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  • Dor nas costas: como acabar com esse problema?

    Dor nas costas: como acabar com esse problema?

    A dor nas costas é um problema que afeta grande parte da população brasileira e boa parte das pessoas em todo mundo. Porém, isso não é um quadro normal e, caso você sinta essa dor, nesse conteúdo terá acesso a dados importantes para acabar com esse problema. 

    Antes de qualquer coisa, isso não é algo que afeta apenas você. Como falamos, boa parte da população sente essas dores. Para você ter ideia, de acordo com dados levantados pela Organização da Saúde em 2019, 80% dos brasileiros sofrem com esse quadro. 

    A pergunta que fica é: como lidar com a dor nas costas? Diferentemente do que muita gente fala, existem sim tratamentos efetivos que podem te ajudar a viver sem esse problema. E é justamente sobre isso que vamos falar ao longo deste artigo.

    Tipos de dores nas costas

    Para começarmos, é importante destacar que existem diferentes tipos de dores nas costas. Normalmente, são causas diversas que causam dores em locais diferentes, com variadas intensidades e também impactos para atividades diárias ou mesmo para outros órgãos e partes do corpo. 

    A seguir, você confere os 4 tipos de dores nas costas e as suas principais características. Confira:

    1. Torcicolo 

    O primeiro tipo de dor nas costas é o Torcicolo. Embora muitas pessoas não associem essa dor às costas, o torcicolo é uma contratura muscular que atinge a região superior da coluna, mais precisamente na área do pescoço. 

    2. Cervicalgia

    Esse tipo de dor nas costas acomete a coluna cervical, na região próxima aos ombros e pescoço. Sobre essas dores, o destaque é sobre a evolução, quando não tratadas corretamente, podem evoluir e afetar a capacidade de movimentação de uma pessoa. 

    3. Lombalgia

    A lombalgia é um dos tipos mais tradicionais de dores nas costas. Trata-se de uma dor que afeta a parte inferior desta região, gerando a comum “dor lombar”. Os principais fatores de risco são: sedentarismo, etilismo, sobrepeso, fatores psicológicos e outros. 

    4. Lordose e escoliose

    A escoliose é uma deformidade da coluna caracterizada pela inclinação e rotação das vértebras. No exame de imagem a curva da escoliose pode apresentar-se em “C” ou em “S”. Essa deformidade vertebral pode gerar algumas alterações posturais na região dos ombros, quadris e escápulas. 

     

    O que causa dor nas costas?

    Assim como acontece com dores em várias partes do corpo, as causas podem ser diversas. Entretanto, na maioria das situações, as dores nas costas são causadas por problemas musculares, cansaço, sedentarismo, etilismo, sobrepeso, fatores psicológicos e outros.

    Dores nas costas causadas por lesões musculares: como falamos, esses são os casos mais comuns. Normalmente, essas dores aparecem após atividades físicas, devido ao efeito de uma atividade rotineira ou mesmo em decorrência de pesos demasiados sobre a coluna. 

    Dor nas costas por causa de lesões nas articulações: as lesões nas articulações podem acontecer no joelho, pé, braços e também nas costas de uma pessoa. Geralmente, acontecem devido a falta de condições ideais para práticas esportivas ou mesmo atividades cotidianas como carregar peso. 

    Dores nas costas causadas por doenças respiratórias: o ato de respirar mobiliza grande parte do corpo humano, inclusive o exoesqueleto e toda a coluna, dessa forma, doenças e problemas respiratórios podem causar dores nas costas, sobretudo, quando são graves.

    Dor nas costas devido ao cálculo renal: as temidas pedras nos rins também podem causar dores nas costas, além da região do abdômen. Essas dores são consideradas intensas e, muitas vezes, comprometem todo o movimento e podem gerar lesões musculares nessa região. 

    Dores nas costas por causa de hérnia de disco: a hérnia de disco é considerada uma das principais doenças que afetam essa região. Nesse caso, o comum é a dor se concentrar no meio das costas e chegar até as costelas, os glúteos e as pernas dependendo da raiz nervosa acometida. 

    Dor ciática: essa causa de dor nas costas acontece devido à compressão, inflamação ou irritação de uma ou mais raízes nervosas que nascem na medula espinhal e vão formar o nervo ciático. Normalmente, o paciente sente dor irradiada para a perna e dificuldade para sentar e para caminhar.

    Dor nas costas devido à infecção urinária: por fim, pessoas que sofrem com infecção urinária também podem sentir dores nas costas. Geralmente, a inflamação causada por essa infecção afeta outras partes do corpo chegando às costas.  

     

    Quando a dor nas costas é preocupante?

    Até aqui, vimos alguns tipos de dores nas costas e as principais causas. Agora, chegou a hora de deixar o alerta sobre quando essas dores são realmente preocupantes. Antes de qualquer coisa, é preciso destacar que sentir dor não é algo comum, assim, sempre que esse quadro se repetir é necessário procurar um médico ou fisioterapeuta. 

    Dito isso, é importante deixar claro que sedentarismo, obesidade e excesso de peso em treinamentos são ações que podem causar dores. Após uma série pesada de exercícios físicos ou depois de uma atividade física, essas dores podem aparecer, assim como é comum o caso de dores musculares em regiões como braços ou mesmo pernas. 

    No entanto, quando essa dor não passa e aparece de forma contínua, é preciso acionar o sinal de alerta. Como ficou claro, alguns quadros podem apresentar a dor nas costas como sintoma, representando um diagnóstico mais complexo. 

    Além disso, é preciso entender que mesmo dores leves devem ser tratadas com atenção, visto que o quadro pode evoluir para problemas como a osteoartrose que trata-se do desgaste da cartilagem articular. 

     

    Como acabar com a dor nas costas?

    Existem formas de aliviar essas dores e formas de tratar de forma definitiva esse problema. Quando falamos em dores musculares ou nas articulações, alternativas como bolsa de água quente no local, relaxantes musculares são opções para aliviar dores momentâneas.

    Preocupar com a postura durante o dia, com a qualidade do colchão e cadeira de trabalho, com a forma de caminhar e mesmo de realizar atividades físicas também são boas práticas para lidar com dores nas costas. 

    Além disso, a outra forma de lidar com as dores nas costas é por meio de um tratamento médico e fisioterápico. Quanto a isso, a única forma de obter uma orientação adequada é por meio de uma consulta. A automedicação apresenta riscos e pode agravar o quadro. 

    Assim, um médico será capaz de diagnosticar, entender a causa e receitar o tratamento adequado, podendo variar entre medicação, sessões de fisioterapia ou mesmo procedimentos cirúrgicos.  

    Um ponto importante é a prática de atividades físicas. Fortalecer a coluna é um procedimento fundamental para dar qualidade ao corpo e criar elementos para evitar dores. Aliada à fisioterapia, essa prática contribui para reduzir a força das dores nas costas e permite que quadros sejam tratados de forma menos invasiva, ou seja, não sendo necessário cirurgia. 

    Porém, o destaque é para o acompanhamento profissional para que o excesso de peso também não seja um problema e acabe comprometendo a saúde da coluna. 

    Como você viu, um dos melhores caminhos para acabar com dores nas costas é contar com a ajuda de um corpo médico composto por um ortopedista e um fisioterapeuta.

    Entre em contato agora mesmo e agende seu horário para uma consulta especializada. 

  • Quantas sessões de fisioterapia são necessárias no tratamento?

    Quantas sessões de fisioterapia são necessárias no tratamento?

    Além de tratamentos caseiros como massagens, bolsa de água quente e relaxantes musculares, o tratamento fisioterápico é um dos mais indicados para quem sofre constantemente com torcicolo. No entanto, ficam dúvidas sobre quantas sessões de fisioterapia são necessárias para lidar com essas situações. 

    Como a pergunta sobre a quantidade de sessões de fisioterapia é uma constância por aqui. Ao longo desse conteúdo vamos apresentar algumas informações para que você entenda qual o volume é preciso para lidar com lesões e dores do pescoço e também em outras partes do corpo. Acompanhe.

     Quem define a quantidade de sessões de fisioterapia?

    Vamos começar explicando os detalhes sobre como a decisão sobre a quantidade de sessões é tomada. 

    Antes de qualquer coisa é preciso ressaltar que apenas o fisioterapeuta pode indicar e determinar a quantidade necessária de sessões para tratamento. Esse detalhe é importante visto que durante muito tempo, esse processo era realizado por médico. 

    No entanto, de forma correta, o processo vem sendo atualizado e já há algum tempo o fisioterapeuta tem autonomia e capacidade para avaliar e determinar qual a quantidade de sessões necessárias para o tratamento de cada paciente. 

    Ainda sobre isso, o processo hoje pode acontecer sem a atuação médica. Caso você esteja sentindo dores no pescoço, por exemplo, pode marcar uma consulta com um fisioterapeuta para avaliação e verificação da real necessidade do tratamento.

    Porém, outro destaque importante é sobre a importância de procurar clínicas e espaços que ofereçam os dois atendimentos. Dessa forma, o trabalho é realizado em conjunto e o paciente conta com um olhar mais detalhado sobre suas lesões e traumas, aumentando as chances de uma recuperação adequada e mais rápida. 

    Como é a definição sobre a quantidade de sessões de fisioterapia?

    Agora que sabemos que essa definição cabe ao fisioterapeuta, vamos esclarecer sobre como é realizada a definição. 

    Durante a consulta deste profissional, serão analisados todos os detalhes sobre as queixas apresentadas pelo paciente. Nesse momento, pode-se começar pelo diagnóstico médico, porém, mesmo com essa análise serão considerados fatores como:

    • Funcionalidade da fisioterapia, isso quer dizer que é considerado o objetivo do tratamento buscado pelo paciente. Podemos encontrar casos de fortalecimento muscular, recuperação de lesões, solução para dores localizadas, alongamento, entre outros. 
    • Presença ou ausência de processo inflamatório na região em que o paciente relata desconforto, dor ou limitação de movimento. 
    • Natureza da lesão, analisando se a dor possui característica crônica ou momentânea, se é em apenas uma região ou se está em outras partes do corpo.  
    • Condições da lesão, o que passa pela origem, sintomas visíveis e outras características que servem para classificar cada quadro.  
    • Resultado de exames de imagens como ressonâncias e outros exames que identificam lesões e traumas diversos. 

    Depois de considerar todos esses elementos, o fisioterapeuta irá dizer quantas sessões serão necessárias, além de definir o planejamento de execução dessas atividades, bem como a definição dos exercícios que serão realizados ao longo do tempo. 

    Pode fazer fisioterapia todos os dias?

    A frequência ideal de fisioterapia depende de diversos fatores, como:

    • Tipo de lesão ou condição: Algumas lesões ou condições exigem sessões de fisioterapia mais frequentes, enquanto outras podem ser tratadas com menos frequência.
    • Gravidade da lesão ou condição: Lesões ou condições mais graves podem exigir sessões de fisioterapia mais frequentes do que lesões ou condições menos graves.
    • Progresso do paciente: A frequência das sessões de fisioterapia pode ser ajustada de acordo com o progresso do paciente.
    • Disponibilidade do paciente: A frequência das sessões de fisioterapia também deve levar em consideração a disponibilidade do paciente.

    Em geral, a fisioterapia pode ser feita de 1 a 3 vezes por semana. Em alguns casos, pode ser necessário fazer fisioterapia todos os dias, especialmente em situações agudas ou em estágios iniciais de reabilitação. No entanto, é importante ressaltar que nem sempre fazer fisioterapia todos os dias é a abordagem mais adequada.

    É importante consultar um fisioterapeuta para determinar a frequência ideal de fisioterapia para o seu caso. O fisioterapeuta irá avaliar a sua lesão ou condição e determinar a frequência de sessões que melhor atenderá às suas necessidades.

    É correto fazer fisioterapia todos os dias?

    Em alguns casos, pode ser apropriado fazer sessões de fisioterapia diariamente, especialmente em situações agudas ou em estágios iniciais de reabilitação.

    No entanto, é importante ressaltar que nem sempre fazer fisioterapia todos os dias é a abordagem mais adequada. O corpo precisa de tempo para se recuperar e se adaptar aos estímulos recebidos durante as sessões de fisioterapia. O fisioterapeuta levará em consideração a condição do paciente, o tipo de tratamento, a resposta individual e outros fatores relevantes ao estabelecer a frequência das sessões.

    É fundamental seguir as recomendações do fisioterapeuta em relação à frequência e duração das sessões. Isso garantirá uma abordagem adequada e segura para a reabilitação ou tratamento em questão. Sempre consulte o profissional de fisioterapia responsável pelo seu caso para obter orientações personalizadas e precisas em relação à frequência das sessões de fisioterapia.

    Quantas sessões de fisioterapia você precisa fazer

    Agora, chegou o momento de conferir alguns dados sobre a média de volume de sessões de fisioterapia necessárias para tratar lesões de diferentes tipos, inclusive mais comuns como torcicolo e dor nas costas. 

    Fisioterapia para torcicolo

    Para pacientes que sofrem com torcicolo, a fisioterapia é um dos melhores caminhos para lidar com dores, limitação de movimentos e outros sintomas desse quadro. Como vimos no conteúdo específico sobre torcicolo, existem vários tipos, o que consequentemente demanda um número de sessões diferentes. 

    No entanto, boa parte dos quadros mais tradicionais e leves de torcicolo são resolvidos após cerca de 10 sessões de fisioterapia. Durante esses momentos, exercícios de fortalecimento, alongamento e redução da tensão são passados para que o paciente tenha melhor desempenho muscular nessa região. 

    Fisioterapia na coluna

    Novamente, essa definição depende do quadro de cada pessoa, mas, tradicionalmente, pacientes que procuram tratamento fisioterápico para problemas na coluna precisam fazer pelo menos 10 sessões. Elas podem ser realizadas diariamente ou mesmo com intervalos, como por exemplo dia sim e dia não.

    Vale destacar que as dores nas costas também podem acontecer devido a diversos fatores. Portanto, dependendo do tipo e do causador, pode ser necessário um volume maior de sessões e um tratamento mais complexo também. 

    Fisioterapia para entorse

    Entorse do tornozelo, braço, ombro e joelho são comuns, afinal, esses membros são utilizados com frequência para práticas esportivas ou mesmo atividades diárias. Nesse caso, o grau da lesão é fundamental para definir quantas sessões de fisioterapia são necessárias, em média esse número gira em torno de 15 a 20 sessões necessárias. 

    Fisioterapia para fraturas

    Esse é um dos casos mais comuns entre jovens e pessoas que praticam esportes, seja profissionalmente ou mesmo amador. O processo comum de pós-operatório de uma lesão que envolve fratura costuma demandar um volume entre 20 e 30 sessões de fisioterapia para que a recuperação aconteça em um tempo correto e de forma natural, sem forçar a região que foi operada.  

    Quanto tempo dura uma sessão de fisioterapia

    A duração de uma sessão de fisioterapia pode variar dependendo do tipo de tratamento, das necessidades individuais do paciente e das recomendações do fisioterapeuta. Em geral, uma sessão de fisioterapia costuma ter duração média de 30 a 60 minutos.

    Durante esse tempo, o fisioterapeuta realizará uma avaliação inicial, desenvolverá um plano de tratamento personalizado e aplicará técnicas terapêuticas adequadas, como exercícios, alongamentos, massagens, mobilizações articulares ou outras intervenções específicas para promover a recuperação e a reabilitação do paciente.

    É importante ressaltar que o tempo exato da sessão pode variar e será determinado com base nas necessidades e progresso individuais de cada paciente.

    20 sessões de fisioterapia são quantos dias?

    A frequência das sessões de fisioterapia pode variar dependendo do plano de tratamento estabelecido pelo fisioterapeuta e das necessidades individuais do paciente. Em geral, as sessões de fisioterapia podem ocorrer de uma a várias vezes por semana.

    Se considerarmos uma frequência de três sessões por semana, por exemplo, 20 sessões de fisioterapia seriam concluídas em aproximadamente sete semanas. No entanto, é importante destacar que a duração total do tratamento pode ser maior ou menor, dependendo do caso específico e do progresso do paciente ao longo do tempo. O fisioterapeuta será capaz de fornecer uma estimativa mais precisa da duração do tratamento com base na avaliação inicial e na resposta individual do paciente.

    Importância de realizar todas sessões de fisioterapia

    Antes de finalizarmos esse conteúdo é essencial deixar um alerta sobre a importância de realizar todo o tratamento. Muitas vezes, após as primeiras sessões, o paciente vê melhora e deixa de fazer o restante necessário. 

    Esse é um erro que pode, entre outras coisas, agravar a lesão e fazer com que o problema volte a aparecer. 

    É preciso entender que um tratamento fisioterápico é dividido, pelo menos, em 3 partes:

    Combate às dores

    Nas primeiras sessões o foco dos exercícios é atuar diretamente nos sintomas apresentados, principalmente no que diz respeito ao alívio de dores. Porém, também é nesse momento que acontece a redução de inflamação local e ainda prevenção de contraturas musculares e problemas vasculares. 

    Trabalho para o movimento do corpo

    A segunda etapa de um tratamento fisioterápico é pautada no objetivo de melhorar e ampliar toda a estrutura do movimento do corpo humano, olhando para a região em que há um problema. Assim, o desempenho tecidual e muscular são impactados para que seja criada condição para evolução e fortalecimento. 

    Fortalecimento

    Por fim, a última etapa é composta por exercícios para fortalecimento muscular, ganho de força desses músculos e melhoria da rigidez articular. Esse acompanhamento é fundamental para que o aumento de dificuldade aconteça de forma controlada e, principalmente, de forma não agressiva ao corpo humano.  

    Portanto, o objetivo da fisioterapia é fazer com que você tenha plenas condições para realização de atividades sem que isso comprometa a saúde do seu corpo e sem fazer com que você sinta dores em movimentos, dos mais complexos aos mais simples. 

    No caso de tratamentos para lesões e mesmo quadros de dores como torcicolo. O objetivo das sessões de fisioterapia é compreender o que seu corpo precisa para lidar com esse problema e criar condições, e isso passa por fortalecimento, melhoria da postura, alongamento e exercícios, para que essas dores não sejam comuns e atrapalhem o seu dia a dia.  

    Quanto custa uma sessão de fisioterapia?

    O valor de uma sessão de fisioterapia pode variar muito, dependendo de diversos fatores, como:

    • Localização: Os preços podem ser mais altos em grandes cidades e regiões metropolitanas.
    • Especialidade do fisioterapeuta: Fisioterapeutas com especialidades mais raras, como fisioterapia esportiva ou fisioterapia neurológica, podem cobrar mais caro.
    • Tipo de tratamento: O preço da fisioterapia pode variar de acordo com o tipo de tratamento utilizado, como fisioterapia manual, eletroterapia ou cinesioterapia.
    • Plano de saúde: Se você tiver plano de saúde, o valor da fisioterapia pode ser coberto pelo plano.

    Para saber o valor exato de uma sessão de fisioterapia, você deve consultar um fisioterapeuta. O profissional irá avaliar sua situação e determinar o preço do tratamento.

    Agora que você tem acesso às informações sobre a quantidade de sessões de fisioterapia necessária para tratamento de lesões diversas, inclusive torcicolo, sabe o que é preciso para acabar com seu problema.

    Entre em contato com a gente, veja como marcar uma consulta com a equipe especializada em cada área e conheça melhor a Clinica Vicci em BH. 

  • Importância do fisioterapeuta: entenda na prática

    Importância do fisioterapeuta: entenda na prática

    A fisioterapia é uma das principais áreas da saúde. Ao longo dos anos, a importância do fisioterapeuta foi ganhando mais destaque na sociedade, deixando de ser visto apenas como o profissional responsável por tratar lesões ortopédicas e avançando para o lugar de destaque no tratamento de diversos quadros que comprometem a estrutura e as funções do corpo humano. 

    No entanto, ainda existem pessoas que não entendem essa importância e ainda não sabem qual o papel que um fisioterapeuta pode desempenhar para contribuir com a saúde, qualidade de vida e bem-estar das pessoas. 

    Ao longo desse conteúdo, vamos explicar com detalhes qual a importância do fisioterapeuta para a sociedade. Veja o que você encontra nesse artigo:

    – O que faz o profissional de fisioterapia.
    – Tipos de fisioterapeutas.
    – Vantagens da fisioterapia para pacientes
    – Importância para a saúde e bem-estar

    O que faz um fisioterapeuta? 

    Fisioterapeuta é o profissional responsável por cuidar, estudar, diagnosticar, prevenir e tratar as disfunções cinéticas funcionais de órgãos e sistemas do corpo humano. Na prática, podemos dizer que a fisioterapia é a área responsável por resolver problemas relacionados com os movimentos do corpo. 

    Para isso, terapias manuais e técnicas que utilizam exercícios, aparelhos, equipamentos e dispositivos a base de ondas de choque, ultrassom ou mesmo lazer para realizar tratamentos preventivos e reparatórios com a finalidade de reabilitação, fortalecimento ou condicionamento de alguma parte do corpo. 

    É importante destacar que todo o contexto por trás da fisioterapia deve ser realizado por um fisioterapeuta. Embora a indicação parta de um médico e, muitas vezes, há um trabalho em conjunto, o único profissional capaz de avaliar, determinar o número de sessões e os tipos de procedimentos é o próprio fisioterapeuta. 

    Dessa forma, cabe a esse profissional o acompanhamento e monitoramento acerca da evolução de cada paciente e o processo de dar alta ao paciente. Portanto, assim como falamos sobre a importância de um médico para tratamentos médicos, é preciso destacar a importância do fisioterapeuta para tratamentos fisioterápicos. 

    Na prática, isso quer dizer que qualquer outro tipo de diagnóstico, avaliação e recomendação de procedimento que não passe por um fisioterapeuta, deve ser entendido como perigoso para a saúde e bem-estar da pessoa. Inclusive, há o risco iminente de agravamento de lesões e quadros quando o processo não é realizado corretamente. 

    Tipos de fisioterapeuta

    Como falamos, boa parte das pessoas conhece o fisioterapeuta como o profissional responsável por tratamento de lesões, sobretudo aquelas ortopédicas. No entanto, a atuação desse profissional vai além e abaixo vamos apresentar algumas. Confira:

    Fisioterapeuta especialista em traumato-ortopédia

    Como falamos acima, é uma das principais atribuições da fisioterapia. Trata-se de lidar com disfunções musculoesqueléticas, contribuindo com a recuperação, prevenção ou mesmo melhoria de movimentos para execução de atividades básicas do dia a dia ou mesmo mais específicas. 

    Fisioterapeuta respiratório

    O fisioterapeuta respiratório ganhou ainda mais destaque nos últimos tempos. Afinal, esse profissional é responsável por cuidar e contribuir com a saúde do sistema respiratório das pessoas. Isso pode ser aplicado para a prevenção ou mesmo recuperação após quadros como doenças respiratórias. Normalmente, esse profissional atua em ambulatórios e centros de terapias intensivas, afinal, lida com certa complexidade de quadros. 

    Fisioterapeuta especialista em Acupuntura

    A acupuntura é um procedimento milenar presente na cultura de muitas regiões. Quando realizado corretamente, esse tratamento pode colaborar na atenuação de vários tipos de dores osteoarticulares. Vale destacar que pode ser realizado também por um médico ortopedista com essa especialização. 

    Fisioterapeuta especialista em Quiropraxia

    A quiropraxia é fundamental para o tratamento e prevenção de situações que afetam o sistema neuromusculoesquelético do corpo humano. Isso quer dizer que é fundamental para evitar o agravamento de patologias e para recuperar pessoas para que consigam executar atividades diárias. 

    Normalmente, as práticas envolvidas passam por massagens e exercícios e são procuradas por quem sente dores nas costas ou possui problemas na coluna vertebral. 

    Fisioterapeuta Dermatofuncional

    A  fisioterapia dermatofuncional é a área responsável por lidar com situações que envolvem condições dermatológicas. Geralmente, o fisioterapeuta atua em conjunto com um dermatologista, contribuindo para tratamentos para doenças como úlceras, cicatrizes, feridas, envelhecimento cutâneo, estrias, acne, gordura localizada ou mesmo em momentos após procedimentos cirúrgicos. 

    Fisioterapeuta do trabalho

    Esse profissional está cada vez mais presente em empresas. Sua função é contribuir para o dia a dia dos trabalhadores, sendo o responsável por ações que envolvem a criação, promoção e execução de boas práticas para a saúde desse corpo de funcionários mediante suas atividades executadas. Inclusive é de suma importância para evitar acidentes de trabalho e afastamentos demasiados.  

    Fisioterapeuta esportivo

    Esse é o profissional de fisioterapia que auxilia atletas amadores e profissionais na prevenção de lesões, redução de riscos nas atividades, fortalecimento e recuperação de lesões. 

    Além de entender todo o funcionamento do corpo humano, esse profissional também entende sobre os movimentos e ações corporais envolvidos em cada atividade e exercício físico. Assim, em conjunto com médicos e outros profissionais, consegue criar uma rotina de práticas necessárias para alcançar o objetivo de cada paciente. 

    Fisioterapeuta neurofuncional

    Por fim, mas não menos importante, vamos falar sobre a área da fisioterapia responsável por lidar com quadros que envolvem síndromes neurológicas que impactam o dia a dia das pessoas. 

    Vale destaque para a atuação preventiva, curativa, paliativa e adaptativa do fisioterapeuta, sobretudo em casos de recuperação de danos no sistema nervoso que podem ser causados por diversos fatores, inclusive Acidente Vascular Cerebral (AVC).

    Um dos casos tradicionais é a necessidade de lidar com paralisias, perda de equilíbrio inesperada, tonteiras e inclusive efeitos de doenças como o Mal de Parkinson.  

    Vale a pena lembrar que essas são apenas algumas especializações possíveis para o profissional de fisioterapia. Algumas outras atuações possíveis como o pilates, que tem crescido dia após dia, e mesmo a fisioterapia gerontológica também são tão importantes quanto as outras citadas neste conteúdo e merecem todo reconhecimento possível. 

    Vantagens da fisioterapia 

    Para os pacientes a importância da fisioterapia está diretamente relacionada com a recuperação de quadros, sobretudo aqueles que tradicionalmente poderiam envolver procedimentos cirúrgicos e mais invasivos como a fisioterapia. 

    Sessões de fisioterapia, através de um método não invasivo, podem recuperar quadros tidos como graves e irreversíveis e oferecer mais qualidade de vida para as pessoas. Não à toa, é um dos profissionais mais procurados em todo o contexto da área da saúde. 

    Importância do fisioterapeuta para a saúde e bem-estar

    Além disso, quando o assunto é saúde, bem-estar e qualidade de vida, a importância do fisioterapeuta é ainda mais relevante. Atividades podem contribuir significativamente para melhora de postura, prevenção de doenças crônicas, fortalecimento para práticas de exercícios físicos para iniciantes e mesmo a melhoria de doenças respiratórias. 

    Para finalizarmos, vale o lembrete sobre a importância de uma equipe de profissionais diversos para lidar com quadros variados. Quando há médicos, fisioterapeutas, nutricionistas e demais profissionais da saúde envolvidos, a tendência é que o tratamento seja mais completo e mais eficiente, gerando ainda mais qualidade de vida e saúde para os pacientes. 

    Agora que você entende realmente qual a importância do fisioterapeuta, sabe que ao necessitar desse profissional, deverá contar com um especialista. Por isso, aqui na Vicci temos a melhor equipe de fisioterapia no Lourdes esperando para proporcionar qualidade de vida e saúde, independentemente do objetivo.

    Entre em contato e agende um horário agora mesmo. 

  • Tecnologia e saúde: como a inovação ajuda a medicina

    Tecnologia e saúde: como a inovação ajuda a medicina

    Inovações tecnológicas são realidades nas diversas áreas imagináveis. Porém, quando o assunto é tecnologia e saúde, essa relação é ainda mais próxima, afinal, não dá para negar a evolução dos métodos, tratamentos, diagnósticos e procedimentos médicos que foram impulsionados por dispositivos e invenções tecnologias. 

    No entanto, pode ser complicado entender como funciona essa relação na prática. Afinal, para quem está de fora, é mais complexo entender o processo evolutivo desses métodos e pensarmos sobre como era e como é hoje.

    Ao longo desse conteúdo, vamos apresentar um pouco desse cenário e mostrar alguns tratamentos e soluções médicas que são baseadas em tecnologia que você, enquanto paciente, pode ter acesso. Acompanhe, 

    Qual o impacto da tecnologia na área da saúde?

    De uma forma direta, podemos dizer que a relação próxima entre tecnologia e saúde é fundamental para a melhora na qualidade de vida das pessoas e também na qualidade de trabalho dos profissionais de saúde. 

    Olhando para a história dessa relação, é possível entendermos que esses avanços fazem parte da história das áreas da saúde. Desde os primórdios, tratamentos e métodos avançam à medida que a sociedade tem mais contato com tecnologia e conhecimento. 

    Sistemas operacionais, equipamentos modernos, engenharia e tecnologia biomédica, prontuários e atendimento eletrônico, esses são alguns exemplos de resultados provenientes da relação entre tecnologia e saúde que hoje em dia são elementos já integrados ao processo. 

    Entre todos os avanços, o diagnóstico por imagem é considerado um marco para muitos profissionais. A possibilidade de identificar patologias de forma mais ágil e em um estágio precoce é algo que revolucionou o diagnóstico de doenças e possibilitou que muitos pacientes conseguissem cura. 

    Por fim, ainda vale a pena destacar que a tecnologia é fundamental para o desenvolvimento de pesquisas, estudos e análises sobre quadros, tratamentos e novas formas de olhar para situações médicas. 

    É inegável a importância para o desenvolvimento de vacinas e de material para o tratamento de quadros e doenças que antigamente não eram compreendidos em sua totalidade. 

    Tecnologia e saúde: surgimento da telemedicina

    Um dos principais tópicos sobre a relação entre tecnologia e saúde é a possibilidade da telemedicina. Com toda questão envolvendo a globalização e o conhecimento multiplicado em todo o mundo, a telemedicina é um avanço importante para possibilitar a ampliação de visões e utilização de tratamentos inovadores. 

    Além de possibilitar o atendimento por meio de tecnologias como chamadas de vídeo, utilização de softwares e dispositivos como um computador, a telemedicina também é fundamental para o compartilhamento de conhecimento entre profissionais da saúde, visto que reduz a distância geográfica da localização das pessoas. 

    Mesmo que essa prática tenha sido amplamente adotada a partir de 2020, desde a década de 50, meios como a televisão e o rádio já eram utilizados para levar atendimento médico a lugares mais remotos. Isso comprova que a tecnologia contribui há algum tempo para procedimentos de saúde. 

    Impacto da tecnologia na saúde das pessoas no dia a dia

    Além dos procedimentos realizados em consultórios, clínicas ou mesmo em hospitais, os avanços tecnológicos são responsáveis pelo desenvolvimento de uma série de dispositivos que são utilizados diariamente por pessoas para olhar com mais atenção para a saúde. 

    Recentemente, foi veiculada uma notícia de uma pessoa que foi salva graças ao uso de um relógio inteligente que disparou um alerta e chamado para autoridades por meio da função de detecção de queda presente em seu software. Esse tipo de equipamento também é capaz de medir os batimentos cardíacos ou mesmo avisar sobre o tempo ocioso das pessoas. 

    Aparelhos como este estão presentes nas vidas das pessoas e diariamente contribuem para atividades que vão desde a aferição da pressão até mesmo o auxílio em recuperação. 

    Sobre o uso diário, e olhando para a medicina ortopédica, um outro elemento importante é o avanço da utilização de próteses. Para termos uma ideia, atualmente já existem próteses que fazem com que a pessoa sinta a perna.  

    5 exemplos de bons usos de tecnologia na área da saúde

    Agora que vimos como funciona a relação entre tecnologia e saúde, vamos apresentar 5 tratamentos e procedimentos que utilizam aspectos tecnológicos para o desenvolvimento da melhor solução para o tratamento de um quadro. 

    É importante ressaltar que vamos focar apenas em tratamentos relacionados à medicina esportiva, ortopedia e fisioterapia. Confira:

    1. Prontuário eletrônico

    Vamos começar com um exemplo bem simples. Antigamente, era complicado ter acesso aos diagnósticos, exames ou mesmo receitas médicas, afinal, tudo dependia de um papel impresso, muitas vezes, em uma via única. 

    Atualmente, toda a tecnologia de compartilhamento de dados e big data, permite o compartilhamento de informações e arquivamento em tempo real, dando mais segurança e agilidade ao processo. 

    2. Marcação de consultas

    Ainda estamos em exemplos simples. Antigamente, um dos principais gargalos para os pacientes era o processo de marcação de consultas. Hoje, por meio de ferramentas de comunicação e gestão de tempo, tudo isso pode ser feito em alguns instantes por meio de um aplicativo ou mesmo via site de uma clínica, do hospital ou mesmo de um profissional específico. 

    3. Cirurgia robótica

    Imaginar um procedimento cirúrgico sendo realizado por um médico com a ajuda de um robô pode ser algo do futuro para muitas pessoas, porém, procedimentos assim já são realizados em todo o mundo. 

    Essa tecnologia utiliza de dispositivos como realidade aumentada e inteligência artificial para fazer com os médicos tenham acesso a elementos que não são percebidos da forma tradicional. Assim, aumenta-se a precisão, controle, flexibilidade e a eficiência de cada procedimento, alcançando patamares ainda mais elevados de cura. 

    É importante deixar claro que isso não quer dizer deixar uma máquina realizar todo o procedimento. Na prática, é utilizar tecnologia para dar ainda mais controle para o médico. 

    4. Recovery Pump

    Um dos principais equipamentos utilizados para auxiliar o profissional especializado em medicina esportiva é o Recovery Pump. Esse dispositivo atua para auxiliar a recuperação muscular e ainda para evitar e reduzir dores, edemas e fadiga, principalmente em atletas e pessoas praticantes de esportes. 

    Para isso, é utilizada uma tecnologia baseada na combinação entre compressão e crioterapia. A compressão é importante para o bombeamento natural, evitando o acúmulo de fluidos e reduzindo a inflamação. Já a crioterapia é a aplicação de baixas temperaturas que impactam na redução de dores e do processo inflamatório. 

    5. Ondas de choque 

    Um elemento importante sobre a relação entre tecnologia e saúde é o surgimento de mais tratamentos não invasivos para lidar com lesões ou mesmo algumas doenças. Entre essas alternativas, a solução via ondas de choque ganha destaque.  

    Por meio da utilização de ondas acústicas, há a interação com os tecidos do corpo humano possibilitando, entre outras coisas, a produção de colágeno e dissolução de calcificações. 

    Portanto, esses são alguns tratamentos que foram beneficiados por meio da relação entre tecnologia e saúde nos últimos anos. É interessante pensarmos que o resultado é amplamente positivo para pacientes e médicos, visto que, geralmente, são criados métodos mais eficientes e práticos, auxiliando em todos os procedimentos. 

    Aqui na Vicci, tecnologia e saúde andam lado a lado e são aliadas para alcançarmos o objetivo que é proporcionar uma experiência única, gerando maior qualidade de vida para nossos pacientes.

    Entre em contato conosco e marque agora uma consulta com nossa equipe especializada. 

  • Qual a importância do sono e como regular o sono?

    Qual a importância do sono e como regular o sono?

    Descansar a noite é um dos prazeres para muitas pessoas. No entanto, dormir bem é essencial para seu corpo e vai muito além da necessidade de descanso, por isso, nesse conteúdo vamos falar sobre a importância do sono, como regular o sono, quantas horas é o correto de dormir e apresentar algumas dicas para que você possa dormir bem. 

    Levando em consideração o contexto da nossa sociedade, esse tema ganha cada vez mais importância. Afinal, o número de doenças relacionadas ao sono cresce a cada dia e o impacto em outras áreas também. Portanto, leia até o final e descubra os motivos pelos quais você precisa começar a valorizar uma boa noite de sono.

    O que é sono?

    Sono é um estado natural do corpo e da mente que ocorre quando estamos descansando. É caracterizado por uma redução da consciência e das atividades corporais.

    Fases do sono

    O sono pode ser dividido em duas fases principais: o sono não-REM e o sono REM.

    • Sono não-REM é a fase mais longa do sono. É dividido em quatro estágios:
      • Estágio 1: é a fase do adormecimento.
      • Estágio 2: é a fase em que a respiração e o batimento cardíaco começam a diminuir.
      • Estágio 3: é a fase em que o corpo relaxa completamente.
      • Estágio 4: é a fase mais profunda do sono, também conhecida como sono profundo.
    • Sono REM é a fase do sono em que ocorrem os sonhos. É caracterizado por movimentos rápidos dos olhos, aumento da atividade cerebral e relaxamento dos músculos.

    Quanto sono precisamos?

    A quantidade de sono necessária varia de pessoa para pessoa, mas, em geral, adultos precisam de 7 a 8 horas de sono por noite. Crianças e adolescentes precisam de mais horas de sono, enquanto idosos podem precisar de menos.

    O que significa higiene do sono?

    A higiene do sono refere-se a um conjunto de práticas e hábitos que visam promover um sono saudável e de qualidade. Esses hábitos são projetados para criar um ambiente propício ao sono, regularizar os padrões de sono e melhorar a eficiência do descanso. A higiene do sono é uma abordagem preventiva que visa evitar problemas comuns relacionados ao sono, como insônia e distúrbios do sono.

    Quais são os distúrbios do sono?

    Existem muitos distúrbios do sono, e eles podem ser categorizados de diversas maneiras. Abaixo estão alguns dos distúrbios do sono mais comuns e suas características principais:

    1. Insônia: Dificuldade em iniciar ou manter o sono, resultando em sono insuficiente ou de má qualidade.
    2. Apneia do Sono: Interrupções temporárias na respiração durante o sono, muitas vezes acompanhadas de ronco e sonolência diurna.
    3. Síndrome das Pernas Inquietas (SPI): Sensações desconfortáveis nas pernas durante o repouso, frequentemente acompanhadas do desejo de movê-las.
    4. Transtorno do Comportamento do Sono REM (TCREM): Movimentos físicos involuntários e, às vezes, comportamentos violentos durante o sono REM.
    5. Parassonias: Distúrbios do sono que envolvem comportamentos anormais, como terrores noturnos, sonambulismo e comer durante o sono.
    6. Narcolepsia: Ataques repentinos e irresistíveis de sono, frequentemente acompanhados por cataplexia (perda súbita de tônus muscular).
    7. Distúrbios do Ritmo Circadiano: Dificuldade em ajustar os padrões de sono ao ciclo natural do dia e da noite, resultando em problemas de sono, como insônia ou sonolência excessiva.
    8. Síndrome da Fadiga Crônica: Caracterizada por fadiga profunda que não melhora com o repouso, podendo incluir padrões de sono não reparadores.
    9. Hipersônia Idiopática: Sonolência excessiva durante o dia, independentemente da quantidade de sono noturno.
    10. Bruxismo do Sono: Ranger ou apertar os dentes durante o sono.
    11. Síndrome da Boca Seca Noturna: Boca seca e sede excessiva durante a noite.
    12. Enurese Noturna (Escarro da Cama): Perda involuntária de urina durante o sono, com maior incidência em crianças.
    13. Síndrome de Movimentos Periódicos dos Membros (PLMD): Movimentos repetitivos e involuntários dos membros, geralmente nas pernas, durante o sono.
    14. Síndrome de Apneia Central do Sono: Interrupções na respiração devido à falta de esforço respiratório.
    15. Síndrome da Fase do Sono Atrasada: Dificuldade em adormecer e acordar mais cedo do que o desejado, muitas vezes levando a atrasos no ciclo sono-vigília.

    Esta lista não é exaustiva, e novos distúrbios do sono podem ser identificados e estudados à medida que a pesquisa avança. Cada distúrbio do sono tem características específicas e pode exigir abordagens distintas para diagnóstico e tratamento.

    O que é paralisia o sono?

    A paralisia do sono é uma experiência peculiar que ocorre quando uma pessoa, ao adormecer ou ao acordar, percebe uma temporária incapacidade de se mover ou falar, apesar de estar consciente e acordada. Durante esses episódios, os músculos voluntários ficam temporariamente paralisados, o que pode durar alguns segundos a alguns minutos. Além da paralisia, muitas pessoas relatam sensações de pressão no peito, dificuldade respiratória e uma sensação de presença ou uma presença sinistra no ambiente.

    É importante destacar que a paralisia do sono é um fenômeno relativamente comum e, na maioria dos casos, não representa uma condição médica grave. Ela pode ocorrer de forma isolada ou estar associada a outros distúrbios do sono, como a narcolepsia.

    As causas exatas da paralisia do sono não são completamente compreendidas, mas alguns fatores que podem contribuir incluem:

    • Desregulação do Ciclo do Sono: Mudanças no ciclo normal de sono, como insônia ou privação de sono, podem aumentar a probabilidade de experiências de paralisia do sono.
    • Sono Irregular: Interrupções ou alterações nos padrões normais de sono, incluindo o sono insuficiente ou desordenado, podem predispor a episódios de paralisia do sono.
    • Genética: Há evidências de que a predisposição genética pode desempenhar um papel em alguns casos.
    • Estresse e Ansiedade: Situações de estresse emocional ou ansiedade podem aumentar a probabilidade de episódios de paralisia do sono.
    • Sono REM: A paralisia do sono está frequentemente associada ao sono REM (Rapid Eye Movement), uma fase do sono na qual ocorrem sonhos vívidos. Durante o sono REM, o corpo naturalmente entra em um estado de paralisia temporária para evitar que os movimentos do sonho se manifestem fisicamente.

    É importante destacar que a paralisia do sono, embora assustadora, geralmente não causa danos e não está associada a riscos sérios para a saúde. Se alguém experimenta episódios frequentes de paralisia do sono que causam angústia significativa, é aconselhável procurar a orientação de um profissional de saúde, como um médico especializado em sono. Em alguns casos, podem ser recomendadas estratégias específicas de gestão do sono para minimizar a ocorrência desses episódios.

    Por que o sono é tão importante para nós?

    O sono desempenha um papel crucial na saúde e no bem-estar dos seres humanos. Existem várias funções essenciais associadas ao sono, e sua importância é evidenciada por vários efeitos negativos quando não conseguimos obter sono adequado. Aqui estão algumas razões pelas quais o sono é fundamental para os seres humanos:

    1. Restauração Física e Mental: Durante o sono, o corpo passa por processos de reparo e regeneração. Isso inclui a restauração de tecidos, a consolidação da memória e a renovação de neurotransmissores essenciais para a função cerebral.
    2. Consolidação da Memória: O sono desempenha um papel vital na consolidação da memória e no processo de aprendizado. Durante o sono, as informações e experiências do dia são processadas e armazenadas de forma mais eficiente.
    3. Regulação do Humor: O sono adequado está relacionado à regulação do humor e à prevenção de distúrbios de humor, como depressão e ansiedade. A falta de sono pode contribuir para alterações de humor e estresse emocional.
    4. Função Cognitiva: O sono é essencial para a função cognitiva adequada, incluindo a atenção, concentração, raciocínio lógico e tomada de decisões. A privação de sono pode prejudicar essas funções e levar a lapsos na performance mental.
    5. Saúde Cardiovascular: O sono adequado desempenha um papel na regulação da pressão arterial e na redução do risco de doenças cardiovasculares. A privação crônica de sono pode contribuir para problemas cardíacos.
    6. Equilíbrio Hormonal: Durante o sono, ocorre a regulação de vários hormônios, incluindo os relacionados ao estresse, crescimento, apetite e reprodução. A falta de sono pode desequilibrar esses hormônios, afetando negativamente a saúde.
    7. Fortalecimento do Sistema Imunológico: O sono adequado desempenha um papel crucial no fortalecimento do sistema imunológico, ajudando o corpo a combater infecções e doenças.
    8. Controle do Peso: O sono está relacionado à regulação dos hormônios que controlam o apetite. A falta de sono pode levar ao desequilíbrio desses hormônios, contribuindo para o ganho de peso.
    9. Conservação de Energia: O sono ajuda na conservação de energia, permitindo que o corpo se recupere e se prepare para as atividades do dia seguinte.
    10. Equilíbrio do Sistema Nervoso: O sono contribui para o equilíbrio entre o sistema nervoso simpático (responsável pela resposta de “lutar ou fugir”) e o sistema nervoso parassimpático (responsável pela resposta de relaxamento).

    Em resumo, o sono desempenha um papel integral na manutenção da saúde física e mental. A privação de sono crônica pode ter efeitos negativos significativos em diversos aspectos da vida, destacando a importância de priorizar um sono adequado para o bem-estar geral.

    Qual a importância do sono para atletas?

    De uma forma bem resumida, podemos afirmar que o sono é um dos principais responsáveis pela regulação dos níveis de hormônios, além de ajudar a diminuir os níveis de cortisol no sangue. Durante esse período de descanso, seu corpo trabalha na reparação de tecidos, músculos e células utilizadas durante o dia a dia.

    Dessa forma, uma boa noite de sono impacta o crescimento e a recuperação muscular, além da reposição de energias e nutrientes e ainda afeta o regulamento do metabolismo. 

    Ademais, ainda vale a pena destacar a importância do sono para o equilíbrio psicológico e emocional das pessoas. Sabemos que a baixa qualidade no sono afeta o humor e pode gerar estresse, ansiedade e inclusive falta de disposição durante o dia, impactando no foco e na concentração diante de atividades diárias. 

    Por fim, o sono também é um importante elemento para evitar a ocorrência de algumas doenças. Está comprovado que noites mal dormidas impactam diretamente o sistema imunológico podendo influenciar o surgimento de doenças como a diabetes e dificultar o desempenho físico. 

    Por esses motivos, atletas profissionais têm dedicado cada vez mais atenção ao sono, criando rotinas e evitando perturbações.

    O que a falta de sono pode causar no corpo?

    A falta de sono pode ter uma variedade de efeitos prejudiciais no corpo e na saúde em geral. Aqui estão alguns dos impactos mais comuns:

    1. Fadiga e Sonolência Diurna: A falta de sono leva à fadiga e sonolência durante o dia, o que pode afetar a sua capacidade de concentração, desempenho cognitivo e tomada de decisões.
    2. Problemas Cognitivos: A privação de sono pode prejudicar a função cognitiva, incluindo a memória, o aprendizado e a capacidade de resolver problemas.
    3. Impacto no Humor: A falta de sono está associada a alterações de humor, podendo levar a irritabilidade, ansiedade e até depressão.
    4. Problemas de Saúde Mental: A privação crônica de sono está relacionada a distúrbios de saúde mental, como depressão e transtornos de ansiedade.
    5. Diminuição do Sistema Imunológico: O sono desempenha um papel crucial na regulação do sistema imunológico. A falta de sono pode comprometer a capacidade do corpo de combater infecções e doenças.
    6. Risco Cardiovascular: A privação crônica de sono tem sido associada a um maior risco de doenças cardiovasculares, como hipertensão arterial e doenças cardíacas.
    7. Desregulação Metabólica e Ganho de Peso: A falta de sono pode interferir na regulação dos hormônios que controlam o apetite, aumentando a probabilidade de ganho de peso e contribuindo para problemas metabólicos.
    8. Diminuição da Tolerância à Glicose: A privação de sono pode levar a uma menor tolerância à glicose e aumentar o risco de desenvolver diabetes tipo 2.
    9. Envelhecimento Prematuro: A privação crônica de sono tem sido associada ao envelhecimento precoce, manifestado por rugas, perda de elasticidade da pele e outros sinais visíveis.
    10. Problemas Hormonais: O sono desempenha um papel crucial na regulação de vários hormônios, incluindo os hormônios do estresse e os hormônios sexuais. A falta de sono pode levar a desequilíbrios hormonais.

    É importante reconhecer a importância do sono para a saúde geral e buscar estabelecer hábitos regulares de sono para promover um estilo de vida saudável. Se você estiver enfrentando problemas persistentes de sono, é aconselhável procurar orientação médica.

    Quantas horas de sono é o ideal?

    A quantidade ideal de sono pode variar de acordo com a idade, saúde individual, estilo de vida e outros fatores. No entanto, as diretrizes gerais fornecidas por especialistas em sono podem servir como referência. A Fundação Nacional do Sono dos Estados Unidos e a Academia Americana de Medicina do Sono recomendam as seguintes quantidades de sono por faixa etária:

    • Recém-nascidos (0-3 meses): 14-17 horas por dia.
    • Bebês (4-11 meses): 12-15 horas por dia.
    • Crianças em idade pré-escolar (1-2 anos): 11-14 horas por dia.
    • Crianças em idade escolar (3-5 anos): 10-13 horas por dia.
    • Crianças em idade escolar (6-13 anos): 9-11 horas por dia.
    • Adolescentes (14-17 anos): 8-10 horas por dia.
    • Adultos (18-64 anos): 7-9 horas por dia.
    • Idosos (65 anos ou mais): 7-8 horas por dia.

    Essas são diretrizes gerais e podem haver variações individuais. Algumas pessoas podem sentir-se bem e funcionar adequadamente com mais ou menos sono do que a média recomendada. Além da quantidade de sono, a consistência do horário de sono, a qualidade do sono e outros hábitos relacionados ao sono também são importantes para a saúde geral.

    Se você tiver preocupações sobre a qualidade ou quantidade de seu sono, é aconselhável conversar com um profissional de saúde para uma avaliação mais personalizada e orientação adequada. As necessidades de sono podem mudar ao longo da vida, e ajustes no estilo de vida podem ser necessários para promover um sono saudável.

    Como regular o sono?

    Regular o sono envolve a adoção de práticas e hábitos que promovem um padrão de sono consistente e de boa qualidade. Aqui estão algumas dicas para ajudar a regular o sono:

    1. Estabeleça uma Rotina de Sono Consistente:Vá  para a cama e acorde no mesmo horário todos os dias, mesmo nos finais de semana. Isso ajuda a regular o relógio biológico.
    2. Crie um Ambiente Propício ao Sono:
      • Mantenha o quarto escuro, silencioso e a uma temperatura agradável.
      • Invista em um colchão e travesseiros confortáveis.
      • Limite a exposição à luz antes de dormir, especialmente a luz azul de dispositivos eletrônicos.
    3. Evite Estimulantes e Substâncias Perturbadoras do Sono:
      • Evite cafeína e nicotina nas horas que antecedem o sono.
      • Limite o consumo de álcool, pois pode interferir nos padrões de sono.
    4. Pratique a Higiene do Sono:
      • Desenvolva rituais relaxantes antes de dormir, como ler um livro ou tomar um banho quente.
      • Evite atividades estimulantes perto da hora de dormir.
    5. Mantenha uma Atividade Física Regular: O exercício regular pode promover um sono mais profundo, mas evite atividades intensas muito perto da hora de dormir.
    6. Gerencie o Estresse:
      • Pratique técnicas de relaxamento, como meditação, ioga ou respiração profunda, para reduzir o estresse.
      • Considere manter um diário para expressar preocupações antes de dormir.
    7. Controle a Exposição à Luz:
      • Exponha-se à luz natural durante o dia para regular o relógio biológico.
      • Diminua a exposição à luz artificial à noite.
    8. Cuidado com Cochilos Prolongados: Cochilos curtos durante o dia podem ser benéficos, mas evite cochilos prolongados, especialmente no final da tarde.
    9. Estabeleça uma Rotina Relaxante Pré-Sono: Crie uma rotina relaxante antes de dormir para sinalizar ao corpo que está na hora de se preparar para dormir.
    10. Considere a Qualidade do Colchão e Travesseiros: Certifique-se de que seu colchão e travesseiros oferecem o suporte e o conforto adequados.

    Problemas persistentes de sono podem ser indicativos de condições médicas subjacentes que requerem atenção.

    Quais os benefícios do sono para a saúde?

    Agora que você entende a importância do sono, vamos além e apresentar os 3 principais benefícios de uma boa noite de sono para uma pessoa. Confira:

    1. Controle do apetite

    A seguir, vamos falar mais sobre a relação entre alimentação e sono, por agora, é necessário destacar que, ao dormir, o corpo humano controla os hormônios responsáveis pelo apetite (principalmente o hormônio chamado leptina), regulando a sensação de saciedade e desejo por alimentos menos saudáveis. 

    2. Ativação da memória

    Uma boa noite de sono é responsável por ativar a memória e possibilitar que o cérebro humano processe melhor novas experiências e conhecimento, facilitando o registro e o aprendizado. Inclusive, adiante, vamos falar sobre a memória muscular, outro ponto que também é impactado pela qualidade do sono. 

    3. Evitar problemas no coração

    Cuidar do coração é uma tarefa que está na lista de boa parte das pessoas e, certamente, dormir bem é um processo que ajuda. Durante o sono, a condição normal de repouso faz com que a pulsação se mantenha desacelerada, assim como há a redução da pressão arterial. 

    Dessa forma, há uma diminuição significativa do estresse no coração, o que faz com que ele se recupere da rotina diária, contribuindo para sua saúde cardiovascular.

    Qual a relação entre sono e alimentação?

    Manter uma alimentação saudável é um dos principais passos para uma boa noite de sono. A relação entre dormir bem e se alimentar bem é direta, visto que as refeições que você ingere durante o dia, principalmente no período da noite, são grandes responsáveis pela qualidade do sono. 

    Um bom acompanhamento nutricional leva em consideração toda sua rotina, inclusive, a quantidade de sono necessária para sua qualidade de vida. Dessa forma, a alimentação é baseada nos impactos que pode causar para todas as suas atividades diárias, inclusive, o repouso. 

    Da mesma forma que, para manter um padrão de qualidade de vida e evitar quadros como obesidade, diabetes e ganho de peso é preciso dormir bem. A alimentação saudável é fundamental para evitar distúrbios do sono, como a insônia e a síndrome da apneia obstrutiva do sono. 

    De uma forma geral, cada dieta deve ser estabelecida com o objetivo de criar uma alimentação saudável considerando as características de cada pessoa, bem como sua rotina. Assim, não existe uma fórmula mágica. 

    No entanto, existem alguns alimentos que, na maioria das vezes, podem apresentar impacto positivo ou negativo para pessoas que desejam ter uma boa noite de sono. A seguir, vamos apresentar alguns exemplos.  

    Alimentos que impactam positivamente a qualidade do sono:

    – Banana.
    – Leite.
    – Cereais.
    – Maracujá.
    – Mel.
    – Alface.
    – Nozes

    Alimentos que impactam negativamente a qualidade do sono:

    – Frituras.
    – Doces.
    – Refrigerantes.
    – Enlatados.
    – Alimentos e bebidas repletas de açúcares.

    Importância do sono para atividades físicas

    Diversos estudos mostram que pessoas que realizam atividades físicas de forma constante contam com sono de maior qualidade, ou seja, o repouso é realmente mais restaurador e relaxante. 

    O motivo para esse sono de boa qualidade é a necessidade gerada pelo próprio corpo que, ao realizar atividade física, necessita de um repouso para reposição de energias e também, geralmente, esse exercício contribui para a redução da temperatura corporal, influenciando na qualidade do sono. 

    Por outro lado, ter uma boa noite de sono também é fundamental para ter melhor performance em atividades físicas. Quem dorme bem, conta com um importante aliado para a recuperação muscular e para a construção de músculos.

    Além disso, é importante destacar que o repouso é responsável por contribuir para o aumento da disposição diária, inclusive para treinos e práticas de exercícios físicos. Assim, alguém que dorme mal, tende a realizar essas ações sem a mesma intensidade ou tende a não apresentar foco, energia e disposição para tais.   

    Por fim, um termo muito utilizado é a importância da memória muscular. Ao ter um bom período de repouso, seu corpo passa a contar com elementos que impactam no fortalecimento da memória muscular, afinal, mesmo ao dormir o corpo segue trabalhando e fortalecendo músculos. 

    Como dormir bem?

    Com todas essas informações sobre a importância do sono, chegamos ao capítulo prático. A seguir, você confere algumas dicas simples e práticas para colocar em execução hoje mesmo e impactar a qualidade da sua noite de sono. 

    • Crie uma rotina de sono: dê sinais para seu corpo que chegou a hora de descanso, crie hábitos e rotinas para que seu corpo entenda que chegou a hora de desacelerar.
    • Evite barulho e luzes em excesso: o ambiente em que você dorme é fundamental para a qualidade de sono, evite ambientes iluminados e também com barulhos demasiados.
    • Atenção à alimentação: como falamos, evite alimentos pesados e foque em refeições leves antes do período destinado ao seu repouso.
    • Utilize roupas confortáveis: o que você usa para dormir também impacta a qualidade do sono, por isso, utilize roupas que oferecem a sensação de leveza e relaxamento.
    • Faça atividades relaxantes antes de dormir: antes de dormir, o ideal é realizar atividades leves, aquelas que não deixem seu corpo em alerta ou extremamente ligado. A leitura sempre é um bom caminho para esse objetivo.
    • Evite sonecas longas: dormir durante o dia pode ser uma boa ação desde que não atrapalhe o sono da noite. Algo entre 10 e 30 minutos é o indicado, caso seja necessário.

    Agora que você entende a importância do sono para sua saúde, sabe que seguir as dicas que deixamos aqui é fundamental para ter uma boa noite de sono. Acompanhe nosso blog e veja outras dicas para cuidar da sua saúde e para ter mais qualidade de vida.

    Esse conteúdo foi recomendado por Fernanda Viegas – Fisioterapeuta Clínica Vicci

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  • 5 tratamentos não invasivos para lesões ortopédicas

    5 tratamentos não invasivos para lesões ortopédicas

    A adoção de tratamentos não invasivos para lesões ortopédicas é uma tendência cada vez mais presente em clínicas e hospitais. Se antigamente a solução passava por intervenção cirúrgica, hoje, é possível encontrar métodos que não agridem tanto o corpo humano. 

    No entanto, o que pode ser considerado um tratamento não invasivo? Quais as vantagens da utilização dessas práticas e como buscar esse tipo de tratamento? Ao longo desse conteúdo, vamos responder essas e outras perguntas. 

    O que você encontra nesse artigo:

    • O que são tratamentos não invasivos.
    • Vantagens dos tratamentos não invasivos.
    • 5 tratamentos não invasivos para lesões ortopédicas.
      1. Subcondroplastia para artrose no joelho
      2. Aparelho Pulsed Signal Therapy (PST)
      3. Recovery Pump
      4. Acupuntura
      5. Terapia por ondas de choque

    O que é não invasivo?

    Podemos definir tratamentos não invasivos como procedimentos que não são baseados em cirurgias ou cortes profundos no corpo do ser humano. Além disso, outra característica é a exclusão da necessidade de internação e pouca exposição a riscos como vírus em salas cirúrgicas. 

    Diferentemente dos métodos tradicionais ou tratamentos invasivos, esses tratamentos não invasivos, geralmente, utilizam tecnologias, métodos baseados em choques, ondas ou mesmo estímulos e, constantemente, servem para estimular o corpo a ajudar na melhora. 

    Diferença entre procedimento invasivo e não invasivo

    A diferença entre procedimentos invasivos e não invasivos está relacionada à forma como eles afetam o corpo e a extensão da intervenção realizada.

    Procedimentos invasivos:
    Os procedimentos invasivos envolvem a introdução de instrumentos ou dispositivos no corpo do paciente, através de incisões ou aberturas. Eles podem exigir anestesia local ou geral, e geralmente são realizados em ambientes hospitalares ou cirúrgicos. Esses procedimentos podem incluir cirurgias, biópsias, inserção de cateteres ou outros instrumentos para diagnóstico, tratamento ou remoção de tecidos ou órgãos afetados. Como exemplo, temos a cirurgia cardíaca ou a colocação de um cateter para tratamento de uma doença arterial.

    Procedimentos não invasivos:
    Os procedimentos não invasivos não requerem incisões ou aberturas significativas no corpo do paciente. Eles são realizados na superfície externa do corpo ou através de técnicas de imagem, como radiografias, ultrassonografias ou ressonâncias magnéticas. Esses procedimentos são geralmente menos traumáticos, não causam danos teciduais significativos e podem ser realizados em ambientes ambulatoriais ou clínicos. Exemplos de procedimentos não invasivos incluem exames de sangue, radiografias, fisioterapia, terapia com laser, acupuntura e ultrassonografia.

    A escolha entre um procedimento invasivo ou não invasivo depende do diagnóstico, gravidade da condição, riscos associados ao procedimento e preferências do paciente. Em muitos casos, os procedimentos não invasivos são preferíveis, pois podem ser menos dolorosos, exigem menos tempo de recuperação e apresentam menor risco de complicações. No entanto, em certos casos, a intervenção invasiva pode ser necessária para obter diagnósticos mais precisos ou realizar tratamentos mais eficazes.

    Vantagens dos tratamentos não invasivos

    As grandes vantagens dos tratamentos não invasivos giram em torno do tempo necessário de recuperação e nos danos causados por esse procedimento nos pacientes. Como falamos, por definição, os tratamentos não invasivos não necessitam de processos relacionados à cirurgia, como internação e possibilidade de complicações. 

    Olhando as lesões ortopédicas, a principal vantagem pode ser entendida como a capacidade de continuar com rotinas e ter um tempo de recuperação menor. Dessa forma, o afastamento de treinos e competições pode ser reduzido, desde que todas as recomendações sejam seguidas. 

    Olhando para saúde e qualidade de vida das pessoas, é importante ressaltar que a principal diferença entre tratamentos invasivos e tratamentos não invasivos é o fato do segundo não apresentar contraindicações. 

    Isso quer dizer que não há riscos, perigo e restrições para realização. Novamente, a única ressalva é quanto à realização dos procedimentos. Independentemente do tipo, qualquer tratamento deve ser feito com base em prescrição médica e, de preferência, com acompanhamento desse profissional. 

    Tratamentos não invasivos são o futuro?

    É importante destacar que esses tratamentos aparecem em um momento em que as pessoas estão procurando novas soluções para dores, lesões e doenças. 

    A tecnologias e a inovação, alinhadas com a cultura milenar sobre medicina, contribuem diariamente para as áreas médicas. Dispositivos, medicamentos, metodologias são aplicadas à rotina de médicos, fisioterapeutas, educadores físicos e demais profissionais para que seus pacientes tenham mais qualidade de vida e saúde.

    Dessa forma, podemos pensar que a união entre esses métodos com o avanço da medicina cria uma nova forma de pensar em tratamentos médicos e a tendência é que, cada vez mais, seja uma realidade em hospitais e clínicas médicas. 

    Porém, é preciso um alerta: antes de começar um tratamento inovador e não invasivo é essencial consultar com o médico e realmente entender se esse procedimento é adequado e eficaz para sua dor, lesão ou doença. 

    5 tipos de tratamento não invasivo para lesões ortopédicas

    Antes de apresentarmos os tratamentos, é preciso destacar que esse conteúdo trata-se de conteúdo informativo e educativo. Dessa forma, não deve ser usado para base para diagnósticos, receitas e medicação própria. 

    Apenas médicos podem receitar tratamentos. 

    Com esse detalhe esclarecido, os tratamentos não invasivos, ou minimamente invasivos como são chamados, já são comuns em algumas áreas como medicina estética, principalmente quando olhamos para cirurgias plásticas. 

    Na área ortopédica, é uma tendência que cresce a cada ano. Atualmente, podemos destacar 5 tratamentos minimamente invasivos que já são realizados aqui no Brasil. Confira quais são:

    1. Subcondroplastia para artrose no joelho

    A artrose no joelho é uma das principais lesões ortopédicas que impactam a principal articulação do corpo humano. Além de mudança em hábitos, um dos tratamentos tradicionais para essa lesão é o procedimento cirúrgico. 

    Porém, há algum tempo, é possível contar com tratamento minimamente invasivo para artrose no joelho. O método desenvolvido nos Estados Unidos foi lançado em 2016 e é chamado de subcondroplastia. 

    O desgaste da cartilagem articular é tratado por meio de uma cirurgia minimamente invasiva para tratar os defeitos do osso. O grande destaque é a recuperação e procedimentos necessários, que, quando comparados ao método tradicional, geram menos danos ao paciente. 

    2. Aparelho Pulsed Signal Therapy (PST)

    Ainda falando sobre articulações, o PST é um tratamento não invasivo que usa tecnologia para estimular a produção de colágeno, por meio da indução de campo magnético. Esse tratamento, geralmente, é indicado para pessoas diagnosticadas com artrose e artrite. 

    Além disso, há relatos de tratamentos eficientes para dores causadas por quadros de hérnia de disco. Tudo isso sem a necessidade de procedimento cirúrgico ou qualquer outro método invasivo. 

    3. Recovery Pump

    O Recovery Pump é um equipamento de compressão que funciona de forma sequencial, estimulando a capacidade natural do corpo humano de liberar resíduos metabólicos do músculo por meio de níveis de compressão direcionados. Assim, com a utilização desse método, gera-se efeito de bombeamento natural, evitando o acúmulo de fluidos e reduzindo a inflamação em regiões localizadas. 

    Dessa forma, esse dispositivo é fundamental para pacientes que precisam de acompanhamento para recuperação muscular após treinos e competições, ou mesmo após cirurgias. Esse método não invasivo reduz dores, edemas e fadiga muscular. 

    Em alguns casos, inclusive, pode ser realizado em casa. No entanto, é preciso contar com um especialista, para orientar sobre a pressão adequada, velocidade e frequência de uso do dispositivo. 

    4. Acupuntura

    A Acupuntura é um procedimento milenar, presente na cultura da sociedade como um dos principais métodos, inclusive para tratamento de lesões osteoarticulares.   

    Quando realizado corretamente, e isso passa por um profissional competente e especializado, a Acupuntura contribui para o tratamento de dores causadas por lesões, traumas ou mesmo dores crônicas. 

    Entorses de tendões, lesão ligamentar, inflamações musculares, lombalgias e cervicalgias são algumas das doenças que já contam com soluções da Acupuntura para seu tratamento. E claro, sem que seja necessário nenhum procedimento invasivo, portanto, apesar do uso de agulhas, é considerado um tratamento não invasivo. 

    5. Terapia por ondas de choque

    Esse é um método não invasivo utilizado para tratamento de lesões ortopédicas, principalmente aquelas que geram dores músculo-esqueléticas crônicas em atletas amadores ou profissionais ou mesmo para quem realiza exercícios físicos para iniciantes. 

    Esse tratamento é composto por ondas acústicas que possuem alta intensidade, interagindo e estimulando biologicamente os tecidos do corpo humano. Como resultado temos a neovascularização e reversão da inflamação crônica e o estímulo para a produção de colágeno e dissolução de calcificações. 

    Aqui na Clínica Vicci, além de contarmos com todo acompanhamento médico, também acreditamos que tratamentos não invasivos podem ser utilizados. Por isso, contamos com um dos melhores aparelhos disponíveis no mercado para realização dessa terapia por ondas de choque. 

    Todo o procedimento é realizado por um ortopedista qualificado que, alinhado a outros treinamentos possibilita a recuperação de lesões e a redução de dores em nossos pacientes. 

    Se você tem interesse em tratamentos não invasivos, entre em contato com a gente e marque agora uma consulta com um ortopedista que irá te orientar e receitar o melhor tratamento. 

  • Medicina esportiva: entenda a importância

    Medicina esportiva: entenda a importância

    A medicina esportiva vem ocupando um lugar de destaque nos últimos anos. Cada vez mais, atletas profissionais, competidores amadores ou mesmo praticantes de algum esporte procuram esses profissionais para tratamentos e prevenção de lesões que podem acontecer durante competições e treinos. 

    O crescimento na procura é proporcional à valorização desse segmento. Se antigamente, o comum era procurar profissionais de outras áreas, hoje, com a especialização em medicina esportiva fica mais fácil encontrar médicos para orientar, preparar e proteger atletas que buscam manter a saúde para suas práticas. 

    No entanto, muitas pessoas ainda não sabem o que exatamente é a medicina esportiva, nem tão pouco a importância de um acompanhamento médico especializado. Por isso, nesse conteúdo vamos esclarecer essas e outras questões sobre o assunto abordando uma imersão no fascinante campo da Medicina Esportiva, desvendando sua importância, funções cruciais e, é claro, explorando a tão debatida questão: quanto ganha um médico especializado nessa área.

    O que é medicina esportiva?

    Medicina esportiva é o nome dado pelo Conselho Federal de Medicina à especialidade médica responsável por assistir pessoas que praticam algum exercício físico ou esporte, independentemente do fim. Ou seja, atletas profissionais, amadores ou mesmo praticantes de algum esporte. 

    Essa especialidade também é chamada em algumas bibliografias como Medicina do Exercício e do Esporte, justamente por abranger praticantes de exercícios físicos que não são considerados esportes. 

    Na prática, a medicina do esporte é uma área que tem como foco o cuidado da saúde e a qualidade de vida por meio da prática esportiva, auxiliando atletas e praticantes nessa rotina. 

    O que é clínica esportiva?

    A clínica esportiva é uma área especializada na prática da medicina e fisioterapia voltada para atletas e pessoas envolvidas em atividades físicas intensas. Seu principal objetivo é prevenir, diagnosticar e tratar lesões relacionadas ao esporte, além de otimizar o desempenho atlético. Os profissionais que trabalham em clínicas esportivas têm um entendimento aprofundado das demandas físicas específicas de diferentes esportes e atividades físicas, bem como das estratégias para promover a saúde e o condicionamento físico.

    A clínica esportiva abrange várias disciplinas, incluindo:

    1. Medicina Esportiva: Médicos especializados em medicina esportiva são treinados para diagnosticar e tratar condições médicas relacionadas ao exercício e ao esporte. Eles podem lidar com lesões agudas, como entorses e fraturas, bem como condições crônicas, como doenças musculares e articulares.
    2. Fisioterapia Esportiva: Fisioterapeutas especializados em esportes trabalham no tratamento de lesões musculoesqueléticas, visando a recuperação rápida e segura dos atletas. Eles também desempenham um papel crucial na reabilitação pós-cirúrgica e no desenvolvimento de programas de prevenção de lesões.
    3. Nutrição Esportiva: Nutricionistas especializados em esportes fornecem orientação sobre nutrição para otimizar o desempenho esportivo, auxiliando na recuperação muscular, no controle de peso e na maximização da energia.
    4. Psicologia Esportiva: Profissionais de psicologia esportiva trabalham com atletas para melhorar o foco mental, gerenciar o estresse, lidar com a pressão competitiva e desenvolver habilidades mentais que contribuam para o desempenho esportivo.
    5. Treinamento Esportivo: Treinadores esportivos colaboram com atletas para desenvolver programas de treinamento físico específicos, adaptados aos requisitos do esporte praticado, visando aprimorar o condicionamento, a força e a resistência.
    6. Fisioterapia Preventiva: Além de tratar lesões, a clínica esportiva se concentra em estratégias de prevenção. Isso pode incluir a prescrição de exercícios específicos, técnicas de aquecimento e resfriamento, além de educação sobre boas práticas esportivas.

    Em resumo, a clínica esportiva desempenha um papel vital na promoção da saúde e no desempenho otimizado de atletas, proporcionando uma abordagem abrangente que envolve diferentes disciplinas para abordar as complexidades associadas à prática esportiva.

    Medicina esportiva para que serve: Qual é o papel desses médicos? 

    A seguir, vamos explicar os 4 principais focos de atuação da medicina do esporte para que você entenda os detalhes. 

    Prevenção: médicos com essa especialidade conhecem movimentos de cada esporte, assim, são capazes de estabelecer e cuidados necessários para que a prática não ofereça riscos demasiados aos atletas, consequentemente, evitando lesões ou gravidade de lesões. 

    Tratamento: sabendo que lesões podem acontecer por vários motivos, o caminho é tratá-las de forma adequada. Esse cuidado é fundamental para evitar recorrência de lesões ou mesmo utilização de tratamentos agressivos ao corpo. 

    Reabilitação: em conjunto com outros profissionais, como fisioterapeutas, a reabilitação é um foco importante para a medicina esportiva. O objetivo aqui é proporcionar todas as condições para que o atleta volte a praticar a atividade física de forma correta e sem oferecer risco à saúde. 

    Acompanhamento de desempenho médico: o acompanhamento de desempenho médico com um profissional especialista em medicina esportiva é fundamental para atletas que passam por tratamentos de lesões ou mesmo treinamentos para intensificar treinos. Esse acompanhamento médico funciona como uma assessoria, orientando outras áreas com o objetivo de preservar a saúde do atleta. 

    Qual a importância da medicina esportiva?

    Sabendo desses 4 focos da medicina do esporte, é mais simples apresentar a importância dessa área. Assim como acontece com outras especialidades, é necessário trabalho específico para tratamentos e procedimentos, como exemplo podemos utilizar a saúde do idoso, que demanda técnicas específicas. 

    Com a prática esportiva o contexto é idêntico. Médicos com essa especialidade, além de entenderem sobre lesões, doenças e procedimentos médicos, ainda entendem sobre movimentos, ações e técnicas esportivas. 

    Dessa forma, é possível utilizar a relação entre esses dois elementos para identificação de lesões, tratamentos, reabilitação e acompanhamento junto a atletas e praticantes de atividades físicas diversas. 

    Além disso, vale destacar a atuação junto a profissionais como fisioterapeutas e educadores físicos. O processo de busca por melhores performances esportivas deve ser realizado considerando os limites do corpo, por isso, o médico é o elemento responsável por garantir que os objetivos sejam atingidos sem comprometimento do corpo de cada pessoa. 

    Importância da medicina esportiva para atletas amadores

    Para atletas amadores, a medicina esportiva é um dos principais responsáveis por permitir a continuidade saudável da prática esportiva. Sabemos que o dia a dia desses atletas é complexo, atividades rotineiras dividem tempo com treinos e, até mesmo competições amadoras. 

    Nesse cenário, contar com acompanhamento médico é fundamental, principalmente para evitar lesões. Esse é um dos principais responsáveis por interromper série de treinos e afastar esses atletas amadores tanto da prática esportiva quanto de suas outras atividades diárias. 

    Importância da medicina esportiva para atletas profissionais

    Para atletas profissionais, a medicina esportiva é ainda mais importante. O acompanhamento médico especializado é fundamental para que esses profissionais desempenhem suas atividades. 

    Jogadores de esportes como futebol, vôlei e basquete por exemplo, precisam de acompanhamento médico constante para análise de desempenho muscular, riscos de lesões e mesmo para que pancadas não se transformem em problemas maiores. 

    Importância de um médico esportivo para praticantes

    Para quem pratica exercícios físicos ou mesmo algum esporte por lazer, a medicina do esporte também é essencial. Sabemos que esses exercícios demandam esforços do corpo humano que, às vezes, não são esperados. 

    Dessa forma, consultar um médico do esporte é importante para realização segura dessas práticas. Esse médico será responsável por solicitar exames e indicar observações necessárias para que o exercício físico não ofereça riscos à saúde. 

    Quando procurar um médico esportivo?

    Novamente, assim como acontece com outras especialidades, as pessoas geralmente procuram um médico esportivo quando sofrem algum tipo de lesão ou mesmo precisam de um tratamento para dores sentidas durante a prática esportiva.

    Entretanto, não é somente nesses momentos que há a necessidade de procurar um médico do esporte. Vale destacar que, antes de começar uma prática esportiva, sobretudo intensa, é preciso procurar um médico para certificar-se se está tudo certo para tal atividade, afinal, existem exercícios físicos para iniciantes.  

    Nessa consulta, é possível detectar possíveis problemas relacionados a músculos, articulações e ossos, mas também problemas no coração ou de pressão, que podem causar complicações durante os treinos. 

    O que um médico esportivo normalmente considera?

    Já que falamos sobre o momento de procurar um médico esportivo, vale a pena falarmos sobre o que esse profissional normalmente considera em uma avaliação. 

    Além de exames próprios que servem para diagnosticar a saúde do atleta, o médico do esporte com essa especialidade também leva em consideração alguns elementos da prática esportiva:

    1. Frequência: com base nos exames, é possível saber se a frequência desejada é nociva à saúde do atleta e indicar qual a frequência ideal. 
    2. Intensidade da prática: aumentar a intensidade deve ser um processo realizado com acompanhamento para não agravar lesões ou provocá-las. 
    3. Tipo de exercício: existem algumas atividades que, naturalmente, não são recomendadas para determinadas pessoas. O papel do médico do esporte é realizar esse entendimento, considerando esforço, impactos e preservação da saúde.  

    Necessidade de acompanhamento: após essa consulta, o médico do esporte define o quão periódico deve ser o retorno e o tipo de acompanhamento necessário para o atleta. 

    Onde fazer Medicina do Esporte?

    No Brasil, existem quatro programas de residência médica em Medicina Esportiva:

    • Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP)
    • Faculdade de Medicina de Botucatu, Universidade Estadual Paulista (Unesp)
    • Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)
    • Universidade de Caxias do Sul (UCS)

    Os programas de residência médica em Medicina Esportiva são oferecidos por hospitais universitários e centros de saúde. Para se inscrever, é necessário ter concluído o curso de Medicina e passar no processo seletivo, que geralmente inclui provas teóricas e práticas.

    Além das residências médicas, também existem cursos de especialização em Medicina Esportiva oferecidos por instituições privadas. Esses cursos geralmente têm duração de dois anos e capacitam os médicos para o diagnóstico, tratamento e prevenção de lesões e doenças relacionadas ao esporte.

    Quantos anos para se formar em Medicina Esportiva?

    Para se formar em Medicina Esportiva no Brasil, é necessário cursar a faculdade de Medicina, que tem duração de 6 anos. Após a conclusão da faculdade, é necessário realizar uma residência médica em Medicina Esportiva, que tem duração de 3 anos. Portanto, o total de anos para se formar em Medicina Esportiva é de 9 anos.

    A residência médica em Medicina Esportiva é um programa de treinamento avançado que capacita os médicos para o diagnóstico, tratamento e prevenção de lesões e doenças relacionadas ao esporte. O programa inclui aulas teóricas, práticas e estágios em hospitais, clínicas e centros de treinamento esportivo.

    Após a conclusão da residência médica, o médico especialista em Medicina Esportiva pode atuar em uma variedade de áreas, incluindo:

    • Clínica: atendimento a atletas de todas as idades e níveis de habilidade.
    • Pesquisa: investigação de lesões e doenças relacionadas ao esporte.
    • Educação: ensino de Medicina Esportiva a outros profissionais de saúde.

    A Medicina Esportiva é uma área em crescimento, pois o número de pessoas que praticam esportes está aumentando. Os médicos especialistas em Medicina Esportiva são essenciais para garantir a saúde e o bem-estar dos atletas.

    Quanto custa uma consulta com médico do esporte?

    O valor que você pode cobrar do paciente em uma consulta como médico do esporte é baseado em uma série de fatores, incluindo:

    • Localização: o custo da consulta é geralmente mais alto nas grandes cidades do que nas pequenas cidades.
    • Qualificação do médico: os médicos mais experientes e qualificados geralmente cobram mais.
    • Tipo de consultório: o custo da consulta é geralmente mais alto em consultórios privados do que em clínicas ou hospitais.
    • Custos operacionais do consultório: o custo da consulta deve cobrir os custos operacionais do consultório, como aluguel, seguro e pessoal.
    • Tempo e esforço envolvidos na consulta: o custo da consulta deve refletir o tempo e o esforço envolvidos na consulta, incluindo a avaliação do paciente, o diagnóstico e o planejamento do tratamento.

    É importante que você pesquise o valor que outros médicos do esporte cobram na sua região para ter uma ideia de um valor justo. Você também pode considerar negociar o valor da consulta com o paciente, especialmente se o paciente tiver um plano de saúde que cubra parcialmente o custo da consulta.

    Aqui estão algumas dicas para estabelecer um valor justo para as suas consultas:

    • Considere os custos operacionais do seu consultório. Você precisa ter certeza de que está cobrando o suficiente para cobrir esses custos e ainda obter um lucro.
    • Considere a sua experiência e qualificação. Os médicos mais experientes e qualificados geralmente cobram mais.
    • Considere o tipo de consultório que você tem. Os consultórios privados geralmente cobram mais do que as clínicas ou hospitais.
    • Considere o tempo e o esforço envolvidos na consulta. O custo da consulta deve refletir o tempo e o esforço necessários para fornecer um atendimento de qualidade.

    Se você estiver com dúvidas sobre quanto cobrar do paciente, você pode consultar um advogado ou um contador especializado em questões médicas.

    Quanto ganha Medicina do Esporte?

    De acordo com dados do site Trabalha Brasil, a média salarial de um médico do esporte no Brasil é de R$ 10.200 por mês. No entanto, esse valor pode variar de acordo com uma série de fatores, incluindo:

    • Localização: o salário é geralmente mais alto nas grandes cidades do que nas pequenas cidades.
    • Qualificação do médico: os médicos mais experientes e qualificados geralmente ganham mais.
    • Tipo de trabalho: os médicos do esporte que trabalham em consultórios privados geralmente ganham mais do que os médicos que trabalham em clínicas ou hospitais.

    Um médico do esporte recém-formado pode ganhar cerca de R$ 6.000 por mês. Já um médico experiente pode ganhar até R$ 17.000 por mês.

    A Medicina do Esporte é uma área em crescimento, pois o número de pessoas que praticam esportes está aumentando. Os médicos especialistas em Medicina do Esporte são essenciais para garantir a saúde e o bem-estar dos atletas.

    Aqui estão alguns exemplos de salários de médicos do esporte em diferentes áreas:

    • Consultório privado: R$ 10.000 a R$ 15.000 por mês
    • Clínica: R$ 8.000 a R$ 12.000 por mês
    • Hospital: R$ 7.000 a R$ 10.000 por mês
    • Escola: R$ 6.000 a R$ 9.000 por mês

    Os médicos do esporte também podem ganhar dinheiro com atividades extracurriculares, como palestras, cursos e consultorias.

    Como encontrar uma clínica focada em medicina esportiva?

    Existe uma grande dificuldade para encontrar profissionais e clínicas especializadas em medicina esportiva, sobretudo, que oferecem serviços complementares e integrados, pensando exclusivamente na saúde do atleta. 

    Logo, o caminho mais indicado é pesquisar com cautela e, principalmente, com tempo. Atualmente, existem boas instituições no mercado e profissionais realmente competentes e qualificados para atenderem atletas de todos os níveis. 

    Aqui na Clínica Vicci, por exemplo, contamos com um corpo clínico composto por médicos especialistas em medicina do esporte, bem como outros profissionais como nutricionistas e fisioterapeutas, que, juntos, proporcionam atendimento integrado e exclusivo para tratar, prevenir e realmente cuidar da saúde dos atletas. 

    Portanto, se você procura uma clínica focada em medicina esportiva, entre em contato com a gente e encontre profissionais realmente qualificados e preparados para te ajudar a alcançar seu objetivo, olhando sempre para sua saúde. 

  • Alimentação saudável: por que se preocupar com isso?

    Alimentação saudável: por que se preocupar com isso?

    Uma das máximas da área da saúde é que o ser humano é o reflexo daquilo que come. Essa frase, apesar de tradicional e antiga, é totalmente aplicada hoje em dia, afinal, cada vez mais, a alimentação saudável contribui para o bem-estar diário das pessoas. 

    Quando olhamos para a rotina de pessoas envolvidas na prática de esportes, manter uma alimentação saudável é ainda mais importante, visto que impacta diretamente em resultados, performance, recuperação ou mesmo na forma como seu corpo reage a movimentos e treinos no dia a dia. 

    Por isso, nesse conteúdo vamos falar sobre os motivos que tornam fundamental a preocupação em manter uma alimentação saudável. Acompanhe e entenda:

    Afinal, o que é uma alimentação saudável?

    Para muitas pessoas, o conceito de alimentação saudável está relacionado ao consumo de saladas, frutas e, principalmente, à restrição do consumo de alimentos considerados saborosos como frituras e doces. 

    Porém, alimentação saudável não está associada à restrição alimentar e sim ao consumo balanceado e variado de alimentos que contenham nutrientes, proteínas e demais substâncias necessários para suprir as demandas diárias e fornecer energia para o seu dia a dia. 

    Portanto, quando olhamos para a dieta e para o prato de cada pessoa, o correto é falar que a alimentação saudável varia de indivíduo para indivíduo. Afinal, cada um possui necessidades diferentes. 

    No entanto, alguns componentes prevalecem. Vale destacar a necessidade da harmonia entre alimentos e diversidade e variedade de alimentos, tendo como objetivo o fornecimento de nutrientes, mas, sem deixar de lado o sabor de cada refeição. 

    Por que é preciso manter uma alimentação saudável?

    Além de suprir todas as necessidades do corpo, manter uma alimentação saudável é importante para outros diversos objetivos no dia a dia. 

    A seguir, vamos apresentar as 5 principais vantagens de uma alimentação saudável. Confira e entenda os motivos de se preocupar com isso e começar a mudar sua rotina agora mesmo. 

    Vantagens da alimentação saudável:

    1. Injeção de energia:

    Se você pratica exercícios físicos ou mesmo precisa lidar com a correria do dia a dia, pensar na sua alimentação é fundamental. Isso porque, o que você come é responsável por fornecer energia para o funcionamento do seu metabolismo e garantir disposição para lidar com essas ações. 

    2. Redução de lesões:

    Ainda pensando em pessoas que praticam esportes, a alimentação é fundamental para reduzir a probabilidade de lesões durante esses exercícios. Pensar nos nutrientes necessários é essencial para evitar câimbras, fadiga, cansaço ou até mesmo lesões mais sérias.  

    3. Foco e atividades mentais:

    Além do corpo, a mente também é afetada pela comida. Ter mais disposição, mais foco, concentração e memória são procedimentos relacionados às pessoas que possuem uma alimentação saudável e balanceada. 

    4. Fortalecimento do sistema imunológico:

    Além de ajudar na saúde dos músculos, ossos e articulações, a alimentação saudável também contribui para o fortalecimento do sistema imunológico, aumentando a imunidade contra doenças virais, resfriados e outros quadros. 

    5. Controle de peso:

    Existem alimentos que ajudam na queima de gordura e mesmo na sensação de saciedade. Para quem deseja emagrecer, ter uma alimentação saudável é considerada, muitas vezes, o primeiro passo e que deve ser constante na rotina. 

    É difícil manter uma alimentação balanceada?

    Mudar uma rotina é um dos processos mais desafiadores para qualquer ser humano. Quando pensamos em hábitos alimentares, não é diferente. Para quem tem o costume de não pensar no consumo de alimentos ricos em fibras, vitaminas e minerais esse processo pode ser difícil. 

    Porém, não é impossível. 

    Existem várias dicas pensadas para pessoas que desejam criar o hábito de comer alimentos mais saudáveis. Algumas passam por processos mais simples, como cozinhar mais, evitar o excesso no consumo de certos alimentos e ler as informações nutricionais ao realizar as compras no mercado. 

    No entanto, uma das dicas mais importantes é sobre a criação e o planejamento de uma rotina alimentar. Muitas vezes, a escolha por alimentos não tão saudáveis é feita devido à falta de planejamento, afinal, nem sempre é fácil encontrar alimentos saudáveis. 

    Como começar a ter uma alimentação equilibrada?

    Como falamos, para muitas pessoas, o desafio de manter uma alimentação saudável e balanceada é agravado pelo fato de não procurar ajuda especializada. Dessa forma, o resultado, muitas vezes, é a tentativa de seguir receitas genéricas que não levam em consideração as particularidades e gostos de cada um. 

    Por isso, a melhor forma de começar a ter e manter uma alimentação realmente saudável é contando com o suporte de um profissional capacitado para montar uma dieta e acompanhar o processo. 

    Aqui na Clínica Vicci, o cuidado com o bem-estar, qualidade de vida e saúde dos nossos pacientes acontece em várias frentes, inclusive, no campo nutricional. Entendemos que ter uma alimentação saudável é fundamental para quem busca recuperação de lesões, recondicionamento ou mesmo preparação física. 

    Dessa forma, disponibilizados dois tipos de cuidados:

    Nutrição esportiva: nesse caso, o foco é construir uma dieta que preze pela alimentação saudável e balanceada, pensando em necessidades específicas de quem possui maior volume de gasto de energia e, consequentemente, maior necessidade de reposição de nutrientes. 

    Nutrição para qualidade de vida e emagrecimento: nesse caso, o objetivo é ajudar na definição de uma dieta com base em alimentação saudável para quem deseja melhorar a qualidade de vida, sobretudo, com a intenção de redução de peso e recuperação de lesões. 

    Vale ressaltar que os dois serviços são realizados por profissionais capacitados. Além disso, geralmente, esse acompanhamento nutricional está alinhado com outros cuidados, criando uma unidade focada em ajudar você a alcançar os resultados que deseja. 

    Dicas práticas para começar uma alimentação saudável

    Nesse momento, você entende que uma dieta adequada para seu dia a dia, que respeite seus gostos, necessidades e particularidades, deve ser prescrita por um nutricionista. Podemos avançar e deixar algumas dicas para você começar hoje mesmo, enquanto realiza a marcação da sua consulta. Vamos lá:

    Beba água:

    A água é um dos alimentos mais importantes e necessários para a saúde do ser humano. Em geral, a regra é beber, pelo menos, 2 litros de água todos os dias, ajudando assim na hidratação e reposição de vitaminas e minerais. 

    Alimente-se devagar:

    A pressa em mastigar alimentos ou mesmo finalizar uma refeição pode comprometer a sensação de saciedade e gerar sensações como sono depois de comer. 

    Frutas:

    O consumo de frutas é fundamental para quem pensa em uma alimentação saudável. Além de ser um ótimo alimento para substituir doces, as frutas são alimentos ricos em fibras, vitaminas e minerais. 

    Aprenda a cozinhar:

    Participar da preparação da comida é um passo importante para quem deseja manter uma alimentação mais saudável. Entender sobre as combinações, substituições e temperos é o caminho para inserir alimentos saudáveis e evitar aqueles que não fornecem os nutrientes que seu corpo precisa. 

    Cuidado com as receitas prontas:

    Hoje em dia é fácil encontrar dietas prontas, sobretudo na internet. Como falamos, elas não levam em conta seu dia a dia e por isso podem ser perigosas e afastar você de uma alimentação realmente saudável. Por isso, sempre procure um nutricionista.

    Agora que você entende o que é uma alimentação saudável e a importância de se preocupar com isso, certamente deve estar pensando nos próximos passos para começar a adotar essas dicas em sua rotina.

    Entre em contato conosco e agende uma avaliação/consulta com profissionais focados em sua saúde. 

  • Exercícios físicos para iniciantes: como começar?

    Exercícios físicos para iniciantes: como começar?

    Praticar esportes e atividades físicas é um dos principais pilares para manter uma rotina saudável, para cuidar do corpo e da mente e ainda buscar qualidade de vida. No entanto, como começar? Quais são os exercícios físicos recomendados para iniciantes?

    Essas questões geralmente são presentes e frequentes, sobretudo em quem não possui uma rotina de exercícios físicos e deseja começar. Ao longo desse conteúdo, vamos apresentar algumas dicas para que esse objetivo seja alcançado, continue lendo. 

    Por que é importante começar a fazer exercícios físicos? 

    Se você chegou a esse conteúdo, provavelmente já entende a importância dos exercícios físicos para o seu dia a dia. Porém, vamos destacar a seguir. 

    Praticar atividades físicas com regularidade é uma das principais formas de combater o sedentarismo e combater doenças cardiovasculares, obesidade, depressão e inclusive alguns tipos de câncer. 

    Para além disso, a prática constante ainda atua ativamente para melhorar a qualidade de vida e a saúde mental do ser humano. Está comprovado que durante a prática de exercícios físicos, o nosso corpo produz e libera algumas substâncias como a dopamina e a serotonina. 

    Essas substâncias servem para controlar emoções, servindo para controlar estresse e tristeza. Por consequência, ainda são hormônios conhecidos por causar a sensação de prazer e bem-estar. 

    Exercícios físicos para iniciantes: o que é preciso para começar?

    A primeira coisa que precisamos falar sobre como criar uma rotina que envolva exercícios físicos é a dificuldade em dar o primeiro passo. Geralmente, essa é a parte mais difícil, afinal, é preciso mudar a rotina e os hábitos. 

    Primeiro passo para começar

    Logo, o primeiro passo para começar a praticar exercícios físicos é escolher uma modalidade que não represente tanto esforço para sua prática. Isso quer dizer que você precisa escolher algo que goste de fazer, tenha interesse ou mesmo que não vá exigir tanto esforço. 

    Além disso, é importante que esse começo aconteça de forma gradual. O erro de muitas pessoas ao iniciar é colocar um programa extenso de atividades físicas e inclusive com carga alta. Isso leva à desistência e também pode causar algumas lesões. 

    Evolução constante

    Assim como muitas coisas na vida, a prática de exercícios físicos tende a ser aprimorada à medida que se transforma em uma rotina. Por isso, colocar metas de evolução é importante para que o começo seja gradual e ao mesmo tempo para que os impactos sejam percebidos.  

    Adiante no conteúdo, vamos apresentar algumas alternativas de exercícios físicos recomendados para iniciantes. No entanto, começar com uma caminhada e buscar condicionamento físico antes de praticar uma corrida de rua é um ótimo exemplo de como começar de forma gradual e buscar a evolução. 

    Chame pessoas para começar com você

    Há diversos estudos que comprovam que pessoas que começam a praticar exercícios físicos acompanhadas de amigos, familiares ou colegas de trabalho conseguem permanecer durante mais tempo nessa rotina. 

    Além da motivação mútua entre as pessoas, praticar exercícios físicos em companhia pode se transformar em um importante momento de interação no seu dia. Dessa forma, as chances de você faltar ao treino são diretamente reduzidas. 

    Constância é tudo

    Se você está querendo realmente fazer exercícios físicos em seu dia a dia, você precisa de constância ao começar. É necessário que seu corpo entenda que essa prática faz parte da rotina e isso só é alcançado com a prática continua. 

    Dessa forma, evite fazer uma caminhada longa a cada 2 semanas. Se possível, foque em atividades regulares, como uma caminhada de 30 minutos por dia.   

    Cuidado com os limites do seu corpo

    Começar uma nova atividade física é algo estimulante e empolgante. No entanto, é necessário entender os limites do corpo e tomar cuidados para não ultrapassá-los. Evite forçar a musculatura e articulações além do necessário e tenha um momento de descanso. 

    Esses cuidados são fundamentais para evitar lesões, para recuperação muscular e para evitar que todo o avanço seja interrompido por uma contusão desnecessária.  

    Exercícios  físicos recomendados para iniciantes

    Agora que você já sabe alguns passos importantes para começar a praticar exercícios físicos, vamos apresentar algumas modalidades que são indicadas para iniciantes. Confira:

    Caminhada

    Como falamos ao longo do conteúdo, começar com uma caminhada leve diariamente é um ótimo caminho para quem deseja ter uma rotina mais saudável. Além da facilidade para começar, vale destacar que não é preciso investir em equipamentos, basta um bom tênis e muita vontade. 

    Começar com caminhadas diárias de 30 a 40 minutos é o indicado para quem está saindo do zero. Dessa forma, evita-se o esforço excessivo em regiões como joelho e tornozelo e proporciona condicionamento físico para avançar para corridas e tempo maior de caminhada. 

    Natação

    A natação é um dos esportes mais escolhidos por quem deseja criar uma rotina de exercícios físicos. Entre as inúmeras vantagens dessa prática, podemos destacar o fato de  trabalhar de forma eficiente todas as partes do corpo, incluindo músculos, sistema respiratório entre outros. 

    Para quem vai começar agora, a dica é não esquecer dos exercícios de aquecimento e alongamento antes de entrar na piscina. Esses movimentos são importantes para evitar lesões e fazer com que o corpo esteja preparado para a prática. 

    Bicicleta

    Andar de bicicleta é uma das ações mais tradicionais da nossa sociedade. Adotar essa prática como um exercício físico constante é uma ótima forma para começar a se exercitar com mais frequência. 

    Seja por meio do Spinning, nome dado ao ciclismo praticado em salas, ou por meio do ciclismo ao ar livre, essa atividade permite o trabalho de vários músculos e áreas do corpo e oferece vários benefícios. Além disso, podemos destacar o fato de ser um esporte de pouco impacto, quando comparado à corrida.  

    Musculação

    Para finalizarmos essa parte, vale a pena destacar que a musculação também pode ser um bom caminho para quem está começando. Equilibrar atividades de força com aeróbico é uma ótima forma de condicionar seu corpo e fortalecer para outros exercícios que demandam mais força. 

    No entanto, é sempre necessário destacar a importância de um acompanhamento profissional. No caso da musculação, contar com um personal é importante para evitar lesões e ter uma ficha bem distribuída. 

    Exercícios físicos para iniciantes: importância do acompanhamento médico

    Falando sobre acompanhamento profissional, é necessário falar sobre a importância de ter acompanhamento médico para começar a praticar atividades físicas com frequência. 

    Além da realização de um check-up para garantir que está tudo certo para o início, é necessário acompanhamento constante de médicos, sobretudo ortopedistas e especialistas em medicina esportiva, fisioterapeutas e nutricionistas para que haja um trabalho de prevenção de lesões.

    Esse trabalho em conjunto é fundamental para que você tenha condições para realmente começar com pé direito. Entendendo suas particularidades e características, é possível saber quais os melhores treinos, cuidados e hábitos para que você adote essa rotina sem que cause danos para o seu corpo. 

    Assim, começar a praticar exercícios físicos se transforma em um desafio menos complicado e mais acessível para iniciantes e para quem deseja mudar de vida. 

    Agora que você sabe como é possível começar e criar um hábito de exercícios físicos para iniciantes, chegou a hora de colocar a mão na massa. Entrar em contato conosco e agendar uma consulta pode ser o primeiro passo para você mudar de vida e adotar um estilo de vida mais saudável. 

  • Corrida de rua: 10 cuidados para evitar lesões

    Corrida de rua: 10 cuidados para evitar lesões

    A corrida de rua é um dos esportes mais praticados atualmente. A prática abrange corredores profissionais, amadores ou mesmo iniciantes, afinal, a corrida é uma das principais recomendações para começar a ter uma vida mais saudável. 

    Mas, a questão que fica é: quais são os cuidados necessários para evitar lesões durante essa atividade? Muitas vezes, esses pontos só são levantados após a constatação de uma lesão, no entanto, neste conteúdo, você tem a oportunidade de entender esses cuidados e começar agora mesmo a correr de forma mais segura. 

    10 cuidados para evitar lesões ao praticar corrida de rua 

    Fazer uma corrida de rua é uma ótima forma de queimar calorias, encontrar novos amigos, buscar qualidade de vida e saúde e ainda conhecer lugares. No entanto, por mais simples que pareça a prática, são necessários alguns cuidados para evitar lesões e outros riscos. 

    A seguir, vamos apresentar os 10 cuidados essenciais para evitar lesões ao praticar corrida de rua e possibilitar a realização de provas de uma forma adequada. Confira:

    1. Respeite o limite do seu corpo

    Superar os limites do corpo é algo inerente ao esporte. Quem pratica alguma atividade física sempre deseja ir além, seja alcançando uma melhor marca, correndo distâncias maiores ou mesmo realizando mais corridas. 

    Porém, isso deve ser feito com muita cautela. Quem está começando, por exemplo, o melhor caminho é começar com caminhadas e corridas curtas e ir progredindo à medida que seu corpo tenha condições para esse avanço. 

    Vale destacar que, geralmente, as provas de corrida de rua possuem distâncias diferentes. Portanto, é possível começar em uma prova menor, 3 a 5 KM, e depois ir elevando o ritmo e aumentando a distância percorrida.  

    2. Conte com um educador físico para preparar os treinos

    Diferentemente do que muita gente acredita, existem métodos, treinos específicos e programas que devem ser seguidos para alcançar o melhor resultado e, principalmente, evitar lesões.

    Dessa forma, contar com um preparador físico é fundamental, sobretudo para quem deseja participar de provas ou correr grandes distâncias. Esse profissional será responsável pela preparação e por orientar quanto ao que é preciso para condicionar seu corpo para essas corridas. 

    3. Faça fortalecimento muscular 

    Já que falamos sobre o educador físico é importante falarmos também sobre fortalecimento muscular. Uma das principais formas de evitar lesões ao correr é contando com um trabalho bem realizado de musculação. 

    Esse processo é importante para aumentar a força dos músculos e reduzir o impacto durante as corridas, reduzindo também a probabilidade de lesões nos joelhos, tornozelos, no quadril ou mesmo na lombar. 

    4. Aprenda sobre técnicas de corrida de rua

    Novamente, a corrida de rua não é baseada em simplesmente correr. Existem técnicas de respiração, ritmo e até mesmo técnicas para automatizar os movimentos durante uma prova ou um treino. 

    Assim como em qualquer esporte, é preciso entender sobre as técnicas de corrida. Esse aprendizado é importante para permitir que você consiga correr corretamente, evitando a exposição a riscos desnecessários durante a prática. 

    5. Utilize equipamentos adequados para corrida de rua

    Os equipamentos que você escolher para realizar uma corrida de rua são fundamentais para ter uma boa prática. Antes de qualquer coisa, é preciso contar com tênis adequados e confortáveis para essa atividade, afinal, essa é a área de maior impacto. 

    O tênis precisa oferecer conforto, estabilidade, proteção e ainda reduzir o impacto da corrida no seu corpo. Por isso, pode ser preciso um investimento para contar com o melhor calçado e evitar lesões derivadas da escolha inadequada do tênis ou mesmo da utilização de tênis velhos. 

    Além disso, é preciso pensar também nas roupas para essa prática. O ideal é contar com roupas leves e térmicas, pensadas para a prática de atividades físicas. 

    6. Descanse bem entre os treinos

    O descanso é um dos elementos mais importantes para evitar lesões em qualquer esporte, inclusive para quem pratica corrida de rua. 

    Durante o sono, principal forma de descansar, o corpo humano atua na recuperação muscular e ainda produz hormônios fundamentais para a reparação dos tecidos afetados durante a prática de uma atividade física. 

    Por isso é indicado ter uma rotina que também leve em consideração o repouso, desse jeito, você evita lesões derivadas de desgaste muscular.  

    7. Tenha uma alimentação adequada 

    A alimentação é essencial para que você alcance a melhor performance ao praticar uma atividade física, mas também é importante para evitar lesões. 

    Ter uma rotina que envolve uma alimentação balanceada e adequada, tanto antes quanto após os treinos, fornece as vitaminas, energia e nutrientes necessários para que seu corpo esteja preparado para a carga de atividades físicas e esforço constante. 

    Ainda sobre a alimentação, é preciso destacar a importância da hidratação. A prática constante de atividade física faz com que o corpo humano perca água, por isso, é importante hidratar-se bem para reposição. 

    8. Aqueça antes da sua corrida de rua

    Criar uma rotina de aquecimento antes do início do treino ou da prova é essencial. Esse momento, é importante para estimular e preparar seus músculos e articulações para o esforço que será necessário a seguir.  

    Para os praticantes de corrida de rua, os aquecimentos mais indicados passam por atividades que envolvam movimentações de todo o corpo, focando as articulações do quadril, joelhos e tornozelos, afinal, são as áreas que mais trabalham durante essa prática.  

    Por fim, ainda é recomendado uma atividade de preparação. Essa atividade pode ser alguns minutos de caminhada ou mesmo pequenos trotes, com a intenção de gerar estímulos para que seu corpo entenda o começo do treino. 

    Vale destacar que o foco nessa dica é a importância do aquecimento. É preciso consultar o educador físico e entender quais os melhores exercícios para aquecer antes de uma corrida de rua. 

    9. Tenha constância

    Um dos principais responsáveis por causar lesões em atletas e iniciantes é a falta de uma sequência de treinos e exercícios. Deixar de treinar ou praticar por um tempo e depois tentar voltar no mesmo ritmo pode acarretar lesões e comprometer todo o avanço. 

    O ideal é ter constância e uma sequência de treinos e práticas, possibilitando a evolução do corpo e o condicionamento físico.  

    10. Conte com acompanhamento médico e fisioterápico

    Por fim, um dos cuidados mais importantes para evitar lesões ao praticar corrida de rua é contar com acompanhamento médico especializado e fisioterápico. Afinal, muitas lesões podem ser evitadas com um trabalho constante de prevenção. 

    Vale ressaltar que esse acompanhamento é fundamental, principalmente, quando você sente algum tipo de desconforto ou dor durante a corrida de rua. Existe um mito de que a dor faz parte da prática esportiva. Isso é mentira. 

    A dor durante a prática esportiva pode ser entendida como um alerta do corpo de que alguma coisa não está certa. Utilizar medicamentos e fazer automedicação é um dos erros que podem agravar lesões ou mesmo mascarar sintomas e impedir a descoberta de uma lesão em tempo hábil para tratamento adequado. 

    Por isso, se o seu objetivo é realmente se dedicar ao universo das corridas de rua, é preciso consultar regularmente com um médico especialista em medicina esportiva, principalmente ao sentir dores no tornozelo ou joelho. Esse profissional é capaz de entender seu corpo e te ajudar a evitar lesões mais sérias. 

    Esses são os 10 cuidados básicos e fundamentais para que você evite lesões ao praticar corrida de rua. O que você achou dessas dicas? Acompanhe nosso blog e confira outras informações para ter saúde e qualidade de vida em sua rotina. 

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