneficiar as articulações.
    2. Vitamina C: A vitamina C é importante para a síntese de colágeno, que é uma parte fundamental da cartilagem nas articulações. Além disso, a vitamina C tem propriedades antioxidantes que ajudam a reduzir o estresse oxidativo nas articulações.
    3. Vitamina K: A vitamina K desempenha um papel na mineralização óssea, ajudando o cálcio a se fixar nos ossos. Ela também pode ajudar a reduzir a perda de densidade óssea.
    4. Vitamina E: A vitamina E tem propriedades antioxidantes que podem ajudar a proteger as articulações contra o dano oxidativo.
    5. Vitamina B12: A vitamina B12 é importante para a saúde dos nervos e pode ajudar a reduzir o risco de lesões nervosas relacionadas a problemas articulares.
    6. Vitamina A: A vitamina A é importante para a saúde dos ossos e ajuda na formação e manutenção de tecidos saudáveis.
    7. Vitamina B6: A vitamina B6 é importante para o metabolismo de aminoácidos, que são os blocos de construção do colágeno.
    8. Ácido Fólico (Vitamina B9): O ácido fólico é essencial para a formação adequada das células sanguíneas e pode ajudar na redução do risco de doenças ósseas.
    9. Vitamina B3 (Niacina): A niacina desempenha um papel na síntese de lipídios, que são importantes para a formação da membrana celular nas células ósseas.

    É importante obter essas vitaminas por meio de uma dieta equilibrada, que inclua uma variedade de alimentos ricos em nutrientes. No entanto, em alguns casos, suplementos vitamínicos podem ser recomendados por um profissional de saúde, especialmente se houver deficiência de alguma vitamina específica.

    Lembre-se de que, embora as vitaminas sejam importantes, a saúde óssea e articular também depende de outros fatores, como uma dieta rica em cálcio, atividade física regular, evitar o fumo e o consumo moderado de álcool. Consultar um profissional de saúde é fundamental para avaliar suas necessidades individuais e determinar a melhor abordagem para a saúde de seus ossos e articulações.

    Importância do acompanhamento nutricional 

    Um dos principais erros de quem procura um nutricionista é acreditar que a mesma dieta poderá ser seguida por um longo período de tempo sem nenhuma alteração. Afinal, é comum encontrarmos pessoas que seguem a mesma dieta por meses ou anos sem voltar ao nutricionista. 

    Nesses casos, há um processo em que o corpo passa a demandar nutrientes, energia e alimentação em geral diferente. Afinal, o corpo está em constante em transformação e fatores como idade, evolução no esporte, esforço demasiado e lesões devem ser levados em conta na hora da construção de uma dieta. 

    Dessa forma, o acompanhamento nutricional é tão importante quanto o acompanhamento médico de outras especialidades como a ortopedia. É a partir dessa consulta que exames são realizados para que o estado da dieta esteja sempre alinhado com a rotina e com as particularidades de cada pessoa. 

    Portanto, agora que você já sabe o que é nutrição esportiva e sabe que é indicada para atletas profissionais e também amadores, entende o quão importante é esse acompanhamento, de preferência com constância, para que os resultados de atividades físicas realmente apareçam. 

    Acompanhe nosso Blog e fique por dentro de mais informações e conteúdos que, assim como esse sobre nutrição esportiva, podem fazer com que você tenha mais saúde e qualidade de vida em seu dia a dia. E lembre-se, caso precise de ajuda especializada.

    Entre em contato com a gente e tenha acesso ao corpo clínico preparado para te ajudar.

  • Torcicolo: como a fisioterapia pode solucionar esse problema

    Torcicolo: como a fisioterapia pode solucionar esse problema

    Acordar com dor na região do pescoço é uma situação muito comum entre as pessoas, principalmente quem possui entre 20 e 30 anos. Nestes momentos, existem várias teorias sobre a causa e apenas uma certeza: trata-se de torcicolo. 

    Porém, diferentemente do que muita gente acredita, existem vários elementos que podem influenciar a aparição dessas dores no pescoço e de um quadro de torcicolo. Inclusive, pode ser um sintoma de algo mais sério e gerar outros problemas. 

    Por isso, ao longo desse conteúdo vamos apresentar os detalhes sobre torcicolo e mostrar como a fisioterapia pode solucionar esse problema de uma vez por todas. Acompanhe.

    O que é torcicolo?

    Torcicolo pode ser definido como a tensão e contração intensa dos músculos da região do pescoço. Como resultado, há uma inclinação direcionada para um lado do corpo, gerando dores na região e dificuldade de movimentação da cabeça e outras regiões como ombros e costas. 

    O termo torcicolo pode ser entendido por meio de sua origem etimológica. Afinal, pescoço (colo) e torto é uma tradução e adaptação livre dessa palavra. Ademais, mesmo que essas dores estejam no pescoço, existem alguns tipos de torcicolo. A seguir você conhece os principais. 

    Tipo de torcicolo

    • Torcicolo congênito: esse tipo de torcicolo é muito comum em recém-nascidos. Afeta o  músculo lateral do pescoço, fazendo com que os bebês permaneçam com a cabeça inclinada. 
    • Torcicolo dermatológico: como o nome sugere, esse tipo de torcicolo está relacionado com alguma lesão na pele. Assim, a limitação do movimento e as dores podem ser causadas pela cicatrização dessas lesões. 
    • Torcicolo espasmódico: esse é o tipo mais comum de torcicolo em adultos e jovens, gerando contração involuntária dos músculos cervicais. É resultado de ações como tensão emocional, esforço demasiado em atividades físicas, trauma por deslocamento repentino ou mesmo permanência na mesma posição por períodos prolongados sem qualidade necessária. 
    • Torcicolo vestibular: esse tipo de torcicolo acontece devido à disfunção do labirinto, estrutura responsável pelo equilíbrio do ser humano. Na prática, quando há falta de harmonia nesse equilíbrio, a tendência é a compensação com a posição da cabeça, o que gera torcicolo. 

    Além desses tipos, ainda existem torcicolos neurogênicos, oculares e reumatológicos, casos mais raros e que são decorrentes de problemas em outras regiões do corpo ou consequências de quadros específicos, como um AVC. 

    Quais são os sintomas de torcicolo?

    Como falamos, torcicolo é a tensão dos músculos do pescoço e acaba causando dor e desconforto nessa região. Porém, além disso, esse quadro ainda pode ser acompanhado de outros sintomas. Confira quais são:

    • Dificuldade de movimentação: em decorrência da tensão, o principal sintoma depois da dor é a dificuldade de realizar movimentos básicos, como virar a cabeça para o lado e movimentar em diferentes direções. 
    • Dor em outras partes do corpo: além das dores no pescoço, em alguns casos, o paciente também pode sentir dores em outras regiões como a cabeça, nos braços e forte dor nas costas.  
    • Ombro mais alto de um lado do corpo: esse quadro pode interferir na posição do ombro, fazendo com que um lado fique mais alto em decorrência da tensão dos músculos na região do pescoço. 

    Quais são as principais causas de torcicolo?

    As principais causas de torcicolo estão relacionadas à postura, permanência em uma determinada posição (como na direção de um carro), noite mal dormida, prática excessiva de atividades que envolvem levantamento de peso. Porém, existem algumas outras que merecem destaque. 

    1. Traumatismos: em caso de pancadas ou impacto forte na região que engloba a cabeça e o pescoço, o resultado comum é a queixa de torcicolo. 
    2. Espasmos musculares: pessoas que sofrem com doenças propensas ao acontecimento de espasmos musculares tendem a reclamar de torcicolo. Um bom exemplo é a Doença de Parkinson que pode gerar esse tipo de sintoma. 
    3. Doenças nas costas: doenças nas costas também podem causar torcicolo. Quem tem problemas como hérnia de disco e escoliose, por exemplo, está mais propenso a esse sintoma. 
    4. Estresse: o estresse é um outro importante elemento capaz de causar torcicolo. Afinal, o estresse pode impactar a tensão muscular e fazer com que a região do pescoço sofra com rigidez. 
    5. Problemas congênitos: exclusivo ao tipo de torcicolo congênito, a causa é o fato do bebê nascer com uma alteração muscular na região do pescoço, resultando em uma postura de sobrecarga. 

    Quais são os tratamentos comuns para torcicolo?

    É importante destacar que, em boa parte dos casos, o quadro de torcicolo dura apenas alguns dias, sendo que 48 horas é média global de duração de dores intensas e o quadro tende a melhorar completamente em um período que varia entre 3 e 5 dias.

    Isso acontece principalmente nos casos relacionados à má postura, noites sem qualidade e ainda problemas na prática de atividades físicas. 

    É sempre importante destacar que, caso essas dores não passem ou sejam contínuas, é preciso procurar um médico para que exames e um diagnóstico completo sejam definidos. No entanto, para casos mais simples e dores que aparecem momentaneamente, existem alguns tratamentos para aliviar a dor e prevenir que aconteçam. 

    Tratamentos para aliviar torcicolo

    Analgésicos e anti-inflamatórios são utilizados para aliviar a dor e relaxantes musculares para evitar espasmos. Atualmente, é possível encontrar relaxantes que atuam diretamente no local, que podem ser colocados como adesivos sobre a região. 

    Além disso, água quente e massagem na região são outras soluções caseiras normalmente recomendadas em casos mais leves. E claro, todas essas dicas, acompanhadas de repouso e atenção quanto à evolução das dores.  

    Para evitar que esse problema seja uma constante, a indicação é atenção à postura, posição de trabalho, travesseiro e prática de exercícios físicos. E, casos específicos, é necessário procurar um fisioterapeuta para tratamento de fortalecimento dos músculos da coluna cervical. 

    Sobre isso, vamos falar com detalhes a seguir para que você entenda a importância de contar com um fisioterapeuta para solucionar de uma vez por todas os problemas com torcicolo. 

    Como a fisioterapia atua em casos de torcicolo?

    Buscar tratamento fisioterápico é fundamental, sobretudo, para aquelas pessoas que sofrem constantemente com dores no pescoço e torcicolo. Durante as sessões de fisioterapia, serão desenvolvidos exercícios que atuam diretamente nos músculos responsáveis pela sustentação da coluna cervical. 

    Esses exercícios são baseados em alongamentos do pescoço e dos músculos das costas que afetam essa região. Além disso, o tratamento também passa pelo conhecimento sobre boas práticas de posicionamento durante o dia e mesmo durante as noites. 

    Dessa forma, eles serão fortalecidos e alongados. O resultado é a melhora da postura e a  descompressão de raízes nervosas dessa região, liberando a tensão existente e permitindo que movimentos sejam realizados sem dificuldade. 

    Além disso, o fisioterapeuta planeja um plano de exercícios pensando na evolução do paciente de forma que ao decorrer do tempo obtenha resultados como o ganho da amplitude do movimento do pescoço e o alinhamento do corpo.  

    Portanto, a dica final é, ao sentir que as dores estão graves, procurar um médico especializado para diagnóstico e receber a recomendação do tratamento adequado para o seu quadro. 

    Está sofrendo com torcicolo? Com essas informações você sabe o que fazer e como observar esse quadro. Para mais informações.

    Entre em contato com nosso time de especialistas e fique mais perto de ajuda fisioterápica para lidar com dores do pescoço.