Tag: atividades físicas

  • Qualidade de vida no trabalho: qual a importância

    Qualidade de vida no trabalho: qual a importância

    Qualidade de vida é um assunto muito importante para nós aqui na Clínica Vicci. Em nossos conteúdos você encontra dicas e informações sobre como viver com mais saúde e impactar essa questão em seu dia a dia. Por isso, precisamos falar sobre qualidade de vida no trabalho, afinal, sabemos que boa parte do nosso dia é dedicado ao trabalho. 

    De acordo com números divulgados na Exame e coletados pela Pipo, 41% das empresas no Brasil não oferecem nenhum benefício de bem-estar. A tendência é que esse número diminua daqui pra frente, visto que doenças mentais como burnout e ansiedade são mais constantes e afetam a vida dos trabalhadores e também a produtividade da empresa.

    Nesse conteúdo, vamos explorar a importância da qualidade de vida no trabalho e ainda deixar dicas para melhorar o ambiente onde você exerce sua atividade profissional. Leia até o final e entenda: 

    O que é qualidade de vida?

    Antes de colocarmos uma lupa sobre o ambiente de trabalho, vale a pena ampliarmos o horizonte e definirmos o que é qualidade de vida. Mesmo sendo um termo comum no dia a dia, essa definição é importante para que as nossas dicas realmente sejam aplicáveis e para que o contexto faça sentido.

    Qualidade de vida é um conceito que se refere à satisfação e bem-estar de um indivíduo em diversos aspectos da vida, incluindo saúde física e mental, relações sociais, segurança, condições de trabalho, acesso a serviços públicos e privados, lazer e realização pessoal.

    Em termos mais amplos, a qualidade de vida pode ser vista como uma medida de desenvolvimento humano, e é frequentemente avaliada em termos de indicadores sociais e econômicos, como a renda per capita, a expectativa de vida, o índice de desenvolvimento humano e outros índices que medem o bem-estar das pessoas e das comunidades.

    Sempre que falamos sobre esse tema, inclusive em nosso conteúdo sobre a relação entre qualidade de vida e saúde, falamos que cada pessoa pode ter um entendimento sobre qualidade de vida. Porém, de forma geral, pode ser entendida como a capacidade de desfrutar de uma vida plena e satisfatória, que atenda às necessidades básicas e permita o desenvolvimento pessoal e a realização de objetivos e sonhos.

    É justamente quando olhamos para a questão de realização de objetivos que entramos no âmbito do trabalho. 

    Qual a importância da qualidade de vida no trabalho?

    Como falamos no começo desse conteúdo, a qualidade de vida no trabalho é um conceito que tem se tornado cada vez mais relevante no ambiente corporativo. 

    Podemos dizer que o principal objetivo é garantir que os profissionais tenham condições adequadas de trabalho que permitam o equilíbrio entre vida pessoal e profissional, bem-estar físico e mental, além de oportunidades de crescimento e desenvolvimento pessoal e em sua carreira. 

    A importância da qualidade de vida no trabalho está relacionada à satisfação dos colaboradores de uma empresa, que por sua vez pode influenciar diretamente na produtividade e na retenção de talentos dentro das organizações. 

    Além disso, um ambiente de trabalho saudável pode trazer benefícios tanto para a empresa como para os próprios funcionários, como redução do estresse, aumento da motivação e da criatividade, além de melhorias na saúde física e mental.

    Como promover a qualidade de vida no trabalho? 

    Quando olhamos para os departamentos das empresas, os profissionais na área de Gente e Gestão são os principais responsáveis pela promoção da qualidade de vida no trabalho de todos os profissionais que fazem parte do quadro de colaboradores da organização.

    Vale destacar que essas ações são cada vez mais importantes e necessárias. Diversas pesquisas e estudos apontam que os níveis de ansiedade e estresse no ambiente de trabalho aumentam a cada dia, portanto, é preciso pensar em atividades para equilibrar essa balança. 

    Entre as principais medidas que podem ser adotadas pelas empresas para promover a qualidade de vida no trabalho estão:

    Oferecer condições adequadas de trabalho

    As empresas devem fornecer equipamentos e mobiliário adequados, boa iluminação, temperatura agradável, e um ambiente organizado e limpo. Além disso, é importante que os funcionários tenham acesso a pausas regulares e espaços de descanso para aliviar o estresse e a tensão.

    Promover um clima organizacional saudável

    Um ambiente de trabalho agradável e colaborativo pode melhorar a motivação e a produtividade dos funcionários. Para isso, é importante estimular o trabalho em equipe, o diálogo e a comunicação aberta, além de criar oportunidades para que os funcionários se conheçam fora do ambiente de trabalho.

    Investir em capacitação e desenvolvimento

    Investir em treinamentos e programas de capacitação pode ajudar a desenvolver habilidades e competências dos funcionários, o que pode melhorar sua performance e satisfação no trabalho. Além disso, programas de desenvolvimento profissional também podem trazer benefícios para a empresa, como aumento da produtividade e da qualidade dos serviços prestados.

    Incentivar a prática de atividades físicas

    Oferecer benefícios como programas de ginástica laboral, incentivo ao uso de bicicletas para ir ao trabalho e flexibilidade para realização de atividades físicas fora do horário de trabalho podem melhorar a saúde física e mental dos funcionários, além de reduzir o estresse.

    Estimular o equilíbrio entre vida pessoal e profissional 

    É importante que os funcionários tenham horários de trabalho compatíveis com suas necessidades pessoais, como cuidados com filhos e familiares, atividades de lazer e descanso. Além disso, oferecer políticas de flexibilidade de horário, home office, e horários reduzidos pode trazer benefícios tanto para a empresa como para os funcionários.

    O que você pode fazer para melhorar sua qualidade de vida

    Apesar desse conteúdo falar exclusivamente sobre a qualidade de vida no trabalho, sabemos que não é possível separar 100% o lado profissional do lado pessoal. Assim, ações, atividades e a sua rotina fora do trabalho impactam no seu lado profissional, da mesma forma como sua rotina de trabalho impacta em outras áreas da sua vida.

    Dessa forma, a dica é focar na sua qualidade de vida em todos os momentos.

    Abaixo, você confere 8 dicas práticas para ver resultados:

    1. Tenha uma alimentação saudável: coma uma dieta equilibrada e variada com frutas, verduras, grãos integrais, proteínas magras e gorduras saudáveis. Um plano alimentar balanceado é fundamental para sua saúde e para sua qualidade de vida. 
    2. Faça exercícios físicos: mantenha-se ativo com exercícios regulares. Encontre uma atividade física que você goste e que possa praticar regularmente. Inclusive, se você precisa começar, veja nosso conteúdo com dicas de exercícios físicos para iniciantes. 
    3. Durma bem: estabeleça uma rotina de sono regular e tente dormir pelo menos 7 a 8 horas por noite. O sono é importante para sua saúde, afinal, ajuda em processos de recuperação do seu organismo e para dar energia. 
    4. Gerencie o estresse: pratique técnicas de gerenciamento de estresse, como meditação, respiração profunda, yoga ou outras atividades relaxantes.
    5. Mantenha relacionamentos saudáveis: cultive relacionamentos positivos com amigos, familiares e parceiros amorosos.
    6. Encontre um propósito na vida: tenha um objetivo significativo e uma paixão que o motive.
    7. Desenvolva uma vida espiritual: encontre uma prática espiritual que o ajude a se conectar com algo maior do que você mesmo.
    8. Evite hábitos prejudiciais à saúde: limite o consumo de álcool, evite fumar e evite drogas ilícitas.

    Lembre-se, a melhoria da qualidade de vida é um processo contínuo e pode exigir esforço e comprometimento, mas os benefícios valem a pena. Aqui em nosso site, você encontra conteúdos e informações que podem te ajudar nesse objetivo, além disso, acompanhe nossas redes sociais e fique por dentro de mais detalhes. Entre em contato

  • 6 dicas de como melhorar a saúde mental

    6 dicas de como melhorar a saúde mental

    A saúde mental é um componente importante da saúde global e afeta diretamente o bem-estar físico, emocional e social das pessoas. 

    De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a saúde mental pode ser entendida como “um estado de bem-estar no qual o indivíduo percebe suas próprias habilidades, pode lidar com os estresses normais da vida, pode trabalhar de forma produtiva e frutífera e é capaz de fazer uma contribuição para sua comunidade” (OMS, 2021). 

    No entanto, falar sobre saúde psicológica ainda é um desafio para muitas pessoas. Mesmo com o aumento de debates e materiais sobre o tema, ainda encontramos dificuldade em trabalhar o assunto que é fundamental para a nossa sociedade, visto que muitas pessoas sofrem com problemas de saúde mental, que podem variar de transtornos de ansiedade e depressão a doenças mentais mais graves. 

    Nesse conteúdo, vamos entender os detalhes sobre saúde mental. Além disso, você encontra algumas dicas práticas para aprender como cuidar da saude mental. Confira:

    Importância de melhorar sua saude mental

    A saúde mental é essencial para o bem-estar, para a qualidade de vida e para a saúde de forma geral. Além disso, no dia a dia, é algo fundamental para a capacidade das pessoas de lidar com os desafios diários, gerenciar relacionamentos, trabalhar de forma produtiva e lidar com situações estressantes. 

    A saúde mental também afeta a capacidade de uma pessoa de aprender, crescer e se desenvolver ao longo da vida.

    Quando a saúde mental de uma pessoa é comprometida, isso pode levar a uma série de problemas, incluindo:

    • Dificuldades em relacionamentos pessoais e profissionais.
    • Problemas de saúde física, como doenças cardíacas, obesidade e diabetes.
    • Dificuldades em lidar com situações estressantes e traumas.
    • Baixa autoestima e autoconfiança.
    • Comportamento de risco, incluindo abuso de substâncias que não fazem bem para a saúde. 

    Qualidade de vida e saúde da mente

    A saúde mental e a qualidade de vida estão relacionadas em todos os contextos possíveis. A qualidade de vida refere-se ao bem-estar físico, psicológico e social de uma pessoa, enquanto a saúde mental é um componente importante do bem-estar psicológico.

    Problemas de saúde mental, como ansiedade, depressão e estresse, podem afetar significativamente a qualidade de vida de uma pessoa. Como você viu acima, esses problemas podem afetar a capacidade de uma pessoa de desempenhar atividades diárias, trabalhar, estudar, manter relacionamentos saudáveis ​​e aproveitar a vida em geral.

    Por outro lado, ter boa saúde psicológica pode melhorar a qualidade de vida de uma pessoa. Uma boa saúde mental pode ajudar a aumentar a autoestima e a autoconfiança, melhorar o humor e o bem-estar emocional, aumentar a resiliência e melhorar os relacionamentos interpessoais.

    Além disso, a saúde mental também está relacionada à saúde física. Problemas de saúde psicológica podem levar a comportamentos prejudiciais à saúde, como fumar, beber em excesso e falta de atividade física, fatores que podem aumentar o risco de problemas de saúde física, como doenças cardíacas, diabetes e obesidade.

    Portanto, é importante entender como cuidar da saúde mental para melhorar a qualidade de vida geral. Isso pode incluir cuidar da saúde física, manter conexões sociais positivas, buscar ajuda profissional quando necessário e adotar hábitos saudáveis ​​de sono e adotar uma alimentação saudável. 

    Problemas de saúde comuns relacionais à mente

    Existem muitos problemas de saúde mental diferentes que afetam as pessoas em todo o mundo. Alguns dos problemas de saúde psicológica mais comuns incluem:

    Depressão: A depressão é um transtorno de humor que causa sentimentos persistentes de tristeza, perda de interesse e falta de prazer em atividades. Pode ser um transtorno debilitante e pode levar a uma série de outros problemas de saúde.

    Ansiedade: A ansiedade é um sentimento de preocupação, medo ou apreensão em relação a eventos futuros. Pode ser um transtorno incapacitante que interfere na vida diária de uma pessoa. Inclusive, muitas vezes um dos mais impactados é o sono, considerando a importância do repouso para o corpo e a mente é um fator a ser sempre analisado. 

    Transtornos alimentares: Os transtornos alimentares são distúrbios psicológicos que afetam a alimentação e o comportamento alimentar. Eles incluem anorexia nervosa, bulimia nervosa e transtorno de compulsão alimentar.

    Transtornos de personalidade: Os transtornos de personalidade são transtornos mentais que afetam a forma como uma pessoa pensa, sente e se comporta. Eles incluem transtorno de personalidade borderline, transtorno de personalidade narcisista e transtorno de personalidade esquizóide.

    6 dicas para cuidar da saúde mental 

    Como falamos, cuidar da saúde psicológica é essencial para o bem-estar geral e a qualidade de vida. Abaixo, vamos apresentar as 6 dicas de como cuidar da saude mental, no entanto, é sempre importante considerar procurar um médico especialista, sobretudo em caso de algum sinal de complicação.

    1. Busque apoio social: Manter conexões sociais fortes e positivas pode ajudar a melhorar o humor, reduzir o estresse e aumentar a resiliência. Mantenha contato regular com amigos, familiares e outras pessoas importantes em sua vida.
    2. Cuide do seu corpo: Uma dieta saudável e equilibrada, exercício regular e sono suficiente são essenciais para a saúde mental. O exercício físico libera endorfinas, que ajudam a melhorar o humor, e a alimentação saudável pode fornecer nutrientes importantes para a saúde mental.
    3. Pratique meditação: A prática da meditação pode ajudar a reduzir o estresse, aumentar a resiliência e melhorar o foco e a concentração. Existem muitas técnicas e aplicativos disponíveis para ajudar a começar.
    4. Faça coisas que lhe dão prazer: Dedique um tempo para fazer coisas que você gosta e lhe dê prazer. Isso pode incluir hobbies, atividades ao ar livre ou simplesmente passar tempo com amigos e familiares.
    5. Desafie seus pensamentos negativos: Pratique a identificação e o desafio de pensamentos negativos ou distorcidos. Isso pode ajudar a reduzir a ansiedade e a depressão e melhorar a autoestima e a autoconfiança.
    6. Busque ajuda profissional se necessário: Se você estiver enfrentando problemas de saúde mental, não hesite em buscar ajuda profissional. Existem muitas opções de tratamento disponíveis, incluindo psicoterapia, medicamentos e terapias complementares, como a terapia cognitivo-comportamental.

    Saber como melhorar a saude mental é um processo contínuo e envolve a adoção de hábitos saudáveis ​​e a busca de ajuda quando necessário. Lembre-se de que cuidar de sua saúde mental é tão importante quanto cuidar da saúde física e pode melhorar significativamente sua qualidade de vida.

    Dicas de saúde: exercícios físicos e saúde mental

    Exercícios físicos regulares podem ter uma relação positiva com a saúde mental. Há diversas evidências científicas que mostram que a atividade física pode ajudar a reduzir os sintomas de ansiedade, depressão e estresse. 

    Além disso, os exercícios físicos também podem aumentar o bem-estar emocional, a autoestima e a autoconfiança.

    Uma das principais razões pelas quais o exercício físico pode melhorar a saúde mental é por causa da liberação de endorfinas, que são substâncias químicas produzidas pelo cérebro que ajudam a melhorar o humor e reduzir a dor e o estresse. 

    Os exercícios físicos também podem ajudar a melhorar a circulação sanguínea e a oxigenação do cérebro, o que pode aumentar a função cognitiva e melhorar o humor.

    Além disso, os exercícios físicos podem ajudar a reduzir os níveis de cortisol, um hormônio associado ao estresse, e a aumentar os níveis de serotonina e dopamina, neurotransmissores que estão relacionados ao humor e ao bem-estar emocional.

    É importante notar que a intensidade e a duração dos exercícios físicos podem afetar a saúde mental de maneiras diferentes. Por exemplo, exercícios físicos moderados e regulares, como caminhadas ou ciclismo, podem ajudar a reduzir a ansiedade e o estresse. 

    Por outro lado, exercícios físicos de alta intensidade, como levantamento de peso ou corridas intensas, podem aumentar a produção de cortisol e, em alguns casos, aumentar a ansiedade.

    Portanto, é importante escolher uma atividade física que seja agradável e que possa ser mantida regularmente. Os exercícios físicos podem ser uma forma eficaz e acessível de cuidar da saúde mental e melhorar o bem-estar geral.

    O que fazer para melhorar a saúde mental

    1. Mantenha uma Rotina Saudável: Estabeleça uma rotina diária consistente que inclua horários regulares para dormir, comer, trabalhar, exercitar-se e relaxar. Isso pode ajudar a criar um senso de estabilidade e previsibilidade.
    2. Exercício Físico Regular: A atividade física regular libera endorfinas, substâncias químicas que melhoram o humor, reduzem o estresse e aumentam a sensação de bem-estar. Mesmo caminhadas curtas ou exercícios leves podem fazer a diferença.
    3. Alimentação Saudável: Uma dieta equilibrada com alimentos ricos em nutrientes essenciais pode ter um impacto positivo na saúde mental. Evite o consumo excessivo de açúcar, cafeína e alimentos processados.
    4. Descanso Adequado: Ter uma boa qualidade de sono é fundamental para a saúde mental. Tente manter um horário regular de sono e criar um ambiente propício para o descanso.
    5. Prática de Relaxamento: Aprenda técnicas de relaxamento, como meditação, ioga, mindfulness ou respiração profunda. Essas práticas podem ajudar a reduzir o estresse e a ansiedade.
    6. Mantenha Relações Sociais: Mantenha conexões sociais com amigos e familiares. O apoio social é essencial para o bem-estar mental.
    7. Estabeleça Metas Realistas: Defina metas alcançáveis e comemore suas realizações. Isso pode aumentar a autoestima e a motivação.
    8. Aprenda a Dizer Não: Não sobrecarregue-se com compromissos e tarefas. Saiba dizer não quando necessário para proteger sua saúde mental.
    9. Desenvolva Resiliência: Aprenda a lidar com o estresse e as adversidades de forma saudável. Isso envolve desenvolver habilidades de resolução de problemas e buscar apoio quando necessário.
    10. Busque Ajuda Profissional: Se você estiver enfrentando desafios significativos de saúde mental, como depressão, ansiedade, transtorno bipolar ou outros, não hesite em procurar a ajuda de um profissional de saúde mental, como um psicólogo, psiquiatra ou terapeuta. Eles podem oferecer tratamento e orientação adequados.
    11. Evite o Uso Excessivo de Substâncias: Evite o abuso de álcool, drogas ou outras substâncias que podem afetar negativamente a saúde mental.
    12. Cultive Interesses e Hobbies: Envolva-se em atividades que você gosta e que proporcionem prazer. Isso pode ajudar a aliviar o estresse e aumentar a satisfação pessoal.

    Aqui na Vicci, você encontra toda ajuda necessária para focar em sua saúde e aprender como melhorar a saude mental. Temos uma equipe médica multidisciplinar preparada para fazer com que você tenha tudo que precisa para adotar uma rotina mais saudável, melhorando assim sua saúde mental.  Entre em contato

  • Tuberosidade isquiática: o que é e como afeta atletas

    Tuberosidade isquiática: o que é e como afeta atletas

    Chegou a hora de falarmos sobre Tuberosidade isquiática, leia até o final e entenda exatamente o que é e como afeta o dia a dia dos atletas. 

    Tuberosidades isquiáticas e trocânteres são as proeminências ósseas mais próximas ao assento, sendo as partes da pelve submetidas a maior pressão na postura sentada.
    Região isquiática: Tuberosidades isquiáticas e trocânteres são as proeminências ósseas mais próximas ao assento, sendo as partes da pelve submetidas a maior pressão na postura sentada.

    O que é Tuberosidade isquiática?

    A Tuberosidade isquiática é uma proeminência óssea localizada na parte inferior dos ossos do quadril, conhecido como osso isquiático. É uma das três partes que formam o osso do quadril, juntamente com o ísquio e o púbis.

    A Tuberosidade isquiática é a porção posterior do osso isquiático e pode ser facilmente sentida como uma elevação óssea nas nádegas. 

    Ela serve como um ponto de ancoragem para músculos, tendões e ligamentos, incluindo os músculos do glúteo máximo, músculos do trato iliotibial e músculos do assoalho pélvico.

    Tuberosidade isquiática onde fica?

    A Tuberosidade isquiática é importante na estabilidade da pélvis e na postura corporal, bem como na distribuição da carga do peso corporal ao sentar. 

    Lesões ou inflamações na Tuberosidade isquiática podem levar a dor na região glútea e dificuldades em se sentar ou realizar atividades físicas que envolvam os músculos que se fixam nesta estrutura óssea.

    Anatomia do tuber isquiático

    Vale lembrar que o tubérculo isquiático (ou tuberosidade isquiática) é uma protuberância óssea arredondada localizada na parte posterior e inferior do osso isquiático, que faz parte da pelve. Dito isso vamos conhecer agora os detalhes anatômicos do tuber isquiático.

    Anatomia do tuber isquiático 

    • Localização: O tubérculo isquiático está situado na face posterior do ramo isquiático do osso isquiático, logo abaixo da junção com o ramo púbico.
    • Formato: É uma proeminência arredondada e espessa, que serve como ponto de fixação para vários ligamentos e músculos.
    • Superfícies:
      • Superfície medial: Lisa e côncava, articula-se com o ligamento sacro-tuberal.
      • Superfície lateral: Convexa e dá origem ao ligamento isquiopubiano.
    • Bordas:
      • Borda superior: Continua com a margem do forame obturador.
      • Borda inferior: Continua com a margem da face isquiática.

    Função:

    O tubérculo isquiático desempenha um papel importante na estabilidade e movimento da pelve e da perna. Ele serve como ponto de fixação para os seguintes músculos e ligamentos:

    • Músculos:
      • Bíceps femoral: Cabeça longa.
      • Semimembranoso.
      • Semitendinoso.
      • Adutor magno.
      • Obturator externo.
    • Ligamentos:
      • Ligamento sacro-tuberal: Suporta o peso do corpo e transmite a força dos músculos da parte inferior das costas para a perna.
      • Ligamento isquiopubiano: Une o osso ísquio ao osso púbico, reforçando a parte inferior da pelve.

    Importância clínica:

    O tubérculo isquiático é um importante ponto de referência para os profissionais de saúde, pois:

    • Palpação: Pode ser facilmente palpado através da pele na parte de trás da coxa, logo abaixo das nádegas.
    • Injeções: É usado como local para injeções intramusculares.
    • Procedimentos cirúrgicos: Serve como ponto de fixação para enxertos de tendões e ligamentos.
    • Dor: Inflamação ou lesão do tubérculo isquiático pode causar dor na parte inferior das costas, nádegas e coxas.

    Espero que esta informação seja útil. Não hesite em perguntar se tiver mais alguma dúvida.

    Quais são os músculos isquiotibiais e que movimentos eles produzem?

    Os músculos isquiotibiais são um grupo de três músculos que se originam na parte posterior da coxa e se inserem na tíbia.

    músculos isquitibiais
    Fonte de imagem: Elastic

    Os músculos isquiotibiais são:

    • Bíceps femoral: é o músculo mais lateral dos isquiotibiais. Ele se origina na parte posterior do fêmur e se insere na tíbia e no fíbula. O bíceps femoral é responsável pela flexão do joelho e pela extensão do quadril.
    • Semitendinoso: é o músculo intermediário dos isquiotibiais. Ele se origina na parte posterior do fêmur e se insere na tíbia. O semitendinoso é responsável pela flexão do joelho e pela extensão do quadril.
    • Semimembranoso: é o músculo mais medial dos isquiotibiais. Ele se origina na parte posterior do fêmur e se insere na tíbia. O semimembranoso é responsável pela flexão do joelho e pela extensão do quadril.

    Os músculos isquiotibiais trabalham juntos para flexionar o joelho. Eles também trabalham com os músculos da coxa anterior para estender o quadril.

    As lesões nos músculos isquiotibiais são comuns em esportes que envolvem movimentos rápidos de mudança de direção, como futebol, basquete e vôlei. As lesões podem ser causadas por uma contração muscular excessiva, um alongamento excessivo ou uma lesão traumática.

    O tratamento para lesões nos músculos isquiotibiais geralmente inclui repouso, gelo, compressão e elevação (RICE). Em alguns casos, pode ser necessário imobilizar a articulação com uma tala ou bota ortopédica. Após a fase inicial de tratamento, a fisioterapia é importante para restaurar a força e a amplitude de movimento.

    Para evitar lesões nos músculos isquiotibiais, é importante realizar alongamentos regulares e aquecimento antes de atividades físicas. Também é importante usar calçados adequados e evitar movimentos bruscos.

    O que causa a lesão nos músculos isquiotibiais?

    As lesões nos músculos isquiotibiais podem ser causadas por uma variedade de fatores, incluindo:

    • Contração muscular excessiva: Isso ocorre quando o músculo é forçado a contrair-se além de sua capacidade. Isso pode acontecer durante atividades que envolvem uma mudança repentina de direção, como correr, saltar ou chutar.
    • Alongamento excessivo: Isso ocorre quando o músculo é forçado a alongar-se além de sua capacidade. Isso pode acontecer durante atividades que envolvem alongamentos bruscos ou exercícios de flexão excessiva.
    • Lesão traumática: Isso ocorre quando o músculo é danificado por uma força súbita, como uma queda ou um golpe.

    Os fatores de risco para lesões nos músculos isquiotibiais incluem:

    • Falta de condicionamento físico: Os músculos isquiotibiais mais fracos são mais propensos a lesões.
    • Encurtamento muscular: Os músculos encurtados são mais propensos a lesões.
    • Desbalanceamento muscular: Um desbalanceamento entre os músculos da coxa anterior e posterior pode aumentar o risco de lesões.
    • Atividades de alto impacto: Atividades que envolvem movimentos rápidos de mudança de direção, como futebol, basquete e vôlei, aumentam o risco de lesões.

    Os sintomas de uma lesão nos músculos isquiotibiais incluem:

    • Dor aguda
    • Inchaço
    • Hematoma
    • Dificuldade em mover o joelho

    Se você sentir algum desses sintomas após uma lesão, é importante consultar um médico para avaliação e diagnóstico. O tratamento para lesões nos músculos isquiotibiais geralmente inclui repouso, gelo, compressão e elevação (RICE). Em alguns casos, pode ser necessário imobilizar a articulação com uma tala ou bota ortopédica. Após a fase inicial de tratamento, a fisioterapia é importante para restaurar a força e a amplitude de movimento.

    Para evitar lesões nos músculos isquiotibiais, é importante realizar alongamentos regulares e aquecimento antes de atividades físicas. Também é importante usar calçados adequados e evitar movimentos bruscos.

    Como a Tuberosidade isquiática afeta atletas?

    A Tuberosidade isquiática é uma parte importante do osso do quadril e é fundamental para muitos movimentos atléticos, especialmente em esportes que envolvem corrida, saltos e mudanças rápidas de direção, como futebol, basquete, atletismo e dança.

    Atletas que realizam movimentos repetitivos ou movimentos de alta intensidade que requerem a contração dos músculos que se prendem à Tuberosidade isquiática, como o glúteo máximo, o músculo do trato iliotibial e os músculos do assoalho pélvico, podem sofrer lesões ou inflamação nesta área. As lesões mais comuns incluem tendinite, bursite, síndrome do piriforme, dor ciática e fratura por estresse.

    Tuberosidade isquiática dor

    A dor na Tuberosidade isquiática pode ser sentida como um desconforto ou sensação de queimação na região glútea, por isso é comum a dor no ísquio ao sentar e pode piorar com o movimento ou quando o atleta se senta. Isso pode afetar o desempenho atlético, limitando a capacidade de realizar movimentos específicos, bem como interferir na rotina diária, prejudicando a qualidade de vida do atleta.

    Abaixo, vamos apresentar mais detalhes sobre como funciona a prevenção, por agora, vale dizer que para prevenir lesões na Tuberosidade isquiática, os atletas devem adotar uma rotina de aquecimento adequada antes da prática esportiva, manter uma boa postura corporal e fazer exercícios de alongamento e fortalecimento dos músculos da região glútea e do assoalho pélvico. 

    Além disso, é sempre importante lembrar que em caso de dor persistente, é importante procurar um profissional de saúde para avaliação e tratamento adequados. Somente um médico pode realizar o diagnóstico e ainda indicar o melhor tratamento para você. 

    Lesões mais comuns

    Citamos algumas lesões que podem acontecer nessa área, a seguir, vamos explicar alguns detalhes para você:

    Tendinite dos isquiotibiais

    A tendinite dos isquiotibiais é uma lesão que ocorre quando o tendão dos músculos isquiotibiais ficam inflamados ou sofrem microlesões.

    A tendinite dos isquiotibiais é mais comum em atletas que praticam esportes que exigem movimentos rápidos e repetitivos, como corrida, futebol, basquete e salto em altura. A lesão pode ocorrer repentinamente, como em um estiramento muscular, ou gradualmente, devido ao uso excessivo dos músculos.

    Os sintomas da tendinite dos isquiotibiais incluem dor na parte posterior da coxa, que pode se estender até o joelho, dificuldade em esticar a perna, inchaço e sensação de rigidez. A dor geralmente piora durante atividades físicas e pode melhorar com o repouso.

    O tratamento da tendinite dos isquiotibiais inclui repouso, compressas de gelo, anti-inflamatórios, fisioterapia e exercícios de alongamento e fortalecimento dos músculos isquiotibiais. Em casos mais graves, pode ser necessário imobilizar a perna ou recorrer à cirurgia para reparar o tendão danificado.

    Bursite isquioglútea

    A bursite isquioglútea, também conhecida como bursite trocantérica, é uma inflamação da bursa isquioglútea, uma pequena bolsa cheia de líquido que fica entre o osso do quadril e o tendão do músculo glúteo médio, localizado na lateral da coxa.

    Essa condição é mais comum em mulheres acima de 40 anos e pode ser causada por lesões repetitivas, sobrecarga de atividade física, desequilíbrios musculares, artrite ou outras condições médicas. Os sintomas incluem dor na lateral da coxa, que pode se estender até a região glútea ou joelho, dificuldade em dormir de lado, fraqueza muscular e dificuldade em realizar atividades físicas.

    O tratamento da bursite isquioglútea pode incluir repouso, fisioterapia, medicamentos anti-inflamatórios, injeções de corticoides ou, em casos mais graves, cirurgia. Além disso, é importante evitar atividades que possam agravar a dor e realizar exercícios de fortalecimento muscular e alongamento para prevenir a recorrência da lesão.

    A prevenção da bursite isquioglútea inclui manter uma boa postura corporal, evitar carregar peso excessivo, usar calçados adequados para a atividade física e fazer exercícios regulares de fortalecimento e alongamento dos músculos da região glútea e lateral da coxa. 

    Avulsão da tuberosidade isquiática

    A avulsão da tuberosidade isquiática é uma lesão incomum que ocorre quando o tendão dos músculos isquiotibiais, localizados na parte posterior da coxa, se separam da tuberosidade isquiática, uma proeminência óssea localizada no osso do quadril.

    Essa lesão geralmente ocorre em atletas jovens durante atividades esportivas que envolvem movimentos rápidos e repetitivos, como corrida, futebol e ginástica. A avulsão da tuberosidade isquiática pode ocorrer repentinamente, como em um estiramento muscular, ou gradualmente, devido ao uso excessivo dos músculos.

    Os sintomas da avulsão da tuberosidade isquiática incluem dor na região glútea e posterior da coxa, inchaço, dificuldade em andar ou se mover e sensação de instabilidade. Em casos graves, pode haver deformidade óssea perceptível na área da lesão.

    O tratamento da avulsão da tuberosidade isquiática geralmente envolve repouso, fisioterapia, anti-inflamatórios e, em casos mais graves, cirurgia para reparar o tendão danificado. O tempo de recuperação varia de acordo com a gravidade da lesão e pode levar semanas ou meses para a completa cicatrização e retorno às atividades físicas normais.

    A prevenção da avulsão da tuberosidade isquiática inclui um bom condicionamento físico, aquecimento adequado antes da atividade física, alongamentos regulares dos músculos da coxa, fortalecimento muscular e uso de equipamentos de proteção, como joelheiras e tornozeleiras, quando necessário. 

    Tuberosidade isquiática: 6 dicas de prevenção 

    A prevenção da tuberosidade isquiática envolve principalmente medidas para evitar lesões repetitivas ou traumáticas na área da tuberosidade isquiática. Algumas das principais medidas preventivas incluem:

    1. Realizar um bom aquecimento antes da atividade física: um aquecimento adequado ajuda a preparar os músculos e as articulações para a atividade física, aumentando a sua flexibilidade e reduzindo o risco de lesões.
    2. Evitar sobrecarga e desequilíbrios musculares: o excesso de carga ou o desequilíbrio entre os músculos da região da coxa e do quadril podem sobrecarregar a tuberosidade isquiática, aumentando o risco de lesões. É importante manter um equilíbrio muscular adequado através de exercícios de fortalecimento e alongamento.
    3. Utilizar equipamentos adequados: utilizar calçados e roupas adequados para a atividade física pode ajudar a reduzir o risco de lesões na tuberosidade isquiática.
    4. Evitar mudanças bruscas de intensidade ou de tipo de atividade física: mudanças abruptas na intensidade ou no tipo de atividade física podem aumentar o risco de lesões na tuberosidade isquiática. É importante fazer mudanças graduais e progressivas na rotina de exercícios.
    5. Procurar atendimento médico em caso de dor persistente ou recorrente na região da tuberosidade isquiática: a dor persistente ou recorrente na área da tuberosidade isquiática pode indicar um problema subjacente que deve ser avaliado e tratado por um profissional de saúde.
    6. Manter uma postura correta: uma postura inadequada pode aumentar a sobrecarga na região da tuberosidade isquiática, aumentando o risco de lesões. É importante manter uma boa postura corporal durante a atividade física e no dia a dia.

    Conclusão

    A tuberosidade isquiática é uma proeminência óssea localizada na parte inferior do osso isquiático, na região do quadril. Ela é o ponto de fixação dos músculos isquiotibiais, que são responsáveis pela flexão do joelho e pela extensão do quadril.

    A tuberosidade isquiática é uma estrutura importante para a locomoção humana. Ela permite que os músculos isquiotibiais se contraiam e relaxem para mover o joelho e o quadril e também pode ser usada como um ponto de referência para a realização de exames médicos, como a eletromiografia.

    As lesões na tuberosidade isquiática são relativamente comuns em atletas que praticam esportes que envolvem movimentos rápidos de mudança de direção, como futebol, basquete e vôlei. Essas lesões geralmente são causadas por uma contração muscular excessiva, um alongamento excessivo ou uma lesão traumática.

    O tratamento para lesões na tuberosidade isquiática geralmente inclui repouso, gelo, compressão e elevação (RICE). Em alguns casos, pode ser necessário imobilizar a articulação com uma tala ou bota ortopédica. Após a fase inicial de tratamento, a fisioterapia é importante para restaurar a força e a amplitude de movimento.

    Para evitar lesões na tuberosidade isquiática, é importante realizar alongamentos regulares e aquecimento antes de atividades físicas. Também é importante usar calçados adequados e evitar movimentos bruscos.

    Aqui na Vicci, você encontra ajuda necessária para lidar com a Tuberosidade isquiática. Seja de um médico para realizar exames e determinar um diagnóstico, até mesmo sessões de fisioterapia e ainda ajuda para prevenir essa lesão.

    Entre em contato com a gente e agende agora mesmo seu horário. 

    Artigos relacionados

  • Como melhorar sua performance esportiva: 8 dicas

    Como melhorar sua performance esportiva: 8 dicas

    Com o avançar dos primeiros meses do ano, percebemos que as festas e comemorações ficam para trás e os objetivos voltam à lista das prioridades diárias. Para atletas, melhorar a performance esportiva ocupa o topo dessa lista.

    Entretanto, sabemos que, muitas vezes, não é um processo tão simples assim. Subir de nível na prática esportiva é um processo de esforço contínuo, além de outras questões presentes para alcançar esse objetivo.

    Porém, não é algo impossível. Mesmo que não tenha uma fórmula mágica, melhorar a performance esportiva é algo totalmente possível. Por isso, hoje vamos apresentar as X dicas, das mais básicas e simples, até as mais complexas avançadas, para você melhorar sua performance esportiva ao longo do ano de 2023. 

    8 dicas para melhorar a performance esportiva em 2023

    Antes de começarmos, precisamos lembrar que não existe um único caminho. As suas particularidades são fundamentais para o resultado, por isso, mesmo com todas as dicas que vamos passar aqui, considere também os detalhes próprios aos seus hábitos e à sua rotina.

    Para você saber, as 8 dicas para melhorar a sua performance esportiva são: 

    1. Ter um plano alimentar correto e balanceado. 
    2. Manter a hidratação adequada. 
    3. Fazer um planejamento para essa evolução. 
    4. Dar importância para o sono e descanso. 
    5. Cuidar da saúde mental. 
    6. Ter uma equipe qualificada e interdisciplinar para te ajudar. 
    7. Utilizar tecnologias para melhorar a performance esportiva. 
    8. Aperfeiçoar a biomecânica dos movimentos. 

    1. Nutrição é chave para melhorar a performance esportiva

    Não há outro caminho, a alimentação saudável é um dos pilares básicos para um processo de busca por uma melhor performance esportiva. A construção de um plano alimentar equilibrado deve ser o primeiro passo, afinal, sabemos que a adequação de quantidade de carboidratos, proteínas e gorduras boas deve ser balanceada para atender a rotina diária e de exercícios físicos. 

    Além disso, a ingestão adequada de certos nutrientes, tais como a Coenzima Q10, magnésio, entre outros, podem contribuir para evitar a exaustão física e fadiga e ainda melhorar a resistência física. Dessa forma, é importante fazer um acompanhamento nutricional para conseguir o máximo de benefícios, e manter disposição e energia para as atividades diárias, incluindo os treinos.

    A partir desse acompanhamento será pensado um plano que considere o seu objetivo.

    2. Hidratar para melhorar a performance esportiva 

    A hidratação correta ajuda o corpo a executar reações metabólicas que promovem a perda de peso. Vale destacar que isso só acontece quando há um plano alimentar bem estabelecido e o consumo de água seja alinhado com o consumo de outros alimentos e nutrientes. 

    Vale lembrar que já está comprovado que a desidratação aumenta consideravelmente o risco de lesões e diminui a performance esportiva. A recomendação é que a hidratação aconteça antes do início da atividade e, em geral, se a duração da atividade for superior a uma hora, também deve ser feito durante a atividade.

    3. Construa um planejamento de evolução para melhorar sua performance esportiva

    Estabelecer uma meta de melhoria é um passo básico e muito importante. Se você começou em uma prática esportiva agora, é preciso criar metas e construir um caminho para chegar aos poucos em uma distância maior. 

    A performance esportiva necessita de tempo e da adaptação do organismo para não sofrer lesões ou até mesmo a tão temida fadiga.

    Assim, o primeiro passo é pensar em metas reais, dentro dos seus limites e dentro da possibilidade de evolução para o seu nível de prática dessa atividade. Desse jeito, você não vai correr o risco de se desestimular ou se frustrar pelo fato de não atingir determinado objetivo.

    Com esse processo, vá aumentando as suas metas de acordo com cada conquista, sempre em uma escala evolutiva que esteja alinhada com os seus treinos.

    Nesse planejamento, ter foco é essencial. Para melhorar sua performance esportiva é necessário focar nos treinos e se comprometer com todo o processo, que a primeira vista pode ser cansativo e com resultados pouco visíveis. 

    4. O repouso é fundamental para o processo

    Durante esse período de descanso, seu corpo trabalha na reparação de tecidos, músculos e células utilizadas durante o dia a dia.

    Dessa forma, uma boa noite de sono impacta o crescimento e a recuperação muscular, além da reposição de energias e nutrientes e ainda afeta o regulamento do metabolismo. 

    Aqui, a dica é bem simples: entenda a importância do sono. Seu corpo precisa de recuperação, inclusive para recuperação muscular e mental. Assim, não é indicado deixar esse tópico de lado e focar apenas em treinos. 

    5. Cuide da sua mente também

    Muitas vezes, para alcançar uma evolução na performance esportiva é preciso melhorar o equilíbrio entre mente e corpo. Ao investir em sua performance esportiva, nada melhor do que alimentar pensamentos positivos, mantendo o foco no autodesenvolvimento.

    Para atletas de alto rendimento, sabemos que esse processo é fundamental, afinal, é preciso lidar com questões como lesões, cobranças, emoções e demais fatores que podem comprometer a performance.

    Por isso, é preciso exercitar também a sua saúde mental. Para isso, buscar ajuda terapêutica é fundamental e sempre recomendado.  

    6. Conte com uma equipe qualificada

    Contar com profissionais clínicos que possuem experiência acadêmica e de atendimento ao paciente pode ser algo fundamental para a melhoria da sua performance esportiva. Para isso, sempre lembramos a importância de uma ajuda interdisciplinar. 

    Profissionais da nutrição, educação física, fisioterapia, endocrinologia, nutrologia, podem te ajudar a construir um planejamento completo, amplo e que contemple tudo que você precisa para realmente evoluir, sem deixar de lado sua saúde em nenhum momento. 

    Na Vicci, você encontra essa ajuda. Contamos com os mais diversos e qualificados profissionais, uma equipe preparada para te ajudar a entender o que realmente é necessário para sua evolução e aplicar esse plano com saúde 

    7. Conte com tecnologias para evoluir em suas práticas

    Essa dica é para aquelas que procuram alternativas novas para a melhoria da performance esportiva. Pode ser necessário buscar novos métodos, metodologias e novos tipos de treino, e o primeiro passo é entender essa necessidade. 

    Aqui na Vicci, uma solução interessante é a Análise de Corrida. Por meio desse processo é possível auxiliar corredores amadores e profissionais a documentar seu padrão de corrida, identificar suas deficiências e delinear um plano de tratamento.

    Ela consiste na avaliação física pelo nosso time de fisioterapeutas, seguida de avaliação filmada e fotografada da corrida em si, registrando todos os ângulos articulares e os potenciais distúrbios que podem provocar lesão.

    Seu objetivo é fazer com que os corredores profissionais e amadores possam alcançar melhores resultados, superar seus limites e curar suas dores.

    8. Busque melhoria a partir do aperfeiçoamento da biomecânica 

    Outra solução interessante é que podemos usar um case aqui da Vicci, a Clinic Run. O Clinic Run é um produto específico para corredores. 

    Este serviço consiste no acompanhamento e aperfeiçoamento semanal das deficiências identificadas na análise biomecânica funcional de corrida, sendo executadas ações específicas para melhorar o padrão de corrida e prevenir lesões.

    Aqui na Vicci voce encontra ajuda necessária para melhorar sua performance esportiva. Entre em contato agora mesmo, agende seu horário e aproveite de toda estrutura e de profissionais preparados para te ajudar a alcançar esse objetivo agora mesmo.

  • Fascite Plantar: tudo que você precisa saber

    Fascite Plantar: tudo que você precisa saber

    Entre as lesões e condições que normalmente afetam atletas e praticantes de esportes, a fascite plantar é uma das mais comuns. No entanto, além desse público, essa inflamação da fáscia plantar também pode acometer pessoas que utilizam calçados pouco confortáveis, como chinelos e sandálias, ou mesmo quem passa muito tempo em pé. 

    A questão que vale destacar é que a fascite plantar não é algo incomum, da mesma forma como não é uma lesão que normalmente causa complicações. Porém, deve ser tratada e acompanhada de perto, visto que pode evoluir para outros quadros.

    Ao longo deste conteúdo vamos apresentar todas as informações e explicar todos os detalhes que você precisa saber sobre a fascite plantar. Dessa forma, vai entender que aquela dor que sente na sola do pé pode ser essa lesão. Leia esse artigo até o final e entenda sobre o assunto. 


    o que é fascite plantar no pé: dor na sola do pé
    o que é fascite plantar no pé: dor na sola do pé

    O que é fascite plantar no pé?

    Fascite plantar é o nome dado ao processo inflamatório ou degenerativo que impacta a região conhecida como fáscia plantar. Estamos falando de um tecido fibroso e conjuntivo, pouco elástico, que recobre a musculatura da sola do pé em toda sua extensão, começando no osso calcâneo (próximo ao calcanhar) e chegando até os dedos do pé. 

    Para compreender a natureza dessa inflamação, é importante que você saiba que esse tecido serve, entre outras coisas, para amortecer e proporcionar toda a sustentação do arco plantar. Esse arco é tradicionalmente conhecido como a curva da sola do pé, aquela região que você não toca o chão ao pisar. 

    Para ter sucesso nesse processo de sustentação e amortecimento, esse tecido é recoberto de gordura, responsável por absorver os impactos e evita que lesões aconteçam durante a realização de movimentos, mesmo aqueles mais simples como uma caminhada cotidiana. 

    Como falamos, quando ocorre um processo inflamatório nesse tecido, normalmente, o diagnóstico mais comum é de fascite plantar. A seguir, vamos apresentar alguns outros detalhes sobre essa lesão, começando com os sintomas associados. 

    Sintomas de fascite plantar/ fáscia plantar

    Como é de se imaginar, o sintoma mais evidente da fascite plantar é a dor nessa região do pé. Muitos pacientes descrevem as dores como pontadas que surgem em momentos específicos.

    Em grande parte dos casos, a dor começa de forma branda e vai evoluindo devido à falta de tratamento correto e, principalmente, mediante a permanência de alguns fatores causadores dessa inflamação.

    Sobre essas causas, vamos abordar no próximo capítulo, no entanto, voltando aos sintomas e as dores de uma lesão na fáscia plantar, outro detalhe recorrente é o fato de ser mais evidente no período da manhã, sobretudo ao sair da cama.

    Manter-se de pé por um longo período de tempo, realizar atividades que demandam esforço contínuo do pé e, principalmente, praticar algumas atividade física de alta intensidade são fatores que contribuem para a ocorrência de dores. 

    Além das dores, outros sintomas comuns apresentados por pacientes que possuem essa inflamação na região do pé são: 

    Fascite plantar é um processo inflamatório ou degenerativo que afeta a fáscia plantar, um tecido fibroso, pouco elástico, que recobre a musculatura da sola do pé em toda sua extensão, desde o osso calcâneo até os dedos dos pés.

    • inchaço nos pés, sobretudo próximo ao calcanhar. 
    • vermelhidão nos pés, principalmente na sola. 
    • rigidez nos pés. 
    • sensação de queimação na sola dos pés.

    O que causa fascite plantar?

    Assim como outras lesões e inflamações ortopédicas, as causas da fascite plantar são várias. No entanto, existem algumas situações bem específicas que contribuem definitivamente para o desenvolvimento dessa condição. Veja quais são: 

    Uso de sapatos pouco confortáveis e inadequados

    Por mais que tenhamos falado que essa inflamação acontece com maior frequência em atletas e praticantes de atividades físicas, é preciso reforçar que, de acordo com médicos e fisioterapeutas, a principal razão causadora é a utilização de sapatos inadequados. 

    Em mulheres, o uso contínuo de sapatos com salto alto pode gerar redução da mobilidade do tendão de Aquiles. Ao encurtar esse músculo, que liga a panturrilha à região do tornozelo, podemos diagnosticar um quadro de fascite plantar.

    Além disso, pessoas que usam, de forma demasiada, calçados planos, como sandálias, chinelos e rasteirinhas também podem desenvolver essa inflamação. 

    Atividades físicas

    Agora sim, a prática de exercícios físicos, principalmente treinos de corrida realizados em superfícies duras, podem causar uma pressão excessiva nos pés e desenvolver esse processo inflamatório.  

    Por conta disso, corredores são atentos quando a vida útil do calçado, pois o desgaste pode fazer com que as condições de amortecimento sejam prejudicadas. Além disso, jogadores de futebol também costumam desenvolver essa lesão, muitas vezes por causa da proximidade entre o chão e os pés, mesmo calçados com chuteiras. 

    Alterações genéticas

    É preciso destacar que a fascite plantar também pode ser causada por uma condição natural do corpo. Nesses casos, o encurtamento da musculatura posterior da perna ou tensões em outras partes do corpo, como um desnivelamento de quadril podem gerar esse processo inflamatório.

    Nesses casos, pessoas que possuem pé cavo ou plano possuem maior tendência para esse processo inflamatório. 

    Fascite plantar causas: Outras causas comuns também podem incluir:

    • Realização de treinos sem acompanhamento e orientação de profissionais. Vale destacar os casos em que atletas utilizam demasiada carga.  
    • Obesidade e peso excessivo nos pés durante a realização de movimentos. 
    • Envelhecimento natural do indivíduo
    • Diminuição da dorsiflexão do tornozelo (menor que 0º);
    • Retração dos músculos gastrocnémio-solear e isquiotibiais;
    • Secundária a doenças inflamatórias sistémicas.

    Quais os tratamentos para fascite plantar?

    Antes de qualquer informação sobre o tratamento para essa inflamação na fáscia plantar, é preciso lembrar que qualquer diagnóstico ou ainda recomendação de tratamento só deve ser feito por um médico com toda capacidade para esse processo. 

    Dito isso, podemos dizer que o tratamento para casos mais simples começa com o repouso e a adoção de alguns cuidados diários, como a utilização de sapatos específicos ou mesmo palmilhas ortopédicas. 

    Para ajudar nesse primeiro momento, a limitação da atividade física, principalmente os exercícios que envolvem o contato dos pés com o chão, é fundamental.

    Além disso, alguns medicamentos para combater processos inflamatórios também podem ser recomendados, além de compressas para amenizar as dores.  

    É preciso fazer fisioterapia para fascite plantar?

    A fisioterapia é sim uma importante aliada para o tratamento de fascite plantar. Exercícios específicos de alongamento da fáscia plantar e do tendão de aquiles são uma boa opção no tratamento. 

    Durante as sessões de fisioterapia normalmente são realizados exercícios que permitam o estiramento (ou alongamento) da fáscia plantar e do gastrocnémio e solear. Além dessas sessões, alguns outros exercícios podem ser indicados pelo profissional de fisioterapia para realização em casa, principalmente ao levantar. 

    Como falamos, em boa parte das vezes são atividades simples, realizadas com bolas de tênis, tecidos ou mesmo utilizando apenas o alongamento natural do corpo. 

    O que você achou deste conteúdo sobre a fascite plantar? Consegue identificar alguma relação entre dores na sola do pé que sente com as informações que foram apresentadas aqui?

    Aqui na Vicci, você encontra uma equipe especializada e preparada para te atender caso esteja com essas dores. Para o diagnóstico de fascite plantar, um médico ortopedista irá analisar e se for preciso fazer a recomendação de fisioterapia, tudo isso aqui mesmo na Vicci.

    Entre em contato e agende sua avaliação agora mesmo. 

  • Pressão alta: importância da atividade física no combate

    Pressão alta: importância da atividade física no combate

    Encontrar uma pessoa que diz ter pressão alta não é algo tão incomum assim, de acordo com dados divulgados pelo Ministério da Saúde em seu site oficial, 60,9% dos adultos que possuem a partir de 65 anos possuem essa condição e cerca de 24,3% da população brasileira possui algum quadro de hipertensão arterial, de acordo com dados de 2017. 

    Na prática, a pressão alta, ou hipertensão arterial, é o nome dado à condição em que a força com que o sangue circula nas artérias, também chamada de pressão arterial, está elevada de forma constante. Essa condição é prejudicial à saúde, podendo causar danos em toda estrutura sanguínea, principalmente nos vasos sanguíneos, elevando assim o risco de doenças sérias, como complicações cardiovasculares. 

    A boa notícia é que atualmente existem tratamentos eficientes e de diferentes modos para a pressão alta. Ao longo deste conteúdo você encontra alguns detalhes importantes, sobretudo sobre a importância da atividade física nesse objetivo. Leia até o final e entenda: 

    Tipos de hipertensão arterial

    Para entendermos os principais fatores responsáveis por provocar a pressão alta, é preciso antes entendermos que existem dois tipos de hipertensão arterial: a primária e a secundária. 

    A pressão alta primária é aquela resultante de uma ação natural do corpo, ou seja, que vai surgindo ao longo do tempo, inclusive, sendo difícil de ser identificada. Como você viu, há um número considerável de pessoas com mais de 65 anos que possuem essa condição, logo, podemos dizer que esse é o tipo mais comum. 

     Por outro lado, a hipertensão arterial secundária está quase sempre relacionada com outras condições ou doenças. Dessa forma, podemos dizer que se apresenta aqui como um sintoma de algum outro quadro ou mesmo como consequência de um estilo de vida pouco saudável. 

    O que provoca pressão alta? 

    Com essa classificação esclarecida vamos aos principais causadores da pressão alta:

    Idade: como você viu, a pressão arterial tende a aumentar com a idade, isso acontece devido ao processo de redução da elasticidade dos vasos sanguíneos. 

    Genética: o histórico familiar de pressão alta é um importante causador desse quadro. Pessoas que contam com familiares que possuem esse quadro, tendem a desenvolver hipertensão arterial. 

    Alimentação pouco saudável: mais um caso em que a alimentação é fundamental. Pessoas que possuem hábitos alimentares com consumo elevado de sal, açúcar e frituras, normalmente, possuem a pressão arterial mais alta. 

    Falta de atividade física: o sedentarismo é também uma causa da pressão alta. A seguir vamos nos aprofundar no assunto, por hora, basta saber que a atividade física é responsável por contribuir para o bom funcionamento do sistema cardiovascular e regular a hipertensão. 

    Consumo de álcool e tabaco: está comprovado que o consumo excessivo de álcool e de tabacos causa o aumento na pressão arterial. tabagismo podem aumentar a pressão arterial.

    Doenças: além desses causadores, algumas outras condições médicas também podem elevar o nível da pressão arterial no corpo humano. Entre elas podemos destacar doenças renais, diabetes, obesidade e hipertireoidismo. 

    Por fim, ainda vale destacar que condições como estresse elevado em nível crônico, falta de uma rotina que contemple um sono de qualidade e até a menopausa podem fazer com que a pressão arterial se eleve. 

    Como saber se você tem pressão alta?

    A forma mais eficiente de saber se você tem pressão alta é por meio da realização constante da aferição da pressão arterial. É preciso ter atenção quando a pressão arterial chega acima de 140/90 mmHg (os níveis ótimos são de 120/80 mmHg e os normais de 130/85 mmHg). 

    Sobre esses números, é comum estabelecermos o padrão de 120/80 mmHg, ou tradicionalmente chamado de 12 por 8, como o padrão. No entanto, é necessário falar que, algumas pessoas, devido à estrutura do organismo podem ter uma pressão arterial mais baixa, chegando até a 100/60 mmHg, ou simplesmente 10 por 6> 

    No entanto, sempre que a marcação constante indica que a pressão arterial está acima de 140/90 mmHg, ou 14 por 9, encontramos um quadro de hipertensão. 

    Antes de passarmos aos sintomas, vale destacar que em algumas situações a elevação da pressão arterial é comum. Em um momento de intensa atividade física, por exemplo, ou diante de uma situação estressante, podemos perceber a elevação da hipertensão arterial. No entanto, é esperado que a pressão diminua pouco tempo depois dessas situações

    Além disso, existem alguns sintomas que ajudam a identificar os quadros de hipertensão arterial. Veja abaixo quais são os mais comuns:

    Sintomas da hipertensão arterial

    Em boa parte dos quadros, a hipertensão arterial é caracterizada pelo silêncio, isso quer dizer que é comum que muitas pessoas que sofrem com essa condição, não encontrem nenhum sinal de sintoma. 

    Os momentos de maior elevação dessa pressão, podem ser acompanhados de alguns sintomas como:

    • baixo nível e energia, 
    • diminuição da força, 
    • fraqueza, 
    • tontura, 
    • desmaio, 
    • suor frio, 
    • sede excessiva, 
    • taquicardia, 
    • visão embaçada, 
    • pele fria,
    • respiração ofegante, 
    • confusão mental.

    Importância da atividade física para tratar pressão alta

    Entre os diversos tratamentos para pressão alta, podemos destacar o uso de medicamentos e até remédios naturais. No entanto, o principal caminho passa pela adoção de um estilo de vida mais saudável, sobretudo quando olhamos para a definição de um plano alimentar balanceado e a prática constante de atividades físicas. 

    Sobre as atividades físicas, a realização frequente de exercícios contribui para o desenvolvimento e aumento do colesterol bom, o chamado HDL, no corpo humano. Além disso, também está provado que essa prática é responsável por melhorar os níveis de glicose e consequentemente ajudando a diminuir a obesidade. 

    Ademais, a prática de atividade física também faz bem para o cérebro, durante a realização de exercícios, o corpo libera substâncias que aumentam o nível de prazer, como as endorfinas, auxiliando na melhora sensação de bem-estar, impactando diretamente na qualidade de vida. 

    Melhores exercícios para quem tem hipertensão arterial

    Atividades como caminhadas (mesmo que de baixa intensidade), corridas, natação, ciclismo, hidroginástica são as mais recomendadas para pessoas que não possuem essa rotina e desejam começar a cuidar melhor da pressão arterial. 

     É importante evitar se exercitar sob o sol muito forte ou em locais muito abafados e quentes, afinal, essa condição pode fazer com que a sensação do corpo não seja boa. Além disso, a dica é sempre procurar uma atividade que seja do seu gosto, assim, as chances de permanência e construção de uma rotina são maiores.  

    Por fim, é sempre importante lembrar sobre a necessidade de acompanhamento médico e profissional para começar uma rotina mais saudável, sobretudo no caso de pessoas hipertensas.

    Esse processo, que deve começar com o diagnóstico médico, passa pelas mãos de profissionais de nutrição e conta com a ajuda de um educador físico, afinal, é preciso acompanhar a execução de exercícios para evitar sobrecargas e complicações. 

    Aqui na Vicci, você encontra ajuda e um time completo preparado para te ajudar em seu objetivo. Contamos com médicos, nutricionistas, fisioterapeutas e educadores físicos que, juntos, estabelecem um plano, sempre focado na sua saúde e na elevação da sua qualidade de vida. Portanto, se você quer começar a ter uma rotina mais saudável para lidar com a pressão alta.

    Entre em contato com a gente e agende agora mesmo seu horário. 

  • Meditação: como começar e ter qualidade de vida

    Meditação: como começar e ter qualidade de vida

    Mente sã, corpo são. Essa é uma das máximas que sempre escutamos e raramente paramos para entender o que exatamente representa e significa. Aqui em nossa área do site focada em conteúdos, constantemente, falamos sobre saúde do corpo, hoje, chegou a hora de falarmos sobre meditação e a sua importância para a qualidade de vida. 

    Esse tema não é aleatório. De acordo com dados de uma pesquisa e de um estudo feito por uma universidade do Canadá, a meditação é responsável direta por ajudar no controle de sintomas de algumas doenças físicas, inclusive musculares e esqueléticas, bem como doenças mentais, como o estresse, e ainda é fundamental para melhorar as funções e níveis de energia do nosso corpo. 

    Ao longo deste conteúdo você encontra algumas informações importantes e práticas sobre meditação, incluindo algumas dicas básicas para começar a adotar essa rotina em seu dia a dia hoje mesmo e se beneficiar com suas vantagens. Leia até o final e veja todos os detalhes. 

    Afinal, o que é meditação?

    Antes de passarmos para a parte prática, é preciso assegurarmos que estamos partindo do mesmo ponto. Sabemos que existem algumas informações equivocadas e alguns mitos sobre a prática de meditação, então, de forma resumida, vamos explorar o que significa essa técnica. 

    Podemos definir como uma prática mental focada na concentração e no aprofundamento da consciência. Tradicionalmente é baseada em algumas técnicas de respiração e controle da respiração, foco, mantras, silêncio e no relaxamento físico e mental. 

    Ainda sobre a definição de meditação, é importante destacar que também é muito associada ao processo de concentração elevada. Além de todos os efeitos benéficos para a qualidade de vida, que vamos falar a seguir, também é utilizada em ambientes profissionais para aumentar a concentração em uma tarefa. 

    Acredita-se que a origem da meditação esteja relacionada com as sociedades antigas, sobretudo orientais em países como China, Nepal e Índia. Além disso, sempre esteve muito relacionada com algumas práticas, como yoga e budismo. 

    Quais as vantagens da meditação para o dia a dia?

    Quando pensamos em meditação, normalmente pensamos que é uma prática responsável por contribuir apenas para o bem-estar do nosso cérebro e da nossa consciência. No entanto, não é bem assim. 

    Algumas vantagens mostram que meditar é algo que contribui para toda a qualidade de vida de uma pessoa, inclusive, é algo cada vez mais presente quando pensamos em desenvolvimento físico, sendo uma prática utilizada inclusive em algumas sessões de fisioterapia, sobretudo para aumentar o foco no momento. 

    A seguir, vamos explicar as 4 vantagens da meditação, confira:

    1. Melhoria do sono

    Melhorar a qualidade do sono é um desafio de boa parte das pessoas atualmente. Mesmo sabendo da importância do sono para o nosso corpo e para nosso organismo como um todo, nem sempre é possível, afinal, doenças como insônia são comuns em nossa sociedade. 

    A meditação é uma das principais aliadas para redução do estresse e da ansiedade, fatores que contribuem fortemente para esses quadros de falta de qualidade do sono. Dessa forma, uma rotina de meditação pode fazer com que você melhore o tempo de qualidade do seu repouso diário. 

    2. Redução do estresse e da ansiedade

    Já que falamos sobre estresse e ansiedade, é preciso destacar essa vantagem. Está comprovado que sessões de meditação são responsáveis pela redução do nível de cortisol no corpo humano, o hormônio responsável pelo estresse.  

    Além disso, o trabalho em cima da respiração contribui ativamente para o controle da ansiedade, causando uma sensação de bem-estar que pode ser refletida em várias outras áreas do corpo. 

    3. Criatividade e produtividade

    Como falamos, a meditação trabalha com o foco e a concentração de uma pessoa. Além disso, é importante para destravar pensamentos negativos e trabalhar a consciência. Consequentemente questões como a criatividade e a produtividade são impulsionadas por essa prática. 

    Estimulando pensamentos claros e objetivos é possível estimular reações e ações em nosso cérebro, contribuindo para novas ideias e melhor foco em ações diárias.  

    4. Estimula a memória

    A meditação contribui ativamente para o estímulo de diversas regiões do cérebro, inclusive aquelas que envolvem a memória e os processos de aprendizagem. Atualmente, é possível encontrar estudos que comprovam que essa prática atua beneficamente também na melhoria  da massa cinzenta no hipocampo do cérebro, região onde há maior concentração de neurônios.

    Isso quer dizer que além de ajudar em questões como produtividade e criatividade, esse processo de favorecimento das condições apropriadas para multiplicação dos neurônios, pode impactar a memória. Acredita-se que uma frequência de meditação pode melhorar em até 50% a nossa memória, assim como o processamento de toda a visão espacial. 

    Relação entre fisioterapia e meditação 

    Quando aprofundamos na relação entre meditação e questões ortopédicas, encontramos uma forte sintonia entre essa prática e a fisioterapia. 

    Para começarmos, é preciso dizer que a meditação pode auxiliar diretamente no controle das dores musculares. Isso acontece devido ao fato de trabalhar a consciência corporal e postural exigida, questões fundamentais em uma sessão de meditação. 

    Outro detalhe fundamental nessa ajuda com dores é a respiração, visto que é um processo que, por mais que seja completamente natural, exige um trabalho para que seja realizado corretamente, principalmente em casos específicos. 

    É importante dizer que a meditação é apenas uma ajuda. Desconfortos, dores, tratamentos e qualquer procedimento ortopédico precisam ser analisados e tratados da forma correta. Assim, é necessário consultar um ortopedista e consequentemente procurar um fisioterapeuta. 

    Atualmente, a meditação está bem próxima aos exercícios de alongamentos. Além de fazer bem para o corpo, afinal, questões como flexibilidade e mobilidade são trabalhadas, também é possível melhorar questões como concentração, foco e respiração.

    Meditação: como começar?

    A meditação é um processo simples. Você com certeza pode encontrar técnicas, metodologias, classes, aplicativos, professores e turmas de meditação. No entanto, não existe nenhum elemento obrigatório: é possível começar agora mesmo em sua casa, para você ter ideia do quão fácil e simples pode ser. 

    A seguir, separamos 5 dicas para dar o primeiro passo nessa prática, confira:

    1. Reserve um momento apropriado para meditar: é preciso que você tenha foco nesse momento, por isso, reserve um momento do seu dia para essa prática. Para começar, separe um período entre 10 e 20 minutos de foco total nessa prática. 
    2. Busque um local calmo: o ambiente é muito importante, escolher locais calmos, com ruídos controlados e sem distrações demasiadas é um ótimo começo. Além disso, uma dica interessante é buscar locais próximos à natureza, porém, pode ser até na cadeira do escritório. 
    3. Foco na postura: há uma máxima sobre a posição de lótus, aquela com as pernas cruzadas. Para quem está começando, pode ser desconfortável, portanto, procure uma posição que te faça relaxar, podendo ser sentado ou até deitado, mas sempre buscando uma postura correta.
    4. Foco na respiração: depois da postura, o segundo foco é a respiração. É necessário utilizar os pulmões completamente. Isso quer dizer que é preciso realizar uma inspiração profunda, puxando o ar, inflando a barriga e o tórax, e uma expiração lenta e prazerosa.  
    5. Concentração: mantenha o foco nesse processo, é possível inclusive utilizar um mantra ou mesmo contagens, essa técnica é importante para estimular sua mente sobre a concentração. 

    Seguindo essas dicas você com certeza vai começar a meditar e a colher todos os benefícios da meditação em seu dia a dia. Falando em dicas, acompanhe nossos conteúdos e veja mais dicas para ter mais qualidade de vida. 

    Entre em contato

  • O que é recovery fisioterapia esportiva?

    O que é recovery fisioterapia esportiva?

    Recovery o que é? Recovery é uma palavra cada vez mais comum entre praticantes de atividades físicas, sobretudo atletas profissionais, amadores e até mesmo aqueles praticantes de final de semana de alguma modalidade. 

    Com o avanço da tecnologia, novas metodologias, aparelhos e até mesmo práticas estão sendo criadas e empregadas para auxiliar esses atletas. Quando o assunto é recuperação, as práticas de recovery estão em alta.

    Neste conteúdo, você vai entender exatamente o que é recovery, bem como saber a importância deste processo para a recuperação muscular e ainda compreender como começar a contar com essa prática em seu dia a dia.

    O que você vai ver neste conteúdo sobre recovery:

    • O que é recovery esportivo. 
    • Importância da recuperação muscular. 
    • Como o recovery funciona. 
    • Práticas de recovery adotadas de forma frequente. 
    • Por que o recovery não substitui a fisioterapia?
    • Técnicas de recovery disponíveis na Clínica Vicci.
    • Melhor momento e melhor forma para começar as ações de recovery.  

    O que é recovery fisioterapia?

    Recovery é o nome dado aos processos utilizados para reduzir e tratar dores musculares que surgem durante ou imediatamente após treinamentos, competições e práticas esportivas. Assim como o próprio nome sugere, visto que a tradução de recovery é recuperação, estamos falando de tecnologia que auxiliam atletas nesse objetivo. 

    Por que é preciso recuperar a musculatura?

    Durante uma prática esportiva, toda estrutura muscular é exigida. As lesões musculares podem ocorrer por vários motivos, inclusive vale a pena conferir o conteúdo que preparamos explicando como se livrar de lesões musculares recorrentes, no entanto, as microlesões acontecem de forma mais frequente, sendo as causadoras das famosas dores do dia seguinte.

    Essas microlesões normalmente estão relacionadas com a liberação de substâncias, como as prostaglandinas, que são responsáveis pela dor e podem evoluir para quadros de estresse muscular. 

    Esses casos são comuns principalmente em atletas, que realizam movimentos muitas vezes e demandam esforços demasiados, sobretudo de áreas como coxas e braços. 

    A partir dessas microlesões surgem edemas e inchaços, que podem ser pequenos ou mesmo maiores, indicando quadros mais graves de inflamação e lesões mais sérias.

    Já sabemos que questões como uma boa alimentação e uma boa rotina de repouso são elementos fundamentais para a recuperação muscular. No entanto, com o recovery é possível executar ações ativas para auxiliar este tratamento e essa recuperação. 

    Como o recovery funciona na prática

    As várias técnicas de recovery atuam para acelerar o processo de recuperação do tecido muscular e melhorar a eliminação das toxinas metabólicas.

    Essas técnicas e metodologias ajudam a fazer com que os músculos retornem ao estágio pré-exercício, diminuindo de forma considerável as dores locais, aumentando a prevenção de lesões mais graves, e, principalmente, preparando o atleta para prática de exercício novamente com maior rapidez.

    Recovery muscular e recovery esportivo: Algumas práticas adotadas nesse processo:

    Existem muitas técnicas que podem ser utilizadas para o processo de recovery, entre elas podemos citar:

    • Crioterapia local.
    • Recuperação ativa. 
    • Massoterapia. 
    • Contraste. 
    • Alongamentos. 
    • Compressão. 
    • Tratamentos com laser.
    • Liberação miofascial

    Abaixo, vamos explicar como funcionam as 4 técnicas mais comuns. 

    • Crioimersão: imersão em banheira com gelo ou água gelada, que pode variar entre 8-10 graus por 10 minutos. Essa ação é importante para controle inflamatório e alívio da dor. 
    • Compressão: muito utilizada em meias de compressão, o processo de compressão do tecido muscular resfriado ou não é importante pois atua sobre o retorno venoso, aumentando o fluxo sanguíneo e removendo de forma mais ágil os resíduos metabólicos resultantes da atividade muscular
    • Liberação miofascial: é um procedimento que visa amenizar as dores musculares causadas por tensão, isso acontece a partir do trabalho no tecido conjuntivo que recobre o músculo
    • Repouso: apesar de já conhecido, o sono é um dos principais agentes do processo de recuperação muscular. Durante o sono, sobretudo de qualidade, são secretados hormônios que auxiliam muito na reparação tecidual.

    Não substitui a fisioterapia

    Antes de você conhecer as técnicas de recovery que estão disponíveis aqui na Clínica Vicci é importante deixar claro que todas essas técnicas não excluem a necessidade de um acompanhamento e eventualmente de sessões de fisioterapia para o tratamento de lesões e prevenção das mesmas. 

    O ideal é que esses procedimentos atuem em conjunto. Afinal, ter um acompanhamento profissional para entender o avançar de uma lesão ou mesmo para entender o nível de estresse muscular é algo primordial para todo o processo de prevenção de lesões e também de recuperação em momentos posteriores a um procedimento cirúrgico. 

    Quais são os benefícios do Recovery?

    A fisioterapia de recuperação, ou fisioterapia de recuperação pós-exercício, é uma abordagem que visa otimizar o processo de recuperação após a prática de atividade física intensa. Ela envolve estratégias específicas para reduzir a fadiga, prevenir lesões e promover a recuperação muscular e articular. Aqui estão alguns dos benefícios associados à fisioterapia de recuperação:

    1. Redução da Dor Muscular: A fisioterapia de recuperação pode incluir técnicas para aliviar a dor muscular pós-exercício, como massagem, terapia manual e modalidades de calor e frio.
    2. Diminuição do Inchaço e Inflamação: Estratégias de recuperação, como compressão e crioterapia (uso de gelo), podem ajudar a reduzir o inchaço e a inflamação associados ao exercício intenso.
    3. Melhora da Flexibilidade e Amplitude de Movimento: Exercícios de alongamento e mobilização articular podem ser incorporados para melhorar a flexibilidade e a amplitude de movimento, reduzindo a rigidez muscular.
    4. Prevenção de Lesões: A fisioterapia de recuperação pode contribuir para a prevenção de lesões ao identificar áreas de tensão ou fraqueza muscular e implementar exercícios corretivos.
    5. Reabilitação de Lesões Existentes: Para aqueles que têm lesões prévias, a fisioterapia de recuperação pode ajudar na reabilitação, adaptando exercícios para garantir uma recuperação segura.
    6. Melhora do Fluxo Sanguíneo e Cicatrização: Técnicas como a terapia de compressão e a elevação das pernas podem promover o aumento do fluxo sanguíneo, favorecendo a entrega de nutrientes e a remoção de resíduos metabólicos.
    7. Aceleração da Recuperação Muscular: O uso de técnicas específicas, como massagem e liberação miofascial, pode ajudar na recuperação muscular, diminuindo a tensão e a dor.
    8. Melhora da Consciência Corporal: A fisioterapia de recuperação muitas vezes inclui exercícios que promovem a consciência corporal, ajudando os indivíduos a entenderem melhor como seu corpo responde ao exercício.
    9. Abordagem Holística para o Bem-Estar: A fisioterapia de recuperação não se limita apenas ao aspecto físico, mas pode incluir orientações sobre descanso, sono adequado, nutrição e hidratação para promover uma abordagem holística ao bem-estar.
    10. Melhora do Desempenho Geral: Ao promover uma recuperação eficaz, a fisioterapia de recuperação pode contribuir para o melhor desempenho em atividades físicas subsequentes, reduzindo a fadiga acumulada.

    É importante destacar que as estratégias específicas de fisioterapia de recuperação podem variar com base nas necessidades individuais, no tipo de exercício praticado e nas metas pessoais. Antes de iniciar qualquer programa de fisioterapia de recuperação, é aconselhável consultar um fisioterapeuta ou profissional de saúde para avaliação e orientação personalizada.

    Recovery muscular: Quem deve recomendar essas técnicas?

    A recomendação de técnicas de recuperação muscular pode variar com base nas necessidades individuais, no tipo de atividade física praticada e nos objetivos específicos. Aqui estão alguns profissionais de saúde e especialistas que podem fornecer orientações e recomendações sobre estratégias de recuperação muscular:

    • Fisioterapeutas: Fisioterapeutas são profissionais de saúde treinados que podem avaliar a condição física de um indivíduo, identificar áreas de tensão muscular e fornecer orientações específicas sobre exercícios de recuperação, terapia manual e outras técnicas.
    • Treinadores Pessoais: Treinadores pessoais que têm conhecimento em fisiologia do exercício podem orientar seus clientes sobre estratégias de recuperação, incluindo alongamentos, exercícios de liberação miofascial e práticas de relaxamento.
    • Médicos do Esporte: Médicos do esporte têm conhecimento em lesões relacionadas ao exercício e podem oferecer orientações sobre estratégias de recuperação, especialmente em casos de lesões musculares ou articulares.
    • Nutricionistas Esportivos: Nutricionistas especializados em esportes podem fornecer orientações sobre a nutrição adequada para a recuperação muscular, incluindo a ingestão de proteínas, carboidratos e outros nutrientes essenciais.
    • Quiropráticos: Quiropráticos podem utilizar técnicas de ajuste e manipulação para melhorar a mobilidade articular e reduzir a tensão muscular, contribuindo para a recuperação.
    • Especialistas em Recuperação Física: Alguns centros especializados oferecem serviços de recuperação física, onde os profissionais podem usar técnicas como crioterapia, terapia de compressão, massagem terapêutica e outras para promover a recuperação muscular.
    • Fisiculturistas e Atletas Profissionais: Atletas profissionais e fisiculturistas muitas vezes têm experiência prática extensa em estratégias de recuperação. Compartilhar experiências e melhores práticas com colegas atletas pode ser uma fonte valiosa de informações.
    • Psicólogos do Esporte: Psicólogos do esporte podem ajudar na gestão do estresse e ansiedade relacionados ao desempenho esportivo, o que pode ter um impacto na recuperação muscular.
    • Massoterapeutas e Especialistas em Massagem Desportiva: Profissionais especializados em massagem desportiva podem fornecer técnicas de massagem específicas para melhorar a circulação sanguínea, reduzir a tensão muscular e promover a recuperação.

    Ao buscar orientações sobre estratégias de recuperação muscular, é importante considerar as necessidades individuais, o nível de atividade física, as condições de saúde específicas e outros fatores pessoais. A abordagem mais eficaz muitas vezes envolve uma combinação de diferentes técnicas, adaptadas às circunstâncias e objetivos de cada pessoa.

    Recovery na Vicci

    Aqui na Vicci, tratamos a recuperação após uma lesão de forma completa. Assim, temos uma equipe de profissionais comprometidos com essa tarefa, isso inclui ortopedistas, fisioretapeutas, nutricionistas, entre outros. Além disso, também contamos com tecnologia de ponta em todos os momentos. 

    Alternativas de recovery na Vicci: Game Ready

    Quando o assunto é recovery, buscamos excelência neste processo e contamos com toda a tecnologia do Game Ready. Na prática, funciona a partir da combinação entre compressão e crioterapia. 

    Essa compressão proporciona um efeito de bombeamento natural, evitando o acúmulo de fluidos e reduzindo a inflamação. Já a crioterapia consiste na aplicação de baixas temperaturas que proporciona a redução da dor e do processo inflamatório, evitando portanto o acúmulo excessivo de fluidos ou edemas.

    Essa combinação resulta em um recovery fisioterapia totalmente eficiente e completamente indolor para o paciente. 

    Recovery fisioterapia na Vicci: Bota Compressiva

    Uma outra solução disponível é a bota compressiva, mais precisamente a Recovery Pump.  Trata-se de uma bota que contém um dispositivo de compressão que age de modo sequencial, agilizando a habilidade natural do corpo para liberar resíduos metabólicos do músculo, sendo utilizada tanto em lesões musculoesqueléticas, como em recuperação após cirurgias.

    Este processo acontece por meio de níveis de compressão direcionados. Como resultado, encontramos uma agilidade na recuperação muscular, além da ajuda para aliviar e reduzir a sensação de dores locais, diminuição do nível do edema da lesão e ainda a redução significativa da fadiga muscular.

    Sobre essa bota, é preciso destacar que é necessário conhecimento específico, afinal é preciso parametrizar de maneira correta a pressão, o tempo de tratamento e a velocidade de uso para que se obtenha um resultado satisfatório. Dessa forma, o acompanhamento de um profissional é fundamental. 

    Agora que você sabe o que é recovery e sabe que aqui na Vicci temos tecnologia e profissionais para te ajudar nessa recuperação, o próximo passo é com você. 

    Agende agora mesmo seu contato e entenda como começar a utilizar essa combinação em sua rotina de recuperação e prevenção de lesões. 

  • Quando devo procurar um fisioterapeuta?

    Quando devo procurar um fisioterapeuta?

    A fisioterapia é uma das modalidades mais importantes quando o assunto é desenvolvimento do corpo humano, bem-estar, qualidade de vida e mesmo a manutenção de uma rotina sem dores. Mas, afinal, quando procurar um fisioterapeuta?

    Essa é uma dúvida muito comum. Ao sentir uma dor no braço e na perna, muitas pessoas ficam na dúvida sobre o que fazer. Procurar um ortopedista ou procurar diretamente um fisioterapeuta?

    O que faz um fisioterapeuta?

    De uma forma bem simples podemos dizer que um fisioterapeuta é um profissional que possui o papel de cuidar, estudar, diagnosticar, prevenir e tratar as disfunções cinéticas funcionais de órgãos e sistemas do corpo humano. 

    Olhando para a área como um todo, a fisioterapia é a área responsável por resolver problemas relacionados com os movimentos do corpo. 

    Para isso, terapias manuais e técnicas que utilizam exercícios, aparelhos, equipamentos e dispositivos a base de ondas de choque, ultrassom ou mesmo lazer para realizar tratamentos preventivos e reparatórios com a finalidade de reabilitação, fortalecimento ou condicionamento de alguma parte do corpo. 

    Levando em conta esses pontos, vale deixar claro que todo o contexto por trás da fisioterapia deve ser realizado por um fisioterapeuta. Embora a indicação parta de um médico e, muitas vezes, há um trabalho em conjunto, o único profissional capaz de avaliar, determinar o número de sessões e os tipos de procedimentos é o próprio fisioterapeuta.

    Dessa forma, cabe a esse profissional o acompanhamento e monitoramento acerca da evolução de cada paciente e o processo de dar alta ao paciente. Portanto, assim como falamos sobre a importância de um médico para tratamentos médicos, é preciso destacar a importância do fisioterapeuta para tratamentos fisioterápicos.

    O Portal da Saúde confirma que: “O profissional da fisioterapia tem como objeto de estudo o movimento humano. É ele quem avalia, previne e trata os distúrbios da cinesia humana, sejam decorrentes de alterações de órgãos e sistemas ou como repercussões psíquicas e orgânicas. A profissão foi regulamentada pelo Decreto-Lei nº 938/1969;”

    Especialidades:

    • Acupuntura;
    • Fisioterapia Dermatofuncional;
    • Fisioterapia Esportiva;
    • Fisioterapia do Trabalho;
    • Fisioterapia Neurofuncional;
    • Fisioterapia Oncofuncional;
    • Fisioterapia Respiratória;
    • Fisioterapia Traumato-Ortopédica;
    • Osteopatia e Quiropraxia;
    • Fisioterapia em Saúde Coletiva;
    • Fisioterapia em Saúde da Mulher.

    Portanto, qualquer outro tipo de diagnóstico, avaliação e recomendação de procedimento que não passe por um fisioterapeuta, deve ser entendido como perigoso para a saúde e bem-estar da pessoa. Inclusive, há o risco iminente de agravamento de lesões e quadros quando o processo não é realizado corretamente. 

    O que um fisioterapeuta trata? 

    Ao contrário do que muita gente pensa, o profissional de fisioterapia é responsável por tratar algumas condições que vão além das lesões ortopédicas. Conheça a seguir, 12 especialidades de atuação de profissionais de fisioterapia:

    Dito isso, vamos conhecer 12 especialidades que cabem a intervenção de um profissional desta área:

    1. Acupuntura: É uma técnica da medicina tradicional chinesa que envolve a inserção de agulhas finas em pontos específicos do corpo. A acupuntura visa promover o equilíbrio energético, aliviar a dor e tratar uma variedade de condições físicas e emocionais.
    2. Fisioterapia do trabalho: É uma área da fisioterapia que visa prevenir e tratar problemas de saúde relacionados ao trabalho. Os fisioterapeutas do trabalho realizam avaliações ergonômicas, fornecem orientações sobre postura adequada, adaptam o ambiente de trabalho e prescrevem exercícios para prevenir lesões ocupacionais.
    3. Fisioterapia respiratória: Concentra-se no tratamento de condições respiratórias, como asma, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e fibrose cística. Os fisioterapeutas respiratórios utilizam técnicas de mobilização das vias respiratórias, exercícios respiratórios, drenagem postural e outras modalidades para melhorar a função pulmonar e ajudar na remoção de secreções.
    4. Fisioterapia em saúde coletiva: Envolve a atuação do fisioterapeuta em políticas de saúde e programas de promoção da saúde em nível comunitário. Eles podem trabalhar em prevenção de doenças, promoção de hábitos saudáveis e educação em saúde.
    5. Fisioterapia dermatofuncional: É uma área que abrange tratamentos estéticos e funcionais da pele, como drenagem linfática, massagem modeladora, eletroterapia e técnicas para cicatrização e recuperação pós-cirúrgica.
    6. Fisioterapia neurofuncional: Concentra-se na reabilitação de pacientes com condições neurológicas, como acidente vascular cerebral (AVC), lesão medular, paralisia cerebral e doenças neurodegenerativas. Os fisioterapeutas neurofuncionais realizam exercícios, treinamento de marcha, estimulação elétrica, entre outras intervenções, para melhorar a função e a qualidade de vida dos pacientes.
    7. Fisioterapia traumato-ortopédica: É voltada para o tratamento de lesões musculoesqueléticas, como fraturas, entorses, lesões ligamentares, lesões esportivas e pós-cirúrgicas. Os fisioterapeutas traumato-ortopédicos utilizam exercícios, técnicas manuais, eletroterapia e outras abordagens para reabilitar e fortalecer os tecidos afetados.
    8. Fisioterapia em saúde da mulher: Envolve o cuidado fisioterapêutico específico para a saúde da mulher, incluindo gestantes, pós-parto, incontinência urinária, disfunções sexuais e acompanhamento pré e pós-cirúrgico ginecológico.
    9. Fisioterapia esportiva: Concentra-se na prevenção, tratamento e reabilitação de lesões relacionadas à prática de esportes. Os fisioterapeutas esportivos trabalham com atletas e praticantes de atividades físicas, utilizando técnicas para promover a recuperação e o desempenho atlético.
    10. Fisioterapia oncofuncional: Envolve o suporte fisioterapêutico para pacientes com câncer. Os fisioterapeutas oncofuncionais ajudam a minimizar os efeitos colaterais do tratamento, como fadiga, dor, linfedema e limitações de movimento, além de auxiliar na reabilitação pós-tratamento.
    11. Osteopatia: É uma abordagem terapêutica que se concentra na avaliação e tratamento das disfunções musculoesqueléticas por meio de técnicas manuais. Os osteopatas utilizam manipulações articulares, mobilizações e outros métodos para promover o equilíbrio e a saúde do corpo.
    12. Quiropraxia: É uma disciplina da área da saúde que se concentra na avaliação e tratamento de problemas neuro musculoesqueléticos. Os quiropraxistas usam ajustes articulares e técnicas manuais para melhorar a função do sistema nervoso e aliviar a dor.

    É importante ressaltar que a prática de algumas dessas técnicas pode variar de acordo com as leis e regulamentos de cada país, e nem todos os fisioterapeutas são especializados em todas as áreas mencionadas. Além disso, o tratamento adequado dependerá das necessidades individuais de cada paciente e da avaliação realizada pelo fisioterapeuta.

    Quando devo fazer fisioterapia?

    A seguir, destacamos 3 ações que provavelmente você não sabia que pode contar com um fisioterapeuta, confira e conheça algumas situações em que você pode procurar um fisioterapeuta.

    Para o tratamento de doenças respiratórias

    Atualmente, a atuação de fisioterapeutas em situações que envolvem questões respiratórias está mais conhecida por conta dos acontecimentos envolvendo a Covid-19, porém, durante muito tempo isso não esteve no conhecimento popular. 

    Esse profissional é responsável por cuidar e contribuir com a saúde do sistema respiratório das pessoas. Isso pode ser aplicado para a prevenção ou mesmo recuperação após quadros como doenças respiratórias. Normalmente, esse profissional atua em ambulatórios e centros de terapias intensivas, afinal, lida com certa complexidade de quadros. 

    Para a melhoria da postura

    A fisioterapia possui papel fundamental quando o assunto é realização de movimentos de forma mais orgânica e dinâmica possível. A coluna é uma das grandes beneficiadas dos exercícios de uma sessão de fisioterapia.

    Inclusive, existem algumas práticas focadas nesse objetivo, práticas como RPG e pilates podem oferecer melhores hábitos posturais, inclusive auxiliando em tratamentos e prevenção de doenças como a hérnia de disco.

    Ainda nesse sentido, a fisioterapia possui uma atribuição na ajuda de gestantes, visto que acompanha a criação de uma postura para evitar dores e evitar impactos na coluna durante a gestação. 

    Para lidar com questões neurofuncionais 

    Essa é a área da fisioterapia responsável por lidar com quadros que envolvem síndromes neurológicas que impactam o dia a dia das pessoas. 

    Vale destaque para a atuação preventiva, curativa, paliativa e adaptativa do fisioterapeuta, sobretudo em casos de recuperação de danos no sistema nervoso que podem ser causados por diversos fatores, inclusive Acidente Vascular Cerebral (AVC).

    Um dos casos tradicionais é a necessidade de lidar com paralisias, perda de equilíbrio inesperada, tonteiras e inclusive efeitos de doenças como o Mal de Parkinson. 

    Quando devo procurar um fisioterapeuta?

    De forma bem direta, podemos dizer que não existe uma resposta correta, um sintoma ou um alerta que deve ser percebido que serve como sinal que você precisa procurar um fisioterapeuta. 

    É sempre necessário entender o que você está sentindo e, principalmente, saber compreender os sinais do seu corpo. 

    Em casos de lesões ortopédicas, por exemplo, seja uma torção de tornozelo, lesão no braço ou na mão, certamente você deverá passar por algumas sessões de fisioterapia. No entanto, o primeiro procedimento é procurar um ortopedista.

    Após a realização de exames e do diagnóstico, esse médico fará o encaminhamento para o fisioterapeuta. Com base neste diagnóstico, nos exames de imagem e também em exames próprios, o profissional de fisioterapia definirá o melhor tratamento e os melhores exercícios. 

    Como escolher um bom fisioterapeuta?

    Escolher um bom profissional de fisioterapia é um procedimento que pode ser complicado, afinal, como vimos, existem muitas especialidades e atualmente muitas metodologias diferentes. No entanto, não precisa ser algo impossível, abaixo listamos 3 dicas para te ajudar a acertar na escolha. 

    1. Entenda qual especialidade você procura

    Antes de tudo é importante que você entenda qual é a sua necessidade. Como você viu, existem diferentes tipos de atuação, por isso, é preciso encontrar um fisioterapeuta que seja especializado naquela demanda que você possui.

    Afinal, o melhor fisioterapeuta esportivo do mundo pode não ser o ideal para o tratamento focado em doenças respiratórias, por exemplo. 

    2. Evite aqueles que prometem tratamentos mágicos

    Assim como em todas as áreas, existem clínicas e profissionais de fisioterapia bons e existem aqueles que não são profissionais. Sabemos que alguns tratamentos são mais demorados, afinal, podemos lidar com lesões mais graves.

    Dessa forma, evite aqueles que prometem tratar sua lesão em uma única sessão ou em um número de sessões muito abaixo. É preciso que você tenha confiança no profissional e também no método utilizado, por isso, busque entender sobre o que você precisa e sobre qual tratamento pode ser recomendado.  

    3. Pesquise sobre a clínica que este profissional atua

    Tão importante quanto pesquisar sobre o profissional é pesquisar sobre o local onde ele atua. Saber o feedback de pacientes, buscar avaliações, conferir as especialidades e conhecer a estrutura são passos essenciais para acertar na escolha.

    Ortopedista ou fisioterapeuta qual a diferença?

    A fisioterapia e a ortopedia são duas áreas distintas, mas que muitas vezes trabalham em conjunto para o tratamento de lesões musculoesqueléticas e condições ortopédicas. Vou explicar a diferença entre elas:

    Ortopedia: A ortopedia é uma especialidade médica que se concentra no diagnóstico, tratamento cirúrgico e não cirúrgico e prevenção de doenças e lesões relacionadas ao sistema musculoesquelético. Os ortopedistas são médicos formados que se especializam em ortopedia e realizam intervenções cirúrgicas, prescrevem medicamentos e tratamentos conservadores, como imobilizações e injeções.

    Os ortopedistas geralmente tratam uma ampla variedade de condições, como fraturas ósseas, luxações articulares, lesões ligamentares, tendinites, osteoartrite, deformidades congênitas e doenças degenerativas da coluna vertebral. Eles podem solicitar exames de imagem, como radiografias, tomografias e ressonâncias magnéticas, para auxiliar no diagnóstico.

    Fisioterapia: A fisioterapia é uma disciplina da área da saúde que visa prevenir, tratar e reabilitar pacientes com condições médicas e lesões que afetam o sistema musculoesquelético, neurológico e respiratório. Os fisioterapeutas são profissionais de saúde que possuem graduação em fisioterapia e são especializados no uso de técnicas terapêuticas, exercícios e modalidades físicas para melhorar a função e aliviar a dor dos pacientes.

    Na Clínica Vicci em BH você encontra os melhores fisioterapeutas. Além da estrutura exemplar que é referência, prezamos por um atendimento diferenciado, focado em levar qualidade de vida e saúde para nossos pacientes. Agende seu horário agora mesmo e escolha pela excelência. Entre em contato.

  • Treinamento funcional: o que é e quais as vantagens?

    Treinamento funcional: o que é e quais as vantagens?

    Fazer atividade física é uma prática buscada por pessoas por vários motivos. Algumas escolhem fazer algum esporte por gostar da prática, outras escolhem para objetivos como ter mais qualidade de vida ou mesmo controlar o sobrepeso. Nesse sentido, o treinamento funcional é sempre lembrado quando o objetivo é trabalhar uma região ou grupo muscular específico.

    Atualmente, o treinamento funcional é uma realidade em boa parte das cidades brasileiras. Academias, estúdios e até clubes já oferecem essa modalidade, afinal, suas vantagens são conhecidas e já vistas. Porém, muitas pessoas ainda não sabem o que é treinamento funcional.

    Neste conteúdo, vamos explorar todos os detalhes acerca do treinamento funcional. Você vai entender exatamente o que é, quais as vantagens, como começar e inclusive os cuidados que precisa ter. Leia até o final e entenda tudo isso:

    O que é treinamento funcional?

    Treinamento funcional é o nome dado à atividade física que utiliza exercícios aplicados e específicos para melhorar a execução de ações cotidianas. Acredita-se que esse conceito explica o nome funcional.

    Na prática, estamos falando de um treinamento que contempla ações recorrentes no dia a dia, como correr, pular, agachar, puxar, para um objetivo que pode ser melhorar o condicionamento físico, aumentar a força muscular, entre outros. 

    Acredita-se que o treinamento funcional tenha sido criado por um grupo de fisioterapeutas com o objetivo de potencializar a recuperação de pacientes após uma lesão. 

    Diferença para outros tipos de treinamentos

    Quando olhamos para as diferenças entre o treinamento funcional e outras atividades, como a própria musculação, podemos destacar a intensidade dessa modalidade, algo que vamos comentar nos próximos capítulos, e sobretudo, o foco em movimentos livres e naturais do corpo. 

    Quem prefere atividades mais dinâmicas, tende a ter uma adaptação mais natural ao treinamento funcional do que aos exercícios tradicionais da musculação. 

    Como funciona o treinamento funcional?

    O treinamento funcional tem como principal característica a utilização de exercícios que exigem o trabalho de diversos músculos e regiões do corpo ao mesmo tempo. Aliás, esse é um ponto de grande diferença para os exercícios localizados que são tradicionalmente realizados em uma sala de musculação.  

    O treinamento funcional acontece a partir de uma trilha de exercícios focados em trabalhar força, equilíbrio, flexibilidade, condicionamento, resistência e agilidade, utilizando movimentos naturais do corpo humano. 

    Uma das principais características sobre o funcionamento deste treinamento é o seu dinamismo. Os exercícios podem utilizar apenas o peso do corpo ou contar com aparelhos e equipamentos para ampliar a ação dos movimentos naturais. 

    Exercícios funcionais 

    Para que você entenda como funciona um treinamento funcional, separamos alguns exercícios que normalmente constam neste treinamento, confira quais são:

    1. Agachamento: importante para trabalhar toda a parte inferior do corpo. 
    2. Swing unilateral com Kettlebell: exercício complementar ao agachamento. 
    3. Prancha: um dos mais tradicionais, consiste em manter o corpo parado em uma determinada posição, é fundamental para trabalhar equilíbrio e os músculos da região abdominal, lombar e pélvica. 
    4. Burpees: outro exercício muito comum, é conhecido por ser muito simples e um dos mais completos, afinal, trabalha a capacidade cardiorrespiratória da pessoa e diferentes músculos.
    5. Abdominal: também muito comum, é fundamental para trabalhar nesta região. 
    6. Corrida: encontrada em diferentes tipos e modalidades, inclusive parada, é fundamental para o desenvolvimento da capacidade cardiorrespiratória.   

    Quais as vantagens do treinamento funcional

    A seguir, listamos as 4 principais vantagens do treinamento funcional para que você entenda, veja:

    1. Foco na memória muscular

    Um dos princípios do treinamento funcional é fazer com que seu corpo entenda a forma correta de executar uma ação simples do dia a dia, como correr, pular, agachar ou carregar algo. 

    A repetição é fundamental para que o movimento fique responsivo e correto, portanto, a memória muscular é um dos focos do treinamento funcional. Esse fato é importante para estimular que a força muscular seja incentivada a partir da boa realização de cada movimento. 

    2. Importante para a perda de peso 

    Uma das principais vantagens do treinamento funcional é sua eficiência quando o objetivo é perder peso. Exercícios de intensidade elevada e de repetição assentada são eficientes neste processo e estão muito presentes durante uma sessão deste treinamento.  

    3. Ajuda na recuperação de lesões 

    Como falamos, o treinamento funcional é um aliado de das sessões de fisioterapia em um processo de recuperação de lesões, sobretudo antes da volta à prática esportiva de maior intensidade. 

    Muitos exercícios realizados durante uma sessão de funcional possuem baixo impacto, por isso, podem ser utilizados tanto por praticantes iniciantes, quanto por quem possui algum tipo de limitação ou mesmo está em processo de recuperação. 

    4. Fundamental para o condicionamento físico 

    Muitas pessoas procuram o treinamento por conta da capacidade de melhorar o condicionamento físico sem que seja necessário causar um demasiado estresse no corpo. Essa vantagem possui muita relação com a capacidade de ajuda na recuperação de lesões. 

    Muitos exercícios do treinamento funcional exigem velocidade nas execuções e um tempo grande de permanência em cada posição dos exercícios, assim, além de ser um ótimo treinamento para o sistema cardiorrespiratório também contribui para o preparo físico.

    Esse tipo de treinamento é indicado para quais pessoas?

    O treinamento funcional não possui um público certo, isso quer dizer que é recomendado para qualquer pessoa que deseja se beneficiar com algumas das vantagens que citamos acima, ou mesmo para quem deseja incluir mais uma boa atividade em sua rotina.

    Existem diferentes tipos de treinamentos, variando de acordo com a intensidade e também de acordo com a dificuldade de realização de cada movimento.

    Atividades de intensidade elevada são indicadas para pessoas que desejam aperfeiçoar a condição física ou mesmo que estão em um objetivo de perda de peso. Além disso, ainda é muito aplicado para atletas, afinal, inclui movimentos naturais presentes em rotinas de treinos e competições.

    Por outro lado, um treinamento funcional de baixa intensidade pode ser indicado para quem deseja cuidar da saúde e ter qualidade de vida, inclusive idosos e pessoas com alguma limitação, afinal, a partir desses exercícios é possível estimular e melhorar força, equilíbrio, respiração e agilidade.   

    Cuidados antes de começar em um treinamento funcional 

    É sempre necessário lembrar que antes de começar qualquer prática esportiva é preciso procurar um médico. Realizar exames para entender se você está apto para realizar um treinamento é essencial para evitar complicações durante a prática. 

    Além do aval médico antes de começar a praticar uma atividade física, inclusive o treinamento funcional, o acompanhamento é fundamental neste processo. Realizar consultas periódicas é um processo essencial para entender a resposta do corpo ao tipo de treinamento, bem como entender como está o desenvolvimento de lesões.

    Aqui na Vicci, você encontra uma equipe focada em fazer com que você tenha mais qualidade de vida no seu dia a dia. Com a ajuda de profissionais diversos, como fisioterapeutas, ortopedistas, educadores físicos, é possível entender os impactos de atividades em seu corpo.

    Se o seu objetivo é começar uma atividade física para se recuperar de uma lesão, esse acompanhamento é ainda mais importante. Você viu que o treinamento funcional é uma ótima alternativa, porém, precisa ser assistido e acompanhado para que não ocorra uma complicação.

    Agende seu horário aqui na Vicci agora mesmo e tenha toda a ajuda necessária para ter mais qualidade de vida e saúde em seu dia a dia.

    Entre em contato