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  • Medicina do esporte BH: quando você deve procurar

    Medicina do esporte BH: quando você deve procurar

    Se você é um praticante de esportes, sabe como é importante ter assessoramento da medicina do esporte BH para manter a saúde em dia. Para entender melhor o que é medicina do esporte e quando é que você deve contratar um especialista nessa área, vamos explorar um pouco mais sobre ela.

    O que é a medicina do esporte?

    A medicina do esporte BH é uma especialidade médica que se concentra na prevenção, diagnóstico e tratamento de lesões e doenças relacionadas à prática de atividades físicas e esportivas. Essa especialidade médica é focada tanto em atletas profissionais quanto em pessoas que praticam atividades físicas recreativas.

    Além disso, a medicina do esporte também se concentra na otimização do desempenho esportivo, por meio de avaliação da aptidão física, prescrição de exercícios e treinamentos específicos, nutrição adequada e monitoramento da saúde dos atletas. Em resumo, prevenindo que você não tenha problemas de saúde futuros.

    O que é clínica esportiva?

    A clínica esportiva refere-se a uma área específica da medicina que se concentra no diagnóstico, tratamento, prevenção de lesões e promoção da saúde em indivíduos envolvidos em atividades esportivas e físicas. Profissionais de clínica esportiva, como médicos, fisioterapeutas, nutricionistas e outros especialistas em saúde, trabalham em conjunto para abordar as necessidades específicas dos atletas e entusiastas do esporte. Algumas características e elementos associados à clínica esportiva incluem:

    • Diagnóstico e Tratamento de Lesões: A clínica esportiva lida com o diagnóstico e tratamento de lesões relacionadas a atividades físicas, incluindo entorses, distensões musculares, fraturas e lesões articulares.
    • Prevenção de Lesões: Desenvolve estratégias e programas para prevenir lesões, incluindo orientações sobre treinamento adequado, técnicas de aquecimento e resfriamento, equipamentos de proteção e modificações no estilo de vida.
    • Otimização do Desempenho: Trabalha para otimizar o desempenho esportivo por meio de planos de treinamento personalizados, monitoramento da saúde e condicionamento físico, e aconselhamento sobre nutrição e suplementação.
    • Reabilitação Pós-Lesão: Oferece programas de reabilitação após lesões, visando restaurar a função normal e garantir uma transição segura de volta às atividades esportivas.
    • Testes de Aptidão Física: Realiza testes específicos para avaliar a aptidão física, resistência, força e outras capacidades relacionadas ao desempenho esportivo.
    • Trabalho Multidisciplinar: Envolve uma abordagem colaborativa, reunindo profissionais de diversas áreas, como medicina, fisioterapia, nutrição e psicologia, para fornecer um cuidado holístico e abrangente.
    • Acompanhamento de Atletas Profissionais e Amadores: Atende tanto atletas profissionais quanto amadores, adaptando as abordagens de acordo com o nível de atividade física e as metas individuais.
    • Gestão de Condições Médicas Específicas: Lida com condições médicas específicas que podem afetar atletas, garantindo que possam continuar suas atividades esportivas com segurança, mesmo se tiverem condições médicas preexistentes.
    • Pesquisa e Desenvolvimento: Contribui para a pesquisa e o desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas, técnicas de treinamento e estratégias de prevenção de lesões no contexto esportivo.

    A clínica esportiva desempenha um papel crucial na promoção da saúde e no bem-estar de indivíduos envolvidos em atividades físicas, seja como atletas profissionais ou entusiastas do esporte. A abordagem integrada e personalizada é fundamental para otimizar o desempenho e garantir uma prática esportiva segura e sustentável.

    Problemas de saúde comuns entre atletas

    Os médicos especializados em medicina do esporte BH são treinados para avaliar e tratar lesões musculoesqueléticas, bem como problemas médicos relacionados à prática de atividades físicas.

    Há uma série de problemas de saúde que os esportistas podem experimentar como resultado do treinamento intenso, incluindo:

    • Lesões musculares: O treinamento intenso pode causar lesões musculares, como distensões, lacerações e rupturas de músculos e tendões.
    • Lesões articulares: pode causar lesões articulares, como entorses, luxações e lesões nos meniscos e ligamentos.
    • Problemas cardíacos: pode levar a problemas cardíacos, como arritmias cardíacas, hipertrofia ventricular esquerda (crescimento excessivo do coração) e até mesmo ataques cardíacos.
    • Desidratação: pode levar à desidratação, o que pode causar fadiga, cãibras musculares e até mesmo mau funcionamento dos órgãos.
    • Supressão do sistema imunológico: O treinamento intenso pode suprimir o sistema imunológico do corpo, tornando o atleta mais suscetível a infecções e doenças.
    • Transtornos alimentares: O treinamento intenso pode levar a transtornos alimentares, como anorexia e bulimia, que têm um efeito negativo na saúde geral do atleta.
    • Exaustão: O treinamento intenso pode causar exaustão, que pode afetar negativamente o desempenho atlético e a saúde geral do atleta.

    Caso ocorra alguma lesão ou doença durante ou após o esporte, o tratamento é feito com base em informações clínicas e de imagem recolhidas.

    Preparamos outro artigo para você saber mais sobre Avaliação médica: importância antes de começar a treinar, Clique Aqui!

    Tratamentos abordados na medicina do esporte BH

    O tratamento na medicina do esporte depende do tipo de lesão ou doença em questão. Mas geralmente envolve uma combinação de terapias e cuidados especializados para ajudar os pacientes a se recuperarem e retornarem às atividades físicas de forma segura e eficaz.

    Citamos cinco opções de tratamento na medicina do esporte que incluem:

    1. Tratamento conservador: O tratamento conservador geralmente envolve a utilização de medidas não invasivas, como repouso, gelo, compressão e elevação (RICE), fisioterapia, medicamentos analgésicos e anti-inflamatórios, e a prescrição de órteses ou aparelhos de suporte para ajudar na recuperação de lesões.
    2. Reabilitação: A reabilitação é uma parte importante do tratamento na medicina do esporte e pode envolver a realização de exercícios específicos para ajudar a fortalecer os músculos e melhorar a mobilidade e a flexibilidade.
    3. Aconselhamento nutricional: A alimentação adequada e a hidratação correta é fundamental para o desempenho esportivo e para a recuperação. Os médicos da medicina do esporte podem ajudar a prescrever uma dieta equilibrada e adequada às necessidades do paciente.
    4. Terapia complementar: A medicina do esporte também pode envolver o uso de terapias complementares, como acupuntura, massagem, quiropraxia, entre outras, para ajudar na recuperação e melhorar o desempenho.
    5. Cirurgia: Em alguns casos, a cirurgia pode ser necessária para tratar lesões graves ou problemas crônicos. A cirurgia pode envolver a reparação ou substituição de tecidos danificados, como músculos, tendões ou ligamentos.

    Quando contratar um médico do esporte

    É importante consultar um profissional da medicina esportiva em BH se você planeja iniciar um programa de exercícios rigorosos, se tem problemas de saúde relacionados ao exercício físico, se deseja melhorar o desempenho atlético ou se tem lesões frequentes durante atividades esportivas.

    Enfim, existem muitas razões pelas quais é importante ter acompanhamento de um médico do esporte, incluindo:

    • Prevenção de lesões: Um médico do esporte pode ajudar a prevenir lesões durante a prática esportiva, identificando problemas biomecânicos ou de postura que possam levar a lesões.
    • Diagnóstico preciso: Caso ocorra uma lesão, um médico do esporte é treinado para diagnosticar o problema com precisão e rapidez, o que pode levar a um tratamento mais eficaz e uma recuperação mais rápida.
    • Melhor desempenho: Um médico do esporte pode ajudar a otimizar o desempenho do atleta, fornecendo orientações nutricionais, treinamento de resistência e outras recomendações baseadas em evidências.
    • Gestão de condições crônicas: Pacientes com condições de saúde crônicas, como asma, diabetes ou doença cardíaca, devem ser acompanhados por um médico do esporte para monitorar sua atividade física e ajustar seu plano de tratamento de acordo.
    • Segurança geral: Um médico do esporte pode orientar sobre a segurança em relação a medicamentos, suplementos e esteroides, garantir que o esporte praticado seja seguro e apropriado para idade e condições de saúde e avaliar riscos para a saúde, como a concussão em esportes de contato.

    De acordo com o Portal Terra, foi feita uma Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), fazendo um comparativo entre os anos 2013 e 2019, houve um aumento considerável na prática de exercício físico em todo o território nacional. Só em 2019, por exemplo, quase um terço dos brasileiros com 18 anos ou mais demonstraram ter uma rotina de exercícios.

    Portanto, é essencial ter acompanhamento regular de um médico do esporte para garantir uma prática esportiva segura e eficaz.

    Por que ir ao médico do esporte?

    Ir ao médico do esporte pode oferecer uma variedade de benefícios, especialmente para pessoas envolvidas em atividades físicas intensas, atletas e aqueles que desejam otimizar seu desempenho físico. Aqui estão algumas razões pelas quais é recomendável consultar um médico do esporte:

    1. Prevenção de Lesões: O médico do esporte pode avaliar a condição física e a biomecânica do paciente para identificar possíveis fatores de risco de lesões. Estratégias preventivas, como exercícios específicos e orientações sobre técnica adequada, podem ser prescritas.
    2. Otimização do Desempenho Atlético: Atletas e praticantes de atividades físicas podem se beneficiar ao trabalhar com um médico do esporte para otimizar seu treinamento, condicionamento físico e desempenho. Isso inclui a criação de programas de treinamento personalizados.
    3. Tratamento de Lesões Esportivas: Em caso de lesões, o médico do esporte pode fornecer diagnóstico e tratamento especializado, utilizando técnicas específicas de reabilitação para acelerar a recuperação e minimizar o tempo de afastamento das atividades físicas.
    4. Avaliação Cardiorrespiratória: O médico do esporte pode realizar avaliações abrangentes da função cardiorrespiratória para garantir que o paciente esteja em condições ideais de saúde para praticar atividades físicas.
    5. Nutrição Esportiva: Profissionais de medicina esportiva muitas vezes têm conhecimentos em nutrição esportiva. Eles podem fornecer orientações sobre dietas específicas para melhorar o desempenho, promover a recuperação e manter a saúde geral.
    6. Acompanhamento de Condições Médicas Pré-existentes: Pessoas com condições médicas crônicas que desejam se envolver em atividades físicas podem se beneficiar do acompanhamento de um médico do esporte para garantir que suas atividades sejam seguras e adaptadas às suas necessidades específicas.
    7. Gerenciamento de Estresse e Ansiedade: O médico do esporte pode oferecer suporte psicológico para atletas lidarem com o estresse competitivo, a ansiedade e outros aspectos mentais relacionados ao desempenho esportivo.
    8. Avaliação do Estado de Saúde Geral: Além de focar em aspectos específicos do esporte, o médico do esporte realiza avaliações abrangentes da saúde geral do paciente, identificando fatores que possam afetar seu bem-estar.

    Consultar um médico do esporte é uma abordagem proativa para cuidar da saúde física, prevenir lesões e maximizar o desempenho atlético, sendo especialmente relevante para aqueles que praticam esportes regularmente ou que desejam iniciar uma rotina de exercícios mais intensa.

    Quanto custa uma consulta com médico do esporte?

    O custo de uma consulta com médico do esporte em Belo Horizonte também varia de acordo com a região, o profissional e o plano de saúde. Em geral, uma consulta particular custa entre R$ 200 e R$ 600. No caso de Belo Horizonte, o preço médio é de R$ 300,00.

    A consulta com médico do esporte é importante para avaliar a saúde física e mental do paciente antes de iniciar ou retomar a prática de exercícios físicos. O médico poderá realizar exames físicos, solicitar exames complementares e orientar o paciente sobre a melhor forma de se exercitar de acordo com suas condições.

    Se você está pensando em iniciar ou retomar a prática de exercícios físicos, é importante consultar um médico do esporte.

    Conclusão

    A Medicina do Esporte BH é uma área do conhecimento dedicada ao diagnóstico e tratamento de lesões relacionadas ao esporte. Ela pode ajudar na prevenção, diagnóstico e tratamentos de lesões leves ou mais graves. 

    Se você pratica esportes e precisa de acompanhamento médico, a clínica do esporte m BH pode ser a solução para ajudar os pacientes a se recuperarem e retornarem às atividades físicas de forma segura e eficaz promovendo conforto e atendimento exclusivo.

    Entre em contato para agendar uma consulta e conhecer nossos profissionais.

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  • Conheça os sintomas de reumatismo nas pernas

    Conheça os sintomas de reumatismo nas pernas

    O reumatismo nas pernas é um problema de saúde presente principalmente entre adultos mais velhos, é uma doença que afeta principalmente as articulações o que pode ser extremamente doloroso, limitante e isso está se tornando cada vez mais comum. Neste artigo, discutiremos os sintomas de reumatismo nas pernas, as causas do reumatismo, os tratamentos disponíveis e o porquê dessa enfermidade estar aumentando.

    O que é Reumatismo?

    Reumatismo não é uma condição específica, mas é um termo genérico usado para descrever diferentes doenças que afetam articulações, músculos, ossos e tecidos conectivos.

    Segundo dados da Grupal o termo reumatismo “ abrange mais de uma centena de doenças reumáticas”.

    O diagnóstico de reumatismo é feito com base em exames físicos, histórico médico e resultados de exames laboratoriais. O médico avalia os sintomas do paciente, além de examinar as articulações e músculos. Os exames laboratoriais solicitados podem incluir hemograma, velocidade de sedimentação, fator reumatoide, anticorpos antinucleares, entre outros.

    Em alguns casos, o médico pode solicitar exames de imagem, como radiografias, tomografias ou ressonância magnética para avaliar as condições das articulações, ossos e músculos. Em casos mais graves, pode ser necessário realizar uma biópsia, que consiste na retirada de uma pequena amostra da área afetada para análise laboratorial.]

    O que causa as dores reumáticas?

    Existem muitas causas possíveis para o reumatismo nas pernas como, fatores genéticos, hormonais e ambientais que também podem contribuir para o surgimento dessa condição, então é importante estar atento a essas causas e tomar medidas preventivas para manter a saúde das pernas,  como exercícios regulares, alimentação saudável e acompanhamento médico adequado.

    Listamos algumas causas que podem levar a esse problema:

    • Doenças autoimunes: como a artrite reumatoide, espondilite anquilosante, lúpus e esclerodermia. Nestas condições, o sistema imunológico do corpo ataca seus próprios tecidos, causando inflamação nas articulações e em outras partes do corpo.
    • Osteoartrite: a forma mais comum de artrite, é uma condição degenerativa que ocorre quando a cartilagem nas articulações se desgasta ao longo do tempo. É mais comum em pessoas mais velhas ou em pessoas que têm lesões articulares repetidas.
    • Fibromialgia: uma condição caracterizada por dor muscular generalizada e sensibilidade ao toque.
    • Gota: é uma forma de artrite causada pelo acúmulo de cristais de ácido úrico nas articulações.
    • Infecções: certas infecções, como a doença de Lyme e a febre reumática, podem causar inflamação nas articulações.
    • Lesões: lesões nas articulações, tendões e ligamentos podem levar ao desenvolvimento de reumatismo.
    • Fatores genéticos: algumas formas de reumatismo, como a artrite reumatoide, tendem a ocorrer em famílias.
    • Estilo de vida: fatores como obesidade, tabagismo e falta de exercício físico regular podem aumentar o risco de desenvolver reumatismo na perna.

    Artrite nas pernas

    A artrite nas pernas é um termo geral que pode se referir a diferentes tipos de artrite que afetam as articulações das pernas. A artrite é uma condição inflamatória das articulações, e seus sintomas podem incluir dor, inchaço, rigidez e diminuição da amplitude de movimento.

    Aqui estão algumas formas comuns de artrite que podem afetar as articulações das pernas:

    1. Osteoartrite:
      • A osteoartrite é a forma mais comum de artrite e ocorre quando a cartilagem que reveste as extremidades dos ossos se desgasta ao longo do tempo. Isso pode afetar qualquer articulação, incluindo as das pernas, como os joelhos e os quadris. A osteoartrite nas pernas pode causar dor, rigidez e dificuldade de movimento.
    2. Artrite Reumatoide:
      • A artrite reumatoide é uma doença autoimune que afeta as articulações, muitas vezes simetricamente. Pode ocorrer nas articulações das pernas, como os tornozelos. A artrite reumatoide pode causar inflamação crônica, dor e deformidades articulares se não for tratada adequadamente.
    3. Artrite Psoriática:
      • A artrite psoriática é uma condição que ocorre em pessoas com psoríase, uma doença de pele. Pode afetar as articulações das pernas, causando inflamação, dor e, em alguns casos, alterações nas unhas e na pele.
    4. Artrite Juvenil:
      • A artrite juvenil é uma forma de artrite que afeta crianças e adolescentes. Pode envolver várias articulações, incluindo as das pernas. Os sintomas incluem dor, inchaço e rigidez.
    5. Espondiloartropatias:
      • Essa é uma categoria de doenças reumáticas que inclui condições como espondilite anquilosante. Essas condições podem afetar as articulações da coluna vertebral e das pernas, causando dor e rigidez.
    6. Gota:
      • A gota é uma forma de artrite que ocorre devido ao acúmulo de cristais de ácido úrico nas articulações. Pode afetar qualquer articulação, incluindo as das pernas. A gota geralmente causa ataques súbitos de dor intensa.
    7. Artrite Pós-Traumática:
      • Após lesões traumáticas nas articulações das pernas, pode ocorrer artrite pós-traumática. O desgaste nas articulações devido ao trauma pode levar a sintomas de artrite.

    O tratamento da artrite nas pernas depende do tipo específico de artrite e da gravidade dos sintomas. Pode incluir medicamentos anti-inflamatórios, modificação do estilo de vida, fisioterapia e, em alguns casos, procedimentos cirúrgicos. É fundamental consultar um médico para obter um diagnóstico adequado e um plano de tratamento personalizado.

    Reumatismo sintomas

    O diagnóstico de reumatismo na perna pode ser desafiador, já que muitos dos sintomas de reumatismo nas pernas são semelhantes a outras condições médicas. Portanto, é importante procurar um médico especialista em reumatologia para obter um diagnóstico preciso e tratamento adequado para o seu caso.

    Os sintomas de reumatismo nas pernas mais comuns costumam ser dor e inchaço nas articulações afetadas. A dor pode variar de leve a grave, dependendo da gravidade da condição, confira:

    • Dor nas articulações: a dor pode ser leve ou intensa, e pode ser sentida em uma ou várias articulações.
    • Inchaço e rigidez nas articulações: as articulações podem ficar inchadas, rígidas e dolorosas, especialmente de manhã ou depois de ficar sentado ou de pé por longos períodos.
    • Vermelhidão e calor nas articulações: a pele em torno das articulações pode ficar quente e vermelha.
    • Fadiga: pode haver uma sensação geral de cansaço e falta de energia.
    • Febre: em algumas condições, como a febre reumática, pode haver febre baixa.
    • Dor muscular: os músculos podem ficar doloridos e sensíveis ao toque.
    • Dormência e formigamento: em algumas condições, como a esclerose múltipla, podem ocorrer dormência e formigamento em diferentes partes do corpo.
    • Problemas de movimento: a capacidade de se mover pode ser afetada, com dificuldade para realizar atividades diárias, como caminhar ou segurar objetos.
    • Problemas respiratórios: em condições como a esclerodermia, pode ocorrer falta de ar e tosse seca.

    Quais os primeiros sintomas de artrite?

    Uma dúvida comum entre os pacientes é saber indentificar como é a dor de reumatismo nas pernas e para isso é necessário conhecer quais são os primeiros sintomas de artrite podem variar dependendo do tipo de artrite. No entanto, alguns sintomas comuns incluem:

    • Dor nas articulações: Esta é a queixa mais comum de pessoas com artrite. A dor pode ser leve ou grave, e pode ser constante ou intermitente.
    • Inchaço nas articulações: O inchaço é causado pela inflamação das articulações. Pode ser doloroso e pode dificultar o movimento das articulações.
    • Rigidez nas articulações: A rigidez é causada pela inflamação e pelo dano articular. Pode ser pior pela manhã ou depois de períodos de inatividade.
    • Perda de movimento nas articulações: A perda de movimento é causada pela inflamação e pelo dano articular. Pode dificultar o desempenho de atividades diárias, como vestir-se, comer e pentear o cabelo.

    É importante procurar um médico se você tiver algum desses sintomas. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado é essêncial para reduzir a dor, melhorar a função física e evitar complicações mais graves nas articulações.

    Reumatismo é grave?

    Como já visto anteriormente, “Reumatismo” é um termo geralmente utilizado para descrever várias condições médicas que afetam as articulações, músculos e tecidos conjuntivos. Não é uma condição específica, mas sim um termo abrangente que engloba várias doenças reumáticas. Algumas das condições mais comuns associadas ao termo “reumatismo” incluem osteoartrite, artrite reumatoide, lupus, fibromialgia, entre outras.

    A gravidade do reumatismo varia significativamente, dependendo da condição específica e da sua gravidade. Algumas formas de reumatismo, como a osteoartrite, podem ser crônicas, progressivas e causar desconforto e limitações nas atividades diárias, mas podem ser gerenciadas com tratamentos adequados. Outras condições, como a artrite reumatoide, podem ser mais graves e requerer tratamento mais intensivo.

    É importante reconhecer que algumas doenças reumáticas são autoimunes, o que significa que o sistema imunológico ataca erroneamente as próprias células e tecidos do corpo. Essas condições podem ter impactos sistêmicos e afetar órgãos internos, além das articulações.

    Alguns sinais de gravidade ou complicações potenciais associadas a doenças reumáticas podem incluir:

    1. Dor Intensa e Incapacitante: Se a dor nas articulações for severa e impactar significativamente a qualidade de vida, pode ser considerada uma condição mais grave.
    2. Deformidades Articulares: Algumas condições, como a artrite reumatoide não controlada, podem levar a deformidades articulares permanentes.
    3. Comprometimento de Órgãos Internos: Em certas doenças reumáticas, como o lúpus, órgãos internos, como rins, pulmões e coração, podem ser afetados, o que pode representar riscos à saúde.
    4. Impacto Sistêmico: Doenças reumáticas autoimunes podem causar sintomas sistêmicos, como fadiga, febre e perda de peso, indicando uma possível atividade mais agressiva da doença.
    5. Dificuldades Respiratórias ou Cardíacas: Algumas doenças reumáticas podem afetar os pulmões e o coração, levando a complicações respiratórias ou cardiovasculares.
    6. Limitações Funcionais Graves: Se a capacidade funcional é significativamente comprometida, isso pode indicar uma forma mais grave de reumatismo.

    É essencial consultar um médico para um diagnóstico preciso e um plano de tratamento adequado. Muitas condições reumáticas podem ser gerenciadas efetivamente com medicamentos, fisioterapia, mudanças no estilo de vida e, em alguns casos, cirurgia. O tratamento precoce e adequado pode ajudar a controlar os sintomas, reduzir a progressão da doença e melhorar a qualidade de vida.

    Qual é o exame para saber se tem artrite?

    O exame para saber se tem artrite é o exame físico e os exames laboratoriais.

    Exame físico

    O exame físico é realizado pelo médico para avaliar a dor, a inflamação e a perda de movimento nas articulações. O médico também avaliará outros sinais e sintomas de artrite, como febre, fadiga e perda de peso.

    Exames laboratoriais

    Os exames laboratoriais podem ajudar a confirmar o diagnóstico de artrite e identificar a causa da doença. Os exames laboratoriais comuns incluem:

    • Velocidade de hemossedimentação (VHS): Este exame mede a rapidez com que os glóbulos vermelhos se sedimentam no sangue. A VHS elevada pode ser um sinal de inflamação.
    • Proteína C-reativa (PCR): Este exame mede a quantidade de proteína C-reativa no sangue. A PCR elevada também pode ser um sinal de inflamação.
    • Fator reumatoide (FR): Este exame detecta a presença de um anticorpo chamado fator reumatoide. O FR é encontrado em pessoas com artrite reumatoide, mas também pode ser encontrado em pessoas com outras condições, como infecções ou doenças autoimunes.
    • Anticorpo anti-peptídeo citrulinado cíclico (anti-CCP): Este exame é mais específico para artrite reumatoide do que o FR.
    • Radiografia: A radiografia pode mostrar danos às articulações, como erosões ou descalcificações.
    • Ressonância magnética (RM): A RM pode fornecer imagens mais detalhadas das articulações do que a radiografia.
    • Ultrassonografia: A ultrassonografia pode ser usada para avaliar a inflamação e o dano articular.

    O médico pode solicitar outros exames laboratoriais ou de imagem, dependendo dos sintomas do paciente e dos resultados dos exames iniciais.

    Tratamentos para reumatismo nas pernas

    O reumatismo nas pernas pode ser tratado com vários métodos, dependendo da causa específica e da gravidade da condição. Algumas opções comuns de tratamento incluem:

    • Exercícios: Exercícios de fisioterapia e alongamento podem ajudar a fortalecer os músculos e reduzir a dor e a rigidez nas pernas.
    • Terapia quente e fria: Alternar compressas quentes e frias nas pernas pode ajudar a aliviar a dor e a inflamação.
    • Perda de peso: A perda de peso pode reduzir a pressão nas articulações e diminuir a dor nas pernas.
    • Dieta saudável: Uma dieta rica em frutas, legumes e alimentos integrais pode ajudar a reduzir a inflamação nas articulações e melhorar a circulação sanguínea.
    • Terapia ocupacional: A terapia ocupacional pode ajudar a adaptar o ambiente doméstico para reduzir a pressão nas articulações e melhorar a mobilidade.
    • Cirurgia: Em alguns casos, a cirurgia pode ser necessária para corrigir danos nas articulações e melhorar a função das pernas.

    Cirurgia de reumatismo nas pernas

    O tratamento cirúrgico para condições reumáticas nas pernas pode ser considerado em casos específicos e depende da gravidade da doença, do tipo de condição reumática e da resposta ao tratamento conservador. Algumas cirurgias que podem ser consideradas para tratar condições reumáticas nas pernas incluem:

    1. Artroplastia (Substituição Articular): Em casos graves de osteoartrite ou artrite reumatoide que não respondem bem ao tratamento conservador, a substituição articular pode ser uma opção. Isso envolve a remoção da articulação danificada e a substituição por uma articulação artificial.
    2. Artrodese (Fusão Articular): A artrodese é um procedimento em que uma articulação é fundida cirurgicamente para reduzir a dor e melhorar a estabilidade. Pode ser considerada em casos de artrite grave ou deformidades articulares.
    3. Sinovectomia: Em alguns casos de artrite reumatoide, pode ser realizada uma sinovectomia, que envolve a remoção cirúrgica da membrana sinovial inflamada nas articulações.
    4. Tenotomia ou Tenossinovectomia: Em casos de envolvimento tendinoso significativo, procedimentos como tenotomia (corte parcial do tendão) ou tenossinovectomia (remoção da bainha do tendão) podem ser considerados.
    5. Correção de Deformidades: Cirurgias ortopédicas podem ser realizadas para corrigir deformidades articulares resultantes de condições reumáticas, especialmente em casos de artrite juvenil.
    6. Procedimentos Artroscópicos: Em alguns casos, procedimentos artroscópicos podem ser utilizados para realizar reparos ou remoção de tecidos danificados nas articulações.

    É importante ressaltar que a decisão de realizar uma cirurgia dependerá da avaliação individualizada feita pelo médico, considerando a gravidade da condição, o impacto na qualidade de vida do paciente e a resposta aos tratamentos não cirúrgicos.

    Antes de considerar qualquer procedimento cirúrgico, é crucial discutir as opções, riscos e benefícios com o médico especialista, que pode ser um reumatologista ou um ortopedista, dependendo da natureza da condição reumática. O tratamento multidisciplinar, que pode incluir medicamentos, fisioterapia e outros tratamentos conservadores, é geralmente explorado antes de optar por intervenções cirúrgicas.

    Reumatismo tem cura?

    O termo “reumatismo” é bastante genérico e não se refere a uma condição médica específica, mas sim a um conjunto de sintomas relacionados ao sistema musculoesquelético. Existem diversas condições reumáticas, como artrite, osteoartrite, artrite reumatoide, entre outras, que podem ser associadas ao termo “reumatismo”.  A resposta curta é não, o reumatismo não tem cura. No entanto, o tratamento pode ajudar a controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida do paciente.

    Por que está aumentando?

    Existem várias possíveis razões pelas quais o reumatismo nas pernas está aumentando. Uma delas é o envelhecimento da população em geral, já que o envelhecimento leva a uma degeneração das articulações. 

    Além disso, as mudanças nos hábitos alimentares, o aumento da obesidade e a falta de atividade física também podem contribuir para o aumento do reumatismo nas pernas.

    Conclusão

    Existem muitas causas possíveis para o reumatismo nas pernas, desde problemas hormonais e má alimentação até lesões e envelhecimento. Os sintomas da doença são geralmente dor, inchaço e rigidez, e o tratamento inclui terapias físicas e ocupacionais e tratamentos alternativos. Embora não exista cura para o reumatismo, o tratamento pode ajudar a controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida do paciente.

    Se está passando por essa condição em sua saúde e procura alívio para os sintomas de reumatismo nas pernas, a Clínica Vicci em BH possui profissionais especialistas que podem te ajudar.

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  • Hérnia de disco: importância da fisioterapia

    Hérnia de disco: importância da fisioterapia

    A hérnia de disco é uma condição mais normal do que você imagina. No entanto, diferentemente do muita gente acredita, existem tratamentos eficientes para essa lesão lombar, possibilitando que seja tratada e que o paciente tenha uma rotina saudável e sem dores. 

    Como falamos, essa lesão é comum, de acordo com informação publicada na coluna Eu Atleta do site Globo.com, mais de 50% das pessoas com mais de 50 anos têm ou terão a condição, porém, a maioria dos casos sem nenhum sintoma de dor. Neste conteúdo, vamos explicar todos os detalhes sobre a hérnia de disco e ainda destacar a importância de sessões de fisioterapia para o seu tratamento, confira: 

    O que é hérnia de disco?

    Hérnia de disco é o nome dado ao processo de deslocamento do disco intervertebral, esse deslocamento acontece, na maioria das vezes, devido a um desgaste dos discos intervertebrais. Como consequência dessa lesão, é possível sentir dores nas costas e mudanças de sensibilidade para coxa, perna e também nos pés. 

    Para entendermos o conceito dessa lesão, vamos explorar um pouco a coluna vertebral. A coluna vertebral do corpo humano é composta por 5 partes: 

    • Cervical
    • Torácica
    • Lombar
    • Sacral 
    • Coccígea

    Ao longo da coluna vertebral existem articulações compostas pelas vértebras, entre essas estruturas estão os discos intervertebrais, formados por cartilagens, esses anéis fibrosos também possuem um núcleo gelatinoso conhecido como núcleo pulposo.

    Esses discos são essenciais, sobretudo, quando olhamos para a sustentação do nosso corpo, além de serem fundamentais para ações de rotação e mesmo de locomoção, visto que atuam de forma a reduzir o impacto de movimentos na coluna. 

    Assim a hérnia de disco acontece quando há um desgaste ou fissura desses anéis que ficam entre uma vértebra e outra da coluna vertebral, fazendo com que líquido pulposo extrapole o seu local, reduzindo seu volume e achatando toda estrutura desse disco. 

    Tipos de hérnia de disco

    Como o vazamento deste líquido é o principal gatilho para a hérnia de disco, podemos encontrar 4 diferentes situações:

    Abaulamento discal: esses são os casos mais simples, normalmente são caracterizados por uma mínima deformação do disco, sendo considerados os diagnósticos mais leves. 

    Protrusas: neste caso, o disco sofre um alargamento, porém não há vazamento do líquido, aumentando a sensibilidade no local, mas não afetando sua estrutura. 

    Extrusas: aqui, há o vazamento do conteúdo líquido do anel, que acaba impactando estruturas próximas à coluna vertebral. 

    Sequestradas: nesse quarto tipo de hérnia de disco também há o vazamento do líquido pulposo, porém, afeta o canal medular, impactando outros órgãos e regiões do corpo. Além disso, pode haver a presença de fragmento livre de disco, tornando este tipo o mais sério.  

    Sintomas dessa lesão

    Como falamos no começo deste conteúdo, o número de pessoas com hérnia de disco não é baixo. Porém, é possível ter este quadro sem o desenvolvimento de sintomas claros ou mesmo com dores leves de forma esporádica. 

    Além disso, quando olhamos para os principais diagnósticos da doença, identificamos alguns sintomas que sempre aparecem. Os principais são: 

    • Sensação de formigamento e/ou perda de força nas pernas: isso acontece devido ao impacto nas raízes dos nervos dos músculos da perna. 
    • Dores: as principais regiões de dores causadas pela hérnia de disco são a coluna, perna, braço e no pescoço. Normalmente, a dor começa na região lombar e tende a irradiar para as pernas. 
    • Alteração no funcionamento da bexiga ou do intestino.
    • Dificuldade em executar movimentos de elevação da parte anterior dos pés. 
    • Cãibras na perna. 

    O que causa a hérnia de disco?

    Como falamos no começo do texto, a hérnia de disco é resultado de um desgaste ou deslocamento do disco intervertebral, dessa forma, uma das principais causas é o envelhecimento natural e a ação orgânica do peso do corpo humano neste componente com o passar do tempo. 

    Isso acontece pois, à medida que envelhecemos, os discos em nossas colunas podem perder sua flexibilidade e elasticidade. Além disso, os ligamentos em torno dos discos se tornam frágeis e rompem com maior facilidade. 

    Por fim, questões como pouca atividade física e sedentarismo, tabagismo e má postura também são causadores dessa condição. Por fim, carregar ou levantar muito peso, sobretudo de uma forma incorreta, pode fazer com que o disco intervertebral seja afetado. 

    Como prevenir essa lesão?

    A seguir, você encontra 3 dicas básicas para evitar os fatores de riscos que contribuem para o surgimento da hérnia de disco. Confira:

    1. Ter cuidado com a postura: manter-se por um longo período de tempo em uma postura inadequada é um dos principais vilões quando falamos em hérnia de disco. Assim, ter cuidado na postura ao sentar-se para trabalhar ou mesmo realizar atividades diárias é fundamental. 
    2. Evitar o sedentarismo: uma rotina sedentária pode fazer com que seu corpo pressione a coluna inferior. Assim, se você passa longos períodos sentados, tente adicionar períodos regulares de exercício diariamente.
    3. Controlar o excesso de peso: a obesidade pode fazer com que você forneça uma carga elevada aos discos da sua coluna. Por isso, é importante ter atenção a este detalhe.

    Qual o tratamento para hérnia de disco?

    Para começarmos este capítulo, é necessário acabar com um mito. Existe uma falácia de que a maioria dos pacientes que possuem hérnia de disco precisam de uma intervenção cirúrgica. Na verdade, estima-se que em apenas 10% esse procedimento é indicado. 

    Para os outros casos, existem alguns outros tratamentos que são totalmente eficientes e menos invasivos. 

    Repouso e adoção de uma boa rotina: para os casos mais simples, o repouso é sempre algo a ser considerado. Além disso, a atenção sobre o colchão, postura e mesmo a cadeira que você utiliza em seu dia a dia são fundamentais. 

    Vale destacar que, nestes casos, a prática de exercícios de fortalecimento, alongamentos, atividades esportivas devem ser suspensas até a melhora dos sintomas agudos. Especialistas e estudos indicam que boa parte dos casos mais simples são curados a partir da cicatrização natural do corpo, visto que o corpo tende a reabsorver o impacto e reparar o que foi danificado no corpo. 

    Medicação: alguns remédios, como analgésicos simples, como dipirona e paracetamol, podem ser utilizados para casos de dor leve a moderada. Lembrando que isso não é um diagnóstico e apenas médicos podem passar uma receita. Desse jeito, na fase mais aguda da lesão, alguns anti-inflamatórios costumam ser indicados. 

    Alongamentos: alguns alongamentos da musculatura posterior das pernas, acompanhados de exercícios de extensão lombar e cervical podem ser interessantes para combater dores. 

    Cirurgia: o procedimento cirúrgico normalmente é indicado apenas em último caso, quando outros métodos não funcionam ou quando há algum agravamento do caso. 

    Importância da fisioterapia para tratar hérnia de disco

    Como você viu, alguns exercícios podem ajudar com as dores de hérnia de disco. Assim, a fisioterapia é fundamental para combater os sintomas e também para fornecer maior qualidade de vida ao paciente, visto que é possível aumentar a amplitude de movimentos e aumentar a resistência física.

    Por fim, ainda podemos destacar que a fisioterapia pode até evitar a possibilidade de uma cirurgia para resolver o problema.

    É sempre importante lembrar que o diagnóstico e a indicação do tratamento só deve ser feito por um médico. Além disso, a fisioterapia precisa seguir a necessidade do paciente, visto que existem diferentes tipos de exercícios, indicados para diferentes estágios da lesão.

    Aqui na Vicci, você conta com uma equipe de profissionais preparada para te ajudar, inclusive para tratar lesões como a hérnia de disco.

    Entre em contato agora e agende seu horário. 

  • Miocardiopatia o que é e quais os sintomas?

    Miocardiopatia o que é e quais os sintomas?

    As doenças no coração são consideradas complicadas para qualquer pessoa, mesmo com todos os tratamentos avançados, é necessário sempre ter atenção. Por isso, ao longo desse conteúdo vamos mostrar todos os detalhes sobre a miocardiopatia, inclusive como prevenir e fortalecer esse órgão.  

    Esse tema é essencial para a saúde e qualidade de vida de qualquer pessoa. Para você ter ideia, em 2021, mais de 230 mil brasileiros morreram por doenças cardiovasculares. De acordo com levantamento feito pela CNN no portal de transparência da Arpen-Brasil (Associação dos Registradores de Pessoas Naturais) em parceria com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), o número é  6,8% maior ao ano anterior. 

    Por isso, não há outro caminho: é preciso entender sobre essas doenças e começar a adotar métodos para preveni-las. Então, vamos começar com a miocardiopatia.

    O que é miocardiopatia? 

    De uma maneira bem simples, podemos dizer que miocardiopatia é uma doença que afeta o sistema cardiovascular, impossibilitando o bombeamento de sangue necessário para o funcionamento do resto do corpo humano. 

    Para sermos mais precisos, a miocardiopatia causa alterações no músculo cardíaco, gerando esse interrompimento na capacidade de bombear o sangue. 

    Um ponto importante sobre essa doença é o fato de ser conhecida também como cardiomiopatia, portanto, você pode encontrar diagnósticos com os dois nomes. 

    Como essa alteração pode ser parcial, total e ainda em níveis diferentes, existem diferentes tipos dessa doença, a seguir vamos explicar os detalhes de cada um:

    Tipos de miocardiopatia: 

    Abaixo, vamos apresentar as diferenças entre miocardiopatia dilatada, hipertrófica e restritiva. 

    1. cardiomiopatia dilatada sintomas

    O tipo mais comum de miocardiopatia é a dilatada. Essa doença afeta, sobretudo,  o ventrículo esquerdo do coração, dilatando as fibras musculares, causando intensa dificuldade para realizar o bombeamento do sangue. 

    Esse tipo de miocardiopatia nem sempre está acompanhando de sintomas aparentes. Em boa parte dos casos, só é possível saber que o quadro é referente à miocardiopatia dilatada quando há uma manifestação de insuficiência cardíaca ou arritmia.

    No entanto, alguns sintomas mais leves podem estar associados ao processo de dilatação desse músculo do coração, os principais são:

    • Fraqueza e fadiga sem um motivo claro e de forma repentina.
    • Falta de ar, seja em momentos de atividade ou de repouso. 
    • Vertigens, tonturas ou desmaios
    • Abdômen inchado e ganho de peso repentino devido, principalmente, ao processo de retenção de líquidos. 
    • Palpitação e sensação de batimentos cardíacos acelerados de forma demasiada. 

    2. Miocardiopatia hipertrófica

    Como o nome sugere, a miocardiopatia hipertrófica é responsável por causar a hipertrofia do músculo do coração, deixando-o mais rígido e aumentando a dificuldade do processo de bombeamento do sangue. 

    Um dos principais fatores que podem levar à doença está relacionado com questões genéticas. Uma alteração na formação do músculo e das células pode provocar o desenvolvimento excessivo do músculo cardíaco, fazendo com que seja mais espesso que o necessário. 

    Assim como a miocardiopatia dilatada, boa parte dos casos não conta com um sintoma prévio, sendo diagnosticada apenas durante exames cardíacos ou mesmo em uma eventual complicação. 

    No entanto, existem alguns alertas que podem estar associados a uma alteração nas condições normais do músculo do coração, podendo indicar uma condição de hipertrofia. Entre esses sintomas, vale a pena destacar:

    • Dores no peito de forma constante. 
    • Palpitação e sensação de batimentos cardíacos acelerados de forma demasiada.
    • Sensação de falta de ar, sobretudo após a realização de exercícios físicos, ou mesmo de atividades corriqueiras como subir escadas. 

    3. Miocardiopatia restritiva

    O último tipo de miocardiopatia é a restritiva. Esse tipo é considerado a forma mais rara desta doença cardíaca. 

    Trata-se dos casos em que os ventrículos, que são as câmaras internas do coração, são rígidos e não possuem a flexibilidade necessária para realizar o movimento de expansão necessário para o bombeamento do sangue. 

    Pacientes que são diagnosticados com miocardiopatia restritiva normalmente possuem átrios maiores e ventrículos menores que o ideal. Essa desproporcionalidade é a causa chave para causar essa doença. 

    Por ser mais rara, as causas também são desconhecidas, entretanto, boa parte dos casos surgem a partir de outras condições cardíacas. 

    Como a cardiomiopatia é diagnosticada?

    Ao sentir algum desses sintomas, ou mesmo durante um exame cardíaco, a miocardiopatia pode ser detectada. Para a confirmação dessa doença, o médico conta com alguns exames:

    • Ecocardiograma: esse é o principal exame para diagnosticar doenças relacionadas ao coração. A partir de ondas de ultrassom é possível produzir uma imagem do coração e entender como está o processo de bombeamento de sangue. 
    • Ressonância magnética – a ressonância magnética é um exame muito comum para identificar lesões ortopédicas e também é importante no caso de cardiomiopatia. Por meio desse exame é possível analisar as estruturas e músculos do coração. 
    • Cateterismo cardíaco: esse procedimento é considerado mais invasivo do que os citados acima, porém, em alguns casos, pode ser necessário. Trata-se de um processo em que um cateter é inserido no coração, seja pelo braço, pescoço ou virilha. Por meio desse cateter o médico consegue avaliar a pressão do sangue.  

    Como é o tratamento para cardiomiopatia?

    Agora que todos os tipos de miocardiopatia, vamos esclarecer algumas questões sobre o tratamento dessa doença. 

    É preciso sempre lembrar que qualquer tratamento só pode ser definido por profissionais competentes, nesse caso um cardiologista. Para isso, esse médico leva em consideração exames, características do paciente e até mesmo o estado em que se encontra. 

    Por isso, as informações a seguir servem para que você tenha uma noção e não devem substituir o que o médico define. 

    Com isso claro, a miocardiopatia é uma doença que não possui uma cura definitiva, no entanto, existem tratamentos para prevenir complicações, controlar os sintomas, impedir o avanço da doença e fornecer saúde e qualidade de vida. 

    Os principais tratamentos passam por:

    • Alimentação saudável e controle de consumo de alimentos gordurosos. 
    • Atividades físicas moderadas, levando em consideração o limite de cada pessoa. 
    • Controle doenças que podem provocar complicações como hipertensão, diabetes e colesterol alto. 
    • Repouso regular, é fundamental contar com sono de qualidade. 

    Esses tratamentos, a adoção de um estilo de vida saudável é fundamental. Por isso, a seguir, vamos falar mais sobre esse tema:

    Hipertrofia no coração tem cura?

    A hipertrofia cardíaca não tem uma “cura” definitiva no sentido de reverter completamente o aumento do tamanho e espessura do músculo cardíaco. No entanto, é possível tratar a causa subjacente da hipertrofia, controlar os sintomas e prevenir complicações futuras.

    O objetivo principal do tratamento da hipertrofia cardíaca é gerenciar as condições subjacentes que estão causando o aumento do músculo cardíaco, como hipertensão arterial, doença valvar, doença arterial coronariana, entre outras. Isso envolve controlar a pressão arterial, reduzir a sobrecarga cardíaca, melhorar o fluxo sanguíneo para o coração e tratar qualquer condição subjacente que possa estar contribuindo para a hipertrofia.

    É importante ressaltar que a hipertrofia cardíaca requer acompanhamento médico regular e um plano de tratamento individualizado, baseado na causa subjacente e nas necessidades específicas de cada paciente. O tratamento pode ajudar a controlar os sintomas, melhorar a qualidade de vida e reduzir o risco de complicações cardiovasculares. Portanto, ao ser diagnosticado com hipertrofia cardíaca, é essencial buscar orientação de um cardiologista para o devido acompanhamento e cuidado.

    Além disso, o estilo de vida desempenha um papel fundamental no tratamento da hipertrofia cardíaca. Adotar hábitos saudáveis pode ajudar a controlar os fatores de risco e melhorar a saúde do coração e falaremos mais sobre isso a seguir!

    Qual a relação entre doenças cardíacas e vida saudável

    Como você viu, manter uma rotina saudável é fundamental para cuidar do coração e evitar doenças como a miocardiopatia. 

    A alimentação saudável é o principal pilar dessa questão. Manter um plano alimentar que contemple alimentos como carnes magras, peixes, frutas, vegetais, legumes e alimentos ricos em fibras é algo essencial para fornecer mais saúde para o coração. 

    Dessa forma, a dica é contar com um profissional de nutrição de forma constante, sobretudo para aquelas pessoas que já possuem histórico de doenças cardíacas ou mesmo que possuem alguma condição favorável ao desenvolvimento dessas doenças. 

    Por fim, uma rotina de exercícios físicos também precisa ser destacada. É claro que precisamos destacar que existem limites para quem possui miocardiopatia, no entanto, uma rotina ativa ajuda a manter nosso corpo mais forte e saudável, evitando fatores que podem ser complicadores como o excesso de peso. 

    O que você achou deste conteúdo sobre miocardiopatia? Aqui no nosso blog você encontra mais conteúdos sobre saúde e qualidade de vida, veja nossos materiais e encontre dicas e conhecimento para colocar em prática em seu dia a dia. 

    Entre em contato e receba mais orientações com o nosso cardiologista do esporte.

  • Reumatologia cuida de que? O que é essa especialidade?

    Reumatologia cuida de que? O que é essa especialidade?

    A Reumatologia está longe de ser uma das áreas médicas mais conhecidas. Diferentemente de especialidades como ortopedia, pediatria e cardiologia, muitas pessoas ainda precisam pesquisar para entender sobre quais doenças são tratadas por esse médico. 

    No entanto, quando olhamos para o dia a dia, percebemos o quão importante são os cuidados dos médicos que possuem como especialidade a reumatologia. Assim, para acabar com essas dúvidas, nesse conteúdo vamos explicar todos os detalhes sobre o assunto. 

    O que você vê nesse conteúdo sobre reumatologia:

    • Significado de reumatologia. 
    • Importância da reumatologia. 
    • Diferença Diferença entre reumatologista e ortopedista
    • 7 principais doenças reumáticas
    • Quando procurar um reumatologista?

    O que é reumatologia?

    A reumatologia é a área médica estuda, diagnostica e trata diversas doenças que afetam o sistema musculoesquelético e o tecido conjuntivo, mais precisamente no que diz respeito às condições que não são traumáticas e tumorais, ou seja, aquelas que um ortopedista não trata. 

    Vale destacar que o tecido conjuntivo é encontrado em órgãos e estruturas do nosso corpo como articulações, tendões, ossos, coluna, músculos, pele, coração e rins. Assim, podemos dizer que a reumatologia atua em todo o corpo humano. 

    Importância da reumatologia

    As doenças reumáticas, quando não diagnosticadas e tratadas corretamente, podem causar graves danos físicos e psicológicos ao indivíduo. Sobretudo, vale a pena destacar a incapacidade de realizar movimentos básicos e dores fortes em regiões diversas do corpo. 

    Não é exagero falar que boa parte das dores crônicas no corpo podem estar relacionadas a alguma doença reumática. Portanto, a reumatologia atua de forma ativa para reduzir dores diárias e crônicas, proporcionando melhor qualidade de vida para as pessoas. 

    Reumatologista cuida do que?

    O reumatologista é um médico especializado no diagnóstico e tratamento de doenças que afetam o sistema musculoesquelético e os tecidos conjuntivos. Essas condições, conhecidas como doenças reumáticas, incluem uma ampla variedade de distúrbios que afetam as articulações, ossos, músculos, tendões e ligamentos.

    Aqui estão algumas das principais áreas de atuação de um reumatologista:

    1. Artrite Reumatoide: Uma doença autoimune que afeta as articulações, causando inflamação, dor, inchaço e eventualmente danos articulares.
    2. Osteoartrite: Uma condição degenerativa das articulações causada pelo desgaste da cartilagem, resultando em dor e rigidez nas articulações.
    3. Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES): Uma doença autoimune que pode afetar várias partes do corpo, incluindo articulações, pele, rins, pulmões e outros órgãos.
    4. Gota: Uma forma de artrite causada pelo acúmulo de cristais de ácido úrico nas articulações, resultando em ataques de dor intensa.
    5. Espondiloartrites: Um grupo de doenças inflamatórias que afetam principalmente a coluna vertebral e as articulações sacroilíacas.
    6. Artrite Idiopática Juvenil (AIJ): Uma forma de artrite que afeta crianças e adolescentes.
    7. Fibromialgia: Uma condição caracterizada por dor generalizada, fadiga e sensibilidade nos músculos, tendões e ligamentos.
    8. Doenças Autoimunes do Tecido Conjuntivo: Incluindo condições como a síndrome de Sjögren, esclerodermia e miosite.
    9. Vasculites: Inflamação dos vasos sanguíneos, que pode afetar diversas partes do corpo.
    10. Doenças do Tecido Conjuntivo: Condições como a síndrome antifosfolípide, doença mista do tecido conjuntivo e outras.
    11. Síndrome de Behçet: Uma condição rara que envolve inflamação dos vasos sanguíneos.

    O reumatologista desempenha um papel crucial no diagnóstico precoce, tratamento e gerenciamento dessas condições, muitas das quais podem ser crônicas e requerem uma abordagem multidisciplinar. Além do tratamento medicamentoso, os reumatologistas frequentemente trabalham em conjunto com outros profissionais de saúde, como fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais, para proporcionar cuidados abrangentes aos pacientes.

    Entenda a diferença entre reumatologia e ortopedia. neste artigo!

    Quais são os tipos de doenças reumáticas?

    Existem mais de 150 doenças caracterizadas como doenças reumáticas, que também são conhecidas como reumatismos. Essas doenças atingem pessoas de diferentes idades e homens e mulheres e podem ser inflamatórias, degenerativas, autoimunes, metabólicas e genéticas. 

    Abaixo, vamos apresentar as 7 principais doenças reumáticas, confira:

    1. Osteoporose

    A osteoporose é uma das principais doenças relacionadas ao envelhecimento. Para você ter ideia, de acordo com números levantados pela Federação Internacional da Osteoporose e divulgados pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia de São Paulo, a doença afeta 200 milhões de mulheres em todo o mundo. 

    Isso quer dizer que 1 em cada 3 mulheres com mais de 50 anos sofrerão com algum sintoma da doença. Nos homens, esse número é de 1 em cada 5. 

    Na prática, essa doença está relacionada ao processo de enfraquecimento dos ossos dos seres humanos. Pode acontecer devido à má formação ou devido ao desgaste natural do tempo, fator que é predominante. 

    Esse enfraquecimento é responsável por agravar o efeito de lesões e fraturas em regiões como quadril, coluna, pernas e braços e ainda por fazer com que outras lesões relacionadas à estrutura do corpo humano aconteçam, como doenças em articulações e músculos.  

    2. Lúpus

    O Lupus Eritematoso Sistêmico (LES), é uma doença inflamatória crônica, de origem autoimune, que provoca lesões em diversas partes do corpo. É a doença autoimune mais comum entre as mulheres, por isso, merece atenção. 

    Entre as causas de Lupus, vale destacar questões hormonais, genéticas e ambientais. Sobretudo, a produção de determinados hormônios como o estrogênio, podem fazer com que mulheres tenham essa doença. 

    Em boa parte dos casos, as lesões na pele são os sintomas mais comuns. Caracterizadas por manchas vermelhas em diferentes partes do corpo, normalmente são sensíveis à exposição solar. 

    3. Artrite reumatoide

    Artrite reumatoide é o nome dado a uma doença crônica que acomete as articulações, que tradicionalmente são conhecidas como juntas. Essa condição geralmente é provocada por alterações no sistema de defesa do organismo, o chamado sistema imune.

    As articulações mais afetadas normalmente são cotovelos, joelhos e tornozelos. Dores fortes nas juntas, inchaço e vermelhidão são os sintomas mais comuns, além de uma fadiga na região. 

    4. Osteoartrite

    Também conhecida como osteoartrose, é uma doença degenerativa caracterizada, sobretudo, pelo desgaste da cartilagem articular e por alterações ósseas. Entre essas alterações cabe destacar os osteófitos, também chamados popularmente de “bicos de papagaio”. 

    Alterações no metabolismo, desgaste natural ou mesmo problemas na formação podem ser as causas dessa doença. Além disso, ainda vale destacar que há uma tendência para a passagem hereditária dessa condição. 

    5. Tendinite

    Tendinite é o nome dado às doenças inflamatórias dos tendões do corpo humano. Essa inflamação pode acontecer em pessoas de qualquer idade e geralmente afeta regiões como joelhos, ombros, cotovelos, pés e tornozelos. 

    Os tendões são os responsáveis por possibilitar os movimentos de mãos, ombros e pernas, por isso, além de dores intensas e inchaço, um sintoma importante da tendinite é a redução da capacidade de movimentação.  

    6. Gota

    Gota, ou artrite gotosa, é uma doença causada pela inflamação nas articulações e ocorre quando a taxa de ácido úrico no sangue está em níveis acima do normal. 

    Fatores como a falta de uma alimentação saudável, uso de medicações e consumo excessivo de bebidas alcoólicas podem gerar esse aumento da produção de ácido úrico. Além disso, é importante destacar que quase metade das pessoas diagnosticadas dom Gota conta com um histórico familiar da doença. 

    7. Esclerodermia

    Por fim, a última doença reumatológica que vamos apresentar é a esclerodermia. Essa condição causa um processo de inflamação em determinados tecidos do corpo, gerando enrijecimento na pele e em alguns órgãos, impactando ativamente os objetivos desses órgãos e a qualidade de vida do paciente. 

    Também é considerada uma doença autoimune e está associada a um processo do próprio corpo. Além disso, há estudos que provam que uso de medicamentos e ações de vírus e bactérias e bactérias também podem causar essa doença. 

    Especialista reumatologia: Quando a pessoa deve procurar um reumatologista?

    Diferentemente do que muita gente pensa, as doenças reumáticas não afetam apenas as pessoas mais velhas. Por isso, é necessário acompanhar os sintomas e entender quais são os sinais dessas condições. 

    Os sintomas mais comuns das doenças reumáticas são:

    • Dificuldade para se movimentar ao acordar. 
    • Dores no corpo de forma frequente e sem a explicação de uma fratura.
    • Inchaço nas articulações. 
    • Redução da flexibilidade das pernas, braços ou mesmo do quadril.

    Esses são apenas os sintomas mais frequentes das doenças reumáticas. Agora que você já sabe qual é a atuação de um médico especializado em reumatologia, fica mais fácil entender se é necessário marcar uma consulta com esse profissional, não é mesmo?

    Lembrando que aqui na clínica Vicci em BH você encontra os melhores profissionais. Tem acesso a um corpo formado por médicos especializados em ortopedia, cardiologia, reumatologia entre outros, assim, garante tratamento integrado e dedicação a você. Por isso, marque sua consulta agora mesmo e siga nossa reumatologista no Instagram. 

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  • Como me livrar de lesões musculares recorrentes

    Como me livrar de lesões musculares recorrentes

    Todos os praticantes de atividade física, seja ela amadora ou profissional, estão sujeitos a lesões musculares. Estas ocorrem principalmente nos membros inferiores por duas causas principais: sobrecarga / excesso de tensão na musculatura ou incapacidade da própria musculatura de suportar o movimento a qual foi submetida.

    As lesões musculares mais comuns acontecem na região posterior da coxa e também na musculatura da panturrilha para aqueles atletas que realizam esportes como futebol, onde o chute é muito frequente as lesões na região da musculatura da parte da frente da coxa também podem ocorrer!

    Quando as lesões musculares se tornam recorrentes ou impedem a continuidade da atividade esportiva devemos avaliar os fatores que podem predispor a ocorrência repetida dessas lesões. 

    Dividimos essa avaliação em dois fatores :  nutricionais/sobrecarga e fatores modificáveis que se relacionam a execução do movimento e a capacidade das outras áreas do corpo de absorver energia e trabalhar com harmonia.

    As avaliações nutricionais vão desde Dosagens de vitaminas e sais minerais até mesmo a quantidade de carboidratos e proteínas que são geridos para realizar atividade física ao mesmo tempo identificamos se há um excesso na realização da atividade e seu corpo tem capacidade para fazer atividade que nós estamos programando. Quanto à avaliação do movimento, esta é uma forma em que nós conseguimos identificar se há alguma alteração na harmonia e no balanço corporal onde forças da musculatura do quadril ou ausência de mobilidade articular podem sobrecarregar a musculatura e levar a lesões musculares repetidas.

    Para aqueles que convivem com episódios recorrentes de lesões musculares,  uma avaliação completa com um fisioterapeuta especializado em treinamento físico e com um médico do esporte para avaliar todas as questões baseadas em harmonia hormonal, nutricional e capacidade de carga pode levar à solução dos problemas.

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  • Artroscopia: uma inovação não tão nova assim!

    Artroscopia: uma inovação não tão nova assim!

    A tecnologia nos ajuda muito evoluir, facilita nossa vida, torna prática e fácil situações antes complexas e faz nossa rotina ser mais produtiva. Com certeza teríamos  dificuldades de ficar livre da tecnologia que hoje utilizamos  em nosso cotidiano e em nossas atividades de trabalho.

    Na área médica dos cuidados e com os tratamentos de saúde não é diferente. As lesões ortopédicas tão comuns no nosso dia a dia , principalmente daqueles que praticam muita atividade física ou aquelas relacionadas ao envelhecimento e aos acidentes são tratadas de forma minimamente invasiva há muitos anos. Para se ter ideia, hoje utilizamos corriqueiramente a artroscopia , que é a cirurgia realizada com auxílio de câmeras através de mini portais para se conseguir acessar e enxergar dentro de uma articulação,

    Para tratar diversas lesões articulares do joelho, quadril, tornozelo e ombro entre outras.

    Mas essa modernidade tão amplamente utilizada hoje é uma tecnologia que iniciou na década de 50/60. As formas de utilizar esse método foram se aprimorando e modernizando para que hoje nós pudéssemos realizar cirurgia de uma forma mais precisa, menos invasiva e com resultados mais eficientes. Toda modernidade veio através da possibilidade de conseguirmos esterilizar óticas, conectá-las a  aparelhos com definições de imagens fantásticas que permitem ao médico uma forma de identificar com clareza toda a anatomia e planejar de forma precisa todo o tratamento necessário! 

    E o mais bacana é que essas câmeras não são utilizadas somente para o tratamento de lesões de cartilagem intra-articulares, elas também são utilizadas para todas as cirurgias endoscópicas dentro do abdômen,  dentro do ouvido e até mesmo para tratar lesões do cérebro. A modernidade nos ajuda como paciente a ser melhor tratado e ter uma solução menos agressiva e mais precisa dos nossos problemas de saúde e permite ao médico conseguir se modernizar ao ponto de oferecer aos pacientes a melhor tecnologia para o melhor tratamento.

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  • Cotovelo de tenista o que é e como tratar?

    Cotovelo de tenista o que é e como tratar?

    Você já ouviu falar em epicondilite lateral? Para muitas pessoas, esse termo é desconhecido, porém, o seu nome popular, cotovelo de tenista, é uma das inflamações mais recorrentes entre esportistas e também por quem realiza movimentos repetitivos nos braços ou ainda devido à sobrecarga. 

    Se você conhece alguém que já disse ter cotovelo de tenista ou mesmo recebeu o diagnóstico dessa inflação e está com dúvidas, leia esse conteúdo até o final e entenda todos os detalhes sobre a epicondilite lateral.

    Veja o que você encontra nesse artigo:

    • O que é cotovelo de tenista ou epicondilite lateral?
    • Quais os sintomas da epicondilite lateral?
    • O que causa o cotovelo de tenista?
    • Quais os tratamentos para cotovelo de tenista?
    • Como evitar o cotovelo de tenista?

    O que é cotovelo de tenista ou epicondilite lateral?

    Como falamos, cotovelo de tenista é o nome dado à epicondilite lateral. Essa lesão dos tendões que se fixam no epicôndilo lateral afeta a ligação entre os tendões e o côndilo externo do úmero, área tradicionalmente conhecida como antebraço, próximo ao cotovelo.

    Para entendermos melhor essa condição, é necessário apresentarmos, mesmo que de forma rápida, como é a anatomia do cotovelo. 

    A área do cotovelo é formada pela justamente pelo osso do braço, cientificamente denominado como úmero, e os ossos do antebraço, que são a ulna e o rádio. Além disso, na ponta inferior do úmero existem duas saliências ósseas, chamadas de epicôndilos medial e lateral, que é a afetada por essa lesão. 

    Sobre essa o cotovelo de tenista, é importante destacar que, de acordo com a Sociedade Brasileira de Reumatologia, embora seja chamada de epicondilite, não há qualquer evidência de processo inflamatório nesta lesão. 

    Portanto, o cotovelo de tenista ou epicondilite lateral é uma lesão que afeta o antebraço, sobretudo, causada por atividades repetitivas ou peso demasiado. Além disso, como vamos ver a seguir, não é restrita àquelas pessoas que praticam tênis. 

    “A epicondilite lateral, também conhecida como cotovelo do tenista, é uma condição comum que acomete de 1 a 3% da população. O termo epicondilite sugere inflamação, embora a análise histológica tecidual não demonstre um processo inflamatório. A estrutura acometida com mais frequência é a origem do tendão extensor radial curto do carpo e o mecanismo de lesão está associado à sua sobrecarga.” Ler mais

    O que causa o cotovelo de tenista?

    Embora o nome cotovelo de tenista seja a forma mais conhecida de chamar essa lesão, a epicondilite lateral é uma condição que afeta a população geral. 

    Números indicam que apenas 5% dos casos dessa lesão estão relacionados à prática de atividades que envolvem o uso de raquetes, como tênis, tênis de mesa, beach tênis e squash. 

    A lesão nessa região do braço é causada, principalmente, pelo uso em excesso dos músculos e tendões do antebraço e cotovelo, sobretudo, quando esse uso envolve contrações repetitivas ou tarefas manuais. 

    Esse movimento é responsável por colocar tensão grande nos tendões do cotovelo, causando uma necessidade de adaptação na estrutura do tendão e, consequentemente, gerando dor no local. 

    Voltando à prática esportiva envolvendo raquetes e tacos, estima-se que cerca de 50% dos atletas amadores e recreativos do esporte desenvolvem esse quadro. Principalmente em pessoas com idade entre 30 e 50 anos e aqueles que possuem backhand (golpe com a mão que não é a principal) de apenas uma mão. 

    Nos últimos anos, o número de pacientes com essa lesão aumentou de forma exponencial devido ao aumento da atividade de digitação. Essa ação, quando acontece de forma demasiada, pode causar essa complicação no tendão. 

    Por fim, ainda vale destacar que essa condição patológica também pode ser causada por eventos como:

    • Dormir com as mão apertadas de forma forte durante toda a noite. 
    • Trabalhos exclusivamente manuais como carpintaria e operação de máquinas. 
    • Sedentarismo e uso repentino de movimentos do braço. 

    Quais os sintomas da epicondilite lateral?

    Como falamos, o principal sintoma do cotovelo de tenista é a dor nessa região do braço. Abaixo, vamos explicar melhor como funciona esse e outros sintomas sentidos por quem está com epicondilite lateral. 

    Dor: a dor é justamente na região próximo ao cotovelo, ela irradia ao longo dos músculos extensores do antebraço e pode aparecer de forma constante ou repentina, dependendo da utilização do braço e do punho. Normalmente, a dor de quem está com essa lesão aumenta durante alguma prática que envolve o uso do braço.

    Perda de força: Geralmente, a primeira forma de identificar é justamente a dificuldade para realizar ações simples do dia a dia como escovar os dentes, escrever ou mesmo levantar um objeto comum. Essa impossibilidade é causada por uma sensação de falta de força, causada por essa lesão nos tendões. 

    Sensação de ardor e febre local: em alguns casos, além da dor, é possível também sofrer com a sensação de ardor no local, acompanhada de avermelhamento dessa região, aumento na temperatura e inchaço, mesmo que leve. 

    Como tratar cotovelo de tenista (Epicondilite lateral)?

    Antes de qualquer informação sobre a epicondilite lateral, é sempre importante lembrar que as informações desse conteúdo não podem ser utilizadas para fins de diagnóstico. Nosso objetivo é esclarecer alguns detalhes sobre essa lesão no cotovelo, porém, o diagnóstico e só pode ser realizado por um médico, devidamente capacitado para tal ação. 

    Da mesma forma acontece o tratamento. Antes de começar qualquer ação para tratar uma lesão no cotovelo, é essencial procurar um médico. Esse é o único jeito de garantir que você vai ter um tratamento adequado e que complicações não acontecerão devido ao método errado. 

    Dito isso, o primeiro passo para o tratamento do cotovelo de tenista é o repouso. Em boa parte dos casos, uma pausa nas atividades que agravam o quadro é o suficiente para que a dor passe. 

    Ainda de acordo com dados da Sociedade Brasileira de Reumatologia, esse repouso é responsável por fazer com que até 80% dos casos sejam tratados e solucionados sem a necessidade de outros métodos. 

    Depois disso, atividades como fisioterapia e fortalecimento muscular são importantes para fortalecer a região e permitir maior resistência à estrutura do braço. 

    Em raras situações, a intervenção cirúrgica é recomendada. Em casos mais graves, depois de tratamentos tradicionais, o médico pode sugerir a cirurgia no local para tratar essa lesão nos tendões. 

    Como prevenir e evitar o cotovelo de tenista?

    Por fim, vale a pena deixar claro que existem formas de evitar a ocorrência dessa lesão no cotovelo. Para pessoas que realizam atividades que envolvem ações repetitivas e alto esforço local, a principal solução é entender a melhor postura para execução. 

    No caso de atletas, entender os movimentos e executá-los de forma correta é a melhor saída. Para isso, a postura adequada de cada golpe, a terminação do movimento e a intensidade correta são elementos que devem ser compreendidos. 

    Além disso, ainda é preciso ter atenção quanto ao equipamento. Usar uma raquete que não é adequado ao seu nível de jogo ou mesmo com desgaste excessivo pode fazer com que seja necessário força demasiada.  

    Outra dica interessante para prevenir e evitar a epicondilite lateral é a realização de alongamentos antes e após os exercícios, bem como o aquecimento correto antes de começar uma sequência intensa de treinos ou partidas. 

    Nesses pontos, contar com profissionais competentes é algo fundamental. Tanto um médico especialista em medicina esportiva, quanto um fisioterapeuta e um educador físico são fundamentais. 

    Esses profissionais conseguem te auxiliar em todos os processos necessários para executar todos os movimentos corretamente e para evitar que uma força demasiada seja aplicada em seu antebraço. 

    Aqui na Vicci, você encontra apoio necessário para tratar, evitar e entender caso esteja com algum sintoma de cotovelo de tenista. Entre em contato agora mesmo e agende seu horário.

  • Torcicolo: como a fisioterapia pode solucionar esse problema

    Torcicolo: como a fisioterapia pode solucionar esse problema

    Acordar com dor na região do pescoço é uma situação muito comum entre as pessoas, principalmente quem possui entre 20 e 30 anos. Nestes momentos, existem várias teorias sobre a causa e apenas uma certeza: trata-se de torcicolo. 

    Porém, diferentemente do que muita gente acredita, existem vários elementos que podem influenciar a aparição dessas dores no pescoço e de um quadro de torcicolo. Inclusive, pode ser um sintoma de algo mais sério e gerar outros problemas. 

    Por isso, ao longo desse conteúdo vamos apresentar os detalhes sobre torcicolo e mostrar como a fisioterapia pode solucionar esse problema de uma vez por todas. Acompanhe.

    O que é torcicolo?

    Torcicolo pode ser definido como a tensão e contração intensa dos músculos da região do pescoço. Como resultado, há uma inclinação direcionada para um lado do corpo, gerando dores na região e dificuldade de movimentação da cabeça e outras regiões como ombros e costas. 

    O termo torcicolo pode ser entendido por meio de sua origem etimológica. Afinal, pescoço (colo) e torto é uma tradução e adaptação livre dessa palavra. Ademais, mesmo que essas dores estejam no pescoço, existem alguns tipos de torcicolo. A seguir você conhece os principais. 

    Tipo de torcicolo

    • Torcicolo congênito: esse tipo de torcicolo é muito comum em recém-nascidos. Afeta o  músculo lateral do pescoço, fazendo com que os bebês permaneçam com a cabeça inclinada. 
    • Torcicolo dermatológico: como o nome sugere, esse tipo de torcicolo está relacionado com alguma lesão na pele. Assim, a limitação do movimento e as dores podem ser causadas pela cicatrização dessas lesões. 
    • Torcicolo espasmódico: esse é o tipo mais comum de torcicolo em adultos e jovens, gerando contração involuntária dos músculos cervicais. É resultado de ações como tensão emocional, esforço demasiado em atividades físicas, trauma por deslocamento repentino ou mesmo permanência na mesma posição por períodos prolongados sem qualidade necessária. 
    • Torcicolo vestibular: esse tipo de torcicolo acontece devido à disfunção do labirinto, estrutura responsável pelo equilíbrio do ser humano. Na prática, quando há falta de harmonia nesse equilíbrio, a tendência é a compensação com a posição da cabeça, o que gera torcicolo. 

    Além desses tipos, ainda existem torcicolos neurogênicos, oculares e reumatológicos, casos mais raros e que são decorrentes de problemas em outras regiões do corpo ou consequências de quadros específicos, como um AVC. 

    Quais são os sintomas de torcicolo?

    Como falamos, torcicolo é a tensão dos músculos do pescoço e acaba causando dor e desconforto nessa região. Porém, além disso, esse quadro ainda pode ser acompanhado de outros sintomas. Confira quais são:

    • Dificuldade de movimentação: em decorrência da tensão, o principal sintoma depois da dor é a dificuldade de realizar movimentos básicos, como virar a cabeça para o lado e movimentar em diferentes direções. 
    • Dor em outras partes do corpo: além das dores no pescoço, em alguns casos, o paciente também pode sentir dores em outras regiões como a cabeça, nos braços e forte dor nas costas.  
    • Ombro mais alto de um lado do corpo: esse quadro pode interferir na posição do ombro, fazendo com que um lado fique mais alto em decorrência da tensão dos músculos na região do pescoço. 

    Quais são as principais causas de torcicolo?

    As principais causas de torcicolo estão relacionadas à postura, permanência em uma determinada posição (como na direção de um carro), noite mal dormida, prática excessiva de atividades que envolvem levantamento de peso. Porém, existem algumas outras que merecem destaque. 

    1. Traumatismos: em caso de pancadas ou impacto forte na região que engloba a cabeça e o pescoço, o resultado comum é a queixa de torcicolo. 
    2. Espasmos musculares: pessoas que sofrem com doenças propensas ao acontecimento de espasmos musculares tendem a reclamar de torcicolo. Um bom exemplo é a Doença de Parkinson que pode gerar esse tipo de sintoma. 
    3. Doenças nas costas: doenças nas costas também podem causar torcicolo. Quem tem problemas como hérnia de disco e escoliose, por exemplo, está mais propenso a esse sintoma. 
    4. Estresse: o estresse é um outro importante elemento capaz de causar torcicolo. Afinal, o estresse pode impactar a tensão muscular e fazer com que a região do pescoço sofra com rigidez. 
    5. Problemas congênitos: exclusivo ao tipo de torcicolo congênito, a causa é o fato do bebê nascer com uma alteração muscular na região do pescoço, resultando em uma postura de sobrecarga. 

    Quais são os tratamentos comuns para torcicolo?

    É importante destacar que, em boa parte dos casos, o quadro de torcicolo dura apenas alguns dias, sendo que 48 horas é média global de duração de dores intensas e o quadro tende a melhorar completamente em um período que varia entre 3 e 5 dias.

    Isso acontece principalmente nos casos relacionados à má postura, noites sem qualidade e ainda problemas na prática de atividades físicas. 

    É sempre importante destacar que, caso essas dores não passem ou sejam contínuas, é preciso procurar um médico para que exames e um diagnóstico completo sejam definidos. No entanto, para casos mais simples e dores que aparecem momentaneamente, existem alguns tratamentos para aliviar a dor e prevenir que aconteçam. 

    Tratamentos para aliviar torcicolo

    Analgésicos e anti-inflamatórios são utilizados para aliviar a dor e relaxantes musculares para evitar espasmos. Atualmente, é possível encontrar relaxantes que atuam diretamente no local, que podem ser colocados como adesivos sobre a região. 

    Além disso, água quente e massagem na região são outras soluções caseiras normalmente recomendadas em casos mais leves. E claro, todas essas dicas, acompanhadas de repouso e atenção quanto à evolução das dores.  

    Para evitar que esse problema seja uma constante, a indicação é atenção à postura, posição de trabalho, travesseiro e prática de exercícios físicos. E, casos específicos, é necessário procurar um fisioterapeuta para tratamento de fortalecimento dos músculos da coluna cervical. 

    Sobre isso, vamos falar com detalhes a seguir para que você entenda a importância de contar com um fisioterapeuta para solucionar de uma vez por todas os problemas com torcicolo. 

    Como a fisioterapia atua em casos de torcicolo?

    Buscar tratamento fisioterápico é fundamental, sobretudo, para aquelas pessoas que sofrem constantemente com dores no pescoço e torcicolo. Durante as sessões de fisioterapia, serão desenvolvidos exercícios que atuam diretamente nos músculos responsáveis pela sustentação da coluna cervical. 

    Esses exercícios são baseados em alongamentos do pescoço e dos músculos das costas que afetam essa região. Além disso, o tratamento também passa pelo conhecimento sobre boas práticas de posicionamento durante o dia e mesmo durante as noites. 

    Dessa forma, eles serão fortalecidos e alongados. O resultado é a melhora da postura e a  descompressão de raízes nervosas dessa região, liberando a tensão existente e permitindo que movimentos sejam realizados sem dificuldade. 

    Além disso, o fisioterapeuta planeja um plano de exercícios pensando na evolução do paciente de forma que ao decorrer do tempo obtenha resultados como o ganho da amplitude do movimento do pescoço e o alinhamento do corpo.  

    Portanto, a dica final é, ao sentir que as dores estão graves, procurar um médico especializado para diagnóstico e receber a recomendação do tratamento adequado para o seu quadro. 

    Está sofrendo com torcicolo? Com essas informações você sabe o que fazer e como observar esse quadro. Para mais informações.

    Entre em contato com nosso time de especialistas e fique mais perto de ajuda fisioterápica para lidar com dores do pescoço. 

  • Dor nas costas: como acabar com esse problema?

    Dor nas costas: como acabar com esse problema?

    A dor nas costas é um problema que afeta grande parte da população brasileira e boa parte das pessoas em todo mundo. Porém, isso não é um quadro normal e, caso você sinta essa dor, nesse conteúdo terá acesso a dados importantes para acabar com esse problema. 

    Antes de qualquer coisa, isso não é algo que afeta apenas você. Como falamos, boa parte da população sente essas dores. Para você ter ideia, de acordo com dados levantados pela Organização da Saúde em 2019, 80% dos brasileiros sofrem com esse quadro. 

    A pergunta que fica é: como lidar com a dor nas costas? Diferentemente do que muita gente fala, existem sim tratamentos efetivos que podem te ajudar a viver sem esse problema. E é justamente sobre isso que vamos falar ao longo deste artigo.

    Tipos de dores nas costas

    Para começarmos, é importante destacar que existem diferentes tipos de dores nas costas. Normalmente, são causas diversas que causam dores em locais diferentes, com variadas intensidades e também impactos para atividades diárias ou mesmo para outros órgãos e partes do corpo. 

    A seguir, você confere os 4 tipos de dores nas costas e as suas principais características. Confira:

    1. Torcicolo 

    O primeiro tipo de dor nas costas é o Torcicolo. Embora muitas pessoas não associem essa dor às costas, o torcicolo é uma contratura muscular que atinge a região superior da coluna, mais precisamente na área do pescoço. 

    2. Cervicalgia

    Esse tipo de dor nas costas acomete a coluna cervical, na região próxima aos ombros e pescoço. Sobre essas dores, o destaque é sobre a evolução, quando não tratadas corretamente, podem evoluir e afetar a capacidade de movimentação de uma pessoa. 

    3. Lombalgia

    A lombalgia é um dos tipos mais tradicionais de dores nas costas. Trata-se de uma dor que afeta a parte inferior desta região, gerando a comum “dor lombar”. Os principais fatores de risco são: sedentarismo, etilismo, sobrepeso, fatores psicológicos e outros. 

    4. Lordose e escoliose

    A escoliose é uma deformidade da coluna caracterizada pela inclinação e rotação das vértebras. No exame de imagem a curva da escoliose pode apresentar-se em “C” ou em “S”. Essa deformidade vertebral pode gerar algumas alterações posturais na região dos ombros, quadris e escápulas. 

     

    O que causa dor nas costas?

    Assim como acontece com dores em várias partes do corpo, as causas podem ser diversas. Entretanto, na maioria das situações, as dores nas costas são causadas por problemas musculares, cansaço, sedentarismo, etilismo, sobrepeso, fatores psicológicos e outros.

    Dores nas costas causadas por lesões musculares: como falamos, esses são os casos mais comuns. Normalmente, essas dores aparecem após atividades físicas, devido ao efeito de uma atividade rotineira ou mesmo em decorrência de pesos demasiados sobre a coluna. 

    Dor nas costas por causa de lesões nas articulações: as lesões nas articulações podem acontecer no joelho, pé, braços e também nas costas de uma pessoa. Geralmente, acontecem devido a falta de condições ideais para práticas esportivas ou mesmo atividades cotidianas como carregar peso. 

    Dores nas costas causadas por doenças respiratórias: o ato de respirar mobiliza grande parte do corpo humano, inclusive o exoesqueleto e toda a coluna, dessa forma, doenças e problemas respiratórios podem causar dores nas costas, sobretudo, quando são graves.

    Dor nas costas devido ao cálculo renal: as temidas pedras nos rins também podem causar dores nas costas, além da região do abdômen. Essas dores são consideradas intensas e, muitas vezes, comprometem todo o movimento e podem gerar lesões musculares nessa região. 

    Dores nas costas por causa de hérnia de disco: a hérnia de disco é considerada uma das principais doenças que afetam essa região. Nesse caso, o comum é a dor se concentrar no meio das costas e chegar até as costelas, os glúteos e as pernas dependendo da raiz nervosa acometida. 

    Dor ciática: essa causa de dor nas costas acontece devido à compressão, inflamação ou irritação de uma ou mais raízes nervosas que nascem na medula espinhal e vão formar o nervo ciático. Normalmente, o paciente sente dor irradiada para a perna e dificuldade para sentar e para caminhar.

    Dor nas costas devido à infecção urinária: por fim, pessoas que sofrem com infecção urinária também podem sentir dores nas costas. Geralmente, a inflamação causada por essa infecção afeta outras partes do corpo chegando às costas.  

     

    Quando a dor nas costas é preocupante?

    Até aqui, vimos alguns tipos de dores nas costas e as principais causas. Agora, chegou a hora de deixar o alerta sobre quando essas dores são realmente preocupantes. Antes de qualquer coisa, é preciso destacar que sentir dor não é algo comum, assim, sempre que esse quadro se repetir é necessário procurar um médico ou fisioterapeuta. 

    Dito isso, é importante deixar claro que sedentarismo, obesidade e excesso de peso em treinamentos são ações que podem causar dores. Após uma série pesada de exercícios físicos ou depois de uma atividade física, essas dores podem aparecer, assim como é comum o caso de dores musculares em regiões como braços ou mesmo pernas. 

    No entanto, quando essa dor não passa e aparece de forma contínua, é preciso acionar o sinal de alerta. Como ficou claro, alguns quadros podem apresentar a dor nas costas como sintoma, representando um diagnóstico mais complexo. 

    Além disso, é preciso entender que mesmo dores leves devem ser tratadas com atenção, visto que o quadro pode evoluir para problemas como a osteoartrose que trata-se do desgaste da cartilagem articular. 

     

    Como acabar com a dor nas costas?

    Existem formas de aliviar essas dores e formas de tratar de forma definitiva esse problema. Quando falamos em dores musculares ou nas articulações, alternativas como bolsa de água quente no local, relaxantes musculares são opções para aliviar dores momentâneas.

    Preocupar com a postura durante o dia, com a qualidade do colchão e cadeira de trabalho, com a forma de caminhar e mesmo de realizar atividades físicas também são boas práticas para lidar com dores nas costas. 

    Além disso, a outra forma de lidar com as dores nas costas é por meio de um tratamento médico e fisioterápico. Quanto a isso, a única forma de obter uma orientação adequada é por meio de uma consulta. A automedicação apresenta riscos e pode agravar o quadro. 

    Assim, um médico será capaz de diagnosticar, entender a causa e receitar o tratamento adequado, podendo variar entre medicação, sessões de fisioterapia ou mesmo procedimentos cirúrgicos.  

    Um ponto importante é a prática de atividades físicas. Fortalecer a coluna é um procedimento fundamental para dar qualidade ao corpo e criar elementos para evitar dores. Aliada à fisioterapia, essa prática contribui para reduzir a força das dores nas costas e permite que quadros sejam tratados de forma menos invasiva, ou seja, não sendo necessário cirurgia. 

    Porém, o destaque é para o acompanhamento profissional para que o excesso de peso também não seja um problema e acabe comprometendo a saúde da coluna. 

    Como você viu, um dos melhores caminhos para acabar com dores nas costas é contar com a ajuda de um corpo médico composto por um ortopedista e um fisioterapeuta.

    Entre em contato agora mesmo e agende seu horário para uma consulta especializada.