Blog

  • Crioterapia o que é e como ajuda a prevenir lesões

    Crioterapia o que é e como ajuda a prevenir lesões

    Usar o tratamento com gelo após a realização de atividades físicas é uma prática comum. Provavelmente você mesmo já deve ter utilizado essa prática após passar por alguma pancada ou ainda já deve ter visto atletas profissionais entrando em banheiras de gelo depois de uma partida. Agora, chegou a hora de entender exatamente o que é a crioterapia. 

    Entender sobre essa forma de tratamento é uma necessidade atual, afinal, a crioterapia é uma das principais tendências e escolhas presentes dentro de uma rotina de prevenção de lesões. Por isso, foi eleita uma das 5 principais tendências no mundo fitness para o ano de 2023, de acordo com reportagem divulgada pela Veja. 

    Ao longo deste conteúdo você entende todos os detalhes a respeito da crioterapia, leia até o final e conheça essa técnica que pode te ajudar nesse objetivo. 

    Crioterapia o que é?

    De uma forma bem simples, podemos dizer que crioterapia é o nome dado à técnica terapêutica baseada na crioterapia imersão em gelo para o tratamento de processos inflamatórios, desgaste muscular e mesmo lesões musculoesqueléticas, principalmente aquelas consideradas mais agudas, porém, ajuda em toda a estrutura muscular.  

    Ao longo deste conteúdo você vai notar que vamos focar na importância da crioterapia para o tratamento terapêutico, sobretudo focado na prevenção de lesões musculares. 

    No entanto, é fundamental destacar que, atualmente, esse tratamento também está sendo utilizado para procedimentos estéticos. Afinal, diversos estudos comprovam a relevância desse procedimento para melhorar a tonicidade da pele e reduzir a gordura localizada, bem como a celulite. Por fim, ainda é efetivo no tratamento de manchas na pele e para a renovação celular da pele.

    Dito isso, abaixo vamos voltar ao foco deste conteúdo: a importância deste tratamento para os músculos do corpo humano. 

    Como funciona esse tratamento, é na banheira de gelo?

    Para entendermos melhor o conceito de crioterapia, é necessário entendermos também a natureza das lesões musculares, sobretudo aquelas que acontecem devido a um processo inflamatório. 

    Ao realizar uma atividade física, sobretudo aquelas de alta intensidade, é comum que algumas lesões e processos inflamatórios apareçam. Isso acontece devido a alguns fatores como: elevação do metabolismo celular dos músculos, hiperemia, inflamação e até mesmo hemorragias.  

    Esse processo inflamatório é fisiológico, ou seja, é uma reação natural do corpo, sendo fundamental para a recuperação muscular e para a cicatrização.

    Ao imergir em uma banheira de gelo, ou outro caminho de contato com temperaturas frias, como sprays e até mesmo nitrogênio líquido, é possível estimular a contração de vasos sanguíneos, bem como a redução da atividade metabólica do músculo, reduzindo o inchaço e lesões do tecido. 

    Além disso, após o fim da exposição ao frio, os tecidos subjacentes se aquecem, causando um retorno mais rápido do fluxo sanguíneo.

    Por fim, ainda é preciso lembrar que o gelo é sempre lembrado como um dos melhores anti inflamatórios naturais que temos. Abaixo, você vai entender algumas vantagens da crioterapia, confira: 

    Vantagens da crioterapia

    Todo o contexto que apresentamos acima, serve para entendermos o contexto por trás deste tratamento. Toda a questão antiinflamatória é relevante e sempre ganha destaque quando falamos sobre as vantagens da crioterapia. 

    No entanto, existem outras vantagens que podemos destacar:

    1. Aumento da flexibilidade

    Ter mais flexibilidade é um desafio constante. Além de exercícios, alongamentos e práticas focadas nesse objetivo, há evidências que provam que a exposição ao frio pode ser fundamental neste processo. 

    O relaxamento dos músculos acelerados provocado por essa exposição é capaz de auxiliar na melhora da flexibilidade, já que atua de forma a evitar edemas e inflamações que são responsáveis por reduzir a flexibilidade muscular. 

    1. Reparação dos tecidos do corpo

    Como falamos, esse procedimento é responsável por gerar alguns estímulos para o corpo humano, mais precisamente o movimento do sangue e do fluido linfático. Na prática, isso é importante para trazer nutrientes e oxigênio essenciais para reparação dos músculos e tecidos.

    Importância da crioterapia para prevenção de lesões

    Quando olhamos apenas para a recuperação muscular, é possível ter ainda mais certeza sobre a eficiência da crioterapia. Para ficarmos ainda mais embasados, vamos utilizar dados de uma pesquisa realizada na Universidade de Brasília.

    Os estudos apontam que essa técnica é utilizada desde o final da década de 1970, com o objetivo de tratar dores resultantes de atividades físicas de intensa duração. Como consequência, foi percebido também a eficiência na redução de edemas, da inflamação e relaxamento da musculatura esquelética.

    Agora, a pesquisa colocou o tratamento em prova. O grupo de pesquisadores analisou o resultado de um grupo de atletas expostos ao frio e um outro grupo que não foi exposto. Como resultado, constatou que o primeiro grupo teve recuperação da força, menor inchaço muscular e alívio da dor em até 72 horas. 

    Por outro lado, o grupo que não foi exposto não recuperou a força nos níveis avaliados, teve maior inchaço muscular e permaneceu por até 96 horas com as sensações dolorosas. 

    Vale destacar que especialistas, incluindo fisioterapeutas e médicos do esporte, afirmam que esse tratamento deve ser realizado imediatamente após a atividade. Para você ter ideia, na pesquisa citada, o grupo foi exposto dez minutos após o término da prática esportiva, por 10 minutos. 

    Quando esse tratamento é indicado?

    De acordo com especialistas, a crioterapia é indicada para praticantes de atividades físicas que identificaram uma carência no processo de recuperação muscular, ou mesmo que precisam adotar uma rotina para evitar que lesões aconteçam. 

    Como falamos ao longo do texto, atletas de alta intensidade são grandes beneficiados, no entanto, alguns casos que também podem ser passíveis deste tratamento são:

    • Lesões musculares de todos os tipos, como, por exemplo, entorses, pancadas ou manchas roxas na pele;
    • Lesões ortopédicas, como no tornozelo, joelho ou coluna;
    • Inflamação dos músculos e das articulações;
    • Dores musculares;
    • Queimaduras leves;
    • Tratamento de lesões causadas pelo HPV, devendo ser recomendado pelo ginecologista.

    Como fazer crioterapia?

    Para que o tratamento seja realmente eficiente, a indicação é sempre contar com o apoio de um fisioterapeuta. Tradicionalmente, a crioterapia é utilizada, seja com aplicação de gelo em traumas ou mesmo ao tomar um banho frio após a prática esportiva.

    No entanto, existem algumas técnicas e condições que precisam ser seguidas para que os efeitos realmente sejam sentidos, quando olhamos para recuperação muscular. Atualmente, existem técnicas avançadas, como banheiras de gelo e mesmo câmaras de nitrogênio.

    Nesses casos, é ainda mais importante o acompanhamento profissional, visto que deve ser supervisionado. 

    Além disso, é preciso destacar que existem algumas situações em que a crioterapia não é indicada. Pacientes com alergias respiratórias e pessoas que possuem doenças caracterizadas pela má circulação sanguínea devem evitar esse tratamento. 

    Isso acontece devido ao poder da baixa temperatura de reduzir o fluxo de sangue na região durante a exposição, podendo levar a complicações. 

    Aqui na Clinica Vicci, a crioterapia bh é uma das técnicas utilizadas para recuperação muscular. Contamos com profissionais especializados nessa prática e tecnologia para gerar conforto e eficiência. Inclusive, essa prática terapêutica está relacionada com o nosso processo de recovery. 

    Portanto, se você tem interesse em desenvolver uma rotina de recuperação muscular e tem interesse na crioterapia, vale a pena marcar um horário para entender os detalhes e saber como começar esse tratamento aqui na Vicci.

    Entre em contato.

  • Meditação: como começar e ter qualidade de vida

    Meditação: como começar e ter qualidade de vida

    Mente sã, corpo são. Essa é uma das máximas que sempre escutamos e raramente paramos para entender o que exatamente representa e significa. Aqui em nossa área do site focada em conteúdos, constantemente, falamos sobre saúde do corpo, hoje, chegou a hora de falarmos sobre meditação e a sua importância para a qualidade de vida. 

    Esse tema não é aleatório. De acordo com dados de uma pesquisa e de um estudo feito por uma universidade do Canadá, a meditação é responsável direta por ajudar no controle de sintomas de algumas doenças físicas, inclusive musculares e esqueléticas, bem como doenças mentais, como o estresse, e ainda é fundamental para melhorar as funções e níveis de energia do nosso corpo. 

    Ao longo deste conteúdo você encontra algumas informações importantes e práticas sobre meditação, incluindo algumas dicas básicas para começar a adotar essa rotina em seu dia a dia hoje mesmo e se beneficiar com suas vantagens. Leia até o final e veja todos os detalhes. 

    Afinal, o que é meditação?

    Antes de passarmos para a parte prática, é preciso assegurarmos que estamos partindo do mesmo ponto. Sabemos que existem algumas informações equivocadas e alguns mitos sobre a prática de meditação, então, de forma resumida, vamos explorar o que significa essa técnica. 

    Podemos definir como uma prática mental focada na concentração e no aprofundamento da consciência. Tradicionalmente é baseada em algumas técnicas de respiração e controle da respiração, foco, mantras, silêncio e no relaxamento físico e mental. 

    Ainda sobre a definição de meditação, é importante destacar que também é muito associada ao processo de concentração elevada. Além de todos os efeitos benéficos para a qualidade de vida, que vamos falar a seguir, também é utilizada em ambientes profissionais para aumentar a concentração em uma tarefa. 

    Acredita-se que a origem da meditação esteja relacionada com as sociedades antigas, sobretudo orientais em países como China, Nepal e Índia. Além disso, sempre esteve muito relacionada com algumas práticas, como yoga e budismo. 

    Quais as vantagens da meditação para o dia a dia?

    Quando pensamos em meditação, normalmente pensamos que é uma prática responsável por contribuir apenas para o bem-estar do nosso cérebro e da nossa consciência. No entanto, não é bem assim. 

    Algumas vantagens mostram que meditar é algo que contribui para toda a qualidade de vida de uma pessoa, inclusive, é algo cada vez mais presente quando pensamos em desenvolvimento físico, sendo uma prática utilizada inclusive em algumas sessões de fisioterapia, sobretudo para aumentar o foco no momento. 

    A seguir, vamos explicar as 4 vantagens da meditação, confira:

    1. Melhoria do sono

    Melhorar a qualidade do sono é um desafio de boa parte das pessoas atualmente. Mesmo sabendo da importância do sono para o nosso corpo e para nosso organismo como um todo, nem sempre é possível, afinal, doenças como insônia são comuns em nossa sociedade. 

    A meditação é uma das principais aliadas para redução do estresse e da ansiedade, fatores que contribuem fortemente para esses quadros de falta de qualidade do sono. Dessa forma, uma rotina de meditação pode fazer com que você melhore o tempo de qualidade do seu repouso diário. 

    2. Redução do estresse e da ansiedade

    Já que falamos sobre estresse e ansiedade, é preciso destacar essa vantagem. Está comprovado que sessões de meditação são responsáveis pela redução do nível de cortisol no corpo humano, o hormônio responsável pelo estresse.  

    Além disso, o trabalho em cima da respiração contribui ativamente para o controle da ansiedade, causando uma sensação de bem-estar que pode ser refletida em várias outras áreas do corpo. 

    3. Criatividade e produtividade

    Como falamos, a meditação trabalha com o foco e a concentração de uma pessoa. Além disso, é importante para destravar pensamentos negativos e trabalhar a consciência. Consequentemente questões como a criatividade e a produtividade são impulsionadas por essa prática. 

    Estimulando pensamentos claros e objetivos é possível estimular reações e ações em nosso cérebro, contribuindo para novas ideias e melhor foco em ações diárias.  

    4. Estimula a memória

    A meditação contribui ativamente para o estímulo de diversas regiões do cérebro, inclusive aquelas que envolvem a memória e os processos de aprendizagem. Atualmente, é possível encontrar estudos que comprovam que essa prática atua beneficamente também na melhoria  da massa cinzenta no hipocampo do cérebro, região onde há maior concentração de neurônios.

    Isso quer dizer que além de ajudar em questões como produtividade e criatividade, esse processo de favorecimento das condições apropriadas para multiplicação dos neurônios, pode impactar a memória. Acredita-se que uma frequência de meditação pode melhorar em até 50% a nossa memória, assim como o processamento de toda a visão espacial. 

    Relação entre fisioterapia e meditação 

    Quando aprofundamos na relação entre meditação e questões ortopédicas, encontramos uma forte sintonia entre essa prática e a fisioterapia. 

    Para começarmos, é preciso dizer que a meditação pode auxiliar diretamente no controle das dores musculares. Isso acontece devido ao fato de trabalhar a consciência corporal e postural exigida, questões fundamentais em uma sessão de meditação. 

    Outro detalhe fundamental nessa ajuda com dores é a respiração, visto que é um processo que, por mais que seja completamente natural, exige um trabalho para que seja realizado corretamente, principalmente em casos específicos. 

    É importante dizer que a meditação é apenas uma ajuda. Desconfortos, dores, tratamentos e qualquer procedimento ortopédico precisam ser analisados e tratados da forma correta. Assim, é necessário consultar um ortopedista e consequentemente procurar um fisioterapeuta. 

    Atualmente, a meditação está bem próxima aos exercícios de alongamentos. Além de fazer bem para o corpo, afinal, questões como flexibilidade e mobilidade são trabalhadas, também é possível melhorar questões como concentração, foco e respiração.

    Meditação: como começar?

    A meditação é um processo simples. Você com certeza pode encontrar técnicas, metodologias, classes, aplicativos, professores e turmas de meditação. No entanto, não existe nenhum elemento obrigatório: é possível começar agora mesmo em sua casa, para você ter ideia do quão fácil e simples pode ser. 

    A seguir, separamos 5 dicas para dar o primeiro passo nessa prática, confira:

    1. Reserve um momento apropriado para meditar: é preciso que você tenha foco nesse momento, por isso, reserve um momento do seu dia para essa prática. Para começar, separe um período entre 10 e 20 minutos de foco total nessa prática. 
    2. Busque um local calmo: o ambiente é muito importante, escolher locais calmos, com ruídos controlados e sem distrações demasiadas é um ótimo começo. Além disso, uma dica interessante é buscar locais próximos à natureza, porém, pode ser até na cadeira do escritório. 
    3. Foco na postura: há uma máxima sobre a posição de lótus, aquela com as pernas cruzadas. Para quem está começando, pode ser desconfortável, portanto, procure uma posição que te faça relaxar, podendo ser sentado ou até deitado, mas sempre buscando uma postura correta.
    4. Foco na respiração: depois da postura, o segundo foco é a respiração. É necessário utilizar os pulmões completamente. Isso quer dizer que é preciso realizar uma inspiração profunda, puxando o ar, inflando a barriga e o tórax, e uma expiração lenta e prazerosa.  
    5. Concentração: mantenha o foco nesse processo, é possível inclusive utilizar um mantra ou mesmo contagens, essa técnica é importante para estimular sua mente sobre a concentração. 

    Seguindo essas dicas você com certeza vai começar a meditar e a colher todos os benefícios da meditação em seu dia a dia. Falando em dicas, acompanhe nossos conteúdos e veja mais dicas para ter mais qualidade de vida. 

    Entre em contato

  • O que é recovery fisioterapia esportiva?

    O que é recovery fisioterapia esportiva?

    Recovery o que é? Recovery é uma palavra cada vez mais comum entre praticantes de atividades físicas, sobretudo atletas profissionais, amadores e até mesmo aqueles praticantes de final de semana de alguma modalidade. 

    Com o avanço da tecnologia, novas metodologias, aparelhos e até mesmo práticas estão sendo criadas e empregadas para auxiliar esses atletas. Quando o assunto é recuperação, as práticas de recovery estão em alta.

    Neste conteúdo, você vai entender exatamente o que é recovery, bem como saber a importância deste processo para a recuperação muscular e ainda compreender como começar a contar com essa prática em seu dia a dia.

    O que você vai ver neste conteúdo sobre recovery:

    • O que é recovery esportivo. 
    • Importância da recuperação muscular. 
    • Como o recovery funciona. 
    • Práticas de recovery adotadas de forma frequente. 
    • Por que o recovery não substitui a fisioterapia?
    • Técnicas de recovery disponíveis na Clínica Vicci.
    • Melhor momento e melhor forma para começar as ações de recovery.  

    O que é recovery fisioterapia?

    Recovery é o nome dado aos processos utilizados para reduzir e tratar dores musculares que surgem durante ou imediatamente após treinamentos, competições e práticas esportivas. Assim como o próprio nome sugere, visto que a tradução de recovery é recuperação, estamos falando de tecnologia que auxiliam atletas nesse objetivo. 

    Por que é preciso recuperar a musculatura?

    Durante uma prática esportiva, toda estrutura muscular é exigida. As lesões musculares podem ocorrer por vários motivos, inclusive vale a pena conferir o conteúdo que preparamos explicando como se livrar de lesões musculares recorrentes, no entanto, as microlesões acontecem de forma mais frequente, sendo as causadoras das famosas dores do dia seguinte.

    Essas microlesões normalmente estão relacionadas com a liberação de substâncias, como as prostaglandinas, que são responsáveis pela dor e podem evoluir para quadros de estresse muscular. 

    Esses casos são comuns principalmente em atletas, que realizam movimentos muitas vezes e demandam esforços demasiados, sobretudo de áreas como coxas e braços. 

    A partir dessas microlesões surgem edemas e inchaços, que podem ser pequenos ou mesmo maiores, indicando quadros mais graves de inflamação e lesões mais sérias.

    Já sabemos que questões como uma boa alimentação e uma boa rotina de repouso são elementos fundamentais para a recuperação muscular. No entanto, com o recovery é possível executar ações ativas para auxiliar este tratamento e essa recuperação. 

    Como o recovery funciona na prática

    As várias técnicas de recovery atuam para acelerar o processo de recuperação do tecido muscular e melhorar a eliminação das toxinas metabólicas.

    Essas técnicas e metodologias ajudam a fazer com que os músculos retornem ao estágio pré-exercício, diminuindo de forma considerável as dores locais, aumentando a prevenção de lesões mais graves, e, principalmente, preparando o atleta para prática de exercício novamente com maior rapidez.

    Recovery muscular e recovery esportivo: Algumas práticas adotadas nesse processo:

    Existem muitas técnicas que podem ser utilizadas para o processo de recovery, entre elas podemos citar:

    • Crioterapia local.
    • Recuperação ativa. 
    • Massoterapia. 
    • Contraste. 
    • Alongamentos. 
    • Compressão. 
    • Tratamentos com laser.
    • Liberação miofascial

    Abaixo, vamos explicar como funcionam as 4 técnicas mais comuns. 

    • Crioimersão: imersão em banheira com gelo ou água gelada, que pode variar entre 8-10 graus por 10 minutos. Essa ação é importante para controle inflamatório e alívio da dor. 
    • Compressão: muito utilizada em meias de compressão, o processo de compressão do tecido muscular resfriado ou não é importante pois atua sobre o retorno venoso, aumentando o fluxo sanguíneo e removendo de forma mais ágil os resíduos metabólicos resultantes da atividade muscular
    • Liberação miofascial: é um procedimento que visa amenizar as dores musculares causadas por tensão, isso acontece a partir do trabalho no tecido conjuntivo que recobre o músculo
    • Repouso: apesar de já conhecido, o sono é um dos principais agentes do processo de recuperação muscular. Durante o sono, sobretudo de qualidade, são secretados hormônios que auxiliam muito na reparação tecidual.

    Não substitui a fisioterapia

    Antes de você conhecer as técnicas de recovery que estão disponíveis aqui na Clínica Vicci é importante deixar claro que todas essas técnicas não excluem a necessidade de um acompanhamento e eventualmente de sessões de fisioterapia para o tratamento de lesões e prevenção das mesmas. 

    O ideal é que esses procedimentos atuem em conjunto. Afinal, ter um acompanhamento profissional para entender o avançar de uma lesão ou mesmo para entender o nível de estresse muscular é algo primordial para todo o processo de prevenção de lesões e também de recuperação em momentos posteriores a um procedimento cirúrgico. 

    Quais são os benefícios do Recovery?

    A fisioterapia de recuperação, ou fisioterapia de recuperação pós-exercício, é uma abordagem que visa otimizar o processo de recuperação após a prática de atividade física intensa. Ela envolve estratégias específicas para reduzir a fadiga, prevenir lesões e promover a recuperação muscular e articular. Aqui estão alguns dos benefícios associados à fisioterapia de recuperação:

    1. Redução da Dor Muscular: A fisioterapia de recuperação pode incluir técnicas para aliviar a dor muscular pós-exercício, como massagem, terapia manual e modalidades de calor e frio.
    2. Diminuição do Inchaço e Inflamação: Estratégias de recuperação, como compressão e crioterapia (uso de gelo), podem ajudar a reduzir o inchaço e a inflamação associados ao exercício intenso.
    3. Melhora da Flexibilidade e Amplitude de Movimento: Exercícios de alongamento e mobilização articular podem ser incorporados para melhorar a flexibilidade e a amplitude de movimento, reduzindo a rigidez muscular.
    4. Prevenção de Lesões: A fisioterapia de recuperação pode contribuir para a prevenção de lesões ao identificar áreas de tensão ou fraqueza muscular e implementar exercícios corretivos.
    5. Reabilitação de Lesões Existentes: Para aqueles que têm lesões prévias, a fisioterapia de recuperação pode ajudar na reabilitação, adaptando exercícios para garantir uma recuperação segura.
    6. Melhora do Fluxo Sanguíneo e Cicatrização: Técnicas como a terapia de compressão e a elevação das pernas podem promover o aumento do fluxo sanguíneo, favorecendo a entrega de nutrientes e a remoção de resíduos metabólicos.
    7. Aceleração da Recuperação Muscular: O uso de técnicas específicas, como massagem e liberação miofascial, pode ajudar na recuperação muscular, diminuindo a tensão e a dor.
    8. Melhora da Consciência Corporal: A fisioterapia de recuperação muitas vezes inclui exercícios que promovem a consciência corporal, ajudando os indivíduos a entenderem melhor como seu corpo responde ao exercício.
    9. Abordagem Holística para o Bem-Estar: A fisioterapia de recuperação não se limita apenas ao aspecto físico, mas pode incluir orientações sobre descanso, sono adequado, nutrição e hidratação para promover uma abordagem holística ao bem-estar.
    10. Melhora do Desempenho Geral: Ao promover uma recuperação eficaz, a fisioterapia de recuperação pode contribuir para o melhor desempenho em atividades físicas subsequentes, reduzindo a fadiga acumulada.

    É importante destacar que as estratégias específicas de fisioterapia de recuperação podem variar com base nas necessidades individuais, no tipo de exercício praticado e nas metas pessoais. Antes de iniciar qualquer programa de fisioterapia de recuperação, é aconselhável consultar um fisioterapeuta ou profissional de saúde para avaliação e orientação personalizada.

    Recovery muscular: Quem deve recomendar essas técnicas?

    A recomendação de técnicas de recuperação muscular pode variar com base nas necessidades individuais, no tipo de atividade física praticada e nos objetivos específicos. Aqui estão alguns profissionais de saúde e especialistas que podem fornecer orientações e recomendações sobre estratégias de recuperação muscular:

    • Fisioterapeutas: Fisioterapeutas são profissionais de saúde treinados que podem avaliar a condição física de um indivíduo, identificar áreas de tensão muscular e fornecer orientações específicas sobre exercícios de recuperação, terapia manual e outras técnicas.
    • Treinadores Pessoais: Treinadores pessoais que têm conhecimento em fisiologia do exercício podem orientar seus clientes sobre estratégias de recuperação, incluindo alongamentos, exercícios de liberação miofascial e práticas de relaxamento.
    • Médicos do Esporte: Médicos do esporte têm conhecimento em lesões relacionadas ao exercício e podem oferecer orientações sobre estratégias de recuperação, especialmente em casos de lesões musculares ou articulares.
    • Nutricionistas Esportivos: Nutricionistas especializados em esportes podem fornecer orientações sobre a nutrição adequada para a recuperação muscular, incluindo a ingestão de proteínas, carboidratos e outros nutrientes essenciais.
    • Quiropráticos: Quiropráticos podem utilizar técnicas de ajuste e manipulação para melhorar a mobilidade articular e reduzir a tensão muscular, contribuindo para a recuperação.
    • Especialistas em Recuperação Física: Alguns centros especializados oferecem serviços de recuperação física, onde os profissionais podem usar técnicas como crioterapia, terapia de compressão, massagem terapêutica e outras para promover a recuperação muscular.
    • Fisiculturistas e Atletas Profissionais: Atletas profissionais e fisiculturistas muitas vezes têm experiência prática extensa em estratégias de recuperação. Compartilhar experiências e melhores práticas com colegas atletas pode ser uma fonte valiosa de informações.
    • Psicólogos do Esporte: Psicólogos do esporte podem ajudar na gestão do estresse e ansiedade relacionados ao desempenho esportivo, o que pode ter um impacto na recuperação muscular.
    • Massoterapeutas e Especialistas em Massagem Desportiva: Profissionais especializados em massagem desportiva podem fornecer técnicas de massagem específicas para melhorar a circulação sanguínea, reduzir a tensão muscular e promover a recuperação.

    Ao buscar orientações sobre estratégias de recuperação muscular, é importante considerar as necessidades individuais, o nível de atividade física, as condições de saúde específicas e outros fatores pessoais. A abordagem mais eficaz muitas vezes envolve uma combinação de diferentes técnicas, adaptadas às circunstâncias e objetivos de cada pessoa.

    Recovery na Vicci

    Aqui na Vicci, tratamos a recuperação após uma lesão de forma completa. Assim, temos uma equipe de profissionais comprometidos com essa tarefa, isso inclui ortopedistas, fisioretapeutas, nutricionistas, entre outros. Além disso, também contamos com tecnologia de ponta em todos os momentos. 

    Alternativas de recovery na Vicci: Game Ready

    Quando o assunto é recovery, buscamos excelência neste processo e contamos com toda a tecnologia do Game Ready. Na prática, funciona a partir da combinação entre compressão e crioterapia. 

    Essa compressão proporciona um efeito de bombeamento natural, evitando o acúmulo de fluidos e reduzindo a inflamação. Já a crioterapia consiste na aplicação de baixas temperaturas que proporciona a redução da dor e do processo inflamatório, evitando portanto o acúmulo excessivo de fluidos ou edemas.

    Essa combinação resulta em um recovery fisioterapia totalmente eficiente e completamente indolor para o paciente. 

    Recovery fisioterapia na Vicci: Bota Compressiva

    Uma outra solução disponível é a bota compressiva, mais precisamente a Recovery Pump.  Trata-se de uma bota que contém um dispositivo de compressão que age de modo sequencial, agilizando a habilidade natural do corpo para liberar resíduos metabólicos do músculo, sendo utilizada tanto em lesões musculoesqueléticas, como em recuperação após cirurgias.

    Este processo acontece por meio de níveis de compressão direcionados. Como resultado, encontramos uma agilidade na recuperação muscular, além da ajuda para aliviar e reduzir a sensação de dores locais, diminuição do nível do edema da lesão e ainda a redução significativa da fadiga muscular.

    Sobre essa bota, é preciso destacar que é necessário conhecimento específico, afinal é preciso parametrizar de maneira correta a pressão, o tempo de tratamento e a velocidade de uso para que se obtenha um resultado satisfatório. Dessa forma, o acompanhamento de um profissional é fundamental. 

    Agora que você sabe o que é recovery e sabe que aqui na Vicci temos tecnologia e profissionais para te ajudar nessa recuperação, o próximo passo é com você. 

    Agende agora mesmo seu contato e entenda como começar a utilizar essa combinação em sua rotina de recuperação e prevenção de lesões. 

  • Quando devo procurar um fisioterapeuta?

    Quando devo procurar um fisioterapeuta?

    A fisioterapia é uma das modalidades mais importantes quando o assunto é desenvolvimento do corpo humano, bem-estar, qualidade de vida e mesmo a manutenção de uma rotina sem dores. Mas, afinal, quando procurar um fisioterapeuta?

    Essa é uma dúvida muito comum. Ao sentir uma dor no braço e na perna, muitas pessoas ficam na dúvida sobre o que fazer. Procurar um ortopedista ou procurar diretamente um fisioterapeuta?

    O que faz um fisioterapeuta?

    De uma forma bem simples podemos dizer que um fisioterapeuta é um profissional que possui o papel de cuidar, estudar, diagnosticar, prevenir e tratar as disfunções cinéticas funcionais de órgãos e sistemas do corpo humano. 

    Olhando para a área como um todo, a fisioterapia é a área responsável por resolver problemas relacionados com os movimentos do corpo. 

    Para isso, terapias manuais e técnicas que utilizam exercícios, aparelhos, equipamentos e dispositivos a base de ondas de choque, ultrassom ou mesmo lazer para realizar tratamentos preventivos e reparatórios com a finalidade de reabilitação, fortalecimento ou condicionamento de alguma parte do corpo. 

    Levando em conta esses pontos, vale deixar claro que todo o contexto por trás da fisioterapia deve ser realizado por um fisioterapeuta. Embora a indicação parta de um médico e, muitas vezes, há um trabalho em conjunto, o único profissional capaz de avaliar, determinar o número de sessões e os tipos de procedimentos é o próprio fisioterapeuta.

    Dessa forma, cabe a esse profissional o acompanhamento e monitoramento acerca da evolução de cada paciente e o processo de dar alta ao paciente. Portanto, assim como falamos sobre a importância de um médico para tratamentos médicos, é preciso destacar a importância do fisioterapeuta para tratamentos fisioterápicos.

    O Portal da Saúde confirma que: “O profissional da fisioterapia tem como objeto de estudo o movimento humano. É ele quem avalia, previne e trata os distúrbios da cinesia humana, sejam decorrentes de alterações de órgãos e sistemas ou como repercussões psíquicas e orgânicas. A profissão foi regulamentada pelo Decreto-Lei nº 938/1969;”

    Especialidades:

    • Acupuntura;
    • Fisioterapia Dermatofuncional;
    • Fisioterapia Esportiva;
    • Fisioterapia do Trabalho;
    • Fisioterapia Neurofuncional;
    • Fisioterapia Oncofuncional;
    • Fisioterapia Respiratória;
    • Fisioterapia Traumato-Ortopédica;
    • Osteopatia e Quiropraxia;
    • Fisioterapia em Saúde Coletiva;
    • Fisioterapia em Saúde da Mulher.

    Portanto, qualquer outro tipo de diagnóstico, avaliação e recomendação de procedimento que não passe por um fisioterapeuta, deve ser entendido como perigoso para a saúde e bem-estar da pessoa. Inclusive, há o risco iminente de agravamento de lesões e quadros quando o processo não é realizado corretamente. 

    O que um fisioterapeuta trata? 

    Ao contrário do que muita gente pensa, o profissional de fisioterapia é responsável por tratar algumas condições que vão além das lesões ortopédicas. Conheça a seguir, 12 especialidades de atuação de profissionais de fisioterapia:

    Dito isso, vamos conhecer 12 especialidades que cabem a intervenção de um profissional desta área:

    1. Acupuntura: É uma técnica da medicina tradicional chinesa que envolve a inserção de agulhas finas em pontos específicos do corpo. A acupuntura visa promover o equilíbrio energético, aliviar a dor e tratar uma variedade de condições físicas e emocionais.
    2. Fisioterapia do trabalho: É uma área da fisioterapia que visa prevenir e tratar problemas de saúde relacionados ao trabalho. Os fisioterapeutas do trabalho realizam avaliações ergonômicas, fornecem orientações sobre postura adequada, adaptam o ambiente de trabalho e prescrevem exercícios para prevenir lesões ocupacionais.
    3. Fisioterapia respiratória: Concentra-se no tratamento de condições respiratórias, como asma, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e fibrose cística. Os fisioterapeutas respiratórios utilizam técnicas de mobilização das vias respiratórias, exercícios respiratórios, drenagem postural e outras modalidades para melhorar a função pulmonar e ajudar na remoção de secreções.
    4. Fisioterapia em saúde coletiva: Envolve a atuação do fisioterapeuta em políticas de saúde e programas de promoção da saúde em nível comunitário. Eles podem trabalhar em prevenção de doenças, promoção de hábitos saudáveis e educação em saúde.
    5. Fisioterapia dermatofuncional: É uma área que abrange tratamentos estéticos e funcionais da pele, como drenagem linfática, massagem modeladora, eletroterapia e técnicas para cicatrização e recuperação pós-cirúrgica.
    6. Fisioterapia neurofuncional: Concentra-se na reabilitação de pacientes com condições neurológicas, como acidente vascular cerebral (AVC), lesão medular, paralisia cerebral e doenças neurodegenerativas. Os fisioterapeutas neurofuncionais realizam exercícios, treinamento de marcha, estimulação elétrica, entre outras intervenções, para melhorar a função e a qualidade de vida dos pacientes.
    7. Fisioterapia traumato-ortopédica: É voltada para o tratamento de lesões musculoesqueléticas, como fraturas, entorses, lesões ligamentares, lesões esportivas e pós-cirúrgicas. Os fisioterapeutas traumato-ortopédicos utilizam exercícios, técnicas manuais, eletroterapia e outras abordagens para reabilitar e fortalecer os tecidos afetados.
    8. Fisioterapia em saúde da mulher: Envolve o cuidado fisioterapêutico específico para a saúde da mulher, incluindo gestantes, pós-parto, incontinência urinária, disfunções sexuais e acompanhamento pré e pós-cirúrgico ginecológico.
    9. Fisioterapia esportiva: Concentra-se na prevenção, tratamento e reabilitação de lesões relacionadas à prática de esportes. Os fisioterapeutas esportivos trabalham com atletas e praticantes de atividades físicas, utilizando técnicas para promover a recuperação e o desempenho atlético.
    10. Fisioterapia oncofuncional: Envolve o suporte fisioterapêutico para pacientes com câncer. Os fisioterapeutas oncofuncionais ajudam a minimizar os efeitos colaterais do tratamento, como fadiga, dor, linfedema e limitações de movimento, além de auxiliar na reabilitação pós-tratamento.
    11. Osteopatia: É uma abordagem terapêutica que se concentra na avaliação e tratamento das disfunções musculoesqueléticas por meio de técnicas manuais. Os osteopatas utilizam manipulações articulares, mobilizações e outros métodos para promover o equilíbrio e a saúde do corpo.
    12. Quiropraxia: É uma disciplina da área da saúde que se concentra na avaliação e tratamento de problemas neuro musculoesqueléticos. Os quiropraxistas usam ajustes articulares e técnicas manuais para melhorar a função do sistema nervoso e aliviar a dor.

    É importante ressaltar que a prática de algumas dessas técnicas pode variar de acordo com as leis e regulamentos de cada país, e nem todos os fisioterapeutas são especializados em todas as áreas mencionadas. Além disso, o tratamento adequado dependerá das necessidades individuais de cada paciente e da avaliação realizada pelo fisioterapeuta.

    Quando devo fazer fisioterapia?

    A seguir, destacamos 3 ações que provavelmente você não sabia que pode contar com um fisioterapeuta, confira e conheça algumas situações em que você pode procurar um fisioterapeuta.

    Para o tratamento de doenças respiratórias

    Atualmente, a atuação de fisioterapeutas em situações que envolvem questões respiratórias está mais conhecida por conta dos acontecimentos envolvendo a Covid-19, porém, durante muito tempo isso não esteve no conhecimento popular. 

    Esse profissional é responsável por cuidar e contribuir com a saúde do sistema respiratório das pessoas. Isso pode ser aplicado para a prevenção ou mesmo recuperação após quadros como doenças respiratórias. Normalmente, esse profissional atua em ambulatórios e centros de terapias intensivas, afinal, lida com certa complexidade de quadros. 

    Para a melhoria da postura

    A fisioterapia possui papel fundamental quando o assunto é realização de movimentos de forma mais orgânica e dinâmica possível. A coluna é uma das grandes beneficiadas dos exercícios de uma sessão de fisioterapia.

    Inclusive, existem algumas práticas focadas nesse objetivo, práticas como RPG e pilates podem oferecer melhores hábitos posturais, inclusive auxiliando em tratamentos e prevenção de doenças como a hérnia de disco.

    Ainda nesse sentido, a fisioterapia possui uma atribuição na ajuda de gestantes, visto que acompanha a criação de uma postura para evitar dores e evitar impactos na coluna durante a gestação. 

    Para lidar com questões neurofuncionais 

    Essa é a área da fisioterapia responsável por lidar com quadros que envolvem síndromes neurológicas que impactam o dia a dia das pessoas. 

    Vale destaque para a atuação preventiva, curativa, paliativa e adaptativa do fisioterapeuta, sobretudo em casos de recuperação de danos no sistema nervoso que podem ser causados por diversos fatores, inclusive Acidente Vascular Cerebral (AVC).

    Um dos casos tradicionais é a necessidade de lidar com paralisias, perda de equilíbrio inesperada, tonteiras e inclusive efeitos de doenças como o Mal de Parkinson. 

    Quando devo procurar um fisioterapeuta?

    De forma bem direta, podemos dizer que não existe uma resposta correta, um sintoma ou um alerta que deve ser percebido que serve como sinal que você precisa procurar um fisioterapeuta. 

    É sempre necessário entender o que você está sentindo e, principalmente, saber compreender os sinais do seu corpo. 

    Em casos de lesões ortopédicas, por exemplo, seja uma torção de tornozelo, lesão no braço ou na mão, certamente você deverá passar por algumas sessões de fisioterapia. No entanto, o primeiro procedimento é procurar um ortopedista.

    Após a realização de exames e do diagnóstico, esse médico fará o encaminhamento para o fisioterapeuta. Com base neste diagnóstico, nos exames de imagem e também em exames próprios, o profissional de fisioterapia definirá o melhor tratamento e os melhores exercícios. 

    Como escolher um bom fisioterapeuta?

    Escolher um bom profissional de fisioterapia é um procedimento que pode ser complicado, afinal, como vimos, existem muitas especialidades e atualmente muitas metodologias diferentes. No entanto, não precisa ser algo impossível, abaixo listamos 3 dicas para te ajudar a acertar na escolha. 

    1. Entenda qual especialidade você procura

    Antes de tudo é importante que você entenda qual é a sua necessidade. Como você viu, existem diferentes tipos de atuação, por isso, é preciso encontrar um fisioterapeuta que seja especializado naquela demanda que você possui.

    Afinal, o melhor fisioterapeuta esportivo do mundo pode não ser o ideal para o tratamento focado em doenças respiratórias, por exemplo. 

    2. Evite aqueles que prometem tratamentos mágicos

    Assim como em todas as áreas, existem clínicas e profissionais de fisioterapia bons e existem aqueles que não são profissionais. Sabemos que alguns tratamentos são mais demorados, afinal, podemos lidar com lesões mais graves.

    Dessa forma, evite aqueles que prometem tratar sua lesão em uma única sessão ou em um número de sessões muito abaixo. É preciso que você tenha confiança no profissional e também no método utilizado, por isso, busque entender sobre o que você precisa e sobre qual tratamento pode ser recomendado.  

    3. Pesquise sobre a clínica que este profissional atua

    Tão importante quanto pesquisar sobre o profissional é pesquisar sobre o local onde ele atua. Saber o feedback de pacientes, buscar avaliações, conferir as especialidades e conhecer a estrutura são passos essenciais para acertar na escolha.

    Ortopedista ou fisioterapeuta qual a diferença?

    A fisioterapia e a ortopedia são duas áreas distintas, mas que muitas vezes trabalham em conjunto para o tratamento de lesões musculoesqueléticas e condições ortopédicas. Vou explicar a diferença entre elas:

    Ortopedia: A ortopedia é uma especialidade médica que se concentra no diagnóstico, tratamento cirúrgico e não cirúrgico e prevenção de doenças e lesões relacionadas ao sistema musculoesquelético. Os ortopedistas são médicos formados que se especializam em ortopedia e realizam intervenções cirúrgicas, prescrevem medicamentos e tratamentos conservadores, como imobilizações e injeções.

    Os ortopedistas geralmente tratam uma ampla variedade de condições, como fraturas ósseas, luxações articulares, lesões ligamentares, tendinites, osteoartrite, deformidades congênitas e doenças degenerativas da coluna vertebral. Eles podem solicitar exames de imagem, como radiografias, tomografias e ressonâncias magnéticas, para auxiliar no diagnóstico.

    Fisioterapia: A fisioterapia é uma disciplina da área da saúde que visa prevenir, tratar e reabilitar pacientes com condições médicas e lesões que afetam o sistema musculoesquelético, neurológico e respiratório. Os fisioterapeutas são profissionais de saúde que possuem graduação em fisioterapia e são especializados no uso de técnicas terapêuticas, exercícios e modalidades físicas para melhorar a função e aliviar a dor dos pacientes.

    Na Clínica Vicci em BH você encontra os melhores fisioterapeutas. Além da estrutura exemplar que é referência, prezamos por um atendimento diferenciado, focado em levar qualidade de vida e saúde para nossos pacientes. Agende seu horário agora mesmo e escolha pela excelência. Entre em contato.

  • Treinamento funcional: o que é e quais as vantagens?

    Treinamento funcional: o que é e quais as vantagens?

    Fazer atividade física é uma prática buscada por pessoas por vários motivos. Algumas escolhem fazer algum esporte por gostar da prática, outras escolhem para objetivos como ter mais qualidade de vida ou mesmo controlar o sobrepeso. Nesse sentido, o treinamento funcional é sempre lembrado quando o objetivo é trabalhar uma região ou grupo muscular específico.

    Atualmente, o treinamento funcional é uma realidade em boa parte das cidades brasileiras. Academias, estúdios e até clubes já oferecem essa modalidade, afinal, suas vantagens são conhecidas e já vistas. Porém, muitas pessoas ainda não sabem o que é treinamento funcional.

    Neste conteúdo, vamos explorar todos os detalhes acerca do treinamento funcional. Você vai entender exatamente o que é, quais as vantagens, como começar e inclusive os cuidados que precisa ter. Leia até o final e entenda tudo isso:

    O que é treinamento funcional?

    Treinamento funcional é o nome dado à atividade física que utiliza exercícios aplicados e específicos para melhorar a execução de ações cotidianas. Acredita-se que esse conceito explica o nome funcional.

    Na prática, estamos falando de um treinamento que contempla ações recorrentes no dia a dia, como correr, pular, agachar, puxar, para um objetivo que pode ser melhorar o condicionamento físico, aumentar a força muscular, entre outros. 

    Acredita-se que o treinamento funcional tenha sido criado por um grupo de fisioterapeutas com o objetivo de potencializar a recuperação de pacientes após uma lesão. 

    Diferença para outros tipos de treinamentos

    Quando olhamos para as diferenças entre o treinamento funcional e outras atividades, como a própria musculação, podemos destacar a intensidade dessa modalidade, algo que vamos comentar nos próximos capítulos, e sobretudo, o foco em movimentos livres e naturais do corpo. 

    Quem prefere atividades mais dinâmicas, tende a ter uma adaptação mais natural ao treinamento funcional do que aos exercícios tradicionais da musculação. 

    Como funciona o treinamento funcional?

    O treinamento funcional tem como principal característica a utilização de exercícios que exigem o trabalho de diversos músculos e regiões do corpo ao mesmo tempo. Aliás, esse é um ponto de grande diferença para os exercícios localizados que são tradicionalmente realizados em uma sala de musculação.  

    O treinamento funcional acontece a partir de uma trilha de exercícios focados em trabalhar força, equilíbrio, flexibilidade, condicionamento, resistência e agilidade, utilizando movimentos naturais do corpo humano. 

    Uma das principais características sobre o funcionamento deste treinamento é o seu dinamismo. Os exercícios podem utilizar apenas o peso do corpo ou contar com aparelhos e equipamentos para ampliar a ação dos movimentos naturais. 

    Exercícios funcionais 

    Para que você entenda como funciona um treinamento funcional, separamos alguns exercícios que normalmente constam neste treinamento, confira quais são:

    1. Agachamento: importante para trabalhar toda a parte inferior do corpo. 
    2. Swing unilateral com Kettlebell: exercício complementar ao agachamento. 
    3. Prancha: um dos mais tradicionais, consiste em manter o corpo parado em uma determinada posição, é fundamental para trabalhar equilíbrio e os músculos da região abdominal, lombar e pélvica. 
    4. Burpees: outro exercício muito comum, é conhecido por ser muito simples e um dos mais completos, afinal, trabalha a capacidade cardiorrespiratória da pessoa e diferentes músculos.
    5. Abdominal: também muito comum, é fundamental para trabalhar nesta região. 
    6. Corrida: encontrada em diferentes tipos e modalidades, inclusive parada, é fundamental para o desenvolvimento da capacidade cardiorrespiratória.   

    Quais as vantagens do treinamento funcional

    A seguir, listamos as 4 principais vantagens do treinamento funcional para que você entenda, veja:

    1. Foco na memória muscular

    Um dos princípios do treinamento funcional é fazer com que seu corpo entenda a forma correta de executar uma ação simples do dia a dia, como correr, pular, agachar ou carregar algo. 

    A repetição é fundamental para que o movimento fique responsivo e correto, portanto, a memória muscular é um dos focos do treinamento funcional. Esse fato é importante para estimular que a força muscular seja incentivada a partir da boa realização de cada movimento. 

    2. Importante para a perda de peso 

    Uma das principais vantagens do treinamento funcional é sua eficiência quando o objetivo é perder peso. Exercícios de intensidade elevada e de repetição assentada são eficientes neste processo e estão muito presentes durante uma sessão deste treinamento.  

    3. Ajuda na recuperação de lesões 

    Como falamos, o treinamento funcional é um aliado de das sessões de fisioterapia em um processo de recuperação de lesões, sobretudo antes da volta à prática esportiva de maior intensidade. 

    Muitos exercícios realizados durante uma sessão de funcional possuem baixo impacto, por isso, podem ser utilizados tanto por praticantes iniciantes, quanto por quem possui algum tipo de limitação ou mesmo está em processo de recuperação. 

    4. Fundamental para o condicionamento físico 

    Muitas pessoas procuram o treinamento por conta da capacidade de melhorar o condicionamento físico sem que seja necessário causar um demasiado estresse no corpo. Essa vantagem possui muita relação com a capacidade de ajuda na recuperação de lesões. 

    Muitos exercícios do treinamento funcional exigem velocidade nas execuções e um tempo grande de permanência em cada posição dos exercícios, assim, além de ser um ótimo treinamento para o sistema cardiorrespiratório também contribui para o preparo físico.

    Esse tipo de treinamento é indicado para quais pessoas?

    O treinamento funcional não possui um público certo, isso quer dizer que é recomendado para qualquer pessoa que deseja se beneficiar com algumas das vantagens que citamos acima, ou mesmo para quem deseja incluir mais uma boa atividade em sua rotina.

    Existem diferentes tipos de treinamentos, variando de acordo com a intensidade e também de acordo com a dificuldade de realização de cada movimento.

    Atividades de intensidade elevada são indicadas para pessoas que desejam aperfeiçoar a condição física ou mesmo que estão em um objetivo de perda de peso. Além disso, ainda é muito aplicado para atletas, afinal, inclui movimentos naturais presentes em rotinas de treinos e competições.

    Por outro lado, um treinamento funcional de baixa intensidade pode ser indicado para quem deseja cuidar da saúde e ter qualidade de vida, inclusive idosos e pessoas com alguma limitação, afinal, a partir desses exercícios é possível estimular e melhorar força, equilíbrio, respiração e agilidade.   

    Cuidados antes de começar em um treinamento funcional 

    É sempre necessário lembrar que antes de começar qualquer prática esportiva é preciso procurar um médico. Realizar exames para entender se você está apto para realizar um treinamento é essencial para evitar complicações durante a prática. 

    Além do aval médico antes de começar a praticar uma atividade física, inclusive o treinamento funcional, o acompanhamento é fundamental neste processo. Realizar consultas periódicas é um processo essencial para entender a resposta do corpo ao tipo de treinamento, bem como entender como está o desenvolvimento de lesões.

    Aqui na Vicci, você encontra uma equipe focada em fazer com que você tenha mais qualidade de vida no seu dia a dia. Com a ajuda de profissionais diversos, como fisioterapeutas, ortopedistas, educadores físicos, é possível entender os impactos de atividades em seu corpo.

    Se o seu objetivo é começar uma atividade física para se recuperar de uma lesão, esse acompanhamento é ainda mais importante. Você viu que o treinamento funcional é uma ótima alternativa, porém, precisa ser assistido e acompanhado para que não ocorra uma complicação.

    Agende seu horário aqui na Vicci agora mesmo e tenha toda a ajuda necessária para ter mais qualidade de vida e saúde em seu dia a dia.

    Entre em contato

  • Cuidados com a saúde no verão: Sintomas de insolação como tratar

    Cuidados com a saúde no verão: Sintomas de insolação como tratar

    Calor, férias, festas de fim de ano, carnaval. Todos esses elementos estão presentes em uma estação aqui no Brasil: o verão. Marcada pelo período que compreende os meses de dezembro e março, a estação marca viagens e comemorações. No entanto, também existem alguns cuidados com a saúde no verão que não podem ser esquecidos.

    A estação mais quente do ano exige uma série de rotinas diferentes, afinal, questões como hidratação, proteção aos raios solares, controle da alimentação e até problemas respiratórios são levantadas nessa época do ano.

    Ao longo deste conteúdo você encontra 5 dicas simples e práticas para cuidar da sua saúde no verão e não abrir mão da qualidade de vida durante a estação mais quente do ano. 

    Quais as características do verão?

    Antes de passarmos por essas dicas, vamos apresentar algumas características. Esses detalhes serão fundamentais para que você entenda os motivos pelos quais cada cuidado é necessário.

    A principal característica do verão é o fato de, tradicionalmente, ser marcado pelo período do ano em que são registradas as temperaturas mais altas. Além disso, os dias são mais longos e há maior incidência de chuvas, sobretudo tempestades.

    Esses detalhes são importantes sobretudo para aquelas pessoas que desejam colocar o nível de vitamina D em dia, afinal, a exposição aos raios solares é a principal forma de estimular a produção deste hormônio. Temos um conteúdo explicando as vantagens dessa vitamina para o organismo e principalmente para os músculos, vale a pena conferir. 

    5 dicas de cuidados com a saúde no verão 

    A seguir, vamos apresentar 5 dicas bem simples para você redobrar a atenção com sua saúde no verão, garantindo qualidade de vida e aproveitando esses dias mais longos e as temperaturas mais elevadas sem comprometer seu bem-estar. 

    1. Saúde no verão está relacionada com uma boa hidratação

    A primeira dica é beber muita água e redobrar o cuidado com a hidratação. Manter o corpo hidratado é algo essencial para vários fatores. Entre eles podemos destacar o cuidado com a pele, evitar situações como desmaios por desidratação, controlar a sensação de fome, entre outros.

    Durante o verão, com a elevação das temperaturas, há uma tendência de maior transpiração, fato que pode levar a um quadro de desidratação. 

    Portar uma garrafa de água ou mesmo incluir o consumo de sucos naturais e água de coco com mais frequência são ações que contribuem para esse objetivo. 

    Especialistas afirmam que é necessário consumir, pelo menos, 2 litros e meio de água por dia. No entanto, já falamos aqui sobre o quanto esse cálculo depende de algumas variáveis, como rotina, peso e composição corporal de cada pessoa.

    Durante o verão, colocar uma meta diária de consumo de água pode ser uma ótima fórmula para estimular seu corpo. Para isso, o caminho mais seguro é consultar um nutricionista e entender o quanto de líquido seu corpo precisa.

    No entanto, para começar, o ideal é reforçar a ingestão de água, sobretudo em dias muito quentes e em momentos de muita transpiração, como durante práticas esportivas. 

    2. Saúde no verão e atenção ao cansaço durante a prática esportiva

    A segunda dica é bem simples: entenda os sinais de cansaço do seu corpo. O aumento da temperatura é um fator que precisa ser considerado durante as práticas esportivas realizadas durante o verão.

    Como falamos, há o aumento da transpiração, o que aumenta a necessidade de hidratação. Porém, outros fatores também precisam estar no radar de atletas e esportistas, sobretudo quando olhamos para quadros de lesões e cansaço.

    Atividades realizadas ao ar livre, por exemplo, precisam levar em conta que o sol forte e o calor podem causar quadros de mal-estar. A elevação da temperatura do corpo, alinhada à temperatura externa pode elevar os riscos dessas situações, por isso, cuidado com a intensidade e com o horário dessas práticas.

    Entender sobre a temperatura, levar sempre água e cuidar da alimentação são passos simples para evitar essas situações. Por fim, sempre fique de olho nos sinais do seu corpo, afinal,é possível entender quando é um teste de limites e quando é preciso uma pausa. 

    3. Cuide bem da sua alimentação durante o verão 

    O calor exerce um papel essencial no processo de gasto de energia no corpo humano. Temperaturas mais quentes normalmente reduzem o gasto de energia do corpo humano, afinal, diferentemente do inverno, não há a necessidade de manter a temperatura do corpo. 

    Por outro lado, podemos entender que as temperaturas mais altas aumentam a dificuldade do corpo processar alimentos. Essas duas características são importantes para destacarmos a necessidade de manter um plano alimentar focado em alimentos mais leves durante o verão.

    Controlar o consumo de alimentos gordurosos e refeições pesadas é uma boa prática. Além disso, priorizar frutas, verduras, vegetais e alimentos ricos em vitaminas é sempre um bom caminho. 

    Por fim, ainda sobre o verão e alimentação é preciso dizer que durante essa época é preciso também ter cuidado quando a quadros de intoxicação alimentar. As temperaturas altas comprometem a conservação de alimentos e aumentam a proliferação de microorganismos. 

    4. Use filtro solar 

    Em um texto muito compartilhado na Internet, o autor afirma que a única dica que deixa para as gerações futuras é o uso do filtro solar. Quando olhamos para o verão, essa dica faz ainda mais sentido, afinal, estamos mais expostos aos raios solares.

    Durante o verão, há uma tendência natural de procurarmos mais eventos ao ar livre. Praias, cachoeiras, clubes e piscinas ficam concorridas e aumentam a exposição aos raios solares.

    Nessas ocasiões, a dica é sempre abusar do protetor solar. Retocar a cada duas horas é uma dica compartilhada por dermatologistas, sobretudo quando há o contato com a água

    Porém, o cuidado também deve ser lembrado no dia a dia. Seja indo para o trabalho ou durante uma volta, passar o filtro solar é algo essencial para evitar doenças de pele e mesmo quadros de insolação. 

    5. Mantenha-se ativo para cuidar da sua saúde no verão

    Por fim, a 5° dica é: não deixar de praticar exercícios. As temperaturas altas e o calor excessivo podem gerar uma sensação de desânimo e cansaço natural. No entanto, essas sensações não podem fazer com que você fique inativo.

    Exercitar o corpo é fundamental para manter uma rotina equilibrada, controlar o sobrepeso, gerar sensação de bem-estar, contribuir para o funcionamento de todo seu organismo e dar disposição para outras atividades.

    Por isso, deixando esse desânimo de lado, a dica é escolher bem os horários para as práticas esportivas. Além disso, lembrar de utilizar roupas mais leves e claras e procurar atividades de intensidade moderada que podem te ajudar no primeiro momento.

    Quanto aos horários, o começo da manhã e o fim da tarde são os períodos do dia mais indicados, afinal, são os momentos em que o sol está mais agradável e as temperaturas mais controladas.

    Leia também sobre como manter a rotina de treino em épocas festivas, Aqui!

    Como falamos, a hidratação e o entendimento sobre os sinais do seu corpo são outros pontos importantes. Conhecer os perigos do verão também é algo crucial, e a seguir vamos focar no maior deles, a insolação! 

    O que é insolação?

    A insolação é uma condição de saúde que ocorre devido à exposição excessiva e prolongada ao calor e ao sol, levando a um aumento perigoso da temperatura corporal. É uma forma grave de lesão causada pelo calor e pode ser potencialmente fatal se não for tratada rapidamente. A insolação ocorre quando o corpo não consegue dissipar o calor de maneira eficaz e a temperatura interna sobe para níveis perigosamente altos. A insolação é uma condição grave que requer atenção médica imediata, para evitá-la você precisa entender os sintomas e se precaver.

    caso grave de insolação
    Segundo matéria da CNN “De acordo com o médico, as altas temperaturas trazem consequências mais graves para grupos mais suscetíveis, como idosos, crianças e trabalhadores braçais. O cardiologista chamou a atenção para quadros de insolação, que, em situações graves, “têm alta mortalidade.”

    Sintomas de insolação

    A insolação é uma condição séria causada pela exposição prolongada ao calor e ao sol, e seus sintomas podem variar de leves a graves. Os principais sintomas de insolação incluem:

    1. Calor intenso: A exposição prolongada ao sol e ao calor excessivo é um fator desencadeante da insolação. O dia deve estar especialmente quente para que ocorra.
    2. Temperatura corporal elevada: Aumento significativo da temperatura corporal, geralmente acima de 40°C (104°F).
    3. Pele quente e seca: A pele fica quente, vermelha e seca ao toque, sem suor ou com uma sudorese muito reduzida.
    4. Dor de cabeça: Uma forte dor de cabeça é comum em casos de insolação.
    5. Tontura e confusão: A pessoa pode sentir tontura, desorientação, confusão mental ou até mesmo delírio.
    6. Náuseas e vômitos: A insolação pode causar náuseas, vômitos e desconforto gastrointestinal.
    7. Pulso rápido e forte: O pulso pode acelerar (taquicardia) e tornar-se forte e irregular.
    8. Respiração rápida: A respiração pode tornar-se rápida e superficial.
    9. Fraqueza muscular: A pessoa pode sentir fraqueza muscular e câimbras.
    10. Perda de consciência: Em casos graves, a insolação pode levar à perda de consciência, convulsões e coma.

    É importante notar que a insolação é uma emergência médica e deve ser tratada imediatamente. A insolação grave pode ser potencialmente fatal se não tratada adequadamente. Portanto, não subestime os sintomas e tome medidas rápidas para proteger a saúde da pessoa afetada. Se alguém apresentar sintomas de insolação, é fundamental saber como lidar com essa situação e procurar ajuda médica imediatamente.

    Como cuidar de insolação

    A insolação é uma condição séria que ocorre quando o corpo superaquece devido à exposição prolongada ao sol e à falta de hidratação adequada. Aqui estão algumas medidas de cuidados que podem ser tomadas em caso de suspeita de insolação:

    • Mude para um local mais fresco: Se você ou alguém estiver com insolação, a primeira medida é sair do sol imediatamente. Procure uma sombra ou um ambiente com ar-condicionado.
    • Hidrate-se: Beba água ou líquidos isotônicos para repor os fluidos perdidos. Evite álcool e cafeína, pois eles podem desidratar ainda mais o corpo.
    • Resfrie-se: Use compressas úmidas e frias ou tome um banho frio para reduzir a temperatura corporal. Ventiladores ou ar-condicionado também podem ajudar.
    • Descanse: Deite-se em um local fresco e confortável, com a cabeça ligeiramente elevada.
    • Remova roupas em excesso: Se possível, retire roupas em excesso para ajudar o corpo a resfriar-se.
    • Use protetor solar: Evite futuras insolações usando protetor solar, chapéus e roupas de manga longa quando estiver ao sol.
    • Evite atividades físicas: Descanse e evite exercícios físicos extenuantes até se recuperar completamente.
    • Procure ajuda médica: Se os sintomas da insolação forem graves, como confusão, náuseas persistentes, vômitos ou desmaio, é importante buscar atendimento médico imediatamente. A insolação grave pode ser perigosa e requer tratamento médico.

    Lembre-se de que a insolação é uma condição séria que requer cuidados imediatos. A prevenção é a melhor abordagem, evitando a exposição excessiva ao sol e mantendo-se hidratado em climas quentes. Se você ou alguém ao seu redor estiver sofrendo de insolação, é fundamental agir rapidamente para garantir uma recuperação segura.

    Aqui em nosso Blog você encontra dicas e informações importantes para sua qualidade de vida e cuidados com a saúde no verão. Conteúdos como este sobre como manter a saúde no verão estão disponíveis para que você tenha uma rotina mais saudável, por isso, conte com nossos materiais. E se precisar da ajuda de um profissional, conte com nosso corpo clínico para te auxiliar a ter cuidados com a saúde no verão de forma eficiente.

    Entre em contato 

  • Vitamina D: a melhor vitamina para os músculos

    Vitamina D: a melhor vitamina para os músculos

    Você provavelmente já deve ter ouvido falar sobre a vitamina D. Normalmente, esse assunto surge acompanhado da afirmação sobre a necessidade da exposição aos raios de sol para que o corpo assimile essa vitamina.

    No entanto, a vitamina desse grupo vai muito além disso, inclusive, com outras fontes ricas deste nutriente. Fato é que a demanda do corpo por essa vitamina é cada vez mais comprovada, sendo inclusive muito citada quando falamos em recuperação muscular e saúde dos músculos e do organismo como um todo. 

    Neste conteúdo vamos apresentar alguns detalhes essenciais para que você compreenda a importância da vitamina D quando olhamos para nossos músculos. Além disso, vamos deixar dicas sobre rotinas e um plano alimentar que contemple alimentos ricos neste nutriente. Acompanhe:  

    O que é a vitamina D?

    Muito mais que uma vitamina, a vitamina do tipo D atualmente já é considerada um hormônio, afinal é produzida pelo próprio corpo humano. É importante para a saúde óssea, crescimento, imunidade, funcionamento do sistema cardiovascular e nervoso central, além dos músculos e de todo o metabolismo. 

    Olhando para a questão técnica, podemos dizer que a vitamina D é o nome dado à molécula que apresenta quatro anéis de colesterol quando há exposição da pele aos raios solares. Por esse motivo, esse tipo de vitamina entra no grupo das vitaminas lipossolúveis, isso quer dizer que é constituída de isopreno e solúveis em gordura.  

    A metabolização desta vitamina acontece no fígado e nos rins, que são os órgãos responsáveis por transformá-la em sua forma ativa. Ao alcançar este patamar, esse tipo de vitamina pode ser absorvida e utilizada pelo corpo em diversas funções essenciais

    No próximo capítulo, você vai entender exatamente a função dessa vitamina no organismo humano, porém, antes, é preciso destacar que existem dois tipos de vitamina D. Veja quais são:

    • Vitamina tipo D3: também chamada de colecalciferol, é a forma mais comum dessa vitamina, aquela que é produzida pelo corpo humano. Além disso, também pode ser adquirida a partir de alguns alimentos. 
    • Vitamina tipo D2: ou simplesmente ergocalciferol, é encontrada predominantemente em cogumelos e plantas, principalmente algumas espécies que são expostas de forma demasiada aos raios solares.  

    Agora que você realmente sabe o que é a vitamina D, vamos avançar e explicar quais são as funções dessa vitamina. Confira: 

    Qual é a função dessa vitamina no organismo?

    Já comentamos sobre a importância da vitamina D para o corpo humano, agora vamos explorar alguns detalhes. Para começarmos, é necessário destacar que esse hormônio é fundamental para a absorção de cálcio, sendo essencial para todo o processo de formação óssea, bem como o desenvolvimento, recuperação e crescimento dos nossos ossos. 

    Além disso, vale destacar a importância para a imunidade do corpo humano. Diversos estudos apontam que a deficiência de vitamina do tipo D é um dos fatores mais relevantes para o desenvolvimento de quadros e condições como: diabetes melito tipo 1, alergias alimentares de diversas formas e neoplasias. 

    Assim, podemos dizer que a vitamina D é um importante modulador de todo o sistema imune do corpo humano. Dessa forma, essa vitamina é um dos pilares para a prevenção de doenças autoimunes como diabetes melito tipo 1 (que citamos acima), esclerose múltipla, doença inflamatória intestinal, lúpus eritematoso sistêmico e artrite reumatoide. 

    Outra função em destaque está relacionada ao sistema cardiovascular. É provado que a vitamina D é um dos hormônios essenciais para evitar doenças relacionadas e quadro relacionados ao coração, visto que atua no controle da hipertensão arterial sistêmica e também no combate à obesidade.

    Outros processos que servem para entendermos a função da vitamina D no corpo humano são:

    • Atuação direta no processo de metabolismo do colágeno. 
    • Auxílio direto no controle do magnésio em nosso organismo.
    • Importante na dispensa de insulina pelo pâncreas e da prolactina pela hipófise. 

    Importância da vitamina D para os músculos

    Além de todos os detalhes que falamos sobre a importância da vitamina D para o organismo e questões como controle de doenças, precisamos destacar que é um nutriente essencial para a recuperação e construção muscular, principalmente após a prática de exercícios físicos. 

    Essa importância ficou comprovada em um estudo feito por um grupo de especialistas da Espanha e comentado aqui no Brasil por alguns portais focados em saúde e bem-estar. 

    De acordo com os estudos, a vitamina D é essencial para o processo de redução do dano muscular após treinos, visto que desempenha função primordial na modulação de funções imunológicas e na recuperação da inflamação causada pela atividade física.

    A pesquisa concluiu que atletas, sejam amadores ou profissionais, que contam com níveis acima de cerca de 30 ml de vitamina D no organismo tendem a ter uma recuperação mais ágil após treinos e práticas físicas.

    Além disso, a pesquisa ainda identificou que esses atletas também se destacam quando o assunto é ganho de massa muscular, a tradicional hipertrofia. Por fim, ainda ficou provado que dores musculares são menos frequentes em quem está com o estoque de vitamina D alto no corpo.

    De fato, a vitamina D já é considerada uma das maiores aliadas de atletas ou mesmo de praticantes esporádicos de esportes e atividade físicas. Diversos indícios apontam que é um dos elementos mais importantes para o processo natural do corpo para evitar lesões, fraturas e mesmo para aliviar dores musculares.

    Isso acontece por conta da importância da vitamina D na absorção de cálcio e fósforo. Como já falamos sobre a relação com a saúde óssea, vale destacar que o fósforo é elemento primordial na saúde dos músculos.  

    Benefícios desta vitamina para os músculos

    Para sintetizarmos toda a relação entre a vitamina D e o sistema muscular, preparamos uma lista com as 7 principais vantagens, confira:

    1. Aumento de força muscular: atua na formação de fibras musculares, dessa forma, é essencial para o aumento de força. 
    2. Reduz os efeitos da Sarcopenia: sarcopenia pode ser entendida como a alteração da musculatura esquelética, sobretudo relacionada à redução da força e redução da massa muscular secundária, diante do processo de envelhecimento. A falta dessa vitamina potencializa essa condição, causando atrofia e a fraqueza dos músculos. 
    3. Essencial para recuperação muscular após lesões: quem passa por um processo de recuperação de lesões, precisa estar em dia com os níveis de vitamina D. Essa vitamina é fundamental para fazer com que o corpo assimile a lesão e volte a entender movimentos musculares. 

    Vitamina para músculos: Quais vitaminas tomar para fortalecer os músculos?

    Além da vitamina D, que desempenha um papel importante na saúde óssea e muscular, existem outras vitaminas e minerais que são essenciais para a função muscular e o fortalecimento do sistema musculoesquelético. Aqui estão algumas vitaminas e minerais relevantes para a saúde muscular:

    • Vitamina K: A vitamina K está envolvida na regulação do cálcio nos tecidos, incluindo os ossos. Pode ajudar na mineralização adequada dos ossos, favorecendo a saúde muscular.
    • Vitamina C: A vitamina C é importante na formação de colágeno, uma proteína que contribui para a estrutura dos tecidos conjuntivos, incluindo tendões e ligamentos.
    • Vitamina E: A vitamina E tem propriedades antioxidantes e pode ajudar a proteger as células musculares contra o estresse oxidativo induzido pelo exercício.
    • Vitamina B6 (Piridoxina): A vitamina B6 desempenha um papel na síntese de proteínas e pode influenciar a função muscular. É importante para o metabolismo de aminoácidos.
    • Vitamina B12 (Cobalamina): A vitamina B12 é essencial para a formação de glóbulos vermelhos e a saúde do sistema nervoso, o que é relevante para a função muscular.
    • Cálcio: O cálcio é fundamental para a contração muscular e a transmissão de impulsos nervosos. Além de vitamina D, a vitamina K também pode influenciar o metabolismo do cálcio.
    • Magnésio: O magnésio desempenha um papel crucial na contração muscular e é necessário para a síntese de ATP, a principal fonte de energia para as células.
    • Zinco: O zinco é necessário para o crescimento e reparo dos tecidos, incluindo os músculos. Também desempenha um papel na função imunológica.
    • Ferro: O ferro é essencial para o transporte de oxigênio no sangue. A deficiência de ferro pode levar à fadiga muscular.

    É importante obter vitaminas e minerais por meio de uma dieta equilibrada e variada. Se você tiver dúvidas sobre a necessidade de suplementos, é recomendável consultar um profissional de saúde, como um nutricionista ou médico, para avaliação e orientação personalizada. A suplementação deve ser feita com cuidado, levando em consideração as necessidades individuais e evitando doses excessivas.

    O que fazer para aumentar o nível de vitamina D no organismo?

    Começamos este conteúdo falando sobre a relação da vitamina D com a exposição aos raios solares. Embora essa não seja a única forma de obter essa vitamina, é um dos caminhos mais precisos. Logo, a exposição ao sol, sobretudo nos braços e pernas por 20 minutos ao dia, pode ser uma boa prática. 

    Além disso, ainda é possível incluir vitamina D em seu plano alimentar, a partir de alimentos ricos nessa vitamina. Essa vitamina está presente em alimentos de origem animal e também em alguns cogumelos. Entre eles, vale destacar o salmão.

    Qual a melhor vitamina para recuperação muscular?

    Não há uma única vitamina que seja considerada a melhor para recuperação muscular, pois a recuperação muscular envolve uma interação complexa de vários nutrientes. Em vez de focar apenas em uma vitamina, é importante garantir uma ingestão equilibrada de nutrientes essenciais para promover a recuperação eficaz. Aqui estão alguns nutrientes importantes para a recuperação muscular:

    1. Proteína: Não é uma vitamina, mas a proteína é crucial para a recuperação muscular, pois fornece os aminoácidos necessários para a reparação e crescimento muscular. Fontes incluem carnes magras, ovos, laticínios, legumes e suplementos proteicos.
    2. Vitamina D: Ajuda na absorção de cálcio, essencial para a contração muscular. Uma deficiência de vitamina D pode afetar a saúde muscular.
    3. Vitaminas do Complexo B (B1, B6, B12): Contribuem para a produção de energia e são importantes para o metabolismo muscular. A vitamina B12 desempenha um papel crucial na formação de glóbulos vermelhos.
    4. Vitamina C: Importante para a síntese de colágeno e antioxidante, auxiliando na recuperação de danos oxidativos associados ao exercício.
    5. Vitamina E: Tem propriedades antioxidantes, ajudando a proteger as células contra o estresse oxidativo durante a recuperação.
    6. Cálcio: Essencial para a contração muscular. O cálcio desempenha um papel vital na regulação do ciclo de contração e relaxamento muscular.
    7. Magnésio: Importante para a função muscular, incluindo a relaxamento muscular, e desempenha um papel na síntese de energia.
    8. Zinco: Contribui para a síntese de proteínas e reparo tecidual, sendo importante para a recuperação muscular.
    9. Ômega-3 (Ácidos Graxos Essenciais): Possuem propriedades anti-inflamatórias e podem ajudar na redução da inflamação após o exercício.
    10. Creatina: Não é uma vitamina, mas é um composto natural encontrado em alimentos de origem animal. A creatina auxilia na recuperação muscular e no desempenho durante exercícios de alta intensidade.

    É fundamental obter esses nutrientes por meio de uma dieta equilibrada, composta por uma variedade de alimentos naturais. Em alguns casos, suplementos podem ser considerados, mas a orientação de um profissional de saúde, como um nutricionista, é recomendada para garantir uma abordagem adequada e personalizada. Além disso, uma hidratação adequada e a atenção ao descanso são elementos cruciais para a recuperação muscular eficaz.

    Aqui na Vicci, você encontra ajuda personalizada, seja para recuperar de uma lesão ou mesmo conseguir melhores resultados. Agora que você entende a importância da vitamina D para os músculos, sabe que é preciso estar em dia com os níveis de vitaminas em seu corpo, por isso, essa ajuda é essencial.

    Entre em contato e agende seu horário agora mesmo. 

  • Como aliviar dor no ombro?

    Como aliviar dor no ombro?

    O ombro é uma das principais e mais complexas articulações do corpo humano. Contando com uma série de músculos, tendões e ossos, os ombros são os responsáveis por movimentos simples, como levantar os braços. Levando em consideração a complexidade dessa articulação, é quase certo que em algum momento da sua vida você vai sofrer com algum tipo de dor no ombro.

    Dessa forma, este conteúdo se torna uma leitura indispensável, visto que vamos passar pelos detalhes mais relevantes e fazer com que você entenda o que pode causar essas dores.  

    O que você encontra neste conteúdo:

    • Como funciona o ombro. 
    • Principais causas de dores nos ombros. 
    • 6 dicas simples para aliviar dores nos ombros agora mesmo. 
    • Quando é necessário procurar um médico para dores nos ombros. 

    Como funciona o ombro: entendendo a anatomia dessa articulação

    Antes de falarmos sobre as causas de dores, vamos passar rapidamente pela anatomia do ombro, pois será importante para entendermos as causas de lesões. 

    Chamado de cintura escapular, o ombro é composto por 3 ossos: a escápula (ou omoplata), a clavícula e o úmero (osso do braço). A parte de cima  do ombro é formada por uma parte da escápula em formato de “dragona” chamado acrômio.

    Além disso, existem quatro articulações verdadeiras, além da presença de uma cápsula articular, um grupo de ligamentos que ligam o úmero à glenóide. Isso é fundamental para fornecer estabilidade e garantir os movimentos do ombro. 

    Principais causas de dor no ombro

    São diversas as causas de dores no ombro. Podemos citar desde as mais aparentes, como pancadas diretas, ou mesmo aquelas que são provenientes de doenças e condições subjacentes. 

    A seguir, vamos explicar algumas com detalhes, confira:

    Bursite 

    Quando falamos em dores no ombro, a bursite é sempre uma das causas mais comuns. Acontece devido por causa da inflamação da bursa, que são pequenos sacos cheios de líquido localizados nas articulações, servindo como proteção para tendões e os músculos durante a realização de movimentos. 

    A bursite pode ser causada pelo uso excessivo do ombro, sendo mais comum em pessoas que fazem atividades repetitivas com o braço, como atividades manuais ou esportivas, como por exemplo esportes como vôlei e tênis. 

    A bursite é caracterizada por dores agudas na parte superior ou frontal do ombro, que pioram à medida que é exigido movimento do ombro, mesmo que de forma leve. 

    Tendinite

    Essas dores são causadas por inflamações dos tendões do ombro. Os tendões que mais causam inflamações são os tendões do manguito rotador (supraespinal, infraespinal, subescapular e redondo menor) e o tendão da cabeça longa do bíceps.

    Assim como acontece com a bursite, e tendinite acontece por conta do uso demasiado da articulação ou mesmo após um movimento brusco, principalmente quando realizado de forma inadequada. 

    Sobre a bursite e tendinite, vale a pena falar que essas condições podem aparecer em conjunto, visto que a bursa e os tendões estão bem próximos. 

    Osteoartrose

    Esse é o tipo de artrose mais comum no ombro, que pode ser entendida como uma doença degenerativa crônica da cartilagem ou da estrutura óssea, causada pelo desgaste, muitas vezes natural, mas que também pode ser em decorrência de lesões esportivas. 

    Além das dores, sintomas como inchaço no local, sensação de “areia” na articulação e estalos durante os movimentos, mesmo os mais simples, são identificados por pacientes que passam por essa condição. 

    Capsulite adesiva

    Essa condição é uma inflamação crônica do ombro, muito comum em pessoas com diabetes e em mulheres com mais de 40 anos, que já tiveram o braço imobilizado por um longo período. 

    Fraturas e traumas

    Essas dores normalmente são fáceis de serem analisadas e tratadas, afinal, acontecem após uma pancada ou batida que afeta o ombro. Em decorrência podem surgir luxações, Torções, estiramentos e fraturas de ossos, eventos que podem causar dores no ombro. 

    O que fazer para aliviar a dor no ombro? 6 dicas simples

    Agora que você entendeu as principais causas e motivos para sentir dor no ombro, vamos passar algumas dicas básicas que podem te ajudar a aliviar essas dores. Lembrando sempre que este conteúdo é apenas educacional, isso quer dizer que apenas um médico é capaz de fornecer um diagnóstico preciso. 

    1. Aplicar compressa de água morna

    A temperatura alta de uma compressa de água morna faz com que os músculos da região relaxem, reduzindo a tensão e aumentando a circulação dos ombros, aliviando as dores. 

    2. Alongamentos para melhorar a dor no ombro

    Alongamentos musculares dos ombros e pescoço são muito eficazes no relaxamento de toda a região e consequentemente para o alívio de dores locais. Vale destacar que essas ações não devem forçar a articulação, ou seja, ao menor sinal de desconforto devem ser interrompidas. 

    3. Repouso

    Como sempre falamos, o repouso é essencial, sobretudo quando olhamos para a recuperação muscular. Se essas dores aparecem de forma repentina, após levantar peso, um impacto ou se foi após executar um mesmo movimento repetitivo, o ideal é descansar a articulação. 

    4. Cuide da sua postura para tratar dor no ombro

    É muito importante estar atento à postura correta para prevenir ou aliviar a dor no ombro, visto que a posição em que você trabalha, sobretudo sentado, pode impactar todo seu corpo, causando dores no ombro, costas e pernas. 

    Se você trabalha em frente ao computador, a atenção deve ser ainda maior por conta da posição dos braços. A dica é deixar o teclado próximo ao nível dos cotovelos, fazendo com que você não estresse na região dos ombros. 

    5. Tenha atenção ao seu sono

    A posição que você escolhe para dormir e o seu travesseiro são elementos relevantes para aliviar dores nos ombros. A dica de especialistas é trocar os travesseiros sempre que achar que estão sem qualidade, privilegiando um objetivo que mantenha a cabeça alinhada com o tronco. 

    Com relação à posição durante o sono. A posição ideal é de lado, de modo que a coluna fique alinhada e não seja pressionada. Por isso, evite dormir de bruços, essa posição aumenta a pressão no pescoço e na coluna e, consequentemente, pode fazer com que você sinta dores ao longo do dia. 

    6. Foco na hidratação e alimentação

    A hidratação é importante para combater uma situação de inflamação, visto que a falta de líquidos no corpo tende a prolongar o estado inflamatório. Além disso, o que você come também impacta na condição do seu organismo e na forma de lidar com situações de estresse e dores, por isso um bom plano alimentar é sempre sugerido. 

    Quando procurar um ortopedista para dor no ombro?

    Em muitos casos, sobretudo aqueles que derivam de movimentos e de esforços diários, uma boa recuperação bastará para aliviar as dores. No entanto, se você está sentindo uma dor severa ou crônica no ombro, é necessário consultar um ortopedista para entender melhor a causa desse desconforto, bem como saber quais os tratamentos indicados para aliviar e tratar a causa. 

    Aqui na Clínica Vicci, você encontra ajuda tanto para o diagnóstico, quanto para o tratamento e acompanhamento deste processo. Temos uma equipe completa e preparada para te atender com eficiência, possibilitando que você tenha acesso ao melhor tratamento para lidar com a dor no ombro sem abrir mão da qualidade de vida e saúde. 

    Entre em contato

  • Hérnia de disco: importância da fisioterapia

    Hérnia de disco: importância da fisioterapia

    A hérnia de disco é uma condição mais normal do que você imagina. No entanto, diferentemente do muita gente acredita, existem tratamentos eficientes para essa lesão lombar, possibilitando que seja tratada e que o paciente tenha uma rotina saudável e sem dores. 

    Como falamos, essa lesão é comum, de acordo com informação publicada na coluna Eu Atleta do site Globo.com, mais de 50% das pessoas com mais de 50 anos têm ou terão a condição, porém, a maioria dos casos sem nenhum sintoma de dor. Neste conteúdo, vamos explicar todos os detalhes sobre a hérnia de disco e ainda destacar a importância de sessões de fisioterapia para o seu tratamento, confira: 

    O que é hérnia de disco?

    Hérnia de disco é o nome dado ao processo de deslocamento do disco intervertebral, esse deslocamento acontece, na maioria das vezes, devido a um desgaste dos discos intervertebrais. Como consequência dessa lesão, é possível sentir dores nas costas e mudanças de sensibilidade para coxa, perna e também nos pés. 

    Para entendermos o conceito dessa lesão, vamos explorar um pouco a coluna vertebral. A coluna vertebral do corpo humano é composta por 5 partes: 

    • Cervical
    • Torácica
    • Lombar
    • Sacral 
    • Coccígea

    Ao longo da coluna vertebral existem articulações compostas pelas vértebras, entre essas estruturas estão os discos intervertebrais, formados por cartilagens, esses anéis fibrosos também possuem um núcleo gelatinoso conhecido como núcleo pulposo.

    Esses discos são essenciais, sobretudo, quando olhamos para a sustentação do nosso corpo, além de serem fundamentais para ações de rotação e mesmo de locomoção, visto que atuam de forma a reduzir o impacto de movimentos na coluna. 

    Assim a hérnia de disco acontece quando há um desgaste ou fissura desses anéis que ficam entre uma vértebra e outra da coluna vertebral, fazendo com que líquido pulposo extrapole o seu local, reduzindo seu volume e achatando toda estrutura desse disco. 

    Tipos de hérnia de disco

    Como o vazamento deste líquido é o principal gatilho para a hérnia de disco, podemos encontrar 4 diferentes situações:

    Abaulamento discal: esses são os casos mais simples, normalmente são caracterizados por uma mínima deformação do disco, sendo considerados os diagnósticos mais leves. 

    Protrusas: neste caso, o disco sofre um alargamento, porém não há vazamento do líquido, aumentando a sensibilidade no local, mas não afetando sua estrutura. 

    Extrusas: aqui, há o vazamento do conteúdo líquido do anel, que acaba impactando estruturas próximas à coluna vertebral. 

    Sequestradas: nesse quarto tipo de hérnia de disco também há o vazamento do líquido pulposo, porém, afeta o canal medular, impactando outros órgãos e regiões do corpo. Além disso, pode haver a presença de fragmento livre de disco, tornando este tipo o mais sério.  

    Sintomas dessa lesão

    Como falamos no começo deste conteúdo, o número de pessoas com hérnia de disco não é baixo. Porém, é possível ter este quadro sem o desenvolvimento de sintomas claros ou mesmo com dores leves de forma esporádica. 

    Além disso, quando olhamos para os principais diagnósticos da doença, identificamos alguns sintomas que sempre aparecem. Os principais são: 

    • Sensação de formigamento e/ou perda de força nas pernas: isso acontece devido ao impacto nas raízes dos nervos dos músculos da perna. 
    • Dores: as principais regiões de dores causadas pela hérnia de disco são a coluna, perna, braço e no pescoço. Normalmente, a dor começa na região lombar e tende a irradiar para as pernas. 
    • Alteração no funcionamento da bexiga ou do intestino.
    • Dificuldade em executar movimentos de elevação da parte anterior dos pés. 
    • Cãibras na perna. 

    O que causa a hérnia de disco?

    Como falamos no começo do texto, a hérnia de disco é resultado de um desgaste ou deslocamento do disco intervertebral, dessa forma, uma das principais causas é o envelhecimento natural e a ação orgânica do peso do corpo humano neste componente com o passar do tempo. 

    Isso acontece pois, à medida que envelhecemos, os discos em nossas colunas podem perder sua flexibilidade e elasticidade. Além disso, os ligamentos em torno dos discos se tornam frágeis e rompem com maior facilidade. 

    Por fim, questões como pouca atividade física e sedentarismo, tabagismo e má postura também são causadores dessa condição. Por fim, carregar ou levantar muito peso, sobretudo de uma forma incorreta, pode fazer com que o disco intervertebral seja afetado. 

    Como prevenir essa lesão?

    A seguir, você encontra 3 dicas básicas para evitar os fatores de riscos que contribuem para o surgimento da hérnia de disco. Confira:

    1. Ter cuidado com a postura: manter-se por um longo período de tempo em uma postura inadequada é um dos principais vilões quando falamos em hérnia de disco. Assim, ter cuidado na postura ao sentar-se para trabalhar ou mesmo realizar atividades diárias é fundamental. 
    2. Evitar o sedentarismo: uma rotina sedentária pode fazer com que seu corpo pressione a coluna inferior. Assim, se você passa longos períodos sentados, tente adicionar períodos regulares de exercício diariamente.
    3. Controlar o excesso de peso: a obesidade pode fazer com que você forneça uma carga elevada aos discos da sua coluna. Por isso, é importante ter atenção a este detalhe.

    Qual o tratamento para hérnia de disco?

    Para começarmos este capítulo, é necessário acabar com um mito. Existe uma falácia de que a maioria dos pacientes que possuem hérnia de disco precisam de uma intervenção cirúrgica. Na verdade, estima-se que em apenas 10% esse procedimento é indicado. 

    Para os outros casos, existem alguns outros tratamentos que são totalmente eficientes e menos invasivos. 

    Repouso e adoção de uma boa rotina: para os casos mais simples, o repouso é sempre algo a ser considerado. Além disso, a atenção sobre o colchão, postura e mesmo a cadeira que você utiliza em seu dia a dia são fundamentais. 

    Vale destacar que, nestes casos, a prática de exercícios de fortalecimento, alongamentos, atividades esportivas devem ser suspensas até a melhora dos sintomas agudos. Especialistas e estudos indicam que boa parte dos casos mais simples são curados a partir da cicatrização natural do corpo, visto que o corpo tende a reabsorver o impacto e reparar o que foi danificado no corpo. 

    Medicação: alguns remédios, como analgésicos simples, como dipirona e paracetamol, podem ser utilizados para casos de dor leve a moderada. Lembrando que isso não é um diagnóstico e apenas médicos podem passar uma receita. Desse jeito, na fase mais aguda da lesão, alguns anti-inflamatórios costumam ser indicados. 

    Alongamentos: alguns alongamentos da musculatura posterior das pernas, acompanhados de exercícios de extensão lombar e cervical podem ser interessantes para combater dores. 

    Cirurgia: o procedimento cirúrgico normalmente é indicado apenas em último caso, quando outros métodos não funcionam ou quando há algum agravamento do caso. 

    Importância da fisioterapia para tratar hérnia de disco

    Como você viu, alguns exercícios podem ajudar com as dores de hérnia de disco. Assim, a fisioterapia é fundamental para combater os sintomas e também para fornecer maior qualidade de vida ao paciente, visto que é possível aumentar a amplitude de movimentos e aumentar a resistência física.

    Por fim, ainda podemos destacar que a fisioterapia pode até evitar a possibilidade de uma cirurgia para resolver o problema.

    É sempre importante lembrar que o diagnóstico e a indicação do tratamento só deve ser feito por um médico. Além disso, a fisioterapia precisa seguir a necessidade do paciente, visto que existem diferentes tipos de exercícios, indicados para diferentes estágios da lesão.

    Aqui na Vicci, você conta com uma equipe de profissionais preparada para te ajudar, inclusive para tratar lesões como a hérnia de disco.

    Entre em contato agora e agende seu horário. 

  • Músculos da perna: 7 dicas para evitar lesões

    Músculos da perna: 7 dicas para evitar lesões

    Os membros inferiores são fundamentais para as diversas atividades que fazemos em nosso dia a dia. Ações simples, como andar até o trabalho ou brincar com os filhos, ou mesmo atividades mais profissionais como a prática esportiva, normalmente, utilizam esses membros. Por isso, neste conteúdo vamos falar sobre alguns cuidados com os músculos da perna que você precisa começar a ter hoje mesmo. 

    Sobretudo quando olhamos para lesões nos músculos da coxa e panturrilha, percebemos que são comuns. Dessa forma, alguns pontos simples podem evitar esses problemas e fazer com que você sinta dores ao realizar essas ações.

    Quais são os músculos da perna?

    Antes de falarmos sobre as dicas para evitar lesões, vamos explicar quais são os músculos da perna e apresentar alguns detalhes que você precisa saber. Assim, é importante compreender que existe uma divisão, que classifica em três grupos esses músculos:

    1. Parte anterior da perna, também conhecida como a parte da frente. 
    2. Parte lateral da perna. 
    3. Parte posterior da perna, que é a parte de trás da perna. 

    Músculos da região anterior da perna

    • Tibial anterior.
    • Extensor longo dos dedos.
    • Extensor longo do hálux. 
    • Fibular terceiro. 

    Músculos da região anterior da perna

    • Fibular curto. 
    • Fibular longo. 

    Músculos da região posterior da perna

    • Gastrocnêmio medial. 
    • Gastrocnêmio lateral. 
    • Músculo Sóleo. 
    • Músculo plantar delgado. 
    • Poplíteo
    • Flexor longo dos dedos. 
    • Flexor longo do hálux. 
    • Tibial posterior. 

    Entender essa nomenclatura é fundamental. Muitas vezes, os pacientes chegam com dores e lesões na coxa, panturrilha ou pé e ficam confusos com o diagnóstico, afinal, essas áreas são compostas por vários músculos. 

    Músculos da coxa

    Além dos músculos que apresentamos acima, vale a pena destacar os músculos da coxa. Mesmo que essa região faça parte da perna, é preciso entender os detalhes e características, afinal é uma das principais regiões afetadas por lesões, visto que é essencial para todo movimento do corpo. 

    • Músculo quadríceps: é conhecido como o principal músculo da perna, afinal, é o maior músculo do corpo e responsável por ações como chutar uma bola e pela manutenção da postura. 
    • Músculo sartório: esse é o músculo mais longo do corpo humano e possui função de conectar a perna com outros membros. 
    • Compartimento medial ou adutor: possui alguns músculos como pectíneo, adutor longo, adutor curto e adutor magno, grácil e obturador externo. 
    • Músculos posteriores da coxa músculos isquiotibiais: fazem parte dessa estrutura os bíceps femoral, semitendíneo e semimembranáceo.

    Como prevenir lesões musculares: 7 dicas para evitar lesão muscular na perna

    Agora que você conhece os principais músculos da perna, vamos à parte prática e apresentar 7 dicas simples para evitar lesões musculares, seja em atividades simples ou mesmo durante a prática esportiva. 

    Para você saber como prevenir lesões musculares, as 7 dicas são:

    1. Fazer exercícios de fortalecimento muscular. 
    2. Usar calçados confortáveis. 
    3. Prezar pelo descanso. 
    4. Entender os sinais do seu corpo. 
    5. Hidratar e se alimentar de forma correta. 
    6. Ter um treinamento correto. 
    7. Fazer uma avaliação médica.

    Abaixo falaremos sobre cada uma dela detalhadamente: 

    1. Fazer exercícios de fortalecimento muscular

    Uma das principais formas de evitar lesões nos músculos é adotando uma rotina que passe pela execução de exercícios para o fortalecimento dessas estruturas. Para quem pratica atividades físicas, essa necessidade é ainda mais evidente visto que é fundamental para a boa execução de movimentos. 

    Esse fortalecimento é o melhor caminho para gerar resistência aos músculos. No entanto, vale lembrar que esse processo deve acontecer de forma progressiva e sempre que possível com acompanhamento de profissionais, como um educador físico e fisioterapeutas. 

    2. Usar calçados confortáveis 

    Uma das dicas mais básicas para evitar lesões nos músculos da perna passa pela utilização de calçados apropriados e confortáveis. Essa dica vale mesmo para atividades do dia a dia, como trabalhar, ir ao supermercado ou mesmo ficar em casa. 

    Os músculos da perna, ao lado de toda a estrutura do pé, são os primeiros afetados pelo uso de sapatos inapropriados e desconfortáveis. Entender a estrutura da sua pisada e também a necessidade da atividade é fundamental. 

    3. Lembre da importância do descanso

    A regeneração muscular é um processo que faz parte do corpo humano, para isso, o momento do repouso é fundamental. Olhando para a rotina de quem pratica exercícios, a alternância é fundamental para evitar uma sobrecarga nos músculos e causar lesões musculares. 

    Além disso, uma boa noite de sono é essencial. Treinar seu corpo e mente para descansar faz com que todo seu organismo funcione melhor, incluindo seus músculos e o processo de regeneração muscular. 

    4. Entenda os sinais do seu corpo

    Uma das dicas mais simples para evitar lesões é evitar forçar seus músculos. Para isso, entender os sinais do seu corpo é essencial. Isso vale para dores, contrações e mesmo fadigas.

    Essas situações devem ser analisadas e, caso aconteçam com frequência, podem indicar que há algo de errado com sua estrutura muscular. Dessa forma, o melhor a se fazer é procurar um ortopedista ao primeiro sinal de uma possível lesão nos músculos da perna. 

    5. Atente-se à hidratação e alimentação

    O que você consome é fundamental para fornecer nutrientes e vitaminas necessários para a saúde do seu corpo como um todo, inclusive de seus músculos. A hidratação, por exemplo, é fundamental para manter todos os seus nutrientes. 

    6. Ter um treinamento apropriado

    Essa dica é focada em quem pratica algum tipo de atividade física, afinal, boa parte das lesões nos músculos da perna acontecem devido a essas ações. Por isso, ter um treinamento qualificado é fundamental para evitar esses problemas. 

    Esse treino deve levar em conta todas as características do seu corpo, começando pela necessidade de um bom aquecimento. Outro ponto muito importante é respeitar o limite de carga e tempo de descanso, o estresse de uma carga elevada e uma rotina intensa de treinos pode gerar lesões e fazer com que você fique mais tempo afastado dos treinos. 

    Portanto, é muito importante que o treino seja acompanhado de um profissional especializado no assunto. Um educador físico entende todos os detalhes e pode contar com ajuda de exames e ações e acompanhamento para compreender o grau de desgaste dos músculos e assim evitar lesões. 

    7. Fazer uma avaliação média com frequência

    Por fim, vale a pena falarmos sobre a importância de um acompanhamento médico para entender como anda a saúde dos seus músculos. Esse exame é feito por um ortopedista e pode contar com a ajuda de fisioterapeutas para o desenvolvimento de um trabalho de recuperação, fortalecimento e prevenção mais efetiva. 

    Fazer essa avaliação é algo que deve estar na agenda, sobretudo de pessoas que já contam com um histórico de lesões musculares. Dessa forma, é possível acompanhar o desenvolvimento e a recuperação dessas lesões, indicando o melhor momento para voltar aos treinamentos ou mesmo a necessidade de sessões de fisioterapia. 

    Como evitar lesão na panturrilha

    Para evitar lesões na panturrilha, é importante seguir algumas práticas preventivas. Aqui estão algumas dicas que podem ajudar a reduzir o risco de lesões nessa região:

    • Aquecimento adequado: Antes de qualquer atividade física, faça um aquecimento adequado para preparar os músculos da panturrilha. Isso pode incluir alongamentos suaves, exercícios de mobilidade articular e alguns minutos de atividade cardiovascular leve, como caminhada.
    • Fortalecimento muscular: Realize exercícios de fortalecimento da panturrilha regularmente para tornar os músculos mais fortes e resistentes. Exercícios como elevações de panturrilha, saltos e agachamentos podem ser incorporados ao seu programa de treinamento.
    • Progressão gradual: Ao iniciar uma nova atividade física ou aumentar a intensidade do exercício, faça isso de forma gradual. Aumentar a carga de treino ou a intensidade muito rapidamente pode sobrecarregar os músculos da panturrilha e aumentar o risco de lesões.
    • Alongamento: Realize alongamentos adequados da panturrilha após o exercício, quando os músculos estão aquecidos. Isso ajuda a manter a flexibilidade muscular e reduzir a tensão excessiva.
    • Calçados apropriados: Use calçados adequados e bem ajustados para a atividade que você está realizando. Sapatos inadequados ou desgastados podem aumentar o estresse nos músculos da panturrilha.
    • Superfície de treinamento: Se você está praticando corrida ou atividades que envolvem impacto, tente escolher superfícies de treinamento adequadas. Evite superfícies duras ou irregulares, pois podem aumentar o risco de lesões na panturrilha.
    • Descanso e recuperação: Dê ao seu corpo tempo adequado para descansar e se recuperar após o exercício. O descanso adequado permite que os músculos se recuperem e se fortaleçam.
    • Hidratação: Mantenha-se hidratado durante a atividade física para evitar cãibras musculares e reduzir o risco de lesões.

    Se você sentir algum desconforto persistente na panturrilha durante ou após o exercício, é importante procurar atendimento médico ou de um fisioterapeuta. Esses profissionais podem avaliar a situação, fornecer um diagnóstico preciso e recomendar o tratamento adequado.

    Aqui na Clínica Vicci em BH você encontra toda ajuda necessária para ter uma rotina focada na prevenção de lesões nos músculos da perna. Temos um time composto por profissionais de fisioterapia, ortopedia, nutrição e até educadores físicos para acompanhar você em seus objetivos. 

    Assim, você garante maior qualidade de vida para o seu dia a dia, assegurando que atividades, sejam elas focadas na prática esportiva, ou mesmo aquelas cotidianas, sejam realizadas sem dores ou complicações. 

    Portanto, se você está sentindo algum desconforto nos músculos da perna ou mesmo deseja iniciar um processo de prevenção de lesões.

    Entre em contato!