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  • Cuidados com a saúde no verão: Sintomas de insolação como tratar

    Cuidados com a saúde no verão: Sintomas de insolação como tratar

    Calor, férias, festas de fim de ano, carnaval. Todos esses elementos estão presentes em uma estação aqui no Brasil: o verão. Marcada pelo período que compreende os meses de dezembro e março, a estação marca viagens e comemorações. No entanto, também existem alguns cuidados com a saúde no verão que não podem ser esquecidos.

    A estação mais quente do ano exige uma série de rotinas diferentes, afinal, questões como hidratação, proteção aos raios solares, controle da alimentação e até problemas respiratórios são levantadas nessa época do ano.

    Ao longo deste conteúdo você encontra 5 dicas simples e práticas para cuidar da sua saúde no verão e não abrir mão da qualidade de vida durante a estação mais quente do ano. 

    Quais as características do verão?

    Antes de passarmos por essas dicas, vamos apresentar algumas características. Esses detalhes serão fundamentais para que você entenda os motivos pelos quais cada cuidado é necessário.

    A principal característica do verão é o fato de, tradicionalmente, ser marcado pelo período do ano em que são registradas as temperaturas mais altas. Além disso, os dias são mais longos e há maior incidência de chuvas, sobretudo tempestades.

    Esses detalhes são importantes sobretudo para aquelas pessoas que desejam colocar o nível de vitamina D em dia, afinal, a exposição aos raios solares é a principal forma de estimular a produção deste hormônio. Temos um conteúdo explicando as vantagens dessa vitamina para o organismo e principalmente para os músculos, vale a pena conferir. 

    5 dicas de cuidados com a saúde no verão 

    A seguir, vamos apresentar 5 dicas bem simples para você redobrar a atenção com sua saúde no verão, garantindo qualidade de vida e aproveitando esses dias mais longos e as temperaturas mais elevadas sem comprometer seu bem-estar. 

    1. Saúde no verão está relacionada com uma boa hidratação

    A primeira dica é beber muita água e redobrar o cuidado com a hidratação. Manter o corpo hidratado é algo essencial para vários fatores. Entre eles podemos destacar o cuidado com a pele, evitar situações como desmaios por desidratação, controlar a sensação de fome, entre outros.

    Durante o verão, com a elevação das temperaturas, há uma tendência de maior transpiração, fato que pode levar a um quadro de desidratação. 

    Portar uma garrafa de água ou mesmo incluir o consumo de sucos naturais e água de coco com mais frequência são ações que contribuem para esse objetivo. 

    Especialistas afirmam que é necessário consumir, pelo menos, 2 litros e meio de água por dia. No entanto, já falamos aqui sobre o quanto esse cálculo depende de algumas variáveis, como rotina, peso e composição corporal de cada pessoa.

    Durante o verão, colocar uma meta diária de consumo de água pode ser uma ótima fórmula para estimular seu corpo. Para isso, o caminho mais seguro é consultar um nutricionista e entender o quanto de líquido seu corpo precisa.

    No entanto, para começar, o ideal é reforçar a ingestão de água, sobretudo em dias muito quentes e em momentos de muita transpiração, como durante práticas esportivas. 

    2. Saúde no verão e atenção ao cansaço durante a prática esportiva

    A segunda dica é bem simples: entenda os sinais de cansaço do seu corpo. O aumento da temperatura é um fator que precisa ser considerado durante as práticas esportivas realizadas durante o verão.

    Como falamos, há o aumento da transpiração, o que aumenta a necessidade de hidratação. Porém, outros fatores também precisam estar no radar de atletas e esportistas, sobretudo quando olhamos para quadros de lesões e cansaço.

    Atividades realizadas ao ar livre, por exemplo, precisam levar em conta que o sol forte e o calor podem causar quadros de mal-estar. A elevação da temperatura do corpo, alinhada à temperatura externa pode elevar os riscos dessas situações, por isso, cuidado com a intensidade e com o horário dessas práticas.

    Entender sobre a temperatura, levar sempre água e cuidar da alimentação são passos simples para evitar essas situações. Por fim, sempre fique de olho nos sinais do seu corpo, afinal,é possível entender quando é um teste de limites e quando é preciso uma pausa. 

    3. Cuide bem da sua alimentação durante o verão 

    O calor exerce um papel essencial no processo de gasto de energia no corpo humano. Temperaturas mais quentes normalmente reduzem o gasto de energia do corpo humano, afinal, diferentemente do inverno, não há a necessidade de manter a temperatura do corpo. 

    Por outro lado, podemos entender que as temperaturas mais altas aumentam a dificuldade do corpo processar alimentos. Essas duas características são importantes para destacarmos a necessidade de manter um plano alimentar focado em alimentos mais leves durante o verão.

    Controlar o consumo de alimentos gordurosos e refeições pesadas é uma boa prática. Além disso, priorizar frutas, verduras, vegetais e alimentos ricos em vitaminas é sempre um bom caminho. 

    Por fim, ainda sobre o verão e alimentação é preciso dizer que durante essa época é preciso também ter cuidado quando a quadros de intoxicação alimentar. As temperaturas altas comprometem a conservação de alimentos e aumentam a proliferação de microorganismos. 

    4. Use filtro solar 

    Em um texto muito compartilhado na Internet, o autor afirma que a única dica que deixa para as gerações futuras é o uso do filtro solar. Quando olhamos para o verão, essa dica faz ainda mais sentido, afinal, estamos mais expostos aos raios solares.

    Durante o verão, há uma tendência natural de procurarmos mais eventos ao ar livre. Praias, cachoeiras, clubes e piscinas ficam concorridas e aumentam a exposição aos raios solares.

    Nessas ocasiões, a dica é sempre abusar do protetor solar. Retocar a cada duas horas é uma dica compartilhada por dermatologistas, sobretudo quando há o contato com a água

    Porém, o cuidado também deve ser lembrado no dia a dia. Seja indo para o trabalho ou durante uma volta, passar o filtro solar é algo essencial para evitar doenças de pele e mesmo quadros de insolação. 

    5. Mantenha-se ativo para cuidar da sua saúde no verão

    Por fim, a 5° dica é: não deixar de praticar exercícios. As temperaturas altas e o calor excessivo podem gerar uma sensação de desânimo e cansaço natural. No entanto, essas sensações não podem fazer com que você fique inativo.

    Exercitar o corpo é fundamental para manter uma rotina equilibrada, controlar o sobrepeso, gerar sensação de bem-estar, contribuir para o funcionamento de todo seu organismo e dar disposição para outras atividades.

    Por isso, deixando esse desânimo de lado, a dica é escolher bem os horários para as práticas esportivas. Além disso, lembrar de utilizar roupas mais leves e claras e procurar atividades de intensidade moderada que podem te ajudar no primeiro momento.

    Quanto aos horários, o começo da manhã e o fim da tarde são os períodos do dia mais indicados, afinal, são os momentos em que o sol está mais agradável e as temperaturas mais controladas.

    Leia também sobre como manter a rotina de treino em épocas festivas, Aqui!

    Como falamos, a hidratação e o entendimento sobre os sinais do seu corpo são outros pontos importantes. Conhecer os perigos do verão também é algo crucial, e a seguir vamos focar no maior deles, a insolação! 

    O que é insolação?

    A insolação é uma condição de saúde que ocorre devido à exposição excessiva e prolongada ao calor e ao sol, levando a um aumento perigoso da temperatura corporal. É uma forma grave de lesão causada pelo calor e pode ser potencialmente fatal se não for tratada rapidamente. A insolação ocorre quando o corpo não consegue dissipar o calor de maneira eficaz e a temperatura interna sobe para níveis perigosamente altos. A insolação é uma condição grave que requer atenção médica imediata, para evitá-la você precisa entender os sintomas e se precaver.

    caso grave de insolação
    Segundo matéria da CNN “De acordo com o médico, as altas temperaturas trazem consequências mais graves para grupos mais suscetíveis, como idosos, crianças e trabalhadores braçais. O cardiologista chamou a atenção para quadros de insolação, que, em situações graves, “têm alta mortalidade.”

    Sintomas de insolação

    A insolação é uma condição séria causada pela exposição prolongada ao calor e ao sol, e seus sintomas podem variar de leves a graves. Os principais sintomas de insolação incluem:

    1. Calor intenso: A exposição prolongada ao sol e ao calor excessivo é um fator desencadeante da insolação. O dia deve estar especialmente quente para que ocorra.
    2. Temperatura corporal elevada: Aumento significativo da temperatura corporal, geralmente acima de 40°C (104°F).
    3. Pele quente e seca: A pele fica quente, vermelha e seca ao toque, sem suor ou com uma sudorese muito reduzida.
    4. Dor de cabeça: Uma forte dor de cabeça é comum em casos de insolação.
    5. Tontura e confusão: A pessoa pode sentir tontura, desorientação, confusão mental ou até mesmo delírio.
    6. Náuseas e vômitos: A insolação pode causar náuseas, vômitos e desconforto gastrointestinal.
    7. Pulso rápido e forte: O pulso pode acelerar (taquicardia) e tornar-se forte e irregular.
    8. Respiração rápida: A respiração pode tornar-se rápida e superficial.
    9. Fraqueza muscular: A pessoa pode sentir fraqueza muscular e câimbras.
    10. Perda de consciência: Em casos graves, a insolação pode levar à perda de consciência, convulsões e coma.

    É importante notar que a insolação é uma emergência médica e deve ser tratada imediatamente. A insolação grave pode ser potencialmente fatal se não tratada adequadamente. Portanto, não subestime os sintomas e tome medidas rápidas para proteger a saúde da pessoa afetada. Se alguém apresentar sintomas de insolação, é fundamental saber como lidar com essa situação e procurar ajuda médica imediatamente.

    Como cuidar de insolação

    A insolação é uma condição séria que ocorre quando o corpo superaquece devido à exposição prolongada ao sol e à falta de hidratação adequada. Aqui estão algumas medidas de cuidados que podem ser tomadas em caso de suspeita de insolação:

    • Mude para um local mais fresco: Se você ou alguém estiver com insolação, a primeira medida é sair do sol imediatamente. Procure uma sombra ou um ambiente com ar-condicionado.
    • Hidrate-se: Beba água ou líquidos isotônicos para repor os fluidos perdidos. Evite álcool e cafeína, pois eles podem desidratar ainda mais o corpo.
    • Resfrie-se: Use compressas úmidas e frias ou tome um banho frio para reduzir a temperatura corporal. Ventiladores ou ar-condicionado também podem ajudar.
    • Descanse: Deite-se em um local fresco e confortável, com a cabeça ligeiramente elevada.
    • Remova roupas em excesso: Se possível, retire roupas em excesso para ajudar o corpo a resfriar-se.
    • Use protetor solar: Evite futuras insolações usando protetor solar, chapéus e roupas de manga longa quando estiver ao sol.
    • Evite atividades físicas: Descanse e evite exercícios físicos extenuantes até se recuperar completamente.
    • Procure ajuda médica: Se os sintomas da insolação forem graves, como confusão, náuseas persistentes, vômitos ou desmaio, é importante buscar atendimento médico imediatamente. A insolação grave pode ser perigosa e requer tratamento médico.

    Lembre-se de que a insolação é uma condição séria que requer cuidados imediatos. A prevenção é a melhor abordagem, evitando a exposição excessiva ao sol e mantendo-se hidratado em climas quentes. Se você ou alguém ao seu redor estiver sofrendo de insolação, é fundamental agir rapidamente para garantir uma recuperação segura.

    Aqui em nosso Blog você encontra dicas e informações importantes para sua qualidade de vida e cuidados com a saúde no verão. Conteúdos como este sobre como manter a saúde no verão estão disponíveis para que você tenha uma rotina mais saudável, por isso, conte com nossos materiais. E se precisar da ajuda de um profissional, conte com nosso corpo clínico para te auxiliar a ter cuidados com a saúde no verão de forma eficiente.

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  • Vitamina D: a melhor vitamina para os músculos

    Vitamina D: a melhor vitamina para os músculos

    Você provavelmente já deve ter ouvido falar sobre a vitamina D. Normalmente, esse assunto surge acompanhado da afirmação sobre a necessidade da exposição aos raios de sol para que o corpo assimile essa vitamina.

    No entanto, a vitamina desse grupo vai muito além disso, inclusive, com outras fontes ricas deste nutriente. Fato é que a demanda do corpo por essa vitamina é cada vez mais comprovada, sendo inclusive muito citada quando falamos em recuperação muscular e saúde dos músculos e do organismo como um todo. 

    Neste conteúdo vamos apresentar alguns detalhes essenciais para que você compreenda a importância da vitamina D quando olhamos para nossos músculos. Além disso, vamos deixar dicas sobre rotinas e um plano alimentar que contemple alimentos ricos neste nutriente. Acompanhe:  

    O que é a vitamina D?

    Muito mais que uma vitamina, a vitamina do tipo D atualmente já é considerada um hormônio, afinal é produzida pelo próprio corpo humano. É importante para a saúde óssea, crescimento, imunidade, funcionamento do sistema cardiovascular e nervoso central, além dos músculos e de todo o metabolismo. 

    Olhando para a questão técnica, podemos dizer que a vitamina D é o nome dado à molécula que apresenta quatro anéis de colesterol quando há exposição da pele aos raios solares. Por esse motivo, esse tipo de vitamina entra no grupo das vitaminas lipossolúveis, isso quer dizer que é constituída de isopreno e solúveis em gordura.  

    A metabolização desta vitamina acontece no fígado e nos rins, que são os órgãos responsáveis por transformá-la em sua forma ativa. Ao alcançar este patamar, esse tipo de vitamina pode ser absorvida e utilizada pelo corpo em diversas funções essenciais

    No próximo capítulo, você vai entender exatamente a função dessa vitamina no organismo humano, porém, antes, é preciso destacar que existem dois tipos de vitamina D. Veja quais são:

    • Vitamina tipo D3: também chamada de colecalciferol, é a forma mais comum dessa vitamina, aquela que é produzida pelo corpo humano. Além disso, também pode ser adquirida a partir de alguns alimentos. 
    • Vitamina tipo D2: ou simplesmente ergocalciferol, é encontrada predominantemente em cogumelos e plantas, principalmente algumas espécies que são expostas de forma demasiada aos raios solares.  

    Agora que você realmente sabe o que é a vitamina D, vamos avançar e explicar quais são as funções dessa vitamina. Confira: 

    Qual é a função dessa vitamina no organismo?

    Já comentamos sobre a importância da vitamina D para o corpo humano, agora vamos explorar alguns detalhes. Para começarmos, é necessário destacar que esse hormônio é fundamental para a absorção de cálcio, sendo essencial para todo o processo de formação óssea, bem como o desenvolvimento, recuperação e crescimento dos nossos ossos. 

    Além disso, vale destacar a importância para a imunidade do corpo humano. Diversos estudos apontam que a deficiência de vitamina do tipo D é um dos fatores mais relevantes para o desenvolvimento de quadros e condições como: diabetes melito tipo 1, alergias alimentares de diversas formas e neoplasias. 

    Assim, podemos dizer que a vitamina D é um importante modulador de todo o sistema imune do corpo humano. Dessa forma, essa vitamina é um dos pilares para a prevenção de doenças autoimunes como diabetes melito tipo 1 (que citamos acima), esclerose múltipla, doença inflamatória intestinal, lúpus eritematoso sistêmico e artrite reumatoide. 

    Outra função em destaque está relacionada ao sistema cardiovascular. É provado que a vitamina D é um dos hormônios essenciais para evitar doenças relacionadas e quadro relacionados ao coração, visto que atua no controle da hipertensão arterial sistêmica e também no combate à obesidade.

    Outros processos que servem para entendermos a função da vitamina D no corpo humano são:

    • Atuação direta no processo de metabolismo do colágeno. 
    • Auxílio direto no controle do magnésio em nosso organismo.
    • Importante na dispensa de insulina pelo pâncreas e da prolactina pela hipófise. 

    Importância da vitamina D para os músculos

    Além de todos os detalhes que falamos sobre a importância da vitamina D para o organismo e questões como controle de doenças, precisamos destacar que é um nutriente essencial para a recuperação e construção muscular, principalmente após a prática de exercícios físicos. 

    Essa importância ficou comprovada em um estudo feito por um grupo de especialistas da Espanha e comentado aqui no Brasil por alguns portais focados em saúde e bem-estar. 

    De acordo com os estudos, a vitamina D é essencial para o processo de redução do dano muscular após treinos, visto que desempenha função primordial na modulação de funções imunológicas e na recuperação da inflamação causada pela atividade física.

    A pesquisa concluiu que atletas, sejam amadores ou profissionais, que contam com níveis acima de cerca de 30 ml de vitamina D no organismo tendem a ter uma recuperação mais ágil após treinos e práticas físicas.

    Além disso, a pesquisa ainda identificou que esses atletas também se destacam quando o assunto é ganho de massa muscular, a tradicional hipertrofia. Por fim, ainda ficou provado que dores musculares são menos frequentes em quem está com o estoque de vitamina D alto no corpo.

    De fato, a vitamina D já é considerada uma das maiores aliadas de atletas ou mesmo de praticantes esporádicos de esportes e atividade físicas. Diversos indícios apontam que é um dos elementos mais importantes para o processo natural do corpo para evitar lesões, fraturas e mesmo para aliviar dores musculares.

    Isso acontece por conta da importância da vitamina D na absorção de cálcio e fósforo. Como já falamos sobre a relação com a saúde óssea, vale destacar que o fósforo é elemento primordial na saúde dos músculos.  

    Benefícios desta vitamina para os músculos

    Para sintetizarmos toda a relação entre a vitamina D e o sistema muscular, preparamos uma lista com as 7 principais vantagens, confira:

    1. Aumento de força muscular: atua na formação de fibras musculares, dessa forma, é essencial para o aumento de força. 
    2. Reduz os efeitos da Sarcopenia: sarcopenia pode ser entendida como a alteração da musculatura esquelética, sobretudo relacionada à redução da força e redução da massa muscular secundária, diante do processo de envelhecimento. A falta dessa vitamina potencializa essa condição, causando atrofia e a fraqueza dos músculos. 
    3. Essencial para recuperação muscular após lesões: quem passa por um processo de recuperação de lesões, precisa estar em dia com os níveis de vitamina D. Essa vitamina é fundamental para fazer com que o corpo assimile a lesão e volte a entender movimentos musculares. 

    Vitamina para músculos: Quais vitaminas tomar para fortalecer os músculos?

    Além da vitamina D, que desempenha um papel importante na saúde óssea e muscular, existem outras vitaminas e minerais que são essenciais para a função muscular e o fortalecimento do sistema musculoesquelético. Aqui estão algumas vitaminas e minerais relevantes para a saúde muscular:

    • Vitamina K: A vitamina K está envolvida na regulação do cálcio nos tecidos, incluindo os ossos. Pode ajudar na mineralização adequada dos ossos, favorecendo a saúde muscular.
    • Vitamina C: A vitamina C é importante na formação de colágeno, uma proteína que contribui para a estrutura dos tecidos conjuntivos, incluindo tendões e ligamentos.
    • Vitamina E: A vitamina E tem propriedades antioxidantes e pode ajudar a proteger as células musculares contra o estresse oxidativo induzido pelo exercício.
    • Vitamina B6 (Piridoxina): A vitamina B6 desempenha um papel na síntese de proteínas e pode influenciar a função muscular. É importante para o metabolismo de aminoácidos.
    • Vitamina B12 (Cobalamina): A vitamina B12 é essencial para a formação de glóbulos vermelhos e a saúde do sistema nervoso, o que é relevante para a função muscular.
    • Cálcio: O cálcio é fundamental para a contração muscular e a transmissão de impulsos nervosos. Além de vitamina D, a vitamina K também pode influenciar o metabolismo do cálcio.
    • Magnésio: O magnésio desempenha um papel crucial na contração muscular e é necessário para a síntese de ATP, a principal fonte de energia para as células.
    • Zinco: O zinco é necessário para o crescimento e reparo dos tecidos, incluindo os músculos. Também desempenha um papel na função imunológica.
    • Ferro: O ferro é essencial para o transporte de oxigênio no sangue. A deficiência de ferro pode levar à fadiga muscular.

    É importante obter vitaminas e minerais por meio de uma dieta equilibrada e variada. Se você tiver dúvidas sobre a necessidade de suplementos, é recomendável consultar um profissional de saúde, como um nutricionista ou médico, para avaliação e orientação personalizada. A suplementação deve ser feita com cuidado, levando em consideração as necessidades individuais e evitando doses excessivas.

    O que fazer para aumentar o nível de vitamina D no organismo?

    Começamos este conteúdo falando sobre a relação da vitamina D com a exposição aos raios solares. Embora essa não seja a única forma de obter essa vitamina, é um dos caminhos mais precisos. Logo, a exposição ao sol, sobretudo nos braços e pernas por 20 minutos ao dia, pode ser uma boa prática. 

    Além disso, ainda é possível incluir vitamina D em seu plano alimentar, a partir de alimentos ricos nessa vitamina. Essa vitamina está presente em alimentos de origem animal e também em alguns cogumelos. Entre eles, vale destacar o salmão.

    Qual a melhor vitamina para recuperação muscular?

    Não há uma única vitamina que seja considerada a melhor para recuperação muscular, pois a recuperação muscular envolve uma interação complexa de vários nutrientes. Em vez de focar apenas em uma vitamina, é importante garantir uma ingestão equilibrada de nutrientes essenciais para promover a recuperação eficaz. Aqui estão alguns nutrientes importantes para a recuperação muscular:

    1. Proteína: Não é uma vitamina, mas a proteína é crucial para a recuperação muscular, pois fornece os aminoácidos necessários para a reparação e crescimento muscular. Fontes incluem carnes magras, ovos, laticínios, legumes e suplementos proteicos.
    2. Vitamina D: Ajuda na absorção de cálcio, essencial para a contração muscular. Uma deficiência de vitamina D pode afetar a saúde muscular.
    3. Vitaminas do Complexo B (B1, B6, B12): Contribuem para a produção de energia e são importantes para o metabolismo muscular. A vitamina B12 desempenha um papel crucial na formação de glóbulos vermelhos.
    4. Vitamina C: Importante para a síntese de colágeno e antioxidante, auxiliando na recuperação de danos oxidativos associados ao exercício.
    5. Vitamina E: Tem propriedades antioxidantes, ajudando a proteger as células contra o estresse oxidativo durante a recuperação.
    6. Cálcio: Essencial para a contração muscular. O cálcio desempenha um papel vital na regulação do ciclo de contração e relaxamento muscular.
    7. Magnésio: Importante para a função muscular, incluindo a relaxamento muscular, e desempenha um papel na síntese de energia.
    8. Zinco: Contribui para a síntese de proteínas e reparo tecidual, sendo importante para a recuperação muscular.
    9. Ômega-3 (Ácidos Graxos Essenciais): Possuem propriedades anti-inflamatórias e podem ajudar na redução da inflamação após o exercício.
    10. Creatina: Não é uma vitamina, mas é um composto natural encontrado em alimentos de origem animal. A creatina auxilia na recuperação muscular e no desempenho durante exercícios de alta intensidade.

    É fundamental obter esses nutrientes por meio de uma dieta equilibrada, composta por uma variedade de alimentos naturais. Em alguns casos, suplementos podem ser considerados, mas a orientação de um profissional de saúde, como um nutricionista, é recomendada para garantir uma abordagem adequada e personalizada. Além disso, uma hidratação adequada e a atenção ao descanso são elementos cruciais para a recuperação muscular eficaz.

    Aqui na Vicci, você encontra ajuda personalizada, seja para recuperar de uma lesão ou mesmo conseguir melhores resultados. Agora que você entende a importância da vitamina D para os músculos, sabe que é preciso estar em dia com os níveis de vitaminas em seu corpo, por isso, essa ajuda é essencial.

    Entre em contato e agende seu horário agora mesmo. 

  • Como aliviar dor no ombro?

    Como aliviar dor no ombro?

    O ombro é uma das principais e mais complexas articulações do corpo humano. Contando com uma série de músculos, tendões e ossos, os ombros são os responsáveis por movimentos simples, como levantar os braços. Levando em consideração a complexidade dessa articulação, é quase certo que em algum momento da sua vida você vai sofrer com algum tipo de dor no ombro.

    Dessa forma, este conteúdo se torna uma leitura indispensável, visto que vamos passar pelos detalhes mais relevantes e fazer com que você entenda o que pode causar essas dores.  

    O que você encontra neste conteúdo:

    • Como funciona o ombro. 
    • Principais causas de dores nos ombros. 
    • 6 dicas simples para aliviar dores nos ombros agora mesmo. 
    • Quando é necessário procurar um médico para dores nos ombros. 

    Como funciona o ombro: entendendo a anatomia dessa articulação

    Antes de falarmos sobre as causas de dores, vamos passar rapidamente pela anatomia do ombro, pois será importante para entendermos as causas de lesões. 

    Chamado de cintura escapular, o ombro é composto por 3 ossos: a escápula (ou omoplata), a clavícula e o úmero (osso do braço). A parte de cima  do ombro é formada por uma parte da escápula em formato de “dragona” chamado acrômio.

    Além disso, existem quatro articulações verdadeiras, além da presença de uma cápsula articular, um grupo de ligamentos que ligam o úmero à glenóide. Isso é fundamental para fornecer estabilidade e garantir os movimentos do ombro. 

    Principais causas de dor no ombro

    São diversas as causas de dores no ombro. Podemos citar desde as mais aparentes, como pancadas diretas, ou mesmo aquelas que são provenientes de doenças e condições subjacentes. 

    A seguir, vamos explicar algumas com detalhes, confira:

    Bursite 

    Quando falamos em dores no ombro, a bursite é sempre uma das causas mais comuns. Acontece devido por causa da inflamação da bursa, que são pequenos sacos cheios de líquido localizados nas articulações, servindo como proteção para tendões e os músculos durante a realização de movimentos. 

    A bursite pode ser causada pelo uso excessivo do ombro, sendo mais comum em pessoas que fazem atividades repetitivas com o braço, como atividades manuais ou esportivas, como por exemplo esportes como vôlei e tênis. 

    A bursite é caracterizada por dores agudas na parte superior ou frontal do ombro, que pioram à medida que é exigido movimento do ombro, mesmo que de forma leve. 

    Tendinite

    Essas dores são causadas por inflamações dos tendões do ombro. Os tendões que mais causam inflamações são os tendões do manguito rotador (supraespinal, infraespinal, subescapular e redondo menor) e o tendão da cabeça longa do bíceps.

    Assim como acontece com a bursite, e tendinite acontece por conta do uso demasiado da articulação ou mesmo após um movimento brusco, principalmente quando realizado de forma inadequada. 

    Sobre a bursite e tendinite, vale a pena falar que essas condições podem aparecer em conjunto, visto que a bursa e os tendões estão bem próximos. 

    Osteoartrose

    Esse é o tipo de artrose mais comum no ombro, que pode ser entendida como uma doença degenerativa crônica da cartilagem ou da estrutura óssea, causada pelo desgaste, muitas vezes natural, mas que também pode ser em decorrência de lesões esportivas. 

    Além das dores, sintomas como inchaço no local, sensação de “areia” na articulação e estalos durante os movimentos, mesmo os mais simples, são identificados por pacientes que passam por essa condição. 

    Capsulite adesiva

    Essa condição é uma inflamação crônica do ombro, muito comum em pessoas com diabetes e em mulheres com mais de 40 anos, que já tiveram o braço imobilizado por um longo período. 

    Fraturas e traumas

    Essas dores normalmente são fáceis de serem analisadas e tratadas, afinal, acontecem após uma pancada ou batida que afeta o ombro. Em decorrência podem surgir luxações, Torções, estiramentos e fraturas de ossos, eventos que podem causar dores no ombro. 

    O que fazer para aliviar a dor no ombro? 6 dicas simples

    Agora que você entendeu as principais causas e motivos para sentir dor no ombro, vamos passar algumas dicas básicas que podem te ajudar a aliviar essas dores. Lembrando sempre que este conteúdo é apenas educacional, isso quer dizer que apenas um médico é capaz de fornecer um diagnóstico preciso. 

    1. Aplicar compressa de água morna

    A temperatura alta de uma compressa de água morna faz com que os músculos da região relaxem, reduzindo a tensão e aumentando a circulação dos ombros, aliviando as dores. 

    2. Alongamentos para melhorar a dor no ombro

    Alongamentos musculares dos ombros e pescoço são muito eficazes no relaxamento de toda a região e consequentemente para o alívio de dores locais. Vale destacar que essas ações não devem forçar a articulação, ou seja, ao menor sinal de desconforto devem ser interrompidas. 

    3. Repouso

    Como sempre falamos, o repouso é essencial, sobretudo quando olhamos para a recuperação muscular. Se essas dores aparecem de forma repentina, após levantar peso, um impacto ou se foi após executar um mesmo movimento repetitivo, o ideal é descansar a articulação. 

    4. Cuide da sua postura para tratar dor no ombro

    É muito importante estar atento à postura correta para prevenir ou aliviar a dor no ombro, visto que a posição em que você trabalha, sobretudo sentado, pode impactar todo seu corpo, causando dores no ombro, costas e pernas. 

    Se você trabalha em frente ao computador, a atenção deve ser ainda maior por conta da posição dos braços. A dica é deixar o teclado próximo ao nível dos cotovelos, fazendo com que você não estresse na região dos ombros. 

    5. Tenha atenção ao seu sono

    A posição que você escolhe para dormir e o seu travesseiro são elementos relevantes para aliviar dores nos ombros. A dica de especialistas é trocar os travesseiros sempre que achar que estão sem qualidade, privilegiando um objetivo que mantenha a cabeça alinhada com o tronco. 

    Com relação à posição durante o sono. A posição ideal é de lado, de modo que a coluna fique alinhada e não seja pressionada. Por isso, evite dormir de bruços, essa posição aumenta a pressão no pescoço e na coluna e, consequentemente, pode fazer com que você sinta dores ao longo do dia. 

    6. Foco na hidratação e alimentação

    A hidratação é importante para combater uma situação de inflamação, visto que a falta de líquidos no corpo tende a prolongar o estado inflamatório. Além disso, o que você come também impacta na condição do seu organismo e na forma de lidar com situações de estresse e dores, por isso um bom plano alimentar é sempre sugerido. 

    Quando procurar um ortopedista para dor no ombro?

    Em muitos casos, sobretudo aqueles que derivam de movimentos e de esforços diários, uma boa recuperação bastará para aliviar as dores. No entanto, se você está sentindo uma dor severa ou crônica no ombro, é necessário consultar um ortopedista para entender melhor a causa desse desconforto, bem como saber quais os tratamentos indicados para aliviar e tratar a causa. 

    Aqui na Clínica Vicci, você encontra ajuda tanto para o diagnóstico, quanto para o tratamento e acompanhamento deste processo. Temos uma equipe completa e preparada para te atender com eficiência, possibilitando que você tenha acesso ao melhor tratamento para lidar com a dor no ombro sem abrir mão da qualidade de vida e saúde. 

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  • Hérnia de disco: importância da fisioterapia

    Hérnia de disco: importância da fisioterapia

    A hérnia de disco é uma condição mais normal do que você imagina. No entanto, diferentemente do muita gente acredita, existem tratamentos eficientes para essa lesão lombar, possibilitando que seja tratada e que o paciente tenha uma rotina saudável e sem dores. 

    Como falamos, essa lesão é comum, de acordo com informação publicada na coluna Eu Atleta do site Globo.com, mais de 50% das pessoas com mais de 50 anos têm ou terão a condição, porém, a maioria dos casos sem nenhum sintoma de dor. Neste conteúdo, vamos explicar todos os detalhes sobre a hérnia de disco e ainda destacar a importância de sessões de fisioterapia para o seu tratamento, confira: 

    O que é hérnia de disco?

    Hérnia de disco é o nome dado ao processo de deslocamento do disco intervertebral, esse deslocamento acontece, na maioria das vezes, devido a um desgaste dos discos intervertebrais. Como consequência dessa lesão, é possível sentir dores nas costas e mudanças de sensibilidade para coxa, perna e também nos pés. 

    Para entendermos o conceito dessa lesão, vamos explorar um pouco a coluna vertebral. A coluna vertebral do corpo humano é composta por 5 partes: 

    • Cervical
    • Torácica
    • Lombar
    • Sacral 
    • Coccígea

    Ao longo da coluna vertebral existem articulações compostas pelas vértebras, entre essas estruturas estão os discos intervertebrais, formados por cartilagens, esses anéis fibrosos também possuem um núcleo gelatinoso conhecido como núcleo pulposo.

    Esses discos são essenciais, sobretudo, quando olhamos para a sustentação do nosso corpo, além de serem fundamentais para ações de rotação e mesmo de locomoção, visto que atuam de forma a reduzir o impacto de movimentos na coluna. 

    Assim a hérnia de disco acontece quando há um desgaste ou fissura desses anéis que ficam entre uma vértebra e outra da coluna vertebral, fazendo com que líquido pulposo extrapole o seu local, reduzindo seu volume e achatando toda estrutura desse disco. 

    Tipos de hérnia de disco

    Como o vazamento deste líquido é o principal gatilho para a hérnia de disco, podemos encontrar 4 diferentes situações:

    Abaulamento discal: esses são os casos mais simples, normalmente são caracterizados por uma mínima deformação do disco, sendo considerados os diagnósticos mais leves. 

    Protrusas: neste caso, o disco sofre um alargamento, porém não há vazamento do líquido, aumentando a sensibilidade no local, mas não afetando sua estrutura. 

    Extrusas: aqui, há o vazamento do conteúdo líquido do anel, que acaba impactando estruturas próximas à coluna vertebral. 

    Sequestradas: nesse quarto tipo de hérnia de disco também há o vazamento do líquido pulposo, porém, afeta o canal medular, impactando outros órgãos e regiões do corpo. Além disso, pode haver a presença de fragmento livre de disco, tornando este tipo o mais sério.  

    Sintomas dessa lesão

    Como falamos no começo deste conteúdo, o número de pessoas com hérnia de disco não é baixo. Porém, é possível ter este quadro sem o desenvolvimento de sintomas claros ou mesmo com dores leves de forma esporádica. 

    Além disso, quando olhamos para os principais diagnósticos da doença, identificamos alguns sintomas que sempre aparecem. Os principais são: 

    • Sensação de formigamento e/ou perda de força nas pernas: isso acontece devido ao impacto nas raízes dos nervos dos músculos da perna. 
    • Dores: as principais regiões de dores causadas pela hérnia de disco são a coluna, perna, braço e no pescoço. Normalmente, a dor começa na região lombar e tende a irradiar para as pernas. 
    • Alteração no funcionamento da bexiga ou do intestino.
    • Dificuldade em executar movimentos de elevação da parte anterior dos pés. 
    • Cãibras na perna. 

    O que causa a hérnia de disco?

    Como falamos no começo do texto, a hérnia de disco é resultado de um desgaste ou deslocamento do disco intervertebral, dessa forma, uma das principais causas é o envelhecimento natural e a ação orgânica do peso do corpo humano neste componente com o passar do tempo. 

    Isso acontece pois, à medida que envelhecemos, os discos em nossas colunas podem perder sua flexibilidade e elasticidade. Além disso, os ligamentos em torno dos discos se tornam frágeis e rompem com maior facilidade. 

    Por fim, questões como pouca atividade física e sedentarismo, tabagismo e má postura também são causadores dessa condição. Por fim, carregar ou levantar muito peso, sobretudo de uma forma incorreta, pode fazer com que o disco intervertebral seja afetado. 

    Como prevenir essa lesão?

    A seguir, você encontra 3 dicas básicas para evitar os fatores de riscos que contribuem para o surgimento da hérnia de disco. Confira:

    1. Ter cuidado com a postura: manter-se por um longo período de tempo em uma postura inadequada é um dos principais vilões quando falamos em hérnia de disco. Assim, ter cuidado na postura ao sentar-se para trabalhar ou mesmo realizar atividades diárias é fundamental. 
    2. Evitar o sedentarismo: uma rotina sedentária pode fazer com que seu corpo pressione a coluna inferior. Assim, se você passa longos períodos sentados, tente adicionar períodos regulares de exercício diariamente.
    3. Controlar o excesso de peso: a obesidade pode fazer com que você forneça uma carga elevada aos discos da sua coluna. Por isso, é importante ter atenção a este detalhe.

    Qual o tratamento para hérnia de disco?

    Para começarmos este capítulo, é necessário acabar com um mito. Existe uma falácia de que a maioria dos pacientes que possuem hérnia de disco precisam de uma intervenção cirúrgica. Na verdade, estima-se que em apenas 10% esse procedimento é indicado. 

    Para os outros casos, existem alguns outros tratamentos que são totalmente eficientes e menos invasivos. 

    Repouso e adoção de uma boa rotina: para os casos mais simples, o repouso é sempre algo a ser considerado. Além disso, a atenção sobre o colchão, postura e mesmo a cadeira que você utiliza em seu dia a dia são fundamentais. 

    Vale destacar que, nestes casos, a prática de exercícios de fortalecimento, alongamentos, atividades esportivas devem ser suspensas até a melhora dos sintomas agudos. Especialistas e estudos indicam que boa parte dos casos mais simples são curados a partir da cicatrização natural do corpo, visto que o corpo tende a reabsorver o impacto e reparar o que foi danificado no corpo. 

    Medicação: alguns remédios, como analgésicos simples, como dipirona e paracetamol, podem ser utilizados para casos de dor leve a moderada. Lembrando que isso não é um diagnóstico e apenas médicos podem passar uma receita. Desse jeito, na fase mais aguda da lesão, alguns anti-inflamatórios costumam ser indicados. 

    Alongamentos: alguns alongamentos da musculatura posterior das pernas, acompanhados de exercícios de extensão lombar e cervical podem ser interessantes para combater dores. 

    Cirurgia: o procedimento cirúrgico normalmente é indicado apenas em último caso, quando outros métodos não funcionam ou quando há algum agravamento do caso. 

    Importância da fisioterapia para tratar hérnia de disco

    Como você viu, alguns exercícios podem ajudar com as dores de hérnia de disco. Assim, a fisioterapia é fundamental para combater os sintomas e também para fornecer maior qualidade de vida ao paciente, visto que é possível aumentar a amplitude de movimentos e aumentar a resistência física.

    Por fim, ainda podemos destacar que a fisioterapia pode até evitar a possibilidade de uma cirurgia para resolver o problema.

    É sempre importante lembrar que o diagnóstico e a indicação do tratamento só deve ser feito por um médico. Além disso, a fisioterapia precisa seguir a necessidade do paciente, visto que existem diferentes tipos de exercícios, indicados para diferentes estágios da lesão.

    Aqui na Vicci, você conta com uma equipe de profissionais preparada para te ajudar, inclusive para tratar lesões como a hérnia de disco.

    Entre em contato agora e agende seu horário. 

  • Músculos da perna: 7 dicas para evitar lesões

    Músculos da perna: 7 dicas para evitar lesões

    Os membros inferiores são fundamentais para as diversas atividades que fazemos em nosso dia a dia. Ações simples, como andar até o trabalho ou brincar com os filhos, ou mesmo atividades mais profissionais como a prática esportiva, normalmente, utilizam esses membros. Por isso, neste conteúdo vamos falar sobre alguns cuidados com os músculos da perna que você precisa começar a ter hoje mesmo. 

    Sobretudo quando olhamos para lesões nos músculos da coxa e panturrilha, percebemos que são comuns. Dessa forma, alguns pontos simples podem evitar esses problemas e fazer com que você sinta dores ao realizar essas ações.

    Quais são os músculos da perna?

    Antes de falarmos sobre as dicas para evitar lesões, vamos explicar quais são os músculos da perna e apresentar alguns detalhes que você precisa saber. Assim, é importante compreender que existe uma divisão, que classifica em três grupos esses músculos:

    1. Parte anterior da perna, também conhecida como a parte da frente. 
    2. Parte lateral da perna. 
    3. Parte posterior da perna, que é a parte de trás da perna. 

    Músculos da região anterior da perna

    • Tibial anterior.
    • Extensor longo dos dedos.
    • Extensor longo do hálux. 
    • Fibular terceiro. 

    Músculos da região anterior da perna

    • Fibular curto. 
    • Fibular longo. 

    Músculos da região posterior da perna

    • Gastrocnêmio medial. 
    • Gastrocnêmio lateral. 
    • Músculo Sóleo. 
    • Músculo plantar delgado. 
    • Poplíteo
    • Flexor longo dos dedos. 
    • Flexor longo do hálux. 
    • Tibial posterior. 

    Entender essa nomenclatura é fundamental. Muitas vezes, os pacientes chegam com dores e lesões na coxa, panturrilha ou pé e ficam confusos com o diagnóstico, afinal, essas áreas são compostas por vários músculos. 

    Músculos da coxa

    Além dos músculos que apresentamos acima, vale a pena destacar os músculos da coxa. Mesmo que essa região faça parte da perna, é preciso entender os detalhes e características, afinal é uma das principais regiões afetadas por lesões, visto que é essencial para todo movimento do corpo. 

    • Músculo quadríceps: é conhecido como o principal músculo da perna, afinal, é o maior músculo do corpo e responsável por ações como chutar uma bola e pela manutenção da postura. 
    • Músculo sartório: esse é o músculo mais longo do corpo humano e possui função de conectar a perna com outros membros. 
    • Compartimento medial ou adutor: possui alguns músculos como pectíneo, adutor longo, adutor curto e adutor magno, grácil e obturador externo. 
    • Músculos posteriores da coxa músculos isquiotibiais: fazem parte dessa estrutura os bíceps femoral, semitendíneo e semimembranáceo.

    Como prevenir lesões musculares: 7 dicas para evitar lesão muscular na perna

    Agora que você conhece os principais músculos da perna, vamos à parte prática e apresentar 7 dicas simples para evitar lesões musculares, seja em atividades simples ou mesmo durante a prática esportiva. 

    Para você saber como prevenir lesões musculares, as 7 dicas são:

    1. Fazer exercícios de fortalecimento muscular. 
    2. Usar calçados confortáveis. 
    3. Prezar pelo descanso. 
    4. Entender os sinais do seu corpo. 
    5. Hidratar e se alimentar de forma correta. 
    6. Ter um treinamento correto. 
    7. Fazer uma avaliação médica.

    Abaixo falaremos sobre cada uma dela detalhadamente: 

    1. Fazer exercícios de fortalecimento muscular

    Uma das principais formas de evitar lesões nos músculos é adotando uma rotina que passe pela execução de exercícios para o fortalecimento dessas estruturas. Para quem pratica atividades físicas, essa necessidade é ainda mais evidente visto que é fundamental para a boa execução de movimentos. 

    Esse fortalecimento é o melhor caminho para gerar resistência aos músculos. No entanto, vale lembrar que esse processo deve acontecer de forma progressiva e sempre que possível com acompanhamento de profissionais, como um educador físico e fisioterapeutas. 

    2. Usar calçados confortáveis 

    Uma das dicas mais básicas para evitar lesões nos músculos da perna passa pela utilização de calçados apropriados e confortáveis. Essa dica vale mesmo para atividades do dia a dia, como trabalhar, ir ao supermercado ou mesmo ficar em casa. 

    Os músculos da perna, ao lado de toda a estrutura do pé, são os primeiros afetados pelo uso de sapatos inapropriados e desconfortáveis. Entender a estrutura da sua pisada e também a necessidade da atividade é fundamental. 

    3. Lembre da importância do descanso

    A regeneração muscular é um processo que faz parte do corpo humano, para isso, o momento do repouso é fundamental. Olhando para a rotina de quem pratica exercícios, a alternância é fundamental para evitar uma sobrecarga nos músculos e causar lesões musculares. 

    Além disso, uma boa noite de sono é essencial. Treinar seu corpo e mente para descansar faz com que todo seu organismo funcione melhor, incluindo seus músculos e o processo de regeneração muscular. 

    4. Entenda os sinais do seu corpo

    Uma das dicas mais simples para evitar lesões é evitar forçar seus músculos. Para isso, entender os sinais do seu corpo é essencial. Isso vale para dores, contrações e mesmo fadigas.

    Essas situações devem ser analisadas e, caso aconteçam com frequência, podem indicar que há algo de errado com sua estrutura muscular. Dessa forma, o melhor a se fazer é procurar um ortopedista ao primeiro sinal de uma possível lesão nos músculos da perna. 

    5. Atente-se à hidratação e alimentação

    O que você consome é fundamental para fornecer nutrientes e vitaminas necessários para a saúde do seu corpo como um todo, inclusive de seus músculos. A hidratação, por exemplo, é fundamental para manter todos os seus nutrientes. 

    6. Ter um treinamento apropriado

    Essa dica é focada em quem pratica algum tipo de atividade física, afinal, boa parte das lesões nos músculos da perna acontecem devido a essas ações. Por isso, ter um treinamento qualificado é fundamental para evitar esses problemas. 

    Esse treino deve levar em conta todas as características do seu corpo, começando pela necessidade de um bom aquecimento. Outro ponto muito importante é respeitar o limite de carga e tempo de descanso, o estresse de uma carga elevada e uma rotina intensa de treinos pode gerar lesões e fazer com que você fique mais tempo afastado dos treinos. 

    Portanto, é muito importante que o treino seja acompanhado de um profissional especializado no assunto. Um educador físico entende todos os detalhes e pode contar com ajuda de exames e ações e acompanhamento para compreender o grau de desgaste dos músculos e assim evitar lesões. 

    7. Fazer uma avaliação média com frequência

    Por fim, vale a pena falarmos sobre a importância de um acompanhamento médico para entender como anda a saúde dos seus músculos. Esse exame é feito por um ortopedista e pode contar com a ajuda de fisioterapeutas para o desenvolvimento de um trabalho de recuperação, fortalecimento e prevenção mais efetiva. 

    Fazer essa avaliação é algo que deve estar na agenda, sobretudo de pessoas que já contam com um histórico de lesões musculares. Dessa forma, é possível acompanhar o desenvolvimento e a recuperação dessas lesões, indicando o melhor momento para voltar aos treinamentos ou mesmo a necessidade de sessões de fisioterapia. 

    Como evitar lesão na panturrilha

    Para evitar lesões na panturrilha, é importante seguir algumas práticas preventivas. Aqui estão algumas dicas que podem ajudar a reduzir o risco de lesões nessa região:

    • Aquecimento adequado: Antes de qualquer atividade física, faça um aquecimento adequado para preparar os músculos da panturrilha. Isso pode incluir alongamentos suaves, exercícios de mobilidade articular e alguns minutos de atividade cardiovascular leve, como caminhada.
    • Fortalecimento muscular: Realize exercícios de fortalecimento da panturrilha regularmente para tornar os músculos mais fortes e resistentes. Exercícios como elevações de panturrilha, saltos e agachamentos podem ser incorporados ao seu programa de treinamento.
    • Progressão gradual: Ao iniciar uma nova atividade física ou aumentar a intensidade do exercício, faça isso de forma gradual. Aumentar a carga de treino ou a intensidade muito rapidamente pode sobrecarregar os músculos da panturrilha e aumentar o risco de lesões.
    • Alongamento: Realize alongamentos adequados da panturrilha após o exercício, quando os músculos estão aquecidos. Isso ajuda a manter a flexibilidade muscular e reduzir a tensão excessiva.
    • Calçados apropriados: Use calçados adequados e bem ajustados para a atividade que você está realizando. Sapatos inadequados ou desgastados podem aumentar o estresse nos músculos da panturrilha.
    • Superfície de treinamento: Se você está praticando corrida ou atividades que envolvem impacto, tente escolher superfícies de treinamento adequadas. Evite superfícies duras ou irregulares, pois podem aumentar o risco de lesões na panturrilha.
    • Descanso e recuperação: Dê ao seu corpo tempo adequado para descansar e se recuperar após o exercício. O descanso adequado permite que os músculos se recuperem e se fortaleçam.
    • Hidratação: Mantenha-se hidratado durante a atividade física para evitar cãibras musculares e reduzir o risco de lesões.

    Se você sentir algum desconforto persistente na panturrilha durante ou após o exercício, é importante procurar atendimento médico ou de um fisioterapeuta. Esses profissionais podem avaliar a situação, fornecer um diagnóstico preciso e recomendar o tratamento adequado.

    Aqui na Clínica Vicci em BH você encontra toda ajuda necessária para ter uma rotina focada na prevenção de lesões nos músculos da perna. Temos um time composto por profissionais de fisioterapia, ortopedia, nutrição e até educadores físicos para acompanhar você em seus objetivos. 

    Assim, você garante maior qualidade de vida para o seu dia a dia, assegurando que atividades, sejam elas focadas na prática esportiva, ou mesmo aquelas cotidianas, sejam realizadas sem dores ou complicações. 

    Portanto, se você está sentindo algum desconforto nos músculos da perna ou mesmo deseja iniciar um processo de prevenção de lesões.

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  • Dor no quadril: quais as principais causas e tratamentos

    Dor no quadril: quais as principais causas e tratamentos

    Sentir dor no quadril não é algo raro. Vários estudos mostram que o estilo de vida da nossa sociedade e as atividades realizadas atualmente faz com que boa parte dos habitantes do planeta sinta algum tipo de incômodo nesta região. 

    Para tornar essa estatística mais concreta, vamos lembrar os números da Organização Mundial da Saúde, a OMS. Segundo os dados levantados em um estudo e publicados no Jornal da USP, 80% da população já teve ou terá algum tipo de dor na coluna. 

    Esse número é impressionante e também preocupante, visto que não podemos normalizar essa dor. Por isso, ao longo desses conteúdos vamos falar sobre as principais causas, tratamentos e detalhes que cercam o assunto dor no quadril. Acompanhe e entenda.  

    O que pode causar dor no quadril?

    Antes de falarmos sobre as causas de dores no quadril, vale a pena o destaque para uma característica dessa região. Diferentemente de outras regiões como o joelho e ombros, há uma dificuldade para palpar a articulação da região do quadril, desse jeito, cabe aos detalhes passados pelo paciente e às informações de exames de imagem. 

    Com isso em mente, podemos afirmar que existem vários causadores possíveis para dores no quadril. Entre eles, podemos destacar a inflamação do nervo ciático, dos tendões ou da bursa na região do quadril, como no caso da tendinite ou bursite. 

    Quando estudamos a natureza das patologias relacionadas ao quadril, encontramos 2 categorias: intra-articulares (dentro da articulação do quadril) e extra-articulares (ao redor da articulação), a seguir, vamos explicar as principais:

    1. Artrose do quadril

    No grupo das patologias intra-articulares esse quadro ganha destaque. A artrose do quadril é definida como resultado do processo de degeneração da cartilagem da cabeça do fêmur e do acetábulo (que compreende a região da bacia onde se encaixa a cabeça do fêmur), causando inflamação. 

    Essa condição é predominante em pessoas com mais de 60 anos, sendo acompanhada de sintomas como dor ao locomover, sentar ou mesmo realizar atividades rotineiras que envolvam a articulação do quadril. 

    Dor no quadril: quais as principais causas e tratamentos - idade avançada

    2. Tendinite

    Uma das outras causas comuns de dores no quadril é a tendinite, que está no grupo das extra-articulares. Esse quadro, normalmente, causa dor na articulação do quadril que, inclusive, é acentuada à medida que a pessoa realiza atividades que demandam maior intensidade. 

    Diferentemente da artrose, essa condição é mais comum em atletas que utilizam muito os tendões ao redor do quadril, afinal, tende a aparecer após uma sessão intensa de treinos e competições. 

    Além disso, quando olhamos exclusivamente para a tendinite dos glúteos, são mais comuns entre mulheres que possuem 40 e 60 anos de idade.  

    3. Bursite de Quadril

    Uma outra causa comum de dor no quadril é a Bursite de Quadril. Caracterizada por uma dor intensa na lateral do quadril, mais precisamente no osso conhecido como trocânter maior do fêmur, piorando quando o paciente está deitado de lado. 

    Na maioria das vezes, essa dor possui relação com a fraqueza da musculatura do glúteo. 

    4. Impacto femoroacetabular

    O Impacto Femoroacetabular, que atende pela sigla IFA, é uma patologia caracterizada pelo contato anormal e desgaste entre a cabeça do fêmur e o encaixe do quadril (acetábulo). Essa condição causa limitação da mobilidade da articulação e dor no quadril.

    O IFA pode resultar de uma alteração entre a forma da articulação, de movimentos repetitivos que acabam causando a lesão ou de fatores genéticos que favoreçam o desgaste do quadril. 

    5. Bursite Trocantérica

    Também vale a pena citarmos a Bursite Trocantérica. Para entender melhor, estamos falando de uma bolsa que temos na protuberância óssea do bumbum. 

    Dessa forma, ao sentarmos, é possível sentir o osso que fica em contato direto com a superfície. Nesse sentido, para não machucar diretamente o osso existe uma bolsa, a bursa, que é chamada de bursa isquiática.

    Essas dores são comuns em pessoas que possuem menor volume de musculatura das nádegas ou que passam muito tempo sentadas, afinal, demanda maior esforço para reduzir esse atrito. 

    6. Dor no quadril na gravidez

    Essa é uma das dores de quadril consideradas bem específicas. 

    A dor no quadril na gravidez afeta cerca de metade das grávidas e se deve ao efeito da relaxina sobre os ossos e articulações. 

    Desta forma, a articulação do quadril torna-se mais solta e gera maior desconforto, sobretudo quando a gestante adota má postura durante o dia.

    Para reduzir a dor no quadril na gravidez, a mulher pode utilizar uma cinta para quadril que ajuda a estabilizar a articulação e melhorar o bem-estar. Além é claro, de consultar o médico para entender sobre a situação geral da gravidez. 

    7. Fraturas por estresse no quadril

    Por fim, a última causa que merece destaque são as microfraturas causadas por esforços ou exercícios repetitivos e sequenciais que geram sobrecarga óssea.

    O problema é mais comum em atletas e praticantes de atividades físicas de alto impacto. 

    Além das dores no quadril, os sintomas da fratura por estresse também incluem inchaço e dor no quadril e na virilha, com ou sem movimento, que pioram com o tempo. 

    O que fazer para aliviar a dor no quadril?

    O método indicado para alívio depende da natureza da dor. Para casos em que a dor está na parte lateral, aplicar compressas quentes na região lateral do quadril e fazer exercícios de alongamento como deitar no chão e elevar o quadril podem ajudar a aliviar a dor.

    Quando a dor é no nervo ciático, pode ser aliviada com massagens na região do glúteo e fundo das costas, assim como exercícios de alongamento e fortalecimento das costas.

    Vale a pena lembrar que qualquer tratamento só pode ser iniciado com a prescrição médica. No caso da artrite, anti-inflamatórios, como Diclofenaco ou Ibuprofeno, e fazer sessões de fisioterapia costumam ser eficazes. 

    Como é o tratamento para dores no quadril?

    Da mesma forma que falamos para várias lesões, o tratamento da dor no quadril depende da patologia que está causando a dor, visto que cada quadro demanda um atendimento, um tratamento e um processo de recuperação diferente. 

    Em casos mais leves, essas dores e patologias podem ser tratadas com repouso, analgésicos e algumas sessões de fisioterapia, Por outro lado, existem alguns casos mais graves, dores, crônicas e lesões mais sérias que demandam alguma atenção e intervenção cirúrgica. 

    Quando é preciso se preocupar com uma dor no quadril? 

    É aconselhado ir ao médico ou procurar um ortopedista quando a dor no quadril é muito forte, surge de forma repentina, impossibilita a realização de movimentos como caminhar e sentar ou demora mais de 1 mês para desaparecer.

    Muitas pessoas têm dúvidas sobre qual médico procurar ao sentir dor no quadril. A principal recomendação é buscar atendimento junto a um ortopedista, esse profissional é capaz de orientar quanto aos exames necessários e também a respeito do tratamento adequado.

    Além disso, vale a pena procurar tratamento completo. Como falamos, sessões de fisioterapia são fundamentais para a recuperação e para o tratamento, sobretudo quando não são necessários métodos invasivos e cirurgia. 

    Aqui na Vicci, você encontra toda estrutura necessária para acabar com a dor no quadril. Temos médicos e fisioterapeutas prontos para te atender e iniciar agora mesmo o tratamento necessário para acabar com essas dores. Agende seu horário agora mesmo e livre-se desse problema. 

    Entre em contato

  • Ligamentos do joelho: o que fazer ao romper?

    Ligamentos do joelho: o que fazer ao romper?

    Lesões nos ligamentos do joelho são constantes, sobretudo, entre atletas e pessoas que praticam esportes. Tamanho é a intensidade dessas lesões que o rompimento desses ligamentos é considerada uma das principais contusões dessa importante articulação do corpo humano. 

    Nesse conteúdo, vamos apresentar tudo que você precisa saber sobre essas lesões e, principalmente, vamos passar algumas orientações sobre o que fazer quando você achar que rompeu os ligamentos do joelho. 

    Confira o que você encontra nesse conteúdo sobre ligamentos do joelho:

    • O que são os ligamentos do joelho. 
    • Quais os ligamentos dessa articulação. 
    • O que causa a ruptura ligamentar no joelho. 
    • Como saber se houve rompimento. 
    • Tratamento para essa lesão. 
    • O que fazer ao romper os ligamentos do joelho. 

    O que são os ligamentos do joelho?

    De uma forma bem simples, podemos dizer que os ligamentos do joelho são as estruturas celulares fibrosas responsáveis por ligar dois importantes ossos: o fêmur que é o osso da coxa, a tíbia que é o osso presente na perna.

    Esses ligamentos são fundamentais para a estabilidade do joelho, afinal, garantem que os movimentos sejam executados de uma forma saudável e sem excessos, limitando assim os deslizamentos entre esses ossos. 

    Quais os ligamentos do joelho?

    Existem 4 principais ligamentos no joelho, cada um é responsável por uma função e, consequentemente, pode sofrer uma lesão de rompimento. A seguir, vamos explicar cada um desses ligamentos. 

    1. Ligamento cruzado anterior (LCA)

    O Ligamento cruzado anterior, ou simplesmente LCA, é o ligamento que se encontra na parte central do joelho, sendo responsável pela estabilização anterior e rotacional da articulação. 

    2. Ligamento cruzado posterior (LCP)

    O Ligamento cruzado posterior, que atende pela sigla de LCP, é o ligamento localizado na parte central do joelho, sendo responsável por fazer a estabilização posterior dessa articulação. 

    3. Ligamento colateral medial (LCM)

    Ligamento colateral medial , ou LCM, também pode ser chamado de ligamento colateral tibial, visto que é responsável pelo ligamento da parte medial (interna) do joelho. Dessa forma, esse ligamento assume a responsabilidade de estabilizar o movimento do joelho realizado para dentro.

    4. Ligamento colateral lateral (LCL)

    O Ligamento colateral lateral, ou LCL, também pode ser chamado de ligamento colateral fibular, ocupando a posição de principal ligamento da parte lateral (externa) dessa articulação. Na prática, possui a função de garantir a estabilidade do movimento de varo, que pode ser entendido como o movimento realizado para fora. 

    O que causa o rompimento dos ligamentos do joelho?

    Os ligamentos são estruturas complexas e preparadas para aguentar grandes impactos e variações de movimento. No entanto, também são caracterizados pela baixa elasticidade, tornando possível a ruptura, o que chamamos de rompimento de ligamentos. 

    Na maioria das vezes, a lesão no ligamento do joelho, mais precisamente a ruptura dessa estrutura acontece devido a algum cenário de torção em algum dos ligamentos, que pode ocorrer devido a esforços repentinos ou pancadas que impactam diretamente essa articulação. 

    Esses eventos acontecem principalmente durante a prática de esportes como futebol, tênis, vôlei, basquete e ginástica olímpica. No entanto, o rompimento dos ligamentos do joelho também pode acontecer por causa de quedas, execução de movimentos errados ou mesmo acidentes. 

    Abaixo, listamos algumas causas que mais são identificadas como responsáveis pela ruptura de ligamentos no joelho. Veja quais são: 

    • Mudança de direção bruscamente, sobretudo quando um pé está bem fixo no chão. 
    • Movimento de parada repentina, principalmente ao executar atividades de corrida. 
    • Aterrissar de forma incorreta após um salto. 
    • Colisão com outra pessoa durante prática esportiva ou mesmo com um objetivo fixo. 

    Ligamentos do joelho: o que fazer ao romper? - rompimento no futebol é normal

    Como saber se houve rompimento do ligamento?

    Com certeza, a dor após algum dos eventos citados acima é a principal forma de saber, ou pelo menos ter um indício sobre essa lesão no joelho. Além disso, as principais lesões de rupturas nos ligamentos do joelho, normalmente, são acompanhadas de inchaço no local.  

    Depois desses dois principais sintomas, também podemos observar que muitos pacientes reclamam de uma sensação de insegurança ao tentar realizar alguma atividade mais intensa, especialmente quando é necessária alguma ação de mudança de direção. 

    Vale destacar que essa dor e o inchaço, em casos simples, podem desaparecer algumas semanas após o evento que causou a lesão. Porém, a  instabilidade e a incapacidade de confiar no joelho permanecem e dão sinais sobre a necessidade de um tratamento. 

    Para resumimos, os principais sintomas de uma ruptura do ligamento do joelho são:

    • Dor intensa no joelho. 
    • Inchaço no joelho, que normalmente aparece nas primeiras 24 horas após a lesão; 
    • Sensação de fraqueza ou frouxidão no joelho;
    • Redução da capacidade para realizar movimentos. 
    • Dificuldade para executar atividades básicas como caminhar, dobrar ou esticar totalmente o joelho;
    • Aumento da sensibilidade ao longo da linha da articulação do joelho.

    Como tratar uma lesão de ligamentos no joelho?

    Antes de qualquer orientação, é necessário lembrar que o tratamento para qualquer lesão ortopédica só pode ser aplicado por um médico. No caso da ruptura ligamentar, essa orientação profissional é ainda mais importante, afinal, varia de acordo com o ligamento afetado, gravidade dos sintomas e também do grau da lesão.

    Para casos mais leves, repouso e uso de medicamentos para lidar com a dor são os caminhos mais utilizados. Isso vale para aquelas lesões simples, que são chamadas de rupturas parciais. 

    Para os casos mais graves, além do que passamos acima, fisioterapia e intervenção cirúrgica são os caminhos mais aplicados. 

    As sessões de fisioterapia são importantes pois contam com exercícios que ajudam no fortalecimento e alongamento da articulação, com o objetivo de aumentar a flexibilidade, e também melhorando a estabilidade, aliviando assim a inflamação e a dor no joelho.

    Por fim, a intervenção cirúrgica pode ser recomendada pelo ortopedista, especialmente nos casos de rompimento dos ligamentos cruzado anterior ou posterior, visto que essas são as situações que contam com ligamentos completamente rompidos ou torcidos. 

    Essa cirurgia é feita com um enxerto de tecido o que permite ao médico reconstruir o ligamento afetado. Normalmente é necessário fazer sessões de fisioterapia  após a cirurgia para acelerar a recuperação.

    O que fazer ao romper o ligamento do joelho?

    Por fim, vamos à principal lição que você precisa tirar desse conteúdo. Ao identificar os sintomas que apresentamos e sabendo da ocorrência de um evento que pode ter ocasionado tal lesão, o único caminho é procurar um atendimento médico. 

    Para realizar o diagnóstico, o ortopedista irá analisar os sintomas, o histórico da atividade realizada, além da realização de exame físico do joelho. Por fim, para comprovar, o caminho mais adequado é a comprovação via exames de imagem, como raio X, ressonância magnética, ultrassom do joelho ou mesmo artroscopia em alguns casos. 

    Então, além de cuidados locais, como aplicação de gelo, repouso e interrompimento da atividade física realizada, o mais certo é fazer é procurar imediatamente um ortopedista. Esse profissional possui competência para diagnosticar, aplicar medicação necessária para aliviar dores e indicar o tratamento adequado. 

    Aqui na Vicci, você encontra tudo que precisa para tratar e diagnosticar lesões ortopédicas de todos os tipos. Contamos com uma equipe de profissionais composta por ortopedistas, fisioterapeutas e até educadores físicos para ajudar em sua recuperação. 

    Por isso, se você está com algum dos sintomas que passamos aqui e acha que pode ter rompido os ligamentos do joelho, entre em contato, agende seu horário e veja como acabar com esse problema. 

  • Dor crônica nas articulações: é normal?

    Dor crônica nas articulações: é normal?

    A dor crônica nas articulações, que também é chamada de dor articular em muitos casos, é um quadro que afeta muitas pessoas atualmente. Seja na realização de tarefas cotidianas, como subir escadas, trabalhar ou brincar com os filhos, ou mesmo durante a prática de atividades físicas, é possível presenciarmos queixas sobre essas dores. 

    Por causa dessa grande quantidade de pessoas que sentem, há um sentimento de que essas dores são normais. Porém, não é bem assim. Ao longo desse conteúdo você vai entender que sentir dor nas articulações não é um processo normal e que existem tratamentos para evitar, amenizar e acabar com esse problema. 

    O que você encontra nesse conteúdo sobre dores crônicas nas articulações:

    • O que é uma dor crônica?
    • O que é uma dor crônica nas articulações?
    • Como identificar uma dor crônica
    • É normal sentir essas dores?
    • Tipos de dores crônicas articulares
    • Tratamentos
    • Quando procurar um médico

    O que é uma dor crônica?

    Dor crônica é o nome dado às dores que permanecem por um período além do tempo de cura do tecido, articulação ou músculo, que, em geral, é de 3 meses. Além disso, podemos definir como a evolução da dor aguda, afinal, é um sintoma que acompanha o paciente por um prazo maior, ao invés de um momento único. 

    As dores crônicas, normalmente, são sinais de disfunções no sistema nervoso ou nas fibras nervosas do membro afetado. Outro fato interessante é que estão muito associadas a doenças progressivas como artrite reumatoide, artrose da coluna ou dos joelhos, fibromialgia ou câncer. 

    Por fim, para fecharmos este capítulo sobre o conceito de dores crônicas vale destacar que normalmente surgem após alguma lesão, evento ou infecção e podem ser agravadas por fatores externos. 

    A seguir, vamos entender mais sobre dor crônica nas articulações. Acompanhe:

    Dor crônica nas articulações

    Ainda na parte de conceitos, de acordo com o site da Secretaria de Saúde, a dor crônica nas articulações é um tipo de doença crônica e grave das articulações, que se apresenta sob várias formas. Em todas elas, provoca inflamação, dor e rigidez nas articulações afetadas.

    Ainda analisando o que diz essa fonte, com essas dores, as articulações enfraquecem e acabam por se deformar, a tal ponto que o seu funcionamento fica substancial ou mesmo totalmente prejudicado.

    Como identificar uma dor articular?

    É preciso destacar as diferenças entre dores articulares crônicas e dores musculares. Quando a dor é nos músculos, normalmente, é intensificada ao realizar movimentos que demandam alto esforço desses órgãos. 

    Por outro lado, uma dor articular é responsável por não permitir que o movimento seja realizado de forma completa. Além disso, ainda é possível sentir febre local e identificar vermelhidão local. 

    É normal sentir dor crônica nas articulações?

    Agora que o conceito está claro, vamos à resposta do questionamento inicial deste texto. Sentir dor nas articulações, apesar de ser algo comum, não é um quadro normal. 

    Na maioria das vezes, essas dores indicam que há algo de errado, normalmente uma lesão que não foi tratada corretamente. Quando olhamos para as dores crônicas, o cenário é o mesmo e esse problema precisa ser tratado para que não tenha uma evolução.

    Por isso, se você sente uma dor crônica em alguma articulação, é necessário procurar um ortopedista para entender do que se trata e começar um tratamento. 

    Tipos comuns de dores crônicas nas articulações

    O corpo humano possui três tipos de articulações e todas elas podem ser atacadas por essas dores. Abaixo, vamos explicar os principais quadros que são caracterizados por esses sintomas. 

    Artrite

    A artrite é uma inflamação nas articulações que provoca dores intensas e ainda afeta a capacidade de realização de movimentos. Existem várias causas para essa condição, no entanto, é mais comum em mulheres e está relacionada ao sobrepeso. 

    A artrite é um quadro crônico, mas pode ser tratada com anti-inflamatórios e sessões de fisioterapia, que ajudam principalmente na recuperação dos movimentos, na redução de dores e para evitar a piora do quadro.

    dor-cronica-fisioterapia

    Artrose

    Já que falamos da artrite, é preciso falarmos da artrose, visto que esses quadros são facilmente confundidos. A artrose ou osteoartrite como também é conhecida é uma patologia que pessoas com idade avançada e é causada pelo desgaste cartilaginoso, fazendo com que os ossos tenham um impacto entre eles durante o movimento

    O resultado direto são dores que evoluem com o passar dos anos e pode afetar várias articulações do corpo como joelho, cotovelo, coluna,  juntas dos dedos das mãos e demais que são revestidas com cartilagem. 

    Tendinite

    Tendinite é uma dor crônica associada à inflamação dos tendões, sobretudo pelo uso excessivo da articulação durante atividades como esportes, trabalhos, lazer ou mesmo de rotinas. 

    Pessoas que ficam sentadas por um longo período de tempo ao trabalho, por exemplo, podem desenvolver tendinite além de outros problemas relacionados à falta de uma postura correta. 

    Fibromialgia

    Por fim, vale a pena citar a  fibromialgia. Embora seja classificada como uma doença idiopática, é uma patologia crônica que resulta em algumas dores intensas por todo o corpo. 

    Sobre esse quadro, muitas vezes não há uma causa específica. Porém, as dores estão relacionadas com alterações emocionais e estresse elevado e podem gerar sintomas como cansaço excessivo, cefaleia e dificuldades para dormir e repousar de forma eficiente. 

    Quando procurar um médico para dores articulares?

    Já que as dores podem ser comuns, é preciso saber que existem alguns alertas sobre a necessidade de procurar um médico para começar um tratamento. 

    Nesse caso, os principais sintomas de que a dor articular pode evoluir para outra condição são:

    • Inchaço, sensação de queimação e vermelhidão da articulação
    • Novas erupções, manchas ou manchas roxas
    • Lesões na boca, nariz ou genitais
    • Dor no tórax, dificuldade para respirar ou uma tosse nova ou grave
    • Dor abdominal
    • Febre, sudorese, perda de peso ou calafrios
    • Vermelhidão ou dor ocular

    Quando constatada a frequência da dor e a presença de algum desses sinais, é necessário procurar um ortopedista, para que ele consiga identificar a natureza e, inclusive, definir se trata-se de uma doença com tratamento via reumatologia. 

    Por fim, vale destacar que as dores crônicas são comuns em pessoas de idade avançada, afinal, muitas são causadas pelo desgaste natural das articulações e cartilagens. Assim. a recomendação é que, mediante ao avanço da idade, a avaliação médica se torne uma rotina, prevenindo o avanço desses quadros e criando condições para amenizar essas dores. 

    Como tratar a dor crônica nas articulações?

    Como as dores crônicas normalmente afetam a funcionalidade do corpo humano, limitando movimentos e gerando inflamação, o fortalecimento por meio de atividades fisioterápicas é o principal tratamento. 

    Além disso, o uso de medicamentos também pode ser indicado, sobretudo para pacientes que possuem um histórico de doenças do tipo. Outro detalhe muito importante nesse tratamento é o repouso, afinal, é necessário oferecer descanso de qualidade para o corpo. 

    Agora que você já entende todos os detalhes sobre a dor crônica nas articulações, consegue definir se o que está sentido possui essa característica ou não. Além disso, já sabe também sobre a importância de um médico para diagnóstico e de fisioterapia para o tratamento. 

    Aqui na Vicci, você encontra tudo que é preciso para diagnosticar e tratar uma dor crônica nas articulações.

    Entre em contato e tenha acesso ao melhor time de profissionais preparado para te ajudar a ter saúde e qualidade de vida, sempre. 

  • Beber água: 10 mitos e verdades sobre hidratação

    Beber água: 10 mitos e verdades sobre hidratação

    Beber água é uma das principais ações que um ser humano pode realizar para cuidar da sua saúde. A hidratação correta é responsável por contribuir para o funcionamento de todo o organismo, no entanto, existem algumas afirmações que não são verdadeiras sobre o assunto. 

    Por isso, nesse conteúdo, vamos apresentar 10 mitos e verdades sobre o ato de beber água, dessa forma, você entende definitivamente a importância da hidratação e sabe em quais pontos ela te ajuda. 

    1. Beber água ajuda no processo de emagrecimento 

    Verdade. Vamos começar esse conteúdo com uma das principais afirmações que encontramos em conteúdos sobre emagrecimento ou mesmo em dietas: a importância da hidratação nesse processo. 

    Esse primeiro ponto é verdade pelo fato da hidratação correta ajudar o corpo a executar reações metabólicas que promovem a perda de peso. Vale destacar que isso só acontece quando há um plano alimentar bem estabelecido e o consumo de água seja alinhado com o consumo de outros alimentos e nutrientes. 

    Além disso, podemos dizer que beber água é importante para quem deseja emagrecer por alguns outros motivos:

    1. Controle do apetite: um estudo feito pela revista Obesity e citado no site do Hospital Proncor de Mato Grosso do Sul, beber água, uma quantidade próxima de 250ml, antes das refeições é um importante processo para estimular a sensação de saciedade, servindo para controlar o apetite. 
    2. Auxilia na digestão de alimentos: a água é responsável por fazer o transporte adequado de nutrientes, dessa forma, todo o processo de digestão é realizado de forma completa, permitindo que o corpo tenha acesso às vitaminas e componentes. 
    3. Controla a gula: muitas pessoas confundem a sede com vontade de comer. Por isso, uma boa hidratação é essencial para controlar a vontade de comer a todo momento. Alguns especialistas indicam beber água e esperar 10 minutos para entender se é fome ou sede.

    2. É recomendado beber 2 litros de água por dia

    Mito. Essa é uma das principais afirmações que encontramos por aí.  No entanto, essa conta não fecha e a recomendação não é a mesma para todas as pessoas. 

    É preciso levar em conta que cada indivíduo possui características importantes para determinar a quantidade ideal de consumo de água por dia, além disso, outras variáveis também precisam ser consideradas.

    Portanto, o tamanho e o peso de uma pessoa, a temperatura externa do ambiente e o ritmo de perda de líquidos que essa pessoa possui são elementos fundamentais para definir o quanto é necessário beber de água por dia.  

    Alguns especialistas afirmam que a conta mais precisa deve ser feita a partir da multiplicação do peso corporal por 35 ml. Porém, o melhor caminho é entender junto ao profissional de nutrição a quantidade correta para seu dia a dia. 

    3. Beber água gelada ajuda no emagrecimento

    Mito. Mais uma afirmação relacionada ao ato de perder peso. Dessa vez, é preciso destacar que a temperatura da água não afeta o processo de perda de peso. 

    É fato que, o organismo realiza uma ação para transformar a água gelada para uma temperatura considerada normal, processo chamado de termogênese. No entanto, o esforço é quase nulo e não há perda de calorias comprovada. 

    4. Beber água com gás e tão prejudicial quanto refrigerante

    Mito. A água com gás é uma bebida cada vez mais consumida pelas pessoas. Além de refrescar e matar a sede, a bebida ainda é importante para controlar a vontade de tomar refrigerantes. 

    Um dos mitos que acompanha a água com gás é o fato de ser prejudicial à saúde da mesma forma que refrigerantes, sobretudo quando olhamos para o acúmulo de peso. 

    Como falamos, isso é um mito. A água com gás tem a mesma quantidade de calorias da água mineral natural: zero. No refrigerante, a grande responsável pelos problemas da bebida é a quantidade de açúcar, o que não há na água com gás. 

    Beber água - agua com gas

    5.  É preciso consumir água mesmo sem a sensação de sede

    Verdade. Sentir sede é um sinal do corpo sobre a falta de água no organismo. No entanto, não é somente nesses momentos que você precisa ingerir água. 

    Como falamos, há uma quantidade determinada para cada pessoa. A sede é apenas o momento extremo dessa necessidade, ao longo do dia, é preciso beber água mesmo quando o corpo não indica essa necessidade. 

    6. É possível trocar água por sucos, chás ou outros líquidos. 

    Mito. A melhor forma de ingerir água é em sua forma direta ou ainda do líquido presente em alimentos, sobretudo aqueles naturais e sem adição de elementos como açúcares e sódio. 

    Por conta disso, as bebidas industrializadas como sucos, chás e refrigerantes, em sua maioria, contém um volume considerável de açúcar e sódio, que, em excesso, são fatores principais para o aumento do peso. 

    Além disso, essas bebidas não impactam na hidratação, já que não saciam como a água em seu estado puro.

    Para quem procura alternativas saborizadas, uma boa solução são águas aromatizadas, com folhas de hortelã, rodelas de limão ou laranja, ou ainda pedaços de frutas ricas em água, como morango. 

    7. Consumir muito sal ou açúcar aumenta a sede

    Verdade. Como falamos, a alimentação é fundamental para o processo de hidratação do corpo. Assim, é fato que o sal e o açúcar são nutrientes facilmente absorvidos pelo sangue, iniciando o processo de osmose e aumentando a necessidade de água. 

    Isso quer dizer que ao ingerir alimentos carregados de sal ou de açúcar, seu organismo precisa de mais água para suprir a falta das estruturas orgânicas do corpo. 

    8. É possível passar mal por consumir muita água

     Verdade. Os rins conseguem filtrar em média 800 a 1000 ml de água em uma hora em um adulto saudável e em condições normais. Isso quer dizer que, dentro desse limite, não há chance do consumo de água fazer mal para a saúde. 

    No entanto, especialistas afirmam que quantidades superiores a 3 ou 4 litros de água por hora podem aumentar o risco de hiponatremia. Nesse estado, percebemos a queda considerável do nível de sódio no organismo e no sangue, podendo gerar, entre outros sintomas, o sentimento de mal-estar. 

    Porém, é preciso considerar que atletas e em alguns casos especiais, há a necessidade de hidratação que extrapola o limite apresentado. Dessa forma, a melhor solução é sempre procurar uma orientação médica e nutricional para entender a demanda por água do seu corpo.

    Importância de um nutricionista

    Como falamos em várias partes desse texto, contar com um plano alimentar e um acompanhamento nutricional é fundamental também para o processo correto de hidratação. Esse profissional será responsável por indicar alimentos complementares ao consumo de água e também indicar a necessidade diária. 

    Além disso, essa orientação vai ocorrer de acordo com as suas demandas diárias, bem como características e objetivos. Assim, é um processo essencial para ter uma rotina com mais qualidade de vida e saúde. 

    Aqui na Vicci, você encontra uma equipe focada em te ajudar a ter mais qualidade de vida e saúde. Temos nutricionistas que atuam junto com outros profissionais para fazer com que você alcance seus objetivos, nesse plano, você sabe inclusive quanto é preciso beber água por dia.

    Entre em contato e agende sua consulta agora mesmo. 

  • Tipoia: quando você realmente precisa usar uma

    Tipoia: quando você realmente precisa usar uma

    A tipoia é um dos principais objetos utilizados no tratamento de pacientes com alguma lesão nos membros superiores. Mais precisamente, quando o objetivo é imobilizar ombros, braços e mãos, esse equipamento é sempre indicado por ortopedistas e também por fisioterapeutas. 

    No entanto, mesmo sendo um dos principais imobilizadores de uso médico, ainda existem alguns mistérios acerca deste equipamento. Por isso, nesse artigo vamos explicar alguns conceitos essenciais para te ajudar em um momento que for necessário o uso da tipoia. 

    O que é tipoia?

    De uma forma bem simples, podemos dizer que a tipoia é um tipo de instrumento imobilizador que proporciona suporte para as estruturas dos braços. Sua composição é bem simples, afinal, trata-se de faixa que passa ao redor do pescoço e envolve todo o braço, possibilitando a imobilização e garantindo que não fique solto. 

    Sobre essa composição, vale a pena destacar que, atualmente, já é possível encontrar modelos que possuem uma segunda faixa, essa passa ao redor das costas, impedindo que o braço se afaste do tronco.  

    Para que serve a tipoia?

    A função primordial da tipoia é fazer com que o indivíduo não tenha que fazer força para sustentar o braço, impedindo que seja preciso esforço no ombro, ou mesmo no antebraço. 

    Além de garantir estabilidade, a tipoia também é importante para a prevenção do aparecimento das tradicionais dores e sensações de formigamento após lesões nos ombros e braços, visto que é essencial para estimular a circulação de sangue de forma realmente eficiente e saudável.

    Pode dormir com a tipoia no braço?

    Para que a recuperação tenha bom resultado, o paciente precisa utilizar a tipoia 24 horas por dia, inclusive à noite ao dormir. A recomendação mais difundida é retirar apenas para o banho e para a execução de exercícios durante as sessões de fisioterapia focadas na recuperação do ombro ou braço machucado.

    Já que é necessário utilizar esse imobilizador para dormir, precisamos falar que esse é um dos principais desafios de quem precisa usar a tipoia, visto que é difícil encontrar uma possível de conforto. Inclusive, é comum escutarmos relato de paciente que escolheu dormir sentado para não afetar o uso desse equipamento. 

    Essa dificuldade é real, afinal quando deitamos, o braço tende a cair para trás, fazendo com que a dor no braço aumente. Uma dica importante para ajudar nesse momento é utilizar um travesseiro ou uma toalha enrolada atrás no braço para evitar justamente esse movimento. 

    Pode tirar a tipoia para dormir?

    Dormir com a tipoia no braço pode depender do tipo de lesão, do conselho médico específico e da recomendação do profissional de saúde. Em alguns casos, o uso da tipoia durante o sono pode ser necessário para imobilizar adequadamente o braço e permitir a recuperação adequada.

    No entanto, em outras situações, pode ser recomendado remover a tipoia durante o sono para permitir maior conforto e circulação sanguínea adequada. É essencial seguir as orientações do médico ou fisioterapeuta responsável pelo tratamento para garantir uma recuperação segura e eficaz. Portanto, é importante consultar um profissional de saúde para obter a recomendação correta para o seu caso específico.

     

    Tipos de tipoia e quando devo usar tipoia?

    Diferentemente do que muita gente pensa, não existe apenas um tipo de tipoia. A seguir, vamos apresentar os dois tipos e as suas características. 

    Tipoias simples – tipoia para braço

    Essas são as tipoias mais conhecidas e mais utilizadas por pacientes que sofreram algum trauma nos ombros e braços. Como falamos, sua principal atribuição é manter o antebraço imobilizado, concentrado na região próxima ao abdômen, com a mão voltada para o outro braço e encostada na barriga, e o braço formando um ângulo de 90º. 

    Esse tipo de tipoia geralmente é recomendado para pacientes que estão em processo de recuperação de fraturas, reabilitação de cirurgias, luxações e outros quadros médicos. 

    A tipoia simples pode ser apenas uma camada de tecido normal ou o modelo estofado, que é tradicionalmente conhecido como Velpeau.

    Vale destacar que, mesmo sendo um tipo simples, seu uso deve ser prescrito por um ortopedista que irá determinar qual a melhor tipoia para ombro para o seu caso. Esse médico é capaz de informar o prazo de uso necessário, contando com a ajuda de um fisioterapeuta para analisar a evolução da recuperação. 

    Tipoias funcionais com almofada

    O segundo tipo de tipoia possui uma almofada para fazer a sustentação do braço, deixando-o um pouco mais afastado do abdômen. Esse suporte deve ser posicionado na lateral da região abdominal e nunca sobre a barriga. 

    Quando comparamos com o primeiro tipo, percebemos que o paciente fica sempre com a mão apontada para frente. Quanto ao uso, na maioria das vezes as tipoias funcionais são usadas no período pós-operatório de cirurgias do manguito rotador.

    Quando é necessário usar uma tipoia?

    Como falamos, a tipoia é fundamental para reabilitação mais rápida e confortável em casos de fraturas e lesões ortopédicas, especialmente em situações que envolvem ossos quebrados, dores musculares e até mesmo em casos de ruptura de ligamentos. 

    Abaixo, listamos algumas situações que, normalmente, é indicado o uso desse instrumento:

    • Fratura da clavícula.
    • Luxação do ombro
    • Fratura do ombro
    • Cirurgia do manguito Rotador
    • Fraturas do braço (Úmero)
    • Fraturas do cotovelo
    • Fraturas do antebraço
    • Fraturas do punho
    • Fraturas do mão.
    • Sequelas de AVC

    Como saber o tamanho correto da tipoia?

    Uma dúvida muito comum diz respeito ao uso da tipoia, mais precisamente o tamanho adequado para utilização. Na prática, essa informação deve ser passada pelo ortopedista ou fisioterapeuta na hora de imobilizar pela primeira vez o ombro do paciente. 

    No entanto, existem algumas boas práticas e dicas para seguir. 

    A dica de especialistas é medir a distância entre a ponta do quinto dedo até a ponta do cotovelo, afinal, a distância pode ajudar a entender o tamanho necessário para cada paciente. 

    Porém, é preciso sempre considerar que cada fabricante possui um molde e esse padrão pode não ser aplicado para todos os modelos. Além disso, é preciso lembrar que a maioria das tipoias apresenta a faixa que passa por trás das costas, isso quer dizer que, dependendo do tamanho da circunferência abdominal do paciente, mudanças nessa fórmula podem ser vistas. 

    No fim das contas, o melhor caminho é sempre experimentar a tipoia antes de comprá-la e entender junto ao seu médico se esse é o tamanho correto.

    Como colocar tipoia em braço quebrado corretamente?

    Além de dormir, colocar a tirar a tipoia é um outro desafio presente na rotina de quem precisa usar esse equipamento. Para ajudar nesta prática, vamos apresentar o passo a passo para você colocar corretamente com e sem ajuda. 

    Como colocar a tipoia com ajuda de uma outra pessoa: 

    Passo 1: manter o cotovelo fletido, segurando por baixo do punho com a outra mão

    Passo 2: pedir para a pessoa ajustar a regulagem da tipoia, encontrando o tamanho correto e prendendo os velcros.

    Passo 3: ajustar a tira que passa no pescoço, permitindo que o braço forme um ângulo de 90 graus ou ligeiramente mais para cima para evitar inchaço.

    Passo 4: ajustar a tira que passa por trás das costas e ligar na frente da tipoia.

    Como colocar a tipoia quando não contar com ajuda de outra pessoa

    Passo 1: colocar a bolsa de sua tipoia aberta sobre um travesseiro, ajustando bem o braço, focando principalmente na estabilidade. 

    Passo 2: prender os velcros.

    Passo 3: manter o braço apoiado no travesseiro, passando a tira por cima do ombro e prendendo com cotovelo a 90 graus. 

    Passo 4: passar a outra tira por trás das costas e prender na frente (ou atrás) da tipoia, dependendo do modelo.

    Ajuda profissional para usar a tipoia

    Como vimos, a tipoia é um equipamento que faz parte do processo de recuperação de lesões nos ombros e braços. Por conta disso, deve ser utilizada em conjunto com outros tratamentos, como exercícios.

    Dessa forma, o fisioterapeuta exerce papel fundamental. Esse profissional é capaz de orientar sobre a utilização correta da tipoia e ainda indicar o modelo ideal. Por isso, se você acha que é preciso utilizar esse imobilizador para recuperação, entre em contato com a Vicci e marque seu horário junto à nossa equipe.