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  • Especial Copa do Mundo: 4 principais lesões no futebol

    Especial Copa do Mundo: 4 principais lesões no futebol

    A Copa do Mundo do Qatar está acontecendo e por isso vamos falar sobre as principais lesões no futebol. Isso quer dizer que, ao longo deste conteúdo, você vai entender sobre as lesões musculares, lesões de ligamentos e torções mais frequentes na prática deste esporte, passando também por algumas dicas para evitá-las. 

    Que o futebol é o esporte mais praticado no Brasil isso ninguém dúvida. Agora, o que pouca gente sabe é que esse é o desporto mais praticado em todo o mundo, para você ter a ideia, a FIFA (Federação Internacional de Associações de Futebol) calcula que o número de jogadores, amadores e profissionais, seja algo perto de 30,5 milhões em todo o mundo. 

    É claro que este número não leva em conta a função do esporte como lazer, ou seja, quem joga futebol com os amigos. No entanto, mesmo entre esses praticantes, o número de lesões é alto, afinal é um esporte de contato. Por isso, vamos explicar quais as lesões mais comuns durante essa prática. 

    Quais são as principais lesões no futebol 

    Para que possamos entender exatamente como funciona a natureza das lesões no futebol, vamos recorrer a um estudo feito pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) que determinou que entre jogadores profissionais, o ranking de lesões é composto por:

    • Lesões musculares. 
    • Lesões por choque entre jogadores (contusões). 
    • Torções. 

    A seguir, vamos apresentar alguns detalhes sobre algumas dessas lesões no futebol e também algumas dicas para prevenir e para se recuperar dessas situações, confira:

    1. Lesões de ligamento no joelho 

    As lesões no joelho, certamente estão entre as mais comuns entre os praticantes de futebol, seja de forma profissional, amadora ou mesmo recreacional. O motivo pode estar relacionado à natureza do esporte, afinal, envolve ações constantes de mudança de direção, demandando movimentos de rotação executados pelo joelho. 

    Alinhando a estes movimentos, percebemos um número alto de contatos, que tendem a fazer com que o joelho seja forçado, visto que a um impacto e deslocamento do pé fixado no chão e do ponto de contato. 

    Por conta destes detalhes, lesões como o rompimento de ligamentos do joelho, sobretudo o ligamento cruzado anterior e o ligamento colateral-tibial, acontecem com frequência. 

    2. Lesões musculares na coxa

    O segundo tipo de lesão mais comum durante a prática do futebol são as lesões nos músculos da perna, mais precisamente na coxa. O estiramento muscular é muito comum entre jogadores de futebol, visto que pode acontecer quando o movimento de chute não é uniforme ou mesmo durante uma corrida de alta intensidade, ação muito presente nessa prática. 

    Ao executar um movimento de chute, o músculo quadríceps da coxa está contraído, movimento responsável por gerar a força necessária para chutar a bola. Assim, ao finalizar o movimento, temos como resultado a contratura muscular ou mesmo o ligamento dessa estrutura, levando à lesão. 

    3. Lesões no tornozelo

    O tornozelo é uma das regiões mais afetadas pelo futebol, afinal, está no centro de disputas pela bola, sendo o grande responsável pelos chutes. Por conta disso, lesões como entorses e rompimento dos ligamentos são comuns. 

    Elas acontecem devido a pancadas do futebol, pisadas em falso ou mesmo em decorrência do estado do campo ou quadra. Por isso, é sempre importante adotar ações como o fortalecimento muscular, uso de calçados apropriados e recuperação correta, sobretudo após um impacto intenso no tornozelo. 

    4. Lesões no futebol por fratura

    Quedas, impactos fortes ou movimentos violentos são os principais responsáveis por lesões que representam fraturas em ossos. Por conta da característica do futebol, essas lesões acontecem com certa frequência, sobretudo em ossos dos braços, visto que são utilizados para suavizar quedas. 

    A fratura por estresse também pode acontecer. Neste caso, estão associadas ao movimento repetitivo e ao aumento de carga durante a prática. 

    Como evitar as lesões no futebol

    Agora que você sabe que o joelho, a coxa e o tornozelo são as principais áreas envolvidas em lesões no futebol, vamos deixar 5 dicas simples para evitar lesões, principalmente para praticantes do futebol como recreação. 

    1. Fazer fortalecimento muscular

    O fortalecimento muscular é fundamental para a prevenção de lesões musculares no futebol, visto que é a forma de preparar e condicionar seus músculos para movimentos e para o exercício como um todo. 

    Além de ser fundamental para evitar lesões musculares, como estiramento muscular, o fortalecimento também é importante para preparar seu corpo para pancadas, criando maior resistência.

    Além de exercícios focados no fortalecimento muscular, ações para aumentar e melhorar a flexibilidade também são importantes, visto que a biomecânica do futebol faz desse esporte um exercício dinâmico, ou seja, que utiliza vários músculos e estruturas corporais durante a prática. 

    2. Ter regularidade

    Quando olhamos para o cenário dos praticantes de futebol, sabemos que muitas pessoas possuem grupos de amigos que se encontram uma vez por semana para uma partida, as tradicionais “peladas”. 

    Nesses casos, manter a regularidade é essencial, afinal, boa parte das lesões acontecem por causa da falta de condicionamento físico e preparo do corpo para a atividade física. 

    3. Fazer aquecimento antes de começar a jogar

    Antes de iniciar a prática esportiva, é fundamental separar um momento para um aquecimento. Esse processo é importante para preparar seu corpo para os movimentos que serão exigidos a seguir, evitando assim lesões musculares, por exemplo. 

    4. Usar equipamentos adequados 

    O uso de equipamentos corretos é essencial para evitar lesões no futebol. Começando pelas chuteiras, esse calçado deve ser confortável e gerar segurança para as pisadas e para a fixação no chão, visto que um pé oferece suporte para o outro durante os movimentos. 

    Além disso, o uso de caneleiras, tornozeleiras e joelheiras também é importante. Esses últimos dois, são indicados em casos de pessoas que já contam com histórico de torções e lesões no joelho ou tornozelo. 

    5. Acompanhamento personalizado

    Por fim, uma dica importante para evitar lesões durante os jogos de futebol passa pelo acompanhamento de uma equipe de profissionais responsável por analisar o desempenho do seu corpo e criar ações para evitar esses problemas. 

    Esse procedimento passa por um acompanhamento com um ortopedista, capaz de analisar a performance muscular e identificar possíveis complicações na musculatura ou nas articulações que podem desenvolver para uma lesão. 

    A partir disso, pode-se contar com um profissional de educação física e mesmo ter acesso a algumas sessões de fisioterapia. O primeiro é importante para o fortalecimento muscular e para o tratamento localizado, já o segundo é importante para o tratamento dessas complicações antes das lesões. 

    Mesmo assim, as lesões no futebol vão acontecer

    Existe uma máxima que “futebol é um esporte de contato”, isso quer dizer que choques, pancadas e impactos acontecem a qualquer momento, aumentando a probabilidade de lesões.

    Assim, contar com um acompanhamento médico, passando por exames e monitoramento é fundamental para que as lesões não sejam mais sérias. Afinal, tão importante quanto o processo de evitar essas lesões é o tratamento e o acompanhamento para voltar ao jogo. 

    Aqui na Clínica Vicci, você encontra uma equipe preparada para te ajudar a tratar lesões causadas pelo futebol e também para ter uma rotina com mais saúde e qualidade de vida para praticar seu esporte favorito.

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  • Dor no quadril: quais as principais causas e tratamentos

    Dor no quadril: quais as principais causas e tratamentos

    Sentir dor no quadril não é algo raro. Vários estudos mostram que o estilo de vida da nossa sociedade e as atividades realizadas atualmente faz com que boa parte dos habitantes do planeta sinta algum tipo de incômodo nesta região. 

    Para tornar essa estatística mais concreta, vamos lembrar os números da Organização Mundial da Saúde, a OMS. Segundo os dados levantados em um estudo e publicados no Jornal da USP, 80% da população já teve ou terá algum tipo de dor na coluna. 

    Esse número é impressionante e também preocupante, visto que não podemos normalizar essa dor. Por isso, ao longo desses conteúdos vamos falar sobre as principais causas, tratamentos e detalhes que cercam o assunto dor no quadril. Acompanhe e entenda.  

    O que pode causar dor no quadril?

    Antes de falarmos sobre as causas de dores no quadril, vale a pena o destaque para uma característica dessa região. Diferentemente de outras regiões como o joelho e ombros, há uma dificuldade para palpar a articulação da região do quadril, desse jeito, cabe aos detalhes passados pelo paciente e às informações de exames de imagem. 

    Com isso em mente, podemos afirmar que existem vários causadores possíveis para dores no quadril. Entre eles, podemos destacar a inflamação do nervo ciático, dos tendões ou da bursa na região do quadril, como no caso da tendinite ou bursite. 

    Quando estudamos a natureza das patologias relacionadas ao quadril, encontramos 2 categorias: intra-articulares (dentro da articulação do quadril) e extra-articulares (ao redor da articulação), a seguir, vamos explicar as principais:

    1. Artrose do quadril

    No grupo das patologias intra-articulares esse quadro ganha destaque. A artrose do quadril é definida como resultado do processo de degeneração da cartilagem da cabeça do fêmur e do acetábulo (que compreende a região da bacia onde se encaixa a cabeça do fêmur), causando inflamação. 

    Essa condição é predominante em pessoas com mais de 60 anos, sendo acompanhada de sintomas como dor ao locomover, sentar ou mesmo realizar atividades rotineiras que envolvam a articulação do quadril. 

    Dor no quadril: quais as principais causas e tratamentos - idade avançada

    2. Tendinite

    Uma das outras causas comuns de dores no quadril é a tendinite, que está no grupo das extra-articulares. Esse quadro, normalmente, causa dor na articulação do quadril que, inclusive, é acentuada à medida que a pessoa realiza atividades que demandam maior intensidade. 

    Diferentemente da artrose, essa condição é mais comum em atletas que utilizam muito os tendões ao redor do quadril, afinal, tende a aparecer após uma sessão intensa de treinos e competições. 

    Além disso, quando olhamos exclusivamente para a tendinite dos glúteos, são mais comuns entre mulheres que possuem 40 e 60 anos de idade.  

    3. Bursite de Quadril

    Uma outra causa comum de dor no quadril é a Bursite de Quadril. Caracterizada por uma dor intensa na lateral do quadril, mais precisamente no osso conhecido como trocânter maior do fêmur, piorando quando o paciente está deitado de lado. 

    Na maioria das vezes, essa dor possui relação com a fraqueza da musculatura do glúteo. 

    4. Impacto femoroacetabular

    O Impacto Femoroacetabular, que atende pela sigla IFA, é uma patologia caracterizada pelo contato anormal e desgaste entre a cabeça do fêmur e o encaixe do quadril (acetábulo). Essa condição causa limitação da mobilidade da articulação e dor no quadril.

    O IFA pode resultar de uma alteração entre a forma da articulação, de movimentos repetitivos que acabam causando a lesão ou de fatores genéticos que favoreçam o desgaste do quadril. 

    5. Bursite Trocantérica

    Também vale a pena citarmos a Bursite Trocantérica. Para entender melhor, estamos falando de uma bolsa que temos na protuberância óssea do bumbum. 

    Dessa forma, ao sentarmos, é possível sentir o osso que fica em contato direto com a superfície. Nesse sentido, para não machucar diretamente o osso existe uma bolsa, a bursa, que é chamada de bursa isquiática.

    Essas dores são comuns em pessoas que possuem menor volume de musculatura das nádegas ou que passam muito tempo sentadas, afinal, demanda maior esforço para reduzir esse atrito. 

    6. Dor no quadril na gravidez

    Essa é uma das dores de quadril consideradas bem específicas. 

    A dor no quadril na gravidez afeta cerca de metade das grávidas e se deve ao efeito da relaxina sobre os ossos e articulações. 

    Desta forma, a articulação do quadril torna-se mais solta e gera maior desconforto, sobretudo quando a gestante adota má postura durante o dia.

    Para reduzir a dor no quadril na gravidez, a mulher pode utilizar uma cinta para quadril que ajuda a estabilizar a articulação e melhorar o bem-estar. Além é claro, de consultar o médico para entender sobre a situação geral da gravidez. 

    7. Fraturas por estresse no quadril

    Por fim, a última causa que merece destaque são as microfraturas causadas por esforços ou exercícios repetitivos e sequenciais que geram sobrecarga óssea.

    O problema é mais comum em atletas e praticantes de atividades físicas de alto impacto. 

    Além das dores no quadril, os sintomas da fratura por estresse também incluem inchaço e dor no quadril e na virilha, com ou sem movimento, que pioram com o tempo. 

    O que fazer para aliviar a dor no quadril?

    O método indicado para alívio depende da natureza da dor. Para casos em que a dor está na parte lateral, aplicar compressas quentes na região lateral do quadril e fazer exercícios de alongamento como deitar no chão e elevar o quadril podem ajudar a aliviar a dor.

    Quando a dor é no nervo ciático, pode ser aliviada com massagens na região do glúteo e fundo das costas, assim como exercícios de alongamento e fortalecimento das costas.

    Vale a pena lembrar que qualquer tratamento só pode ser iniciado com a prescrição médica. No caso da artrite, anti-inflamatórios, como Diclofenaco ou Ibuprofeno, e fazer sessões de fisioterapia costumam ser eficazes. 

    Como é o tratamento para dores no quadril?

    Da mesma forma que falamos para várias lesões, o tratamento da dor no quadril depende da patologia que está causando a dor, visto que cada quadro demanda um atendimento, um tratamento e um processo de recuperação diferente. 

    Em casos mais leves, essas dores e patologias podem ser tratadas com repouso, analgésicos e algumas sessões de fisioterapia, Por outro lado, existem alguns casos mais graves, dores, crônicas e lesões mais sérias que demandam alguma atenção e intervenção cirúrgica. 

    Quando é preciso se preocupar com uma dor no quadril? 

    É aconselhado ir ao médico ou procurar um ortopedista quando a dor no quadril é muito forte, surge de forma repentina, impossibilita a realização de movimentos como caminhar e sentar ou demora mais de 1 mês para desaparecer.

    Muitas pessoas têm dúvidas sobre qual médico procurar ao sentir dor no quadril. A principal recomendação é buscar atendimento junto a um ortopedista, esse profissional é capaz de orientar quanto aos exames necessários e também a respeito do tratamento adequado.

    Além disso, vale a pena procurar tratamento completo. Como falamos, sessões de fisioterapia são fundamentais para a recuperação e para o tratamento, sobretudo quando não são necessários métodos invasivos e cirurgia. 

    Aqui na Vicci, você encontra toda estrutura necessária para acabar com a dor no quadril. Temos médicos e fisioterapeutas prontos para te atender e iniciar agora mesmo o tratamento necessário para acabar com essas dores. Agende seu horário agora mesmo e livre-se desse problema. 

    Entre em contato

  • Ligamentos do joelho: o que fazer ao romper?

    Ligamentos do joelho: o que fazer ao romper?

    Lesões nos ligamentos do joelho são constantes, sobretudo, entre atletas e pessoas que praticam esportes. Tamanho é a intensidade dessas lesões que o rompimento desses ligamentos é considerada uma das principais contusões dessa importante articulação do corpo humano. 

    Nesse conteúdo, vamos apresentar tudo que você precisa saber sobre essas lesões e, principalmente, vamos passar algumas orientações sobre o que fazer quando você achar que rompeu os ligamentos do joelho. 

    Confira o que você encontra nesse conteúdo sobre ligamentos do joelho:

    • O que são os ligamentos do joelho. 
    • Quais os ligamentos dessa articulação. 
    • O que causa a ruptura ligamentar no joelho. 
    • Como saber se houve rompimento. 
    • Tratamento para essa lesão. 
    • O que fazer ao romper os ligamentos do joelho. 

    O que são os ligamentos do joelho?

    De uma forma bem simples, podemos dizer que os ligamentos do joelho são as estruturas celulares fibrosas responsáveis por ligar dois importantes ossos: o fêmur que é o osso da coxa, a tíbia que é o osso presente na perna.

    Esses ligamentos são fundamentais para a estabilidade do joelho, afinal, garantem que os movimentos sejam executados de uma forma saudável e sem excessos, limitando assim os deslizamentos entre esses ossos. 

    Quais os ligamentos do joelho?

    Existem 4 principais ligamentos no joelho, cada um é responsável por uma função e, consequentemente, pode sofrer uma lesão de rompimento. A seguir, vamos explicar cada um desses ligamentos. 

    1. Ligamento cruzado anterior (LCA)

    O Ligamento cruzado anterior, ou simplesmente LCA, é o ligamento que se encontra na parte central do joelho, sendo responsável pela estabilização anterior e rotacional da articulação. 

    2. Ligamento cruzado posterior (LCP)

    O Ligamento cruzado posterior, que atende pela sigla de LCP, é o ligamento localizado na parte central do joelho, sendo responsável por fazer a estabilização posterior dessa articulação. 

    3. Ligamento colateral medial (LCM)

    Ligamento colateral medial , ou LCM, também pode ser chamado de ligamento colateral tibial, visto que é responsável pelo ligamento da parte medial (interna) do joelho. Dessa forma, esse ligamento assume a responsabilidade de estabilizar o movimento do joelho realizado para dentro.

    4. Ligamento colateral lateral (LCL)

    O Ligamento colateral lateral, ou LCL, também pode ser chamado de ligamento colateral fibular, ocupando a posição de principal ligamento da parte lateral (externa) dessa articulação. Na prática, possui a função de garantir a estabilidade do movimento de varo, que pode ser entendido como o movimento realizado para fora. 

    O que causa o rompimento dos ligamentos do joelho?

    Os ligamentos são estruturas complexas e preparadas para aguentar grandes impactos e variações de movimento. No entanto, também são caracterizados pela baixa elasticidade, tornando possível a ruptura, o que chamamos de rompimento de ligamentos. 

    Na maioria das vezes, a lesão no ligamento do joelho, mais precisamente a ruptura dessa estrutura acontece devido a algum cenário de torção em algum dos ligamentos, que pode ocorrer devido a esforços repentinos ou pancadas que impactam diretamente essa articulação. 

    Esses eventos acontecem principalmente durante a prática de esportes como futebol, tênis, vôlei, basquete e ginástica olímpica. No entanto, o rompimento dos ligamentos do joelho também pode acontecer por causa de quedas, execução de movimentos errados ou mesmo acidentes. 

    Abaixo, listamos algumas causas que mais são identificadas como responsáveis pela ruptura de ligamentos no joelho. Veja quais são: 

    • Mudança de direção bruscamente, sobretudo quando um pé está bem fixo no chão. 
    • Movimento de parada repentina, principalmente ao executar atividades de corrida. 
    • Aterrissar de forma incorreta após um salto. 
    • Colisão com outra pessoa durante prática esportiva ou mesmo com um objetivo fixo. 

    Ligamentos do joelho: o que fazer ao romper? - rompimento no futebol é normal

    Como saber se houve rompimento do ligamento?

    Com certeza, a dor após algum dos eventos citados acima é a principal forma de saber, ou pelo menos ter um indício sobre essa lesão no joelho. Além disso, as principais lesões de rupturas nos ligamentos do joelho, normalmente, são acompanhadas de inchaço no local.  

    Depois desses dois principais sintomas, também podemos observar que muitos pacientes reclamam de uma sensação de insegurança ao tentar realizar alguma atividade mais intensa, especialmente quando é necessária alguma ação de mudança de direção. 

    Vale destacar que essa dor e o inchaço, em casos simples, podem desaparecer algumas semanas após o evento que causou a lesão. Porém, a  instabilidade e a incapacidade de confiar no joelho permanecem e dão sinais sobre a necessidade de um tratamento. 

    Para resumimos, os principais sintomas de uma ruptura do ligamento do joelho são:

    • Dor intensa no joelho. 
    • Inchaço no joelho, que normalmente aparece nas primeiras 24 horas após a lesão; 
    • Sensação de fraqueza ou frouxidão no joelho;
    • Redução da capacidade para realizar movimentos. 
    • Dificuldade para executar atividades básicas como caminhar, dobrar ou esticar totalmente o joelho;
    • Aumento da sensibilidade ao longo da linha da articulação do joelho.

    Como tratar uma lesão de ligamentos no joelho?

    Antes de qualquer orientação, é necessário lembrar que o tratamento para qualquer lesão ortopédica só pode ser aplicado por um médico. No caso da ruptura ligamentar, essa orientação profissional é ainda mais importante, afinal, varia de acordo com o ligamento afetado, gravidade dos sintomas e também do grau da lesão.

    Para casos mais leves, repouso e uso de medicamentos para lidar com a dor são os caminhos mais utilizados. Isso vale para aquelas lesões simples, que são chamadas de rupturas parciais. 

    Para os casos mais graves, além do que passamos acima, fisioterapia e intervenção cirúrgica são os caminhos mais aplicados. 

    As sessões de fisioterapia são importantes pois contam com exercícios que ajudam no fortalecimento e alongamento da articulação, com o objetivo de aumentar a flexibilidade, e também melhorando a estabilidade, aliviando assim a inflamação e a dor no joelho.

    Por fim, a intervenção cirúrgica pode ser recomendada pelo ortopedista, especialmente nos casos de rompimento dos ligamentos cruzado anterior ou posterior, visto que essas são as situações que contam com ligamentos completamente rompidos ou torcidos. 

    Essa cirurgia é feita com um enxerto de tecido o que permite ao médico reconstruir o ligamento afetado. Normalmente é necessário fazer sessões de fisioterapia  após a cirurgia para acelerar a recuperação.

    O que fazer ao romper o ligamento do joelho?

    Por fim, vamos à principal lição que você precisa tirar desse conteúdo. Ao identificar os sintomas que apresentamos e sabendo da ocorrência de um evento que pode ter ocasionado tal lesão, o único caminho é procurar um atendimento médico. 

    Para realizar o diagnóstico, o ortopedista irá analisar os sintomas, o histórico da atividade realizada, além da realização de exame físico do joelho. Por fim, para comprovar, o caminho mais adequado é a comprovação via exames de imagem, como raio X, ressonância magnética, ultrassom do joelho ou mesmo artroscopia em alguns casos. 

    Então, além de cuidados locais, como aplicação de gelo, repouso e interrompimento da atividade física realizada, o mais certo é fazer é procurar imediatamente um ortopedista. Esse profissional possui competência para diagnosticar, aplicar medicação necessária para aliviar dores e indicar o tratamento adequado. 

    Aqui na Vicci, você encontra tudo que precisa para tratar e diagnosticar lesões ortopédicas de todos os tipos. Contamos com uma equipe de profissionais composta por ortopedistas, fisioterapeutas e até educadores físicos para ajudar em sua recuperação. 

    Por isso, se você está com algum dos sintomas que passamos aqui e acha que pode ter rompido os ligamentos do joelho, entre em contato, agende seu horário e veja como acabar com esse problema. 

  • Dor crônica nas articulações: é normal?

    Dor crônica nas articulações: é normal?

    A dor crônica nas articulações, que também é chamada de dor articular em muitos casos, é um quadro que afeta muitas pessoas atualmente. Seja na realização de tarefas cotidianas, como subir escadas, trabalhar ou brincar com os filhos, ou mesmo durante a prática de atividades físicas, é possível presenciarmos queixas sobre essas dores. 

    Por causa dessa grande quantidade de pessoas que sentem, há um sentimento de que essas dores são normais. Porém, não é bem assim. Ao longo desse conteúdo você vai entender que sentir dor nas articulações não é um processo normal e que existem tratamentos para evitar, amenizar e acabar com esse problema. 

    O que você encontra nesse conteúdo sobre dores crônicas nas articulações:

    • O que é uma dor crônica?
    • O que é uma dor crônica nas articulações?
    • Como identificar uma dor crônica
    • É normal sentir essas dores?
    • Tipos de dores crônicas articulares
    • Tratamentos
    • Quando procurar um médico

    O que é uma dor crônica?

    Dor crônica é o nome dado às dores que permanecem por um período além do tempo de cura do tecido, articulação ou músculo, que, em geral, é de 3 meses. Além disso, podemos definir como a evolução da dor aguda, afinal, é um sintoma que acompanha o paciente por um prazo maior, ao invés de um momento único. 

    As dores crônicas, normalmente, são sinais de disfunções no sistema nervoso ou nas fibras nervosas do membro afetado. Outro fato interessante é que estão muito associadas a doenças progressivas como artrite reumatoide, artrose da coluna ou dos joelhos, fibromialgia ou câncer. 

    Por fim, para fecharmos este capítulo sobre o conceito de dores crônicas vale destacar que normalmente surgem após alguma lesão, evento ou infecção e podem ser agravadas por fatores externos. 

    A seguir, vamos entender mais sobre dor crônica nas articulações. Acompanhe:

    Dor crônica nas articulações

    Ainda na parte de conceitos, de acordo com o site da Secretaria de Saúde, a dor crônica nas articulações é um tipo de doença crônica e grave das articulações, que se apresenta sob várias formas. Em todas elas, provoca inflamação, dor e rigidez nas articulações afetadas.

    Ainda analisando o que diz essa fonte, com essas dores, as articulações enfraquecem e acabam por se deformar, a tal ponto que o seu funcionamento fica substancial ou mesmo totalmente prejudicado.

    Como identificar uma dor articular?

    É preciso destacar as diferenças entre dores articulares crônicas e dores musculares. Quando a dor é nos músculos, normalmente, é intensificada ao realizar movimentos que demandam alto esforço desses órgãos. 

    Por outro lado, uma dor articular é responsável por não permitir que o movimento seja realizado de forma completa. Além disso, ainda é possível sentir febre local e identificar vermelhidão local. 

    É normal sentir dor crônica nas articulações?

    Agora que o conceito está claro, vamos à resposta do questionamento inicial deste texto. Sentir dor nas articulações, apesar de ser algo comum, não é um quadro normal. 

    Na maioria das vezes, essas dores indicam que há algo de errado, normalmente uma lesão que não foi tratada corretamente. Quando olhamos para as dores crônicas, o cenário é o mesmo e esse problema precisa ser tratado para que não tenha uma evolução.

    Por isso, se você sente uma dor crônica em alguma articulação, é necessário procurar um ortopedista para entender do que se trata e começar um tratamento. 

    Tipos comuns de dores crônicas nas articulações

    O corpo humano possui três tipos de articulações e todas elas podem ser atacadas por essas dores. Abaixo, vamos explicar os principais quadros que são caracterizados por esses sintomas. 

    Artrite

    A artrite é uma inflamação nas articulações que provoca dores intensas e ainda afeta a capacidade de realização de movimentos. Existem várias causas para essa condição, no entanto, é mais comum em mulheres e está relacionada ao sobrepeso. 

    A artrite é um quadro crônico, mas pode ser tratada com anti-inflamatórios e sessões de fisioterapia, que ajudam principalmente na recuperação dos movimentos, na redução de dores e para evitar a piora do quadro.

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    Artrose

    Já que falamos da artrite, é preciso falarmos da artrose, visto que esses quadros são facilmente confundidos. A artrose ou osteoartrite como também é conhecida é uma patologia que pessoas com idade avançada e é causada pelo desgaste cartilaginoso, fazendo com que os ossos tenham um impacto entre eles durante o movimento

    O resultado direto são dores que evoluem com o passar dos anos e pode afetar várias articulações do corpo como joelho, cotovelo, coluna,  juntas dos dedos das mãos e demais que são revestidas com cartilagem. 

    Tendinite

    Tendinite é uma dor crônica associada à inflamação dos tendões, sobretudo pelo uso excessivo da articulação durante atividades como esportes, trabalhos, lazer ou mesmo de rotinas. 

    Pessoas que ficam sentadas por um longo período de tempo ao trabalho, por exemplo, podem desenvolver tendinite além de outros problemas relacionados à falta de uma postura correta. 

    Fibromialgia

    Por fim, vale a pena citar a  fibromialgia. Embora seja classificada como uma doença idiopática, é uma patologia crônica que resulta em algumas dores intensas por todo o corpo. 

    Sobre esse quadro, muitas vezes não há uma causa específica. Porém, as dores estão relacionadas com alterações emocionais e estresse elevado e podem gerar sintomas como cansaço excessivo, cefaleia e dificuldades para dormir e repousar de forma eficiente. 

    Quando procurar um médico para dores articulares?

    Já que as dores podem ser comuns, é preciso saber que existem alguns alertas sobre a necessidade de procurar um médico para começar um tratamento. 

    Nesse caso, os principais sintomas de que a dor articular pode evoluir para outra condição são:

    • Inchaço, sensação de queimação e vermelhidão da articulação
    • Novas erupções, manchas ou manchas roxas
    • Lesões na boca, nariz ou genitais
    • Dor no tórax, dificuldade para respirar ou uma tosse nova ou grave
    • Dor abdominal
    • Febre, sudorese, perda de peso ou calafrios
    • Vermelhidão ou dor ocular

    Quando constatada a frequência da dor e a presença de algum desses sinais, é necessário procurar um ortopedista, para que ele consiga identificar a natureza e, inclusive, definir se trata-se de uma doença com tratamento via reumatologia. 

    Por fim, vale destacar que as dores crônicas são comuns em pessoas de idade avançada, afinal, muitas são causadas pelo desgaste natural das articulações e cartilagens. Assim. a recomendação é que, mediante ao avanço da idade, a avaliação médica se torne uma rotina, prevenindo o avanço desses quadros e criando condições para amenizar essas dores. 

    Como tratar a dor crônica nas articulações?

    Como as dores crônicas normalmente afetam a funcionalidade do corpo humano, limitando movimentos e gerando inflamação, o fortalecimento por meio de atividades fisioterápicas é o principal tratamento. 

    Além disso, o uso de medicamentos também pode ser indicado, sobretudo para pacientes que possuem um histórico de doenças do tipo. Outro detalhe muito importante nesse tratamento é o repouso, afinal, é necessário oferecer descanso de qualidade para o corpo. 

    Agora que você já entende todos os detalhes sobre a dor crônica nas articulações, consegue definir se o que está sentido possui essa característica ou não. Além disso, já sabe também sobre a importância de um médico para diagnóstico e de fisioterapia para o tratamento. 

    Aqui na Vicci, você encontra tudo que é preciso para diagnosticar e tratar uma dor crônica nas articulações.

    Entre em contato e tenha acesso ao melhor time de profissionais preparado para te ajudar a ter saúde e qualidade de vida, sempre. 

  • Beber água: 10 mitos e verdades sobre hidratação

    Beber água: 10 mitos e verdades sobre hidratação

    Beber água é uma das principais ações que um ser humano pode realizar para cuidar da sua saúde. A hidratação correta é responsável por contribuir para o funcionamento de todo o organismo, no entanto, existem algumas afirmações que não são verdadeiras sobre o assunto. 

    Por isso, nesse conteúdo, vamos apresentar 10 mitos e verdades sobre o ato de beber água, dessa forma, você entende definitivamente a importância da hidratação e sabe em quais pontos ela te ajuda. 

    1. Beber água ajuda no processo de emagrecimento 

    Verdade. Vamos começar esse conteúdo com uma das principais afirmações que encontramos em conteúdos sobre emagrecimento ou mesmo em dietas: a importância da hidratação nesse processo. 

    Esse primeiro ponto é verdade pelo fato da hidratação correta ajudar o corpo a executar reações metabólicas que promovem a perda de peso. Vale destacar que isso só acontece quando há um plano alimentar bem estabelecido e o consumo de água seja alinhado com o consumo de outros alimentos e nutrientes. 

    Além disso, podemos dizer que beber água é importante para quem deseja emagrecer por alguns outros motivos:

    1. Controle do apetite: um estudo feito pela revista Obesity e citado no site do Hospital Proncor de Mato Grosso do Sul, beber água, uma quantidade próxima de 250ml, antes das refeições é um importante processo para estimular a sensação de saciedade, servindo para controlar o apetite. 
    2. Auxilia na digestão de alimentos: a água é responsável por fazer o transporte adequado de nutrientes, dessa forma, todo o processo de digestão é realizado de forma completa, permitindo que o corpo tenha acesso às vitaminas e componentes. 
    3. Controla a gula: muitas pessoas confundem a sede com vontade de comer. Por isso, uma boa hidratação é essencial para controlar a vontade de comer a todo momento. Alguns especialistas indicam beber água e esperar 10 minutos para entender se é fome ou sede.

    2. É recomendado beber 2 litros de água por dia

    Mito. Essa é uma das principais afirmações que encontramos por aí.  No entanto, essa conta não fecha e a recomendação não é a mesma para todas as pessoas. 

    É preciso levar em conta que cada indivíduo possui características importantes para determinar a quantidade ideal de consumo de água por dia, além disso, outras variáveis também precisam ser consideradas.

    Portanto, o tamanho e o peso de uma pessoa, a temperatura externa do ambiente e o ritmo de perda de líquidos que essa pessoa possui são elementos fundamentais para definir o quanto é necessário beber de água por dia.  

    Alguns especialistas afirmam que a conta mais precisa deve ser feita a partir da multiplicação do peso corporal por 35 ml. Porém, o melhor caminho é entender junto ao profissional de nutrição a quantidade correta para seu dia a dia. 

    3. Beber água gelada ajuda no emagrecimento

    Mito. Mais uma afirmação relacionada ao ato de perder peso. Dessa vez, é preciso destacar que a temperatura da água não afeta o processo de perda de peso. 

    É fato que, o organismo realiza uma ação para transformar a água gelada para uma temperatura considerada normal, processo chamado de termogênese. No entanto, o esforço é quase nulo e não há perda de calorias comprovada. 

    4. Beber água com gás e tão prejudicial quanto refrigerante

    Mito. A água com gás é uma bebida cada vez mais consumida pelas pessoas. Além de refrescar e matar a sede, a bebida ainda é importante para controlar a vontade de tomar refrigerantes. 

    Um dos mitos que acompanha a água com gás é o fato de ser prejudicial à saúde da mesma forma que refrigerantes, sobretudo quando olhamos para o acúmulo de peso. 

    Como falamos, isso é um mito. A água com gás tem a mesma quantidade de calorias da água mineral natural: zero. No refrigerante, a grande responsável pelos problemas da bebida é a quantidade de açúcar, o que não há na água com gás. 

    Beber água - agua com gas

    5.  É preciso consumir água mesmo sem a sensação de sede

    Verdade. Sentir sede é um sinal do corpo sobre a falta de água no organismo. No entanto, não é somente nesses momentos que você precisa ingerir água. 

    Como falamos, há uma quantidade determinada para cada pessoa. A sede é apenas o momento extremo dessa necessidade, ao longo do dia, é preciso beber água mesmo quando o corpo não indica essa necessidade. 

    6. É possível trocar água por sucos, chás ou outros líquidos. 

    Mito. A melhor forma de ingerir água é em sua forma direta ou ainda do líquido presente em alimentos, sobretudo aqueles naturais e sem adição de elementos como açúcares e sódio. 

    Por conta disso, as bebidas industrializadas como sucos, chás e refrigerantes, em sua maioria, contém um volume considerável de açúcar e sódio, que, em excesso, são fatores principais para o aumento do peso. 

    Além disso, essas bebidas não impactam na hidratação, já que não saciam como a água em seu estado puro.

    Para quem procura alternativas saborizadas, uma boa solução são águas aromatizadas, com folhas de hortelã, rodelas de limão ou laranja, ou ainda pedaços de frutas ricas em água, como morango. 

    7. Consumir muito sal ou açúcar aumenta a sede

    Verdade. Como falamos, a alimentação é fundamental para o processo de hidratação do corpo. Assim, é fato que o sal e o açúcar são nutrientes facilmente absorvidos pelo sangue, iniciando o processo de osmose e aumentando a necessidade de água. 

    Isso quer dizer que ao ingerir alimentos carregados de sal ou de açúcar, seu organismo precisa de mais água para suprir a falta das estruturas orgânicas do corpo. 

    8. É possível passar mal por consumir muita água

     Verdade. Os rins conseguem filtrar em média 800 a 1000 ml de água em uma hora em um adulto saudável e em condições normais. Isso quer dizer que, dentro desse limite, não há chance do consumo de água fazer mal para a saúde. 

    No entanto, especialistas afirmam que quantidades superiores a 3 ou 4 litros de água por hora podem aumentar o risco de hiponatremia. Nesse estado, percebemos a queda considerável do nível de sódio no organismo e no sangue, podendo gerar, entre outros sintomas, o sentimento de mal-estar. 

    Porém, é preciso considerar que atletas e em alguns casos especiais, há a necessidade de hidratação que extrapola o limite apresentado. Dessa forma, a melhor solução é sempre procurar uma orientação médica e nutricional para entender a demanda por água do seu corpo.

    Importância de um nutricionista

    Como falamos em várias partes desse texto, contar com um plano alimentar e um acompanhamento nutricional é fundamental também para o processo correto de hidratação. Esse profissional será responsável por indicar alimentos complementares ao consumo de água e também indicar a necessidade diária. 

    Além disso, essa orientação vai ocorrer de acordo com as suas demandas diárias, bem como características e objetivos. Assim, é um processo essencial para ter uma rotina com mais qualidade de vida e saúde. 

    Aqui na Vicci, você encontra uma equipe focada em te ajudar a ter mais qualidade de vida e saúde. Temos nutricionistas que atuam junto com outros profissionais para fazer com que você alcance seus objetivos, nesse plano, você sabe inclusive quanto é preciso beber água por dia.

    Entre em contato e agende sua consulta agora mesmo. 

  • Tipoia: quando você realmente precisa usar uma

    Tipoia: quando você realmente precisa usar uma

    A tipoia é um dos principais objetos utilizados no tratamento de pacientes com alguma lesão nos membros superiores. Mais precisamente, quando o objetivo é imobilizar ombros, braços e mãos, esse equipamento é sempre indicado por ortopedistas e também por fisioterapeutas. 

    No entanto, mesmo sendo um dos principais imobilizadores de uso médico, ainda existem alguns mistérios acerca deste equipamento. Por isso, nesse artigo vamos explicar alguns conceitos essenciais para te ajudar em um momento que for necessário o uso da tipoia. 

    O que é tipoia?

    De uma forma bem simples, podemos dizer que a tipoia é um tipo de instrumento imobilizador que proporciona suporte para as estruturas dos braços. Sua composição é bem simples, afinal, trata-se de faixa que passa ao redor do pescoço e envolve todo o braço, possibilitando a imobilização e garantindo que não fique solto. 

    Sobre essa composição, vale a pena destacar que, atualmente, já é possível encontrar modelos que possuem uma segunda faixa, essa passa ao redor das costas, impedindo que o braço se afaste do tronco.  

    Para que serve a tipoia?

    A função primordial da tipoia é fazer com que o indivíduo não tenha que fazer força para sustentar o braço, impedindo que seja preciso esforço no ombro, ou mesmo no antebraço. 

    Além de garantir estabilidade, a tipoia também é importante para a prevenção do aparecimento das tradicionais dores e sensações de formigamento após lesões nos ombros e braços, visto que é essencial para estimular a circulação de sangue de forma realmente eficiente e saudável.

    Pode dormir com a tipoia no braço?

    Para que a recuperação tenha bom resultado, o paciente precisa utilizar a tipoia 24 horas por dia, inclusive à noite ao dormir. A recomendação mais difundida é retirar apenas para o banho e para a execução de exercícios durante as sessões de fisioterapia focadas na recuperação do ombro ou braço machucado.

    Já que é necessário utilizar esse imobilizador para dormir, precisamos falar que esse é um dos principais desafios de quem precisa usar a tipoia, visto que é difícil encontrar uma possível de conforto. Inclusive, é comum escutarmos relato de paciente que escolheu dormir sentado para não afetar o uso desse equipamento. 

    Essa dificuldade é real, afinal quando deitamos, o braço tende a cair para trás, fazendo com que a dor no braço aumente. Uma dica importante para ajudar nesse momento é utilizar um travesseiro ou uma toalha enrolada atrás no braço para evitar justamente esse movimento. 

    Pode tirar a tipoia para dormir?

    Dormir com a tipoia no braço pode depender do tipo de lesão, do conselho médico específico e da recomendação do profissional de saúde. Em alguns casos, o uso da tipoia durante o sono pode ser necessário para imobilizar adequadamente o braço e permitir a recuperação adequada.

    No entanto, em outras situações, pode ser recomendado remover a tipoia durante o sono para permitir maior conforto e circulação sanguínea adequada. É essencial seguir as orientações do médico ou fisioterapeuta responsável pelo tratamento para garantir uma recuperação segura e eficaz. Portanto, é importante consultar um profissional de saúde para obter a recomendação correta para o seu caso específico.

     

    Tipos de tipoia e quando devo usar tipoia?

    Diferentemente do que muita gente pensa, não existe apenas um tipo de tipoia. A seguir, vamos apresentar os dois tipos e as suas características. 

    Tipoias simples – tipoia para braço

    Essas são as tipoias mais conhecidas e mais utilizadas por pacientes que sofreram algum trauma nos ombros e braços. Como falamos, sua principal atribuição é manter o antebraço imobilizado, concentrado na região próxima ao abdômen, com a mão voltada para o outro braço e encostada na barriga, e o braço formando um ângulo de 90º. 

    Esse tipo de tipoia geralmente é recomendado para pacientes que estão em processo de recuperação de fraturas, reabilitação de cirurgias, luxações e outros quadros médicos. 

    A tipoia simples pode ser apenas uma camada de tecido normal ou o modelo estofado, que é tradicionalmente conhecido como Velpeau.

    Vale destacar que, mesmo sendo um tipo simples, seu uso deve ser prescrito por um ortopedista que irá determinar qual a melhor tipoia para ombro para o seu caso. Esse médico é capaz de informar o prazo de uso necessário, contando com a ajuda de um fisioterapeuta para analisar a evolução da recuperação. 

    Tipoias funcionais com almofada

    O segundo tipo de tipoia possui uma almofada para fazer a sustentação do braço, deixando-o um pouco mais afastado do abdômen. Esse suporte deve ser posicionado na lateral da região abdominal e nunca sobre a barriga. 

    Quando comparamos com o primeiro tipo, percebemos que o paciente fica sempre com a mão apontada para frente. Quanto ao uso, na maioria das vezes as tipoias funcionais são usadas no período pós-operatório de cirurgias do manguito rotador.

    Quando é necessário usar uma tipoia?

    Como falamos, a tipoia é fundamental para reabilitação mais rápida e confortável em casos de fraturas e lesões ortopédicas, especialmente em situações que envolvem ossos quebrados, dores musculares e até mesmo em casos de ruptura de ligamentos. 

    Abaixo, listamos algumas situações que, normalmente, é indicado o uso desse instrumento:

    • Fratura da clavícula.
    • Luxação do ombro
    • Fratura do ombro
    • Cirurgia do manguito Rotador
    • Fraturas do braço (Úmero)
    • Fraturas do cotovelo
    • Fraturas do antebraço
    • Fraturas do punho
    • Fraturas do mão.
    • Sequelas de AVC

    Como saber o tamanho correto da tipoia?

    Uma dúvida muito comum diz respeito ao uso da tipoia, mais precisamente o tamanho adequado para utilização. Na prática, essa informação deve ser passada pelo ortopedista ou fisioterapeuta na hora de imobilizar pela primeira vez o ombro do paciente. 

    No entanto, existem algumas boas práticas e dicas para seguir. 

    A dica de especialistas é medir a distância entre a ponta do quinto dedo até a ponta do cotovelo, afinal, a distância pode ajudar a entender o tamanho necessário para cada paciente. 

    Porém, é preciso sempre considerar que cada fabricante possui um molde e esse padrão pode não ser aplicado para todos os modelos. Além disso, é preciso lembrar que a maioria das tipoias apresenta a faixa que passa por trás das costas, isso quer dizer que, dependendo do tamanho da circunferência abdominal do paciente, mudanças nessa fórmula podem ser vistas. 

    No fim das contas, o melhor caminho é sempre experimentar a tipoia antes de comprá-la e entender junto ao seu médico se esse é o tamanho correto.

    Como colocar tipoia em braço quebrado corretamente?

    Além de dormir, colocar a tirar a tipoia é um outro desafio presente na rotina de quem precisa usar esse equipamento. Para ajudar nesta prática, vamos apresentar o passo a passo para você colocar corretamente com e sem ajuda. 

    Como colocar a tipoia com ajuda de uma outra pessoa: 

    Passo 1: manter o cotovelo fletido, segurando por baixo do punho com a outra mão

    Passo 2: pedir para a pessoa ajustar a regulagem da tipoia, encontrando o tamanho correto e prendendo os velcros.

    Passo 3: ajustar a tira que passa no pescoço, permitindo que o braço forme um ângulo de 90 graus ou ligeiramente mais para cima para evitar inchaço.

    Passo 4: ajustar a tira que passa por trás das costas e ligar na frente da tipoia.

    Como colocar a tipoia quando não contar com ajuda de outra pessoa

    Passo 1: colocar a bolsa de sua tipoia aberta sobre um travesseiro, ajustando bem o braço, focando principalmente na estabilidade. 

    Passo 2: prender os velcros.

    Passo 3: manter o braço apoiado no travesseiro, passando a tira por cima do ombro e prendendo com cotovelo a 90 graus. 

    Passo 4: passar a outra tira por trás das costas e prender na frente (ou atrás) da tipoia, dependendo do modelo.

    Ajuda profissional para usar a tipoia

    Como vimos, a tipoia é um equipamento que faz parte do processo de recuperação de lesões nos ombros e braços. Por conta disso, deve ser utilizada em conjunto com outros tratamentos, como exercícios.

    Dessa forma, o fisioterapeuta exerce papel fundamental. Esse profissional é capaz de orientar sobre a utilização correta da tipoia e ainda indicar o modelo ideal. Por isso, se você acha que é preciso utilizar esse imobilizador para recuperação, entre em contato com a Vicci e marque seu horário junto à nossa equipe. 

  • Avaliação isocinética e biomecânica: importância para corredores

    Avaliação isocinética e biomecânica: importância para corredores

    A medicina ortopédica diagnóstica está cada vez mais evoluída. Hoje em dia é possível contar com alguns equipamentos e processos que ajudam em todas as etapas dessa área médica. Hoje, vamos apresentar os detalhes sobre a avaliação isocinética e a avaliação biomecânica, destacando a importância para atletas e corredores. 

    Esses cuidados, são fundamentais, afinal, evitar lesões é um dos principais desafios e objetivos de ortopedistas, fisioterapeutas e educadores físicos em conjunto com os próprios atletas.

    Não é de hoje que reportagens e matérias tentam descobrir os segredos para evitar lesões. Nesse conteúdo, vamos entender todos os detalhes sobre a avaliação isocinética e a avaliação biomecânica, instrumentos que estão se transformando em aliados essenciais para quem possui esse objetivo.  

    O que você encontra nesse conteúdo:

    • O que é avaliação isocinética. 
    • Importância da avaliação isocinética.
    • Como a avaliação isocinética é realizada.  
    • O que é avaliação biomecânica. 
    • Como acontece a avaliação .  
    • Importância da avaliação biomecânica. 
    • Quem deve fazer esses exame isocinetica. 

    O que é avaliação isocinética?

    Quando falamos em avaliação isocinética, estamos falando de um exame computadorizado que oferece uma análise muscular detalhada. 

    Esses detalhes envolvem informações sobre possíveis desequilíbrios, desgaste e lesões musculares e são percebidos por meio da quantificação da força, potência e resistência dos músculos. 

    Como essa avaliação é realizada?

    A avaliação isocinética é realizada por meio de um aparelho chamado Dinamômetro Isocinético Computadorizado. 

    Esse equipamento é responsável por registrar a ação e o esforço realizado em um determinado movimento, entendendo o trabalho dos músculos e o movimento articular. A partir desse registro, são gerados dados números e gráficos sobre déficits e desequilíbrios.  

    Na prática, as articulações de joelho, quadril, tornozelos, punho, cotovelo e ombro são as que mais se beneficiam desse exame. Essas articulações os músculos dessas áreas são expostos a sobrecarga de forma dinâmica até a capacidade máxima, gerando dados sobre a resistência do corpo durante a ação. 

    Qual a importância para corredores e atletas?

    A avaliação isocinética é importante para corredores e atletas por ser a forma mais eficiente de examinar detalhadamente a função e o desempenho dos músculos de uma maneira segura e confiável. 

    Além de ser utilizado como uma fonte muito confiável para quem vai realizar um procedimento cirúrgico ou mesmo em um momento de recuperação, teste isocinético também é importante para evitar lesões e para o fortalecimento muscular. 

    Para corredores e atletas, esse exame isocinetica entra na lista dos procedimentos necessários para ter uma rotina de combate de lesões. Sabemos que esses problemas acometem boa parte de atletas, profissionais, amadores e iniciantes, por isso, exames como esses são fundamentais. 

    Ortopedistas, fisioterapeutas e educadores físicos se beneficiam desses resultados. A partir desses dados é possível prescrever exercícios mais específicos para a demanda muscular de cada pessoa, fortalecendo e evitando lesões. 

    Indicações

    Abaixo, listamos as principais indicações para realização da avaliação isocinética. Confira:

    • Avaliação antes e depois de um procedimento cirúrgico. 
    • Avaliação para planejamento e preparação de uma série de exercícios físicos, sobretudo quando há um foco em trabalho muscular específico.  
    • Avaliação do equilíbrio muscular entre os membros;
    • Avaliação do equilíbrio muscular entre agonistas e antagonistas;
    • Quando é necessário melhorar o desempenho mcular. 
    • Para prevenção de lesões, sobretudo em pessoas que possuem um histórico de lesões musculares.

    O que é avaliação biomecânica?

    Da mesma forma da avaliação isocinética, a avaliação biomecânica é realizada a partir de uma tecnologia que permite a análise das respostas corporais a alguns movimentos, sobretudo aqueles frequentes em uma rotina de treinos ou prática esportiva. 

    Ao realizar uma avaliação biomecânica, algumas metodologias podem ser utilizadas para análise. Abaixo, vamos explicar as 4 principais:

    1. Eletromiografia: trata-se da análise a partir de um estímulo externo ao corpo. Normalmente são utilizados alguns tipos de contatos elétricos para entender a resposta da contração muscular nesse momento. 
    2. Cinematria: como o próprio nome indica, essa análise leva como base imagens e filmagens realizadas durante a execução de um determinado movimento. Velocidade de reação do músculo, posicionamento de membros, postura correta e força são alguns elementos que podem ser analisados a partir desse exame. 
    3. Antropometria: essa metodologia de análise é focada em entender a anatomia do movimento. Dessa forma, questões como a distribuição do peso durante a ação, as formas musculares e das articulações e mesmo as dimensões são focos de análise.
    4. Dinamometria: por fim, a última metodologia de análise está focada em questões envolvendo o dinamismo do movimento. Isso quer dizer que olhando para parâmetros de força e alcance é possível obter alguns resultados. 

    Indicações da avaliação biomecânica

    De uma forma geral, podemos apontar 3 principais indicações para a realização da avaliação biomecânica:

    1. Quando há o desejo de entender se há algum déficit musculoesquelético relevante, fator que pode ser importante para evitar lesões futuras. 
    2. Quando é necessário entender sobre a natureza de uma determinada dor que normalmente aparece durante um movimento ou prática de atividade física. 
    3. Para processos de recuperação, reabilitação e volta aos treinos. Nesse caso, o resultado da avaliação é fundamental para identificar o melhor momento para voltar à prática de atividade física de forma realmente segura.

    Qual a importância da avaliação isocinética e biomecânica para corredores e atletas?

    Em atletas, e os corredores estão nesse grupo, as lesões esportivas normalmente são classificadas em dois tipos.

    As lesões crônicas são aquelas que ocorrem devido aos movimentos intensos e repetitivos. Na maioria das vezes, as dores são sentidas em momentos específicos e não acompanham o atleta o tempo todo. No entanto, podem desenvolver e impedir a prática. 

    Por outro lado, existem lesões agudas. Essas são causadas por episódios isolados, que podem ser quedas, impactos, torções, entre outros. 

    Ao realizar a avaliação isocinética e a avaliação biomecânica o esportista passa a contar com dados precisos sobre os movimentos executados durante essa atividade. Dessa forma, os dados ajudam tanto na rotina necessária para evitar lesões agudas, quanto na recuperação e no fortalecimento para evitar lesões crônicas durante essa prática. 

    Portanto, essas avaliações são formas pouco invasivas e eficientes para que corredores e atletas, sejam amadores, profissionais ou iniciantes tenham uma rotina sem a presença de lesões ou mesmo mais saudável e próspera.

    Quem pode realizar a avaliação isocinética e avaliação biomecânica?

    Ao contrário do que muita gente pensa, tanto a avaliação isocinética quanto a avaliação biomecânica podem realizar esses exames, inclusive são processos indicados para esportistas de todos os níveis. 

    Como falamos, por meio dessas avaliações é possível estabelecer ações para evitar lesões e ainda ter mais qualidade de vida na prática de atividade físicas, mesmo em exercícios para iniciantes. 

    Portanto, mesmo para atletas amadores, esses exames são sempre indicados. Entender com detalhes como o músculo responde aos movimentos, é algo essencial para definir os níveis de esforços e também para evitar lesões. 

    Avaliação isocinética onde fazer?

    avaliação isocinética onde fazer

    Sabemos que as lesões são as principais responsáveis por fazer com que atletas se afastem de treinos. Por meio da avaliação isocinética e avaliação biomecânica é possível ter uma visão completa sobre a capacidade de execução desses movimentos. 

    Aqui na Vicci, você encontra tudo que precisa para ter um tratamento adequado ou mesmo para evitar lesões. Além da avaliação isocinética e avaliação biomecânica você vai ver que existem outras formas de alcançar esse objetivo.

    Entre em contato agora mesmo e agende seu horário.

  • Postura correta: como alcançar por meio da fisioterapia

    Postura correta: como alcançar por meio da fisioterapia

    Os problemas na coluna fazem parte da realidade de boa parte da população mundial. Nesse sentido, a fisioterapia se coloca como uma das principais aliadas para quem busca uma postura correta, seja em atividades cotidianas como andar ou trabalhar, ou mesmo para atividades físicas. 

    A realidade por trás das dores na coluna pode ser percebida por meio de números da Organização Mundial da Saúde, a OMS. De acordo com dados levantados em um estudo e publicados no Jornal da USP, 80% da população já teve ou terá algum tipo de dor na coluna. 

    Por isso, não há outro caminho: é preciso procurar formas de amenizar essas dores. Ao longo desse conteúdo você entende os motivos que colocam a fisioterapia como uma das principais formas de alcançar a postura correta. Confira:

    Qual a importância de manter a postura correta?

    Para começarmos, é necessário esclarecer o que é postura. Postura é a posição que uma pessoa mantém o corpo, seja enquanto está em pé, sentada ou mesmo enquanto está deitada. 

    Quando falamos em postura correta, estamos falando sobre qualidade de vida. O motivo é bem simples: essa posição influencia movimentos diversos e pode ser a fonte causadora de dores e complicações que vão desde a coluna, até os membros superiores, inferiores e ainda é uma das causas mais constantes de torcicolo. 

    Um outro ponto relevante sobre a importância de manter a postura correta está relacionado com a saúde de músculos e articulações. Esse fato é essencial para evitar a ocorrência de lesões ortopédicas. 

    Existe uma postura correta?

    Diferentemente do que muita gente pensa, não existe uma postura considerada correta para todo mundo. Cada pessoa conta com características diferentes, isso envolve peso, tamanho dos membros, por exemplo, assim, o indicado pode mudar. 

    A postura é resultado de uma busca pelo equilíbrio de várias partes do corpo, isso envolve uma boa mecânica e a capacidade de realizar movimentos de forma eficiente e sem comprometer o bem-estar.

    No entanto, existem algumas orientações gerais para ter uma postura correta. Abaixo, vamos ver algumas dicas para manter a boa postura em diferentes atividades. 

    No entanto, a dica geral é sempre procurar aquela que te deixa confortável, se não causa nenhuma dor no momento ou após, é um bom sinal de que é uma boa postura. 

    Melhor postura para andar

    Andar é um movimento simples e, em tese, não há complicação para realização dessa ação. No entanto, existem algumas considerações necessárias quando olhamos para a postura. 

    Andar com os ombros curvados, por exemplo, é um dos principais pontos de atenção durante esse movimento. 

    Por isso, a dica para andar passa pela postura ereta, alinhamento dos pés e braços e também a manutenção da cabeça reta. Essas ações contribuem para dar fluidez ao movimento e impedir que seja demandado um esforço elevado. 

    Além disso, é preciso considerar que estamos falando em boas práticas para o movimento contínuo. Sair desse padrão em momentos específicos e de forma esporádica não causa problema.

    Melhor postura para dormir

    O sono é um dos principais responsáveis pela regulação dos níveis de hormônios, além de ajudar a diminuir os níveis de cortisol no sangue. Dessa forma, adotar uma postura adequada para dormir é algo essencial para ajudar nesse momento e também para evitar dores no outro dia, visto que normalmente dormimos 8 horas por noite. 

    De uma forma bem direta, e novamente lembrando que existem algumas exceções, a melhor posição para dormir é de lado. Dessa forma, é possível deixar a coluna apoiada e em uma linha contínua, fator que contribui para evitar dores nas costas e também lesões na coluna.  

    Sobre a postura ao dormir, vale destacar que uma má posição afeta outras regiões do corpo e pode causar problemas como fadiga, apneia do sono, cãibras, má circulação e até azia.

    Postura correta para trabalhar ao computador

    O debate acerca da melhor postura para trabalhar no computador é tema central de conversas de escritório. Cadeira ortopédica, equipamentos de apoio de pés, encostos e mesas de diferentes são soluções eficientes, porém, só funcionam quando contam com a ajuda de uma boa postura. 

    Trabalhar sentado de frente para o computador é uma realidade de muitas pessoas atualmente, por isso, é tão importante entender quais são as boas práticas sobre a melhor postura. 

    A seguir, você confere 3 dicas para essa atividade:

    1. Com relação a isso, o principal ponto de atenção é a manutenção da coluna ereta. Esse passo é fundamental para a distribuição correta do peso sobre discos intervertebrais e para evitar a formação de coluna torta, popularmente conhecida como corcunda.
    2.   Não cruzar as pernas e deixar os pés apoiados no chão. Esse processo é importante para evitar um desequilíbrio e fazer com que apenas um lado do seu corpo receba o peso. 
    3. Controlar a altura da tela. A sua postura depende diretamente da distância e da altura da tela. Uma boa prática é deixar sempre a uma distância de 50 a 60 cm e sempre alinhado com o seu olhar, evitando a necessidade de esforço do pescoço para olhar sempre para cima ou para baixo.

    3 dicas para alcançar a postura correta

    A seguir, separamos 3 dicas gerais para começar um hábito mais saudável para sua coluna e melhorar a postura. Confira:

    1. Ter cuidado com os pesos: carregar pesos de forma equivocada é um dos grandes vilões para a postura e para a coluna. Isso pode ser percebido no fato de carregar bolsas ou mesmo no levantamento de peso na academia, a dica é sempre ter atenção ao movimento e evitar usar apenas um lado do corpo. 
    2. Praticar atividades físicas: como sempre falamos, levar uma vida saudável é um dos principais aliados para a saúde do seu corpo e com a postura não é diferente. A prática de atividades físicas é fundamental para o fortalecimento dos músculos das costas e do abdômen, impactando na manutenção de uma boa postura. 
    3. Evitar muito tempo em uma única posição: ter pausas entre o trabalho, mudar a posição com frequência e andar no meio do expediente são ações que impedem vícios na postura. 

    Como a fisioterapia ajuda a ter a postura correta

    Por fim, é preciso destacar a importância da fisioterapia para quem busca uma postura correta. 

    A fisioterapia é um dos caminhos naturais para quem busca melhorar a postura. Por meio de exercícios específicos é possível dedicar atenção aos movimentos, fortalecendo músculos e treinando o corpo como um todo. 

    Isso acontece devido a fisioterapia estimular o sistema neuromuscular por meio da associação de movimentos das articulações e músculos. Com isso, tensões, lesões e vícios musculares são estrategicamente afetados com os movimentos. 

    Portanto, além de contribuir para que você alcance uma postura correta, a fisioterapia também é importante para evitar lesões, tratar dores na coluna e outras alterações ortopédicas que podem comprometer todo o esqueleto humano.  

    O resultado é a melhoria da capacidade motora e uma adaptação natural dos movimentos para a rotina de cada pessoa, contribuindo para a qualidade de vida. 

    Aqui na Vicci, você conta com a melhor equipe de fisioterapia, além de outros médicos. Assim, você consegue apoio para ter uma postura correta, evitar dores na coluna e ter uma vida mais saudável.

    Entre em contato e agende seu horário agora mesmo. 

  • Miocardiopatia o que é e quais os sintomas?

    Miocardiopatia o que é e quais os sintomas?

    As doenças no coração são consideradas complicadas para qualquer pessoa, mesmo com todos os tratamentos avançados, é necessário sempre ter atenção. Por isso, ao longo desse conteúdo vamos mostrar todos os detalhes sobre a miocardiopatia, inclusive como prevenir e fortalecer esse órgão.  

    Esse tema é essencial para a saúde e qualidade de vida de qualquer pessoa. Para você ter ideia, em 2021, mais de 230 mil brasileiros morreram por doenças cardiovasculares. De acordo com levantamento feito pela CNN no portal de transparência da Arpen-Brasil (Associação dos Registradores de Pessoas Naturais) em parceria com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), o número é  6,8% maior ao ano anterior. 

    Por isso, não há outro caminho: é preciso entender sobre essas doenças e começar a adotar métodos para preveni-las. Então, vamos começar com a miocardiopatia.

    O que é miocardiopatia? 

    De uma maneira bem simples, podemos dizer que miocardiopatia é uma doença que afeta o sistema cardiovascular, impossibilitando o bombeamento de sangue necessário para o funcionamento do resto do corpo humano. 

    Para sermos mais precisos, a miocardiopatia causa alterações no músculo cardíaco, gerando esse interrompimento na capacidade de bombear o sangue. 

    Um ponto importante sobre essa doença é o fato de ser conhecida também como cardiomiopatia, portanto, você pode encontrar diagnósticos com os dois nomes. 

    Como essa alteração pode ser parcial, total e ainda em níveis diferentes, existem diferentes tipos dessa doença, a seguir vamos explicar os detalhes de cada um:

    Tipos de miocardiopatia: 

    Abaixo, vamos apresentar as diferenças entre miocardiopatia dilatada, hipertrófica e restritiva. 

    1. cardiomiopatia dilatada sintomas

    O tipo mais comum de miocardiopatia é a dilatada. Essa doença afeta, sobretudo,  o ventrículo esquerdo do coração, dilatando as fibras musculares, causando intensa dificuldade para realizar o bombeamento do sangue. 

    Esse tipo de miocardiopatia nem sempre está acompanhando de sintomas aparentes. Em boa parte dos casos, só é possível saber que o quadro é referente à miocardiopatia dilatada quando há uma manifestação de insuficiência cardíaca ou arritmia.

    No entanto, alguns sintomas mais leves podem estar associados ao processo de dilatação desse músculo do coração, os principais são:

    • Fraqueza e fadiga sem um motivo claro e de forma repentina.
    • Falta de ar, seja em momentos de atividade ou de repouso. 
    • Vertigens, tonturas ou desmaios
    • Abdômen inchado e ganho de peso repentino devido, principalmente, ao processo de retenção de líquidos. 
    • Palpitação e sensação de batimentos cardíacos acelerados de forma demasiada. 

    2. Miocardiopatia hipertrófica

    Como o nome sugere, a miocardiopatia hipertrófica é responsável por causar a hipertrofia do músculo do coração, deixando-o mais rígido e aumentando a dificuldade do processo de bombeamento do sangue. 

    Um dos principais fatores que podem levar à doença está relacionado com questões genéticas. Uma alteração na formação do músculo e das células pode provocar o desenvolvimento excessivo do músculo cardíaco, fazendo com que seja mais espesso que o necessário. 

    Assim como a miocardiopatia dilatada, boa parte dos casos não conta com um sintoma prévio, sendo diagnosticada apenas durante exames cardíacos ou mesmo em uma eventual complicação. 

    No entanto, existem alguns alertas que podem estar associados a uma alteração nas condições normais do músculo do coração, podendo indicar uma condição de hipertrofia. Entre esses sintomas, vale a pena destacar:

    • Dores no peito de forma constante. 
    • Palpitação e sensação de batimentos cardíacos acelerados de forma demasiada.
    • Sensação de falta de ar, sobretudo após a realização de exercícios físicos, ou mesmo de atividades corriqueiras como subir escadas. 

    3. Miocardiopatia restritiva

    O último tipo de miocardiopatia é a restritiva. Esse tipo é considerado a forma mais rara desta doença cardíaca. 

    Trata-se dos casos em que os ventrículos, que são as câmaras internas do coração, são rígidos e não possuem a flexibilidade necessária para realizar o movimento de expansão necessário para o bombeamento do sangue. 

    Pacientes que são diagnosticados com miocardiopatia restritiva normalmente possuem átrios maiores e ventrículos menores que o ideal. Essa desproporcionalidade é a causa chave para causar essa doença. 

    Por ser mais rara, as causas também são desconhecidas, entretanto, boa parte dos casos surgem a partir de outras condições cardíacas. 

    Como a cardiomiopatia é diagnosticada?

    Ao sentir algum desses sintomas, ou mesmo durante um exame cardíaco, a miocardiopatia pode ser detectada. Para a confirmação dessa doença, o médico conta com alguns exames:

    • Ecocardiograma: esse é o principal exame para diagnosticar doenças relacionadas ao coração. A partir de ondas de ultrassom é possível produzir uma imagem do coração e entender como está o processo de bombeamento de sangue. 
    • Ressonância magnética – a ressonância magnética é um exame muito comum para identificar lesões ortopédicas e também é importante no caso de cardiomiopatia. Por meio desse exame é possível analisar as estruturas e músculos do coração. 
    • Cateterismo cardíaco: esse procedimento é considerado mais invasivo do que os citados acima, porém, em alguns casos, pode ser necessário. Trata-se de um processo em que um cateter é inserido no coração, seja pelo braço, pescoço ou virilha. Por meio desse cateter o médico consegue avaliar a pressão do sangue.  

    Como é o tratamento para cardiomiopatia?

    Agora que todos os tipos de miocardiopatia, vamos esclarecer algumas questões sobre o tratamento dessa doença. 

    É preciso sempre lembrar que qualquer tratamento só pode ser definido por profissionais competentes, nesse caso um cardiologista. Para isso, esse médico leva em consideração exames, características do paciente e até mesmo o estado em que se encontra. 

    Por isso, as informações a seguir servem para que você tenha uma noção e não devem substituir o que o médico define. 

    Com isso claro, a miocardiopatia é uma doença que não possui uma cura definitiva, no entanto, existem tratamentos para prevenir complicações, controlar os sintomas, impedir o avanço da doença e fornecer saúde e qualidade de vida. 

    Os principais tratamentos passam por:

    • Alimentação saudável e controle de consumo de alimentos gordurosos. 
    • Atividades físicas moderadas, levando em consideração o limite de cada pessoa. 
    • Controle doenças que podem provocar complicações como hipertensão, diabetes e colesterol alto. 
    • Repouso regular, é fundamental contar com sono de qualidade. 

    Esses tratamentos, a adoção de um estilo de vida saudável é fundamental. Por isso, a seguir, vamos falar mais sobre esse tema:

    Hipertrofia no coração tem cura?

    A hipertrofia cardíaca não tem uma “cura” definitiva no sentido de reverter completamente o aumento do tamanho e espessura do músculo cardíaco. No entanto, é possível tratar a causa subjacente da hipertrofia, controlar os sintomas e prevenir complicações futuras.

    O objetivo principal do tratamento da hipertrofia cardíaca é gerenciar as condições subjacentes que estão causando o aumento do músculo cardíaco, como hipertensão arterial, doença valvar, doença arterial coronariana, entre outras. Isso envolve controlar a pressão arterial, reduzir a sobrecarga cardíaca, melhorar o fluxo sanguíneo para o coração e tratar qualquer condição subjacente que possa estar contribuindo para a hipertrofia.

    É importante ressaltar que a hipertrofia cardíaca requer acompanhamento médico regular e um plano de tratamento individualizado, baseado na causa subjacente e nas necessidades específicas de cada paciente. O tratamento pode ajudar a controlar os sintomas, melhorar a qualidade de vida e reduzir o risco de complicações cardiovasculares. Portanto, ao ser diagnosticado com hipertrofia cardíaca, é essencial buscar orientação de um cardiologista para o devido acompanhamento e cuidado.

    Além disso, o estilo de vida desempenha um papel fundamental no tratamento da hipertrofia cardíaca. Adotar hábitos saudáveis pode ajudar a controlar os fatores de risco e melhorar a saúde do coração e falaremos mais sobre isso a seguir!

    Qual a relação entre doenças cardíacas e vida saudável

    Como você viu, manter uma rotina saudável é fundamental para cuidar do coração e evitar doenças como a miocardiopatia. 

    A alimentação saudável é o principal pilar dessa questão. Manter um plano alimentar que contemple alimentos como carnes magras, peixes, frutas, vegetais, legumes e alimentos ricos em fibras é algo essencial para fornecer mais saúde para o coração. 

    Dessa forma, a dica é contar com um profissional de nutrição de forma constante, sobretudo para aquelas pessoas que já possuem histórico de doenças cardíacas ou mesmo que possuem alguma condição favorável ao desenvolvimento dessas doenças. 

    Por fim, uma rotina de exercícios físicos também precisa ser destacada. É claro que precisamos destacar que existem limites para quem possui miocardiopatia, no entanto, uma rotina ativa ajuda a manter nosso corpo mais forte e saudável, evitando fatores que podem ser complicadores como o excesso de peso. 

    O que você achou deste conteúdo sobre miocardiopatia? Aqui no nosso blog você encontra mais conteúdos sobre saúde e qualidade de vida, veja nossos materiais e encontre dicas e conhecimento para colocar em prática em seu dia a dia. 

    Entre em contato e receba mais orientações com o nosso cardiologista do esporte.

  • Importância da nutrição para o tratamento de diabetes

    Importância da nutrição para o tratamento de diabetes

    A nutrição é uma das áreas médicas que mais ganhou destaque nos últimos anos. Muito relacionada à busca por uma rotina mais saudável e qualidade de vida, o acompanhamento nutricional também tem sido responsável por bons resultados quando olhamos para o tratamento de diabetes. 

    De acordo com informações do Ministério da Saúde, o Brasil é o 5º país em incidência de diabetes no mundo, com 16,8 milhões de doentes adultos. Ainda segundo esses dados, até 2030, o número de pessoas com a doença deve chegar a 21,5 milhões em todo território nacional. 

    Dessa forma, é preciso entender alguns detalhes sobre essa doença e a importância da nutrição para o tratamento de diabetes. Assunto que é o tema desse conteúdo. 

    O que é diabetes?

    Para entendermos a importância da nutrição para o tratamento de diabetes, é necessário antes explicarmos algumas características dessa doença. 

    Diabetes é o nome dado à doença causada por complicações na produção ou na absorção de insulina pelo corpo humano, gerando o aumento do nível de glicose no sangue, processo chamado de hiperglicemia. A insulina é um tipo de hormônio que é produzido pelo pâncreas e possui um papel fundamental para a quebra de açúcar no sangue (glicose). 

    Portanto, a diabetes é uma doença que está relacionada diretamente com a alimentação, visto que o consumo de açúcar precisa ser compatível com a capacidade do corpo de processar essa substância. 

    Abaixo, vamos entender como funciona o tratamento de diabetes e estabelecer a importância de um acompanhamento nutricional. Acompanhe:

    Como é o tratamento da diabetes?

    O tratamento de diabetes passa pelo controle e redução dos níveis de glicose no sangue e também pela adoção de uma rotina mais saudável e controlada, sobretudo olhando para alimentação e práticas diárias como atividades físicas. A seguir, vamos entender os detalhes de cada uma dessas etapas. 

    Tratamento para diabetes com remédios

    Hoje em dia é possível contar com uma ampla lista de medicamentos que auxiliam pacientes em tratamento de diabetes. Esses remédios dependem do tipo da doença e também das características de cada pessoa. 

    Os medicamentos antidiabéticos mais comuns são: Glibenclamida, Gliclazida, Metformina ou Vildagliptina. Vale a pena destacar que o diagnóstico e a receita de medicação são ações que só podem ser realizadas por médicos. A automedicação não é uma prática segura. 

    Tratamento via doses de insulina

    Um dos caminhos mais tradicionais para o tratamento de diabetes passa pela aplicação de doses de insulina. 

    Atualmente, existem várias formas de aplicação dessa insulina sintética, possibilitando que o corpo tenha um volume maior do hormônio e consiga realizar a transmissão da glicose para todas as áreas do corpo. 

    Esse método é utilizado, sobretudo, em casos de pacientes que contam com baixa produção de glicose. Além disso, ainda é preciso saber que existem diferentes tipos de insulina, cabe ao médico entender qual o tipo mais indicado para cada paciente. 

    Tratamento de diabetes por meio de exercícios físicos

    Entre os tratamentos naturais, a prática de atividades físicas de forma regular é uma ação que ganha cada vez mais destaque e importância para a rotina de um paciente diagnosticado com diabetes. 

    O motivo é bem simples: estudos comprovam que uma rotina de atividade física ajuda a regular os níveis de açúcar no sangue, diminui a resistência à insulina e ainda contribui para o bom funcionamento do sistema cardiovascular e do sistema respiratório. 

    De uma forma geral, essa rotina é fortemente recomendada quando o nível de glicemia no sangue está abaixo de 250 mg/dL. 

    Normalmente, a indicação é que esses exercícios estejam presentes em, pelo menos, 3 momentos durante a semana. 

    Sobre a relação entre diabetes e atividades físicas é preciso destacar que as demandas particulares devem ser entendidas para a definição de uma rotina de treinos saudável. Pessoas que contam com alguma complicação em decorrência da doença, como retinopatia ou ferida nos pés, por exemplo, devem evitar algumas atividades que causem impactos. 

    No contexto geral, atividades de intensidade moderada e alta são recomendadas.  Caminhada, corrida, dança, ciclismo, natação ou remo e mesmo musculação podem ser caminhos eficientes para aumento da massa muscular, contribuindo para a melhoria da sensibilidade da insulina. 

    Por fim, o último ponto é sobre a necessidade de contar com o apoio de um educador físico. Esse profissional precisa saber sobre essa condição e levar em conta essa doença na hora de criar a rotina de treinos. 

    Dieta para tratamento de diabetes

    A alimentação exerce um papel muito importante para o tratamento de diabetes. Ter uma alimentação saudável é um dos pilares para ter qualidade de vida e, nesse caso, é importante para ajudar o corpo no controle dos hormônios necessários para o sangue. 

    Procurar um nutricionista é um dos primeiros passos do tratamento, afinal, esse profissional sabe quais alimentos devem estar presentes nessa dieta e consegue estabelecer um plano alimentar, com quantidades e porções indicadas.  

    Alimentos que normalmente são priorizados durante a construção de um plano alimentar para pacientes com diabetes:

    • Grãos integrais: sobretudo a farinha de trigo integral, o arroz e o macarrão integrais, flocos de aveia e quinoa;
    • Leguminosas: como feijão, soja, grão-de-bico, lentilha e ervilha;
    • Legumes em geral: preferindo os frescos, como alface, tomate, rúcula, acelga, abóbora, vagem, cebola.
    • Carnes magras: peixes brancos, frango, carne bovina magra, como músculo e patinho.
    • Frutas em geral: priorizando as frescas e inteiras ou em pedaços, como laranja, mamão, pêra, abacaxi, pêssego e tangerina.
    • Gorduras boas: de frutas como abacate e coco, e óleos vegetais como azeite extra virgem, óleo de abacate e manteiga. 
    • Oleaginosas: castanhas, amendoim, avelãs, nozes e amêndoas.
    • Leite e derivados: nesse tópico, vale a pena destacar que é sempre mais recomendado o consumo de alimentos que não possuem adição de açúcar e que sejam mais leves como iogurte natural desnatado, queijos brancos como ricota

    Alimentos que normalmente devem ser evitados:

    • Açúcar e doces em geral, como chocolates, balas e bolos. 
    • Mel e geleia de frutas. 
    • Bebidas açucaradas, como refrigerantes, sucos industrializados, achocolatados;
    • Tubérculos em geral, como batata, batata doce, mandioca e inhame. O carboidrato precisa ser controlado, focando em alimentos integrais. 
    • Carnes processadas, como presunto, peito de peru, salsicha, linguiça, bacon, mortadela e salame;
    • Bebidas alcoólicas, como cervejas, vinhos e destilados.

    Como contar com um acompanhamento nutricional?

    Atualmente, encontrar um bom apoio nutricional é um caminho essencial, sobretudo para quem foi diagnosticado com diabetes. Como vimos, alguns alimentos devem estar em um plano alimentar, destacando ainda mais a necessidade de um nutricionista. 

    É possível encontrar várias receitas, dietas e programas alimentares na internet. Essas dicas, quase sempre, servem como base para a alimentação diária, porém, não substituem o trabalho de um profissional de nutrição. 

    Um plano alimentar eficiente deve levar como base alguns dados individuais, sejam referentes à rotina de cada pessoa, aos gostos alimentares de cada um ou mesmo das restrições. 

    Aqui na Vicci, você tem acesso a um acompanhamento nutricional que leva em consideração as suas demandas. Além disso, ainda é possível contar com outros profissionais, para ter uma rotina ainda mais saudável.

    Portanto, agora que você entendeu a importância da nutrição para o tratamento de diabetes, o próximo passo é entrar em contato com a clínica Vicci e marcar sua consulta e ficar mais perto de contar com um plano alimentar que proporciona maior qualidade de vida. 

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